Data: Domingo Tema: Recuperação Ênfase: o jovem e a tentação



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T RAGA-OS DE VOLTA



Data: Domingo

Tema: Recuperação

Ênfase: O jovem e a tentação

Tópico: Que inicie a celebração

Texto: Lucas 15:1-7
Há alguns meses, eu preguei sobre a intencionalidade da graça de Deus e o que ela faz para todos os seres humanos, e muitas pessoas aceitaram a Cristo. Depois do culto, minha esposa e eu ficamos à porta da igreja para cumprimentar as pes­soas que deixavam o recinto. João, de vinte e quatro anos, foi um dos jovens que responderam ao apelo. Ele nos disse que estava cursando o segundo ano da uni­versidade e que não frequentava a igreja havia muito anos, mas que recentemente sentia fortemente no coração a necessidade de voltar para Deus. Ele acordou na­quela manhã e simplesmente sentiu que devia ir à igreja. Então, pegou três ônibus e passou diante de muitas igrejas, até chegar ao local onde sentiu que o Espírito do Senhor o conduzia. Disse que estava feliz por estar na igreja certa no momento certo. Ele estava transbordando de alegria ao saber que a graça o havia incluído no plano de Deus. Depois, nós o apresentamos ao pastor e aos anciãos da igreja. Ele ficou para almoçar na igreja e passou ali o restante do dia. Participou do Estudo Bíblico, conduzido pelo pastor da igreja, e desfrutou do culto especial dos jovens. Um dos anciãos o levou para sua casa depois das reuniões.

Introdução

Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma de­las, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até en­contrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lucas 15:4-7). Essa parábola, contada por Jesus, é uma história imaginária que não menospreza as noventa e nove ovelhas que ficaram no pasto. Na verdade, as noventa e nove mais a que faltava compõem todo o rebanho e re­presentam todos os membros da igreja. Jesus usou essa parábola porque nas terras altas de Pereia a criação de ovelhas era muito comum e muitos de seus ouvintes eram pastores, e assim podiam compreender muito bem a mensagem que lhes era transmitida. Embora a ênfase da parábola pareça estar na ovelha perdida, não deve­mos perder as mensagens inerentes sobre a) as noventa e nove ovelhas pastando; b) a ovelha perdida que se distancia do rebanho, c) o pastor e d) a celebração.



As noventa e nove ovelhas pastando

Escolhemos nos concentrar nas noventa e nove ovelhas pastando em vez de na ovelha perdida. Lucas 15:7: “Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessi­tam de arrependimento”. Esse verso faz uma comparação entre as noventa e nove ovelhas pastando e a ovelha perdida longe do rebanho. Parecia que o pastor não se preocupava muito com as ovelhas que ficaram no campo e se coloca maior ênfase em encontrar a ovelha perdida e no regozijo ao recuperá-la. Se o uso dessa parábo­la, por parte de Jesus, teve o propósito de representar a igreja e, portanto, o reino de Deus, então as noventa e nove são importantes porque têm a função de fazer que o pastor seja importante. Elas são o seu rebanho, do qual ele cuida e se orgulha. Fazem com que o pastor se agrade delas. São seu tesouro. Deus também Se agrada dos membros da igreja que nela permanecem. Agrada-Se dos justos (Lucas 1:6) e dos que anelam ser justos. Ellen G. White diz: “O Filho de Deus Se rebaixou para levantar os caídos. Para isso, deixou Ele os mundos sem pecado, as noventa e nove que O amavam, e veio à Terra para ser ‘ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades’” (Atos dos Apóstolos, p. 264).

Esta parábola enfatiza mais o gozo do Senhor do que a atitude do pecador. Quando um jovem, uma jovem, ou qualquer outra pessoa permanece na fé e vive uma vida de arrependimento a cada dia, há alegria no céu. Quando todos os membros da igreja vivem de forma santificada, o gozo se multiplica no céu, a cada dia. Cada um é especial e importante para o Senhor. De igual forma, a mensagem de Jesus, transmitida pela teologia de Lucas, é a de que apenas os que se arrependeram serão salvos e não os que parecem justos; o gozo no céu é produzido agora mesmo pelos arrependidos em vez de no juízo final. Deve-se notar que entre as noventa e nove que permanecem, há algumas que pensam que são justas e não sentem a necessidade de arrependimento. Têm a certeza e a confiança em si mesmas e creem que ao ver todas as faltas dos demais po­dem determinar quem está convertido, quem está simplesmente “brincando de” igreja, e como o Senhor já os vomitou de Sua boca.

