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ENSINAR PLANTANDO: UMA EXPERIÊNCIA DE TRANSVERSALIDADE E INTEGRAÇÃO


Acadêmicas: Simone M. Castellano (Bolsista do CNPq)

Juliana V. Fachinele

Orientadora: Profª Drª Marta Cassaro-Silva

Co-orientadora: Profª Drª Sonia Alves Calió

Instituição: Universidade de Uberaba – Cursos de Pedagogia e de Educação Física

Desde março de 2000, está sendo desenvolvido no Assentamento Nova Santo Inácio Ranchinho, Campo Florido, o Projeto Integrado de Pesquisa e Desenvolvimento. A metodologia utilizada foi a pesquisa- ação, na qual alunos, professores e pesquisadores agem em conjunto. Durante a atividade, a comunidade escolar (alunos e professores) escolheu quatro temas dos quais o plantio das mudas em torno da escola já foi iniciado. Nesta atividade, os subprojetos de Desenvolvimento Rural e de Educação Ambiental trabalharam em parceria, propiciando enriquecimento de seus resultados. Através desse tipo de oficina, é possível trazer a realidade do aluno para o currículo escolar, o que poderá causar a motivação dos professores para inserirem outras oficinas na sua prática educativa. Atividades como esta são sugeridas pelos PCNs, como temas transversais, ou seja, uma mesma atividade ou assunto pode ser usada em várias disciplinas sob diferentes enfoques, mostrando, na prática, como um assunto pode ser trabalhado transversalmente. Assim, a matemática poderá contar os dias que as sementes levaram para germinar, medir a altura das mudas, etc.; português poderá lançar mão de textos, desenhos, ditados sobre a experiência com o plantio, etc.; em ciências, há temas como a natureza, as características das plantas, como sobrevivem, fotossíntese, germinação etc.; estudos sociais podem abordar a relação do plantar com o ser humano, etc. Dividimos a atividade por séries, e cada turma da escola ficou incumbida de plantar (desde o preparo da terra, o enchimento dos saquinhos até colocar a semente) e cuidar das sementes plantadas. Formamos cinco grupos, do pré à 4ª série. Esperamos que esta atividade contribua para ensinar aos alunos como plantar determinada espécie e desenvolva neles a valorização da cultura rural, ou seja, o prazer de trabalhar com a terra. Além disso, é importante para que o indivíduo da zona rural perceba o valor do seu saber e a possibilidade de se sustentar através dele. No decorrer dessa oficina, verificamos interesse e participação de toda a comunidade escolar, visto que os alunos discutiram e opinaram sobre os passos do plantio. Isso se deve às diversas experiências que possuem no ambiente familiar. A maior parte das sementes germinou e seu desenvolvimento está sendo acompanhado periodicamente, até atingirem o estágio em que serão plantadas em volta do alambrado da escola. Esperamos que este plantio provoque nos professores idéias para solucionar outros problemas. A atividade mostrará aos professores, na prática, que a integração possibilita maiores êxitos. Além disso, contribui para a formação de cidadãos e os prepara para a valorização da terra, o que pode evitar o êxodo rural, comum em várias localidades.

Área de Conhecimento: Ciências Humanas

Palavras- chave: Ensino Fundamental, ecologia, Educação Ambiental, PCNs, oficinas, ensino rural


ESPAÇO ESCOLAR E ESPAÇO DE VIVÊNCIA: PARADIGMAS DA EDUCAÇÃO EM MOVIMENTOS DE REFORMA AGRÁRIA

Acadêmica: Aparecida Maria Fonseca (Bolsista)

Orientadora: Profª Maria Vieira Silva

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia – Curso de Pedagogia

Este trabalho se propõe a desenvolver reflexões acerca da constituição do currículo e a educação escolar dos trabalhadores rurais que lutam pela posse de terra, priorizando uma análise dos conteúdos trabalhados no ensino fundamental em assentamentos de reforma agrária, uma vez que o estudo das relações educacionais em espaço diferenciados é essencial para o entendimento da Educação escolar convencional. Na proposta educacional em questão valoriza-se a construção de um trabalho que não se restringe ao âmbito escolar, constitui-se uma perspectiva que não reforça unicamente os modos hegemônicos de aprender-ensinar marcados pela cultura branca, urbana e masculina. Na prática educacional do meio rural, os princípios não pode desconsiderar a questão da luta pela reforma agrária. As reflexões propostas aqui reforçam que o que constrói nas escolas dos assentamentos de reforma agrária é um trabalho pedagógico, no qual o conhecimento escolar constitui-se um exame à problematização da atividade produtiva da comunidade, tornando-a como objeto central de estudo. Os conhecimentos particulares são produzidos situadamente, tendo como objetivo principal fornecer elementos para a compreensão do setor produtivo. Assim, a compreensão desse processo possibilitará a consolidação da escola no assentamento e nos Movimentos sociais do campo, os quais contribuem para a concretização da proposta de Educação do Movimento de trabalhadores rurais redimensionando a proposta curricular das escolas das zonas urbanas. A metodologia adotada pauta-se na abordagem de pesquisa qualitativa. O procedimento metodológico escolhido foi o estudo de caso no assentamento Olhos D’ Água vinculado ao Movimento dos Sem Terra (MST). Para que se efetue a busca de reflexão sobre o currículo, será utilizado o método de observação das aulas durante o não escolar, análise do material didático usado nas aulas e entrevistas com professores e pais de alunos.
Área de conhecimento: Ciências Humanas

