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As alterações nutricionais são importantes fatores de risco de morbimortalidade em crianças menores de cinco anos, sobretudo para aquelas que vivem em regiões de pobreza. Esse trabalho busca avaliar o estado nutricional e a prevalência de anemia entre crianças menores de cinco anos atendidas na Unidade Básica de Saúde (UBS) George Chirée Jardim. As crianças menores de cinco anos foram selecionadas a partir da demanda espontânea para as consultas de Pediatria da UBS, durante o período de março de 2002 à maio de 2002. O estado nutricional foi avaliado através dos indicadores antropométricos Peso/idade (P/I), Peso/altura (P/A) e Altura/idade (A/I), e a presença de anemia foi avaliado pela dosagem de hemoglobina por punção venosa. Confirmou-se como anêmicas, crianças cujos valores de hemoglobina foram inferior a 11g/dl. Das crianças avaliadas (N=59), 49,0 % eram meninos e 50,9% meninas. O déficit nutricional para os três indicadores antropométricos, entre os meninos, foi de 13,7%. Entre as meninas, o déficit observado foi de 3,3%, 6,6% e 6,6%, respectivamente. O sobrepeso, avaliado pelo indicador P/A, foi de 13,7% entre os meninos e de 13,3% entre as meninas. Apenas 35,5% das crianças participantes do estudo, haviam realizado o exame para a dosagem de hemoglobina. Destas, 14,2% apresentavam-se anêmicas. Conclui-se que atividades educativas deverão ser praticadas na UBS, com o objetivo de sensibilizar as mães sobre a importância da realização de exames bioquímicos para o diagnóstico e tratamento de deficiências nutricionais, como é o caso da anemia.


Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Estado nutricional , antropometria, anemia

ESTUDO COMPARATIVO DE DIFERENTES TIPOS DE ALONGAMENTO MUSCULAR A PARTIR DA VERIFICAÇÃO DO GANHO DE FLEXIBILIDADE ARTICULAR

Acadêmicas: Karla Jamil Chebel

Daniele Felice Galuppo

Orientador: Prof. Ms. Dernival Bertoncello

Co-orientadores: Cristina dos Santos C. de Sá

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Fisioterapia


Sabe-se que o alongamento envolve dois componentes básicos: as propriedades elástica e plástica do músculo. Pouco se tem estudado sobre os efeitos dos exercícios de alongamento realizados de outra forma, que não o auto-alongamento. Assim sendo, o objetivo deste trabalho foi verificar os possíveis ganhos na amplitude de movimento após realização de exercícios de alongamento também de forma passiva e o chamado movimento mantém-relaxa. Participaram da pesquisa 20 voluntárias, estudantes universitárias, com altura média de 1,64 m e massa corporal média de 59 kg. O trabalho foi realizado nas dependências da Universidade de Uberaba. Inicialmente as voluntárias foram avaliadas quanto à postura e, no início e fim de cada protocolo de treinamento, elas realizaram os testes: medidas de alcance (em cm) verificadas em uma caixa com régua milimetrada, com a voluntária sentada e os pés apoiados na caixa, para avaliar o grau de retração da cadeia muscular posterior; com o uso de um goniômetro, verificou-se a amplitude de movimento para flexão de quadril com os joelhos estendidos (membros inferiores direito e esquerdo, mid e mie respectivamente), agora com a voluntária em decúbito dorsal. As estudantes foram divididas em dois grupos com 10 sujeitos cada e realizaram exercícios de alongamento ou de forma passiva (P) ou mantém-relaxa (MR). Foram 10 sessões de alongamento durante 5 semanas (duas vezes por semana). Cada posição do exercício de alongamento era mantida durante 30 segundos e repetidas 5 vezes em cada sessão. Os resultados obtidos foram analisados estatisticamente considerando MédiaDP através do teste não paramétrico de Mann Whitney, utilizando como referência p  0,05. Não houve diferenças estatisticamente significativas para qualquer dos parâmetros analisados, quando comparados os grupos de Alongamento Mantém-relaxa e Alongamento Passivo, em relação à estatura e massa corporal. Para os dois grupos houve um ganho de amplitude articular estatisticamente significativo, quando comparadas as medidas antes e depois do treinamento (p<0,05). Houve também um aumento estatisticamente significativo quando se verificaram as medidas de alcance na caixa antes e depois das sessões de alongamento (p<0,05), no mesmo grupo. Quando os grupos são comparados entre si, no que se refere ao ganho de amplitude articular, seja nas medidas de goniometria (MRmid=15,88,98 e Pmid=1711,90; MRmie=16,39,50 e Pmie=18,112,90) ou da caixa (MR=11,964,42cm e P=13,376,92cm), não se verificaram diferenças estatisticamente significativas. Os resultados obtidos indicam os efeitos dos exercícios de alongamento muscular de modo Mantém-relaxa e Passivo como benéficos para ganho de amplitude articular, semelhantemente ao que ocorre após exercícios de auto-alongamento. O fato de não haver diferenças significativas entre os grupos Mantém-relaxa e Passivo indica que a atuação do fuso muscular pode dar-se da mesma forma para os diferentes tipos de alongamento. O número de sessões de alongamento (dez) é suficiente para provocar modificações na amplitude de movimento articular devido ao possível aumento do comprimento do músculo. Outras análises seriam necessárias para comprovar estas modificações na fibra muscular.

Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: alongamento, retração, músculo, amplitude articular


ESTUDO HISTOLÓGICO, HISTOMÉTRICO E BIOQUÍMICO DA GLÂNDULA SUBLINGUAL DE RATOS INFECTADOS PELO Trypanosoma cruzi.

Acadêmica: Isabela Cecilio Sahium (Bolsista do PIC),

Orientador: Prof. Dr. José Bento Alves

Co-orientador: Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior (colaboradores)

Colaboradoras: Bruna Thomé Rassi

Juliana Curado Pinheiro

Janine Dias Alves*

Instituição: Universidade de Uberaba - Curso de Medicina / *Faculdade de Medicina de Alfenas

A Doença de Chagas, causada pelo parasita Trypanosoma cruzi, é uma das mais freqüentes e perigosas doenças da América do Sul, afeta vários órgãos, principalmente aqueles que compõem o sistema cardiovascular e digestório, incluindo as glândulas salivares. Comprometimento das glândulas parótidas e submandibulares na infeção chagásica experimental tem sido reportado em ratos. Constatou-se alterações morfológicas e bioquímicas na submandibular, enquanto na glândula parótida, só foram estudadas as alterações morfológicas. A proposta desta investigação é avaliar as alterações estruturais e bioquímicas na glândula sublingual durante a infeção pelo T. cruzi. Foram utilizados ratos Holtzman inoculados intraperitonialmente com 0,15 ml de sangue de camundongos contendo cerca de 300.00 Trypomantigotas da cepa Y de Trypanosoma cruzi. Animais com 18 e 32 dias de inoculação foram sacrificados juntamente com animais controle da mesma idade. Nos procedimentos histológicos as glândulas sublinguais foram fixadas em paraformaldeido 4% por 12 horas. Após o período de fixação as glândulas foram processadas rotineiramente para inclusão em parafina. Cortes seriados de 6m de espessura foram corados com Hematoxilina e Eosina (H.E.), analisadas e fotografadas. Para estudo histometrico, laminas coradas com H.E. foram avaliadas em microscópio acoplado ao microcomputador, contendo placa de captura e sistema de analise de imagens. Foram analisados, os aspectos estruturais dos ácinos e ductos, e medidos os diâmetros dos ácinos, ductos e alturas das células. Para análise bioquímica as glândulas foram removidas e imediatamente separadas da cápsula de tecido conjuntivo e pesadas. A seguir preparou-se um extrato a 5% p/v em um meio de homogenizaçao. O homogeneizado foi filtrado e centrifugado a 165g (1180 RPM) por 5 minutos. O “pellet” obtido foi armazenado e o sobrenadante submetido os procedimentos bioquímicos. A dosagem de proteínas totais no sobrenadante, pelo método de Lowry, modificado (Hartree 1972), usando-se albumina de soro bovino cristalizado com padrão. Com o objetivo de determinar a quantidade de amostra a ser aplicada nos ensaios bioquímicos. Após a dosagem, foi feita a preparação para eletroforese em gel de poliacrilamida. Nossos resultados revelaram discretas modificações no padrão histológica, sem comprometer contudo a composição química da glândula. Acreditamos que o padrão de inervação adrenérgica da glândula e/ou a baixa densidade de receptores adrenergicos possam ser responsáveis pela ausência de modificações nos mecanismos secretores ou que as alterações estão abaixo dos limites de detecção dos métodos utilizados.

Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: glândula sublingual, ratos, T. Cruzzi, Doença de Chagas

ESTUDO MICROBIOLÓGICO DA AÇÃO ANTIBACTERIANA DE GENTAMICINA E ÁCIDO NALIDÍXICO EM UROCULTURAS DO HOSPITAL ESCOLA DA FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO

Acadêmicos: Richard Átila de Sousa

Cesar Augusto de Morais

Paulo Roberto Silva

Priscila Silva

Gisele Agreli Melo

Orientadora: Profª Ana Paula Sarreta Terra

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Biomedicina


O objetivo deste trabalho foi estudar a ação antibacteriana e ácido nalidíxico em uroculturas do HE da FMTM. Avaliou-se seus padrões de resistência, relacionando-os à origem ambulatorial ou hospitalar das amostras de urina. Estudou-se 9464 uroculturas positivas no laboratório de Microbiologia do HE da FMTM entre 1986 e 1995. As colônias de E. Coli, P. mirabilis, P. vulgaris, Klebsiella sp, S. saprophyticus, S. aureus e Pseudomonas sp foram semeadas em ágar Muller-Hinton com discos de gentamicina (10mcg) e ácido nalidíxico (30mcg); e incubadas a 37°C por 24 horas. Em dez anos de análise observou-se que ambas as drogas tiveram índice de eficácia de 81%. O maior índice de eficácia do ácido nalidíxico foi em 1991 para E. coli (95%) e o menor em 1994 para P. mirabilis (58%). O maior índice de eficácia da gentamicina foi em 1995 para P. mirabilis (98%) e o menor em 1987 para Klebsiella sp (47%). 9% das amostras eram provenientes do hospital. Destas, 81% foram sensíveis ao ácido nalidíxico e 68,5% à gentamicina. 91% das amostras eram de origem ambulatorial, sendo nelas desprezível o índice de resistência a tais drogas. No período analisado, o ácido nalidíxico e a gentamicina mostraram eficaz ação antibacteriana contra E. coli, P. mirabilis, P. vulgaris, Klebsiella sp, S. saprophyticus, S. aureus e pseudomonas sp. Portanto, são boas opções terapêuticas em casos de infecções urinárias; devendo-se avaliar o “custo x benefício” em seu uso, devido aos efeitos colaterais.

Área do conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Resistência, Urocultura, Antibióticos



ESTUDO PRELIMINAR DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS DO MÚSCULO GASTROCNÊMIO IMOBILIZADO E REABILITADO COM ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NEUROMUSCULAR.

Acadêmicos: Leonardo César Carvalho

Gustavo Silva Abrahão

Fabrício Borges Oliveira

Orientador: Prof. Dr. Antônio Carlos Shimano

Instituição: Universidade de Uberaba - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP – Bioengenharia

Atualmente é de nosso conhecimento a evolução da fisioterapia. principalmente no que diz respeito a estudos científicos aplicados. Novas técnicas têm surgido propiciando a fundamentação de uma base sólida na busca insistente da eficácia nos tratamentos. A imobilização é utilizada para o tratamento de várias disfunções sejam elas ósseas, ligamentares ou musculares. a estimulação elétrica tem sido utilizada por décadas para se tratar várias disfunções músculoesqueléticas e neuromusculares. Ainda hoje é uma das principais formas de se reabilitar um músculo pós-imobilização, pois como é demonstrado na literatura atual proporciona um aumento significante de força e trofismo. Assim o objetivo deste estudo foi de avaliar as propriedades mecânicas do músculo gastrocnêmio de ratas submetido à imobilização gessada e posteriormente reabilitado, com estimulação elétrica neuromuscular (eenm), através de ensaios mecânicos de tração. no estudo em questão utilizadas 4 ratas adultas – jovens, com peso médio inicial (205 ± 25,49) g, e peso médio final de (191,25 ± 15,47) g. Os resultados encontrados nos ensaios mecânicos de tração longitudinal foram: o animal controle apresentou carga no limite máximo (clmáx) de 31,16 n, deformação no limite máximo (dlmáx) de 10,87 mm, carga no limite de proporcionalidade (clprop) de 28,16 n, deformação no limite de proporcionalidade (dlprop) de 7,72 mm, rigidez (r) i de 3,64 x 10 3 n/m e resiliência (e`) foi de 108,77 x 10 -3 j. O animal imobilizado apresentou clmáx de 23,48 n, dlmáx de 12,86 mm, clprop de 22,65 n, dlprop de 11,90 mm, r de 1,90 x 10 3 n/m e e` de 134,76 x 10 -3j. o animal imobilizado e tratado com eenm apresentou os seguintes valores: clmáx de 31,83 n, dlmáx de 8,73 mm, clprop de 26,93 n, dlprop de 6,54 mm, r de 4,11 x 10 3 n/m e e` de 88,15 x 10 -3 j. Assim, podemos observar que as propriedades mecânicas do animal submetido a EENM obtiveram valor superior de rigidez, além de suportar uma maior carga verificada pela clmáx. Concluindo, a estimulação elétrica neuromuscular favoreceu neste estudo uma melhor aceitação de carga pela fibra muscular em relação aos outros grupos de análise.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-Chave: Estimulação Elétrica Neuromuscular, Imobilização, Músculo, Ratas, Propriedades Mecânicas.

