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A prática PedagÓgica das Instituições de Educação Infantil: em foco o momento da avaliação.


Acadêmica: Leonice Matilde Richter (Bolsista)


Orientadora: Profª Maria Veranilda Soares Mota

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia – Curso de Pedagogia


As transformações ocorridas nas últimas décadas têm proporcionado mudanças na forma de se conceber a infância, a qual passa a ser compreendida como uma importante fase para na formação do indivíduo. Tendo em vista estas mudanças a educação infantil vem buscando delinear sua identidade e vem obtendo notáveis destaques, como por exemplo na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (n°9394/96), na qual se passou a considerar a Educação Infantil como a primeira etapa da educação básica, oferecida em creches e pré – escolas. Investigar a organização e o funcionamento deste segmento escolar torna-se fundamental, no sentido de se obter um diagnóstico mais preciso do trabalho destinado à criança pequena. Desta forma esta pesquisa utiliza-se da etnografia para compreender a prática pedagógica dos profissionais da educação infantil, centrando nossa atenção no momento da avaliação, formal e informal, uma vez que esta base metodológica é caracterizada fundamentalmente por um contato direto e prolongado do pesquisador com a situação pesquisada, utilizando a observação e entrevista como técnica principal. Por meio deste trabalho percebemos que as práticas avaliativas desenvolvidas nos demais seguimentos educacionais estão sendo incorporadas na educação infantil, o que representa um retrocesso, uma vez que esta prática não contribui em nada no processo de ensino- aprendizagem por ser utilizada meramente como forma de classificar o aluno e não como meio de tomada de decisão sobre o que fazer para ajudá-lo a alcançar os objetivos educacionais previstos.

Área do conhecimento: Humanas.

Palavras chave: Criança, Educação Infantil, Avaliação Educacional.



A Química e os Veículos de Comunicação: Análise de Artigos informativos

Acadêmicas: Juliana N. Gomides

Fabiana T. Ferreira

Luíza S. Resende

Orientadora: Profª Kátia D. F. Ribeiro

Instituição: ILES/ULBRA - Departamento de Licenciatura em Química




Utilizando a ciência química é possível entender alguns dos problemas atuais e encontrar possíveis soluções. Algumas vezes é necessário um mínimo de conhecimento de química a fim de que possa interpretar fatos bem como ser capaz de emitir opiniões e assumir uma postura ativa diante da sociedade. Um ensino que inter-relacione o conhecimento químico com o contexto social contribui de forma eficaz para a formação de um cidadão que esteja preparado para a análise, reflexão e crítica de vários assuntos. O cidadão precisa de informações e para isso é necessário o hábito de leitura e da reflexão crítica. Atualmente, os meios de comunicação falada, escrita e televisionada em muito substituem as escolas, colégios e universidades como fonte de informação para o grande público. Muitas vezes para organizar e compreender determinadas informações e resolver situações-problema é necessário aplicar conhecimentos dos fundamentos básicos de Química. Segundo o pedagogo espanhol Joan Férres, uma escola que não ensina como assistir televisão é uma escola que não educa. A utilização da mídia oferece uma oportunidade de ampliação dos sentidos e potenciação da aprendizagem. Porém só pode haver educação via TV, rádio, jornal ou revista, enquanto se estiver priorizando dados informativos corretos, precisos e verdadeiros. Visando a contextualização da ciência química e buscando a educação através da química, esse trabalho propõe analisar duas revistas de circulação nacional (Época e Isto É) a fim de identificar artigos que tratam de assuntos relacionados ou que possam ser relacionados com a ciência química, com objetivo de identificar os conhecimentos de química necessários para o entendimento de questões reais . Além disso visou-se relacionar e adaptar esses artigos ao conteúdo de disciplinas do curso de Licenciatura em Química do ILES/ULBRA - Itumbiara. Foram coletados artigos veiculados durante o ano de 2001 e primeiro trimestre de 2002. Nos artigos analisados foram verificados o conhecimento prévio necessário na área de química e área de aplicação, a fim de examinar a interdisciplinaridade. Observou-se, após análise criteriosa dos artigos, que o conhecimento prévio necessário para uma boa compreensão dos textos analisados e para tomadas de decisões e posições, são radioatividade, formação do solo e suas propriedades, mineralogia, propriedades da água, toxidade de gases, difusão de gases, fontes de energia, citologia, bioquímica, reciclagem do lixo, matemática básica, noções de ecologia, solubilidade dos gases, atomística, eletroquímica e reações químicas. As áreas de aplicação foram química ambiental, química geral, processo industrial, biotecnologia, físico-química e química inorgânica. Além de verificar os conhecimentos prévios necessários, através desse trabalho foi possível aos alunos analisar situações, identificar problemas, planejar ações, elaborar e defender propostas de soluções. Conclui-se que é possível a utilização dos meios de comunicação como "ferramenta" pedagógica no conteúdo obrigatório de disciplinas de cursos do ensino superior, podendo ser estendido também para o ensino médio, tanto para assimilação de conteúdo quanto para interpretação dos fatos do cotidiano.

