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NOVO HOSPEDEIRO E POLIEMBRIONIA EM Spalangia drosophilae Ashmead (HYMENOPTERA: PTEROMALIDAE) NO BRASIL
Acadêmico(s): Rauer Ferreira Borges (bolsista)

Relia Rodrigues Brunes (bolsista)

Francilene Cardoso Alves Fortes (bolsista)

Juliana Fischer Laurindo (bolsista)

Patrícia Luzia Pereira Gonçalves (bolsista)

Orientador(a): Carlos Henrique Marchiori

Co-orientador(a): Otacílio Moreira Silva Filho

Instituição: Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara

Órgão Financiador: ILES-ULBRA
Spalangia drosophilae é citada na literatura como parasitóide de pupas de dípteros das famílias Chloropidae, Drosophilidae, Muscidae, Sarcophagidae e Sepsidae. O objetivo dessa nota foi relatar um novo hospedeiro e habitat (fezes humanas) para o parasitóide S. drosophilae em Caldas Novas, Sul de Goiás. O estudo foi realizado no Parque da Serra de Caldas Novas, localizada no município de Caldas Novas-GO. Procedeu-se a coleta de adultos de moscas através de armadilhas construídas com lata de coloração preta fosca, medindo cerca de 19cm de altura por 9cm de diâmetro, com duas aberturas tipo venezianas, localizadas no terço inferior, para permitir a entrada dos insetos. Na parte superior das latas foram acoplados funis de nylon, abertos nas extremidades, com bases voltadas para baixo e envolvidos em sacos plásticos, cuja remoção permitiria a coleta das moscas. Serviu como isca, fígado bovino depositadas no interior das latas, sobre uma camada de terra. Utilizaram-se duas armadilhas que foram penduradas em árvores a 1 metro do solo, a 2 metros uma das outras. As armadilhas permaneceram no campo por 15 dias. Para a obtenção dos parasitóides, o conteúdo das armadilhas foi colocado em recipientes plásticos contendo uma camada de areia para servir de substrato à pupação das larvas e levados para o laboratório, para a extração das pupas pelo método de flutuação. As pupas foram retiradas com auxílio de peneira, contadas e depositadas individualmente em cápsulas de gelatina (número 00), até a emergência das moscas e/ou dos parasitóides. No período de agosto a dezembro de 2003, foram coletados 43 espécimes de S. drosophilae em 27 pupas Oxysarcodexia thornax (Diptera: Sarcophagidae), das quais da primeira à terceira pupa emergiram 5, 12 e 26 indivíduos, ocorrendo poliembrionia. Na poliembironia o adulto coloca um único ovo por hospedeiro, o qual, posteriormente divide-se em muitas células, cada uma desenvolvendo-se independentemente A prevalência de parasitismo foi de 11,1% (3/27). Este trabalho relata um novo hospedeiro (O. thornax) e poliembironia em S. drosophilae no Brasil.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: novo hospedeiro, novo habitat, poliembrionia.



PRIMEIRA OCORRÊNCIA DE Hermencyrtus herbertii COMO PARASITÓIDE DE Ophyra aesnescens NO BRASIL
Acadêmico(s): Relia Rodrigues Brunes (bolsista)

Francilene Cardoso Alves Fortes (bolsista)

Rauer Ferreira Borges (bolsista)

Juliana Fischer Laurindo (bolsista)

Patrícia Luzia Pereira Gonçalves (bolsista)

