Curso de Especialização Latu Sensu em Gerência Contábil, Financeira e Auditoria



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2.1 Índices de endividamento
Os índices de endividamento que serão calculados baseados nos Balanços Patrimoniais e Demonstrações de Resultado dos Exercícios dos anos 2007, 2008 e 2009 da Empresa Fictícia Laboratório de Análises Clínicas Ltda.
2.1.1 Participação de capitais de terceiros
Este índice demonstra o risco de a empresa depender, exclusivamente, do capital de terceiros e é chamado, também, de grau de endividamento. Sua interpretação segue a linha de que quanto menor, melhor.
Pconector reto 1articipação de capitais de terceiros = Exigível Total x 100

Patrimônio Líquido



2007




2008




2009




142.025,44

X 100

-355,51

160.286,67

X 100

393,48

185.164,45

X 100

881,96

- 39.949,58

40.735,59

20.994,55

Indicação: Este índice mostra que acima de 100% de capital próprio a empresa tomou de capital de terceiros, os seguintes percentuais em cada ano:

  1. -355,51 % em 2007;

  2. 293,48 % em 2008;

  3. 881,96 % em 2009.

Análise: Observa-se grande dependência de capital de terceiros entre os exercícios de 2007, 2008 e 2009, este índice aumentou a cada ano no primeiro por total dependência do capital de terceiros, mesmo com novas ações melhorando o patrimônio liquido ainda houve dependência do capital de terceiros.
2.1.2 Composição do endividamento
Este índice demonstra o risco de a empresa depender, exclusivamente, do capital de terceiros a curto prazo e é chamado, também, de endividamento de curto prazo. Sua interpretação segue a linha de que quanto menor, melhor.
Composição do endividamento = Passivo Circulante x 100

conector reto 2 Exigível Total

2007




2008




2009




167.637,65

X 100

117,82

104.913,43

X 100

65,45

149.532,25

X 100

80,76

142.025,44

160.286,67

185164,45

Indicação: Este índice mostra que quantos por cento são de endividamento a curto prazo ou seja, de capital de terceiros, os seguintes percentuais em cada ano:



  1. 117,82 % em 2007;

  2. 65,45 % em 2008;

  3. 80,76 % em 2009.

Análise: Observa-se que existe grande endividamento a curto prazo da empresa junto ao capital de terceiros entre os exercícios de 2007, 2008 e 2009, percebe-se claro leve melhora de 2007 para 2008 mas com pequeno aumento em 2009.


2.1.3 Imobilização do patrimônio líquido
Este índice demonstra o quanto do patrimônio líquido que foi aproveitado para financiar a compra do ativo permanente, ou seja, quanto à organização possui imobilizado no ativo permanente para cada um real de patrimônio líquido.

Sua interpretação segue a linha de que quanto menor, melhor.

Imobilização do patrimônio líquido = Ativo Permanente x 100

conector reto 3 Patrimônio Líquido

2007




2008




2009




73.239,36

X 100

-179,63

69.733,21

X 100

166,53

96.148,17

X 100

457,97

-39.949,60

40.735,59

20.994,55

Indicação: Este índice mostra que quantos por cento são do capital próprio, ou seja, do patrimônio líquido esta sendo usados para imobilização do ativo da empresa os seguintes percentuais em cada ano:


  1. - 179,63 % em 2007;

  2. 166,53 % em 2008;

  3. 457,97 % em 2009.

Análise: Observa-se que a cada ano aumenta o índice de imobilização do patrimônio líquido, assim a pode se afirmar que entre os exercícios de 2007, 2008 e 2009, a empresa só aumentou o índice do qual demonstra diminuição dos valores do capital próprio.
2.1.4 Imobilização dos recursos não correntes
Este índice busca definir exatamente o quanto de recursos não correntes está investido no imobilizado.

