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ESTUDO COMPARATIVO TÉCNICO-ECONÔMICO DO CAFÉ IRRIGADO POR ASPERSÃO TIPO MALHA E PIVÔ CENTRAL E LOCALIZADA POR GOTEJAMENTO E TRIPA
Acadêmico(s): Carmen de Almeida Martins

Orientador(a): Dr. André Luís Teixeira Fernandes

Co-orientador(a): Dr. Luís César Dias Drumond

M.Sc. Paulo Veloso Rabelo

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: EMBRAPA-Café


O surgimento das novas tecnologias na agricultura possibilitou que regiões antes consideradas marginais à implantação da cultura do café, tornarem-se aptas com a adoção da irrigação suplementar. Os sistemas mais adotados para a cultura do café são: autopropelido, pivô central, irrigação por aspersão em malha, gotejamento e tripa. Este trabalho objetivou reunir subsídios técnico-econômicos para recomendações práticas dentro da cafeicultura irrigada, já que a literatura disponível não apresenta dados que permitam concluir seguramente o melhor sistema a ser adotado. Foram avaliadas os seguintes sistemas: aspersão em malha e pivô central–irrigação por aspersão e gotejamento (convencional e autocompensante) e tripa–irrigação localizada, além da testemunha–sem irrigação, no Campo Experimental da Universidade de Uberaba–MG. Cada sistema constituiu uma parcela. O cultivar estudado foi o Catuaí Vermelho no espaçamento de 4,0m x 0,5m. As áreas experimentais de cada sistema são: 2ha para pivô central, aspersão em malha e tubos perfurado a laser (tripa); 1,5ha para gotejamento autocompensante e 0,5ha para a testemunha. A quantificação da água de irrigação a ser aplicada nos diferentes estágios da cultura foi realizada através dos dados coletados em estação meteorológica automática. Nos sistemas de pivô e gotejamento foi realizada a Fertirrigação enquanto que nos demais sistemas a adubação foi executada de forma convencional (sólida). De cada sistema de irrigação, com aproximadamente 10.000 plantas, foram casualizadas as unidades (plantas) que compuseram a amostra simples ao acaso (ASA). Com o objetivo de definir a % de maturação das amostras, foram colhidos no pé 20 litros de café por parcela, de onde foram separados 100 frutos ao acaso e separados por tratamento em seco, cereja+passa, verde cana, verde-duro e verde não granado. Considerando as 4 safras produzidas, conclui-se que nas condições de clima e solo de Uberaba, a produtividade da lavoura de sequeiro é extremamente baixa, sendo necessário o uso da irrigação. Em relação à testemunha, as superioridades dos tratamentos irrigados foram de 133, 102, 80, 84 e 99%, respectivamente para gotejo autocompensante, gotejo convencional, tripa, aspersão em malha e pivô central. As produtividades foram de 59,8, 51,8, 43,2, 47,2, 51,2 e 25,6 sacas beneficiadas por hectare, respectivamente para gotejamento autocompensante, gotejamento convencional, tubos perfurados a laser, aspersão em malha, pivô central e testemunha sem irrigação. Com relação à analise sensorial, que define a qualidade da bebida do café, as melhores notas foram para testemunha e pivô central, com a obtenção de bebida mole e apenas mole para a testemunha e bebida apenas mole e dura para o tratamento pivô central. Mesmo utilizando sistemas de irrigação com uniformidade de aplicação inferior ao gotejamento e ao Pivô, a irrigação de café, na região de Uberaba-MG, é viável em termos de produtividade e renda obtida com a cultura.
Área de Conhecimento: Ciências Agrárias

Palavras-chave: sistemas de irrigação, aspersão, localizada.



AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DE SUPORTE EM CAPIM BRAQUIARÃO EM PASTAGEM IRRIGADA POR PIVÔ CENTRAL
Acadêmico(s): Lucas Gonçalves Cevada