Orientador(a): Carlos Henrique Marchiori

Co-orientador(a): Otacílio Moreira Silva Filho

Instituição: Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara

Órgão Financiador: ILES-ULBRA
As Ophyra são moscas sinantrópicas, regulam populações de outras moscas e transmitem doenças em regiões de clima temperado. Esses insetos assumem relevância em Saúde Pública, como potenciais vetores mecânicos de agentes etiólogicos, e, como o controle de moscas por inseticidas sempre acaba selecionando populações resistentes, sendo um paliativo, esses autores acreditam necessária a pesquisa de novas metodologias visando o controle de moscas. O objetivo desse estudo é relatar a primeira ocorrência do parasitóide Hermencyrtus herbertti em Ophyra aenescens no Brasil. O estudo foi realizado no Parque da Serra de Caldas Novas, localizada no município de Caldas Novas-GO (18º25´S – 49º13´W). Procedeu-se a coleta de adultos de moscas através de armadilhas construídas com lata de coloração preta fosca, medindo cerca de 19cm de altura por 9cm de diâmetro, com duas aberturas tipo venezianas, localizadas no terço inferior, para permitir a entrada dos insetos. Na parte superior das latas foram acoplados funis de nylon, abertos nas extremidades, com bases voltadas para baixo e envolvidos em sacos plásticos, cuja remoção permitiria a coleta das moscas. Serviu como isca fígado bovino depositadas no interior das latas, sobre uma camada de terra. Utilizaram-se quatro armadilhas que foram penduradas em árvores a 1 metro do solo, a 2 metros uma das outras. As armadilhas permaneceram no campo por 15 dias. Para a obtenção dos parasitóides, o conteúdo das armadilhas foi colocado em recipientes plásticos contendo uma camada de areia para servir de substrato à pupação das larvas e levados para o laboratório, para a extração das pupas pelo método de flutuação. As pupas foram retiradas com auxílio de peneira, contadas e depositadas individualmente em cápsulas de gelatina, até a emergência das moscas e/ou dos parasitóides. Obtiveram-se 23 pupas de Ophyra aenescens (Diptera: Muscidae), das quais de quatro pupas emergiram 4, 5, 5, e 5 parasitóides pertencente à espécie Hemencyrtus herbertii Ashmead (Hymenoptera: Encyrtidae). A prevalência de parasitismo obtida foi de 7,0%. Este trabalho relata a primeira ocorrência de H. herbertti parasitando O. aenescens no Brasil.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: inimigo natural, parasitóide, mosca.



PARASITÓIDES (HYMENOPTERA) DE Chrysomya albiceps (WIEDEMANN) (DIPTERA: CALLIPHORIDAE) COLETADOS NO SUL DO ESTADO DE GOIÁS
Acadêmico(s): Francilene Cardoso Alves Fortes (bolsista)

Rauer Ferreira Borges (bolsista)

Relia Rodrigues Brunes (bolsista)

Juliana Fischer Laurindo (bolsista)

Patrícia Luzia Pereira Gonçalves (bolsista)

Orientador(a): Carlos Henrique Marchiori

Co-orientador(a): Otacilio Moreira Silva Filho

Instituição: Instituto Luterano de Ensino Superior de Itumbiara

Órgão Financiador: ILES-ULBRA
Chrysomya albiceps (Wiedemann) (Diptera: Calliphoridae) apresenta significativo papel como predadora de outras larvas de dípteros. Por outro lado, esse díptero assume uma relevante importância em Saúde Pública, por ser vinculadora mecânica de microrganismos patogênicos para o homem. O objetivo desse estudo é relatar os parasitóides de C. albiceps coletados no Sul do Estado de Goiás, Brasil. O estudo foi realizado no Parque da Serra de Caldas Novas, localizada no município de Caldas Novas, Goiás, e na Fazenda do Curso de Agronomia em Itumbiara, Goiás. Procedeu-se a coleta de adultos de moscas através de armadilhas construídas com lata de coloração preta fosca, medindo cerca de 19cm de altura por 9cm de diâmetro, com duas aberturas tipo venezianas, localizadas no terço inferior, para permitir a entrada dos insetos. Na parte superior das latas foram acoplados funis de nylon, abertos nas extremidades, com bases voltadas para baixo e envolvidos em sacos plásticos, cuja remoção permitiria a coleta das moscas. Serviram como isca fezes humanas, vísceras de frango, rins e fígado de bovinos depositadas no interior das latas, sobre uma camada de terra. Utilizaram-se quatro armadilhas que foram penduradas em árvores a 1 metro do solo, a 2 metros uma das outras. As armadilhas permaneceram no campo por 15 dias. Para a obtenção dos parasitóides, o conteúdo das armadilhas foi colocado em recipientes plásticos contendo uma camada de areia para servir de substrato a pupação das larvas e levados para o laboratório, para a extração das pupas pelo método de flutuação. As pupas foram retiradas com auxílio de peneira, contadas e depositadas individualmente em cápsulas de gelatina, até a emergência das moscas e/ou dos parasitóides. No período de maio de 1998 a maio de 2004, obtiveram-se 1044 pupas de C. albiceps, das quais de 41 pupas emergiram 496 parasitóides, sendo 04 espécimes da espécie Brachymeria podagrica (Fabricus) (Chalcididae) com 0,8%, 25 espécimes de Trichopria sp. (Diapriidae) com 5,0%, 07 espécimes de Hemencyrtus herbertii Ashmead (Encyrtidae) com 1,4% e 460 espécimes de Nasonia vitripennis (Walker) (Pteromalidae) com 37,2% dos indivíduos coletados. A prevalência de parasitismo obtida foi de 3,93%. Além dos inseticidas, também podem ser usados como controle dos insetos os chamados reguladores naturais tanto na agricultura como em áreas de criação animal.
Área de Conhecimento: Ciências Biológicas

