De 22 a 25 DE JANEIRO de 2009 bom jesus da lapa bahia



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14ª ANPJMP

DE 22 A 25 DE JANEIRO DE 2009

BOM JESUS DA LAPA – BAHIA
A HISTÓRIA DA PJMP NO CONTEXTO HISTÓRICO BRASILEIRO
Em julho de 2008, a PJMP completou três décadas de existência, motivo pelo qual estamos às vésperas do seu 3º Congresso Nacional.

Como filhos de trabalhadores, conscientes de que fazem parte da classe popular; ousam sonhar em conjunto e lutam para trabalhar e participar. Participar das decisões, da vida política, econômica, social e eclesial.

Balizada em tais características, sua história é marcada por muitas lutas, resistência, conquistas e muitos tropeços também; reflexos tanto das suas ações e tomadas de decisões, quanto das correntes conjunturais produzidas ao longo desses trinta anos no Brasil e na Igreja.

Cientes dessa lógica propomos pensar a história da PJMP dentro do contexto histórico nacional e eclesial, considerando as influências desse contexto na organização, nos eventos, nas decisões, nas mudanças e na militância da PJMP em todo o país.

No período do nascimento da PJMP, a Igreja Católica em Pernambuco, graças a atuação do então Bispo de Olinda, D. Helder Câmara, era um referencial de resistência para o Brasil e para a América Latina, que também sofria com os horrores dos regimes ditatoriais.

A PJMP, trazendo orientações a partir da teologia da libertação, então, já nasceu enquanto um instrumento de resistência, pois em pleno período de ditadura militar, apresentou aos jovens um conjunto de propostas de organização e luta. Elegendo bandeiras de grande importância e de reação frente às imposições dos generais.

Despertar os/as jovens para a tomada de consciência crítica, de se reconhecer enquanto filhos/as de trabalhadores/as, portanto empobrecidos e explorados, vítimas da opressão imperialista; sonhar com uma nova ordem social, com a inclusão, com a democracia, com o fim da opressão e exploração; vivenciar uma fé encarnada, a partir da orientação da Teologia da Libertação, desenvolver a mística do conflito, da inquietação; propor a evangelização do/da jovem pelo próprio jovem, oferecer formação integral, para garantir ao/a jovem a condição de compreender todas essas coisas e se colocar nas trincheiras da luta pela plena liberdade, foram as idéias que provocaram o nascimento da PJMP.

Apesar do discurso da formação integral, naquele momento, o que era mais latente era a formação política, a luta pela liberdade, contra a opressão, a pobreza e a divisão de classe.

Em 1979, aconteceu o primeiro encontro regional da PJMP, em João Pessoa, na Paraíba. Em julho desse mesmo ano, ocorreu o 1° encontro nacional de animadores jovens e adultos do meio popular.

Em fevereiro de 1980, ocorreu o 3° encontro de agentes e animadores jovens da PJ do NE, em Olinda (PE). A grande decisão desse encontro foi a de organizar os grupos de jovens a partir do meio social.

Em julho de 1982, na cidade de Juazeiro (BA) ocorreu o 3° encontro da PJP (Pastoral da Juventude Popular), onde definiu-se sobre a criação da Secretaria Nacional.

Porém, não houve muita clareza de qual seria o papel da secretaria, o que provocou uma grande crise na estrutura nacional, contribuindo para o esfacelamento da articulação nacional, ainda muito frágil.

Só em 1984, no encontro nacional da PJ, foi que jovens que permaneciam vivenciando a experiência da PJMP, aproveitaram o ensejo e se reuniram dando novos rumos a organização nacional da PJMP, o que foi considerado como o 4° encontro nacional.

O 5º Encontro nacional aconteceu em dezembro de 1985, com a presença de sete regionais e teve como principais deliberações: a formação de uma comissão nacional provisória; escolha de um secretário nacional e elaboração de subsídio com a história da PJMP.