Palavras-chave: vivência, espaço escolar, reforma agrária



ESTRATÉGIAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE EDUCAÇÃO CONTINUADA: EM PAUTA OS CURSOS PARA EDUCADORES


Acadêmicas: Denise Bortoleto

Fabiana Azevedo Lima.

Orientadora: Profª Márcia Helena de. Lima


Instituição: Universidade Federal de Uberlândia - Faculdade de Educação

Essa pesquisa orientou-se na perspectiva de conhecer as práticas de ensino de professores da rede municipal de ensino fundamental de duas escolas do bairro Seringueiras na cidade de Uberlândia (M.G). A metodologia demandou estratégias de planejamento coletivo, propostas de trabalho didático– pedagógicas e organização de ações práticas, que pudessem contribuir para uma construção pedagógica mais significativa. Valorizamos o caráter multidisciplinar, lúdico e principalmente o contexto dos profissionais envolvidos, para se estabelecer estratégias de ensino-aprendizagem que priorizassem disciplinas do currículo escolar como partes importantes do espaço educativo. As atividades foram realizadas em duas escolas da rede municipal de ensino do bairro Seringueiras, em fevereiro de 2001, e contou com a participação de 14 alunos de cursos de graduação e 3 professoras da UFU. Organizamos um cronograma de acompanhamento dos alunos durante o recreio e um curso de extensão para os professores. No curso de extensão foi ministrada uma oficina com atividades didático-pedagógicas, que reforçaram aspectos da importância da formação continuada no processo educacional, acreditando ser importante rever estratégias de ensino e de aprendizagem mais prazerosas, onde possa se desenvolver a motricidadade, o lúdico e o criativo nas instituições escolares. Constatamos se que a prática do ensino ainda presente na maioria das instituições escolares é tradicional e não valoriza aspectos lúdicos e prazerosos, podendo-se perceber que são definidas metodologias de ensino lineares, desestimulantes e que inibem a criatividade, sendo necessário repensar a postura dos professores que trabalham com ensino fundamental e médio. Portanto, pode-se dizer que esse estudo contribuiu para a formação e capacitação dos professores das escolas envolvidas, e para que as pessoas inseridas nesse processo reavaliassem suas posturas e práticas, valorizando uma concepção do espaço educativo interdisciplinar. Esse trabalho não teve a intenção de oferecer receitas para professor, mas, propor reflexões acerca do espaço escolar, esclarecendo sobre formas de melhorar as aulas tornando-as mais lúdicas, criativas e prazerosas. Foi possível identificar algumas práticas isoladas de professores que tem modificado o dia a dia na escola. É preciso que se constituam espaços de educação continuada, tanto no interior da escola, quanto no exterior, para que os professores possam rever as estratégias de ensino-aprendizagem.

Área de conhecimento: Ciências Humanas

Palavras Chave: Educação Continuada; Espaço de Reflexão; Ensino- Aprendizagem.




LAZER EM UBERLÂNDIA: BAIRRO ALVORADA (estudo etnográfico)

Acadêmica: Ágatha Alexandre Santos

Orientador: Prof. Dr. Paulo Roberto Albieri Nery

Co-orientador: Prof. Dr. Cícero José Alves Soares Neto



Instituição: Universidade Federal de Uberlândia - Departamento de Ciências Sociais