Iconector reto 4mobilização dos recursos não correntes = Ativo Permanente x 100

Patrimônio Líquido + Exigível a Longo Prazo



2007




2008




2009




73.239,36

X 100

- 289,35

69.733,21

X 100

125,93

96.148,17

X 100

296,84

- 25.311,93

55.373,24

50.269,85

Indicação: Este índice mostra quantos por cento são do capital próprio, ou seja, do patrimônio líquido esta sendo usados para imobilização do ativo da empresa os seguintes percentuais em cada ano:



  1. - 289,35 % em 2007;

  2. 125,93 % em 2008;

  3. 296,84 % em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios analisados, o nível de recursos não correntes investidos no imobilizado aumentaram, o que nos mostra que, nos exercícios de 2007 e 2008 aumentou o valor de recursos próprios investidos no imobilizado, os seguintes percentuais em cada ano:
2.2 Índices de liquidez
Os índices de liquidez que serão calculados baseados nos Balanços Patrimoniais e Demonstrações de Resultado dos Exercícios dos anos 2007, 2008 e 2009 da Empresa Fictícia Laboratório de Análises Clínicas Ltda.
2.2.1 Liquidez geral
Este índice busca relacionar os ativos e passivos circulantes e não circulantes de mesmo prazo de vencimento, sendo utilizada para medir a capacidade da empresa em saldar seus compromissos em dia, sua interpretação segue a vertente de quanto maior melhor.
Lconector reto 5iquidez Geral = Ativo Circulante + Ativo Realizável a Longo Prazo

Passivo Circulante + Passivo Exigível a Longo Prazo





2007




2008




2009




53.648,43 + 15.137,65

0,38

77.313,91 + 15.137,65

0,77

73.855,06 + 15.161,22

0,54

167.337,37 + 14.637,65

104.913,43 + 14.637,65

149.532,25 + 14.637,65

Indicação: Este índice mostra que para cada R$ 1,00 de dívidas quantos reais a empresa tem para saldar suas obrigações os seguintes percentuais em cada ano:



  1. 0,38 em 2007;

  2. 0,77 em 2008;

  3. 0,54 em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios analisados, que empresa não mostra bons índices de liquidez geral para sanar com seus compromissos, pois todos ficaram abaixo de R$ 1,00.
2.2.2 Liquidez corrente
Este índice busca relacionar os ativos e passivos de mesmo prazo de vencimento, sendo utilizada para medir a capacidade da empresa em saldar seus compromissos em dia, sua interpretação segue a vertente de quanto maior melhor.
Lconector reto 6iquidez Corrente = Ativo Circulante

Passivo Circulante




2007




2008




2009




53.648,43

0,32

77.313,91

0,74

73.855,06

0,49

167.337,37

104.913,43

149.532,25

Indicação: Este índice mostra que para cada R$ 1,00 de dívidas quantos reais a empresa tem para saldar suas obrigações a curto prazo os seguintes percentuais em cada ano:



  1. 0,32 em 2007;

  2. 0,74 em 2008;

  3. 0,49 em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios analisados, que empresa não mostra bons índices de liquidez corrente para sanar com seus compromissos, pois todos ficaram abaixo de R$ 1,00.
2.2.3 Liquidez seca
A liquidez seca é utilizada como uma prova de fogo, já que exclui o item estoques, pois, dentro do conceito de liquidez, os estoques não se enquadram já que não geram liquidez imediatamente, sendo necessário vendê-los e, consequentemente, receber tais vendas.
Liquidez Seca = Ativo Circulante – Estoques

Passivo Circulante



2007




2008




2009




53.648,43 – 0,00

0,32

77.313,91 – 0,00

0,74

73.855,06 – 0,00

0,49

167.337,37

104.913,43

149.532,25
Indicação: Este índice mostra que para cada R$ 1,00 de dívidas quantos reais a empresa tem para saldar suas obrigações a curto prazo retirando o valor do estoques os seguintes percentuais em cada ano:

  1. 0,32 em 2007;

  2. 0,74 em 2008;

  3. 0,49 em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios analisados, que empresa não mostra bons índices de liquidez seca para sanar com seus compromissos, pois todos ficaram abaixo de R$ 1,00.
2.2.4 Liquidez imediata
Este índice busca relacionar o que empresa tem de imediato para sanar dividas de curto prazo do passivo circulante, sendo utilizada para medir a capacidade da empresa em saldar seus compromissos em dia, sua interpretação segue a vertente de quanto maior melhor.
Lconector reto 7iquidez Imediata = Disponibilidades

