Curso de Especialização Latu Sensu em Gerência Contábil, Financeira e Auditoria



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Indicação: Resultados apurados da análise vertical do grupo da demonstração de resultado do exercício.



CONTAS

2007

2008

2009

Custo das mercadorias vendidas

58,35 %

72,55 %

76,08 %

Despesas operacionais

30,64 %

7,51 %

16,05 %

Receitas financeiras

0,69 %

0,46 %

0,27 %

Despesas financeiras

2,36 %

2,96 %

1,45 %

Resultado não operacional

2,28 %

0,29 %

0,00 %

Provisão p/ IR ou CSLL

10,11 %

9,47 %

2,34 %

Lucro líquido

1,51 %

8,26 %

4,34 %

Analise: Já nas demonstrações do resultado do exercício dar atenção aos custos e despesas operacionais podem causar grandes melhorias no resultado do lucro líquido, pois verificando a análise de um ano para outro se identifica que a diminuição desses itens melhora significativamente este resultado.

4.1.2 Análise Horizontal do balanço patrimonial e demonstração de resultado do exercício
A análise horizontal tem o objetivo de mostrar a evolução dos itens das demonstrações financeiras no decorrer dos anos, analisando assim o desempenho de das contas ou grupos.

O cálculo para obtenção desse coeficiente através do balanço patrimonial é:


Conta ou Grupo de Contas Ano X2 x 100

Conta ou Grupo de Contas Ano X1


Os resultados apurados na análise vertical para as contas do ativo e do passivo:

Ativo Circulante:

Disponível:


2008




2009




45.710,21

X 100

127,37

57.162,25

X 100

125,05

35.888,15

45.710,21

Clientes:




2008




2009




13.816,66

X 100

77,80

13.874,91

X 100

100,42

17.760,28

13.816,66

Outros créditos:


2008




2009




17.787,04

X 100

228,95

2.817,90

X 100

15,84

7.769,12

17.787,04

Indicação: Resultados apurados da análise vertical do grupo do ativo circulante.

CONTAS

2008

2009

Disponível

127,37 %

125,05 %

Clientes

77,80 %

100,42 %

Outros créditos

228,95 %

15,84 %

Análise: Na análise vertical pode-se observar evolução nas contas, pode se observar que exercício a exercício a empresa distribui bem seus recursos a curto prazo, privilegiando a conta do disponível, tomando a atenção que recursos parados não rendem, assim necessário colocar essas disponibilidade para girar, assim as contas clientes e outros créditos mostra evolução constante e proporcional.

Ativo não circulante:

Realizável a longo prazo:



2008




2009




15.137,65

X 100

100,00

15.161,22

X 100

100,16

15.137,65

15.137,65

Investimentos:




2008




2009




1.898,10

X 100

128,41

2.567,69

X 100

135,28

1.478,10

1.898,10

Imobilizado:



2008




2009




67.835,11

X 100

94,53

93.580,48

X 100

137,95

71.761,26

67.835,11

Indicação: Resultados apurados da análise vertical do grupo do ativo não circulante.



CONTAS

2008

2009

Realizável a longo prazo

100,00 %

100,16 %

Investimentos

128,41 %

135,28 %

Imobilizado

94,53 %

137,95 %

Análise: Na análise vertical pode-se observar evolução nas contas, nesse grupo podemos observar que foi priorizada a conta do imobilizado, evoluindo exercício a exercício, a conta investimento teve pouca evolução mesmo assim importante para empresa e por fim a conta realizável a longo prazo que se manteve constante.

Passivo circulante:

Fornecedores




2008




2009




40.246,77

X 100

91,29

58.756,06

X 100

145,99

44.087,39

40.246,77

Outras obrigações:



2008




2009




63.930,07

X 100

108,13

64.163,72

X 100

100,37

59.125,16

63.930,07

Empréstimos bancários:



2008




2009




736,59

X 100

1,15

26.612,47

X 100

3.612,93

64.124,82

736,59

Indicação: Resultados apurados da análise vertical do grupo do passivo circulante.



CONTAS

2008

2009

Fornecedores

91,29 %

145,99 %

Outras Obrigações

108,13 %

100,37 %

Empréstimos Bancários

1,15 %

3.612,93 %

Análise: Na análise vertical pode-se observar evolução nas contas, a conta fornecedor e outras obrigações mostram evolução positiva, pois são dividas não onerosas isso mostra que o grupo mantem equilibrado agora quanto a conta empréstimos bancários que é mais onerosa mostra percentual muito ruim, que deve ser melhor observada.