Conta-se a história de um homem que desenvolveu certa afinidade com as ovelhas e desejou ser uma ovelha. Foi procurar o pastor e lhe disse que gostaria de se tornar ovelha e lhe perguntou que ações deveria realizar para alcançar essa metamorfose. O pastor aceitou o pedido, conforme o entendeu, e seguiu em frente, crendo que o homem estava presumindo seu amor pela mitologia. Contudo, por insistência dele, o pastor lhe disse que ele deveria ver-se como ovelha e assim o homem se vestiu com uma pele de ovelha e se colocou entre as ovelhas. Quando ele chegou, as ovelhas saíram correndo e então o homem, des­gostoso, foi procurar o pastor. Então o pastor lhe disse que ele teria de caminhar como ovelha. O homem as observou, ensaiou sua forma de andar e caminhou entre elas. Novamente, as ovelhas correram. De novo ele procurou o pastor, que lhe disse que ele teria de falar como elas. Uma vez mais ele praticou, mas, ao se aproximar delas, elas saíram correndo. De volta ao pastor, este lhe disse que ele deveria comer como elas. Ele o fez, mas a reação das ovelhas não mudou quan­do ele se aproximou. Exausto e desiludido, voltou para falar com o pastor que, finalmente, lhe disse: Você se parece com uma ovelha, caminha como ovelha, come como ovelha, mas você não é uma ovelha. É por isso que elas o rejeitam.

Entre as noventa e nove que são os membros da igreja, há aqueles que são como esse homem. Fazem tudo igual aos cristãos. Leem as Escrituras, oram, assistem aos cultos da igreja, podem até ocupar cargos de liderança na igreja e são vegetarianos. Alguns são guerreiros de oração. Eles podem apoiar financei­ramente a igreja, devolvem o dízimo, dão ofertas e contribuem sempre para as várias iniciativas da igreja, e assim sentem que de nada necessitam. Porém, não são convertidos de coração. Não se entregaram totalmente a Jesus. Não passa­ram tempo a sós com Ele e estão mais preocupados com fama, popularidade, soberba e as coisas seculares. O fato de havermos crescido na igreja e nunca a termos abandonado não significa que o Céu se regozije conosco. Nossa vida é um testemunho para a glória de Deus? Estamos compartilhando nossa fé de forma significativa? Somos verdadeiros? As pessoas podem confiar em nossas palavras? Nossas palavras e nossas ações combinam? O que acontece quando ninguém está nos vendo? Como nos comportamos então? Há algumas ovelhas doentes no redil entre as noventa e nove que necessitam da atenção do pastor. Ele está Se aproximando, chamando-nos e atraindo-nos por meio do Espírito Santo e as ovelhas devem responder.

Há alguns que se consideram entre as noventa e nove que estão realmente cientes de que apenas sua presença física está lá, mas suas mentes e pensa­mentos estão longe do rebanho. Os outros devem fazer o que puderem para sustê-los, não para lançá-los fora. A experiência de conversão de cada um não é igual nem ocorre ao mesmo tempo. Por isso, a experiência santificadora dos que estão na fé deve ser uma influência catalisadora em favor dos vasos mais frágeis. É por isso que Jesus disse: “Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro” (Mateus 13:30). A diferença entre o trigo e os seres humanos é que o poder santificador do Espírito Santo é capaz de transformar os não conversos em poderosos discípulos. A comunidade cristã está repleta de histórias de jovens que eram superficiais e frívolos em sua caminhada espiritual, mas que são partidários da fé, porque se mantiveram na companhia das noventa e nove e foram inspirados, influenciados e motivados pelo Espírito Santo, pela graça de Cristo e pelo alento da comunidade espiritual. O Senhor está interessado também em ver arrependimento entre as noventa e nove, ao compartilhar a alegria do Senhor quando celebra a salvação dos peca­dores.