Área de conhecimento: Humanas

Palavras-chaves: educação, interdisciplinaridade, contextualização

BUSCANDO A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS AMBIENTAIS EM UM

ASSENTAMENTO RURAL

Acadêmicos: Célia Maria S. R. Moreira (Bolsista do CNPq)

Alexandre Guilherme de Souza (Bolsista do CNPq

Orientador: Profª Drª Sonia Alves Calió

Co-orientador: Profª Drª Marta Cassaro Silva

Instituição: Universidade de Uberaba – Cursos de Engenharia Elétrica e Pedagogia

(Habilitação Educação Especial)

O projeto de pesquisa Educação Ambiental e Cidadania no Assentamento Nova Santo Inácio Ranchinho, Campo Florido, em Minas Gerais, tem como objetivo contribuir com a inserção de uma prática em educação ambiental, na comunidade assentada,. Através da participação comunitária, busca-se desenvolver uma sensibilidade sobre a questão ambiental que possibilite a apreensão de conhecimentos que levem à resolução dos problemas da comunidade, respeitando a sua cultura. Tendo por base o conhecimento que os participantes da pesquisa têm da realidade onde estão inseridos, e utilizando o DRP1 - método centrado na resolução de problemas, iniciamos a pesquisa fazendo um diagnóstico específico sobre o grau de percepção dos participantes em relação aos problemas ambientais, utilizando questionários e entrevistas. Pudemos perceber que a comunidade anseia, de forma emergente, que seja melhorada a sua qualidade de vida, quanto aos aspectos: saúde (envolvendo a pessoa, a casa e o entorno); utilização de plantas medicinais; alimentação de qualidade; cuidados com o lixo; preservação de matas, nascentes e solo; agrotóxicos. Sendo assim, iniciaremos o Curso “Contextualizando os Problemas Ambientais no Assentamento Nova Santo Inácio Ranchinho: saúde e preservação do meio ambiente” para a comunidade de pais e mães de alunos (aproximadamente 60 famílias) que venham, por conseguinte, trabalhar em benefício da organização e melhoria da qualidade de vida desta população. Como forma de estar apoiando este Curso será elaborada uma Cartilha que abranja estes temas.

Área de conhecimento: Humanas

Palavras-chave: Educação Ambiental, Educação Rural, Educação Comunitária, Qualidade de Vida.



CIDADÃO MENOR: UM ESTUDO DA UTILIZAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL NA CIDADE DE UBERABA – M.G.

Acadêmica: Bruna Elias Mattar (Bolsista do PIC)

Orientadora: Profª Ms. Fernanda Telles Marques

Instituição: Universidade de Uberaba


O projeto: “ Cidadão Menor: um estudo da utilização do trabalho infantil na cidade de Uberaba – M.G.”, visa elaborar um panorama da situação de crianças e adolescentes ( entre 10 e 14 anos) trabalhadores do setor informal na área urbana, investigando tanto a atuação de agentes e agências envolvidos nesta prática, quanto as representações e o imaginário de sujeitos por ela vitimizados. Para atender a este objetivo, inicialmente foram realizadas pesquisas bibliográficas e documentais com o intuito de maior familiarização, compreensão e conhecimento do assunto a ser abordado. Simultaneamente a esta atividade, foram encaminhados a 29 instituições de Uberaba, formulários a respeito dos serviços por ela prestados e questões referentes ao Estatuto da Criança e do Adolescente, com o intuito de traçar o perfil ideológico dessas instituições. Uma outra etapa do projeto foi a observação sistematizada das ruas, em diferentes horários e bairros. Esta observação permitiu a constatação de diferentes categorias de trabalho, além do conhecimento das áreas de maior incidência, para uma futura abordagem. Em seguida, foi realizada a aplicação de formulários em meninas e meninos. Continham nestes, questões referentes à escolaridade, proveniência, organização familiar, organização do trabalho. O trabalho ainda não foi concluído e uma etapa a ser desenvolvida consiste na proposta aos sujeitos investigados de desenharem “o hoje e o amanhã do menino trabalhador” e de contarem a história de seus desenhos. Com isso, pretende-se verificar o imaginário coletivo e individual acerca da condição trabalhadora. Apesar de se considerar que a criança tem plenos direitos de ser criança, ser tratada, reconhecida e aceita como tal, o que se percebe, na realidade, é que em muitas situações, é considerada uma “miniatura do adulto”. O trabalho infanto-juvenil contradiz o que juridicamente é garantido e a cultura reforça a visão de que, quem emprega crianças e adolescentes está contribuindo para o aumento da renda familiar. No entanto, se esquecem que o trabalho exige pouca qualificação, salários baixos, amplas jornadas de trabalho e condições muitas vezes arriscadas e desconfortáveis. (crianças expostas ao sol, sujeitas a serem atropeladas, tendo que realizar o trabalho à pé...). Além da questão jurídica, desconsideram o desenvolvimento humano. O bebê que se desenvolveu fisiológica e psicologicamente cresce. O adulto, gradativamente vai envelhecendo. Por que então, aceitar a condição de “ adultizar” a criança, dando-a responsabilidades de trabalho, o peso de ajudar a sustentar a família, a contraditória identidade de ser criança-adulta, as condições precárias de trabalho, o amadurecimento precoce e forçado? Por que desrespeitar o desenvolvimento humano e “brincar de ser Deus”, querendo manipular o tempo biológico e psicológico? A exploração do trabalho infanto-juvenil é fruto de uma sociedade contraditória e profundamente desigual. Esta situação é vista com tanta freqüência e se tornou tão comum, que passou a ser banalizada: um evento “normal” e aceitável. Quando se vêem meninos vendendo jornais, balas, chicletes, picolés, o único sentimento que se tem é medo. Medo de sermos assaltados. Ao invés de encará-los como um mal do qual a sociedade deveria se proteger, precisamos ter uma visão mais crítica, na qual se considera que esses pequenos são sujeitos vitimizados pela exclusão. Não são assaltantes, mas sim assaltados: de respeito, de amor, de justiça, de dignidade...