Rodrigo Rosa

Orientador(a): Prof. Luis Cesar Dias Drumond

Co-orientador(a): Prof. Adilson de Paula Almeida Aguiar

Instituição: Faculdades Associadas de Uberaba – FAZU/Curso de Zootecnia

Órgão Financiador: FUNDAGRI


Foi instalado na Fazenda Escola das Faculdades Associadas de Uberaba - FAZU, um projeto de pesquisa em irrigação de pastagem para produção de carne com Pivô Central, através do Convênio FAZU-ABCZ-VALLEY. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito da irrigação com Pivô Central na capacidade de suporte de uma área de pastagem adubada. A área de 12 hectares foi dividida em 30 piquetes, sendo 15 irrigados com Pivô Central Valley e 15 manejados na condição de sequeiro, constituindo a testemunha. A adubação aplicada foi exatamente igual, tanto para a área irrigada, quanto para o sequeiro, determinando dessa forma que a irrigação fosse a fonte de variação. A forrageira escolhida para o experimento foi o capim Braquiarão (Brachiaria brizantha cv Marandu). O local do experimento possui altitude de 800 metros, 190º 44’ de latitude Sul e 470º 57’ de longitude Oeste. O ciclo de pastejo adotado foi de 30 dias nas estações de primavera-verão e de 45 dias nas de outono-inverno. As condições climáticas foram monitoradas, por uma estação meteorológica automatizada Micrometos 300, e com os dados coletados foi planejado e executado o manejo racional da irrigação. É importante considerar que são poucos os trabalhos sobre irrigação em pastagens, daí a importância da pesquisa. Além disso, muitos destes trabalhos têm sido realizados em casa de vegetação ou em canteiros, não refletindo as condições sob pastejo. A partir dos trabalhos de Penati et al., (2001) surgiram resultados em áreas pastejadas. Nem sempre os centros de pesquisa têm recursos disponíveis para investir em pesquisa com animais sob pastejo e por isso, é importante fazer parcerias com produtores dispostos a produzirem informações dentro de suas propriedades. Variáveis como ganho médio diário (GMD), produtividade da terra em kg ou arrobas por ha por ano, custo total de produção (CTP), custo da matéria seca acumulada (CMSA), lucro e lucratividade são importantes para tomada de decisão na condução de um sistema de produção de carne. Essa pesquisa foi conduzida durante o ano de 2002. Foi aplicada uma adubação de 300 kg de N/ha, 74 kg/ha de P2O5 e 125 kg/ha de K2O. A altura média das plantas foi de 68,3cm representou uma massa de forragem disponível media de 6.154,8 kg de MS/ha antes do pastejo com densidade de 92,6 kg de MS/ha/cm. A capacidade de suporte foi obtida considerando uma eficiência de pastejo de 50% e um consumo de 12 kg de matéria seca por unidade animal por dia. A taxa de lotação média da área irrigada foi de 7,6 unidades animal por hectare, que é considerada muito alta. A taxa de lotação média da testemunha foi de 3,2 unidades animal por hectare.
Área de Conhecimento: Ciências Agrárias

Palavras-chave: pastagem irrigada.



CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
FITOCOSMÉTICOS DE PLANTAS DO CERRADO
Acadêmico(s): Josiane Vieira Carneiro (bolsista do PIBIC-UNIUBE)

Orientador(a): Profª. Drª. Elizabeth Uber Bucek

Co-orientador(a): Carlos Alfredo Tavares

Instituição: Universidade de Uberaba/Farmácia Industrial

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-UNIUBE
Fitocosmética é o segmento da Cosmetologia que se dedica ao estudo e aplicações das substâncias e extratos de origem vegetal para tratar pele, corpo e cabelos. O emprego de plantas do cerrado no preparo de produtos cosméticos é atualmente uma prática reconhecida pelas indústrias, pelo mercado e pela ciência como forma de disponibilizar um produto diferenciado e oportunizar a investigação de vegetais deste bioma. O nosso objetivo é estudar a incorporação de fitoderivados de plantas da região do triângulo mineiro em formulações que apresentam ação cosmética e que sejam viáveis para a sustentação de uma produção industrial, assim como a interação entre a Universidade UNIUBE e a Empresa MAGIA através da Incubadora de Empresas UNITECNE. Foram selecionadas 5 plantas (MG01, MG02, MG03, MG04 e MG05) com características fitocosméticas descritas na literatura popular, seguida de levantamento bibliográfico científico, identificação botânica e coleta. A partir das folhas e cortex do caule frescos e/ou secos foram obtidos extratos hidroglicólicos, hidoalcoólicos, glicólicos e alcoólicos nas quais foram realizadas a avaliação farmacognóstica e triagem química de acordo com a Farmacopéia Brasileira 3a e 4a edição e as técnicas descritas por Aloísio Costa. O teste microbiológico dos fitoderivados obtidos foi realizado de acordo com a técnica “Pour Platte”. As formulações cosméticas (loção, gel, sabonete, shampoo) foram elaboradas seguindo a metodologia utilizada por Prista. As plantas foram codificadas a fim de preservar o sigilo das formulações que venham a ser elaboradas e comercializadas a partir deste estudo. Das cinco plantas estudadas apenas as plantas MG01, MG02 e MG04 se reproduziram em canteiros.A elaboração dos extratos de MG01 não foi realizada por ser um vegetal já muito explorado não podendo levar a inovação e de acordo com o levantamento bibliográfico, este vegetal apresenta atividades farmacológicas que poderá ter uma ação terapêutica, sendo assim classificado como um cosmecêutico. Os extratos hidroglicólicos e hidroalcoólicos de MG02 e MG04 apresentaram maior teor de componentes totais. Apenas MGO4 apresentou alcalóides em sua composição, os extratos de MG02 e MG04 não apresentam propriedades adstringentes, emolientes e detergentes que justificam o emprego cosméticos destinados à pele e cabelos oleosos. As formulações cosméticas a partir do extrato MG04 apresentaram-se estáveis quanto aos aspectos físico-químicos e microbiológicos sendo viável a sua incorporação em bases cosméticas estudadas, porém seu extrato deverá ser melhor investigado afim de justificar o seu uso em cosmetologia.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: fitocosmética, cerrado, formulação, fitoderivados.