Nesta parábola, Jesus também enfatiza que as noventa e nove pessoas justas, que observam todos os rituais, festivais e regras não produzem gozo no Céu. Porém, um pecador que confessa seus pecados e se arrepende provoca festa no Céu. Deus Se interessa pelo perdido que admite que está perdido e que, mediante a ajuda do Espírito Santo, volta para Ele. Ele quer nos ajudar a deixarmos para trás nossa vida pecaminosa e a segui-Lo. Os fariseus e os hipócritas nunca farão isso, porque não se dão conta de que estão perdidos. Sempre se consideram entre os salvos, ainda que nunca tenham se arrependido de seus pecados. Deve­mos nos arrepender de nossos pecados e ser salvos, não somente a ovelha que se afastou do rebanho. Jesus deseja que o rebanho esteja todo completo, cem, não noventa e nove. E Ele não Se interessa apenas por uma. Não obstante, para poder ter as cem, Ele começa com uma!

A ovelha perdida que se afastou do rebanho

Ao contar essa parábola, Jesus não especificou se a ovelha perdida era fêmea ou macho. Antes, desejava enfatizar o interesse do pastor pelas ovelhas que se desviam, independentemente de seu gênero. Especificamente, ele enfati­zou uma que desenvolveu interesse por outros pastos e que pouco a pouco ou talvez, repentinamente, deixou a companhia das noventa e nove. Bowe Robert Bergdahl é um soldado norte-americano que foi preso pela rede Haqqani, alia­da do Talibã, no Afeganistão, desde junho de 2009, até sua libertação em 31 de maio de 2014. As circunstâncias sob as quais esse soldado desapareceu e como foi feito prisioneiro dos talibãs originaram um intenso escrutínio por parte dos meios de comunicação. Embora houvesse muitas teorias sobre seu desapareci­mento, os fatos sugerem que ele foi capturado fora de sua base. Sob o controle do Talibã, sabia que era prisioneiro, conhecia as circunstâncias de sua captura, foi doutrinado, controlado e oprimido por seus captores e perdeu até mesmo a capacidade de falar com fluidez seu próprio idioma. Porém, os Estados Unidos estavam comprometidos a não deixar nenhum soldado para trás e seguiram com as buscas até negociar uma troca para devolvê-lo às suas fileiras. Essa é uma boa ilustração do que acontece com muitos jovens da igreja. Embora Deus não tenha negociado uma troca com o inimigo, Ele enviou Seu único Filho, a quem amava ternamente ( João 3:16) para vir e combater e nos reclamar a todos como Seus. Que grande amor! E quanto regozijo quando eles retornam.

Em uma lição da Escola Sabatina que estudamos há muitos anos, foi expli­cado que no rebanho de ovelhas era natural permanecer até oito ou nove anos, tempo suficiente para que o pastor lhes desse um nome e para que as ovelhas reconhecessem o chamado ímpar do pastor. Todas as noites, quando o rebanho entra no aprisco, o pastor segura seu cajado em frente à entrada, poucos centí­metros acima do solo. Ao cada ovelha passar sob o cajado, o pastor a inspeciona para ver se está ferida ou enferma. Assim, o pastor identifica rapidamente as suas próprias ovelhas. João 10:3, que corrobora esse pensamento, diz: “Para este o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz, ele chama pelo nome as suas pró­prias ovelhas e as conduz para fora”.

