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PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE UM EQUIPAMENTO PARA MEDIÇÃO DE ÂNGULOS E FORÇA MUSCULAR ISOMÉTRICA DO OMBRO



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PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE UM EQUIPAMENTO PARA MEDIÇÃO DE ÂNGULOS E FORÇA MUSCULAR ISOMÉTRICA DO OMBRO
Acadêmico(s): Patrícia Silva (bolsista da FAPEMIG)

Orientador(a): Prof. Dr. Antônio Carlos Shimano

Co-orientador(a): Prof. Dr. Jorge Alfredo Leo

Instituição: Universidade de Uberaba/Fisioterapia

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-FAPEMIG
A anatomia da cintura escapular permite mobilidade ao membro superior e, como resultado, a mão pode ser colocada quase em todo lugar dentro de uma esfera de movimento. A mecânica combinada das articulações e dos músculos provê e controla a mobilidade. Fisiologicamente é comprovado que os músculos estão envolvidos em um processo contínuo de remodelagem, podendo ocorrer alterações em seu comprimento, diâmetro e resistência. Muitos fatores, tais como doença, desuso e imobilização, podem resultar em fraqueza muscular, a qual deve ser avaliada e tratada por um programa especifico de reabilitação. A reabilitação repousa na avaliação eficiente da lesão e deve ser um processo contínuo. O exame inicial é importante não apenas para identificar as estruturas envolvidas, mas também para fornecer uma série de dados que podem ser referidos nas avaliações subseqüentes. Dentre as articulações, provavelmente o ombro é a mais difícil de avaliar, em função do número das importantes estruturas localizadas em pequena área. A avaliação da força muscular (FM) é um componente vital para o diagnóstico e o tratamento de paciente com doenças neuromusculares ou outras associadas com à fraqueza muscular. Os terapeutas usam rotineiramente teste muscular manual para avaliação da FM. As medidas angulares utilizando o goniômetro são feitas para obter uma linha de base objetiva da amplitude de movimento e flexibilidade. Há necessidade de mensurar a força muscular isométrica (FMI) não somente para estimativas, mas para seguir o curso da doença e avaliar a ação da terapia física e outros tipos de tratamento. Não foi encontrado na literatura ou no mercado um equipamento que pudesse realizar medidas angulares e de FMI do ombro com o braço em flexão, extensão e abdução. Assim sendo, o objetivo deste trabalho foi projetar e desenvolver um equipamento para medição de ângulos e FMI do ombro com o braço em flexão, extensão e abdução, utilizando tecnologia nacional. Na confecção do equipamento foi utilizada uma cadeira. Esta foi reforçada e na sua estrutura foi adicionado sistemas de regulagens, mecanismos articulares, goniômetros e células de carga. O teste piloto consistiu em medidas de FMI na posição de flexão e abdução à (30º, 60º e 90º) e extensão à (0º e 30º) do ombro. Foram avaliados 5 indivíduos normais, de ambos os sexos, com idade de (22,0+1,3) anos, altura de (1,68+1,1) metros e massa corporal de (52,0+2,3) kg. Na mensuração da FMI de flexão à 30º obtivemos (73,5+6,4)N, à 60º (42,5+5,7)N e à 90º (47,7+5,0)N. A FMI de abdução à 30º foi de (12,5+5,2)N, à 60º (47,9+3,3)N e à 90º (40,7+5,3)N. Na extensão a FMI à 0º foi de (58+7,9)N e à 30º (39+8,6)N. As medidas preliminares realizadas em indivíduos não patológicos mostraram que o equipamento desenvolvido é capaz de medir os ângulos e as FMI do ombro em flexão, extensão e abdução.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: força muscular, contração isométrica, ombro.


EFEITOS COMPORTAMENTAIS INDUZIDOS POR DIETA HIPERLIPÍDICO-PROTEICA EM RATOS WISTAR
Acadêmico(s): Renea Barbosa Oliveira e Silva (bolsista do CNPq)

Claudia Modesto Veludo de Oliveira

Camila Bitu Moreno Braga

Orientador(a): Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientador(a): Profª. Ms. Marisa Tomoe Hebihara Fukuda