OBTENÇÃO DE PIGMENTOS FITOGÊNICOS PARA TINGIMENTO DE MADEIRA E CELULOSE
Acadêmico(s): Renata Cristina Souto (bolsista do PIBIC-UNIUBE)

Orientador(a): Prof. Ms. Nelson Diniz Velasco

Co-orientador(a): Profª. Drª. Elizabeth Uber Bucek

Colaborador(a): Madalena Prata Soares

Instituição: Universidade de Uberaba/Farmácia Industrial

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-UNIUBE


Os corantes industriais sintéticos vêm sendo bastante empregados hoje em dia pois são sintetizados em grande escala e com ampla variedade de cores. Porém, esses corantes apresentam o inconveniente de serem poluidores ambientais. Assim sendo os corantes naturais têm recebido uma atenção especial por apresentarem menor risco de poluição ambiental. Foi desenvolvido um estudo envolvendo os corantes obtidos da Cúrcuma longa. Os corantes foram extraídos do rizoma da C. longa e do pó de Açafrão comercial empregando álcool etílico 96 GL. Parte do extrato alcoólico do Açafrão foi modificado com adição de tensoativo tween (Polissorbato 80) e óleo de soja, o que proporcionou a formação de uma emulsão óleo/água. O teste de tingimento foi realizado mergulhando-se tarugos e madeira no extrato alcoólico e na emulsão. Promoveu-se modificações no pH do extrato alcoólico com solução de Hidróxido de Amônia 0,1 mol L-1, o que levou a variações na coloração do extrato. Foram realizadas ainda as provas de solidez aos álcalis, ácidos e a água, prova de absorção do corante (afinidade ao tipo de fibra) e o teste sob pressão e aquecimento. Através dos testes realizados observou-se que tanto o extrato alcoólico do Açafrão como a sua emulsão colorem interna e externamente os tarugos de madeira, porém a emulsão promove a formação de grumos sobre o tarugos durante o processo. Assim sendo concluiu-se que o extrato alcoólico de Açafrão e do C. longa ou modificado somente com Polissorbato 80 é mais eficaz para o tingimento interno da madeira. Os testes de solidez da coloração indicaram que a intensidade da cor diminui com o tempo como conseqüência da luz solar.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: tingimento, madeira, Cúrcuma longa, açafrão.



CARACTERIZAÇÃO E INFLUÊNCIA DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NO CÓRREGO DO LAGEADO
Acadêmico(s): Luciano Henrique de Paiva

