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ASPECTOS ANATOMOPATOLÓGICOS DA CISTICERCOSE EM IDOSOS AUTOPSIADOS
Acadêmico(s): Camila Lourencini Cavellani

Orientador(a): Vicente de Paula Antunes Teixeira

Co-orientador(a): Ana Carolina Guimarães Faleiros

Ruy de Souza Lino Junior

Marlene Antônia dos Reis

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: CNPq, FAPEMIG, FUNEPU, FMTM
No Brasil, cerca de 8,6% da população é idosa (60 anos ou mais). O envelhecimento determina alterações tal como a redução da imunidade, associadas às doenças crônico-degenerativas e a subnutrição. A teníase e a cisticercose são duas doenças distintas, sendo esta última provocada pela larva da T. solium (cisticerco). Clinicamente a cisticercose é variável de acordo com a topografia, número e características das lesões, fase do desenvolvimento do parasita e resposta imune. O objetivo desse trabalho é comparar as características epidemiológicas e anatomopatológicas da cisticercose em um grupo de idosos e um grupo de não idosos. Foram revistos 74 protocolos de autópsias realizadas no Hospital Escola da FMTM, no período de 1970 a 2004. Destes foram selecionados dois grupos: idosos e não idosos que apresentavam cisticercose. Foram registradas informações como a idade, a cor, o gênero, a etapa evolutiva do cisticerco e as causas de morte. Houve ocorrência de 27,8% de cisticercose em idosos. Apresentavam cisticercose encefálica 80% dos indivíduos idosos e 75% dos não idosos; cisticercose cardíaca 20% dos idosos e 25% dos não idosos. Entre os idosos, 55% eram do gênero masculino e 70% da cor branca, nos não idosos, essa porcentagem foi 67,3% e 59,6%, respectivamente. Nos idosos, a Etapa Vesicular e Etapa Vesicular Coloidal prevaleceu (60%), e nos não idosos, a Etapa Granular Nodular e Etapa Nodular Calcificada (52,6%). Não houve diferença estatisticamente significante entre as variáveis analisadas. Entre as causas de morte nos idosos, as Cardiovasculares representaram 55%, Neoplásicas 40% e Outras 5%; nos não idosos, Cardiovasculares 63,5%, Infecciosas 25% e Outras 11,5%. Houve diferença estatisticamente significante na comparação entre os grupos (p = 0,001) com relação a causa de morte Neoplásica. Portanto, em decorrência de uma possível imunodepressão ocorrida no processo de envelhecimento associada a alterações imunológicas causadas pela cisticercose, formam-se condições propícias para o desenvolvimento de neoplasias em indivíduos idosos com cisticercose.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: cisticercose, idoso, autópsia, T. solium, envelhecimento, cisticerco.


ANÁLISE DE AUTÓPSIAS DE INDIVÍDUOS CHAGÁSICOS CRÔNICOS FALECIDOS NO MUNICÍPIO DE UBERABA, MG
Acadêmico(s): Camila Oliveira de Sá

Roberta Sahira Vieira Lages

Orientador(a): Profª. Drª. Denise Bertulucci Rocha Rodrigues

Co-orientador(a): Profª. Drª. Sanívia Aparecida de Lima Pereira

Prof. Dr. Vicente de Paula Antunes Teixeira

Profª. Drª. Marlene Antônia dos Reis

Prof. Dr. Virmondes Rodrigues Júnior

Instituição: Universidade de Uberaba


A doença de chagas é causada por um protozoários hemoflagelado denominado Trypanosoma cruzi. A doença constitui um dos mais importantes problemas de saúde pública em vários países da América Latina. Tem caráter endêmico em largas extensões territoriais do continente americano, estimando-se que no Brasil existam entre 6 e 8 milhões de indivíduos infectados. Nesta análise avaliou-se dados de 90 autópsias de indivíduos chagásicos crônicos, falecidos no HE-FMTM a partir de 1970. Foram coletados dados como o sexo, a idade, o peso corporal, o peso cardíaco e a ocorrência de edema de membros inferiores. Das 90 autópsias analisadas, 65 (72%) foram do gênero masculino, sendo que 51 (66%) dos indivíduos residiam no município de Uberaba. A idade variou de 21 a 91 anos com média de 49,3 15,3. A média da idade das mulheres foi de 52,3 17,6 e a dos homens de 48,2 14,4, sem diferença significativa entre os grupos. A relação peso do coração/peso corporal variou de 0,35% a 1,67%, estando abaixo de 0,5% em apenas 3 casos. Não houve diferença significativa associando esta relação com o gênero, porém, foi significativamente menor naqueles indivíduos sem edema de membros inferiores (n=50) com mediana de 0,75% enquanto aqueles que apresentaram edema (n=31) a mediana foi de 1,09%. Os resultados mostram que a maioria dos indivíduos autopsiados com doença de Chagas apresentavam a forma cardíaca da doença, com presença de Cardiomegalia, sendo que 39% apresentavam-se descompensados, evidenciado pelo edema de membros inferiores.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Doença de Chagas; autópsia.