Palavras-chave: parasitóides, Goiás, mosca.



CIÊNCIAS DA SAÚDE

AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA DA MÃO E SUA RELAÇÃO COM A FORÇA MUSCULAR DE PREENSÃO
Acadêmico(s): Luana Cosenza Drumond (bolsista do CNPq)

Nanci Mendes Pinheiro (aluna colaboradora)

Orientador(a): Profª. Ms. Luciane F. R. Martinho Fernandes

Co-orientador(a): Prof. Ms. Dernival Bertoncello

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-CNPq


A força de preensão palmar na reabilitação auxilia no delineamento de patologias, no planejamento do tratamento e nas evoluções durante o processo de reabilitação. Muitos autores relacionam a medida da força de preensão palmar com a idade, sexo e dominância da mão. Entretanto, poucos autores descrevem a relação da força com valores antropométricos como medidas de comprimento e diâmetros musculares. O objetivo deste trabalho foi analisar a relação da medida de força de preensão palmar com a idade, sexo, massa, altura, dominância e dados antropométricos da mão de voluntários com idade média de 22 anos. Para avaliação da força de preensão palmar foi utilizado o dinamômetro hidráulico (da marca JAMAR) nas cinco posições de sua empunhadura. Durante o teste, os voluntários permaneceram sentados, com ombro em adução e rotação neutra, cotovelo fletido à 90º, antebraço e punho em posição neutra, segundo a recomendação da Sociedade Norte-Americana de Terapeutas da Mão. Foram realizadas 5 medidas de força, alternando as mãos, com um intervalo de 1 minuto para cada repetição. Foram utilizadas 6 tomadas antropométricas da mão utilizando paquímetro e fita métrica: a largura da palma, o comprimento do 2° dedo, a espessura da palma, a largura da palma, a circunferência da palma e, por último, a circunferência da mão. Participaram da pesquisa 33 mulheres e 40 homens, todos com ausência de doenças nos membros superiores. Para o grupo das mulheres, a média da altura foi de 1,60 m e da massa 57,3 kg. Para os homens, a média foi de 1,78 m para a altura e 76,69 kg para massa corporal. Nossos resultados apresentam-se de acordo com o encontrado na literatura, quanto à antropometria da mão, em relação aos diferentes gêneros. Para homens e mulheres as melhores posições para força de preensão foram as de número 4 e 5 do dinamômetro Jamar. Para os homens, houve melhor correlação de força e largura da mão, enquanto que, para as mulheres, a força se correlacionou mais com o comprimento da mão (2° dedo). A força de preensão tende a ser maior no membro dominante, e, em relação ao posicionamento da empunhadura do dinamômetro, a força de preensão é menor na de número 1. Nota-se que a empunhadura central do dinamômetro permite maior dispêndio de força, devido ao fato do braço de alavanca composto pela região do carpo permitir distribuição da carga para maior quantidade de músculos em ação. A força de preensão acompanha valores de largura e circunferência da palma da mão, pelo reflexo da distribuição de força sobre a base de apoio do dinamômetro. Assim, parece haver suporte de maior carga conforme maior contato com a empunhadura do equipamento.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: antropometria, preensão palmar, dinamometria.