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE e PIBIC-CNPq
Ênfase é dada aos efeitos fisiológicos de dietas que permitem o consumo indiscriminado de gorduras e proteínas, restringindo o consumo de carboidratos, porém pouco se estuda sobre os efeitos comportamentais induzidos pelas mesmas. Dessa forma, o estudo objetivou determinar os efeitos de uma dieta hiperlipídico-protéica sobre o comportamento das ninhadas de ratas Wistar. Para isso, ratas e suas ninhadas receberam água filtrada e dieta controle (55,67% CHO, 22,93% PTN e 3,35% TAG (344,55 Kcal/100g) e experimental (10,21% CHO, 35,10% PTN, e 43,44% TAG (572,20 Kcal/100g) ad libitum durante a gestação (G), Lactação (L) e pós-desmame (/E; /C), por 12 semanas. Para a análise comportamental foram avaliados 64 animais através dos testes de Campo Aberto (verificação da atividade locomotora e reação a novos ambientes); e do Labirinto em Cruz Elevado, destinado ao estudo da ansiedade. O tempo de experimentação na arena foi de 5 minutos, analisando-se: número de cruzamentos entre os quadrantes e comportamento de levantar-se (rearing). No labirinto em cruz tempo de experimentação foi de 5 minutos, avaliando-se: freqüência de rearing; número de entradas nos braços abertos e fechados; % de tempo despendido no braço aberto; % de entradas no braço aberto; freqüência do mergulho de cabeça (head dipping). Os dados obtidos foram submetidos ao teste t-student. Os resultados revelaram diferenças não significativas no peso corporal, não comprometendo, assim, a atividade locomotora e exploratória, visto que o peso constitui parâmetro para esta análise comportamental. A atividade locomotora medida nos testes da arena e no labirinto (número de entradas nos braços fechados), mostraram o mesmo desempenho em todos os grupos. Quanto ao rearing (medida de exploração à ambientes novos), não foram encontradas diferenças significativas entre os grupos no labirinto. No teste da arena, no entanto, o rearing apresentou tendência de ocorrer com maior freqüência nos grupos GELC/E, GELE/C e GELE/E, sugerindo alteração no comportamento exploratório dos animais expostos a dieta hiperlipídico-protéica. Em relação às categorias comportamentais head dipping, percentuais de entradas e de permanência nos braços abertos, utilizadas no estudo da ansiedade, os resultados, apesar de não estatisticamente significativos, apontam que o grupo controle (GCLC/C) apresenta tendência à menor ansiedade que os grupos experimentais. Conclui-se que animais submetidos à dieta hiperlipídico-protéica nas diferentes fases do desenvolvimento não são afetados na sua atividade locomotora, mesmo que o período de tratamento nutricional seja prolongado; não sofrem alterações quanto ao comportamento exploratório; e tendem a exibir mais comportamentos atribuídos à ansiedade se comparados com o comportamento de animais tratados com dieta equilibrada nutricionalmente.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: comportamento, dieta, lipídeo, proteína.


AVALIAÇÃO DE ADAPTAÇÃO CERVICAL DE COROAS TOTAIS CERÂMICAS LIVRES DE METAL ANTES E APÓS A CIMENTAÇÃO
Acadêmico(s): Núbia Daniela Mota de Oliveira

Orientador(a): Prof. Dr. Gilberto Antônio Borges

Co-orientador(a): Prof. Dr. Wildomar José de Oliveira

Prof. Dr. Lourenço Correr Sobrinho

Instituição: Universidade de Uberaba/Odontologia

Órgão Financiador: CNPq


O objetivo deste estudo foi avaliar o ajuste cervical antes e após a fixação de coroas totais do sistema cerâmico In Ceram Alumina (Vita) em preparos sobre dentes bovinos, com 2 tipos de cimentos. Trinta incisivos bovinos foram embutidos em resina. As porções coronárias foram preparadas para receber coroas totais completas, usando pontas diamantadas no 4103 com paredes axiais com expulsividade de 10º e término cervical em ombro reto. Em seguida, as coroas foram adaptadas sobre os preparos com carga de 9kg por 1 minuto e a discrepância marginal foi medida com microscópio de mensuração (STM). Posteriormente, as coroas foram removidas e divididas em dois grupos de 15 corpos-de-prova cada. Grupo I: cimentadas sobre os dentes com cimento resinoso (Variolink II) e Grupo II: cimentadas com ionômero de vidro modificado por resina (Vitremer) e novamente a discrepância marginal foi avaliada. Os resultados foram submetidos à Análise de Variância e ao teste de Tukey (5%) e indicaram que o desajuste cervical após a cimentação foi estatisticamente superior ao desajuste cervical antes da cimentação, para os dois cimentos.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: cerâmica, cimentação, adaptação.


