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Acadêmico: Lidiane Bernardes Faria (Bolsista FAPEMIG / PIC-UNIUBE)


Orientador: Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientadores: Profª Ms. Denise Teresinha Sales Tiburcio

Prof. Ms. Gilberto de Araújo Pereira


Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Nutrição

Órgão Financiador: FAPEMIG-PAPE/ UNIUBE

Hoje, as doenças crônico–degenerativas constituem a principal causa de morbidade e de mortalidade em vários países, devido consumo excessivo ou inadequado de alimentos. O quadro epidemiológico atual e a alta demanda de tratamento para essas doenças visam principalmente à prevenção da obesidade, que, por sua vez, constitui fator de riso para outras doenças. Dados os riscos representados por dietas que permitem o consumo indiscriminado de gorduras e proteínas e restringem o consumo de carboidratos, o presente trabalho estudou o efeito da ingestão de uma dieta hiperlipídico-proteica no desenvolvimento de sobrepeso, em ratas gestantes e nas suas ninhadas quando a referida dieta foi oferecida: (i) Durante a lactação, (ii) desde e lactação até a idade adulta e (iii) pós-desmame até idade adulta. Foram utilizadas 14 ratas Wistar adultas, para cruzamento e obtenção dos filhotes. Durante a gestação, as mesmas foram alimentadas com dieta controle. Durante a lactação as ninhadas foram divididas em 2 grupos: O grupo controle (GCLC-gestação e lactação com dieta controle) e experimental (GCLE-gestação com dieta controle, lactação com dieta experimental). Os filhotes desses 2 grupos, logo após o desmame (21 dias) foram divididos em 4 subgrupos: (GCLC/C) e (GCLE/C), que passaram a receber dieta controle e (GCLC/E) e (GCLE/E), que passaram a receber dieta experimental durante 8 semanas. Durante esse período, os animais foram mantidos em gaiolas metabólicas, com água filtrada e dieta controle(55,82% CHO, 24,95% PTN e 3,38% LIP) ou experimental (11,53% CHO, 38,35% PTN, e 47,63% LIP) ad libitum, em temperatura entre 22 e 26ºC e ciclo de iluminação de 12 horas claro e 12 horas escuro. O peso foi monitorado semanalmente. Durante o experimento, todos grupos apresentaram ganho de peso. Os grupos GCLC/E e GCLE/E apresentaram peso superior aos grupos GCLC/C e GCLE/C. Isso indica que, independente da dieta recebida pela mãe durante a lactação, o fato de animal se alimentar com dieta experimental após a lactação, induz aumento de peso em relação àqueles animais que, após a lactação se alimentaram de dieta balanceada. O grupo GCLC/E apresentou o maior ganho de peso e o grupo GCLC/C o menor, sendo os grupos GCLE/E e GCLE/C intermediários. Esses dados nos permitem concluir que uma dieta pobre em carboidratos e rica em triglicerídeos, colesterol e proteína induzem o sobrepeso nos animais experimentais.
Área do conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Dieta, proteína, gordura, ganho de peso




EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO ASSOCIADO A REEDUCAÇÃO ALIMENTAR SOBRE A COMPOSIÇÃO CORPORAL EM PACIENTES OBESAS

Acadêmico: Aline Alcoforado dos Santos (Bolsista do PIC/ UNIUBE )


Orientadora: Profª Ms. Fabiana Pavan Viana

Co-orientadora: Profª Ms. Denise Teresinha de Sales Tiburcio

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Nutrição

Órgão Financiador: PAPE/ PIC-UNIUBE


As tendências de transição nutricional ocorrida neste século direcionam para uma dieta ocidentalizada, rica em gorduras, sal, açúcares, escassa em quantidade de fibras, nutrientes e vitaminas. Estas aliadas à diminuição progressiva da atividade física convergem para o aumento da obesidade. O exercício físico pode diminuir o peso corporal, além de prevenir a perda da massa magra. Atualmente, sabe–se que tanto a atividade física como a reeducação alimentar pode contribuir para melhora da composição corporal em indivíduos obesos. Contudo a associação dos dois tipos de tratamento tem sido pouco descrito na literatura. Sendo assim, este trabalho tem por objetivo entender as respostas adaptativas do treinamento físico associado à reeducação alimentar sobre as variáveis da composição corporal em mulheres obesas. Dez mulheres com IMC ³ 30.32, faixa etária de 35 a 77 anos, participaram de um programa de reeducação alimentar (orientado por um nutricionista da equipe) associada ao treinamento físico. O protocolo de treinamento físico, foi realizado em 2 sessões semanais de 60 minutos, onde foram incluídos 10 minutos de alongamentos e 40 minutos de treinamento com a bicicleta ergométrica (70% freqüência cardíaca máxima) e 10 minutos de relaxamento final. Foram realizadas avaliações do condicionamento físico, avaliações antropométricas e impedância bioelétrica no início e no final de tratamento. Empregou-se o teste de Wilcoxon ranks para dados pareados, com coeficiente de significância estatística de < 0.05. Desta forma os valores obtidos para as variáveis: porcentagem de água ( pré 32 ± 6,8 e pós 30 ± 6,2 ), porcentagem de massa magra ( pré 60,7 ± 4,16 e pós 62 ± 3,16), porcentagem de massa gorda ( pré 39,3 ± 4,1 e pós 38 ± 3,1), peso de massa magra ( pré 48,8 ± 5,46 e pós 48,3 ± 5,27 ) e peso de massa gorda ( 32 ± 6,8 e pós 30 ± 6,2 ) após 12 semanas de intervenção não foram significativamente diferentes quando comparados os valores do pós ao pré tratamento. Contudo o peso corporal (pré 80,81+ 10,99 e pós 78,31+ 11,01*), razão circunferência cintura quadril (pré 0,92 + 0,07 e pós 0,90 ± 0,06*), e peso de massa gorda (pré 32 ± 6,8 e pós 30 ± 6,2 ) após o tratamento realizado apresentaram-se menores que os valores iniciais. Pode-se concluir que o tratamento associado à reeducação alimentar em indivíduos obesos no presente trabalho, acarretou em uma série de benefícios: como a redução do peso corporal, peso de massa gorda e razão circunferência cintura quadril, auxiliando de forma substancial para o controle desta doença, minimizando os fatores de risco mórbidos.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: treinamento físico, reeducação alimentar , obesidade e intervenção multidisciplinar



EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO AERÓBICO SOBRE OS PARÂMETROS LIPÍDICOS DO PLASMA E SOBRE O INDICE DE MASSA CORPORAL EM MULHERES OBESAS SUBMETIDAS À REEDUCAÇÃO ALIMENTAR

Acadêmico: Tatiana Beatriz Tomáz de Melo (Aluna do PIC/ UNIUBE)