AVALIAÇÃO DA PROSTAGLANDINA E2 E SUA CORRELAÇÃO COM A PRODUÇÃO DE ÓXIDO NÍTRICO EM CAMUNDONGOS RESISTENTES E SUSCEPTÍVEIS À INFECÇÃO POR Trypanosoma cruzi
Acadêmico(s): Gladstone Eustáquio de Lima Faria

Karina Teixeira e Silva

George Abdalla

Orientador(a): Profª Dra Márcia Antoniazi Michelin

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: PIBIC-CNPq


A PGE2, um mediador inflamatório sintetizado pelas ciclooxigenases (COX-1, constitutiva ou COX-2, induzível), é capaz de modular negativamente o sistema imune in vitro e in vivo. É sabido que durante a infecção pelo T. cruzi ocorre uma significativa imunossupressão mediada por vários moduladores. Com o propósito de esclarecer o real papel da PGE2 durante essa infecção e sua correlação com a síntese de NO, utilizamos camundongos resistentes (C57bl/6) e susceptíveis (Balb/c) infectados e tratados ou não com antiinflamatórios seletivos para a COX-2. Camundongos foram infectados com 1000 formas da Cepa Y do T. cruzi e tratados diariamente por via subcutânea com PBS, Salicilato de Sódio (200 mg/Kg), Meloxicam (0.5mg/Kg) ou Etoricoxib (0.6 mg/Kg). No 21º dia, os animais foram sacrificados para obtenção de células esplênicas para cultura. Após 24h do estímulo com LPS, o sobrenadante foi coletado para dosagem de PGE2 (radioimunoensaio competitivo) e NO (reação de Greiss), cujos valores foram associados à parasitemia diária e inibidores da COX. As dosagens de PGE2 foram superiores entre os camundongos susceptíveis à infecção em relação aos camundongos resistentes ao T. cruzi e os anti-inflamatórios foram capazes de reduzir significativamente sua síntese. A reversão da imunossupressão mediada por essas drogas pode ser evidenciada pela redução da parasitemia em ambas linhagens, sendo que a droga mais seletiva para COX-2 (etoricoxib) mostrou maior eficácia. O pico de parasitemia ocorreu no 9º dia em ambas linhagens e com todas drogas (excluindo Balb/c tratado com PBS). A produção de Óxido Nítrico, nesse modelo, não acompanhou a cinética da PGE2 e não mostrou um padrão dentro das linhagens de camundongos, razão pela qual exige-se mais estudos desse mediador em outros tecidos, além do baço. Nossos resultados permitem concluir que a resistência ou susceptibilidade à infecção pelo T. cruzi poderia ser determinada, em parte, pela PGE2 e que a produção desse eicosanóide pode ser modulada com anti-inflamatórios de uso cotidiano. Em princípio, a produção de NO, nestas condições, não se correlaciona com a PGE2.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Prostaglandina E2, ciclooxigenase e T. cruzi.



ESTUDO DA CRIPTOCOCOSE EM PACIENTES IMUNOSSUPRIMIDOS PELA SÍNDROME DA IMUNO-DEFICIÊNCIA ADQUIRIDA (AIDS)
Acadêmico(s): Rosiley Aparecida da Silva Rabelo