EXPRESSÃO DE P 53, RECEPTOR DE ESTRÓGENO E RECEPTOR DE PROGESTERONA NO CANCER DE MAMA

Acadêmicos: Valéria de Freitas Dutra (Bolsista)

Taciano Neiva Mesquita (Bolsista)

Co-orientador: Wandir Mauro Angotti Carrara

Orientador: Prof. Marco Aurelho Lima

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro – Curso de Medicina

Mais de 100 fatores prognósticos no câncer de mama são relatados na literatura, sendo que nove deles podem ser usados rotineiramente. Destes, discutiremos a importância da proteína p 53, do receptor de estrógeno (ER) e do receptor de progesterona (PR), estudando, através do método imunohistoquímico, a freqüência em que ocorrem. O objetivo do trabalho foi estabelecer a freqüência da expressão da p 53, RE e PR em pacientes com carcinoma de mama. Através de estudo retrospectivo, foram consultados os protocolos de imunohistoquímica e anatomopatológico de biópsias de tecido de mama de pacientes da Associação de Combate ao Câncer do Brasil Central nos anos de 1999 a 2001. Foram avaliados: idade do paciente, espécime ressecado ao laboratório, diagnóstico histopatológico e resultados do método imunohistoquímico. De 89 biópsias, 98,98% (n=88) eram de pacientes do sexo feminino e 1,12% (n=1) do sexo masculino. A idade mediana foi de 54 anos (mínima de 31 anos; máxima de 82 anos). Do total de biópsias, 73 possuíam dados sobre o material analisado, sendo que destas, 46,58% (34) eram provenientes de mastectomias, 41,10% (30) de biópsias incisionais ou aspirativas, 8,22% (6) de quadrantectomias, 2,73% (2) de revisões de casos e 1,37% (1) de mamoplastia. O tipo histológico predominante foi o carcinoma ductal invasivo que ocorreu em 81,58%, sendo que destes 2 tumores estavam associados à Doença de Paget. O carcinoma ductal in situ teve 7,89% de freqüência, sendo seguido pelo carcinoma lobular invasivo (3,95%) e carcinoma mucinoso (3,95%). Houve 1 (1,32%) carcinoma ductal com diferenciação apócrina e 1 tumor misto ( com características ductal, lobular e papilar). Com relação aos marcadores biológicos 26,97% (24) foram positivos para p 53, enquanto 73,03% (65) foram negativos. O RE foi positivo em 67,42% (60) e negativo em 32,58% (29). O PR foi positivo em 61,8% (55) e negativo em 38,2% (34). Cinco pacientes (5,62%) possuíam receptor de estrógeno positivo com receptor de progesterona negativo, 28 (31,46%) possuíam ambos receptores negativos e 56 (62,92%) possuíam ambos receptores positivos. A p53 é uma proteína que só é expressa quando há mutação do gene p 53, o que a torna identificável pela imunohistoquímica, ou seja, sua presença indica mau prognóstico. O receptor de estrógenos tem sido utilizado há 20 anos e dados da literatura mostram que de 60 a 70 % dos tumores têm essa expressão, o que está em concordância com nosso trabalho, uma vez que houve 67,42% de positividade.O RP é importante principalmente quando se usam os resultados combinados. Cerca de 5% dos tumores têm ER-PR+, mas não tivemos nenhum caso em nosso estudo, predominando ER+RP+ que é o tumor que teoricamente melhor responde à terapia hormonal. Com relação ao tipo histológico espera-se que cerca de 90% sejam do tipo ductal, encontrou-se 90,79%.

Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras chave: câncer de mama, receptor de estrógeno, p 53, receptor de progesterona

FAMÍLIA SAUDÁVEL E CIDADANIA

Acadêmica: Carla Maria de Sousa e Oliveira (Bolsista do PIC)

Orientadora: Profª Drª Iranilde José Messias Mendes

Co-orientadora: Profª. Dr.ª Thais Wense de Mendonça Cruz.