Passivo não circulante

Exigível a longo prazo



2008




2009




14.637,65

X 100

100,00

14.637,65

X 100

100,00

14.637,65

14.637,65

Indicação: Resultados apurados da análise vertical do grupo do passivo não circulante.



CONTAS

2008

2009

Exigível a longo prazo

100,00 %

100,00 %

Análise: Na análise vertical pode-se observar evolução da conta, mante-se inalterada em todos os exercícios.

Patrimônio líquido:

Capital:


2008




2009




500,00

X 100

100,00

500,00

X 100

100,00

500,00

500,00

Prejuízos ou lucros acumulados:




2008




2009




40.235,59

X 100

99,47

20.494,55

X 100

50,94

- 40.449,58

40.235,59

Indicação: Resultados apurados da análise vertical do grupo do patrimônio líquido.

CONTAS

2008

2009

Capital

100,00 %

100,00 %

Lucros acumulados

99,47 %

50,94 %

Analise: Na análise vertical pode-se observar evolução nas contas, infelizmente a conta capital que dinheiro que sócios investe não altera e com valor muito baixo, na conta lucros acumulados mesmo com a diminuição de 2008 para 2009 manteve índice positivo.

O cálculo para obtenção desse coeficiente através da demonstração do resultado do exercício é:

Conta ou Grupo de Contas Ano X2 x 100

Conta ou Grupo de Contas Ano X1
A análise horizontal tem o objetivo de evidenciar a evolução dos itens de demonstrações financeiras ao longo dos anos, acompanhando, assim, o desempenho de cada conta em questão, seja a evolução ou retração. Tal análise possibilita verificar a evolução de cada conta em relação à evolução do conjunto e concluir se o Lucro líquido comportou-se da mesma maneira no período.

Os resultados apurados na análise horizontal para as contas da demonstração de resultado do exercício:

Receita Líquida:


2008




2009




1.441.544,33

X 100

111,63

1.523.252,43

X 100

105,67

1.291.344,28

1.441.544,33

Custos das mercadorias vendidas:



2008




2009




1.045.837,42

X 100

138,80

1.158.890,40

X 100

110,81

753.469,95

1.045.837,42

Despesas operacionais:

2008




2009




108.213,81

X 100

27,35

244.459,24

X 100

225,90

395.680,34

108.213,81

Receitas financeiras:

2008




2009




6.630,59

X 100

73,94

4.086,47

X 100

61,63

8.967,42

6.630,59

Despesas financeiras:

2008




2009




42.721,27

X 100

140,36

22.157,75

X 100

51,87

30.437,17

42.721,27

Resultado não operacional:

2008




2009




4.200,00

X 100

14,29

0,00

X 100

0,00

29.400,00

4.200,00

Provisão para IR e CSLL:

2008




2009




136.503,15

X 100

104,55

35.703,54

X 100

26,16

130.562,06

136.503,15

Lucro líquido:

2008




2009




119.099,27

X 100

608,82

66.127,97

X 100

55,52

19.562,18

119.099,27

Indicação: Resultados apurados da análise vertical do grupo da demonstração de resultado do exercício.

CONTAS

2008

2009

Receita líquida

111,63 %

105,67 %

Custo das mercadorias vendidas

138,80 %

110,81 %

Despesas operacionais

27,35 %

225,90 %

Receitas financeiras

73,94 %

61,63 %

Despesas financeiras

140,36 %

51,87 %

Resultado não operacional

14,29 %

0,00 %

Provisão p/ IR ou CSLL

104,55 %

26,16 %

Lucro líquido

608,82 %

55,52 %

Analise: Na analise horizontal da demonstração resultado de exercício, podemos observar variações tanto positiva com negativa nas suas contas do ano de 2008 para 2009, uma conta que preocupa é conta de custo mercadoria vendida que mesmo com diminuição de um ano par outro ainda esta alto, pois valor supera o 100,00 % e uma avaliação positiva em destaque é provisão para IR ou CSLL, pois houve uma diminuição de mais de 60%, s demais contas mantem variação positiva.