A lição também explicava que o pastor contava suas ovelhas e sabia ime­diatamente se alguma estava faltando. Uma versão em inglês da Bíblia, a Clear Word Devotional Bible, apresenta Lucas 15:4 da seguinte forma: “Se você fosse dono de cem ovelhas, não se preocuparia se faltasse uma? Não deixaria as ou­tras pastando pacificamente, sob os cuidados de alguém, e iria em busca da per­dida até encontrá-la?” Jesus conhece cada membro da igreja. Ele nos conhece por nome. Conhece nossas características e temperamentos especiais. Conhece nossos desejos e aspirações. Conhece nossas provas e dificuldades. Conhece nossos pontos fortes e nossas fragilidades. Sabe o que nos faz felizes e o que nos deixa tristes. Pertencemos a Ele, e Ele é o nosso Pastor. Quando um falta, Ele não deixa as noventa e nove sem proteção para ir em busca do faltante, mas sai em sua busca. Lembremos que Jesus, o Bom Pastor, é Onipresente. Ele pode estar em todas as partes ao mesmo tempo. É Onisciente, não há nada que não saiba e é Onipotente, pois não há nada que não possa fazer. Nenhum de nós deve pensar que, pelo fato de estar cuidando da outras ovelhas, Ele não tem tempo para nós. “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos: ‘Ele me enviou para buscar a sua glória entre as nações que saquearam vocês, porque todo o que neles tocar, toca na pupila dos olhos dele’” (Zacarias 2:8, NVI). Todos os membros da igreja estão sob o cuidado protetor e vigilante do grande Pastor e isso é uma boa notí­cia. Nada ocorre conosco que não aconteça em Sua presença. Ele nos defenderá e vindicará Seu nome e autoridade.

Na parábola de Jesus, a ovelha que se distanciou do rebanho sabia que estava perdida. Clamava por ajuda. Aparentemente, ela foi se distanciando do rebanho. Como muitos jovens e adultos cristãos, ela provavelmente estava buscando me­lhores pastos. Provavelmente, estava cansada da rotina diária e, como me disse um jovem, há alguns anos, necessitava de “novas experiências e de coisas mais excitantes e interessantes”. É possível que a pressão do trabalho ou do estudo ou talvez o desânimo o tenha levado à inatividade; ou talvez alguma atividade social o tenha cansado tanto que, certo sábado, decidiu ficar em casa e ir dormir e, por fim, não se recuperou da tentação tóxica. Pode ser alguma experiência sexual que lhe abriu os olhos na direção errada. Alguns estão longe porque so­freram ataques contra sua dignidade, abuso, maltrato e negligência o que lhes despertou o desejo de errar. Muitos jovens que estão esfriando e se distanciando do rebanho da igreja, ainda acreditam que a Igreja Adventista do Sétimo Dia é o redil ao qual pertencem. Sua consciência os chama a cada dia para voltarem ao redil. Porém, a doutrinação e a intoxicação nas quais se viciaram os influenciam para que permaneçam espiritualmente indiferentes, descuidados e absortos nos cuidados da vida diária.

As ovelhas têm um forte instinto de seguir aqueles que estão à frente, e o mesmo ocorre com os jovens. Eles vão seguir, mesmo que não seja uma boa decisão, e seguirão até mesmo para o matadouro. Se uma ovelha saltar sobre um precipício, as demais provavelmente a seguirão. Com frequência sabem onde estão e que não estão no lugar certo, mas o regresso não é muito fácil. Para regressar, a ovelha necessita de ajuda e encorajamento. Aqueles que estão entre as noventa e nove devem, propositadamente, pôr-se em contato com elas e acompanhá-las em seu regresso ao rebanho. Como membros da igreja, preci­samos ir em busca da ovelha perdida que se afastou do rebanho. Fazemos isso por meio das nossas orações. Vamos em busca dessas ovelhas fazendo contato pelas redes sociais. Devemos enviar-lhes um texto, escrever-lhes nas suas redes sociais, mencioná-las no Tweeter e enviar-lhes um e-mail. Mantenha contato através do WhatsApp. Temos que ir atrás dos que abandonaram a fé e amá-los para que voltem à igreja. É a ela que eles pertencem. A igreja deve estar aberta e ser cortês, solícita, perdoadora e acolhedora. Devemos fazer planos propositais para encontrá-los e trazê-los de volta. O que o pastor fez? Ellen G. White diz: “A ovelha que se desgarrou do redil é a mais impotente de todas as criaturas. Ela deve ser procurada; pois não pode encontrar o caminho para voltar. Assim acontece com a alma que tem vagueado longe de Deus; acha-se tão impotente como a ovelha perdida; e, a não ser que o amor divino a venha salvar, não po­derá nunca encontrar o caminho para Deus” (Obreiros Evangélicos, p. 183, 184).