Orientador(a): Drª. Ana Paula Sarreta Terra

Co-orientador(a): Dr. David Nascimento da Silva Teixeira

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: FMTM
A criptococose é uma infecção fúngica oportunista, que vem se tornando a mais freqüente entre os pacientes com alguma doença de base, associada à imunodepressão, principalmente os pacientes portadores da Síndrome da Imuno Deficiência Adquirida (AIDS) (Menezes, 2002). Em pacientes imunodeprimidos a infecção dissemina-se facilmente para o sistema nervoso central, sítio pelo qual apresenta tropismo, podendo desenvolver quadros de encefalite, meningite e meningoencefalite. Dentro do gênero Crytococcus existem 19 espécies conhecidas e a única descrita como agente etiológico de criptococose humana é C. neoformans. C. neoformans inclue duas variedades: C. neoformans var. neoformans (sorotipos A e D) e C. neoformans var. gattii (sorotipos B e C). A primeira possui distribuição geográfica mundial, enquanto a segunda está restrita a regiões de clima tropical e subtropical, além de apresentar diferenças antigênicas, ecológicas, epidemiológicas e bioquímicas. Na América Latina existem poucas descrições de isolamento de C. neoformans var. gattii (LICEA, 1999). Os objetivos deste trabalho consistem em analisar o desenvolvimento, os aspectos clínicos, epidemiológicos e laboratoriais da neurocriptococose em pacientes imunossuprimidos e enfatizar que o diagnóstico da neurocriptococose somente é possível através do conjunto formado pela história clínica, exame neurológico, imunodeficiência e fatores predisponentes para uma correta interpretação clínica. Foi realizado um estudo de pacientes com diagnóstico de neurocriptococose confirmado, desde 2000. Os diagnósticos de neurocriptococose foram anteriormente realizados com amostras de Líquido Cefalorraquidiano (LCR) do Serviço de Patologia Clínica da FMTM, através do exame direto com tinta nanquim, e confirmados pela cultura em ágar Sabouraud e detecção da atividade da fenoxidase e urease. A identificação das variedades realizou-se com base nas características de reação das cores no meio de L-canavanina-glicina-azul de bromotimol (CGB). A var. gatti transforma a cor do meio para azul cobalto, e a var. neoformans para verde. (FERNANDES, 1999). Foram analisadas as seguintes variáveis: idade, sexo, procedência, fatores predisponentes, quadro clínico, exames complementares, complicações, tratamento e evolução do paciente. Das 26 amostras de C. neoformans analisadas, 24 (92,3%) foram identificadas como sendo C. neoformans var. neoformans, e apenas 2 (7.7%), como Cryptococcus neoformans var. gatti.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: Sindrome da imunodeficiência adquirida, criptococose, identificação.


MONITORAMENTO E CONTROLE DE INSETOS EM ÁREA HOSPITALAR COM PLACAS ADESIVAS
Acadêmico(s): Henrique Borges Kappel

Orientador(a): Afonso Pelli

Co-orientador(a): Adriana Gonçalves de Oliveira

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro – Depar

Órgão Financiador: Biocontrole, Métodos de Controle de Pragas Ltda.
Os insetos estão adaptados a colonizarem e a sobreviver em diferentes tipos de ambientes. São responsáveis por diversos problemas na área hospitalar, como vetores mecânicos de agentes patogênicos, especialmente para pacientes em UTIs, pois estes geralmente, não apresentam reação. Os insetos também podem causar outros problemas nas UTIs, como o entupimento dos filtros que fazem a circulação do ar nas incubadoras para neonatal. O objetivo deste trabalho foi conhecer a fauna de insetos que voam ativamente no Hospital Escola da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. Foram dispostas placas adesivas da Biocontrole medindo 24,5 x 10cm, sendo quatro azuis e quatro amarelas na UTI pediátrica e enfermaria pediátrica. O material ficou exposto por uma semana, próximo às luminárias. Posteriormente foi identificado no laboratório, sob microscópio estereoscópico, segundo Borror & DeLong, 1988. Foram coletados 1.016 exemplares pertencentes a 11 Ordens, sendo Homoptera a ordem dominante com 861 exemplares, seguida por Hymenoptera com 57, Diptera com 34, Heteroptera com 22, Coleoptera e Orthoptera com oito, Thysanoptera com cinco, Isoptera e Lepidoptera com quatro e Dermaptera e Embioptera com três exemplares cada. Sete exemplares não foram identificados. Homoptera apresentou forte preferência pelas placas azuis; dos 630 insetos coletados, 577 eram Homoptera; enquanto que 284 dos 386 insetos capturados com as placas amarelas eram Homoptera. O Hospital Escola da FMTM possui telas nas janelas, mas possivelmente os insetos coletados passam por essas, por frestas ou vivem dentro da área hospitalar. Tendo em vista a importância desses organismos na veiculação de agentes patogênicos, sugere-se a utilização de placas adesivas no monitoramento e controle de insetos, especialmente nas unidades de tratamento intensivo.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: infecção hospitalar, insetos em hospitais.


