De semba a samba: a escola e a cultura popular



Baixar 39.14 Kb.
Encontro27.07.2016
Tamanho39.14 Kb.

DE SEMBA A SAMBA: A ESCOLA E A CULTURA POPULAR




Claudia Cristina Andrade - Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ


Cristina Maria R. C. Ribeiro - Universidade do Estado do Rio de Janeiro-UERJ
I – “Mangueira encanta e canta a história que o povo traz” : a cultura popular como espaço de saber
Os saberes acumulados pelas Ciências Sociais têm sido percebidos pela escola dentro de uma perspectiva tradicional, iluminista, como aqueles registrados nos livros didáticos, em que a história contada e a geografia ensinada nem sempre abraçam os fatos e a organização presentes em todos os grupos sociais. Pensando em uma “nova história” que legitime os saberes oriundos de toda a sociedade, buscamos, através da metodologia de projetos e a partir da perspectiva do letramento, desenvolver atividades neste sentido.

Assim, no início do ano letivo de 2002, motivadas pelo belíssimo desfile apresentado pela Estação Primeira de Mangueira, escola tradicional do Rio de Janeiro, pensamos naquelas pessoas que fazem arte(além de belos projetos sociais) e sucesso no carnaval mas são desconhecidas nos outros onze meses do ano. A partir desta reflexão, pensamos o projeto “De semba a samba: a história e a geografia do Brasil através do Carnaval”, com o objetivo de desvelarmos os saberes presentes nos sambas-enredo, seu processo de produção (a pesquisa de enredo) e a própria história do samba.

Cantando a empolgante letra do samba iniciamos o projeto perguntando: o que será que a pessoa que criou o samba precisou estudar? Selecionamos, então, as palavras-chave para o estudo, a partir do que pesquisamos produzimos verbetes que compuseram a “Enciclopédia do Samba”, pesquisamos, vimos o show “ O samba é minha nobreza”, no Cine Odeon. No segundo semestre o samba escolhido foi Aquarela Brasileira, que nos levou a estudar a vida do compositor Silas de Oliveira e a um passeio pelas regiões do Brasil, necessitando assim, buscar os saberes oriundos da geografia.

O encantamento da Estação Primeira e o cenário do Império Serrano impulsionaram a produção de esboços de sambas-enredo, que exigiu que cada autor se constituísse como pesquisador e como sujeito de sua própria história, vivenciando “a vigência, a densidade e a pluralidade das culturas populares” (Martin-Barbero:1997,16) .Acreditamos que essa estratégia de ensino permitiu que a criança construísse as noções históricas e geográficas(ver PCN – pág.57 e 58) ao mesmo tempo em que fazíamos com que a leitura das fontes históricas e a produção dos verbetes da enciclopédia tivessem significado: não o pesquisar por pesquisar, o ler por ler, o escrever por escrever, mas sua produção para um sentido que existe e perpassa a nossa cultura. Compreendemos o trabalho nas diferentes áreas do conhecimento dentro da perspectiva do letramento, que pressupõe a ênfase na função social da língua escrita. Assim, refletimos sobre esse processo ao mesmo tempo em que tentamos uma prática pedagógica que desenvolva em todos nós o desejo de conhecer. E para aguçá-lo lançamos mãos dos textos que nos informam e que não se encontram apenas enclausurados nas enciclopédias, mas “espalhados pelo mundo”, nos jornais, nas revistas, em panfletos....


II - O ensino da História e da Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental
2.1 O trabalho com projetos didáticos
Buscamos um ensino da História e da Geografia em consonância com a perspectiva sócio-interacionista, entendendo que a criança é o sujeito ativo do processo, participando de atividades com a postura de pesquisador/pesquisadora, de “detetive”, aprendendo a partir do que pesquisa, lê e reconstrói na sua relação o grupo.