No Brasil, assim como em vários outros países, o lazer representa uma parcela significativa dos setores de maior investimento econômico. A determinação de regras e condutas, vinculadas à exteriorização dos valores e costumes próprios do momento de lazer demonstra a necessidade científica de se investigar a valorização dada, hoje, a este fenômeno social. Em Uberlândia, pode-se notar a grande incidência de práticas de lazer nos bairros. Desta forma, a maioria das pessoas, especificamente as que moram em bairros periféricos ou subúrbios, acabam por encontrar formas “próprias” de organização e promoção do momento de lazer. Outra importante variável deste estudo está na observação das atividades de lazer na comunidade, desenvolvidas e praticadas pela população da Terceira Idade. Sendo assim delimitam-se como objetivos deste trabalho a caracterização do lazer no bairro em questão, no que diz respeito à inter-relação existente entre as práticas de lazer e os participantes dessa comunidade, e a constatação das formas de lazer em Uberlândia, no bairro Alvorada, expressadas nas atividades de sexta-feira à tarde, destinadas à população da Terceira Idade. A metodologia subdivide-se em três partes: os tipos de pesquisas, consistindo da pesquisa teórica, pesquisa documental, pesquisa de campo e pesquisa participante; o procedimento metodológico, que diz respeito ao aspecto necessariamente antropológico da pesquisa, com o estudo etnográfico que tem por finalidade poder perceber os detalhes das manifestações dos participantes das práticas de lazer do bairro Alvorada, e, o procedimento técnico, que se utiliza de instrumentos metodológicos importantes para a coleta de dados como o questionário, a entrevista semi-estruturada e o diário de campo – fazendo-se o uso de registro estático, registro em movimento e o registro da oralidade. Diante das observações já efetivadas, pôde-se perceber que existe uma peculiaridade no lazer da comunidade estudada: por não estarem baseadas nas formas de lazer que se pautam na chamada “indústria do lazer”, o lazer no bairro foge de determinadas características sofisticadas, prevalecendo modalidades simples e tradicionais, vinculado ao modo de vida e tradições dessa comunidade. As relações sociais da população da Terceira Idade – estendendo-se ao restante da população, devido às formas de parentesco estabelecidas no bairro – podem ter, ora ou outra, um pilar assentado no modelo sociológico da dádiva, haja vista o gesto socialmente espontâneo de estar em obrigação com o outro. As práticas de lazer estudadas não morrem ou não se esvaem pelo fato de todos, de forma não declarada, serem responsáveis pela manutenção do laço social comunitário que se estende ao momento de lazer. Percebendo-se, neste estudo, que o lazer comunitário – baseado em relações mais densas e significativas que as fundadas nas relações formais e individualizadas impostas pela sociedade – pode levar à constituição de relações que têm por base a reciprocidade, reconhece-se que o lazer no bairro bem como a inter-relação entre os participantes e as atividades de lazer são um novo viés analítico para se caracterizar a sociabilidade que se constitui nessas camadas populares.

Área de conhecimento: Ciências Humanas

Palavras- chave: lazer, reciprocidade, sociabilidade

LINGUAGENS MATEMÁTICAS: ACERTOS E ERROS

Acadêmica: Maria Emilia Santana Azevedo

Orientador: Prof. Dr. Ademir Donizeti Caldeira

Instituição: Universidade de Uberaba - Licenciatura em Matemática

Apoio: PAPE/UNIUBE
Há muito tempo, permeia entre os estudiosos da aprendizagem da matemática a busca dos motivos que levam a maioria dos alunos do Ensino Fundamental e Médio ao fracasso em Matemática. Dentre os motivos listados encontra-se um de fundamental importância, que é a questão da linguagem. Este fator está fundamentado em um sistema de signos e regras que passou a normatizar a produção do fazer matemático. Enquanto temos uma situação da realidade que pode ser traduzida numa linguagem comum, os modelos matemáticos para a compreensão desta realidade apresentam-se numa linguagem algébrica, muitas vezes não compreendida pelos estudantes. Assim, por muito tempo a evidência e o tratamento dedutivo eram a garantia da aprendizagem, no entanto, fatores psicológicos, culturais e sociais também apresentam uma significativa parcela para o rendimento em matemática. Dessa forma, é importante o resgate de uma linguagem natural do processo de aprender e ensinar. Partindo desse pressuposto, o trabalho vem analisar o significado que os alunos dão a algumas linguagens matemáticas envolvidas nos problemas, para solucioná-los e explicá-los, justificando as suas construções e ainda as dificuldades de interpretação, sendo estas muitas vezes, o empecilho da resolução dos problemas. Para tal analise, foram aplicados aos alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental da Escola Pingo de Mel de Uberaba (M.G.), alguns problemas de aritmética e, através da resolução dos mesmos, foram feitas as observações sobre as diferentes formas que eles encontraram para resolvê-los no que diz respeito à linguagem. A partir dos resultados obtidos com estes alunos foi possível diagnosticar a interferência da linguagem nos acertos e erros em problemas de matemática. Os dados me permitiram descobrir que alguns alunos não interpretam a linguagem presente nos problemas. Buscam atribuir significados a algumas palavras ou expressões e partindo dessa interpretação decidem o método de resolução, que nem sempre é o esperado. Percebe-se também, que apoiam na fala do professor, onde este, procurando facilitar através de uma interpretação mais simples, provoca um obstáculo, dificultando a compreensão do seu aluno.
Área de conhecimento: Ciências Humanas - Educação Matemática

Palavras-chave: educação matemática, linguagem, interpretação, resolução de problemas, erros, acertos.