PARÂMETROS POPULACIONAIS PARA Triatoma sordida STAL, 1859, O MAIS FREQÜENTE VETOR DA DOENÇA DE CHAGAS NO TRIÂNGULO MINEIRO (HEMIPTERA, REDUVIIDAE, TRIATOMINAE)
Acadêmico(s): Michel Alves da Silva

Fabiano Rodrigues Sarmento

Virgínia Oliveira Coelho Pelli

Simone A. da Mata

Marcos A. Domingues

Orientador(a): Afonso Pelli

Co-orientador(a): Elizabeth Martins

Instituição: Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro

Órgão Financiador: FMTM, FAPEMIG
Tabelas de vida vêm sendo obtidas para vários Triatomíneos, sendo algumas características populacionais determinadas. O objetivo deste trabalho foi construir uma tabela de vida dinâmica para T. sordida. Os insetos foram capturados na região de Itapagipe e Iraí de Minas, e foram doados pela FUNASA à FMTM. A fecundidade das fêmeas foi designada por bx. A tabela de vida retrata a estatística de mortalidade em diversos tempos, através da probabilidade de sobrevivência (Sx). As probabilidades de sobrevivência sobre muitos intervalos de idade são resumidas pela supervivência à idade x (lx). Uma medida adicional incluída na tabela de vida é a expectativa de vida (ex) de um indivíduo de idade x. A taxa reprodutiva líquida ou taxa líquida de reprodução foi indicada por R0; sendo calculada pelo somatório do produto das colunas supervivência e fecundidade específicas por idade. A tabela de vida apresenta a sobrevivência e fecundidade sob condições experimentais durante 402 dias. A idade está representada em número de dias em intervalos de 51 dias. A curva de sobrevivência observada se aproxima do Tipo II, apresentando dois picos, o primeiro no t0 e o segundo no t5 e t6. Os dados indicam que aproximadamente 50% da população atingem a idade reprodutiva. O esperado seria que a maior parte de uma população natural fosse constituída por jovens, o que foi constatado no campo. Neste caso, a mortalidade é afetada por mudanças ontogenéticas, estando a mortalidade intimamente associada aos períodos de muda. Os indivíduos começaram a chegar à fase adulta aos 183 + 36 dias e, após 15 dias começam a ovipor. O tempo médio de geração obtido foi 4,95. Ponderando o número de ovos produzidos, T. sordida, produziu, relativamente um grande número de ovos. Porém, quando comparado com outras espécies, o valor da taxa reprodutiva instantânea diária [ r = log(R0)/G ] obtida foi relativamente baixa, sendo igual a 0,007. A taxa reprodutiva líquida, que é o número de fêmeas produzido por uma fêmea, apresentou valor de R0 igual a 55 fêmeas / geração. Ponderando o modelo de crescimento geométrico, nota-se que, através da projeção da população, apresentada na tabela de vida dinâmica, observa-se que no intervalo de tempo, t = 229; o valor de lâmbida estabiliza em 2,005. Neste caso, lâmbida representa o valor de uma razão de acréscimo da população. Quando alcançasse a distribuição etária estável, uma população de T. sordida seria composta por 67,02% de indivíduos na classe etária 0; 18,38% na classe etária 1; 8,33% na 2; 3,74% na 3; 1,76% na 4; 0,62% na 5; 0,13% na 6 e 0,03% na classe etária 7. O valor aproximado de rm, pode ser designado por ra. O valor calculado foi igual a 0,809. A partir do valor obtido de ra, pode calcular o valor de lâmbida, obtendo-se 2,245, o que é uma razoável aproximação do valor calculado - 2,00546.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: parâmetros populacionais; Triatoma sordida; doença de Chagas.