O Pastor

De acordo com a pergunta de Jesus em Lucas 15:4, o pastor foi em busca de uma ovelha. Ao declarar que o pastor deixou as noventa e nove, Jesus queria enfatizar que o pastor era diligente, minucioso, determinado e proposital com respeito a trazer de volta a ovelha perdida. Nenhuma deve cair. Nenhuma deve se perder. Todas devem estar sob o cuidado protetor e amoroso do Mestre. Ele ama a todas. Essa parábola, mais que qualquer outra, foca a atenção no solícito e amante Pastor.

É interessante notar que o pastor não emprega trabalhadores para irem buscar a ovelha perdida. Essa foi uma busca pessoal. Ele mesmo foi e não desistiu até trazê-la de volta. Quão persistente foi o pastor! Jesus é persistente na Sua busca de todos os jovens que se afastaram dEle. Não se trata de alguns de nós faltarmos algum sábado na igreja ou deixarmos de assistir a algum culto. É possível até mesmo que estejamos ativos, dirigindo o Clube dos Aventureiros, atuando como conselheiros no programa dos Desbravadores. Alguns de nós po­demos, até mesmo, ser diretores de jovens, ganhadores do Concurso Bíblico e ser jovens campeões na causa do Senhor, fazendo coisas inovadoras em favor da comunidade. Não obstante, em nosso relacionamento com o Bom Pastor somos a ovelha perdida. Agora é tempo de fazer um inventário. Tempo de introspecção para avaliar nossa posição com nosso Salvador. Ele celebrará com todos os que Lhe permitirem trazê-los de volta ao redil.

A Celebração

Sempre há festa no céu! Jesus disse: “É isto o que ocorre no Céu: Quando um pecador vê que está fazendo o mal, confessa seus pecados e decide mudar de vida, não há como imaginar a celebração que há no Céu por causa dessa pessoa. O regozijo é por aquele que se arrepende, não pelos noventa e nove que estão em casa e não necessitam de arrependimento.” (Lucas 15:7, versão Clear Word, tradução livre). As noventa e nove não necessitam se preocupar porque tiveram seu regozijo e estão desfrutando da viagem rumo ao reino e do companheirismo de outros no rebanho. Agora é tempo de regozijar-se com aqueles que acabaram de voltar. Não há tempo para a autocomiseração. É tempo de celebrar a volta dos errantes. Jovens, você são pessoas especiais no Céu e na Terra. A igreja os ama e necessita de vocês. Venham com seus talentos. Vocês têm uma parte vital no cumprimento da obra da evangelização e em ajudar a edificar outros na fé.

Você que está voltando ao redil de Cristo, bem-vindo à celebração! Essa celebração têm duas dimensões e até mesmo uma terceira. Ela ocorre no Céu, por você ter voltado. Ocorre na igreja, quando cada membro se alegra por vê-lo voltar à fé; mas a maior celebração ainda está por vir: Jesus virá buscá-lo e a todos os demais. Ele não virá sozinho, mas acompanhado de milhares de anjos. Seremos levados ao reino e receberemos a coroa de glória na grande coroação que ocorrerá às portas da cidade. Ellen G. White diz que também receberemos nossa harpa das mãos do Salvador e nos uniremos ao coro celestial, entoando o cântico dos redimidos: “Finalmente no lar!” Sim, caminharemos pelas ruas de ouro e que grande reunião será com nossa família, amigos e amados. Veremos o rosto do amoroso Jesus e as cicatrizes em Suas mãos por causa da nossa sal­vação. Que celebração quando residirmos nas mansões que Ele está preparando agora! Será uma eternidade de celebração!

Que comece a celebração! Bem-vindos ao lar! Bem-vindos ao lar!
Apelo e Oração

Hino Final

Oração


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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho


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