5 DIAGNÓSTICO
Dessa forma após a análise e interpretação individual de todos os quocientes das demonstrações financeiras da Empresa Fictícia Laboratório de Analises Clínicas dos exercícios de 2007, 2008 e 2009, apresenta-se os seguintes diagnósticos:
5.1 Situação Financeira

Na analise financeira pode-se dividir a avaliação entre os índices de endividamento e da liquidez da empresa, mostrando como a saúde financeira da empresa se desenvolve seja ela nas suas fontes de recursos como nas suas condições de quitar essas obrigações.
5.1.1 Endividamento
Todos os índices de endividamentos apurados dos anos 2007, 2008 e 2009:

ENDIVIDAMENTO

2007

2008

2009

Participação de capitais de terceiros

- 355,51 %

293,48 %

881,96 %

Composição de endividamento

117,82 %

65,45 %

80,76 %

Imobilização do patrimônio líquido

- 179,63 %

166,53 %

457,97 %

Imobilização de recursos não correntes

- 289,35 %

125,93 %

296,84 %


A empresa encontra-se em um grau de endividamento preocupante, para todos os índices acima estão com percentuais elevados, podemos observar no índice de composição de endividamento onde todos estão acima de 50% (cinquenta por cento), valor que ainda é possível de administrar as dívidas, o recomendável e sempre abaixo de 50% (cinquenta por cento), nesse caso os sócios necessitam investir, mas seus recursos próprios com isso melhorariam os quocientes de estrutura de capitais para próximo ano, isso traria índices mais satisfatórios a cada exercício futuro, mas é necessário maior atenção nos próximos exercícios para que este índice não volte a se elevar.
5.1.2 Liquidez
Todos os índices de liquidez apurados dos anos 2007, 2008 e 2009:

LIQUIDEZ

2007

2008

2009

Liquidez geral

0,38

0,77

0,54

Liquidez corrente

0,32

0,74

0,49

Liquidez seca

0,32

0,74

0,49

Liquidez imediata

0,21

0,44

0,38


Quanto aos índices de liquidez podemos até identificar que empresa esteja em situação de solvência, a organização encontra-se em nível negativo, pois todos os índices estão abaixo de 1,00 (hum) isso significa que nenhuma situação a empresa esta abaixo de hum real para cada hum real de dívida. Isso deixa claro que os resultados são graves para o cumprimento das suas obrigações, como foi identificado nos índices de endividamento à necessidade dos sócios investirem mais recursos próprios e diminuir a captação de recursos de terceiros principalmente os onerosos, aqueles dos quais se geram juros passivos. Quando observamos a empresa por todos os quocientes analisados, a situação financeira da empresa é, mas frágil que deveras necessita de maior atenção e cuidados. .


    1. Situação Econômica


Na analise econômica é realizada pelos índices de rentabilidade da empresa, mostrando como anda o retorno que sócios ou investidores obtêm ao investir na instituição.


      1. Rentabilidade


Todos os índices de rentabilidade apurados dos anos 2007, 2008 e 2009:

RENTABILIDADE

2007

2008

2009

Giro do ativo

9,09

8,99

8,23

Margem operacional

11,01 %

19,94 %

7,87 %

Margem líquida

1,51 %

8,26 %

4,34 %

Rentabilidade do ativo - ROA

13,77 %

74,30 %

35,71 %

Rentabilidade do patrimônio líquido - ROE

- 48,97 %

292,37 %

314,98 %

Rentabilidade sobre investimento - ROI

25,11 %

74,65 %

41,71 %


A organização possui uma rentabilidade excelente, o seu giro é de acordo com o investimento que é realizado, suas margens estão satisfatórias, podendo obter de volta o capital total investido em poucos anos. Por esses índices podemos afirmar que empresa tem excelentes resultados positivos, tornando empresa excelente para se investir. Baseados nessa analise pode-se afirmar que a empresa focalizando melhor a organização da situação financeira da empresa obterá maior independência própria e controle administrativo sem interferência de terceiros.


    1. Situação Patrimonial


Na analise patrimonial é realizada pela analise vertical e horizontal dos demonstrativos da empresa, evidenciando tanto a evolução entre as contas como de um ano para outro da evolução do patrimônio.


      1. Vertical e Horizontal


Analise Vertical e Horizontal do Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultado do Exercício apurados dos anos 2007, 2008 e 2009:

LABORATÓRIO FICTÍCIO DE ANALÍSES CLÍNICAS LTDA.