AVALIAÇÃO DOS MARCADORES PRÓ-APOPTÓTICOS E ANTI-APOPTÓTICOS IN SITU NO PÊNFIGO FOLIÁCEO ENDÊMICO
Acadêmico(s): Angélica Chiba Maeda (bolsista do CNPq)

Orientador(a): Profª. Drª. Denise Bertulucci Rocha Rodrigues

Co-orientador(a): Prof. Dr. João Eduardo Caixeta Ribeiro

Profª. Drª. Marlene Antônia dos Reis

Profª. Drª. Sanívia Aparecida de Lima Pereira

Prof. Dr. Virmondes Rodrigues Júnior

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-CNPq


Tendo em vista a morbidade do Pênfigo Foliáceo (PF) e o tempo que o paciente permanece afastado do trabalho e, algumas vezes, até do convívio social, o avanço no conhecimento de sua patogênese é importante. O objetivo deste estudo é avaliar apoptose e marcadores pró-apoptóticos e anti-apotóticos in situ em biópsias de pacientes com Pênfigo Foliáceo Endêmico (PFE). Foram realizadas 13 biópsias de pacientes com PF, que foram fixadas em formoldeído, incluídas em parafina e submetidas a cortes seriados. As lâminas foram desparafinizadas, realizadas o bloqueio da peroxidase endógena e feita a recuperação antigênica. A técnica TUNEL marcou as quebras de DNA in situ. A técnica de imunohistoquímica permitiu a marcação das moléculas Bcl-2, iNOS e Fas. As lâminas foram levadas ao microscópio de imunofluorescência onde a ocorrência de apoptose pode ser observada, e no microscópio de luz comum para avaliar a imunomarcação da imunohistoquímica. A análise morfológica das células positivas foram realizadas de forma semiquantitativa e classificadas em ausente, discreto, moderado e intenso.A pesquisa de apoptose, em 13 biópsias de pele de portadores de lesões de PF, evidenciou sua ocorrência tanto no epitélio, como na camada sub-epitelial, onde se observou o exsudato inflamatório. No epitélio, a apoptose foi ausente em 2(15%) casos e presente de forma discreta em 5(38%) casos, moderada em 3(23%) casos e intensa em 4(30%) casos. No sub-epitélio foi ausente em 3(21%) casos, presente de forma discreta em 9(69%) casos, de forma moderada em um caso, e intensa em outro caso. A maioria das células em apoptose no sub-epitélio foram em células do exsudato inflamatório, sendo que a marcação foi de forma discreta. A imunomarcação no epitélio para o Bcl-2 foi de 58% dos casos, para iNOS 100% e para o Fas 72% dos casos. Já no exsudato inflamatório, o Bcl-2 foi encontrado em 41,6% dos casos, a iNOS estava presente em 100% e o Fas também estava presente em 100% dos casos. Portanto, os resultados apresentados mostram a ocorrência de apoptose, de intensidade moderada e intensa em metade das biópsias estudadas. A apoptose tem sido observada de forma rara a discreta nos controles normais. A sua ocorrência em maior intensidade no PFE poderia estar contribuindo para a patogênese das lesões. As moléculas envolvidas na sinalização da apoptose são expressas no epitélio de pacientes com PFE sugerindo a participação destas na patogênese das lesões.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: pênfigo foliáceo, citocinas, apoptose.



AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL DE ALUNOS DE MEDICINA DA UNIUBE ATRAVÉS DA BIOIMPEDÂNCIA, SOMATÓRIO DAS PREGAS CUTÂNEAS E IMC
Acadêmico(s): Carla Araujo Ribeiro (bolsista da FAPEMIG)

Anna Andréa de Godoy Paré Mendes

Danilo Fonseca Maia

Orientador(a): Profª. Drª. Fernanda Oliveira Magalhães

Co-orientador(a): Profª. Ms. Luís Cláudio Benevenuto

Profª. Ms. Gilberto Araújo Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-FAPEMIG


