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ESTUDO DA MORFO-ANATOMIA DE PLANTAS MEDICINAIS COLETADAS NA RESERVA NATURAL DE CERRADO/MATA DA FAZENDA ESCOLA DA UNIVERSIDADE DE UBERABA
Acadêmico(s): Viviane Cristina Gumiero (bolsista do PIBIC-UNIUBE)

Orientador(a): Profª. Ms. Tatiana Reis Vieira

Co-orientador(a): Profª. Drª. Elizabeth Uber Bucek

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-UNIUBE
A grande diversidade estrutural e a elevada riqueza das espécies de plantas do Cerrado, inclusive as plantas medicinais encontram-se ameaçadas de extinção. O presente trabalho tem como objetivo conhecer a morfologia e anatomia das espécies Strypnodendron adstringens (Mar.t) Coville, Luehea grandiflora Mart. et Zucc., Rudgea viburnoides (Cham.) Benth., Piper aduncum L., e Curatella americana L. conhecidas como medicinais pertencentes ao bioma Cerrado. O material botânico foi coletado na Fazenda Escola da Universidade de Uberaba, fixados em FAA 70%, desidratados, incluídos em parafina e seccionados em micrótomo rotativo. Os cortes foram corados com Azul de Ancião, fucsina básica e montados em bálsamo do Canadá. Para observação das epidermes, utilizou-se a técnica de diafanização. As espécies Piper aduncum, Luehea grandiflora e Curatella americana apresentam folhas simples, alternas, sendo as de Rudgea viburnoides opostas e de Strypnodendron adstringens ramificadas bipinadas, alternas. Em secção transversal as folhas das espécies estudadas são dorsiventrais, hipoestomática, exceto Curatella americana que apresenta mesofilo isobilateral. A epiderme é estratificada em Piper aduncum, Rudgea viburnoides com presença de tricomas tectores unisseriados pluricelulares e unisseriada nas demais espécies, com tricomas sésseis distribuídos em ambas as epidermes de Curatella americana. Observou-se no caule de Piper aduncum e Rudgea viburnoides a presença de cutícula espessa e células secretoras em Luehea grandiflora. O estudo das características morfológicas e anatômicas são importantes na identificação do vegetal e na elaboração de um padrão Farmacognóstico e Farmacobotânico.
Área conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras chaves: plantas medicinais, cerrado, morfologia e anatomia.


CONFECÇÃO E TESTES PRELIMINARES DE UM APARELHO PARA MEDIÇÃO DA FORÇA MUSCULAR DO PERÍNEO
Acadêmico(s): Laura Peghini

Emília Carolina do Carmo Borges

Sarah Fakher Fakhouri

Orientador(a): Profa. Ms. Alessandra da Cunha

Co-orientador(a): Profa. Ms. Tatiane Flores Ribeiro

Prof. Dr. Antonio Carlos Shimano

Instituição: Universidade de Uberaba/Fisioterapia

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE


O períneo é formado por um conjunto muscular, ligamentar e fascial que se situa abaixo da abertura inferior da pelve, cujas funções são suportar e mantém as vísceras abdominopélvicas, e manter a continência. A fraqueza da musculatura perineal acarretará um aumento da pressão intra-abdominal e pode provocar o desenvolvimento de disfunções como a incontinência urinária por esforço. Os exercícios de contração muscular voluntária têm sido um dos recursos fisioterapêuticos mais eficientes no tratamento das disfunções, pois melhora o trofismo, o controle motor, a satisfação sexual e a propriocepcão. A integridade e força de contração da musculatura perineal devem ser avaliadas antes e durante o tratamento fisioterapêutico, por exame digital ou por um perineômetro. Porém, atualmente os perineômetros oferecem uma informação qualitativa quanto à contração muscular. Este trabalho teve por objetivo desenvolver e testar um equipamento capaz de quantificar as medidas de força muscular em kgf da musculatura perineal. O equipamento foi confeccionado em alumínio, tendo como estrutura básica a haste de compressão (introduzida no intróito vaginal) e o suporte que fixa a célula de carga, utilizada para mensurar a força de compressão exercida na haste através de um mecanismo de alavanca. O sinal da célula de carga é lido por uma ponte de extensiometria portátil, interligada ao aparelho. Inicialmente a confecção deste aparelho, realizou-se um levantamento bibliográfico das medidas ideais do comprimento e espessura da haste de compressão, baseados no local de máxima força dos músculos perineais e no diâmetro do canal vaginal. Para confirmar as dimensões do aparelho foram realizados teste preliminares em um boneco anatômico articulado e em cortes genitais femininos, sendo a haste de compressão revestida com preservativo masculino durante a realização dos testes. A utilização de uma célula de carga, permite a mensuração quantitativa da força muscular perineal por um sistema de alavanca, estando portanto de acordo com os objetivos propostos. Considerando que o local de máxima força muscular do períneo se localiza a 3,5cm do intróito vaginal, que o diâmetro e a profundidade do canal vaginal são em média de 2,5cm e 10cm respectivamente, com a realização dos testes preliminares, constatou-se que as dimensões do equipamento estavam de acordo com a anatomia da genitália feminina, sem apresentar desproporção em relação à estrutura anatômica. Foi possível projetar, desenvolver e testar um equipamento compatível com a estrutura anatômica capaz de mensurar a força muscular do assoalho pélvico, possivelmente útil no diagnóstico precoce de uma fraqueza perineal.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: força muscular do assoalho pélvico, perineômetro, bioengenharia.



PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE UMA PRÓTESE PROVISÓRIA PARA AMPUTADOS DE MEMBRO INFERIOR
Acadêmico(s): Rodrigo César Rosa

Ugo Borges Pinheiro

Orientador(a): Prof. Dr. Antônio Carlos Shimano

Co-orientador(a): Profª. Adriana Edler Macagnan

Instituição: Universidade de Uberaba/Fisioterapia

Órgão Financiador: PIBIC-UNIUBE


Os membros inferiores possuem funções de extrema importância, como a de sustentação da massa corporal e locomoção. A perda parcial ou total de um ou dos dois membros, acarreta limitações importantes para o indivíduo. Considerando o período de tratamento da região amputada, bem como o período de treinamento da marcha, é importante que o paciente utilize uma prótese durante o programa de reabilitação. Portanto, deve-se sempre discutir a possibilidade de uma protetização imediata. Uma prótese imediata ou intermediária permite treinamento de apoio e marcha pouco tempo após a amputação. A prótese provisória é um recurso essencial no treinamento do amputado pois visa a adaptação do paciente a uma prótese definitiva, que exige maior suporte de peso e permite que ele adquira equilíbrio e habilidade para locomoção e atividades de vida diária.Com a proposta de diminuir os custos das próteses, principalmente das importadas, a confecção de uma prótese nacional é importante e relevante para os pacientes com menos recursos. Assim, o objetivo deste trabalho foi projetar e desenvolver um modelo de Prótese Provisória transtibial de baixo custo com utilização de tecnologia nacional. A prótese foi dividida em quatro partes principais: a base de apoio, o sistema de alongamento, o soquete e o sistema pneumático. A base de apoio (plataforma dos pés) foi confeccionada utilizando uma prancha de madeira, moldada na forma de um semicírculo (abaulada), com comprimento de 25cm, largura de 15cm e altura de 5cm. A região convexa da base de apoio, foi revestida por uma borracha anti-derrapante. Confeccionou-se o sistema de alongamento em dura alumínio, sendo constituído por dois alongadores: um com curso variando em média de 15cm a 30cm e o outro variando em média de 35cm a 45cm. O soquete foi confeccionado em uma forma cônica, utilizando polipropileno, com medidas de 36cm de altura, diâmetro superior de 19,5cm e o inferior de 14,5cm. O sistema pneumático ficou composto por um manômetro, uma pêra, quatro manguitos fixados a duas abrasadeiras de aparelhos de esfigmomanômetro. A massa total da prótese é de 3,6kg. Para aplicação inicial e determinação de possíveis e novos ajustes, foi realizado um treino de marcha, utilizando a prótese em um paciente amputado transtibial, que possibilitou sua formatação final. O treinamento de marcha utilizando a prótese possibilitou melhor locomoção do paciente, bem como manutenção de equilíbrio por tempo necessário para realização de exercícios pertinentes à sua terapêutica. Os resultados demonstraram que a prótese provisória parece ser segura, confiável e permite um ajuste adequado aos diferentes níveis de amputação transtibial.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: prótese provisória, amputação transtibial, treino de marcha.



