Da universidade de uberaba



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Acadêmico: Claudia Modesto Veludo de Oliveira (Aluna do PIC-UNIUBE)


Orientador: Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientadores: Profª Ms. Denise Teresinha de Sales Tiburcio

Prof. Ms. Gilberto Araújo Pereira

Prof. Dr. Luiz Carlos dos Reis



Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Nutrição

Dietas que alteram violentamente o equilíbrio entre os macronutrientes, apesar de representarem riscos à saúde, são lançadas pela mídia como promessas de emagrecimento rápido. Recentemente, um número muito grande de pessoas tem se submetido a dietas que permitem o consumo indiscriminado de gorduras e proteínas e restringem o consumo de carboidratos. Tendo em vista os riscos apresentados por essas dietas, o presente projeto visa analisar a influência de uma dieta hiperlipídico-protéica sobre o consumo alimentar e sobre o peso dos órgãos de ratos alimentados com tal dieta durante a lactação; desde a lactação até a idade adulta e pós-desmame até a idade adulta. Foram utilizados 36 ratos Wistar machos e fêmeas mantidos em gaiolas metabólicas individuais, água filtrada e dieta ad libitum, temperatura entre 22 e 26ºC e ciclo de iluminação 12 horas claro/escuro. A dieta controle foi composta de 55.82% de carboidratos, 3.38% de lipídeos e 24.95% de proteínas, enquanto a dieta experimental foi composta de 11.53% de carboidratos, 47.63% de lipídeos e 38.35% de proteínas. O consumo de dieta foi medido semanalmente, durante 8 semanas, através do método resto-ingesta. Ao final do experimento os animais foram sacrificados, sendo órgãos e tecidos pesados individualmente e expressos em gramas/100 gramas de peso corporal. Os resultados mostraram que nos grupos lactados em dieta controle, a curva do consumo calórico teve comportamento semelhante em ambos, independente da dieta consumida após o desmame, porém os animais que passaram à dieta experimental pós-desmame sempre consumiram maior quantidade de calorias comparando-se àqueles que continuaram em dieta controle, exceto na oitava semana. Nos animais lactados em dieta experimental, aqueles que passaram à dieta controle tiveram maior consumo calórico durante todo o período. Comparando-se o grupo que consumiu dieta experimental pós-desmame mas foi lactado em dieta controle, esse teve maior consumo calórico até a sexta semana, se comparado aos animais que continuaram em dieta controle pós-desmame. Em relação aos animais lactados com dieta experimental e que passaram à controle, pode-se dizer que o consumo calórico foi maior até a sétima semana, se comparados àqueles que continuaram em dieta experimental. Quanto ao peso dos órgãos das lactantes, todos os órgãos, exceto músculo tibial e pulmões, tiveram peso médio superior nos animais experimentais se comparados aos animais controle, principalmente no que diz respeito aos tecidos adiposos. Em relação aos lactentes, com exceção do timo, fígado, pâncreas e testículos, todos os órgãos apresentaram um peso médio maior no grupo lactado por ratas que recebiam dieta experimental, incluindo os tecidos gordurosos, sugerindo que a dieta recebida durante a lactação tem influência no peso dos órgãos. Nos animais alimentados no período pós-desmame com dieta experimental, o coração, timo, gordura periuterina, perirenal e periepididimal apresentaram peso superior, e o músculo tibial apresentou peso inferior, se comparados aos animais controle. Conclui-se que a ingestão calórica foi menor, durante maior parte do tempo, nos animais lactados em dieta controle, o que sugere influência da dieta recebida na lactação na taxa de ingestão pós-desmame. Em relação ao peso dos órgãos, o músculo tibial apresentou peso médio inferior no grupo experimental, sugerindo utilização dos aminoácidos na gliconeogênese. Constatou-se também que a dieta hiperlipídico-protéica aumenta a deposição de gordura nos tecidos.