Sabemos que tradicionalmente um dos principais objetivos do ensino da História e da Geografia era fazer com que o/a aluno/a somente memorizasse datas importantes, lugares dos fatos históricos e nomes dos personagens famosos, selecionados a partir da ótica de um determinado grupo. A partir de várias pesquisas realizadas na área da Didática foi verificada a importância de que o/a aluno/a não só memorize, mas também compreenda os conteúdos sociais e históricos, não como organizados em “tempos estanques”, mas dentro de uma dimensão histórica. Seguindo as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental– História e Geografia (PCN)

“A escolha metodológica representa a possibilidade de orientar trabalhos com a realidade presente, relacionando-a e comparando-a com momentos significativos do passado. Didaticamente, as relações e as comparações entre o presente e o passado permitem uma compreensão da realidade numa dimensão histórica, que extrapola as explicações sustentadas apenas no passado ou só no presente imediato.”(op.cit: 39)

Optamos, a partir destas reflexões, por uma proposta de trabalho que tem como eixo a Pedagogia de Projetos, de forma a atribuir significado às reflexões que se fazem sobre os conteúdos históricos e geográficos e construir não só os conceitos necessários, mas atitudes e procedimentos pertinentes ao grupo. A Pedagogia de Projetos, antes de ser pensada como mais uma técnica do elenco de formas de se ensinar que nos é transmitido no Curso de Formação de Professores, deve ser discutida como uma nova abordagem do processo ensino-aprendizagem, em que o conhecimento parta da realidade e a ela retorne, transformado, re-significado.

A proposta de projetos de trabalho, defendida por Hernández(1998) traz uma nova perspectiva em educação que, levando em consideração o desejo de saber (como nos aponta Rubem Alves), visa à construção de uma compreensão global do objeto de conhecimento. Considerada em sua amplitude, tal proposta opera uma transformação do espaço, do tempo e da organização escolares. Indicam, assim,

“outra maneira de representar o conhecimento escolar baseado na aprendizagem da interpretação da realidade, orientada para o estabelecimento de relações entre a vida dos alunos e professores e o conhecimento que as disciplinas (que nem sempre coincidem com o das disciplinas escolares) e outros saberes que não disciplinares vão elaborando. Tudo isso para favorecer o desenvolvimento de estratégias de indagação, interpretação e apresentação do processo seguido ao estudar um tema ou problema, que, por sua complexidade, favorece o melhor conhecimento dos alunos e dos docentes em si mesmos e do mundo em que vivem” (Hernández, 1998:90)


Trata-se, portanto, de efetivamente construirmos uma nova postura pedagógica, sonhando com um mundo de novas relações que respeitem as diversas “leituras de mundo” que enriquecem nossas salas de aula. Os projetos didáticos propiciam o levantamento de questões, a interação entre os sujeitos e entre os conhecimentos, considerando-os de maneira interativa e interdisciplinar, imerso em uma rede cujos fios se entrelaçam com o projeto político pedagógico de cada unidade escolar.
2.2. Saber-fazer: a postura de pesquisador de enredo
O trabalho buscou, também, o desenvolvimento de “conteúdos atitudinais e procedimentais”, segundo a orientação de Zaballa (1999). Para ele o “saber-fazer” é um conteúdo da aprendizagem, necessário em uma escola que tem por principal objetivo a formação integral dos educandos. Assim, “realizar uma tarefa educativa o mais conscientemente possível requer que disponhamos de instrumentos interpretativos que nos permitam conhecer os processos de ensino/aprendizagem que desenvolvemos ao final”. O autor ressalta que

“uma das formas de classificar os conteúdos de aprendizagem é a que M. D. Merrill (1983) utiliza, recolhida por César Coll (1986) e adotada por diversos currículos oficiais, a qual estabelece uma distribuição em três grandes grupos: os conteúdos conceituais, os procedimentais e os atitudinais. (...) Assim, haverá conteúdos que é preciso “ saber ”(conceituais), conteúdos que é preciso “saber fazer” (procedimentais) e conteúdos que admitem “ser ” (atitudinais).”(op.cit:8)


Colocar a criança no lugar do “pesquisador do enredo” serviria, para nós, como estratégia para o desenvolvimento de conteúdos atitudinais e procedimentais. Era preciso que todos soubessem como selecionar as fontes, o que selecionar, como produzir um texto de ver bete e, fundamentalmente, compreender a cultura popular como processo e produto, em que todos estávamos inseridos.