Orientadora: Profª Ms. Fabiana Pavan Viana

Co-orientadora: Profª Ms. Denise Teresinha de Sales Tiburcio

Instituição: Universidade de Uberaba - Curso de Nutrição

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE


Tem sido descrito na literatura que a obesidade pode estar associada a uma série de riscos mórbidos. Entre estes, destacam-se as dislipidemias e estas por sua vez podem acarretar no desenvolvimento das doenças cardiovasculares. Vários tratamentos tem surgido com o intuito de otimizar a expectativa de vida dos indivíduos obesos. Contudo, devido à diversidade de tratamentos e resultados encontrados na literatura atual, torna-se importante e relevante estudamos os efeitos do treinamento físico aeróbico associado à reeducação alimentar. Sendo assim, este trabalho tem por objetivo verificar e comparar os valores iniciais e finais dos níveis lipídicos e do índice de massa corporal em mulheres obesas submetidas à reeducação alimentar conjugada ao treinamento físico por um período de 12 semanas. Dez mulheres com IMC ³ 30.32, faixa etária de 35 a 77 anos, participaram de um programa de reeducação alimentar (orientado por um nutricionista da equipe) associada ao treinamento físico. O protocolo de treinamento físico, foi realizado em 2 sessões semanais de 60 minutos, onde foram incluídos 10 minutos de alongamentos e 40 minutos de treinamento com a bicicleta ergométrica (70% freqüência cardíaca máxima) e 10 minutos de relaxamento final. Foram realizadas avaliações do condicionamento físico e análises bioquímicas do plasma sangüíneo no início e no final de tratamento. Empregou-se o teste de Wilcoxon ranks para dados pareados, com coeficiente de significância estatística de < 0.05. Desta forma, os valores obtidos para as variáveis: HDL(c ) (pré-tratamento: 44.80 ± 9.30:e pós-tratamento: 45.00 ± 12.24), VLDL(c ) (pré-tratamento: 35.16 ± 13.31 e pós-tratamento: 29.40 ± 12.82), Colesterol Total (c ) (pré-tratamento: 201.80 ± 44.38 e pós-tratamento: 183.20 ± 25.64) e Glicose (pré-tratamento:115.70·29.58 pós-tratamento: 118.80±60.52) após 12 semanas de intervenção não foram significativamente diferentes quando comparados os valores do pós ao pré tratamento. Contudo as variáveis: peso corporal (pré-tratamento: 80.81 ± 11.00 e pós-tratamento: 78.31 ±11.00*), índice de massa corporal (pré-tratamento: 35.65 ±12.80 e pós-tratamento: 33.17 ± 4.70*), LDL(c ) (pré-tratamento: 121.90 ± 42.50 e pós-tratamento: 104 ± 15.70*) e triglicerídeos (pré-tratamento: 176.70 ± 66.18 e pós-tratamento: 137.60 ± 49.63*), após o tratamento realizado apresentaram-se menores que os valores iniciais. Pode-se concluir que a proposta apresentada e testada por esse trabalho contribui para a melhora do perfil lipídico em mulheres obesas, controlando o índice de massa corporal e peso corporal minimizando os fatores de risco mórbidos correlacionados a esta patologia.


Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: treinamento físico, reeducação alimentar , obesidade e alterações lipídicas



ESTUDO COMPARATIVO ENTRE O DIAGNÓSTICO CLÍNICO E HISTOPATOLÓGICO E DAS CARACTERÍSTICAS HISTOLÓGICAS DE CISTOS E GRANULOMAS PERIAPICAIS DIAGNOSTICADOS NO SERVIÇO DE ANATOMIA PATOLÓGICA DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE UBERABA


Acadêmico: Marllus Alvarenga Costa (Aluno do PIC/ UNIUBE)

Orientador: Prof. Ms. Marcelo Sivieri de Araújo

Instituição: Universidade de Uberaba - UNIUBE

Órgão Financiador: PAPE - UNIUBE



A inflamação do periápice dental pode começar antes que ocorra a necrose total da polpa, quando produtos bacterianos, mediadores da inflamação e o tecido pulpar em deterioração, infiltram-se através do ápice e provocam uma reação inflamatória crônica no ligamento periodontal, que mesmo após o tratamento endodôntico convencional pode persistir por vários anos (KETTERING & TORABINEJAD, 2000).O granuloma periapical (GP) é uma massa localizada no periápice dental, composta de tecido de granulação crônicamente inflamado, formado em resposta à infecção ou decorrente da presença de agentes nocivos no interior do conduto (NEVILLE et al., 1998). O cisto periapical (CP) origina-se a partir dos restos epiteliais do ligamento periodontal como resultado de uma inflamação, podendo permanecer nos maxilares depois que o dente afetado é retirado (SHEAR,1999).Tendo em vista a escassez de trabalhos que abordem a quantificação e correlação entre os achados clínicos e histológicos de CP e GP, e pelo fato de haver uma apreciável discrepância entre estes achados nestas lesões periapicais, o presente trabalho teve como objetivo quantificar e correlacionar os dados clínicos e histopatológicos destas lesões enviadas para exame Anatomopatológico no Serviço de Anatomia Patológica do Curso de Odontologia da Universidade de Uberaba. Neste estudo foram avaliadas 39 biópsias de fragmentos com diagnóstico histopatológico de CP e 32 de GP. Estas foram fixadas em formol a 10% por 24-48 horas, lavadas em água corrente por 24 horas e submetidas aos procedimentos rotineiros para inclusão em parafina. Em cada caso, foram confeccionadas cinco lâminas para cada coloração, contendo cinco cortes seriados de 5 m de espessura. Utilizou-se as colorações de Hematoxilina – Eosina, Ácido Periódico de Schiff, Tricrômico de Masson e Brown & Brenn. Os cortes foram submetidos aos processos de desparafinização, hidratação e coloração e finalmente montados em Entellan® (Merck – Germany). Os dados clínicos e as características histopatológicas encontradas em cada caso, foram quantificados e analisados. Verificamos diferenças significativas entre o CP e o GP, quer seja nos dados clínicos estudados como no dados histopatológicos. Na análise dos dados clínicos, o CP apresentou maior prevalência para o sexo masculino, com incidência maior na 5ª década de vida, onde na maioria das lesões o tamanho variou de 2-5cm, localização preferencial para a maxila, com a coincidência do diagnóstico clínico e histopatológico em 71% dos casos. Já nas lesões de GP a maior prevalência foi para o sexo feminino, com maior incidência na 4ª década de vida, onde as lesões apresentaram em sua maioria até 2cm, localização preferencial para a maxila, com coincidência do diagnóstico clínico e histopatológico em 43% dos casos. As lesões de CP apresentaram células inflamatórias agudas de forma intensa, áreas de fibrose e colagenização em 97% da lesões. Já as lesões de GP apresentaram mais células inflamatórias crônicas (85%) e em 80% das lesões havia presença significativa de corpúsculos de Russel e macrófagos espumosos. Os resultados encontrados nos levaram a concluir que é imprescindível para os profissionais da Odontologia que estes estejam familiarizados com as diferenças e semelhanças apresentadas nas lesões de CP e GP, tanto no que se refere ao dados clínicos como os histopatológicos, já que o diagnostico final para estas lesões só pode ser confirmado quando da realização do exame anatomopatológico acompanhado de dados clínicos e radiográficos precisos e completos.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Cisto Periapical, Granuloma Periapical, Histopatologia, Características Clínicas

