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INFLUÊNCIA DA CICLAGEM TÉRMICA NA RESISTÊNCIA DE UNIÃO DA CERÂMICA REFORÇADA/DENTINA BOVINA
Acadêmico(s): Paulo Camilo Júnior

Jordana Silva Faria

Antonio Fernando Borges de Almeida

Orientador(a): Prof. Dr. Gilberto Antonio Borges

Co-orientador(a): Profª. Drª. Sanívia Aparecida Lima Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba/Odontologia

Órgão Financiador: PIBIC-UNIUBE
O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da ciclagem térmica na resistência de união ao cisalhamento por extrusão da cerâmica IPSEmpress 2, fixadas em dentina bovina com cimento resinoso. Quarenta corpos-de-prova tronco-cônicos da cerâmica IPS Empress 2 (Ivoclar) foram fixados em cavidades preparadas em dentina radicular bovina com o cimento resinoso RelyX Arc (3M ESPE) e o sistema adesivo Scothbond Multi Purpose (3M ESPE). Os corpos de prova foram armazenados em água destilada a 37°C por 24 horas. Metade foi submentida a 3000 ciclos térmicos nas temperaturas de 4°C ( 2°C) e 55°C ( 2°C), por um tempo de imersão de 10 segundos em cada banho; e a outra metade não sofreu ciclagem térmica (controle). Em seguida, os corpos-de-prova foram submetidos ao ensaio de resistência ao cisalhamento por extrusão numa máquina de ensaio EMIC (DL 3000) a velocidade de 0,5mm/min. Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de Tukey (5%) e mostraram que os corpos de prova que não ficaram ciclados termicamente (controle) apresentaram valores de resistência ao cisalhamneto por extrusão de (5,56 MPa) sem diferença estatisticamente significante em relação aos submentidos à ciclagem térmica (4,65 MPa). A termociclagem não influenciou na resistência de união entre o sistema adesivo cerâmico IPS Empress2 e o cimento resinoso Rely X / Scothbond Multi Purpose.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: resistência de união, cimentação, cerâmica prensada.


ANÁLISE DO PADRÃO ALIMENTAR DOS ESTUDANTES DE MEDICINA DA UNIVERSIDADE DE UBERABA
Acadêmico(s): Anna Andrea de Godoy Paré Mendes (bolsista do PIBIC-UNIUBE)