A CURA E O BEM-ESTAR ATRAVÉS DA MEDICINA ALTERNATIVA
Acadêmico(s): Daniela Martins Benedetti

Leandra Gonçalves Macedo

Orientador(a): Prof. Dr. André Luís Teixeira Fernandes

Instituição: Universidade de Uberaba

Órgão Financiador: UNIUBE
A Medicina Alternativa, baseada em tratamentos naturais, tem como princípio que o indivíduo, para estar em completa saúde, precisa apresentar um equilíbrio físico e mental, equilíbrio este que pode ser obtido através de práticas alternativas naturais, sendo muitas delas já utilizadas com sucesso em hospitais, casas de saúde, clínicas estéticas, entre outras. A medicina ortodoxa e a medicina alternativa estão juntas no processo da cura, ressaltando a eficiência dos métodos naturais, quando tratados com uma complementação, ou seja, não sendo utilizados para sanar doenças graves, e sim para contribuir com o alívio, equilíbrio e até mesmo estabelecimento de bem-estar do paciente. Com relação às diversas formas de terapia, foram utilizados conceitos a fim de obter o esclarecimento de forma objetiva e dinâmica, já que muitas destas práticas não são consideradas científicas no meio acadêmico e profissional, mas são aceitas pela sociedade. O presente trabalho aborda temas sobre a medicina alternativa, definindo diversas formas de terapias, citando sua importância, história, curiosidades, com dados obtidos de consultas à livros, Internet, revistas e outros. A inserção de agulhas em pontos específicos do corpo estimula centros nervosos, fazendo com que o sistema nervoso libere neurotransmissores capazes de acalmar e estimular uma sensação de bem-estar, esta é a técnica da acupuntura. A dietoterapia propõe uma nova dieta nutricional, consistindo na modificação da alimentação para tratar doenças. A homeopatia é uma prática regida por três princípios, sendo eles o da similitude, da diluição infinitesimal e a doutrina da individualização do tratamento, a cura através das plantas se dá através da fitoterapia, atingindo princípios e técnicas da farmacologia e da botânica. A ioga passou de uma prática espiritual para um exercício de relaxamento com graus diferentes de dificuldade, entrelaçando várias posições, com técnicas de respiração. O reiki é uma prática alternativa que se dá através da impostação das mãos do terapeuta no paciente, transferindo para o paciente uma energia, buscando-se o equilíbrio. A cromoterapia se utiliza de cores, nas vestimentas, ambientes, lâmpadas, etc.; cada uma com uma função específica, afetando nossas energias e emoções. O Do-In, técnica de automassagem, é praticada para aprimoramento das funções orgânicas e também para o restabelecimento da vitalidade. Ainda como destaque para a medicina alternativa, esta tão ampla e cheia de mistérios, há divergências, entre adeptos e críticos, mas devemos considerar o fato de a medicina natural não ser muito pesquisada e aprofundada nas questões de cunho terapêutico. Sendo bem praticadas, as terapias alternativas são extremamente benéficas para estabelecer o equilíbrio físico e mental.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: medicina alternativa, terapias naturais, terapêutica complementar.


ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DA PRESSÃO ARTERIAL DE INDIVÍDUOS HIPERTENSOS SUBMETIDOS A SESSÕES DE TREINAMENTO FÍSICO
Acadêmico(s): Angélica Taciana Sisconetto

Orientador(a): Profª. Ms. Fernanda Regina de Moraes

Co-orientador(a): Ana Cláudia Resende Arduini

Instituição: Universidade de Uberaba/Curso de Fisioterapia

Órgão Financiador: PAPE-UNIUBE
A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença arterial coronariana. Sabe-se atualmente que a prática de exercícios do tipo isotônico de carga moderada resulta na redução sustentada da pressão arterial. Assim, nosso objetivo foi verificar o comportamento da pressão arterial de indivíduos hipertensos submetidos a treinamento físico aeróbio, ao início e ao final de sessões de atividade física. Foram avaliados 20 pacientes hipertensos do sexo masculino, freqüentadores do Setor de Fisioterapia Cardiovascular (3x/semana), com idade média de 60,8 anos (4,13), os quais foram submetidos a 16 semanas de treinamento físico dinâmico, totalizando 48 sessões analisadas, compostas de 15 minutos de exercícios de aquecimento, 15 minutos de caminhada em esteira elétrica e 10 minutos de bicicleta ergométrica. Ao final do treinamento físico um sub-grupo de 10 pacientes foi submetido ao relaxamento estático (A) e os outros 10 pacientes foram submetidos ao relaxamento ativo (B). Os níveis pressóricos foram analisados ao início e ao final das sessões (análise intra-sessão), aferidos pelo método auscultatório A partir dos valores da pressão arterial sistólica e diastólica foram calculadas médias, para cada pacientes, referentes ao início e ao final das 48 sessões. A análise estatística de significância foi realizada a partir do teste não paramétrico de Wilcoxon, com nível de significância =5%. Comparando-se os níveis pressóricos aferidos ao início e ao final de cada uma das sessões (análise intra-sessão), observa-se uma diferença estatisticamente significante (p<0,05), uma vez que ao final das sessões, após etapa de relaxamento, as pressões sistólica e diastólica apresentaram-se mais baixas, tanto no grupo A (inicial: 150x90 mmHg e final: 130x80 mmHg), quanto no grupo B (inicial: 150x90 mmHg e final: 135x80 mmHg). Ao comparar-se os valores da pressão arterial sistólica final entre os grupos submetidos aos diferentes relaxamentos, observou-se que o grupo A apresentou o nível sistólico mais baixo ao final das sessões, com diferença estatisticamente significante (130 x 135 mmHg, p<0,05), situação que não aconteceu com a pressão arterial sistólica inicial e nem com os níveis pressóricos diastólicos. A prática de exercícios físicos regularmente é eficaz como forma não-medicamentosa na terapêutica da hipertensão arterial, pois houve diminuição da pressão arterial ao final das sessões de treinamento físico. A forma de relaxamento aplicado ao final das sessões, estático ou ativo, não interfere para promover diminuição adicional dos níveis pressóricos. O importante é a promoção de uma forma de relaxamento. Evidencia-se assim, o benefício da prática de atividades físicas para prevenção da doença arterial coronariana.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: treinamento físico, hipertensão arterial, técnicas de relaxamento.