Orientador(a): Prof. Dr. Márcio Augusto de Sousa Nogueira

Co-orientador(a): Prof. Dr. Antônio Barioni Gusman

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
A qualidade dos recursos hídricos está fortemente associada ao uso e ocupação do solo, sendo que as águas superficiais normalmente são associadas como corpos receptores de poluentes e contaminantes presentes nos efluentes líquidos domésticos, industriais e agrícolas, resultando na degradação da qualidade da água. Na região circunvizinha de Uberaba-MG tem-se observado uma expansão na ocupação do solo com a agroindústria açucareira, extensas áreas pela agricultura de ciclo curto e desmatamentos indiscriminados, principalmente da mata ciliar. Estas ações do uso e ocupação do solo incrementam a deterioração da qualidade dos recursos hídricos, principalmente devido ao uso de insumos agrícolas e aporte de sedimentos nos corpos d'água, causando assoreamento e eutrofização dos mananciais superficiais. Para realização do presente projeto optou-se pela coleta da água em 5 pontos estratégica e geograficamente localizados por sua proximidade à malha urbana. Em todos os pontos realizou-se 1 coleta e 2 repetições durante 3 campanhas. Utilizou-se um aparelho medidor de parâmetros de qualidade de água, marca HORIBA U-23, que analisa in situ as variáveis pH, oxigênio dissolvido, salinidade, temperatura, sólidos totais dissolvidos, turbidez, oxi-redução e condutividade elétrica. Conforme Gomes (1982) os regimes climatológicos da região são dois: o de inverno, que pode ser considerado como frio e seco e o de verão, como quente e úmido. O regime pluviométrico caracteriza-se por um período chuvoso de seis meses, de outubro a março. Os meses de setembro, abril e maio são de transição, e, os meses de dezembro e janeiro os mais chuvosos. A vegetação está incluída no Complexo do Brasil Central ou do Cerrado, constituída por árvores tortuosas, com cascas espessas, corticosas e o substrato herbáceo-graminoso varia sua densidade em função da cobertura arbórea pouco ou muito densa. Nota-se em alguns pontos que a vegetação nativa foi substituída pela agricultura e pastagem, agravando o problema do desmatamento da mata ciliar e deixando grande parte da rede hídrica desprovida de proteção. Porém, percebe-se ainda que há fatores que se entrelaçam no processo de desequilíbrio ambiental do Córrego do Lageado, tais como a poluição pontual por esgoto doméstico, resultante da expansão da malha urbana e a poluição difusa quanto uso do solo pela comunidade agrícola. De acordo com a resolução do CONAMA N.º 20/86, os parâmetros analisados foram interpretados como Classe II. É necessário, portanto, que o poder público busque medidas preventivas e corretivas em relação à bacia hidrográfica do Córrego Lageado, uma vez pertencente à APA (Área de Proteção Ambiental) e por ser um dos maiores afluentes do Rio Uberaba.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: qualidade da água, solo, Córrego do Lageado, eutrofização.


DIGESTÃO ENZIMÁTICA VIRTUAL: COMPARAÇÃO DE SOFTWARES LIVRES UTLIZADOS NA BIOINFORMÁTICA
Acadêmico(s): Benisio Ferreira da Silva Filho

Márcia Raquel Cedrim Vieira

Orientador(a): Maria Lusia de Morais Belo

Co-orientador(a): Márcio Cavalcante Vila Nova

Instituição: Centro de Estudos Superiores de Maceió - CESMAC

Órgão Financiador: Programa Semente de Iniciação Científica - PSIC


A Bioinformática apresenta vários programas capazes de construir árvores filogenéticas, realizar alinhamento de seqüências de nucleotídeos e aminoácidos e digestão enzimática. A análise do Polimorfismo do Comprimento de Fragmentos de Restrição (RFLP) é uma técnica molecular utilizada para estudos comparativos entre organismos, que consiste na digestão enzimática do segmento de DNA de uma região pré-determianda utilizando endonucleases de restrição, que pode ser simulada através da digestão enzimática virtual utilizando ferramentas da Bioinformática. A presente pesquisa objetivou realizar a comparação entre os softwares livres (freewares) GeneRunner v.3.5, pDraw 32, DNAclub e BioEdit v. 5.0.9 que possuem como uma de suas funções a digestão enzimática virtual, a fim de avaliar o desempenho deles quanto à realização desta análise. Os critérios utilizados para a comparação foram número de enzimas disponíveis em seus bancos de dados, facilidade de identificação das enzimas, informações sobre o tamanho dos fragmentos, número e posição das clivagens, interface gráfica dos resultados, organização das informações na(s) tela(s) de resultados, facilidade de operação e relação programa-bioinformata. Foram realizadas as digestões virtuais de um segmento de 449pb (pares de base) da região L1 do genoma do Papilomavírus Humano (HPV) tipo 56 (NC_001594) obtido no GenBank, utilizando os oligonucleotídeos MY11 e MY09. As digestões foram conduzidas com as endonucleases BamHI, DdeI, HaeIII, HinfI, PstI, RsaI e Sau3A ou MobI, utilizadas no diagnóstico molecular do HPV. Foi observado que o pDRAW 32 apresentou melhor desempenho com relação à obtenção e apresentação dos resultados da digestão enzimática da seqüência do HPV 56, quando comparado com os outros programas avaliados. Considerando os critérios analisados, este software correspondeu à expectativa de fornecer dados precisos e organizados ao bioinformata no processo de digestão virtual. Apesar do GeneRunner v.3.5 e o BioEdit v. 5.0.9 apresentarem muitos recursos, mostraram dificuldades quanto à operação e a apresentação do dados. Esses resultados demonstram que softwares utilizados na bioinformática podem ter uso específico na análise de seqüências de nucleotídeos que visam a produção de padrão genético de um determinado organismo, simulando a técnica de RFLP.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: bioinformática, digestão enzimática virtual, softwares.