O conceito de cultura que permeou o trabalho está ligado à idéia de que a Educação é a junção de vários aspectos (conceitos, linguagens, costumes, valores, etc) que o ser humano vai acumulando em sua vida, tanto histórica quanto culturalmente organizados. Dessa maneira, uma das idéias que embasaram as atividades educativas é a de que a criança se insere em nossa cultura participando das atividades que os adultos desenvolvem de várias formas na sociedade, inclusive por observação e por imitação (Coll, 1998).

Como Coll (1996:162) define, “procedimento é o conjunto de ações ordenadas e finalizadas, isto é, orientadas para a consecução de uma meta.” No nosso caso, planejamos atividades em que a criança tivesse que agir como um pesquisador de enredo, ou seja, que desenvolvesse procedimentos semelhantes àqueles feitos pelos trabalhadores de escolas de samba que têm como principal função buscar, em diferentes fontes, conhecimentos que dão suporte à construção do enredo apresentado pela escola, constituindo um método de pesquisa específico, orientado por uma função social. Segundo a proposta apresentada pelos PCN

O conhecimento histórico escolar, além de se relacionar com o conhecimento histórico de caráter científico nas especificações das noções básicas da área, também se articula aos fundamentos de seus métodos de pesquisa, adaptando-os para fins didáticos” (p.38)


A aproximação dos alunos e alunas à tal procedimento partiu da necessidade de se pensar, concretamente, como se constitui o método de trabalho dos profissionais do samba. Para isso convidamos uma pesquisadora de enredo, pertencente ao quadro da Estação Primeira da Mangueira, escola de samba tradicional, para uma entrevista que tinha por objetivo traçar um plano de ação ao conhecer como sua pesquisa se organiza e como contribui para o resultado final, que é do desfile da escola na avenida. Como resultado, encantamento e história, muita história. Relatos dos bastidores do desfile, da construção de alguns enredos e dos sambas, dos diferentes conceitos de sambas-de-enredo, e muitos outros. Em sala reconstituímos o que ouvimos e sentimos, registrando, comentando e estabelecendo a ponte entre a tarefa real, levada a cabo pela pesquisadora, e a nossa, que iria percorrer uma ínfima parte do que se faz para levar tanta beleza para o “Sambódromo”.
2.3. Saberes

Um terceiro aspecto a ser destacado diz respeito aos saberes constituídos no interior do projeto. Como já foi citado acima, um dos principais objetivos era a construção da percepção de que o samba, como elemento cultural importante da cultura brasileira, em especial do Estado do Rio de Janeiro, não se constitui apenas como elemento do folclore, como algo distante da sociedade, mas faz parte de nossa configuração como povo: produção cultural imersa em nossa identidade. Colocar-se no lugar do “pesquisador de enredo” significaria se colocar no lugar do outro para compreender a si próprio, em um processo de distanciamento e aproximação. Como parte do caminho necessário, os saberes constituídos socialmente: o saber enciclopédico. Foram pesquisados, sintetizados e apresentados conteúdos referentes à História e à Geografia do Brasil, nos diferentes momentos de evolução do projeto durante o ano letivo.