Em dezembro de 1987 aconteceu o 6° Encontro Nacional, que se propôs a pensar os 10 anos da PJMP, de onde saiu o subsídio “Semente do Novo na Luta do Povo”, com informações a cerca das características da PJMP.

Em janeiro de 1990, já não mais intitulado de Encontro, aconteceu a 7ª Assembléia Nacional da PJMP, em Salvador – Ba, com o enfoque na eclesialidade e militância. (Tema interessante para a atual conjuntura).

Em janeiro de 1992, a PJMP se fez presente no Encontro da família Latino americana, onde conheceu e estreitou laços com representantes da PJO (Pastoral da Juventude Obreira) e a PJT (Pastoral da Juventude Trabalhadora). Evento importante para desenvolver o sentimento de irmandade latino-americano entre os nossos jovens.

A 8ª ANPJMP aconteceu em fevereiro de 1992, em Goiânia.

A 9ª ANPJMP aconteceu em janeiro de 1994 em Porto Alegre – RS, o qual estudou o rosto, a mística, a missão e a militância da PJMP. Essa Assembléia provocou grande consciência da PJMP, pois essas reflexões duraram até a assembléia seguinte. Também fortaleceu a organização nacional.

A partir de então, vários foram os eventos e acontecimentos que a PJMP realizou ou esteve envolvida. Como marco da nossa história destacamos o 1º Congresso Nacional (20 anos da PJMP), que aconteceu em João Pessoa - PB e a 10ª Assembléia Nacional (SC), que ocorreram em janeiro de 1999.

Em janeiro de 2004 aconteceu o 2º Congresso Nacional (Parnamirim - RN) e em janeiro de 2005 aconteceu a 13ª Assembléia Nacional, em Senhor do Bonfim – BA, onde foi elaborado o Plano Político Pastoral (PPP) da PJMP e os Seminários Nacionais de Assessores em 2006 (GO) e 2007 (BA).

Agora, em janeiro de 2009 estamos na cidade de Bom Jesus da Lapa – Ba, realizando a nossa 14ª ANPJMP e o nosso 3º Congresso Nacional, com o tema “30 anos de fé e vida no meio popular” e o lema “Em nossas mãos, um sonho em mutirão”.


ONDE ESTÁVAMOS?
Mas o que vimos aqui foi uma exposição dos momentos de encontros nacionais da PJMP, porém, como se trata de uma pastoral que tem sua mística encarnada na vida e na luta do povo, estivemos envolvidos/as em importantes momentos de embates, lutas, reivindicações e resistência. Onde estávamos ao longo desses 30 anos?

Esse exercício de construção da nossa história vai ser realizado com a ajuda de todos/as presentes nessa assembléia. Falem tudo o que lembram, onde estávamos o que fizemos nesse período da nossa história.
Durante 25 anos, de 1964 a 1985, os brasileiros viveram os rigores da ditadura militar. É nesse contexto que nasce a PJMP.

A década de 70 foi marcada pela 2ª crise econômica mundial, a crise do petróleo, nova ordem econômica: fim da política do Estado de Bem Estar Social e resgate do liberalismo econômico – o neoliberalismo.

A crise também atinge o Brasil, aprofundamento da crise econômica: perda vertiginosa do valor de compra do salário mínimo, crescimento dos conflitos no campo; igreja e movimento social – (re) organização das bases.

Anos 60 a 80, conjuntura eclesial marcada pelo surgimento da Ação católica especializada, e o movimento educação de base.

Na política o populismo sucumbia a crise, sendo execrado com o golpe militar em 1964, que, a princípio foi apoiado pela Igreja, um dos motivos do enfraquecimento da Ação Católica Especializada - ACE.

Em 1978 os trabalhadores brasileiros ampliam sua organização e a luta sindical influencia vários outros setores da sociedade, havendo uma importante retomada das organizações populares

Esse é o contexto de nascimento da PJMP. Uma pastoral que nasceu no conflito e vive em constante conflito, pois se propõe a ser protagonista dos sonhos e anseios da juventude empobrecida, os conflitos natos dos jovens se refletem na história da PJMP, a qual tem momentos de altos e baixos.



Nesse mesmo período, a igreja se manifesta contrária ao golpe e passa a atuar em defesa dos direitos humanos.

Em nove de julho de 1978, em Recife, capital do estado de Pernambuco, aconteceu um encontro que reuniu jovens animadores de grupos das áreas populares de Recife, o qual deu origem a PJMP. Esses jovens, em sua maioria já haviam vivenciado e experiência da ACO (Ação Católica Operária), que, por conta das perseguições realizadas pela ditadura militar, além da postura de alguns setores da própria Igreja, havia enfraquecido e desarticulado.

No mesmo ano na Diocese de Bom Jesus da Lapa – Bahia, nasce o Curso de Engajamento da juventude (CEJ);

Em 1979 acontece uma articulação em São Paulo que foi buscando outros estados.



Anos 80 - Abertura democrática: campanha pelas diretas; processo da constituinte – constituição de 1988.

Nascimento do PT,

Fortalecimento das CEB’S,

Em fevereiro de 1980, ocorreu o 3° encontro de agentes e animadores jovens da PJ do NE, em Olinda (PE). A grande decisão desse encontro foi a de organizar os grupos de jovens a partir do meio social.

Em julho de 1982, na cidade de Juazeiro - BA, ocorreu o 3° encontro da PJP (Pastoral da Juventude Popular), onde definiu-se sobre a criação da Secretaria Nacional.

Em 1982 Roberto Malvezzi (Gogo), com uma participação coletiva, faz os primeiros versos do hino nacional Ileaô;

Só em 1984, no encontro nacional da PJ, foi que jovens que permaneciam vivenciando a experiência da PJMP, aproveitaram o ensejo e se reuniram dando novos rumos a organização nacional da PJMP, o que foi considerado como o 4° encontro nacional.

De 1985 a 1989 (início da chamada ‘nova república’)

Governo de José Sarney – crise econômica, greves por todo o país; fiscais do Sarney (novo populismo?); crescente inflação.

Em 1986, o Vaticano inicia perseguição contra a Teologia da Libertação;



1987 - criação do Estatuto da Criança e do adolescente – ECA

Entrada Pe. Murilo e Pe Prim na assessoria nacional da PJMP e saída do Pe. Alberto que vai fazer trabalho de base. No seminário da PJMP, em Pernambuco, inicia-se uma discussão sobre a economia solidária e educação popular; Palmeira dos Índios elenca trabalhos com economia solidária e direitos humanos; está em processo de mudança o Documento 76 da Comissão Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB);

Crescimento da PJMP, principalmente no Nordeste. No Sul, disputa de espaço com a PJ.

1988 criação do Movimento Negro e da Constituição do Brasil; Criação do Partido dos Trabalhadores (PT), e Central Única dos Trabalhadores (CUT); nascimento da Comissão Pastoral da Terra (CPT); o Movimento dos Sem Terra (MST) no sul do Paraná em Foz do Iguaçu.

1989 - Há um crescimento da PJMP cada vez mais no Sul, é um período de grande rivalidade com a Pastoral da Juventude (PJ); Campanha da Fraternidade com tema: mulheres e homens imagens de Deus; jovens da PJ migraram para a PJMP, implodiu a PJ em MG.

1989 Assembléia Nacional da PJMP – Itaparica BA), com uma grande empolgação; em Goiânia – GO a Pastoral da juventude (PJ) passa toda a ser PJMP;

Socialismo Real em crise;

Organização dos movimentos populares. Movimento de gênero, direitos dos homossexuais.

Conquistada participação popular no processo da constituição de 1988. CF’s, Negros, Mulheres, Trabalho, menores.

Expectativa Latino-americana.



1989 – disputas eleitorais para presidência da República – Collor (o caçador de marajás) X Lula (o sindicalista).

Partidos e movimentos sociais - O sonho dos trabalhadores no poder – projeto político arrojado, agressivo, contra o imperialismo.

