Da universidade de uberaba



Baixar 1.03 Mb.
Página16/27
Encontro19.07.2016
Tamanho1.03 Mb.
1   ...   12   13   14   15   16   17   18   19   ...   27

Área do conhecimento: Ciências Sociais e Aplicadas


Palavras-chave: Serviço Social, empresa, reestruturação produtiva, espaço ocupacional.

A DINÂMICA DEMOGRÁFICA RECENTE DA MESSOREGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO/ ALTO DO PARANAÍBA-MG: UMA ANÁLISE PRELIMINAR DO CENSO DEMOGRÁFICO DE 2000
Acadêmico: Henrique César Saldanha Rocha (Bolsista do PIC)

Orientadora: Profª Drª Rosemeire Aparecida Scopinho

Instituição: Universidade de Uberaba
A mesoregião do Triângulo Mineiro e Alto do Paranaíba-MG possui 64 municípios subdivididos em 7 microregiões e é considerada um dos mais importantes pólos de desenvolvimento econômico estadual e nacional. O estudo é parte de um projeto integrado de pesquisa cujo objetivo é caracterizar a dinâmica sócio-econômica da mesoregião, a partir de dados de fontes primárias e secundárias. O objetivo deste estudo foi analisar a dinâmica demográfica recente da mesoregião a partir de um levantamento dos dados dos Censos Demográficos de 1996 e 2000 realizados pelo IBGE. Os dados foram organizados em tabelas, de forma comparativa entre os Censos de 1996 e 2000 e considerando-se as seguintes variáveis: (A) distribuição da população por sexo; (B) taxa de crescimento demográfico; (C) índice de densidade demográfica; (D) taxa de urbanização. A microregião que mais cresceu demograficamente foi a de Uberlândia (10,48%) e a microregião que menos cresceu demograficamente foi a de Ituiutaba (0,50%). O municípios que apresentaram maior taxa de crescimento demográfico foram: São Gotardo (18,76%); Iraí de Minas (18,65%) e Perdizes (14,91%). Outros municípios apresentaram expressivas taxas de crescimento negativo: Pedrinópolis (-54,89%); Tiros (-36,45%) e Santa Juliana (-27,49%). Na mesoregião predominam os pequenos municípios de até 30.000 habitantes, sendo que apenas 4 deles possuem mais de 100.000 habitantes, com destaque para Uberlândia que possui mais de 500.000 habitantes. O que marca a dinâmica populacional da mesoregião é a heterogeniendade com que as taxas de crescimento demográfico, urbanização e índice de densidade demográfica se apresentam nas diferentes microregiões e municípios, havendo grande disparidade entre elas. Acompanhando as tendências nacionais, no geral, o crescimento populacional não foi muito expressivo mas, muitos municípios diminuíram seu contingente populacional ao passo que outros o aumentaram substancialmente. As explicações para tal comportamento demográfico podem ser encontradas no estudo da relação entre o movimento migratório e a dinâmica econômica da mesoregião, o que deverá será feito no contexto do desenvolvimento do projeto integrado.
Área do conhecimento: Ciências Sociais e Aplicadas

Palavras-chave: Triângulo Mineiro/Alto do Paranaíba, Dinâmica demográfica, Crescimento populacional



A gravidez na adolescência como questão social e de administração pública

Acadêmico: Patrícia Martins Rocha (Bolsista)