Carla Araujo Ribeiro

Danilo Fonseca Maia

Orientador(a): Profª. Drª. Fernanda Oliveira Magalhães

Co-orientador(a): Prof. Ms. Gilberto A Pereira

Prof. Ms. Luis Claudio Benevenuto

Instituição: Universidade de Uberaba/Medicina

Órgão Financiador: PIBIC-UNIUBE


A avaliação da ingesta de nutrientes é um valioso instrumento para identificar uma população com risco nutricional porque, além de fornecer dados quanto à ingestão calórica, atual do indivíduo analisado, também permite avaliar inadequações alimentares, dando a oportunidade de se atuar na promoção da saúde, através da reeducação alimentar. Esse trabalho tem como objetivo conhecer o padrão alimentar do estudante de medicina e verificar inadequações alimentares, bem como comparar o aporte calórico com o IMC e a massa gorda pela Bioimpedância. Como metodologia, consideramos como amostra, 96 estudantes de medicina da Uniube, por ser um grupo conhecedor da saúde, mas que nem sempre adota essa sabedoria em cuidado para com a sua própria. Para avaliação do padrão alimentar foi aplicado, na amostra, um recordatório alimentar de 24 horas, o qual foi analisado através de um programa de nutrição – Software Nutry. Além disso, foi aferido o IMC e a Bioimpedância. Os dados foram analisados pelo Teste-t de Student, pelo Qui-quadrado e pelo Teste de Variancia. O nivel de significancia adotado foi  ‹ 0,05. O sexo masculino ingere, significativamente, mais calorias que o sexo feminino (t=-4,88 e p=0,00000693236), e também ingere, significativamente, mais proteínas que o sexo feminino(t=-3,99 e p=0,00014). Em relação a ingesta de carboidratos, o sexo feminino, significativamente, ingere mais(t=2,97 e p=0,004). Não houve diferença significativa em relação a ingesta de lipídeos entre os sexos (t=-1,17 e p=0,25). O padrão alimentar dos estudantes é de uma dieta hipercalórica, 62% deles adotam uma dieta rica em calorias.. Não existe associação entre o tipo de dieta(hiper, normo ou hipocalorica) e o sexo(x2 =0,24 e p=0,63). A maioria dos estudantes realizam suas refeições no domicílio(80 %). Não foi encontrada associação entre local das refeições (domicílio ou restaurante) e o tipo de dieta. A maior parte dos estudantes não pratica atividade física(74,8 %). Não foi encontrada associação entre prática de atividade física e gênero(x2=1,87 e p=0,17). Existe associação significativa entre o tipo de dieta e a prática de atividade física(x2=8,68 e p=0,013). O padrão alimentar dos estudantes é de uma dieta rica em calorias, sendo que a maioria deles não pratica atividade física. Os estudantes realizam suas refeições, predominantemente, no domicílio e o local das refeições não influencia esse grupo, em relação ao tipo de dieta adotado. Não foi encontrada, nesse grupo, uma relação entre o tipo de dieta e IMC, e entre o tipo de dieta e valor da gordura corpórea. Assim, não foi encontrada uma relação entre o padrão alimentar e a presença de obesidade, sugerindo que, em adultos jovens, os fatores genéticos predisponentes para obesidade, são mais atuantes, que os fatores ambientais. Mas, a reeducação alimentar se faz necessária, pois uma dieta hipercalórica continuada, somada ao sedentarismo e a idade está, intimamente, relacionada ao ganho de peso e ao desenvolvimento de morbidades.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: padrão alimentar; IMC; bioimpedância.



DISLIPIDEMIA GESTACIONAL EXPERIMENTAL – INFLUÊNCIA DA COMPOSIÇÃO DA DIETA SOBRE OS PARÂMETROS BIOQUÍMICOS NO PERÍODO DE LACTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
Acadêmico(s): Michelle Cardoso Marques

Jacira Ribeiro Campos

Orientador(a): Prof. Dr. Geraldo Thedei Junior

Co-orientador(a): Prof. Dr. Marcelo Fernandes da Silva

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE


Uma boa nutrição contribui para manutenção de parâmetros séricos e bioquímicos normais e permite ao organismo o desenvolvimento de suas funções, uma vez que os nutrientes são proporcionados pela dieta balanceada com elementos em quantidades adequadas. Ratas prenhes e sujeitas à restrição calórico protéica apresentam alteração da composição lipídica da placenta, aumentando a concentração de ácidos graxos saturados e diminuindo, assim, a relação de ácidos graxos saturados e instaurados, o que pode ocasionar alterações na função placentária e no crescimento fetal. O objetivo do presente trabalho foi avaliar as alterações dos parâmetros bioquímicos séricos e urinários de ratas Wistar prenhes e suas progênies, que ingeriam uma dieta hiperlipídico-proteica (HLP) em comparação a dieta controle. Para isso, ratas e suas ninhadas receberam água filtrada e dieta controle (55,67% CHO, 22,93% PTN e 3,35% TAG (344,55 Kcal/100g) e HLP (10,21% CHO, 35,10% PTN, e 43,44% TAG (572,20 Kcal/100g) ad libitum durante a gestação (G), lactação (L) e pós-desmame (/E; /C) por 8 semanas. Amostras de soro foram obtidas no momento do sacrifício e urina foi colhida semanalmente. Os parâmetros bioquímicos séricos e urinários foram determinados por métodos enzimáticos e colorimétricos semi-automatizados com nível de significância de 5%. Os resultados obtidos mostraram que os animais sob dieta experimental apresentaram uma elevação dos níveis de triglicérides (p< 0,03) e nos níveis de colesterol total (p< 0,02), sendo observada também uma tendência a redução do colesterol HDL quando comparados com animais controles. A dieta experimental afetou a lactação, uma vez que filhotes amamentados por ratas sob dieta mostraram uma tendência ao aumento dos níveis de triglicérides. As alterações urinárias observadas com o uso da dieta HLP foram lipidúria, presença de cristais como fosfato amorfo, fosfato triplo e ácido úrico, além de elevações de uréia e creatinina urinárias (p<0,01). É possível concluir que o uso da dieta HLP em modelo experimental leva a alterações do metabolismo gestacional fortemente centrada na alteração da composição lípidica sérica, incluindo a trigliceridemia e a inversão da razão HDL/LDL.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: dieta, bioquímica, dislipidemia, rato.


EFEITO DA DIETA HIPERLIPÍDICO-PROTÉICA NA INDUÇÃO DE ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS E ANATOMOPATOLÓGICAS EM FÍGADOS DE RATAS WISTAR E SUAS NINHADAS
Acadêmico(s): Adelman Soares Asevêdo Filho

Orientador(a): Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientador(a): Profª. Drª. Sanívia Aparecida de Lima Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
Atualmente existe um número cada vez maior de pessoas que se submetem a dietas não equilibradas, ricas em gorduras e proteínas. Vários processos patológicos têm sido descritos em fígados de humanos e de animais que se submeteram a dieta hiperlipídico-protéica. O objetivo da pesquisa foi comparar as alterações anatomopatológicas nos fígados de ratas e de seus filhotes que se submeteram a dieta hiperlipídico-protéica e dieta controle. Ratas Wistar e filhotes (n = 41) receberam alimentação controle ou alimentação hiperlipídico-protéica. Os animais foram então sacrificados, sendo que durante a realização das necrópsias foram retirados fragmentos dos fígados para o processamento histológico de rotina, e as lâminas coradas pela coloração Hematoxilina e Eosina. Nas ratas adultas: esteatose foi maior nas ratas que receberam dieta experimental apenas na lactação (100%); inflamação esteve presente em 40% das ratas que receberam dieta experimental apenas na gestação, sendo que nas demais combinações de dieta esse processo patológico não foi encontrado; necrose foi mais freqüente nos animais submetidos à alimentação experimental apenas na gestação (60%), quando comparados aos animais com dieta controle em todas as fazes do desenvolvimento (50%). Nos filhotes recém-desmamados: degeneração hidrópica foi mais freqüente em todos os filhotes cujas mães foram submetidas à dieta experimental em alguma fase da vida, quando comparados aos filhotes de mães que receberam sempre dieta controle (os filhotes de mães com dieta experimental exclusiva apresentaram a alteração citada em quantidade maior do que todos os outros grupos, 80%, principalmente o grupo totalmente controle, 50%); esteatose foi maior no grupo totalmente experimental (80%), quando comparado ao grupo totalmente controle (60%); inflamação não foi encontrada no grupo controle e nos filhote cujas mães foram submetidas à dieta experimental na gestação e controle na lactação, porém, foi acentuada no grupo totalmente experimental (60%); congestão foi mais encontrada nos filhotes cujas mães receberam dieta experimental apenas na gestação e no grupo totalmente experimental, quando comparada aos demais grupos. Nos filhotes submetidos às dietas: Encontramos esteatose no grupo totalmente experimental em 71% dos animais, enquanto o grupo totalmente controle apresentou essa alteração em apenas 29% dos casos; o grupo totalmente experimental apresentou congestão em 43% dos animais, enquanto o grupo totalmente controle apresentou essa alteração em apenas 29% dos casos. Os processos patológicos acima citados foram mais freqüentes nos grupos totalmente experimentais, quando comparados aos grupos totalmente controles, sendo que a esteatose parece ser o processo mais diretamente relacionado com a dieta hiperlipídico-protéica.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: alterações anátomopatológicas, dieta hiperlipídico-proteica, necropsia.


EFEITO DA DIETA HIPERLIPÍDICO-PROTEICA NA INDUÇÃO DE ALTERAÇÕES MORFOLÓGICAS E ANATOMO-HISTOLÓGICAS EM INTESTINO DE RATAS WISTAR E SUAS NINHADAS
Acadêmico(s): Michel Reis Abdalla

Orientador(a): Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientador(a): Profª. Drª. Denise Bertulucci Rocha Rodrigues

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
Questiona-se muito sobre a ação de certas dietas hiperlipídicas e hiperproteicas nas características morfo-funcionais e bioquímicas do organismo, principalmente naquelas que utilizam de extremos, causando um desarranjo na estrutura nutricional do indivíduo. O objetivo da pesquisa foi avaliar aspectos morfológicos de fragmentos de intestino delgado de ratas e seus filhotes alimentados com uma dieta hiperlipídico-protéica oferecida ad libitum, em diferentes fases da gestação e do desenvolvimento. Foram analisados 101 fragmentos de intestino de ratos Wistar, corados pelo HE. Estes ratos foram submetidos a dieta controle e/ou experimental durante diferentes fases de desenvolvimento. Em 73,26% dos casos foi observado um exsudato inflamatório com predomínio de eosinófilos sendo mais freqüente em grupos de filhotes de ratas alimentadas experimentalmente durante a lactação. Observou-se, comparando grupos experimentais e controles homólogos, que a intensidade dessa eosinofilia foi maior nos grupos experimentais. Em 15,84% dos casos foi encontrado ainda, exsudato inflamatório constituído principalmente de mononucleares. Foi observado em 21,78% dos casos hipoplasia de mucosa, que assim como na eosinofilia, foi mais intensa nos grupos de filhotes cujas mães foram submetidas à dieta experimental durante a lactação. Comparando a freqüência do exsudato de mononuclear eosinofílico, hipoplasia entre os grupos, não houve diferença significativa (Teste Exato de Fisher p > 0,05). É restrito o conhecimento da ação dessas dietas no intestino uma vez que poucos estudos têm abordado este tema. Sabe-se da relação entre doenças inflamatórias intestinais e a ingesta de dietas hiperlipídicas, contudo, não foi encontrado na literatura relação entre doenças intestinais e dieta hiperproteica. A eosinofilia presente nesse estudo em casos controles e experimentais pode ser um indício de uma infecção parasitária comunitária, porém o aumento da intensidade dessa em casos experimentais pode ser um indício de que a dieta hiperlipidico-proteica pode agravar quadros patológicos pré-existentes. Associado a essa eosinofilia, foi encontrado ainda, exsudato inflamatório constituído de mononucleares acompanhado de hipoplasia de mucosa, o que pode ser um indício de um quadro ulcerativo.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: dieta; alterações morfológica.


EFEITO DA DIETA HIPERLIPIDICO-PROTEICA NA TAXA DE INGESTÃO E NO DESENVOLVIMENTO DE SOBREPESO DE RATAS WISTAR
Acadêmico(s): Camila Bitu Moreno Braga

Renea Barbosa Oliveira e Silva

Orientador(a): Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientador(a): Profª. Drª. Denise Teresinha de Sales Tibúrcio

Prof. Ms. Gilberto de Araújo Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba



Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
A diferença dos benefícios para a saúde ocasionados por uma dieta restrita em carboidratos ou por uma dieta restrita em calorias e gordura é considerada de interesse público. Tendo em vista os riscos apresentados por estas dietas, o presente projeto visou analisar a influência de uma dieta hiperlipídico-protéica no consumo alimentar e no desenvolvimento de sobrepeso em ratas gestantes e na sua ninhada. Para isso, ratas e suas ninhadas receberam água filtrada e dieta controle (55,67% CHO, 22,93% PTN e 3,35% TAG (344,55 Kcal/100g) e experimental (10,21% CHO, 35,10% PTN, e 43,44% TAG (572,20 Kcal/100g) ad libitum durante a gestação (G), Lactação (L) e pós-desmame (/E; /C), sendo 36 ratos em cada etapa, totalizando 72 animais. Foram utilizados ratos machos e fêmeas Wistar fornecidos pelo Biotério Central da Universidade de Uberaba, mantidos à temperatura de 22 a 26ºC, com ciclo de 12 horas claro e 12 horas escuro e umidade do ar 50%. A taxa de ingestão e o peso dos animais foi monitorada semanalmente, durante 8 semanas. Os dados foram submetidos ao teste de normalidade “Kolmogorov-Smirnov”, de homogeneidade de variâncias “Bartlett” e, em seguida, a uma análise de variância 2 fatores seguido de teste de comparações múltiplas de Tukey e analise de variância de Newman- Kleus. O nível de significância para todos os testes foi de =0,05. Em relação ao comportamento de peso durante a lactação os grupos que amamentaram em rata que recebia dieta experimental (GELE e GCLE), apresentaram maior peso. O grupo GELE apresentou um maior ganho de peso por 100 gramas e o GELC o menor, sugerindo que a dieta materna durante a lactação pode determinar o peso da sua prole na vida adulta. Após o desmame, o maior ganho de peso ocorreu no grupo GCLC/E, e o menor ganho de peso no grupo GELC/C, sendo, que, o grupo que obteve o maior ganho de peso por 100 gramas foi o GCLC/E e o menor o GELE/C, isso demonstra que peso corporal correlaciona-se com o nível de lipídio da dieta. Com relação ao consumo, o grupo GCLE/C mostrou maior consumo em gramas da dieta e o grupo GELC/E o menor. O grupo que apresentou o maior consumo em calorias foi o GCLC/C e o menor o grupo GELC/C. O fato dos animais alimentados com dieta experimental (mais calórica) consumirem menor quantidade em gramas de dieta demonstra que o animal possui um mecanismo de regulação da ingestão alimentar, ou seja, a ingestão diminui quando o conteúdo energético da dieta é aumentado. Portanto, conclui-se que: a dieta oferecida para a mãe durante a gestação e lactação influencia o consumo da dieta, em gramas e calorias, e o peso da sua prole; que os animais que ingeriram dieta experimental consumiram, em média, menor quantidade de dieta que os animais que consumiram dieta controle na idade adulta; os animais que ingeriram dieta experimental tiveram um consumo calórico maior do que os animais que consumiram a dieta controle na idade adulta e os animais que consumiram dieta experimental desenvolveram sobrepeso na idade adulta.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: dieta, lipideo, soprepeso, ratos.



EFEITO DA DIETA HIPERLIPÍDICO-PROTÉICA NO DESENVOLVIMENTO DE RATOS WISTAR
Acadêmico(s): Claudia Modesto Veludo de Oliveira

Orientador(a): Prof. Dr. Geraldo Thedei Júnior

Co-orientador(a): Profª. Drª. Denise Teresinha de Sales Tibúrcio

Prof. Ms. Guilherme Pádua Rodrigues

Instituição: Universidade de Uberaba/Nutrição

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE


O estado nutricional depende da alimentação. Dietas que alteram violentamente o balanceamento de carboidratos-lipídeos-proteínas, apesar de representarem riscos à saúde, ciclicamente são lançadas pela mídia, com promessas de emagrecimento rápido sendo adotadas sem questionamento pela população. Portanto os objetivos deste trabalho compreendem a determinação dos efeitos de uma dieta hiperlipídico-protéica oferecida ad libitum para ratas, em diferentes fases da gestação, sobre o peso dos filhotes e o número de componentes das ninhadas ao nascer e ao fim do período de lactação. Foram utilizados ratos machos e fêmeas Wistar que, durante o cruzamento foram colocados em caixas na proporção de duas fêmeas para cada macho. Foram estudados os seguintes grupos de animais ao nascer: filhotes de ratas alimentadas com dieta controle durante a gestação (FGC) e filhotes de ratas alimentadas com dieta experimental durante a gestação (FGE). Ao fim do período de lactação foram estudados os grupos: filhotes de ratas alimentadas com dieta controle durante a gestação e lactação (FGCLC); filhotes de ratas alimentadas com dieta controle durante a gestação e dieta experimental durante o período de lactação (FGCLE); filhotes de ratas alimentadas com dieta experimental durante a gestação e lactação (FGELE) e filhotes de ratas alimentadas com dieta experimental durante a gestação e controle durante a lactação (FGELC). Durante todo o período estudado os animais foram mantidos com água filtrada e comida ad libitum, em temperatura entre 22 e 26ºC, com ciclo de iluminação de 12 horas claro e 12 horas escuro e umidade do ar controlada em 50%, sendo a composição da dieta controle 55,82% CHO, 24,95% Ptn e 3,38% LIP e da dieta experimental 11,53% CHO, 38,35% Ptn e 47,63% LIP. Não foram encontradas diferenças estatísticas significativas em relação ao número de filhotes ao nascer e ao fim do período de lactação entre os grupos estudados. Quanto ao peso dos filhotes observou-se que os pertencentes aos grupos que foram alimentados com dieta experimental durante algum estágio do desenvolvimento apresentaram peso superior ao nascer e ao fim do desmame, se comparados aos filhotes do grupo controle. É possível concluir que a dieta experimental não influencia o número de filhotes da ninhada ao nascer, bem como a capacidade de manutenção da ninhada por parte das ratas que estavam recebendo a dieta. É possível concluir também que a dieta experimental oferecida às ratas durante o período de gestação aumenta o peso dos filhotes ao nascer. Conclui-se ainda que o peso dos filhotes dos grupos em que as ratas consumiam dieta experimental, principalmente durante o período de lactação, foi maior do que o peso dos filhotes amamentados por ratas que consumiam dieta controle.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: dieta hiperlipídica, sobrepeso, gestação, lactação.


INCIDÊNCIA DE BÓCIO TIROIDIANO EM PACIENTES DIABÉTICOS TIPO 2 DE UMA CLÍNICA PARTICULAR DE UBERABA, MG
Acadêmico(s): Juliana Cristina da Silva Castanheira

Mariana Castro Loureiro Borges

Orientador(a): Profa. Dra. Fernanda Oliveira Magalhães

Co-orientador(a): Prof. Ms. Gilberto de Araújo Pereira

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE


A associação entre diabetes tipo 2 e bócio é descrita em literatura e bem estabelecida na prática clínica. A pesquisa teve por objetivos determinar a incidência de bócio tiroidiano em pacientes diabéticos tipo 2 e correlacionar com sexo e IMC. Foi realizado um estudo descritivo comparativo retrospectivo em 1912 prontuários de uma clínica particular de Endocrinologia. Os diabéticos foram analisados quanto ao sexo, tipo de diabetes, IMC e incidência de bócios tiroideanos. Os dados quantitativos foram submetidos a um teste de normalidade e entre as variáveis categóricas foi utilizado o teste não paramétrico de Qui-quadrado ou Exato de Fisher.O nível de significância foi de α =0,05. Foram analisados 1912 prontuários, dos quais 253(13,26%) são de pacientes diabéticos. Desses, 129(51%) são do sexo masculino e 124(49%) feminino; 228(90,11%) são diabéticos tipo 2 e 25(9,88%) diabéticos tipo 1. Entre os diabéticos tipo 1, 40% são do sexo feminino e 60% do sexo masculino, enquanto entre os diabéticos tipo 2, 50% são do sexo feminino e 50% são do sexo masculino. Encontramos 62 pacientes diabéticos tipo 2 (27,20%) com tiroidopatias, sendo que 38 (61,3%) são portadores de hipotiroidismo, 21 (33,9%) de bócio e 3 (4,8%) apresentando tanto hipotiroidismo quanto bócio.Ao correlacionarmos o DM 2 com bócio encontramos: dos 228 diabéticos tipo 2, 24 (10,52%) apresentaram bócio e dos 1659 pacientes não diabéticos, 153 (9,22%) apresentaram a mesma doença (p<3,84).Dos 25 pacientes diabéticos tipo 1, nenhum apresentou bócio. Ao analisarmos o IMC dos 24 pacientes portadores de DM 2 e bócio, encontramos: 2 pacientes (8,34%) com IMC<18,5 (abaixo do normal); 7 (29,16%) com IMC normal (18,5-24,9); 12 (46,2%) com excesso de peso grau I e 3 (12,5%) com excesso de peso grau IIa ou obesidade moderada. Podemos concluir em nosso estudo que a freqüência de bócios em diabéticos tipo 2 é maior que aquela observada em diabéticos tipo 1, que apesar de pouco significativa a porcentagem de pacientes com bócio foi maior em diabéticos tipo 2 do que em não diabéticos; que como estudos anteriores mostraram, existe uma possível associação entre bócio e DM 2, já que o IGF-1,considerado um fator de crescimento tiroideano, é bastante semelhante á insulina. Por último, vimos também em nosso trabalho que a presença de bócio tiroideano associado ao DM 2 é mais comum em mulheres (85,71%) e que a prevalência de DM 2 encontrada é semelhante à prevalência brasileira (90%).
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chaves: bócio, diabetes tipo 2.


AVALIAÇÃO DA INCIDÊNCIA, DE Cryptococcus neoformans ISOLADOS DE PACIENTES COM CRIPTOCOCOSE DO HOSPITAL ESCOLA DA FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO.
Acadêmico(s): Paulo Roberto da Silva

Orientador(a): Dr. David Nascimento da Silva Teixeira

Co-orientador(a): Dra. Ana Paula Sarreta Terra

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: FMTM
A criptococose é uma micose cosmopolita que vem assumindo um papel relevante, principalmente em meningites. É considerada uma infecção oportunista, geralmente associada à imunodepressão e a pacientes acometidos de leucemia, câncer, diabetes, transplantados, em tratamento com corticosteróide ou infectados com o vírus da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) e é rara em pacientes com imunidade normal. Geralmente ocorre em pacientes com AIDS na freqüência de 6 a 13 % (MURAKAWA et. al., 1996; ANAISSIE et al., 1989). O agente etiológico Cryptococcus neoformans é uma levedura encapsulada que pode causar infecção em indivíduos hígidos, sendo que a maior proporção de humanos afetados são indivíduos imunocomprometidos. Considerando as infecções oportunistas que acometem pacientes portadores de AIDS, a criptococose é a quarta causa mais freqüente de infecção. O Objetivo deste trabalho é a identificação de Criptococoses por C. neoformans var. neoformans e C. neoformans var. gattii em amostras de LCR, líquido pleural, raspado de lesão, e sangue de pacientes atendidos no Hospital Escola da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro, relatando a incidência do fungo responsável pelas Criptococoses. Utilizamos amostras de Líquido Cefalorraquidiano (LCR), líquido pleural, raspado de lesão e sangue do Serviço de Patologia Clínica da FMTM que foram previamente utilizadas para fins de diagnóstico. Após ser identificada a positividade para o fungo capsulado, foi feito o cultivo em ágar Sabouraud dextrose. Isolamos e identificamos aproximadamente 26 amostras comprovadamente positivas para Cryptococcus neoformans e suas variedades. Os dados epidemiológicos como idade, sexo, procedência e provável positividade para HIV, foram coletados em um banco de dados, através dos prontuários do SAME (Serviço de Arquivo Médico). Das 26 amostras estudadas foram isolados 24 (92,3%) Cryptococcus de LCR, sendo 23 (95,8%) Cryptococcus neoformans var. neoformans e 1 (4,2%) Cryptococcus neoformans var. gattii. Já nas outras amostras 2 (7,7%) uma de raspado
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: criptococose, HIV, diagnóstico.

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