ANÁLISE DO POLIMORFISMO GENÉTICO DE SEQUÊNCIAS DE DNA DO PAPILOMAVÍRUS HUMANO DEPOSITADAS NO GENBANK
Acadêmico(s): Benisio Ferreira da Silva Filho

Márcia Raquel Cedrim Vieira

Orientador(a): Maria Lusia de Morais Belo

Co-orientador(a): Márcio Cavalcante Vila Nova

Instituição: Centro de Estudos Superiores de Maceió - CESMAC

Órgão Financiador: Programa Semente de Iniciação Científica - PSIC


Uma técnica biomolecular utilizada para o diagnóstico do Papilomavírus Humano (HPV) é a análise do Polimorfismo do Comprimento dos Fragmentos de Restrição (RFLP), realizada através do tratamento do produto da Reação em Cadeia da Polimerase (PCR) com endonucleases para a geração de perfis genéticos entre os tipos virais. Mais do 200 tipos de HPVs têm sido descritos e apenas 44 destes têm o RFLP do segmento de DNA da região L1, amplificada pelos iniciadores MY09 e MY11, determinado. A presente pesquisa objetivou determinar padrões genéticos de HPVs, cujos genomas foram depositados no GenBank, utilizando a digestão enzimática virtual. As sequências do genoma dos HPVs foram obtidas acessando o banco de dados de DNA, e o programa GeneRunner v.3.5 foi utilizado para localizar a região de 450 pares de bases (pb) do segmento L1 de cada tipo de vírus, utilizando os oligonucleotídeos MY09 e MY11. As seqüências foram agrupadas em duas categoria (A e B). Na categoria A, foram incluídos 44 HPVs (6b, 11, 13, 16, 18, 26, 31, 31b, 32, 33, 34, 35, 39, 40, 42, 44, 45, 51, 52, 53, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 61, 62, 64, 66, 67, 68, 69, MM4, MM7, MM8, MM9, LVX100, IS39, CP141, CP6108, CP8304, CP4173 e CP8061) com RFLP descrito na literatura, enquanto, na categoria B foram colocados 15 tipos (4, 12, 19, 20, 21, 23, 47, 49, 50, 65, 70, 71, 81, 82, 83) com RFLP da região estudada não descrito. A digestão virtual foi realizada no software pDRAW32 utilizando as enzimas de restrição BamHI, DdeI, HaeIII, HinfI, PstI, RsaI e MboI. Os HPVs da categoria A apresentaram fragmentos com tamanhos similares aos HPVs com RFLP descrito para os mesmos 44 tipos virais, e a análise do polimorfismo da categoria B revelou 15 perfis genéticos distintos entre si e em relação aqueles da categoria A. A determinação do RFLP destes 15 tipos de virais, poderá contribuir para o diagnóstico molecular do HPV, vírus de importância epidemiológica por apresentar tipos de alta oncogenicidade associados à lesões malignas. Esses resultados demonstram que, métodos virtuais podem ser utilizados em estudos da biologia molecular e genética e devem ser cada vez mais aprimorados.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: RFLP, HPV, Região L1


ANÁLISE DA FREQÜÊNCIA DE CISTITE EM INDIVÍDUOS AUTOPSIADOS
Acadêmico(s): Sara Borges Ferreira Gomes