ESTUDO DAS RESPOSTAS DA PRESSÃO ARTERIAL DE PACIENTES SUBMETIDOS A CONDICIONAMENTO FÍSICO NA FASE III DA REABILITAÇÃO CARDÍACA

Acadêmico: Camila Hermógenes e Silva (Aluna do PIC-UNIUBE)

Orientadora: Profª Ms. Fernanda Regina de Moraes

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE

A reabilitação cardíaca é dividida em três fases, sendo que a fase III, realizada através de programas ambulatoriais, procura estimular o paciente a prática regular de atividades físicas. Está bem documentado que a prática regular de atividades físicas diminui a probabilidade de hipertensão arterial em até 35% dos indivíduos com fatores de risco como histórico familiar, obesidade, e tabagismo. Além disso, a atividade física praticada de modo regular, pode trazer benefícios no decréscimo dos riscos das cardiopatias ao passo que os efeitos alcançados pela sua prática podem produzir mecanismos de equilíbrio homeostático provocando uma adaptação benéfica ao sistema cardiovascular. Nosso objetivo foi avaliar o comportamento da pressão arterial sistólica (PAS) e diastólca (PAD) em pacientes submetidos à Fase III da Reabilitação Cardíaca, para análise da efetividade das sessões e atribuições de benefícios cardiovasculares aos pacientes. Foram avaliados 10 pacientes, sexo masculino, submetidos às sessões de Fisioterapia Cardiovascular, fase III do processo de reabilitação cardíaca, no setor de Fisioterapia Cardiovascular e Respiratória da UNIUBE, sendo eles cardiopatas ou portadores de fatores de risco para doenças cardiovasculares. Os valores pressóricos foram aferidos pelo método auscultatório da artéria radial, utilizando-se esfigmomanômetro de coluna de mercúrio e estetoscópio. Os valores de PAS e PAD foram coletados e analisados no momento em que o paciente apresentou-se ao setor para o atendimento, ou seja, ao início das sessões, e ao final das mesmas, após a etapa de relaxamento final, durante 16 semanas de atendimento fisioterapêutico cardiovascular. Foram calculadas médias, em cada semana, das sessões realizadas pelos pacientes. A análise estatística de significância foi realizada a partir do teste não paramétrico de Wilcoxon, com nível de significância a=5%. Estão expressos em mediana, PAS ao início da sessão foi de 140 milímetros de mercúrio (mmHg) e ao término foi de 130 mmHg, com diferença estatisticamente significante (p<0,05). A PAD ao início da sessão foi de 85 mmHg e ao final da sessão, estava em 80 mmHg, porém esta diferença não foi estatisticamente significante (p>0,05). Os resultados podem indicar que os níveis pressóricos foram menores ao término das sessões e esse é um benefício protetor para os pacientes e um efeito do condicionamento físico adquirido na Fase III da Reabilitação Cardíaca. Nossos dados sugerem que as sessões de Fisioterapia Cardiovascular na Fase III da Reabilitação Cardíaca foram eficazes para os pacientes participantes, pois promoveram, entre vários efeitos do treinamento físico, a diminuição dos valores de PAS e PAD ao término das sessões, ou seja, conduziram a menores níveis pressóricos em repouso.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Reabilitação Cardíaca, pressão arterial, benefícios do condicionamento físico



ESTUDO DO COMPORTAMENTO DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA DE PACIENTES SUBMETIDOS À FASE III DA REABILITAÇÃO CARDÍACA

Acadêmico: Patrícia Ribeiro (Bolsista do PIC-UNIUBE)

Orientadora: Profª Ms. Fernanda Regina de Moraes

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PIC-PAPE/ UNIUBE

A reabilitação cardíaca é dividida em três fases, sendo que a fase III, realizada através de programas ambulatoriais, procura estimular o paciente a prática regular de atividades físicas. Uma sessão fisioterapêutica da fase III do processo de reabilitação cardíaca é subdividida em aquecimento, condicionamento, desaquecimento e relaxamento, nas quais são realizadas aferições constantes de freqüência cardíaca (FC), para controle do trabalho cardíaco. A etapa final da sessão, que engloba o desaquecimento e o relaxamento, é importante para que as variáveis cardiovasculares retornem aos valores basais do pré-condicionamento. OBJETIVO: Nosso objetivo foi avaliar o comportamento da FC em pacientes submetidos à Fase III da Reabilitação Cardíaca, para análise da efetividade das sessões e atribuições de benefícios cardiovasculares aos pacientes. METODOLOGIA: Foram avaliados 10 pacientes, sexo masculino, submetidos às sessões de Fisioterapia Cardiovascular, fase III do processo de reabilitação cardíaca, no setor de Fisioterapia Cardiovascular e Respiratória da UNIUBE, sendo eles cardiopatas ou portadores de fatores de risco para doenças cardiovasculares. A FC foi aferida através de monitores de freqüência cardíaca (Polar A1TM), compostos por cintas transmissoras acopladas ao tórax e receptores de pulso, que exibem a FC durante os exercícios. A FC foi coletada durante toda sessão de Fisioterapia Cardiovascular e analisada apenas ao início e ao término das sessões, durante 16 semanas de atendimento fisioterapêutico cardiovascular. Foram calculadas médias, em cada semana, das sessões realizadas pelos pacientes. A análise estatística de significância foi realizada a partir do teste não paramétrico de Wilcoxon, com nível de significância a=5%. RESULTADOS: Estão expressos em mediana, FC ao início da sessão foi de 61 batimentos por minuto (bpm) e ao término foi de 50 bpm, com diferença estatisticamente significante (p<0,05), o que indica que a FC foi menor ao término das sessões. Esse é um benefício para o miocárdio e um efeito do treinamento físico adquirido pelos pacientes participantes da Fase III da Reabilitação Cardíaca. CONCLUSÃO: Nossos dados sugerem que as sessões de Fisioterapia Cardiovascular na Fase III da Reabilitação Cardíaca foram eficazes para os pacientes participantes, pois promoveram, entre vários efeitos do treinamento físico, a diminuição da FC ao término das sessões e conduziram aos menores valores desta variável no repouso.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Reabilitação Cardíaca, freqüência cardíaca, benefícios do treinamento físico