AVALIAÇÃO DA ADAPTAÇÃO MARGINAL DE COPINGS DA CERÂMICA PURA ANTES E APÓS A ESTRATIFICAÇÃO
Acadêmico(s): Juliana Maurício da Rocha

Jordana Silva Faria

Orientador(a): Prof. Dr. Gilberto Antonio Borges

Co-orientador(a): Prof. Ms. Fernando Carlos Hueb de Menezes

Prof. Dr. Luis Henrique Borges

Instituição: Universidade de Uberaba/Odontologia e UNICAMP

Órgão Financiador: CNPq
Este estudo avaliou a adaptação marginal de copings do sistema de cerâmica pura Cergogold antes e após a aplicação e queima da cerâmica de estratificação. Vinte incisivos bovinos foram fixados em resina acrílica em tubos de PVC, com as raízes incluídas até três milímetros aquém da junção cemento-esmalte. As porções coronárias foram preparadas com ponta diamantada tronco-cônica obtendo preparos em dentina com 9,0mm de diâmetro, 6,0mm de altura com convergência de 8,0° para oclusal e término cervical de 0,8 mm em ombro de 90° com ângulo interno arredondado. Os preparos foram moldados e destes obtidos vinte troqueis em gesso pedra especial, um para cada preparo. Sobre cada troquel foi confeccionado um coping de cerâmica pura, que foi adaptado ao seu respectivo preparo com carga estática de 9kgf por um minuto. A fenda marginal foi avaliada em microscópio óptico de mensuração com precisão de 0,5µm. Para cada coping foram realizadas doze leituras, sendo três para cada um de quatro pontos previamente demarcados em posições diametralmente opostas. Sobre cada coping foi aplicado e queimado a cerâmica de estratificação e, nova mensuração foi realizada. Os dados foram submetidos ao teste de Wilcoxon com o nível de significância de 0,05 (p<0,05). Verificou-se que não houve diferença estatística significante entre a adaptação marginal dos copings antes 66,9833µm e após 69,4854 a aplicação e queima da cerâmica de estratificação. As médias dos valores de adaptação marginal encontradas estavam dentro dos limites de aceitação clínica.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: adaptação marginal, cerâmica, estratificação.


AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA ADESIVA DE BRAQUETES EM ESMALTE UTILIZANDO ADESIVOS AUTOCONDICIONANTES
Acadêmico(s): Fabrício de Magalhães Guimarães

Orientador(a): Prof. Dr. Wildomar José de Oliveira

Co-orientador(a): Prof. Dr. Gilberto Antônio Borges

Instituição: Universidade de Uberaba/Odontologia



Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
A técnica do condicionamento ácido surgiu na década de cinqüenta e trouxe grandes avanços na odontologia adesiva, principalmente quando se empregam resinas compostas, entretanto o surgimento de adesivos autocondicionantes, que dispensa o condicionamento ácido prévio, no final da década de noventa, suscitou dúvidas quanto à efetividade, principalmente devido não criar uma superfície condicionada prévia. Recentemente surgiu a possibilidade de empregar esses novos sistemas adesivos na colagem de braquetes em procedimentos realizados por ortodontistas, entretanto alguns clínicos não se sentem seguros quanto a adesividade, principalmente devido à aparência clínica ser diferente daquela produzida pelo condicionamento ácido convencional que produzia um padrão de condicionamento característico, justificando a adesão micromecânica. A possibilidade de empregar sistemas adesivos autocondicionates suscitou expectativa, pois o condicionamento ácido prévio não sendo necessário, o procedimento de lavar a superfície condicionada não mais existiria, simplificando os passos clínicos. Esse trabalho objetivou avaliar a capacidade de adesão de braquetes em esmalte empregando sistema adesivo autocondicionante, quando comparado com sistemas convencionais. Vinte incisivos bovinos tiveram a parte coronal embutida em resina acrílica com a face vestibular voltada para cima. Aleatoriamente, foram divididos em dois grupos de dez. Após profilaxia com pasta de pedra pomes e água em escova Robson no baixa rotação, os corpos-de-prova do Grupo I foram submetidos ao condicionamento ácido empregando o sistema adesivo convencional Scotchbond Multipurpose – 3M, e nos corpos-de-prova do Grupo II utilizamos o sistema adesivo autocondicionante Clearfil SE Bond – Kuraray. Nos dois grupos os sistemas adesivos foram empregados de conformidade com as normas dos fabricantes. Após a preparação da superfície com o adesivo, foi aplicada resina composta Filtek Z250 – 3M cor BO.5 sobre a superfície do braquete com área de 12,95mm2 e esse posicionado na face vestibular do dente sob pressão de 300 gramas produzida por uma agulha de Vicat modificada. Após a remoção dos excessos polimerizamos com fonte de luz halógena Ultralux – Dabi Atlante medindo 400mW/cm2 durante 40s. Imediatamente após, os corpos-de-prova foram submetidos a ensaio mecânico sob cisalhamento. Utilizamos um fio de aço adaptado nas garras do braquete que foi tracionado no sentido inciso-cervical sob velocidade de 0,5mm por minuto em máquina EMIC DL 3000 com célula de carga de 50kgf. Os resultados demonstraram resistência adesiva média para o Grupo I de 12,20 MPa, desvio padrão 1,97MPa e a média para o grupo II de 13,09 MPa, desvio padrão 1,64.MPa. Após aplicação do teste estatístico Teste T sob nível de significância de p<0,01 não se verificou diferença. O sistema adesivo autocondicionante Clearfil SE Bond - Kuraray produziu uma efetiva adesão quando comparado com o convencional Scotchbond Multipurpose – 3M.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Ligth emitting diode, LED, polimerização, resina composta.


AVALIAÇÃO DA RESISTÊNCIA ADESIVA DE RESINA COMPOSTA EM ESMALTE DE DENTES SUBMETIDOS A CLAREAMENTO COM PERÓXIDO DE CARBAMIDA
Acadêmico(s): Régis Santos Aguiar

Orientador(a): Prof. Dr. Wildomar José de Oliveira

Co-orientador(a): Prof. Dr. Gilberto Antônio Borges

Instituição: Universidade de Uberaba/Odontologia

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
O peróxido de carbamida é uma substância empregada nos procedimentos de clareamento dental. Pacientes procuram clínicos solicitando alteração estética nos dentes, principalmente no sentido de obter dentes claros e brilhantes, e em muitas situações clínicas restaurações estéticas adesivas devem ser substituídas para devolver a estética ideal e completar o tratamento. Após ação do clareamento radicais livres (oxigênio nascente, peridroxil e hidroxila) contidos nos agentes clareadores permanecem no íntimo das estruturas dentais impedindo a polimerização dos adesivos durante a formação da camada híbrida, prejudicando a retenção e possibilitando falhas precoces. Alguns clínicos, para satisfazer as expectativas dos pacientes e concluir o trabalho mais rapidamente, optam por restaurar os dentes imediatamente ao clareamento, inclusive na mesma sessão. Nesse trabalho experimental in vitro avaliamos quanto tempo após o clareamento com gel de peróxido de carbamida a 37% não interfere na adesão de restaurações de resina composta. Simulamos setenta restaurações em dentes bovinos e dividimos aleatoriamente em sete grupos de dez: Grupo 1: controle em clareamento. Os dentes dos demais grupos foram restaurados em diferentes períodos de tempo após o clareamento: Grupo 2: imediatamente ao clareamento, Grupo 3: 24h, Grupo 4: 48h, Grupo 5: sete dias, Grupo 6: quinze dias, Grupo 7: vinte e um dias. Utilizamos o adesivo Scotchbond Multipurpose - 3M como preconiza o fabricante e aplicamos a resina Z100 - 3M cor A3,5 sobre a superfície vestibular com 5mm de diâmetro e 3mm de altura. A área adesiva (5mm de diâmtero) foi obtida por uma tira de papel adesivo com perfuração central e para padronizar o cilindro de resina empregamos um dispositivo de aço inox articulado. Cada dente foi incluso em um anel de PVC com cera utilidade na temperatura ambiente para receber o adesivo e resina composta. Após a polimerização o dente foi incluso em resina acrílica autopolimerizada. Uma fita matriz de aço adaptada no cilindro de resina e numa máquina universal EMIC DL 3000 com célula de carga de 50kgf e 1mm/min produziu tensão de cisalhamento na interface. As médias obtidas foram: Grupo 1: 7,35MPa desvio padrão 2,33; Grupo 2: 5,17MPa desvio padrão 1,62; Grupo 3: 6,83MPa desvio padrão 2,31; Grupo 4 6,85MPa desvio padrão 2,08; Grupo 5: 7,42MPa desvio padrão 2,65; Grupo 6: 9,51MPa desvio padrão 3,24; Grupo 7: 6,10 MPa desvio padrão 1,63. A distribuição da amostra apresentou curva normal, por isso aplicamos o teste estatístico Tukey (p<0,001). Constatou-se que somente o Grupo 2 foi diferente, portanto deve aguardar pelo menos 48h para restaurar dentes clareados com gel de peróxido de carbamida a 37%.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: clareamento dental, adesão em esmalte, peróxido de carbamida.


AVALIAÇÃO DA SUPERFÍCIE DE ESMALTE APÓS A DESCOLAGEM DE RESINAS ORTODÔNTICAS, EM MICROSCÓPIO ELETRÔNICO DE VARREDURA
Acadêmico(s): Rosymere Freitas de Sousa

Orientador(a): Evonete Maria de Oliveira Marra

Co-orientador(a): Marila Rezende de Azevedo

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia/Odontologia


Avaliou-se, em Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV), a superfície de esmalte antes e após a descolagem de cilindros des resinas ortodônticas Concise e Phase II, coladas ao esmalte, após condicionamento com ácido fosfórico a 37% por 15 ou 60 segundos. Em todas as combinações de materiais e tempos observou-se tags projetando-se da superfície de resina que replicavam os três tipos de padrões de condicionamento, havendo uma variação desses padrões de um espécime para outro e dentro da mesma superfície. Isso sugere que, após a descolagem, mesmo que fragmentos de tecido dental não sejam removidos, a superfície de esmalte é afetada, microscopicamente, devido aos orifícios deixados quando os tags são fraturados. A observação das interfaces resina/esmalte em MEV, mostrou que a resina Concise apresentou tags reduzidos em número e tamanho ou estavam ausentes, tanto aos 15 quanto 60 segundos, ao contrário da resina Phase II, que exibiu projeções que reproduziam os padrões de ataque, apresentando formas de cone, taças ou espadas. Isto nos permitiu sugerir que os tags formados pela resina Concise eram mais longos e finos e não suportaram os procedimentos de preparo das amostras, fraturando-se. Na análise da superfície de esmalte, onde ocorreu fratura adesiva, observou-se vestígios de resina nos poros do esmalte, distribuídos irregularmente e nem sempre presentes em todos os espécimes analisados. Na análise da superfície onde houve fratura de esmalte, nota-se uma área de separação entre o esmalte e a resina, evidenciando-se a projeção de tags.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: tags; microscópio eletrônico de varredura; tipos de fratura.


AVALIAÇÃO DOS TIPOS DE FRATURAS OCORRIDAS NA INTERFACE RESINA/ESMALTE APÓS DESCOLAGEM
Acadêmico(s): Rosymere Freitas de Sousa

Orientador(a): Evonete Maria de Oliveira Marra

Co-orientador(a): Henner Alberto Gomide

Instituição: Universidade Federal de Uberlândia/Odontologia


O objetivo deste estudo foi avaliar os tipos de fraturas ocorridos na interface de colagem de resinas ortodôntica convencional e fluoretada ao esmalte dental. Foram utilizados 120 pré-molares extraídos por razões ortodônticas, distribuídos em 4 grupos de 20 dentes cada, segundo tempo de condicionamento do esmalte e material. As resinas usadas, Concise e Phase II com flúor, foram aplicadas diretamente ao esmalte condicionado com ácido fosfórico a 37% por 15 ou 60 segundos. Os testes de resistência ao cisalhamento foram realizados, após os corpos de prova terem sido submetidos a 3 condições diferentes: A- imersão por 24 horas em água destilada; B-imersão por 30 dias em água destilada; C- imersão por 24 horas em água destilada seguidos por ciclagem térmica. Avaliou-se os locais onde ocorreram os diferentes tipos de fraturas, durante a descolagem, ou seja, se foi adesiva na interface resina/esmalte (a); no esmalte (e); parcialmente na interface resina esmalte e coesiva na resina (a/cr) e finalmente se houve uma associação entre fratura na interface resina/esmalte e fratura de esmalte (a/e). Constatou-se alta ocorrência de fratura de esmalte (26,6%), apesar da maior ocorrência de fraturas adesivas (51,3%) enquanto as fraturas adesivas/coesivas em resina corresponderam a 6,8%. As fraturas de esmalte tenderam a ocorrer, em sua maioria, para valores de resistência acima de 200 kgf/cm2. As fraturas adesivas ocorreram com maior freqüência na faixa de valores entre 100-150 e 150-200 kgf/cm2. Verificou-se um comportamento diferente, com relação ao tipo de fraturas adesivas e de esmalte, entre as condições de teste de 24 horas, 30 dias e 24 horas mais ciclagem térmica. Nas condições de 24 horas, houve uma maior ocorrência de fraturas adesivas (67,5%), enquanto nas outras duas condições, houve um aumento de fraturas de esmalte. Observou-se maior número de fraturas adesivas para o tempo de condicionamento de 15 segundos, enquanto as fraturas de esmalte foram mais freqüentes para o tempo de 60 segundos. Verificou-se ainda, maior porcentagem de fraturas adesivas para a resina Concise, enquanto as fraturas adesivas/coesivas em resina foram mais freqüentes para a resina Phase II. Concluiu-se que as situações que demandam maior tensão para ruptura na interface de colagem, como no caso de 30 dias, resultam em um incremento de fraturas de esmalte. Por outro lado, fraturas adesivas tendem a ocorrer para valores de resistência menores, como os encontrados na condição de 24 horas de imersão.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: tipos de fraturas; resistência ao cisalhamento; resina.


INFLUÊNCIA DE UMA TÉCNICA ALTERNATIVA DE POLIMERIZAÇÃO NA INFILTRAÇÃO MARGINAL DE RESTAURAÇÕES COM RESINA COMPOSTA
Acadêmico(s): Ana Paula de Abreu

Orientador(a): Prof. Ms. Fernando Carlos Hueb de Menezes

Co-orientador(a): Prof. Dr. Wildomar José de Oliveira

Prof. Dr. Luís Henrique Borges

Instituição: Universidade de Uberaba/Odontologia
O objetivo desse estudo foi avaliar a infiltração em em dentina de restaurações na margem cervical utilizando as técnicas de fotoativação convencional e gradual da resina composta. Foram confeccionadas 32 cavidades classe V, com margens oclusal, mesial e distal em esmalte e margem cervical em dentina, com dimensões ocluso-cervical de 2,0mm, mésio-distal de 2,0mm e profundidade de 1,5mm. As cavidades foram restauradas com o sistema restaurador Single-Bond/Z250 (3M do Brasil). A aplicação do sistema adesivo foi realizada de acordo com as instruções do fabricante. Os dentes foram divididos em dois grupos. Os grupos diferiam entre si de acordo com as formas de fotoativação: Grupo 1 - técnica de polimerização com máxima intensidade de luz, aproximando-se ao máximo a fonte de luz da superfície da restauração, por 40 segundos. Utilizou-se uma intensidade de luz de 600mW/cm2, determinada através de um radiômetro (Demetron); Grupo 2 – fotopolimerização gradual, onde nos primeiros 10 segundos, a fonte fotopolimerizadora foi posicionada a 01 centímetro da cavidade, empregando-se um dispositivo especialmente construído para este fim. Tal dispositivo foi desenvolvido em alumínio e consiste de uma braçadeira, adaptada na extremidade da fonte de luz do aparelho fotopolimerizador, com uma ponta com comprimento de 01cm. Desta forma foi possível posicionar a fonte de luz mais afastada (01cm) nos primeiros 10 segundos para, posteriormente, fazer a aproximação máxima da ponta da fonte polimerizadora no restante do tempo recomendado pelo fabricante (40 segundos). A intensidade de luz, quando se afastou o cone em 01cm, foi aferida em 250mW/cm2, sendo a intensidade máxima de 600mW/cm2. Os corpos foram submetidos à ciclagem térmica (500X, 5oC e 55oC, com duração de 30 segundos cada ciclo) e imersos em solução de Fucsina básica a 0,5%. Cada dente foi seccionado longitudinalmente no sentido disto-mesial, separando as duas cavidades restauradas, vestibular e lingual. Posteriormente, as metades, já separadas, foram levadas à máquina de corte e as restaurações foram seccionadas ao meio. Os cortes foram realizados no sentido longitudinal da restauração, originando duas fatias, de onde foi escolhido o corte de maior infiltração. Obteve-se a imagem digital de cada corte e, em cada um deles, foi medido o índice de infiltração linear do corante, em milímetros, através de um programa de computação para este fim. A análise estatística demonstrou que o método de fotoativação gradual permitiu melhor selamento marginal, quando comparado à ativação com máxima intensidade de luz.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: fotopolimerização, resinas compostas, adaptação marginal.




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