Passivo Circulante





2007




2008




2009




35.888,15

0,21

45.710,21

0,44

57.162,25

0,38

167.337,37

104.913,43

149.532,25

Indicação: Este índice mostra que para cada R$ 1,00 de dívidas quantos reais a empresa tem para saldar suas obrigações a curto prazo, somente com que existe disponível os seguintes percentuais em cada ano:



  1. 0,21 em 2007;

  2. 0,44 em 2008;

  3. 0,38 em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios analisados, que empresa não mostra bons índices de liquidez imediata para sanar com seus compromissos, pois todos ficaram abaixo de R$ 1,00.
3 AVALIAÇÃO ECONÔMICA
Através da análise por quocientes de rentabilidade são utilizados para determinar a retorno obtido pela organização, ou seja, mostram o nível de excelência retorno sobre o capital investido na organização.

Portanto, foram escolhidos vários índices, para a análise da rentabilidade da Empresa Fictícia Laboratório de Análises Clínicas Ltda.:



  1. Giro do Ativo;

  2. Margem Operacional;

  3. Margem Líquida;

  4. Rentabilidade do Ativo – ROA;

  5. Rentabilidade do Patrimônio Líquido – ROE;

  6. Rentabilidade sobre Investimento – ROI.


3.1 Índices de Rentabilidade

Os quocientes de rentabilidade medem o retorno sobre os investimentos realizados da empresa, evidenciando o grau de êxito rentável obtido pelo capital investido na empresa.


3.1.1 Giro do ativo
Este índice demonstra quantas vezes o ativo da empresa girou, ou seja, movimentou-se para gerar os valores das vendas líquidas da empresa, sua interpretação segue a vertente de quanto maior melhor.
Gconector reto 1iro do Ativo = Vendas Líquidas

Ativo Total





2007




2008




2009




1.291.344,28

9,09

1.441.544,33

8,99

1.523,252,43

8,23

142.025,44

160.286,67

185.164,45

Indicação: Este índice mostra quantas vezes os valores que constam no ativo foram movimentados para gerar os resultados das vendas líquidas, os seguintes percentuais em cada ano:



  1. 9,09 vezes em 2007;

  2. 8,99 vezes em 2008;

  3. 8,23 vezes em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios analisados, mostra que mantiveram a média entre 08 a 09 vezes durante o ano gerando boa rotatividade dos valores que constam no ativo.

3.1.2 Margem operacional


Este índice demonstra qual o percentual uma empresa tem sobre a margem operacional, ou seja, qual resultado que uma empresa obtém sobre os valores das vendas líquidas da empresa, sua interpretação segue a vertente de quanto maior melhor.

Mconector reto 2argem Operacional = Lucro Operacional x 100

Receita Líquida



2007




2008




2009




142.193,99

X 100

11,01

287.493,10

X 100

19,94

119.902,79

X 100

7,87

1.291.344,28

1.441.544,33

1.523.252,43

Indicação: Este índice mostra quantos por cento a empresa obteve de resultado operacional sobre o total das vendas líquidas, os seguintes percentuais em cada ano:


  1. 11,01 % em 2007;

  2. 19,94 % em 2008;

  3. 7,87 % em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios 2007 e 2008 analisados, houve aumento de 8,93% mas no decorrer de 2009 o percentual teve queda expressiva de menos 12,07%, mesmo assim manteve um índice positivo.
3.1.3 Margem líquida
Este índice demonstra qual o percentual uma empresa tem sobre a margem líquida, ou seja, qual resultado final da empresa obteve sobre os valores das vendas líquidas da empresa, sua interpretação segue a vertente de quanto maior melhor.
Mconector reto 3argem Líquida = Lucro Líquido x 100

Vendas Líquidas





2007




2008




2009




19.562,18

X 100

1,51

119.099,27

X 100

8,26

66.127,97

X 100

4,34

1.291.344,28

1.441.544,33

1.523.252,43

Indicação: Este índice mostra quantos por cento a empresa obteve de resultado final sobre o total das vendas líquidas, os seguintes percentuais em cada ano:

  1. 1,51 % em 2007;

  2. 8,26 % em 2008;

  3. 4,34 % em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios 2007 e 2008 analisados, houve aumento de 6,75% mas no decorrer de 2009 o percentual teve queda expressiva de menos 7,92%, mesmo assim manteve um índice positivo.
3.1.4 Rentabilidade do ativo - ROA
Este índice demonstra qual o desempenho à empresa teve em sua totalidade onde mostrará qual resultado encontrado será o que empresa busca, demonstrando qual é capacidade da empresa em gerar lucros em relação ao qual foi investido.