ESTUDO SOBRE O SUPERTREINAMENTO EM ATLETAS CORREDORES DE RUA DE UBERABA

Acadêmicos: Carlos Fernando Tomain (Aluno do PIC-UNIUBE)

Orientador: Prof. Dr. Dernival Bertoncello

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Fisioterapia

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
O supertreinamento (overtraining) representa uma resposta individualizada a um desequilíbrio entre o volume de treinamento e a recuperação. Caracteriza-se pelo surgimento de fadiga, o que culmina em uma redução do desempenho do atleta. Os corredores de rua da cidade de Uberaba estão treinando e participando de competições, geralmente maratonas, sem acompanhamento de profissionais ligados à área de Fisiologia do Exercício ou à área de saúde especificamente. Após um conhecimento prévio dos atletas e verificação da existência de sinais e sintomas decorrentes de supertreinamento, surge uma questão: eles estão desenvolvendo sua performance ou prejudicando sua saúde e desempenho? O objetivo central deste trabalho foi analisar os efeitos causados por diferentes freqüências de treinamento em diferentes faixas etárias de corredores de rua. Participaram desta pesquisa 10 corredores de rua da cidade de Uberaba, filiados à Sociedade Atlética Uberabense de Desportistas. Os mesmos foram divididos em grupos, conforme a faixa etária. O critério para o teste inicial foi a ausência de lesões. Foram realizados com eles os testes de Cooper e Corrida de 10 km, que foram analisados de acordo com a freqüência de treinamento por semana. Os atletas foram separados conforme as quantidades de treinamento por semana, conforme coletado em avaliação inicial. Assim, separou-se em: 3 ou 4 vezes de treinamento por semana; 5 ou 6 vezes por semana e 7 vezes por semana. Verificou-se que há um aumento progressivo da distância percorrida (Teste de Cooper) relacionado à freqüência de treinamento por semana (aumento médio de 878 metros na corrida para os atletas que treinavam 7 vezes por semana, em relação aos de 3 ou 4 vezes/semana). Em relação à faixa etária, na categoria de “7 treinamentos por semana”, notou-se um menor rendimento para os atletas com idade acima de 40 anos, comparados aos de 30-35 anos de idade. No que se refere à Corrida de 10 km, os resultados acompanharam os obtidos no Teste de Cooper: o atleta que treina 7 vezes por semana a realiza em menos tempo do que aquele que treina somente 3 ou 4 vezes por semana. Com os resultados obtidos pode-se concluir, a priori, que a freqüência de treinamento interfere no rendimento do atleta, o que foi constatado a partir da realização dos testes de Cooper e de corrida de 10 km. Este trabalho serve como embasamento para pesquisa mais aprofundada sobre a performance de tal esportista.

Área do Conhecimento: Ciências da Saúde


Palavras-chave: supertreinamento, corredores de rua, treinamento

ESTUDO SOBRE O SUPERTREINAMENTO EM ATLETAS CORREDORES DE RUA DE UBERABA E ELABORAÇÃO DE PROTOCOLOS ESPECÍFICOS DE TREINAMENTO

Acadêmicos: Carlos Alberto de Queiroz Júnior (Aluno do PIC/UNIUBE)

Orientadora: Prof. Dr. Dernival Bertoncello

Instituição: Universidade de Uberaba Curso de Fisioterapia

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE

A atividade física regular produz melhorias fisiológicas mensuráveis. A magnitude dessas melhorias depende de muitos fatores, incluindo estado inicial de aptidão, idade, biótipo e volume de treinamento. As corridas de rua normalmente são disputadas em percursos que variam de 7 a 42 km. A principal valência exigida para o treinamento é a resistência aeróbica para cada atleta alcançar o máximo rendimento dessa performance através de trabalho quantitativo, ou seja, à necessidade de treinar 7 vezes por semana para se chegar ao alto nível. Essa alta exigência de preparo físico pode gerar sintomas do supertreinamento (overtraining), que representam respostas individualizadas a um desequilíbrio entre o volume de treinamento e a recuperação. O objetivo deste trabalho foi analisar os efeitos causados por um treinamento com orientação não direcionada para atletas de modalidades esportivas específicas (corredores de rua). Participaram desta pesquisa 12 corredores de rua da cidade de Uberaba, filiados à Sociedade Atlética Uberabense de Desportistas. Os mesmos foram divididos em dois grupos, os que receberam orientação para treinamento (Orientados) e os que não receberam orientação para treinamento (Não Orientados). Foram realizados com eles os testes de Cooper e Corrida de 10 km, no início e no final do estudo. Ainda, verificou-se, através de um questionário de acompanhamento durante os treinamentos, os principais sintomas que os mesmos apresentaram durante 4 meses de intervalo entre a primeira e a segunda corrida do circuito de Corrida de Rua de Uberaba. Quando comparados os dois grupos, Orientados e Não Orientados, quanto ao resultado inicial e final do Teste de Cooper, verifica-se que os atletas Orientados tiveram melhor rendimento do que os atletas Não Orientados, que treinaram conforme suas próprias decisões. Em relação à Corrida de 10 km, também verificou-se que cinco dos seis atletas Orientados apresentaram melhora do tempo de corrida. O mesmo não ocorreu para os atletas do grupo Não Orientados. Os principais sintomas de supertreinamento, característicos da categoria de atletas Não Orientados, foram “lesões ou dores articulares” e “dores musculares nas coxas e pernas”, além de “depressão”, o que indica a desmotivação devida à falta de acompanhamento. Pôde-se analisar que o grupo de atletas Orientados apresentaram, de modo geral, menos sintomas de overtraining, do que os atletas Não Orientados. Nota-se a importância da orientação, por parte de um profissional da área de saúde esportiva, para que o atleta tenha melhor resultado em sua atuação. Verifica-se que os atletas desconhecem a necessidade de estar sempre sendo reavaliados e orientados por profissionais que utilizam metodologia científica de treinamento desportivo, para identificação precoce das síndrome do supertreinamento e para elaboração de programas para aceleração da recuperação sem grande déficit da performance.

Área do Conhecimento: Ciências da Saúde
Palavras-chave: supertreinamento, corredores de rua, treinamento, overtraining

FONOAUDIOLOGIA ESCOLAR: O QUE SABEM OS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO INFANTIL?