A SEXUALIDADE NA PESSOA COM DEFICIÊNCIA FÍSICA CONGÊNITA OU ADQUIRIDA NA INFÂNCIA
Acadêmico(s): Renata Marinho de Sousa

Orientador(a): Profª. Ms. Débora Couto de Melo

Co-orientador(a): Profª. Ms. Maria Paula Panúncio Pinto

Instituição: Universidade de Uberaba/Terapia Ocupacional


Este estudo tem como objetivo identificar os fatores biológicos e sociais que estão relacionados ao desenvolvimento e vivência da sexualidade nos usuários da Associação dos Deficientes Físicos de Uberaba, com deficiência física congênita ou adquirida na infância e com base na análise dos dados, elaborar uma proposta de intervenção. Para tanto, foram necessários estudos que definissem termos como deficiência física, Involução Encefálica Global, Paralisia Cerebral e Meningite. A metodologia utilizada foi a pesquisa na biblioteca e nas bases de dados BIREME e SCIELO. As entrevistas foram feitas individualmente e o tempo de cada uma variou de acordo com a compreensão, tanto dos usuários quanto às perguntas, como do pesquisador em suas respostas. As entrevistas foram feitas com seis usuários da ADEFU de ambos os sexos e as idades variaram entre 23 e 52 anos. Para a análise dos dados foi colocado o tema de cada questão, em seguida as respostas de cada usuário. O plano de intervenção foi possível a partir da análise da realidade dessa população através das entrevistas. Após a análise desses dados e relacionando-os com os objetivos do trabalho, foi possível analisar a realidade da vivência da sexualidade das pessoas com deficiência física congênita ou adquirida na infância. A realidade desses dados foi baseada no olhar que essa população possui em relação à possibilidade da vivência dessa sexualidade, as dificuldades encontradas para concretizá-las (encontrar alguém ou falta de possibilidade de renda econômica para assumir compromissos como casamento ou filhos) e a liberdade que existe de se falar desses sentimentos e desejos com alguém, podendo, aí, observar como a família, principalmente, lida com determinados assuntos perante seus familiares com deficiência física congênita ou adquirida na infância. A proposta de intervenção foi feita para as famílias dos usuários, para os usuários da ADEFU incluindo equipe dirigente e as pessoas com deficiência física congênita ou adquirida na infância se baseando nas estratégias ideais para cada população e utilizando diferentes atividades como ferramenta de trabalho já que a Terapia Ocupacional utiliza a atividade para proporcionar ao indivíduo refletir sobre o instrumento de sua ação provocando diferentes respostas sobre o meio em que está inserido. Com a conclusão desse trabalho foi possível perceber que o indivíduo com deficiência física congênita ou adquirida na infância possui comprometimentos motores, cognitivos, na construção da imagem corporal além da falta de informação, tanto desta população quanto de suas famílias, mas esses fatores não impossibilitam essa população de vivenciar a sexualidade.
Área de Conhecimento: Ciências da Saúde

Palavras-chave: deficiente físico; Terapia Ocupacional; sexualidade.

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