A obesidade é definida como um excesso de gordura corporal, coincidindo com o aumento do peso, embora esta condição possa não estar presente. A estimativa da massa corporal através de métodos como bioimpedância, somatória de pregas cutâneas e IMC (índice de massa corporal) é fundamental no diagnóstico da obesidade. Objetivos: Esse trabalho avaliou a composição corporal de alunos de medicina da Uniube pelos três métodos, comparando os resultados entre os sexos e em relação a atividade física. Metodologia: Trata-se de um estudo prospectivo, observacional, descritivo e comparativo. As análises descritivas foram feitas através do qui-quadrado, enquanto que nas análises numéricas utilizou-se o teste t student. O nível de significância foi de alfa=0,05. Foram avaliados 104 alunos, sendo 49 do sexo feminino (F) e 55 do sexo masculino(M). Resultados: Analisando o IMC em relação a atividade física encontramos 51 indivíduos que praticam atividade física, destes 58,8% estão com IMC normal, 31,4% estão com sobrepeso e 3,9% são obesos (p<0,0001). Analisando o IMC em relação ao sexo, encontramos 7 indivíduos abaixo do peso (85,7% F e 14,2% M), 72 indivíduos com peso normal (56,9%F e 43%M), 20 com sobrepeso (5%F e 95%M) e 5 indivíduos obesos (20%F e 80%M) (p<0,0001). Analisando a composição corporal dos alunos em relação ao IMC e prega cutânea foi observado uma concordância entre os métodos. A concordância entre eles foi de 66% entre as 72 pessoas que estão dentro do normal e 85% entre as 20 pessoas que estão acima do normal. Ao analisar a relação do IMC com a massa gorda pela bioimpedância encontramos 72 indivíduos dentro do normal, sendo 72,2% de coincidência. De 20 indivíduos acima do peso, 55% coincidiram entre os métodos. A relação da massa gorda dos indivíduos pela bioimpedância e pregas cutâneas mostrou uma associação significativa (p<0,0001). Dos 54 indivíduos dentro do normal houve correlação de 70%, e de 62% entre os 29 indivíduos acima do normal. Conclusões: Houve uma correlação inversa entre atividade física e obesidade. Os homens apresentaram maior índice de sobrepeso e obesidade que as mulheres. Houve correlação entre IMC e pregas cutâneas, e IMC com a bioimpedância, mostrando que podemos utilizar métodos mais baratos e simples para avaliação da composição corporal.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: bioimpedância, pregas cutâneas, IMC



PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE UMA MULETA AXILAR COM DISPOSITIVO DE ALERTA
Acadêmico(s): Fausto Fernandes de Almeida Sousa (bolsista do CNPq)

Orientador(a): Prof. Dr. Antônio Carlos Shimano

Co-orientador(a): Prof. Ms. Jorge Alfredo Léo

Instituição: Universidade de Uberaba



Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-CNPq
As muletas axilares são usadas com maior freqüência no aumento do equilíbrio e para o alívio completo ou parcial da sustentação do peso sobre um membro inferior. O tratamento proposto, utilizado pelo profissional da saúde, deverá seguir um protocolo de descarga de peso, a fim de preservar o membro em tratamento. Atualmente, não existe um aparelho que quantifique a carga aplicada sobre o membro tratado. O que se utiliza hoje nas clínicas de fisioterapia, para medir estas cargas, é a balança comum. Esta técnica é realizada colocando a muleta sobre uma balança até que atinja a carga adequada proposta pelo protocolo. Observa-se que a medida da descarga de peso realizada por esta técnica apresenta dificuldades no manuseio e pode apresentar imprecisão nas medidas realizadas. Pensando nisto, surgiu a idéia de se desenvolver uma muleta com dispositivo de alerta, que pudesse obter respostas exatas da carga desejada em tempo real, que serviria ao profissional da saúde avaliar o paciente, e este realizar o treinamento de descarga de peso sobre a muleta. A muleta axilar desenvolvida é do tipo ortomuleta, com adaptações de dispositivo eletro-mecânico. Toda a muleta foi confeccionada em duralumínio. Foram confeccionados dois sistemas telescopado, um na porção superior e o outro na inferior, que permite a realização de ajustes da altura da muleta para cada indivíduo. Um sistema de controle de carga foi adaptado na parte inferior da haste da muleta, composto por uma mola calibrada, que está conectado a um dispositivo de alerta (sonoro e/ou luminoso). Este dispositivo de alerta é composto por uma bateria, uma lâmpada e uma caixa sonora. Acoplado à parte inferior da mola existe também uma célula de carga Kratos, com capacidade de 200kgf, conectada a uma ponte de extensiometria portátil Kratos, que mede as cargas aplicadas. O acionamento do sistema de alerta é determinado a partir da deformação de uma mola, fechando o circuito elétrico através do acionamento de um micro switch (fim de curso). Durante a deambulação os valores das cargas aplicadas na muleta são captadas pela célula de carga e analisadas pela ponte de extensiometria, para que possam ser confirmados os valores pré-estabelecidos. A validação do equipamento consistiu, previamente na calibração da mola de compressão, tendo a calibração de 0,5mm de deformação para cada 1kgf, com deformação máxima de 30mm que equivale a 60kgf. Posteriormente foi utilizado uma balança analógica comparando a força obtida pela célula de carga e a regulação de acionamento do sistema de alerta, pela compressão da mola, tendo valores significativamente iguais em kgf. Esta comparação foi realizada para validar o uso do equipamento. Os resultados do estudo piloto demonstraram que a muleta desenvolvida é capaz de medir a carga imposta e alertar ao paciente a quantidade de descarga de peso previamente programada, em tempo real, com segurança, precisão e confiabilidade.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: protocolo de descarga de peso, membro inferior e muleta axilar