Cristiane Lelis Marcacine

Lucas Martins de Exel Nunes

Orientador(a): Vicente de Paula Antunes Teixeira

Co-orientador(a): Flávia Aparecida de Oliveira

Janaína Valadares Guimarães

Marlene Antônia dos Reis

Sílvia Azevedo Terra

Rosana Rosa Miranda Correa

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: PIBIC/CNPq; FAPEMIG, FUNEPU
No processo de transição demográfica há diminuição das taxas de mortalidade e natalidade, proporcionando aumento da população idosa mundial. No Brasil, este processo é associado à sobreposição das causas de morte crônico-degenerativas e doenças infecciosas. O objetivo deste estudo foi avaliar a freqüência de cistite em pacientes idosos e não idosos autopsiados. O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da FMTM no dia 10/09/2004, protocolo 503. Foram revistos 50 laudos de autópsias realizadas no Hospital Escola da FMTM, de 1980 até 2003, sendo analisadas informações como a idade, o gênero, a cor, a procedência, o estado nutricional e o diagnóstico anatomopatológico de cistite. Quanto ao gênero, 21,9% dos pacientes do gênero masculino e 44,4% do gênero feminino apresentaram cistite. Não houve diferença estatística em relação à idade dos pacientes com e sem cistite. A cistite esteve presente em 37,5% dos idosos e em 26,5% não idosos. Na avaliação do estado nutricional, 50% dos idosos estavam subnutridos e apenas 18,75%, com sobrepeso; nos não idosos, 32,35% estavam subnutridos e 17,64%, com sobrepeso. A subnutrição observada nos pacientes idosos pode contribuir para o desenvolvimento de infecções, entre elas a cistite, que apresentou maior freqüência nestes pacientes.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: autópsia, cistite, idoso.


ALTERAÇÕES HISTOPATOLÓGICAS EM MÚSCULO ESTRIADO CARDÍACO DE RATO ADULTO ALBINO, VARIEDADE WISTAR, POR INALAÇAO CRÔNICA DE VAPORES DE COLA DE SAPATEIRO
Acadêmico(s): Lilian Rosa Manzan

Camila Oliveira Monteiro

Marcos Alexandre de Sousa

Orientador(a): Mary Garcia Duarte Contrera

Co-orientador(a): Cleide de Oliveira

Instituição: Universidade de Franca - UNIFRAN

Órgão Financiador: UNIFRAN e USP
A cola de sapateiro tem sido usada como droga em larga escala pelas crianças e adolescentes. No Brasil ela é a terceira droga mais usada, só perdendo para o álcool e o tabaco. Objetivo: a finalidade do presente trabalho é analisar as alterações histopatológicas do tecido muscular estriado cardíaco de ratos adultos albinos após um tratamento crônico com vapores de cola de sapateiro. Foram utilizados 10 ratos adultos albinos, variedade Wistar com peso inicial em torno de 825g. Foram divididos em 2 grupos. Grupo 1: 5 ratos foram submetidos à inalação de vapores de cola de sapateiro (AM-13, lote 9618), durante 12 horas (com 12 horas de descanso) diariamente, por um período de 30 dias, em uma caixa construída especialmente para este experimento (Paz e Martins); Grupo 2 : 5 ratos foram submetidos ao mesmo procedimento, porém sem a cola de sapateiro e foram considerados controles. Após os 30 dias de experimento, os animais foram anestesiados com tiopental e sacrificados, sendo retirado o coração e fixado em Formalina a 10% tamponada por 24 horas. A seguir procedeu-se a técnica histológica de rotina, com cortes de 4 micrômetros e coloração pela Hematoxilina-Eosina. Os cortes histológicos foram analisados e fotografados utilizando-se o Microscópio Binocular LAICA; modelo OMLB e Sistema Fotográfico LAICA MPS-60. A análise histopatológica mostrou que as fibras estriadas cardíacas dos animais submetidos aos vapores da cola de sapateiro eram mais largas, com núcleos mais alongados e os capilares que apareciam no tecido cardíaco estavam em maior número e mais dilatados em relação aos dos controles. A cola de sapateiro parece ocasionar uma alteração grave na oxigenação do tecido cardíaco, fazendo com que o coração trabalhe de forma mais intensa, o que explicaria o aumento do tamanho do órgão e das fibras musculares, e a grande quantidade de vasos sangüíneos dilatados talvez seja uma forma de melhorar a oxigenação dos tecidos. Agradecimentos: Ao Sr. José Luiz de Sousa, responsável técnico pelo Laboratório de Histopatologia da UNIFRAN, pelo apoio dado na execução do trabalho e ao Departamento de Patologia da Veterinária da Universidade de Franca.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: cola de sapateiro, ratos, coração, músculo cardíaco.

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