Instituição: Universidade de Uberaba - Curso de Enfermagem

Este trabalho objetivou estudar a dinâmica social e as condições de vida dos moradores do Assentamento Nova Santo Inácio Ranchinho , Campo Florido M.G, tendo em vista a realização de trabalho conjunto com os assentados, a fim de despertar neles a iniciativa e o poder pessoal e consequentemente a autoestima e autoconfiança. Fundamentado-se no postulado pela carta de Ottawa (OMS,1986). Inicialmente foi aplicado um formulário à 42 famílias em domicilio. Utilizando-se uma abordagem quanti-qualitativa, foram discutidas e delineadas possíveis ações educativas que promovessem a descoberta das possibilidades individuais e coletivas de atuar na realidade. Constatou-se que não existe, por parte da maioria das pessoas envolvidas, uma ação consciente do sentido de prevenir doenças e promover qualidade devida. A análise dos depoimentos e dos dados sugere que, em geral, as pessoas estão à mercê dos sistemas públicos de saúda; o que contribui para reforço e a reprodução de um processo de retroalimentação de carência e da dependência das pessoas ao sistema, minando sua autonomia e sua condição de cidadãos. Conclui-se que a mudança efetiva de consciência, é ainda incipiente quanto aos fatores mais gerais, que englobam a saúde em seu caráter mais amplo. Entretanto, percebeu-se abertura interna e sensibilidade para algumas mudanças na forma de pensar. A continuidade desse processo, incluindo as ações no âmbito curativo, poderia influir na mudança dos dinamismo da população quanto ao autocuidado e ao poder pessoal.

Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Promoção de Saúde; Educação em Saúde, Autoestima; Autonomia.



FATORES SÓCIO-ECONÔMICOS E DE CONDUÇÃO MÉDICA LEVANDO À ALTA TAXA DE CESARIANA

Acadêmico: Daniel Capucci Fabri

Orientadores: Prof. Renato Humberto Fabri

Prof. Eddie Fernando Cândido Murta

Instituição: Universidade de Uberaba - Curso de Medicina / Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Em vários países, os índices de cesarianas têm se elevado nas últimas décadas. Nos países desenvolvidos como na Dinamarca, a incidência elevou-se de 4,1% em 1976 para 13% em 1989, na Áustria, de 1996-98, o índice aumentou de 13,08% para 14,5%. O aumento das taxas de cesarianas tem sido verificado também em outros países orientais. O Brasil possui uma das maiores taxas de cesarianas do mundo. Estudos realizados em hospitais da rede pública encontraram variações de 14,6% a 33,3% entre as décadas de 70 e 80. Em Uberaba, no período de 1992-93, a taxa de cesariana foi 53,2%. Este trabalho tem por objetivo analisar as condições sócio-econômicas das parturientes e relacionar com os índices de cesariana. Estudo retrospectivo em que a coleta de dados foi realizada em um Hospital Universitário e em dois hospitais da rede privada em Uberaba-MG de janeiro a dezembro de 1996. Analisou-se a idade materna, escolaridade, assistência médica, indicações de cesariana e peso do recém-nascido. Os dados após a coleta foram codificados e analisados. Estudou-se 1.897 prontuários, sendo que 1.295 (68,2%) de um Hospital Universitário (HU) com atendimento público, 508 (26,8%) de um Hospital Privado (HA) com atendimento misto (público e privado) e 94 (4,9%) de um hospital que atende só pacientes particulares (HB). As taxas de cesarianas foram no HU de 23,9%, 43,5% no HA e 9,4% no HB. A maior taxa de partos ocorreu no grupo etário entre 20 e 30 anos de idade (31,3%), sendo o HU com o maior número de partos entre as adolescentes (19%). A escolaridade das puérperas é mais elevada nos hospitais privados. No HU, o número de cesarianas foi maior entre os recém-nascidos com peso maior ou igual a 4,000g (45,6%) e entre as crianças com baixo peso (29,9%). As taxas de cesarianas em hospitais da rede privada são elevadas. O aumento da taxa de cesariana não está relacionado a idade materna, peso do recém-nascido e paridade, no entanto, relaciona-se com a alta escolaridade e o tipo de assistência médica.


Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Fatores sócio-econômicos, alta taxa de cesariana




INGESTÃO ALIMENTAR E ADEQUAÇÃO DIETÉTICA DE ESTUDANTES DO CURSO DE NUTRIÇÃO DA UNIVERSIDADE DE UBERABA
Acadêmico: Henrique do Nascimento Neto