Área do conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Dieta, proteína, gordura, consumo energético, órgãos

EFEITO DA DIETA HIPERLIPÍDICO-PROTÉICA NO VOLUME E Ph URINÁRIO DE RATOS WISTAR DURANTE O PERÍODO DE DESENVOLVIMENTO

Acadêmico: Daniela Braga Tarquinio


Orientador: Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientadora: Profª Ms. Denise Teresinha de Sales Tiburcio

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Nutrição

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE



O interesse pela alimentação e nutrição aumenta a cada dia levando as pessoas a buscar uma alimentação balanceada, baseada nas diretrizes da pirâmide alimentar. Porém, na tentativa de alcançar os padrões de beleza impostos, têm sido adotadas dietas inadequadas que promovem a perda rápida de peso. Entre estas destaca-se a dieta de Atkins, rica em gorduras e proteínas e pobre em carboidratos. Em razão do desconhecimento da população a respeito das conseqüências trazidas por esta dieta, o presente projeto objetiva determinar os efeitos de uma dieta hiperlipídico-protéica e de baixos teores de carboidratos no volume e pH da urina de ratos submetidos a tal dieta durante o período de desenvolvimento. Foram utilizados 36 ratos Wistar machos e fêmeas mantidos em gaiolas metabólicas individuais, água filtrada e dieta ad libitum, temperatura entre 22 e 26ºC e ciclo de iluminação de 12 horas claro/escuro. Os animais foram divididos em grupos: animais alimentados com dieta controle nascidos de ratas alimentadas com dieta controle durante a gestação e lactação (GCLC/C); animais alimentados com dieta experimental nascidos de ratas alimentadas com dieta controle durante a gestação e lactação (GCLC/E); animais alimentados com dieta controle nascidos de ratas alimentadas com dieta controle durante a gestação e dieta experimental durante a lactação (GCLE/C) e animais alimentados com dieta experimental nascidos de ratas alimentadas com dieta controle durante a gestação e dieta experimental durante a lactação (GCLE/E). A dieta controle foi composta de 55.82% de carboidratos, 3.38% de lipídeos e 24.95% de proteínas e a dieta experimental foi composta de 11.53% de carboidratos, 47.63% de lipídeos e 38.35% de proteínas. Foram coletadas amostras semanais de urina de cada animal durante 8 semanas, sendo utilizado o pHmetro Corning portátil previamente calibrado para aferir o pH, e proveta para medição do volume excretado. Os resultados mostraram que o pH da urina apresentou valor médio inferior em todos os grupos experimentais se comparados aos grupos controle durante todo o período, embora os animais lactados com dieta experimental que passaram para dieta controle houve uma tendência de aumento do pH, enquanto os animais lactados com dieta controle, e que continuaram com a mesma, a tendência foi de diminuição do pH enquanto que nos animais lactados com dieta controle que passaram para dieta experimental e nos animais lactados com dieta experimental, e que continuaram com a mesma, houve tendência de aumento do pH em ambos. Quanto ao volume da urina, os resultados mostraram um volume superior nos animais experimentais em relação aos animais controle. Nos animais lactados com dieta controle que passaram para dieta experimental houve um grande aumento no volume urinário em relação aos animais lactados com dieta experimental que continuaram com a mesma. Em ambos os grupos que consumiram dieta controle no desenvolvimento, independente da dieta recebida na lactação, não houve variação expressiva no volume da urina. Foram visualizados cristais na urina dos animais dos grupos experimentais. Esses dados nos permitem concluir que os valores de pH da urina dos grupos experimentais sugerem a liberação de corpos cetônicos; enquanto o volume de urina aumentado nestes mesmos grupos reforça a idéia de acidose metabólica proveniente da dieta hiperlipídico-protéica. Os valores de pH urinário e volume da urina sugerem ainda a influência da dieta recebida durante a lactação em ambos os parâmetros analisados.

Área do conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Dieta, proteína, gordura, urina

EFEITO DE DIETA HIPERLIPÍDICO – PROTEÍCA NO DESENVOLVIMENTO DE SOBREPESO

EM NINHADAS DE RATOS WISTAR

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