AV 2007

AV 2008

AV 2009




AH 2008

AH 2009

CIRCULANTE



















FINANCEIRO



















Disponível

25,27 %

28,52 %

30,87 %




127,37 %

125,05 %

Aplicações Financeiras

***

***

***




***

***

OPERACIONAL



















Clientes

12,50 %

8,62 %

7,49 %




77,80 %

100,42 %

Estoques

***

***

***




***

***

Outros Créditos

5,47 %

11,10 %

1,52 %




228,95 %

15,84 %

TOTAL ATIVO CIRCULANTE



















NÃO CIRCULANTE



















Realizável a longo prazo

10,66 %

9,44 %

8,19 %




100,00 %

100,16 %

Investimentos

1,04 %

1,18 %

1,39 %




128,41 %

135,28 %

Imobilizado

50,53 %

42,32 %

50,54 %




94,53 %

137,95 %

Intangível

***

***

***




***

***

TOTAL DO ATIVO NÃO CIRCULANTE



















TOTAL DO ATIVO

100,00 %

100,00 %

100,00 %




100,00 %

100,00 %
A Empresa Fictícia Laboratório de Analises Clínicas Ltda., conseguiu constituir um grupo de contas do ativo e do imobilizado de forma bem equilibrada, com contas que possuem oscilações em certos exercícios positivos em outros negativos, mais nada que possa prejudicar o patrimônio empresarial, neste caso se a empresa continuar evoluindo trará melhoras positivas, nesse caso a recomendação é que evite deixar dinheiro parado sim sempre circulando, porque se observa que a empresa possui mais de 30% (trinta por cento) de valores nas contas do disponível. Por ser Empresa Fictícia de Laboratório de Analises Clínicas, a mesma necessita sempre de investimento em tecnologia assim quanto maiores investimento em imobilizado melhor será evolução patrimonial da empresa, trará sempre inovações e qualidades nos seus serviços melhorando assim o desempenho da empresa, criando dessa forma maior competitividade.

LABORATÓRIO FICTÍCIO DE ANALÍSES CLÍNICAS LTDA.

AV 2007

AV 2008

AV 2009




AH 2007

AH 2009

PASSIVO



















CIRCULANTE



















OPERACIONAL



















Fornecedores

31,04 %

25,11 %

31,73 %




91,29 %

145,99 %

Outras Obrigações

41,63 %

39,88 %

34,65 %




108,13 %

100,37 %

SOMA



















FINANCEIRO



















Empréstimos Bancários

45,15 %

0,46 %

14,37 %




1,15 %

3.612,93 %

Duplicatas Descontadas

***

***

***




***

***

SOMA



















TOTAL PASSIVO CIRCULANTE



















NÃO CIRCULANTE



















Exigível a Longo Prazo

10,31 %

9,13 %

7,91 %




100,00 %

100,00 %

TOTAL PASSIVO NÃO CIRCULANTE



















PATRIMÔNIO LÍQUIDO



















Capital

0,35 %

0,31 %

0,27 %




100,00 %

100,00 %

Reservas

***

***

***




***

***

Prejuízos ou Lucros Acumulados

- 28,48 %

25,10 %

11,07 %




99,47 %

50,94 %

TOTAL DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO



















TOTAL DO PASSIVO

100,00 %

100,00 %

100,00 %




100,00 %

100,00 %
Quanto ao passivo da Empresa Fictícia Laboratório de Analises Clínicas, a mesma deve manter certa atenção e cuidado, como podemos observar as contas que evoluíram nos últimos exercícios quanto a captação de capital terceiros de fonte onerosa, ou seja, os empréstimos bancários, fato citado na situação financeira e que geram resultado tão negativo nas finanças da empresa. As demais contas possuem oscilações em certos exercícios positivos em outros negativos, mais nada que possa prejudicar o patrimônio empresarial, outro fato já observado é baixo investimento dos sócios dos quais observamos na conta capital com percentuais muito baixos perante total dos capitais investidos e sem evolução na analise horizontal neste caso a empresa está passiva e necessitam melhoras, isso ocorre pela empresa optar em captação de capital de terceiros, assim recomendam-se os sócios invistam seu capital por ser uma fonte menos onerosa.


LABORATÓRIO FICTÍCIO DE ANALÍSES CLÍNICAS LTDA.

AV 2007

AV 2008

AV 2009




AH 2008

AH 2009

RECEITA LÍQUIDA

100,00 %

100,00 %

100,00 %




111,63 %

105,67 %

(-) Custo das Mercadorias Vendidas

58,35 %

72,55 %

76,08 %




138,80 %

110,81 %

= Lucro Bruto



















(-) Despesas Operacionais

30,64 %

7,51 %

16,05 %




27,35 %

225,90 %

(+/-) Outras Rec. ou Desp. Operacionais.