O processo de avaliação dos resultados obtidos é interpretado da seguinte maneira:



  1. Até 8%, rentabilidade baixa;

  2. De 8% a 14%, rentabilidade normal;

  3. De 14% a 20%, rentabilidade boa;

  4. Acima de 20% rentabilidade excelente.

Rconector reto 4entabilidade do Ativo = Lucro Líquido x 100

Ativo Total



2007




2008




2009




19.562,18

X 100

13,77

119.099,27

X 100

74,30

66.127,97

X 100

35,71

142.025,44

160.286,67

185.164,45

Indicação: Este índice mostra quantos por cento a empresa teve de desempenho sobre o investimento realizado, os seguintes percentuais em cada ano:


  1. 13,77 % em 2007;

  2. 74,30 % em 2008;

  3. 35,71 % em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios 2007 e 2008 analisados, houve aumento de 60,53% mas no decorrer de 2009 o percentual teve queda expressiva de menos 31,41%, mesmo assim manteve um índice positivo, resultado acima de 20% é considerado rentabilidade excelente.
3.1.5 Rentabilidade do patrimônio líquido – ROE
Este índice busca demonstrar a comparação entre o lucro líquido e o capital próprio investido, deixando claro qual foi à taxa de retorno obtida por este capital próprio outrora investido. Sua interpretação é do tipo quanto maior, melhor.

Seu processo de avaliação da seguinte maneira:



  1. Até 2%, rentabilidade péssima;

  2. De 2% a 10%, rentabilidade baixa;

  3. De 10% a 16%, rentabilidade boa;

  4. Acima de 16% rentabilidade excelente.

Rentabilidade do patrimônio líquido = Lucro Líquido x 100



conector reto 8 Patrimônio Líquido



2007




2008




2009




19.562,18

X 100

- 48,97

119.099,27

X 100

292,37

66.127,97

X 100

314,98

- 39.949,58

40.735,59

20.994,55

Indicação: Este índice mostra quantos por cento a capital próprio investido teve de retorno sobre o que foram investimento, os seguintes percentuais em cada ano:

  1. - 48,97 % em 2007;

  2. 292,37 % em 2008;

  3. 314,98 % em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios 2007 e 2008 analisados, houve aumento de 341,34%, visto que 2007 os investimento do capital próprio era negativo em – 48,97 %, mas no decorrer de 2009 o percentual teve queda expressiva de menos 26,36%, mesmo assim manteve um índice positivo, resultado acima de 16% é considerado rentabilidade excelente.
3.1.6 Retorno sobre o investimento - ROI
Esta fórmula busca avaliar e controlar o lucro obtido pela empresa. Como o próprio nome diz, avaliando, consequentemente, o retorno do capital investido e, também, a proporção deste mesmo lucro perante o ativo total da empresa. O Investimento é considerado todo o valor do passivo excluindo o passivo oneroso, ou seja, valores dos quais geram juros passivos.
Retorno sobre o investimento = Lucro Líquido x 100

conector reto 9 Investimento


2007




2008




2009




19.562,18

X 100

25,11

119.099,27

X 100

74,65

66.127,97

X 100

41,71

142.025,44 - 64.124,82

160.286,67 – 736,59

185.164,45 – 26.612,47

Indicação: Este índice mostra quantos por cento a capital total menos o passivo oneroso teve de retorno sobre o investimento realizado, os seguintes percentuais em cada ano:



  1. 25,11 % em 2007;

  2. 74,65 % em 2008;

  3. 41,71 % em 2009.

Análise: Este índice mostra que, durante o decorrer dos exercícios 2007 e 2008 analisados, houve aumento de 49,54 %, mas no decorrer de 2009 o percentual teve queda expressiva de menos 32,94%, mesmo assim manteve um índice positivo.
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