EDUCAÇÃO E ASSISTÊNCIA: ESTUDO DE CASO DE DIABETES MELLITUS NO PSF BAIRRO ARQUELAU (UBERABA-MG)
Acadêmico(s): Karina dos Reis Pereira

Orientador(a): Profª. Ms. Bethania Ferreira Goulart Cunha

Instituição: Universidade de Uberaba
O Diabetes mellitus (DM) é uma síndrome de etiologia múltipla, sendo conseqüente da falta de insulina e/ou da incapacidade dessa de exercer adequadamente suas funções. Estudos comprovam que tanto em DM tipo 1 como em DM tipo 2, há uma redução das complicações crônicas com o bom controle metabólico. Ressalta-se que é de suma importância que o sujeito portador de DM seja acompanhado por uma equipe multiprofissional considerando-se eficaz a ação interdisciplinar para a prevenção de complicações futuras. O enfermeiro, como um dos integrantes da equipe, representa uma ferramenta fundamental no acompanhamento de tal indivíduo, buscando compreendê-lo em sua singularidade, respeitando suas necessidades próprias e construindo, em conjunto com ele e com sua família, o projeto terapêutico. Esta realidade foi vivenciada através de um estágio curricular do curso de graduação em Enfermagem da Universidade de Uberaba, numa equipe de Programa de Saúde da Família, em Uberaba-MG. Durante o período de 6 meses, acompanhou-se um usuário da referida equipe, sendo ele portador de Diabetes Mellitus tipo 1. Tal paciente foi submetido à amputação infragenicular direita. Sabe-se que isso é resultado de uma das complicações mais devastadoras do DM. As amputações não traumáticas ocorrem 15 vezes mais entre indivíduos diabéticos do que não-diabéticos. A princípio, foi difícil e sofrida a aceitação do paciente. O que havia para ser feito pela equipe? Como amenizar o sofrimento dele? Buscou-se respeitá-lo, acolhendo-o em suas dores e dando o suporte a ele e à família. Aos poucos, foi possível constatar uma melhora e então, estimulou-se o auto-cuidado e a orientação dos familiares. Suas dúvidas, anseios e desejos foram explicitados. Constatou-se que a equipe conseguiu desenvolver um processo interativo com o paciente e a família fundamentado na confiança. Através dessa experiência, conclui-se que o tratamento é algo a ser construído em conjunto com quem vivencia o problema e que o cuidado é para ser partilhado. A interação do acadêmico de enfermagem com a comunidade ensina como seguir em frente tendo como norte o respeito humano, o convívio e a possibilidade do exercício da cidadania.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: promoção da saúde; saúde comunitária; Diabetes mellitus.



ATUAÇÃO DAS EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA E PREVALÊNCIA DOS FATORES QUE INFLUENCIAM NAS DST/AIDS (UBERABA/MG)
Acadêmico(s): Douglas Ribeiro da Silva

Juliana Enes Lombardi

Orientador(a): Profª. Drª. Cristiane C. Sousa

Co-orientador(a): Profª. Drª. Denise B. R. Rodrigues

Prof. Dr. Gilberto A. Pereira

Profª. Drª. Suzana A. Silveira

Profª. Ms. Rosimar Alves Querino

Instituição: Universidade de Uberaba/Curso de Mecidicina


O Programa Saúde da Família (PSF) visa o atendimento de populações geograficamente definidas e com um número restrito de famílias, promovendo a saúde e a prevenção de doenças bem como o acompanhamento das doenças já instaladas. Em Uberaba existem 41 equipes que atendem em torno de 52,47% (140.000) da população. Atualmente, Uberaba ocupa o 3° lugar em casos de notificação de DST/AIDS do estado de Minas Gerais. No presente trabalho identificamos a incidência das doenças sexualmente transmissíveis e AIDS nas áreas cobertas pelo PSF e, em seguida, levantamos as principais variáveis do contexto social que podem influenciar na incidência das DST/AIDS. No ano de 2003, aplicamos questionários às 41 equipes do PSF com questões sobre alguns fatores de risco - existência de pontos de prostituição nas áreas de abrangência e de usuários de drogas injetáveis -, acesso à áreas de lazer e esportes no próprio bairro e atividades realizadas pelas equipes – aconselhamento de HIV/Sífilis e distribuição de preservativos. A análise dos dados obtidos, através dos questionários, nos permitiu identificar a incidência de casos de DST/AIDS em 82,1% das unidades do PSF, a existência de pontos de prostituição em, 56,4% das áreas de abrangência, 94,9% indicam a existência de usuários de drogas injetáveis e 59% possuem áreas de lazer e esportes. Quanto às atividades realizadas pelas equipes, se destacam a distribuição de preservativos (100%) e a falta de aconselhamento de HIV/Sífilis ocorreu em 58,97% das equipes. A pesquisa demonstrou ainda a necessidade de investir em campanhas preventivas junto à população em geral, uma vez que, a contaminação não está restrita aos “grupos de risco” – usuários de drogas e pessoas inseridas na prostituição. Faz-se necessário a capacitação das equipes para atuar na perspectiva da integralidade, evitando que suas ações sobre as DST/AIDS se restrinjam à distribuição de preservativos e aconselhamento.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: PSF; DST; AIDS.