Acadêmico: Carlos Henrique Baldo do Nascimento (Aluno do PIC-UNIUBE)

Orientadora: Profª Ms. Ana Rita Campos Barbosa

Co-orientador: Prof. Gilberto de Araújo Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE


Este trabalho foi realizado por meio de pesquisa de campo, tendo com base literatura especializada na área, levantamento histórico e dados dos roteiros de questões fechadas. O objetivo deste estudo foi analisar o que os professores de educação infantil da rede Pública Municipal da cidade de Uberaba sabem sobre a atuação fonoaudiológica em escolas. A metodologia utilizada foi a aplicação de um roteiro de 10 questões fechadas, buscando o conhecimento de 58 professores sobre a Fonoaudiologia Escolar. Após aplicação do roteiro, foi realizada a análise dos dados, tabulando as respostas para análise quantitativa, utilizando procedimento estatístico do tipo descritivo, com resultados organizados em tabelas e apresentados em valores absolutos e porcentagem. Concluímos que a Fonoaudiologia não é conhecida no meio escolar. Para os professores a atuação fonoaudiológica em escolas se restringe ao diagnóstico e reabilitação dos problemas fonoaudiológicos. Não é citado nas respostas a idéia de prevenção. A classe fonoaudiológica deve redimensionar a área, permitindo o desenvolvimento do campo fonoaudiológico.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Fonoaudiologia escolar- Realidade escolar



FREQÜÊNCIA DE DEPRESSÃO NOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DO CURSO DE CIÊNCIAS AERONÁUTICAS ASSOCIADA A ALGUMAS VARIÁVEIS DE INTERESSE

Acadêmico: Cristiana Chaves Aveiro (Bolsista do PIC-UNIUBE)


Orientador: Prof. Dr. João Eduardo Caixeta Ribeiro

Co-orientador: Prof. Ms. Gilberto Araújo Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PIC-PAPE/ UNIUBE

A depressão se caracteriza por episódios de tristeza a sentimentos de inutilidade, acarretando prejuízo nas atividades cotidianas do indivíduo. Atualmente pode ser considerada como um dos principais transtornos de nossa época; sendo causada por multifatores que se interrelacionam e geram comportamentos que o indivíduo apresenta como resposta em seu meio. Quadros depressivos determinam prejuízos nas esferas pessoal e familiar e acometem, sobretudo, adultos jovens, entre 20 e 30 anos, atingindo duas vezes mais mulheres do que homens. A depressão é considerada um transtorno com altos níveis de comorbidade. O período de graduação é um período de transformações sociais, familiares e econômicas, caracterizando-se como uma fase estressante na vida do adolescente. O piloto aeronáutico está exposto cotidianamente a algumas situações no seu trabalho que podem gerar desconfortos na sua atividade profissional e pessoal, acarretando aspectos característicos da depressão. No curso de ciências aeronáuticas, a predominância dos alunos é do sexo masculino. A profissionalização do estudante desse curso remete à interação com as condições de trabalho de um piloto aeronáutico profissional, fazendo necessária uma avaliação psicológica quanto aos aspectos depressivos. O objetivo do presente trabalho foi avaliar o escore e indicativo de depressão em alunos de Ciências Aeronáuticas, associar o escore e o indicativo de depressão com sexo, idade, período do curso e origem; e comparar descritivamente os resultados com o estudo anterior realizado nos alunos de curso de psicologia da UNIUBE. Foram avaliados 60 alunos do curso de Ciências Aeronáuticas através do Self Reporting Questionare (SRQ-20) sendo que 3 questionários foram excluídos por inconsistência de respostas. Foi feita análise descritiva dos dados através do teste Exato de Fisher para associar as variáveis envolvidas. Dos 57 questionários analisados 12,3% apresentaram depressão. O maior número de casos cursava o sexto período da graduação; tinham idade entre 17 e 22 anos e eram provenientes de outras cidades (71,4%). Fatores relacionados com a entrada na universidade e no mercado de trabalho podem acarretar depressão, bem como a imaturidade de estudantes que estão finalizando o período de adolescência. Outro aspecto observado é que nem sempre a família oferece o apoio necessário para o estudante. Assim, estudantes do curso de Ciências Aeronáuticas apresentaram indicativo para o transtorno depressivo, principalmente naqueles do último período da graduação. Acompanhamento psíquico deve ser considerado para este grupo de futuros profissionais.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Depressão – Estudante – Ciências Aeronáuticas – Auto-registro

IDENTIFICANDO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COMO FATOR DE RISCO AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: CLÍNICA DE PSICOLOGIA

Acadêmico: Letícia Borges Antonialli (Aluna do PIC-UNIUBE)

Orientadora: Profª Ms. Maria Paula Panúncio Pinto

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Terapia Ocupacional

A violência interpessoal doméstica (VIP) tem sido assumida como importante fator de risco ao desenvolvimento infantil. Os agravos á saúde podem emergir ao longo do curso de vida e a literatura relata de forma extensa os sintomas que podem ser associados aos tipos de violência doméstica: atraso no desenvolvimento neuro-psico-motor, problemas de aprendizagem, alterações em memória e atenção, agressividade, passividade ou timidez extremas, depressão, abuso de sustâncias, delinqüência, isolamento, além de sintomas orgânicos de todas as ordens. Investigar a presença de violência doméstica como fator de risco ao desenvolvimento de crianças de 0 a 12 anos, atendidas na Clínica de Psicologia da Universidade de Uberaba no período de agosto de 2001 à julho de 2002; categorizar todos os fatores ambientais de risco presentes nos prontuários; identificar os tipos de violência doméstica presentes nos casos atendidos no período em questão e qualificá-los; relacionar o tipo de violência doméstica identificada com as alterações no desenvolvimento presentes nos casos atendidos. Roteiro para coleta e análise de dados a partir dos indicadores presentes na literatura; leitura e análise dos prontuários. Os resultados obtidos até o momento apontam, de forma geral, para o fato de que os profissionais da saúde não estão atentos a questões sobre violência doméstica, pois poucos indicadores foram relatados. Especificamente em relação à Clínica de Psicologia, onde foram estudados 104 prontuários, observa-se que estes enfocam a queixa, a patologia e o procedimento, porém, o diagnóstico dificilmente é abordado. Percebe-se também, que há um grande número de crianças que abandonaram o tratamento sem justificativa, além de não existir um programa que permita separar os prontuários por data. Os resultados encontrados até o momento corroboram achados de pesquisas realizadas no mundo todo: os profissionais da saúde não estão esclarecidos sobre a gravidade do fenômeno da VIP e não estão preparados para identificar os indicadores e agir em defesa das vítimas. Além disso, o conceito de saúde e a visão global que os profissionais desenvolvem sobre os sujeitos de sua intervenção parecem confirmar o antigo olhar centrado na queixa e na patologia: justamente a visão de saúde como processo individual, sem considerar os determinantes históricos e sociais.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Violência Interpessoal Doméstica, Desenvolvimento Infantil, Saúde

IDENTIFICANDO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COMO FATOR DE RISCO AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: CLÍNICA DE TERAPIA OCUPACIONAL E FONOAUDIOLOGIA

Acadêmico: Kize Maria Constantina Pantaleão Pereira (Aluna do PIC-UNIUBE)