Juliane Leite Praça

Cinara da Silva Carvalho

Orientadora: Profª Ms. Valéria Siqueira Roque

Co-orientador: Prof. Ms. Luís Cláudio Benevenuto

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Nutrição

A alimentação está envolta nos mais diversos significados desde o âmbito social e cultural até as experiências pessoais. Avaliações da ingestão alimentar têm demonstrado com freqüência a inadequação dos hábitos alimentares e do grau de conhecimento sobre nutrição em populações de baixa renda dentre os fatores determinantes do estado nutricional. Entretanto, a má nutrição não é um problema que atinge, somente, a classe social menos favorecida, a carência de nutrientes pode-se manifestar independente das condições sócio-econômicas. Este trabalho teve o objetivo de analisar a ingestão alimentar de estudantes do curso de nutrição e verificar a adequação de sua dieta. A amostra foi composta por 40 alunas, do quarto período do Curso Nutrição da Universidade de Uberaba, com idade entre 18 e 41 anos. A ingestão alimentar foi avaliada, através do registro de consumo diário de alimentos, e comparada com as recomendações de energia e nutrientes da FAO e RDA, respectivamente. Calculou-se o índice de massa corporal (IMC) a partir do peso e altura dos alunos voluntários. Dos alunos avaliados, verificamos que 7,5% encontram-se abaixo do IMC de 18,5 Kg/m2 e 15% acima do IMC de 25 Kg/m2. Somente 17,5% ingeriram o valor calórico recomendado, enquanto 72,5% ingeriram valores abaixo das recomendações. Destes 47,5% ingeriam valores abaixo ou próximo da taxa metabólica basal (TMB). Em relação aos macronutrientes, 32,5% ingeriram uma dieta hipoglicídica, 65% hiperproteíca e 42,5% hipolipídica. Em relação a ingestão de vit A e C, 35% e 55% dos alunos, respectivamente, atingiram as recomendações, enquanto somente 7,5% alcançaram as recomendações de Ca e 15% de Fe. Observou-se, ainda, que 80% da população estudada realizava 4 ou mais refeições por dia e que 67,5% trocavam o jantar por lanches. A ingestão calórica deficiente está relacionada, principalmente, às alunas com baixo peso corporal e sobrepeso; A baixa ingestão de calorias, juntamente com a troca de jantar por lanches levou à inadequação da ingestão dos macro e micronutrientes; O elevado número de refeições consumidas não assegurou uma boa nutrição; Apesar do conhecimento sobre nutrição, na prática, a aplicação deste saber não foi observada.
Área de conhecimento: Ciências da saúde

Palavras-chave: ingestão alimentar, adequação, estudantes de nutrição



LEVANTAMENTO DE Listeria monocytogenes EM LEITE COMERCIALIZADO NA CIDADE DE UBERABA/MG

Acadêmico: Carlos Eduardo Mendes D’Angelis (Aluno do PIC)

Orientador: Profª Drª Ana Claudia Chesca

Co-orientador: Profª Mônica H. Okura

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Biomedicina

O L. monocytogenes é um bastonete Gram-positivo não esporogênico, parasita intracelular facultativo que está envolvido em vários processos patogênicos. Há relatos da presença deste microrganismo em freqüências variáveis em todos os tipos de alimentos, incluindo lácteos. O isolamento de L. monocytogenes em alimentos processados do tipo “pronto para o consumo” fez com que sobre esta bactéria, concentrem-se hoje a atenção de industrias alimentícias, autoridade de Saúde Pública e de pesquisadores em vários países. Os produtos lácteos são destaque dentre os alimentos, uma vez que têm promovido listeriose mais habitualmente. Tendo em vista a importância deste microrganismo, este trabalho teve como objetivo detectar a ocorrência de L. monocytogenes nas diferentes marcas de leite tipo UHT e tipo C, comercializados na cidade de Uberaba/MG. Foram analisadas 10 marcas diferentes de leite, sendo 7 marcas do tipo UHT e 3 do tipo C. As análises foram realizadas de acordo com a metodologia descrita por VANDERZANT & SPLITSTOESSER e SILVA et. al. (2001). Os resultados obtidos mostram que 100% das marcas de leite tipo UHT analisadas, não apresentam crescimento de L. monocytogenes, porém 18,75% das amostras apresentam crescimento de diferentes microrganismos como: Micrococcus, Staphylococcus coagulase negativa e Staphylococcus saprophyticus. Do total de amostras de leite pasteurizado tipo C, 100% encontram-se com a presença de diferentes microrganismos: Staphylococcus saprophyticus, Staphylococcus coagulase negativa, Enterobacter cloacae, Salmonella, Klebsiella pneumoniae e Staphylococcus aureus coagulase positiva. Não foi detectada a presença de L. monocytogenes nas amostras de leite tipo C. Os resultados permitem concluir que as diferentes marcas de leite tipo UHT e leite pasteurizado tipo C, não apresentam L. monocytogenes, porém evidenciam a presença de microrganismos indesejáveis à Saúde Pública, o que coloca em risco a saúde do consumidor.

Área do conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: microbiologia, produtos lácteos, qualidade




MÉDIA COMPARATIVA DE LEUCÓCITOS NO DECORRER DA IDADE

Acadêmico: Gustavo Henrique de Oliveira

Orientador: Prof. Renato Muniz Carvalho Barreto

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro – Ciências Biológicas - Modalidade Médica


As diferenças de leucócitos, em termos numéricos, mostra-se presente no decorrer da idade. A análise comparativa destas células em pacientes permitiu criar um padrão quantitativo das mesmas variando com a idade. A meta deste trabalho foi obter dados que possam permitir a comparação numérica dos leucócitos entre pacientes de instituições de saúde públicas e particulares bem como a diferenciação dos resultados obtidos tendo como base os valores de referência propostos como sendo o padrão. A análise referente a este trabalho foi feita em 300 pacientes tanto de instituições públicas quanto particulares de forma aleatória, ou seja, os indivíduos em questão tanto podem estar internados em estado de observação ou não. Além disso, a idade foi dividida em intervalos: recém nascido a 1 ano, de 1 a 7 anos e adulto. Fundamentando-se nos hemogramas realizados nos laboratórios privados Dr. Jorge Furtado e Lamel, e no laboratório público do Hospital Escola promoveu-se a média de leucócitos assim como a de seus tipos diferenciais do sangue periférico (eosinófilo, neutrófilo, linfócito, monócito e basófilo). Das médias foram criados gráficos e ao analisá-los pôde-se perceber que não ocorreram diferenças significativas entre os valores padrão e aqueles obtidos das instituições laboratoriais. Além disso, não houve diferenças apreciáveis na análise quantitativa entre as instituições pública e privada em questão. Vale ressaltar que haviam indivíduos com grandes alterações bem como sem alterações relevantes. Portanto, em média, a contagem de leucócitos e suas células diferencias não está fora dos valores de referência, o que significa que com relação aos glóbulos brancos do sangue periférico os pacientes, em média, não possuem grandes alterações quantitativas tendo em vista a idade.

Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras chave: média; leucócitos, padrão; hemograma; não houve diferenças apreciáveis.



MITOS E TABUS ALIMENTARES RELACIONADOS A PRÁTICA DO ALEITAMENTO MATERNO

Acadêmicas: Cláudia Nielsen Oliveira

Adriana Mendonça Caetano

Isabella Regina Araújo Pinto

Patrícia Oliveira do Vale

Orientadora: Profª Ms. Anelise Bezerra de Vasconcelos

Co-orientador: Prof. Ms. Luís Cláudio Benevenuto

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Nutrição

Diversos estudos têm documentado as vantagens do leite materno e da amamentação tanto para a mãe quanto para o bebê, tais como proteção imunológica contra infecções e importantes funções hormonais, comportamentais e nutricionais. Estudos antropológicos confirmam o fato de que, embora seja o aleitamento materno uma função biológica, são de origem social os modos através dos quais é aprendido e manifestado. Desse modo, para ser bem sucedido nessa prática, a mulher necessita de apoio da sociedade. No entanto, o que se observa, ainda nos dias de hoje, são preconceitos e crendices relacionadas a diversos alimentos e práticas alimentares cultuados principalmente durante a amamentação, contribuindo negativamente para a sua manutenção. O objetivo deste trabalho foi o de avaliar os principais mitos e tabus relacionados à prática do aleitamento materno em um bairro da cidade de Uberaba. Durante a Campanha Nacional de Multivacinação, realizada no primeiro semestre de 2001, foram entrevistadas quarenta mulheres com idade entre 15 e 38 anos, mães de crianças até 12 meses completos. O questionário incluía informações relativas aos conhecimentos sobre a prática do aleitamento, mitos e tabús. Noventa porcento das mães acreditavam que a amamentação exclusiva deveria ocorrer durante o período de 4-6 meses e que seria o alimento mais completo para o bebê. Em relação a duração da mamada, 60% acreditavam que a mesma deveria ser realizada a cada duas horas e que a produção de leite maduro ocorria antes do nascimento do bebê (55%). Os principais tabús relacionados a produção de leite foram “comer canjica” (72,5%); “ingerir sopa de farinha de milho” (67,5%), “beber leite” (65%) e “cerveja preta” (25%). O mito de que o “seio cai” com a lactação foi observado em 35% das entrevistadas. Fatores relacionados à ingestão de alimentos pelas mães também foram identificados como crenças. Cerca de 32,5% e 30% acreditavam, respectivamente, que o hábito de “comer peixe” provocava cólicas no bebê e que comida requentada fazia mal para as mães. Os resultados do presente estudo permitem concluir que existe uma alta freqüência de mitos relacionados à amamentação, principalmente aqueles referentes ao aumento da produção de leite, e que estes poderão comprometer o sucesso da lactação; Torna-se importante que os profissionais de saúde, envolvidos em ações de incentivo ao aleitamento materno, incluam nas atividades de educação em saúde, esclarecimentos a cerca dos mitos e tabús para uma amamentação bem sucedida.
Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: mitos e tabus; nutrição; aleitamento materno



OCORRÊNCIA DE NEUROCISTICERCOSE EM PACIENTE AUTOPSIADO

COM AIDS: relato de caso
Acadêmica: Carla Cristina de Sordi (Bolsista)

Juliana Regina Dias (Bolsista)

Orientador: Prof. Dr. Vicente de Paula Antunes Teixeira

Co-orientadores: Prof. Ruy de Souza Lino Júnior

Prof. Mário León Vergara Silva

Profª Marlene Antônia dos Reis

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro – Curso de Enfermagem

Universidade Federal de Goiás - Instituto de Patologia Tropical e de Saúde Pública

Apoio financeiro: FUNEPU, FAPEMIG, CNPq
A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (AIDS) se caracteriza por debilitar o sistema imunológico dos indivíduos infectados, tornando-os vulneráveis às doenças oportunistas, como a Isosporíase, a Pneumocistose, a Citomegalovirose, a Criptococose e a Toxoplasmose. O presente trabalho objetiva relatar a concomitância de neurocisticercose e AIDS em paciente autopsiado, no Hospital Escola da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro/FMTM, já que o acometimento focal do sistema nervoso central pela Taenia solium pode ser favorecido pela debilidade do sistema imunológico. Um paciente do sexo masculino, 44 anos, cor branca, procedente de Uberaba (MG), peso corporal 67kg, comprimento do corpo 178cm, com história clínica e sorológica positiva para HIV, retinopatia aidética, malária por Plasmodium falciparum, febre diária, cefaléia, emagrecimento, monilíase oral e insuficiência renal. Submeteu-se a sucessivas internações durante o período de 28/07/1995 a 26/02/1998, sendo a última data referente ao óbito. Ao exame necroscópico verificou-se infecção disseminada por Criptococcus sp e formação de um cisto de 0,8cm de diâmetro localizado no ventrículo lateral direito do encéfalo compatível com Cysticercus cellulosae. Realizou-se ELISA do líquido pericárdio no qual foi encontrado positividade para cisticercose. Assim, conclui-se que neurocisticercose pode estar relacionada com AIDS, ocorrendo de forma oportunista, fazendo-se necessário o acompanhamento de pacientes imunodeprimidos que apresentarem sinais e sintomas característicos de neurocisticercose.

Área do conhecimento Ciências da Saúde

Palavras-chave: Aids, neurocisticercose, doença oportunista

OS ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA DEFICIÊNCIA AUDITIVA EM IDOSOS

Acadêmicas: Esther O. Lemos De Melo Zema (Aluna de IC)

Orientadora: Profª Ms. Cristiane Dornfeld Soffiatti Mesquita

Co-orientadora: Profª Ms. Aline Domingues Chaves Aita

Colaboradora: Aline de Fátima Alves Gourlart

Instituição: Universidade De Uberaba - Curso de Fonoaudiologia


A deficiência auditiva pode contribuir para a diminuição da qualidade de vida dos indivíduos idosos, uma vez que o declínio social e familiar tende a isolá-lo e privá-lo do processo de comunicação e interação social. Este trabalho teve como objetivo verificar o grau de percepção do handicap em um grupo de idosos, portadores de deficiência auditiva, participantes de grupos de Terceira Idade, da cidade de Uberaba-MG. Para tal, foi utilizado a versão reduzida do questionário de auto-avaliação “Hearing Handicap Inventory for the Elderly” – H.H.I.E.-s. Foram avaliados 61 indivíduos idosos, sendo 21 do sexo masculino e 40 do sexo feminino, na faixa etária de 60 a 91 anos de idade. Os resultados revelaram que, do total de indivíduos estudados, 70,5 % apresentaram algum grau de percepcão do handicap, e apenas 29,5 % não apresentaram. A maioria dos idosos apresentaram perda auditiva neurosenssorial. Estes dados correlacionaram –se com a literatura consultada. Observamos que a maioria dos participantes deste estudo não tinham conhecimento sobre a perda auditiva no envelhecimento, bem como sobre implicações na comunicação dela decorrentes. Com este trabalho, verificamos a necessidade de implementação do uso destes instrumentos em nossa rotina clínica diária, como forma de minimizarmos os efeitos da deficiência auditiva em idosos, proporcionando-lhes melhor qualidade de vida.

Área de conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras chave: Idoso; Deficiência auditiva; Envelhecimento; Handicap.

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