INTEGRAÇÃO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE NO PROGRAMA DST/AIDS, UBERABA – MG
Acadêmico(s): Juliana Enes Lombardi

Douglas Ribeiro da Silva

Orientador(a): Profª. Drª. Denise B. R. Rodrigues

Co-orientador(a): Profª. Drª. Cristiane C. Sousa

Prof. Dr. Gilberto A. Pereira

Profª. Drª. Suzana A. Silveira

Instituição: Universidade de Uberaba/Curso de Medicina
O Programa de Saúde da Família (PSF) visa o atendimento de populações geograficamente definidas e com um número restrito de famílias, promovendo a saúde e a prevenção de doenças bem como o acompanhamento das doenças já instaladas. Em Uberaba existem 41 equipes que atendem em torno de 52,47% (140 000) da população. Atualmente, Uberaba ocupa o 3° lugar em casos de notificação de DST/AIDS do estado de Minas Gerais. O presente trabalho tem como objetivo a avaliação da capacitação do Agente Comunitário de Saúde (ACS), quanto ao trabalho de prevenção das DST/AIDS. Foram aplicados 220 questionários nas 41 equipes do PSF do município de Uberaba, no ano de 2003. O resultado observado do presente trabalho indica que, 51,4% dos ACS consideram que não estão em condições de realizarem a prevenção as DST/AIDS, 62,7% não receberam nenhum tipo de treinamento em abordagem e prevenção das DST/AIDS sendo que, 99,5% concordam quanto à necessidade de receber novos treinamentos. 86,4% dos ACS não receberam qualquer tipo de treinamento em biossegurança, 91,8% dos ACS sabem o que significa o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), 97,3% não sabem que o CTA presta serviço de atendimento especializado aos portadores de DST/AIDS. Frente as necessidades de atuação dos ACS no programa DST/AIDS, faz-se necessário a realização de treinamentos específicos para os ACS na prevenção e abordagem das DST/AIDS.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: ACS; PSF; AIDS; DST.



AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS LIPÍDICOS EM PORTADORES DE HIPOTIREOIDISMO PRIMÁRIO
Acadêmico(s): Letícia Antunes Athayde