Orientadora: Profª Ms. Maria Paula Panúncio Pinto

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Terapia Ocupacional


A violência interpessoal doméstica (VIP) tem sido assumida como importante fator de risco ao desenvolvimento infantil. Os agravos á saúde podem emergir ao longo do curso de vida e a literatura relata de forma extensa os sintomas que podem ser associados aos tipos de violência doméstica: atraso no desenvolvimento neuro-psico-motor, problemas de aprendizagem, alterações em memória e atenção, agressividade, passividade ou timidez extremas, depressão, abuso de sustâncias, delinqüência, isolamento, além de sintomas orgânicos de todas as ordens. Investigar a presença de violência doméstica como fator de risco ao desenvolvimento de crianças de 0 a 12 anos, atendidas nas Clínicas de Terapia Ocupacional e Fonoaudiologia da Universidade de Uberaba no período de agosto de 2001 à julho de 2002; categorizar todos os fatores ambientais de risco presentes nos prontuários; identificar os tipos de violência doméstica presentes nos casos atendidos no período em questão e qualificá-los; relacionar o tipo de violência doméstica identificada com as alterações no desenvolvimento presentes nos casos atendidos. Roteiro para coleta e análise de dados a partir dos indicadores presentes na literatura; leitura e análise dos prontuários. Os resultados obtidos até o momento apontam, de forma geral, para o fato de que os profissionais da saúde não estão atentos a questões sobre violência doméstica. Especificamente em relação à Clínica de Terapia Ocupacional, os prontuários contêm informações sobre queixa, patologia, diagnóstico e procedimentos. Verifica-se algumas considerações em relação aos fatores ambientais, não sendo necessário buscar informações em outras clínicas. Assim foram analisados 28 prontuários, encontrando resultados satisfatórios frente aos dados pesquisados. Em relação a Clinica de Fonoaudiologia tem-se uma dificuldade em relação ao diagnóstico, que não se encontra nos prontuários e outros dados relacionados ao histórico familiar. Assim torna-se necessário buscar em outras clínicas dados para completar o preenchimento dos roteiros. Foram analisados aproximadamente 90 prontuários e outros foram excluídos por não conterem o ano de atendimento. Os resultados encontrados até o momento corroboram achados de pesquisas realizadas no mundo todo: os profissionais da saúde não estão esclarecidos sobre a gravidade do fenômeno da VIP e não estão preparados para identificar os indicadores e agir em defesa das vítimas. Além disso, o conceito de saúde e a visão global que os profissionais desenvolvem sobre os sujeitos de sua intervenção parecem confirmar o antigo olhar centrado na queixa e na patologia: justamente a visão de saúde como processo individual, sem considerar os determinantes históricos e sociais.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Violência Interpessoal Doméstica, Desenvolvimento Infantil, Saúde



IDENTIFICANDO A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA COMO FATOR DE RISCO AO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: CLÍNICA DE FISIOTERAPIA

Acadêmico: Cecília Moraes Jabur (Aluna do PIC-UNIUBE)

Orientadora: Profª Ms. Maria Paula Panúncio Pinto

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Terapia Ocupacional


A violência interpessoal doméstica (VIP) tem sido assumida como importante fator de risco ao desenvolvimento infantil. Os agravos á saúde podem emergir ao longo do curso de vida e a literatura relata de forma extensa os sintomas que podem ser associados aos tipos de violência doméstica: atraso no desenvolvimento neuro-psico-motor, problemas de aprendizagem, alterações em memória e atenção, agressividade, passividade ou timidez extremas, depressão, abuso de sustâncias, delinqüência, isolamento, além de sintomas orgânicos de todas as ordens. Investigar a presença de violência doméstica como fator de risco ao desenvolvimento de crianças de 0 a 12 anos, atendidas na Clínica de Fisioterapia da Universidade de Uberaba no período de agosto de 2001 à julho de 2002; categorizar todos os fatores ambientais de risco presentes nos prontuários; identificar os tipos de violência doméstica presentes nos casos atendidos no período em questão e qualificá-los; relacionar o tipo de violência doméstica identificada com as alterações no desenvolvimento presentes nos casos atendidos. Procedimentos Metodológicos: roteiro para coleta e análise de dados a partir dos indicadores presentes na literatura; leitura e análise dos prontuários. Os resultados obtidos até o momento apontam, de modo geral, para o fato de que os profissionais da saúde não estão atentos a questões sobre violência doméstica. Os prontuários contêm apenas informações sobre queixa, patologia, diagnóstico e procedimentos. Especificamente em relação à Clínica de Fisioterapia, onde foram estudados 20 prontuários, observa-se que estes, geralmente, apresentam informações fragmentadas, o que leva à necessidade de pesquisar os prontuários de outras clínicas. É possível, ainda, levantar algumas dificuldades encontradas: não há uma integração entre as clínicas; e o acesso aos prontuários é restrito, não havendo um registro (controle) que possibilita o acesso ao total de prontuários do período pesquisado. Os resultados encontrados até o momento corroboram achados de pesquisas realizadas no mundo todo: os profissionais da saúde não estão esclarecidos sobre a gravidade do fenômeno da VIP e não estão preparados para identificar os indicadores e agir em defesa das vítimas. Além disso, o conceito de saúde e a visão global que os profissionais desenvolvem sobre os sujeitos de sua intervenção parecem confirmar o antigo olhar centrado na queixa e na patologia: justamente a visão de saúde como processo individual, sem considerar os determinantes históricos e sociais.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Violência Interpessoal Doméstica, Desenvolvimento Infantil, Saúde



INFLUÊNCIA DA CONTAMINAÇÃO COM SANGUE E FORMAS DE TRATAMENTO DA

DENTINA NA RESISTÊNCIA ADESIVA DE CIMENTO RESINOSO

Acadêmicos: Michelle Couto Abdalla

Rodrigo Carvalho de Paula

Orientador: Prof. Dr. Carlos José Sores

Co-orientadores: Prof. Paulo Sérgio Quagliatto

Prof. Fernando Nascimento

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia -UFU

O objetivo foi avaliar a influência da contaminação com sangue em diferentes etapas da restauração na união do cimento resinoso à dentina. Foram selecionados 120 incisivos bovinos, recém extraídos. A porção central da coroa foi embutida em resina e a dentina superficial exposta com lixas n.600. Uma área de 3mm recebeu os tratamentos; G1) condicionamento ácido (CA), aplicação do adesivo Single Bond(SB), fixação do cilindro de resina (RI) com cimento; G2) CA, contaminação com sangue(CS), secagem (SE), SB, RI; G3- CA. CS, lavagem (LA), SB, RI; G4) CA, CS, LA, CA, SB, RI; G5) CA, SB, CS, SE, RI; G6) CA, SB, CS, LA, RI; G7) CA, SB, CS, LA, SB, RI e G8) CA, SB, CS, LA, CA, SB, RI. O cimento foi aplicado no cilindro de resina indireta que foi posicionado sob carga de compressão de 500 gramas por 5 minutos e foto-ativado por 40 segundos por face. Após 24 horas as amostras foram submetidas ao ensaio de cisalhamento em máquina de ensaio universal, EMIC 500 DL, velocidade 0.5 mm/min.. A resistência adesiva determinada pela relação entre a carga máxima e a área aderida e as amostras foram analisadas para definição do padrão de fratura. Os dados foram então submetidas a análise de variância e teste de Tukey (p< 0.05). Os resultados em MPa foram: G1: 11.6(3.8)a; prévio ao adesivo: G4: 8,4 (2.1)b; G3: 7,3(3,2)b; G2: 2,9(1,2)c; e pós-adesivo G7: 8,3(1,9)b; G5: 7,6(2,0)b; G6: 7,1(2,0)b; G8: 6,7(1,1)b.A contaminação com sangue em qualquer momento do procedimento adesivo e frente a qualquer pós-tratamento influencia negativamente na resistência adesiva do cimento resinoso.


Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Adesão; Contaminação com sangue; Cisalhamento; Cimento Resinoso

INFLUÊNCIA DA NATAÇÃO NO CRESCIMENTO DE MENINAS

Acadêmico: Renata Zago Maneira

Sana Durante Vieira Guimarães

Élen Rodrigues de Araújo

Fabiano Corrêa Gomes

Orientador: Prof. Dr. Antônio Carlos Shimano

Instituição: Universidade de Uberaba – Curso de Fisioterapia

A atividade física geralmente aciona uma série de reações metabólicas que degradam as moléculas de carboidratos, gorduras e proteínas para obter compostos de adenosina trifosfato (ATP), o qual fornece energia para as contrações musculares. Neste caso, a mobilização dessas fontes energéticas pode reduzir os níveis de insulina e estimular a produção e a liberação de glucagon, das catecolaminas, do cortisol e inclusive o do hormônio de crescimento (GH). A natação é um dos esportes que envolvem e ativa a grande maioria dos músculos do indivíduo. A metáfise de crescimento em crianças ainda está aberta e a natação é um esporte que pode estimular o crescimento ósseo. Portanto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da natação no crescimento de crianças do sexo feminino na faixa etária de 5 a 11 anos. Esta pesquisa foi realizada em 28 crianças. A pesquisa consistiu de 2 grupos, sendo: GP - grupo de 14 crianças que praticam a natação e GNP – grupo de 14 crianças que não praticam natação. As medidas foram realizadas em crianças do SESC de Uberaba, Escola Municipal de Uberaba e na Escola de Natação Hidrovida. Foram observadas somente as crianças que praticam a natação á mais de 2 anos.Além das alturas, foram realizadas medidas dos comprimentos dos braços e antebraço. As medidas foram realizadas utilizando uma fita métrica padrão. Foram realizadas as medidas das alturas aparentes com as crianças encostadas na parede. O braço foi medido tomando como referência desde do acrômio até a linha articular do cotovelo. O antebraço foi medido tomando como referência a linha articular do cotovelo até a articulação do punho. A análise estatística utilizada para realizar a comparação entre os grupos foi o teste t de Student, tomando como referência o nível de significância de 5%. Os resultados encontrados nas crianças que praticam a natação, a altura média foi de (134  17) cm e para os que não praticam foi de (121  16) cm. Na comparação entre os dois grupos foi verificado que houve diferença estatisticamente significativa (p=0,041). A média dos comprimentos dos braços das meninas que praticam natação foi de (24,0  3,7) cm e as que não praticam foi (21,1  2,5) cm, realizando a comparação entre os dois grupos, foi verificado que houve diferença estatisticamente significativa (p=0,023). A média dos comprimentos dos antebraços dos que praticam natação foi de (20,3  3,0) cm e dos que não praticam foi de (17,6  2,8) cm. A comparação entre os grupos mostra que houve diferença significativa (p=0,022). Estes resultados encontrados mostram que a natação pode influenciar no crescimento de crianças de maneira significativa.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Natação, crescimento, crianças



INFILTRAÇÃO MARGINAL DE RESTAURAÇÕES DIRETAS E INDIRETAS EM COMPÓSITO COM TÉRMINO EM ESMALTE E DENTINA


Acadêmico: Lidiane Oliveira Martins de Araújo

Orientador: Prof. Dr. Carlos José Soares

Co-orientadores: Prof. Alfredo Júlio Fernandes Neto

Prof. Paulo Vinícius Soares


Prof. Rodrigo Borges Fonseca

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia - UFU

Órgão Financiador: FAPESP

Os autores propuseram avaliar através de mensuração em microscopia ótica, a adaptação e o selamento marginal de restaurações diretas e indiretas em compósitos. Foram empregados 30 incisivos bovinos que receberam dois preparos parciais expulsivos, com término em dentina ou esmalte, a serem restaurados um pela técnica direta, empregando resina composta Z250 + Single Bond e o outro pela técnica indireta, empregando restauração em Solidex (Shofu)(3M) fixada com Rely X + Single Bond (3M). Cada grupo foi constituído de 15 restaurações, totalizando assim 60 restaurações. As amostras foram armazenadas em 100% de umidade, a 37°C por 24 horas. Os dentes foram recobertos com adesivo a base de cianoacrilato e duas camadas de esmalte para unha, distando 1 mm da margem da restauração, e então imersas em solução de nitrato de prata a 50%, por 24 horas em recipiente isento de luz. Então, foram lavadas e imersas em solução reveladora por 6 horas, exposta a luz fluorescente. Os dentes foram seccionados no sentido mésio-distal, no centro da restauração, obtendo-se duas porções. As amostras foram polidas e, uma secção foi submetida à análise em microscopia ótica de medição (Olimpus, Japan) verificando: a penetração do corante classificando em níveis de infiltração por escores. Os valores de escores foram submetidos à análise estatística por meio de teste não paramétrico de Kruskal-Wallis (a=0,05). Os valores foram analizadas através do teste KAPPA e depois pelo teste de Kruskall-Wallis. Os respectivos resultados para este teste foram: Restaurações diretas/Término em dentina (DD): 44.400c; restaurações diretas/Término em esmalte (DE): 25.300a; Restaurações indiretas/ Término em dentina (ID): 31.700b; Restaurações indiretas/ Término em esmalte (IE): 20.600a. Pode-se concluir com a metodologia empregada neste estudo que a adaptação marginal em esmalte foi sempre superior àquela encontrada em dentina, e ainda que a técnica restauradora indireta mostrou-se mais efetiva na prevenção da infiltração marginal apenas para o grupo com término em dentina.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: microscopia ótica, restauração direta, restauração indireta,infiltração marginal