Orientador: Profª Cláudia Maria Ribeiro Andrade

Co-orientador: Profª Rosana Vieira Ramos



Instituição: Universidade Federal de Lavras – Curso de Administração.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, a adolescência abrange, aproximadamente, o intervalo que vai dos 10 aos 20 anos. Atualmente, existe uma grande preocupação com a gravidez na adolescência. Estima-se que, no Brasil, 14% das mulheres com menos de 15 anos já tenham tido um filho. O presente estudo utilizou a metodologia quantitativa, por meio de análise documental nas Unidades Básicas de Saúde e na Vigilância Epidemiológica da cidade de Lavras, MG. A metodologia qualitativa consistiu na realização de entrevistas semi-estruturadas com profissionais da área de saúde e aplicação de quatro grupos focais, realizados com estudantes entre 16 e 19 anos de quatro escolas estaduais. Os grupos focais tiveram entre 7 e 10 participantes cada, masculinos e femininos, sendo dois grupos com adolescentes sem filhos e dois com adolescentes pais e mães ou em período de gestação. Entre as práticas existentes nas cinco UBS, ou postos de saúde, estão o pré-natal, com os mesmos procedimentos para mulheres adultas e adolescentes; a orientação sobre planejamento familiar, risco de aborto, etc. e os retornos mensais agendados com as adolescentes. Constatou-se nas UBS alta incidência de adolescentes grávidas entre 14 e 19 anos e incidência de multiparidade entre adolescentes; elas vão ao posto geralmente sozinhas, com menor freqüência acompanhadas pelas mães e raramente pelos parceiros. Nove meses após o Carnaval, há grande acréscimo dos casos. Segundo entrevistas realizadas com profissionais da área de saúde, as práticas inexistentes no Sistema Público de Saúde de Lavras e que agravam a questão da gravidez precoce e indesejada são a inexistência de uma política pública municipal de saúde voltada para o adolescente; a dificuldade em marcar consultas (para tentar uma ficha, as pessoas chegam às UBS de madrugada); a falta de divulgação efetiva de informação; as dificuldades em suporte laboratorial e a falta de: uma estrutura multidisciplinar; foco na prevenção; interação entre a escola e a UBS; um local de referência para os adolescentes, além da participação ainda incipiente dos adolescentes na elaboração de políticas públicas para essa faixa etária. Os resultados dos grupos focais apontam para diferentes representações sociais por parte dos adolescentes que têm filhos e aqueles que não têm. Entre os adolescentes sem filhos, observou-se que existe o conhecimento da necessidade de utilização dos métodos anticoncepcionais e de prevenção de DSTs, mas os índices de gravidez precoce apontam para a não efetivação dessa prevenção. Embora a prevenção da gravidez não seja abordada com a devida importância pelos grupos de adolescentes sem filhos, eles consideraram que a gravidez na adolescência seria um problema sério em suas vidas, tanto no âmbito escolar e familiar, como nos demais grupos sociais dos quais fazem parte. Entre os adolescentes com filhos, a ruptura com o modo de vida vigente é notável, principalmente entre as garotas, que ainda tomam sobre si a maior parte das responsabilidades. Elas enfrentam o preconceito da sociedade, a violência (algumas vezes explícita e outras velada) dentro da própria família e as cargas de trabalho, estudo e maternidade, pois os filhos ficam com elas na maioria das vezes, e não com os garotos. A presença de um adulto para cuidar do bebê durante os horários de trabalho e estudo é fundamental para que as garotas não abandonem a escola. Em relação aos garotos, há menor interferência em seus estilos de vida e abandonam a escola com uma freqüência menor que as adolescentes.
Área do conhecimento: Ciências Sociais e Aplicadas.

Palavras-chave: gravidez; adolescência; continuidade dos estudos; administração pública.



ANÁLISE DE UM ORÇAMENTO PARTICIPATIVO MUNICIPAL HIPOTÉTICO NA PERSPECTIVA DA TEORIA DOS JOGOS

Acadêmico: Kelly Cristina Abreu Strotbek

Orientador: Prof. Dr. José dos Reis Vieira de Moura Júnior

Instituição: Centro Universitário do Triângulo - UNIT


Apesar da palavra jogos ser amplamente utilizada no senso comum para significar diversões de mesa e ou esportes, sua compreensão é um pouco mais ampla. Ela também foi aplicada por John von Neumann e Morgenstern em 1944, criando um novo campo da matemática denominado Teoria dos Jogos. De acordo com eles, os jogos passariam a ser situações de conflito nos quais os indivíduos buscariam vantagens quanto à qual opção tomar perante uma série de opções. Seus estudos influenciaram um grande número de matemáticos, posteriormente economistas, que utilizaram as suas teorias auxiliando no desenvolvimento desta como o caso mais famoso de John Nash e suas contribuições à economia moderna. A Teoria dos Jogos está sendo cada vez mais utilizada em situações de confronto como guerra, eleições, negociações referente à salários, operação de uma economia de mercado, surgindo aplicações também na área de ciências sociais. Nesse sentido o presente estudo buscou verificar a aplicação da Teoria dos Jogos nas ciências sociais, em específico no Orçamento Participativo, uma vez que este tem sido o principal instrumento de democratização da gestão municipal, já que conta com a participação direta da população na definição de prioridades para os investimentos públicos. Para a obtenção dos resultados, a metodologia utilizada foi a coleta de dados secundários por meio de pesquisa bibliográfica e documental. Constatou-se através dos dados coletados, que em se tratando de aplicações em situações pouco complexas do Orçamento Participativo e considerando que as propostas de decisões são hipotéticas, a Teoria dos Jogos propiciou estratégias que maximizaram as vantagens para as partes em conflitos.
Área de conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas

Palavras-chave: teoria dos jogos, orçamento participativo, situações de confronto



1   ...   12   13   14   15   16   17   18   19   ...   27


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal