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ÍNDICE DE AUTORES



CIÊNCIAS AGRÁRIAS

AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE TIFTON 85 SOB PASTEJO, EM CONDIÇÕES DE SEQUEIRO E IRRIGADO NA REGIÃO DE UBERABA

Acadêmicos: Poliana Oliveira Pontes

Angelo Afonso F. Neto

Antonio Raimundo Pereira Neto

Orientador: Prof. Adilson De Paula Almeida Aguiar

Co-orientador: Prof. Ms. Luís César Dias Drumond

Instituição: Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba - FAZU
Este trabalho foi desenvolvido no período de 21/08/2001 a 27/12/2001 em uma área de 1,2 ha dividida em dois blocos de 0,6 ha com seis piquetes em cada um sendo metade irrigado e metade em sequeiro. O sistema de irrigação foi do tipo aspersão em malha. Os piquetes foram adubados com 450 kg/ha de nitrogênio, 106 kg/ha P2O5, 360 kg/ha K2O e 75 kg/ha de enxofre distribuídos após cada pastejo. Os piquetes foram pastejados com oferta de forragem de 4%. As características avaliadas foram: a altura da planta; a taxa de crescimento; a taxa de aÚumulo de forragem; a massa de forragem e a capacidade de suporte. No primeiro período de avaliação os resultados obtidos no sistema irrigado e sequeiro foram: a altura da planta foi 23% mais alta; a taxa de crescimento foi 81% maior; a taxa de ácumulo de forragem foi 100% mais alta; a matéria seca (MS) disponível foi 56% maior e a capacidade de suporte estimada com 4% de oferta de forragem foi 55,7% maior. No segundo período para o sistema irrigado x sequeiro a altura da planta foi 14,6% mais alta; a taxa de crescimento foi 36% maior; a taxa de acumulo de forragem foi 23% mais alta; a MS disponível acima de 10 cm foi 5% maior; a capacidade de suporte estimada com 4% de oferta de forragem foi apenas 3,5% maior. As temperaturas média, média das mínimas e media das máximas foram, respectivamente, 23,40 ºC, 19,50 ºC e 28,60 0C, sem grandes diferenças entre os períodos de avaliação. Durante o período de avaliação a precipitação acumulada foi de 627,20 mm e a evapotranspiração foi de 443,70 mm, com excedente hídrico positivo de 183,00 mm.Observa-se que a diferença entre irrigado e sequeiro foi maior durante o primeiro de avaliação devido as precipitações que ocorreram durante o segundo período, minimizando o efeito da irrigação. A irrigação da pastagem contribuiu para aumentar a altura total da planta, a taxa de crescimento, a taxa de acumulo de forragem e a forragem disponível, determinando maior capacidade de suporte. Os maiores aumentos ocorreram no primeiro período de avaliação quando houve déficit hídrico e este foi suprido pela irrigação.
Área de conhecimento: Ciências Agrárias

Palavras-chave: capacidade de suporte, forragem disponível, taxa de crescimento



AVALIAÇÃO DA TEMPERATURA RETAL E DA FREQÜÊNCIA RESPIRATÓRIA EM CORDEIROS NA MICRO-REGIÃO DO TRIÂNGULO MINEIRO

Acadêmica: Maristela Pereira Maffêi (Aluna de IC)

Orientador: Prof. Ms. Miriam Silvania de Sousa

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Medicina Veterinária

A espécie ovina possui capacidade de se adaptar as mais diferentes condições ambientais, através da adequação do comportamento alimentar, reprodutivo ou social e de alterações morfo-fisiológicas, que lhe garanta melhores condições de exploração.O melhor conhecimento do efeito do estresse ambiental e da capacidade de adaptação dos ovinos é fundamental para a definição e adoção de um manejo que possibilite uma maior produtividade em Sistemas de Produção que utilizam essa espécie de forma racional. As medidas fisiológicas que melhor nos informam sobre a adaptação de uma espécie em determinada região são a temperatura retal e a freqüência respiratória. O presente trabalho teve por objetivo avaliar a temperatura retal (TR) e a freqüência respiratória (FR) em ovinos da raça Santa Inês durante o verão (dezembro a março) .O experimento foi conduzido na Fazenda Escola da Universidade de Uberaba – MG, no setor de Ovinocultura. Foram utilizadas 40 fêmeas ovinas da raça Santa Inês com idade média de 03 anos. Os dados foram coletados durante os meses de verão (dezembro a março) pela manhã as 8 horas e a tarde as 14 horas, sendo as coletas realizadas semanalmente. Os dados da temperatura retal (TR), foram obtidos através da introdução de termômetro clínico no reto por 60 segundos e a freqüência respiratória (FR), obtida através de contagem de movimento do flanco com auxilio de um cronômetro manual (por 60 segundos). Não foi observado diferença (P < 0,01) para a freqüência respiratória (FR) e temperatura retal {TR} (P < 0,01) entre os animais, nas coletas realizada pela manhã (8 horas) . Para as coletas realizadas a tarde (14 horas), observou-se que não houve diferença (P < 0,01) para a temperatura retal, porém quanto a freqüência respiratória os animais apresentaram diferença significativamente (P < 0,01) maior que aquela observada pela manhã (8 horas), o que já era esperado, tendo em vista que as coletas realizadas nesse horário, coincidiram com os maiores valores de temperatura do ar e radiação solar observados, além do que, a freqüência respiratória, constitui-se na principal via de dissipação de calor pelos ovinos. Entretanto, a raça Santa Inês, demonstrou adequada capacidade de adaptação às condições do ambiente, o que confirma a possibilidade de sua exploração racional, devendo ainda ser considerado que a adoção de manejo ambiental adequado, pode contribuir para uma melhor expressão do potencial genético da raça levando a uma maior produtividade com conseqüente viabilização do Sistema de produção.

Área de conhecimento: Ciências Agrárias

Palavras-chave: adaptação, temperatura retal, freqüência respiratória, ovinos, elementos climáticos, produção.

AVALIAÇÃO DE CARACTERÍSTICAS DE CRESCIMENTO E DE PRODUÇÃO DO CAPIM TANZÂNIA “PANICUM MAXIMUM” JACQ. CV TANZÂNIA-1 SOB CONDIÇOES IRRIGADAS E EM SEQUEIRO EM AMBIENTE DE CERRADO

Acadêmicos: Geovane Silva dos Reis

Kairo Bruno de Araujo Sousa

Tiago de Miguel Felipini

Orientador: Prof. Adilson de Paula Almeida Aguiar

Co-orientador: Prof. Ms. Luís César Dias Drumond

Instituição: Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba – FAZU

Este trabalho foi realizado entre 24/08/2001 a 08/01/2002 em uma área de quatro hectares dividida em dois blocos com seis piquetes em cada um sendo metade irrigada e metade em sequeiro. O sistema de irrigação foi do tipo aspersão em malha. Para a determinação da quantidade de água a ser aplicada, foram utilizados dados climáticos de uma estação meteorológica automatizada. Os piquetes foram adubados com 450 kg/ha de nitrogênio, 106 kg/ha P2O5, 360 kg/ha K2O e 75 kg/ha de enxofre, em base anual, e distribuído após cada pastejo. Os piquetes foram pastejados com oferta de forragem de 4%. No primeiro período de avaliação os resultados médios das características avaliadas no sistema irrigado x sequeiro foram, respectivamente: a altura da planta na entrada dos animais nos piquetes foi 75,34 cm x 64,85; a taxa de crescimento da planta foi 1,03 x 0,79 cm/dia; a taxa de acumulo de forragem foi 33,97 x 30,29 kg MS/ha/dia; a massa total de forragem foi 4.647,00 x 4.386,00 kg MS/ha; a MS disponível acima de 20,00 cm de altura foi 2.677,00 x 2.034,00 kg MS/ha; a capacidade de suporte estimada com 4% de oferta de forragem foi 3,60 x 2,74 UA/ha; os resíduos pós-pastejo mediram 30,00 x 36,00 cm e pesaram 2.795,00 kg x 2.743,00 kg MS/ha. Durante o segundo período os resultados obtidos para o sistema irrigado x sequeiro, foram: a altura da planta na entrada dos animais nos piquetes foi 92,30 x 123,00 cm; a taxa de crescimento da planta foi 1,38 x 1,76 cm/dia; a taxa de acúmulo de forragem foi 103,0 x 142,0 kg MS/ha/dia; a massa total de forragem foi 7.885,00 x 14.103,00 kg MS/ha; a MS disponível acima de 20,00 cm foi 5.723,00 kg x 9.563,00 kg MS/ha; a capacidade de suporte estimada com 4% de oferta de forragem foi 7,70 x 12,90 UA/ha; os resíduos pós-pastejos mediram 35,20 x 39,20 cm e pesaram 4.123,00 x 5.191,00 kg MS/ha. A diferença entre irrigado x sequeiro foi maior em favor do irrigado apenas durante o primeiro período de avaliação e pode se atribuir este resultado ao balanço hídrico negativo de 125,70 mm já que a precipitação nos meses de setembro-outubro foi de 115,00 mm x 240,70 mm de evapotranspiração, ao passo que no segundo período houve um balanço hídrico positivo de 309,30 mm, com precipitação acumulada em novembro-dezembro de 512,20 mm x 203,00 mm de evapotranspiração. É provável que no segundo período de avaliação tenha havido uma resposta compensatória no crescimento e produção do capim Tanzânia, no sistema sequeiro, devido ao estresse hídrico sofrido por ocasião do primeiro ciclo de pastejo.

Área de conhecimento: Ciências Agrárias.

Palavras-chave: altura da planta, capacidade de suporte, forragem disponível, massa de forragem, taxa de crescimento.




AVALIAÇAO DE CARACTERISTICAS DE CRESCIMENTO E DE PRODUÇAO DO CAPIM MOMBAÇA “PANICUM MAXIMUM” JACQ. CV MOMBAÇA SOB CONDIÇOES IRRIGADAS E EM SEQUEIRO EM AMBIENTE DE CERRADO

Acadêmico: Athila Martins da Silva (Bolsista)

Orientador: Prof. Adilson De Paula Almeida Aguiar

Co-orientador: Prof. Ms. Luís César Dias Drumond

Instituição: Faculdade de Agronomia e Zootecnia de Uberaba - FAZU

Este trabalho foi realizado entre 24/08/2001 a 08/01/2002 em uma área de quatro hectares dividida em dois blocos com seis piquetes em cada um sendo metade irrigada e metade em sequeiro. O sistema de irrigação foi do tipo aspersão em malha. Para a determinação da quantidade de água a ser aplicada, foram utilizados dados climáticos de uma estação meteorológica automatizada. Os piquetes foram adubados com 450 kg/ha de nitrogênio, 106 kg/ha P2O5, 360 kg/ha K2O e 75 kg/ha de enxofre, em base anual e distribuído após cada pastejo. Os piquetes foram pastejados com oferta de forragem de 4%. No primeiro período de avaliação os resultados médios das características avaliadas no sistema irrigado x sequeiro foram, respectivamente: a altura media da planta na entrada dos animais nos piquetes foi 79,78 cm x 60,70 cm; a taxa media de crescimento da planta foi 1,01 x 0,90 cm/dia; a taxa de acúmulo de forragem foi 46,72 x 44,71 kg de matéria seca/ha/dia; a massa total de forragem obtida de corte rente ao solo foi 5.399,00 x 4.432,00 kg MS/ha; a forragem disponível acima de 20,00 cm de altura foi 3.785,00 x 2.957,00 kg MS/ha; a capacidade de suporte estimada com 4% de oferta de forragem a partir da forragem disponível foi 7,14 x 5,58 UA/ha; os resíduos pós-pastejos mediram 35,60 x 34,42 cm e pesaram 2.356,00 kg x 1.981,00 kg MS/ha. Durante o segundo período de avaliação os resultados médios das características avaliadas no sistema irrigado x sequeiro, foram, respectivamente: a altura da planta na entrada dos animais nos piquetes foi 128,00 x 119,80 cm; a taxa de crescimento da planta foi 1,71 x 1,94 cm/dia; a taxa de acúmulo de forragem foi 89,00 x 86,90 kg MS/ha/dia; a massa total de forragem foi 9.259,00 x 7.770,00 kg MS/ha; a MS disponível acima de 20,00 cm foi 7.185,00 kg x 5.948,00 kg MS/ha; a capacidade de suporte estimada com 4% de oferta de forragem foi 13,50 x 11,20 UA/ha; os resíduos pós-pastejos mediram 35,60 x 34,42 cm e pesaram 3.785,00 x 2.957,00 kg MS/ha. A irrigação possibilitou aumentos entre 4,50 e 2,40% para a taxa de acumulo de forragem; 28 e 20% para a MS disponível, resultando em capacidades de suporte 28 e 20% mais altas, respectivamente nos primeiro e segundo período de avaliação. A irrigação da pastagem de capim Mombaça contribuiu para aumentar a altura total da planta, a taxa de crescimento, a taxa de acumulo de forragem e a forragem disponível, determinando maior capacidade de suporte, mas os aumentos não foram expressivos podendo atribuir este resultado ao fato de ter havido um balanço hídrico positivo no período. Isto sugere que novos trabalhos deverão ser realizados de preferência ao longo de todo o ano.


Área de conhecimento: Ciências Agrárias.

Palavras-chave: altura da planta, capacidade de suporte, forragem disponível, massa de forragem,

taxa de crescimento.


aVALIAÇÃO DE EXTRATOS da planta indiana Azadirachta indica A. Juss (Nim) NO CONTROLE IN VITRO DO CARRAPATO Boophilus microplus

Acadêmica: Larissa Dirceu de Oliveira (Bolsista do PIC)

Orientador: Prof. Dr. Mauro Luiz Begnini

Co-orientadores: Prof. Ms. Eustáquio Resende Bittar

Prof. Valdair Jósimo Carvalho Landin

Profª Ms. Joely Ferreira Figueiredo Bittar



Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Medicina Veterinária

Os carrapatos são ectoparasitas que geram grande preocupação para a pecuária bovina, devido aos prejuízos gerados como, perda de peso dos animais parasitados, baixa conversão alimentar, perdas na qualidade do couro, toxicoses, além de transmissão de agentes patogênicos como Babesia bovis e Babesia bigemina. No Brasil, as perdas econômicas relacionadas à queda na produção de leite, redução da natalidade, mortalidade, consumo de carrapaticidas, investimentos em banheiros e aspersão, qualidade do couro, doenças entre outros, são estimadas em um bilhão de dólares. Baseado nesses dados é fácil entender porque o produtor rural tenta controlar o carrapato de sua propriedade, mas infelizmente, o que observamos é a resistência desses ectoparasitas aos produtos comerciais utilizados rotineiramente. Isso ocorre porque as infestações de carrapatos em animais domésticos são controladas principalmente por acaricidas químicos e geralmente de forma indiscriminada, ou seja, com o uso contínuo de um mesmo produto e muitas vezes em sub ou super dosagens, gerando assim, poluição do ambiente e o desenvolvimento de cepas resistentes a vários grupos químicos. Portanto é necessário que os agentes de controle dos carrapatos sejam específicos e biodegradáveis. Este trabalho objetivou avaliar a atividade carrapaticida dos extratos obtidos do óleo das sementes e da casca do caule da planta indiana Azadirachta indica (Nim) cultivada em nossa região e no estado de Goiás. Após a obtenção dos diferentes extratos da planta, 120 teleógenas foram obtidas e divididas em 12 grupos contendo dez teleógenas cada. O peso médio das teleógenas dos grupos 1, 2 e 3 variou de 4,006 a 3,040 grs, dos grupos 4, 5 e 6 de 3,106 a 2,805, dos grupos 7, 8 e 9 de 3,200 a 2,236 e dos grupos controle de 3,250 a 2,665. As teleógenas dos grupos 1, 2 e 3 foram banhadas com extrato de óleo de semente da região de Uberaba nas diluições de 1:10, 1:50 e 1:100, respectivamente. As dos grupos 4, 5 e 6 foram banhadas com extrato de óleo de semente da região de Goiás e as dos grupos 7, 8 e 9 com extrato da casca, todos nas diluições de 1:10, 1:50 e 1:100. Os grupos 10, 11 e 12 serviram como controle, sendo as teleógenas banhadas somente com água. Após o banho as teleógenas foram fixadas em decúbito dorsal em placas de Petri com auxílio de fita dupla face e mantidas em estufa com temperatura e umidade controladas (BOD) para a observação da ovipostura. A maioria das teleógenas iniciou a ovipostura no terceiro dia e algumas teleógenas pertencentes aos grupos 1, 4 e 5 retardaram a ovipostura. Quinze dias após todas as teleógenas haviam finalizado a ovipostura e o peso das oviposturas variaram de 1,235 grs (grupo 1), 1,375 (grupo 2), 1,375 (grupo 3), 0,736 (grupo 4), 0,910 (grupo 5), 1,220 (grupo 6), 1,300 (grupo 7), 1,314 (grupo 8), 1,571 (grupo 9) 1,637 (grupo 10), 1,668 (grupo 11), e 1,574 (grupo 12). Os grupos 1 e 4 apresentaram discreta redução na ovipostura, porém não foi significativa. Nos outros grupos não se observou diferença estatística significativa entre as diversas diluições dos extratos, bem como entre os extratos. Este trabalho permitiu concluir que a planta indiana Azadirachta indica A. Juss (Nim) não atua topicamente, sendo possivelmente uma pró-droga, ou seja, necessita ser metabolizada para fazer efeito.

Área de Conhecimento: Ciências Agrárias.

Palavras-chave: extratos, carrapaticida, azadiractinas.

AVALIAÇÃO QUALITATIVA DA COLORAÇÃO DE ESFREGAÇOS DE CÉLULAS VAGINAIS DE CADELAS

Acadêmico: Luiz Gustavo Florêncio (Aluno de IC)

Orientador: Profs. Ms. Alessandra Aparecida Medeiros

Co-orientador: Prof. Raul Morais Nolasco



Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Veterinária


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