***

***

***




***

***

= Lucro Operacional



















(+) Receitas Financeiras

0,69 %

0,46 %

0,27 %




73,94 %

61,63 %

(-) Despesas Financeiras

2,36 %

2,96 %

1,45 %




140,36 %

51,87 %

= Lucro Operacional



















(+/-) Resultado não Operacional

2,28 %

0,29 %

0,00 %




14,29 %

0,00 %

= Lucro Antes do IR e CSLL



















(-) Provisão p/ IR e CSLL

10,11 %

9,47 %

2,34 %




104,55 %

26,16 %

= LUCRO LÍQUIDO

1,51 %

8,26 %

4,34 %




608,82 %

55,52 %



Na Demonstração do Resultado do Exercício a evolução do resultado da Empresa Fictícia Laboratório Analises Clinicas, mostra-se muito equilibrado, com contas que possuem oscilações em positivas e negativas, nada que possa prejudicar o resultado econômico empresarial, uma única conta que merece total atenção para melhorar ainda mais o resultado da empresa, essa conta é conta de Custos das Mercadorias Vendidas do ano de 2007 para 2008 e 2009 houve aumento de mais de 20% (vinte por cento), mesmo com justificativa de aumento das receitas essa conta precisa ser sempre avaliada e acompanhada para ter resultado mais positivos.

CONCLUSÃO

Todos os fatos e dados apresentados durante a pesquisa nos leva a concluir que a consultoria financeira na gestão de negócios pode ser considerada como uma ferramenta de mudança nos processos operacionais e de gestão para busca de um equilíbrio competitivo. Os dados apresentados durante a pesquisa vêm estimular a empresa a se comportar nos próximos períodos de vida, de forma, mas perceptível buscando através da consultoria acompanhar a evolução do mercado e das mudanças externas, que se altera quase que diariamente os atuais sistemas de gestão de negócios.

A pesquisa nos mostrou que a empresa fictícia enquadra-se no cenário da consultoria financeiro de gestão de negócios, dos quais são pressionadas tanto pela competitividade regional quanto nacionais e necessita ser sempre observada para as mudanças das ferramentas de administração financeiras atuais.

Neste ponto é necessário observar a conclusão do presente trabalho de pesquisa, verificando os objetivos inicialmente propostos, podemos assim resgatar o objetivo geral que será a apresentar a avaliação da situação financeira, econômica e patrimonial de forma a oferecer as ferramentas de evidenciação dos investimentos da gestão de negócios e apresentando aos gestores os índices e análises do crescimento e visando a melhor administração financeira.

Pode-se observar que o objetivo foi alcançado, pois fica evidente durante toda a pesquisa, que um apoio ao gestor com informações financeiras precisas trazendo maior clareza nas decisões e nas novas estratégias empresarias e reorganização estrutural e operacional de melhoria e competitividade.

Mesmo assim para reafirmar o objetivo geral foi e melhor dimensiona-lo e alcança-lo de forma positivas através dos objetivos específicos que foi analisar a situação financeira, através dos índices financeiros, econômicos e patrimoniais e demonstrar por meio dessas avaliações as possíveis correções através de análise direcionada a fim de sugestionar a regularização dos problemas identificados.

Podemos assim concluir que o questionamento inicial antes da realização da pesquisa que era se a realização do trabalho de consultoria financeira na gestão de negócios traz à tona problemas da empresa que antes passavam despercebidos devido à rotina de trabalho desenvolvida. Podemos definir com base nas analises que muitas vezes, a empresa entra em uma rotina operacional que acaba por lhes fechar os olhos para certos acontecimentos e o trabalho da consultoria financeira é capaz de evidenciar esses procedimentos outrora realizados.

Pode-se, ao término deste trabalho de pesquisa, conclui que a consultoria financeira na gestão de negócios tem sido de extrema importância, pois com as diversas mudanças no mercado nacional e internacional tem alterado as estruturas e modelos organizacionais e de gestão, colocando assim o profissional de consultoria em evidências, pois suas habilidades, conhecimentos e atributos de percepção, observação e dimensionar consegue visualizar e detectar as falhas para assim criar processos de mudanças para dar a empresa meios, mas práticos de eficiência, competitividade bem busca do sucesso empresarial.

Por fim fica aqui definido que a pesquisa realizada não esgota o assunto abordado podendo assim existir novas abordagem no futuro.

REFERÊNCIAS

ATTIE, W. Auditoria interna. São Paulo: Atlas, 1987.


BERGAMASCHI, S. Um estudo sobre projetos de implementação de sistemas para gestão empresarial. 1999. 196 f. Dissertação (Mestrado Administração) - Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999.
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UniSalesiano – Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium – SP

- 2010.


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