Área de conhecimento: Ciências Humanas

Palavras-chave: trabalho infantil, cidadão menor, adolescentes

DOENÇA FALCIFORME E EDUCAÇÃO ESCOLAR: EM BUSCA DE UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA QUE FAVOREÇA O DESENVOLVIMENTO COGNITIVO E SOCIAL DE SEUS PORTADORES.

Acadêmico: Marianna Centeno M. de Gouvêa

Orientador: Profª Ms. Márcia Aparecida Borges

Instituição/Curso: Universidade de Uberaba/Pedagogia- Educação Especial

No Brasil, um em cada 500 negros nasce com a Doença Falciforme. Esta doença caracteriza-se pela presença da anemia crônica hereditária, de severidade moderada e grave, causada por uma anormalidade da hemoglobina. Por ser uma patologia com episódios agudos de crise, escolares falcêmicos requerem muitas vezes hospitalizações ou tratamento ambulatorial diário. Tal complicação causa um impacto significativo na vida do portador, pois ele sai de sua rotina de vida, ausentando-se da escola e das demais atividades do dia-a-dia. Diante disso, o desenvolvimento cognitivo do aluno falcêmico fica prejudicado, resultando freqüências irregulares às aulas, aproveitamento acadêmico deficitário, evasão escolar, entre outros. Baseado nessa informação, esse projeto de pesquisa tem por objetivo pesquisar, na Organização dos Amigos Solidários à Infância e à Saúde – OÀSIS, as diferentes manifestações do baixo rendimento e mesmo abandono escolar de crianças portadoras de Doença Falciforme e propor uma metodologia de trabalho pedagógico que atenda às especificidades dessa clientela escolar, com base num referencial teórico. Para a realização da pesquisa, foi proposto a elaboração de quatros programas para atender as necessidades desses escolares. O Programa I é o atendimento psicopedagógico para crianças que evadem a escola e aquelas cujas seqüelas impedem sua evolução normal. O Programa II diz respeito ao encaminhamento e acompanhamento escolar para crianças que estão evadidas da escola. O Programa III é responsável pelo encaminhamento e acompanhamento escolar para crianças que estão regularmente matriculadas, mas estão impossibilitadas de freqüentarem a escola devido ao tratamento. O Programa IV destina-se a orientação aos pais e professores das crianças atendidas nos demais programas. Foram implantados e executados somente os Programas III e IV, devido a problemas operacionais ocorridos no decorrer do projeto . A conclusão final do trabalho será feita em Dezembro de 2002, conforme o cronograma proposto nesse projeto de pesquisa.