LIVRO DIDÁTICO DE HISTÓRIA: SUPORTE PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA?
Acadêmica: Viviane Reis Braga (Bolsista)

Orientadora: Profª Selva Guimarães Fonseca

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia – Curso de Pedagogia

Trata-se da comunicação dos resultados alcançados em investigação no campo da História da Educação, especificamente, na área da História das Disciplinas Escolares. Nessa pesquisa, o olhar desenvolvido foi o levantamento documental e entrevistas orais temáticas e no exame dos livros didáticos que são utilizados nas escolas analisadas. A análise deteve-se sobre duas fontes principais, as obras didáticas e os depoimentos das supervisoras de 1ª a 4ª séries, a respeito dos livros didáticos de História. A pesquisa pretendeu constatar como se dá a utilização do livro didático de História nas escolas de Uberlândia nas séries iniciais do ensino fundamental, bem como é trabalhada a formação da cidadania nos alunos. A partir disso, o livro se torna um determinante curricular no processo de ensino e aprendizagem. Constatou-se, que muitas das vezes, a disciplina de História, não é trabalhada devidamente. A formação do professor não está, em muitos casos, de acordo com a realidade do aluno. Bem como os livros didáticos que deveriam ser apenas um meio para o professor, se torna um fim. E a escolha destes livros, não são feitas de forma correta. O professor não tem nem o conhecimento do livro no qual escolheu, fazendo com que o livro se torne um determinante curricular no processo de ensino e aprendizagem.

Área do conhecimento: Ciências Humanas

Palavras chave: cidadania, educação, livro didático.




O FAZER E O PENSAR NO COTIDIANO DA SALA DE AULA: INTEGRANDO INICIAÇÃO CIENTÍFICA À FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES DA UNIVERSIDADE DE UBERABA

Acadêmica: Márcia Maria Pedrosa (Bolsista do PIC)

Orientadora: Profª Drª Ana Maria Faccioli Camatgo

Co-oreintadores: Prof. Domingos Goulart de Faria

Profª Glaura Morais Paroneto

Profª Maria das Graças Cunha Campos

Profª Martha Mª Prata Linhares

Profª Ormezinda Maria Ribeiro

Profª Sueli Teresinha de Abreu Bernardes

Profª Suemi Hamada de Morais Silva

Instituição: Universidade de Uberaba – Instituto de Formação de Educadores

O Grupo de Apoio Pedagógico e Pesquisa é um segmento do Instituto de Formação de Educadores, da Universidade de Uberaba que presta apoio pedagógico aos docentes da instituição e investiga se as ações pedagógicas já desenvolvidas e outras em desenvolvimento contribuem para mudanças na prática docente, procurando identificar a natureza de tais mudanças. Pensando numa aprendizagem em diálogo com a formação continuada do professor e no estabelecimento de uma relação concreta com o trabalho de iniciação científica da Uniube, foi desenvolvido um trabalho, no qual foram registradas as memórias das falas, ações, expressões verbais de trabalhos dos professores e alunos/professores, partindo da questão da pesquisa: o apoio pedagógico oferecido através do Curso "O Fazer e o Pensar no Cotidiano da Sala de Aula" provoca que tipo de mudanças na prática pedagógica dos professores da graduação? Essas memórias foram registradas pela bolsista do PIC/UNIUBE e delas retiradas categorias que, em um processo simbólico de signos verbais e toda a sua representação semântica manifestaram as reflexões dos professores/alunos. Entendemos que seria necessária uma reflexão sobre a razão da ausência de paradigmas inovadores dentro da prática pedagógica nas disciplinas e a influência que os níveis de relacionamento interpessoal professor-aluno vêm exercendo sobre as opções metodológicas e a e a qualidade do rendimento desses últimos. Portanto, mais do que realizar um trabalho de apoio, o que se fez foi criar uma cultura pedagógica substituindo os aspectos técnicos privilegiados ao longo do tempo.


Área do conhecimento: Ciências Humanas

Palavras-chave: formação continuada; integração; reflexão.




PROMOÇÃO DA QUALIDADE NA EDUCAÇÃO INFATIL: UM PROGRAMA DE INTERVENÇÃO EM FORMAÇÃO DE EDUCADORAS

Acadêmica: Lívia Mara Menezes Lopes (Bolsista do PIC)

Orientadora: Profª Drª Eulália Henrique Maimoni

Instituição: Universidade de Uberaba - Curso de Pedagogia Especial.



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