INCIDÊNCIA DE TIREOIDOPATIAS EM PACIENTES DIABÉTICOS TIPO 2 DE UMA CLÍNICA PARTICULAR DE UBERABA, MG
Acadêmico(s): Mariana Castro Loureiro Borges (bolsista do CNPq)

Juliana Cristina da Silva Castanheira

Orientador(a): Profª. Drª. Fernanda Oliveira Magalhães

Co-orientador(a): Prof. Ms. Gilberto de Araújo Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba/Medicina

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-CNPq


A associação entre diabetes tipo 1 e hipotireoidismo é bem estabelecida, assim como, a associação entre diabetes tipo 2 e bócios. Entretanto, a relação entre diabetes tipo 2 e hipotireoidismo não é descrita em literatura, apesar de sua alta prevalência na prática clínica. Objetivos: Determinar a incidência de hipotireoidismo e bócios entre pacientes diabéticos tipo 2 e correlacionar com sexo e IMC. Metodologia: Foi realizado estudo descritivo comparativo retrospectivo em 1912 prontuários de uma clínica de endocrinologia. Os diabéticos foram analisados em relação a sexo, tipo de diabetes, IMC, incidência de bócios e hipotireoidismo. Os dados quantitativos foram submetidos a teste de normalidade. Entre as variáveis categóricas foi utilizado teste não paramétrico de Qui-quadrado ou Exato de Fisher. O nível de significância foi de a = 0,05. Resultados: Foram analisados 1912 prontuários, dos quais 253 (13,23%) são de pacientes diabéticos. Desses, 129 (51%) são do sexo masculino e 124 (49%) feminino; 228 (90,11%) diabéticos tipo 2 e 25 (9,88%) diabéticos tipo 1. Entre os diabéticos tipo 1, 40% são do sexo feminino e 60% do sexo masculino, enquanto entre os diabéticos tipo 2, 50% são do sexo masculino e 50% são femininos. Verificamos 62 casos (27,20%) de tireoidopatias entre os tipo 2. Desses pacientes, 38 (61,3%) eram portadores de hipotiroidismo, 21 (33,9%) apresentavam bócio nodular e 3 (4,8%) apresentaram tanto hipotiroidismo quanto bócio nodular. Quando correlacionamos diabéticos tipo 2 e não diabéticos com hipotiroidismo encontramos: 41/228 (17,98%) de diabéticos tipo 2 apresentavam hipotiroidismo e 197/1659 (11,82%) dos não diabéticos apresentavam a mesma doença (p<3,84). Ao correlacionarmos diabetes tipo 1 e hipotireoidismo verificamos: 3/25 (12%) apresentaram hipotiroidismo e 22/25 (88%) não apresentaram. Analisamos também o índice de massa corporal (IMC) dos pacientes diabéticos tipo 2 com hipotiroidismo e obtivemos os seguintes resultados: 8 (23%) pacientes apresentaram IMC normal; 20 (46,2%) apresentaram sobrepeso; 9 (15,4%) obesidade moderada, 2 (7,7%) obesidade grave e outros 2 obesidade mórbida. Quanto a faixa etária, 41,93% dos pacientes com doenças tireoideanas possuem menos de 60 anos enquanto 58,06% desses pacientes apresentam 60 ou mais anos. Conclusões: Dessa forma, podemos concluir que em nosso estudo a prevalência de hipotiroidismo em pacientes com diabetes mellitus tipo 2 foi maior do que entre os pacientes com diabetes mellitus tipo 1, o que não é descrito em literatura. Houve maior incidência de hipotireoidismo do que bócio nodular em diabéticos tipo 2. Além disso, as tireoidopatias são mais prevalentes em pacientes acima de 60 anos.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: tireoidopatias, Diabetes mellitus.

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