Maxelle Martins Teixeira

Orientador(a): Prof. Dra. Beatriz Hallal Jorge Lara

Instituição: Universidade de Uberaba/Curso de Medicina


O hipotireoidismo apresenta uma alta prevalência na população, com uma grave repercussão sistêmica. A dislipidemia é uma grande preocupação clínica nos portadores de hipotiroidismo, pois quando não tratada contribui para aumentar os índices de doenças cardiovasculares, que podem ser fatais. O objetivo deste trabalho é avaliar os níveis lipídicos de portadores de hipotireoidismo primário, diagnosticados no Laboratório de Biomedicina da Universidade de Uberaba, no período de Janeiro de 2003 a Junho de 2004. Foi feito um levantamento no banco de dados do Laboratório de Biomedicina dos indivíduos que submeteram-se às dosagens séricas de T4 livre, TSH e lipídeos plasmáticos (colesterol total e frações –HDL, LDL e VLDL- e triglicérides), no período supracitado. Os dados obtidos das dosagens hormonais foram divididos em três grupos: I – TSH e T4 livre normais (grupo controle; n: 50); II – TSH aumentado e T4 livre normal (portadores de hipotiroidismo subclínico; n:46); III – TSH aumentado e T4 livre diminuído (portadores de hipotiroidismo clínico; n:39). A seguir, os níveis lipídicos de cada grupo foram analisados e comparados. O teste Z foi utilizado para comparação de duas proporções na análise estatística dos resultados, considerando significativo p < 0,05. Hipercolesterolemia (colesterol total acima de 200mg/dL) foi encontrada em 64%, 41% e 62% dos indivíduos dos grupo I, II e II, respectivamente. Os níveis de HDL-colesterol estavam abaixo de 40mg/dL em 26%, 30% e 31% dos indivíduos dos grupos I, II e III, respectivamente. Os níveis de LDL-colesterol estavam acima de 130mg/dL respectivamente em 54%, 35% e 56% dos indivíduos dos grupos I, II e III. Hipertrigliceridemia (triglicérides acima de 150mg/dL) foi encontrada em 36%, 37% e 49% dos indivíduos dos grupo I, II e II, respectivamente. Não se observou diferença estatisticamente significativa nos níveis lipidicos relacionados à função tiroideana, exceto no grupo portador de hipotiroidismo subclínico, que apresentou menor freqüência de colesterol total acima de 200mg/dL, quando comparado com os grupos controle e portador de hipotiroidismo clínico. Apesar de vários estudos mostrarem elevação do colesterol total e LDL-colesterol no hipotiroidismo subclínico, outros não confirmam esta observação. Alguns estudos mostram ainda que a reposição de L-tiroxina não melhora significativamente a dislipidemia. Concluímos, que na população estudada, não houve maior freqüência de dislipidemia nos portadores de hipotiroidismo, quando comparados com grupo controle.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: hipotiroidismo, dislipidemia, lipidograma, lipídeos séricos, hipotiroidismo subclínico.


PATOLOGIA ESTRUTURAL DAS CORDAS VOCAIS FALSAS DE ADULTOS AUTOPSIADOS NUM PERÍODO DE OITO ANOS
Acadêmico(s): Renata Calciolari Rossi

Orientador(a): Eumenia Costa da Cunha Castro

Co-orientador(a): Vicente de Paula Antunes Teixeira

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: CNPq e FAPEMIG
As alterações das Cordas Vocais Falsas (CVF) são mais freqüentemente estudadas na macroscopia e pouco se sabe sobre as lesões microscópicas em pacientes autopsiados pois o estudo das cordas vocais não é comum no exame post mortem. O objetivo deste estudo foi estudar as CVF de pacientes autopsiados num período de oito anos e relacioná-las com a doença de base e causa de morte. Foram estudadas 82 laringes coletadas de adultos autopsiados sendo realizadas as colorações de Hematoxilina - Eosina e Ácido Periódico de Schiff para visualizar as alterações morfológicas microscópicas das CVF. Das 82 CVF analisadas observamos que 42 (51%) apresentaram reação inflamatória. Quinze (18,3%) pacientes apresentaram hiperplasia dos folículos linfóides, onze (13,4%) infiltrado inflamatório difuso e 16 (19,5%) reação inflamatória aguda. As doenças de base mais freqüentemente encontradas foram as do grupo de doenças do aparelho circulatório 31 (37,8%) e nestas 20 (67,8%) apresentavam reação inflamatória das CVF, sendo que estes pacientes pertenciam ao grupo de maior faixa etária (p= 0,002). Nosso estudo reforçou a hipótese de que as CVF apresentam um papel importante na defesa do organismo à presença de agentes infecciosos. A reação inflamatória foi a lesão microscópica mais freqüentemente encontrada e a hiperplasia dos folículos linfóides parece ser uma alteração comum nas CVF. Não há relação entre a causa de morte e o encontro de reação inflamatória nas CVF, no entanto os pacientes com maior faixa etária tem maior freqüência desta lesão.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: adultos, autópsia, cordas vocais falsas e inflamação.