INFILTRAÇÃO MARGINAL EM CAVIDADES CERVICAIS-EFEITO DO MATERIAL

DE PROTEÇÃO PULPAR

Acadêmicos: Michelle Costa Mendes

Janaína Carla Pereira

Gisele Rodrigues da Silva

Orientador: Prof. Dr. Carlos José Soares

Co-orientadores: Prof. Paulo Ségio Quagliatto

Prof. Dr. Henner Alberto Gomide

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia – UFU

Órgão Financiador: FAPEMIG, CNPq

Este trabalho se propõe comparar a infiltração marginal em cavidades cervicais restauradas com resina composta associada a adesivos dentais ou ionômero de vidro. Quarenta pré molares recém extraídos com 4 grupos de estudo (n=10): G1- Vitrebond/A110; G2- Vidrion F/A110; G3- Scotchbond Multi- uso(SBMU)/A110; G4- Single Bond/A110. Em cada dente foram preparadas duas cavidades, uma vestibular e outra lingual ou palatina. Objetivando impedir a penetração indesejável do corante, foram aplicadas duas camadas de esmalte para unha. Os dentes foram imersos em solução de Rodamina B a 0,2% por 24 horas a 37C. Decorrido este período os dentes foram lavados por 5 minutos e deixados secar - 6 hs. Em seguida, foram seccionados ao meio, no sentido vestíbulo-lingual e a análise da infiltração feita em lupa estereoscópica em aumento de 10X. Os dados foram submetidos a análise por teste de Kappa e teste não paramétrico Kruskall-Wallis (p<0,05). A infiltração em dentina no grupo de cimento ionomérico convencional (Vidrion F - 54,2) foi superior aos demais grupos: Vitrebond - 38,6, SBMU - 34,12 e Single Bond - 35,8. Para a margem em esmalte não se verificou diferenças significantes (p=1 - Vidrion F: 42,6; Vitrebond: 41,47; SBMU: 38,12; Single Bond 39,8). A infiltração marginal foi sempre superior na margem em dentina que em esmalte. O ionômero de vidro convencional com protetor em cavidades em margem em dentina resultou em infiltração estatisticamente superior aos demais grupos.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Infiltração marginal, cavidades cervicais, sistemas adesivos, ionômero de vidro




INFLUÊNCIA DA CIMENTAÇÃO PROVISÓRIA E DO MÉTODO DE LIMPEZA DO

PREPARO NA CIMENTAÇÃO DEFINITIVA COM CIMENTO RESINOSO

Acadêmico: Janaina Carla Pereira

Orientador: Prof. Dr. Carlos José Soares

Co-orientadores): Prof. Rodrigo Borges Fonseca

Prof. Alfredo Júlio Fernandes Neto
Prof. Dr. Henner Alberto Gomide

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia – UFU

Órgão Financiador: FAPEMIG

O propósito deste estudo foi avaliar o efeito da cimentação provisória na fixação adesiva de restaurações de compósitos. Foram selecionados 40 incisivos bovinos, os quais tiveram a dentina superficial exposta. Restaurações provisórias em resina acrílica foram cimentadas com três cimentos: hidróxido de cálcio, Dycal (HC), óxido de zinco e eugenol, Provy (ZOE) e óxido de zinco sem eugenol, Tempbond NE (ZNE). Após sete dias em 100% de umidade a 37°C, as restaurações foram removidas e a dentina submetida a três tipos de tratamento por 10 segundos : 1 - limpeza com cureta; 2 - profilaxia com pedra pomes; 3 - jateamento com óxido de alumínio 50mm. Em seguida, restaurações indiretas (Filtek Z250 -3M/ESPE) foram fixadas com, Single Bond e Rely X (3M-ESPE). Os dentes foram seccionados, obtendo-se 4 fatias por grupo (n=16), submetidos à constrição na interface adesiva (1mm2). As amostras foram fixadas em dispositivo para microtração, acoplado a máquina de ensaio universal (Instron - 4411). O teste de tração foi aplicado com velocidade de 0,5mm/min e os valores submetidos à ANOVA fatorial 2X1 e teste de Tukey (a=0,05). As médias foram (MPa): HC1- 15,98±3,22; HC2- 20,36±3,99; HC3- 27,21±3,76; ZOE1- 20,73±5,29; ZOE2- 26,1±5,63; ZOE3- 28,31±3,77; ZNE1- 24,25±4,06; ZNE2- 25,39±3,1; ZNE3- 28,28±3,29. ANOVA mostrou que houve diferença no fator cimento (ZOa; ZOEab; HCb) e para o fator técnica de limpeza (3a; 2ab; 1b) porém não houve diferença na interação. O tipo de cimento e o método de limpeza da cavidade podem influenciar na resistência da fixação adesiva de restaurações indiretas.


Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: cimento resinoso ,cimento provisório, restaurações de compósitos, adesão, método de limpeza



INFLUÊNCIA DA IDADE NA CIFOSE

Acadêmicos: Kellen Ferreira de Freitas Gomes

Fernanda Lopes Ataíde

Mariana Isabel da Silva Paiva

Viviane Deise de Almeida

Orientador: Prof. Dr. Antônio Carlos Shimano

Instituição: Universidade de Uberaba - Curso de Fisioterapia

A cifose é o aumento da convexidade posterior da curva torácica, e no caso do senil refere-se ao dorso curvo rígido associado com o colapso dos discos intervertebrais. A idade é um fator onde provoca o desgaste natural das estruturas, que geralmente não há ocorrência de dores acentuados, a acomodação se faz naturalmente. Principalmente, nas mulheres a perda de massa óssea ocorre com maior intensidade na menopausa. Esta perda ocorre devido a queda de estrógenos circulantes e neste caso o processo de reabsorção é mais acentuado. O objetivo deste trabalho foi realizar medidas reais e aparentes das alturas nas pessoas com idade acima de 55 anos de idade de ambos os sexos. As medidas foram realizadas em 31 pessoas do Asilo São Vicente de Paula e do Bairro Abadia. Foram realizadas medidas de 18 mulheres e 13 homens. As medidas da altura real foram realizadas da parte superior do crânio ao calcâneo e a altura aparente com as pessoas encostadas na parede. Para as medidas foi utilizada uma fita métrica padrão. A média de idade dos homens foi de (75,8  8,4) anos e para as mulheres de (72,5  10,8) anos. A altura real dos homens foi de (171,0  9,8) cm e das mulheres de (155,8  7,3) cm. A altura aparente dos homens foi de (164,9  9,1) cm e das mulheres foi de (150,5  6,4) cm.. A diferença entre as medidas real e aparente nos fornece o quanto que uma pessoa tem de cifose. No caso dos homens a diferença média foi de 6,4 cm e para as mulheres foi de 8,7 cm. A diferença maior foi observada nas mulheres o que confirma a influência, da incidência de perdas de massa óssea, principalmente na região da coluna vertebral, ocasionando as curvaturas importantes.

Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Cifose, idosos, medida real, medida aparente




INFLUÊNCIA DA SACAROSE SOBRE O CRESCIMENTO, METABOLISMO E MORFOLOGIA

DE Streptococcus mutans


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