Área do conhecimento: Ciências Humanas

Palavras-Chave: Educação, Saúde, Psicopedagogia


EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

Acadêmica: Juliene Silva Vasconcelos (Bolsista)

Orientador: Profª Conceição Maria da Cunha

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia - Faculdade de Educação

Trabalhar a Educação a Distância, é buscar de uma forma direta ou indireta reforçar a idéia de que educar vai muito além das paredes de uma sala de aula. Aprendemos com o outro, com o livro, com a nossa disposição, com a vida. Diante disso, a modalidade de Educação a Distância (EAD), apresenta-se como no Decreto n.º 2.494 de 10 de dezembro de 1998, que regulamenta o artigo 80 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional n.º 9394 de 20 de dezembro de 1996, como “...uma forma de ensino que possibilita a auto-aprendizagem, com a mediação de recursos didáticos sistematicamente organizados, apresentados em diferentes suportes de informação, utilizados isoladamente ou combinados, e veiculados pelos diversos meios de comunicação.” (art. 1º). Considerando esta realidade, buscamos desenvolver um trabalho que permitisse a nós fazer um levantamento sobre a realidade da EAD dentro da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Uberlândia, e como esta questão estava sendo vista pelos professores que trabalham em um curso de formação, que lidam diretamente com a educação e saber também quais eram suas perspectivas quanto ao desenvolvimento desta questão. Para tal, foi utilizada entrevista com os professores que tiveram contato com a EAD apriori, seja de forma prática ou teórica. O trabalho foi desenvolvido no período de agosto de 2001 a julho de 2002. Os resultados foram discutidos a luz do referencial teórico elaborado pela pesquisadora e apresentou alguns pontos interessantes, como: - pequeno número de professores que tiveram condições de ser inseridos no universo de pesquisa (apenas 11% do número total de professores da Faculdade de Educação); - uma constante de respostas que demonstraram desconhecimento quanto às questões levantadas (20%), número significativo, uma vez que ao escolher os professores, o pré-requisito era que tivessem tido contato com a EAD; - o desconhecimento da questão foi outro ponto detectado e de grande importância, uma vez que foi observado uma elaboração de teorias a partir do senso comum, o que leva a um crescente preconceito desta “temata” dentro da instituição; - necessidade da Faculdade de Educação tomar para si esta questão, por vários motivos, mas, talvez o principal seja por ser o local destinado a discussão sobre a educação dentro da Universidade Federal de Uberlândia, pois, se os pedagogos não assumirem uma posição, haverá quem assumirá, uma vez que a EAD é uma realidade, e que será, portanto desenvolvida por pessoas que realmente desconheçam a educação, fazendo uma educação com baixo nível de qualidade. A partir destes pontos, acreditamos que foi um trabalho que trouxe pontos positivos para a FACED da UFU, uma vez que permitiu que houvesse uma rediscussão desta questão dentro deste espaço e que certamente, no futuro, permitirá novos posicionamentos desta unidade acadêmica, frente a uma questão de tamanha importância.

Área do conhecimento: Ciências Humanas

palavras-chave: Educação a Distância, Tecnologia, Desconhecimento, Pedagogia, Modalidade

EDUCAÇÃO DOS SEM TERRA: REFLEXÕES E AÇÕES QUE (RE) DEFINEM O ESPAÇO EDUCATIVO FORMAL




Acadêmica: Aparecida Maria Fonseca

Orientadora: Profª Márcia Helena de Lima

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia - Faculdade de Educação


Este estudo teve como objetivo a compreensão da forma pela qual se orienta e se constrói historicamente a prática educativa das pessoas que moram em assentamentos de reforma agrária. Demandou uma reflexão acerca da compreensão de mundo dos sujeitos envolvidos, os quais têm experiências diferenciadas de outros sujeitos históricos, que podem ser percebidas no contexto escolar, avaliando e reelaborando a forma de construção do conhecimento. Realizamos uma pesquisa bibliográfica, tanto para compreensão do tema proposto, quanto para o desenvolvimento da pesquisa, para isso, foram utilizados periódicos de circulação municipal, regional e nacional. Posteriormente, aconteceu a análise documental, que privilegiou escritos produzidos pelo Coletivo Nacional de Educação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra. Fizemos entrevistas com pessoas envolvidas com as questões educacionais do Movimento, e também com professores que vivenciam didaticamente tais propostas. Constatamos que existem práticas de trabalho produtivo com as crianças, planejamento integrado de atividades por temas geradores, atividades de integração entre escola e assentamentos, como eventos culturais com símbolos e rituais ligados à mística do Movimento dos sem terra. Desde 1987, o Movimento instituiu um setor específico de Educação, para tratar assuntos ligados aos direitos educacionais dos sem terra. A atuação do setor educacional envolve um universo de 850 escolas em todo o país de 1a a 4a séries, 20 escolas de 5a a 8a séries; 35 mil crianças e adolescentes freqüentam as escolas de Assentamentos, mais ainda há um número grande de crianças fora da instituição escolar.

Áreas do conhecimento: Ciências Humanas

Palavras-chave: espaço escolar; educação rural; espaço educativo.

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