REPERCUSSÃO DAS SÍNDROMES HIPERTENSIVAS DA GESTAÇÃO SOBRE AS INTERCORRÊNCIAS FETAIS
Acadêmico(s): Ana Carolina L Pereira

Anelise O Silva

Denise L Moreira

Elvis B Ferreira

Heloisa C T S Gersgorin

Thales A A de Paula

Orientador(a): Eumênia Costa da Cunha Castro

Co-orientador(a): Rosana Rosa Miranda Corrêa

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro/Cursos de Medicina e Enfermagem

Órgão Financiador: CNPq, FAPEMIG e FUNEPU


As Síndromes Hipertensivas da Gestação (SHG) são as complicações mais freqüentes na gestação, sendo responsáveis por altas taxas de mortalidade materno-fetal, principalmente quando se instalam nas suas formas graves, como a pré eclâmpsia. Foram analisadas as informações clínicas de 200 gestantes, como a paridade, idade materna, tratamento antihipertensivo e intercorrências fetais. As SHG foram classificadas em: PE (Pré-eclâmpsia), HG (Hipertensão gestacional), HC (Hipertensão crônica) e PSHC (Pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica). A média de idade materna foi 23,6 anos, sendo que pacientes com HC apresentavam idade estatisticamente maior (p<0,005). Em relação a hipertensão, 115 (57,5%) apresentaram SHG, sendo a PE a forma mais freqüente, presente em 33,5% das gestantes. Paciente com HG tratadas com antihipertensivo apresentaram menor idade gestacional que o controle (p= 0,033). Todas as gestantes com PE forma tratadas, no entanto apresentaram menor idade gestacional e menores índices de Apgar (p< 0,001). Os prematuros foram mais freqüentes nas pacientes com PE e PSHC (p<0,001). As formas mais graves das SHG, como a PE e a PSHC, são responsáveis por maiores complicações gestacionais, como a prematuridade e o sofrimento fetal agudo. Não houve alteração dos parâmetros dos recém nascidos ao nascimento nas pacientes tratadas, mostrando pouca eficácia da terapia antihipertensiva sobre as intercorrências fetais.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: gestação, hipertensão, tratamento.


ESTUDO MORFOMÉTRICO DOS VASOS DAS VILOSIDADES TRONCO PLACENTÁRIA EM PACIENTES COM DOPPLERFLUXOMETRIA ALTERADA DA ARTÉRIA UTERINA
Acadêmico(s): Daniel Bruno Gilio (Medicina)

Orientador(a): Eumenia Costa da Cunha Castro

Co-orientador(a): Rosana Rosa Miranda Corrêa

Colaborador(a): Ana Karina Marques Salge

Mara Lúcia Fonseca Ferraz

Luís Cesar Perez

Marlene Antônia dos Reis

Vicente de Paula Antunes Teixeira

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: CNPq, FAPEMIG, FUNEPU


A redução do fluxo sanguíneo placentário está relacionada a prejuízos para o desenvolvimento do feto, sendo a causa mais comum de retardo do crescimento intra-uterino em fetos sem anomalias congênitas. Estas alterações de fluxo entre o útero e a placenta podem ser diagnosticadas pelo exame de dopplerfluxometria da artéria uterina. Foram utilizadas 35 placentas coletadas de pacientes submetidas ao exame de dopplerfluxometria, exceto pacientes com doença autoimune e diabetes. Após o exame histopatológico, foi realizada a medida da espessura da parede dos vasos das vilosidades tronco das placentas de todas as pacientes no aparelho de morfometria KS-300 (Zeiss). As pacientes que apresentaram exame de dopplerfluxometria alterado apresentaram maior espessura da parede dos vasos das vilosidades tronco quando comparadas com as pacientes sem alteração. Nas síndromes hipertensivas, as pacientes que apresentaram a maior espessura da parede dos vasos das vilosidades tronco foram aquelas com hipertensão crônica (p=0,003). As crianças que tiveram sofrimento fetal e apresentavam hipertensão materna apresentaram a maior espessura da parede dos vasos das vilosidades tronco. A sensibilidade do exame de dopplerfluxometria para detectar hipertensão foi de 31,5% em nossa amostra enquanto que a especificidade foi de 86,6%. O número dos vasos das vilosidades tronco é maior no pacientes com dopplerfluxometria alterada (p=0,036).Conclusão: A espessura dos vasos das vilosidades tronco está aumentada nos casos das pacientes que apresentaram hipertensão clínica e alteração do exame de dopplerfluxometria. O maior número de vasos nas vilosidades tronco das pacientes com alteração do exame de dopplerfluxometria pode indicar uma resposta a alterações nos precursores destes vasos localizados nas vilosidades imaturas intermediárias causadas por baixo fluxo placentário.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: dopplerfluxometria, morfometria, placenta, vasos.

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