Vitória de Collor - continuação da crise econômica, implantação do neoliberalismo no Brasil, corrupção, fora Collor!

1992 - estávamos nas ruas, também éramos os “cara-pintadas” contra a corrupção e a impunidade. Fora Collor! Mas, na Bahia PJMP e PJE têm dificuldade de relacionamento com os “cara-pintadas”, eram jovens de classe média participando de movimento de massas.

Acontece uma retomada das discussões do Movimento Estudantil e a União Nacional dos Estudantes (UNE) retoma a discussão sobre a classe média, entretanto,

Itamar Franco assume o governo, novo Plano econômico: o REAL (estabilização da economia).

1992 – ano da CF Juventude; Entrevista com o jovem pobre.

1992 - CEBI – leitura popular da bíblia, método Paulo Freire de educação popular e etc... influenciaram na formação da PJMP.

Neste mesmo ano, a Campanha da Fraternidade traz o tema juventude, que contribuiu para a articulação e fortalecimento da PJMP; Realização do Encontro Internacional da PJMP e pastoral da juventude trabalhadora no Ceara;



1992 – disputas eleitorais para presidência da República – Lula (ainda o sindicalista) X FHC (o sociólogo, pai do real).

1994 - 2002: governo FHC – reforço do plano real; sucateamento dos serviços públicos, venda das estatais, aprofundamento do neoliberalismo: globalização, ALCA, enfraquecimento dos movimentos sociais.

Estávamos nas campanhas contra a ALCA, nos cursos nas comunidades, em 2001 na 1ª edição do Fórum Social Mundial.

Desenvolvimento de temas na discussão da PJMP, educação popular, preocupação com ações concretas, discussão de alternativas, em sintonia com as questões nacionais.

Documento 76.

1993 – a 10ª Assembléia Nacional da PJ, quando surgiu a organização por pastorais (PJB); - Romaria dos 15 anos da PJMP (PE);

1999 – 1º Congresso Nacional – PB.



2001 - 1° edição do Fórum Mundial Social;

PJMP discute identidade de classe trabalhadora; criação da bandeira da PJMP com a arte vinda de Alagoas marca as discussões de classe;

2002 – Ampliação da discussão do conceito de classe – meio popular: classe popular, a discussão do negro, do índio, da mulher... (sintetizado na bandeira da PJMP), que foi criada pela PJMP da Paraíba.

A PJMP começou a ser discutida através da educação pop. Em Tocantins.

2002 - PJMP no Brasil é uma grande força no plebiscito contra a ALCA; em Goiânia – GO começa a discutir o projeto “vida que te quero viva” e cursinho pré vestibular comunitário; Recife cria a cooperativa de sabão;

Grande crescimento do número de ong’s,



2002 – disputas eleitorais para presidência da República Serra (proposta de continuação da política FHC) X Lula (a esperança) – carta ao povo brasileiro.

Em 2002 a PJMP mobilizada no plebiscito contra a ALCA – em todo o país.

2002 - Políticas públicas para a juventude; a PJMP sempre pautou isso;

Plano Nacional da Juventude,

Ofensiva neo-liberal da igreja contra a juventude, jovens expulsos jovens de secretarias diocesanas e de participação de jovens das comunidades...

Mobilização em torno do 2º congresso.



2003 – Governo Lula: a esperança continua?

Continuação da política econômica de FHC, com pequenas mudanças; pagamento da dívida externa. Superávit...

Cooptação ou inclusão das demandas dos movimentos sociais?

Ministério do Meio Ambiente,

Secretaria de Direitos Humanos,

Secretaria da Reparação Racial;

Secretaria da Mulher;

Secretaria da Juventude;

Participamos nas instâncias municipais, estaduais e nacionais das diversas Conferências nacionais (das Cidades, Juventude, Mulheres, Reparação e Igualdade Racial, Saúde, Educação, LGBTT – Lésbicas, gays, bissexuais, travestis), Meio Ambiente;

Em 2005 surge o Dia Nacional de Oração - DNO, deliberado na 13ª ANPJMP, a ser realizado em 09 de julho, aniversário da PJMP.

Igreja neo-conservadora, carismatismo, carismatização da PJ; enfraquecimento das pastorais sociais, diminuição dos grupos de base, não se recria grupos.

Participamos e ajudamos a conduzir os plebiscitos contra a ALCA, contra a venda da Vale do Rio Doce, contra a dívida externa e pelo desarmamento.

PJMO de Sr. Bonfim (BA) as assembléias diocesanas, motivação dos jovens para a participação com os eventos nacionais.

Também o modelo do governo Lula contribuiu para o refluxo dos grupos de base.

2004 - 2° Congresso Nacional da PJMP em Parnamirim – RN, tema: 25 ANOS DE TERNURA E RESISTENCIA, presença de pessoas de Manaus interessadas em articular a PJMP no Estado;

2004 - Manaus e Roraima começam a se articular em sintonia com o nacional.

Presença nos Encontros nacionais de fé e política;

2005 – 5º congresso diocesano da PJMP – Lapa (BA).

2005 e 2007 – realização do Nordestão;

Momento de mudança do modo de organização das estruturas dos movimentos, instituições populares. Não somos mais o único modelo, existem hoje vários modelos; estamos construindo dentro dessas novas mudanças.

Conflito com o mundo político, com os mandatos populares (SSa. ES, SP).

2005 –13° Assembléia Nacional da PJMP realizada em Senhor do Bonfim – BA onde houve a criação do Dia Nacional de Oração, alternância da assessoria nacional; criação do PPP, seminário de militantes e seminário de assessores, articulação em Salvador;

2006 - ofensiva da Igreja (Instituição hierárquica e clerical) que por meio de cartas, expulsa a PJMP de algumas comunidades; nascimento da PJMP em Manaus;

2007 - rearticulação da PJMP de Salvador (BA), com seminário com participação de 105 jovens, na Paróquia de Pau da Lima.

Reorganização da assessoria – alternância.

Organização a partir de ciclos, de 5 anos. Consolidação do congresso.

Governo X partidos e movimentos sociais: rupturas, novas alianças, aparelhamento...

Conflitos: Rio São Francisco; terras indígenas, meio ambiente; violência...

Nossa presença na solidariedade a D. Luís Cappio, no jejum contra a transposição e pela revitalização do Rio São Francisco;

PJMP presente nas campanhas contra a redução da idade penal;

Governo Lula - Relação internacional: liderança na América do Sul, reivindicação na ONU, grupo dos emergentes...

Governo Lula - Crise ética e de valores: mensalão, surgimento de novos partidos (PSOL), maior aproximação da direita – alianças. A ordem é garantir a governabilidade.

Embora não tenha sido uma orientação nacional, jovens da PJMP passaram a questionar o governo Lula, fazendo crítica ao projeto neo-liberal...

2008 - participação das conferências estaduais da juventude,

2008 PJMP de Goiânia participa do plebiscito do Cerrado;

2008 participação da PJMP nas conferências da juventude em nível municipal, estadual e nacional; encontro de fé e política; mudanças nas organizações em estruturas de rede; plebiscito do Cerrado – GO.

2008 - Reunião do consesp (significado da sigla) – extinção da pjb (?)


ONDE ATUAMOS, QUEM SÃO NOSSOS PARCEIROS, QUAIS AS NOSSAS BANDEIRAS?
A PJMP sempre esteve presente nas lutas populares, como:

Campanha pelas diretas,

Pela reforma agrária,

Fora Collor,

Contra a ALCA.

Parcerias com: PJB, MST, CPT, Faculdades, partidos de esquerda, sindicatos...

Debates diversos, como: Inclusão, gênero, meio ambiente, orientação sexual, ecumenismo, expressões culturais, diversidade étnica, afetividade, sexualidade...

Engajamento dos jovens da PJMP nos: sindicatos, partidos políticos/ mandatos populares,



Organização e realização de: cooperativas, cursinhos, teatro popular, festivais culturais...


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