Entendemos, como Mario Carretero (1997:25) que os documentos históricos devem ser vistos de uma maneira reflexiva, crítica, investigando a autenticidade de suas fontes e a plausibilidade de suas interpretações. Para que pudéssemos efetivamente trilhar este caminho levamos para o grupo diferentes fontes de pesquisa: músicas, biografias de autores de samba, material recolhido em sites da internet, diferentes textos científicos, que traziam os fatos oriundos de diferentes olhares (como o livro BR500, de Chico Alencar), e o material audiovisual do show-documentário “O samba é a minha nobreza”, ao qual assistimos no Cine Odeon, no Centro do Rio de Janeiro. A esse material foi acrescentado o que os grupos pesquisaram. Os textos foram comparados, observando-se as convergências, divergências e complementaridades existentes entre eles e serviram de base para as sínteses que foram organizadas em uma página da Enciclopédia e apresentadas à turma.

Além das pesquisas em fontes escritas, utilizamos também o saber oriundo de fontes orais, como a entrevista já citada e conhecimentos que não encontramos em livros ou que complementavam o que descobríamos nos textos escritos. Um exemplo foi a explicação dada pela mãe de uma das professoras, nascida no Pará sobre a lenda da “Velha Cabana do Timbó”, um dos verbetes surgidos quando analisamos o samba “Aquarela do Brasil”, de Silas de Oliveira e enredo da Escola de Samba Império Serrano. Descobrimos, com ela, que naquela região conta-se que Timbó era um feiticeiro que morava sozinho em uma ilha, causando medo aos moradores.

Os saberes constituídos a partir do projeto não se vincularam, portanto, a uma área de conhecimento específica e nem foram determinados por uma única fonte. Resultaram em um espectro de conhecimentos variados mas significativos que permearam o grupo de diferentes formas.
III – “Vejam esta maravilha de cenário” : o caminho e as descobertas
As atividades desenvolvidas no interior do projeto tinham como finalidade a produção de sambas-enredo e da Enciclopédia do Samba. Para isso contamos com a integração com a professora de música, que fez com o grupo os arranjos musicais e alguns estudos paralelos sobre a história da música. Em sala de aula, buscamos desenvolver o trabalho em quatro momentos: a leitura de textos e discussão, a seleção dos verbetes a serem pesquisados, a organização de grupos de pesquisa e a apresentação e síntese das descobertas. Para entender o papel do pesquisador de enredo, como já dissemos anteriormente, convidamos uma profissional para uma entrevista.

A partir do samba da Estação Primeira de Mangueira foram selecionadas palavras mais ligadas à história e geografia do nordeste brasileiro, enquanto que o trabalho com “Aquarela do Brasil” permitiu a pesquisa sobre todas as regiões do Brasil. O último momento foi a pesquisa para a produção do samba do grupo, a partir de fatos históricos por eles selecionados.

Investigamos como se constrói uma enciclopédia e analisamos diferentes verbetes que serviriam de modelo para os que compuseram a Enciclopédia do Samba.

A análise do samba partiu da pergunta: “o que a pessoa que fez esse samba precisou pesquisar?” Selecionamos, assim, em cada samba, o que gostaríamos de saber ou as palavras que indicavam uma grande necessidade de pesquisa para a compreensão do enredo. Assim, do samba da Mangueira foram selecionadas: sertão, Velho Chico, forró, lendas e crendices, arrasta-pé e sanfona. A escolha, de aspectos mais ligados à cultura do Nordeste, obrigou a pesquisa sobre o Nordeste brasileiro, de uma forma mais ampla.

Já a própria organização do samba “Aquarela Brasileira”, que canta em estrofes as belezas de cada região do país, orientou a pesquisa sobre as regiões brasileiras. Discutimos os diferentes aspectos que podem ser estudados em cada região: culturais, físicos/geográficos, históricos. Cada grupo, ao escolher uma palavra do samba para aprofundamento, também escolheu um dado aspecto. Assim, o grupo que escolheu sambas e batucadas (“o Rio, de sambas e batucadas, de malandros e mulatas de requebros febris...”), por exemplo, pesquisou as danças populares do sudeste brasileiro, aprofundando seu conhecimento sobre a região.

Cada samba analisado compôs o mural da turma enquanto durava o estudo. O mural que inaugurou o trabalho, com o samba da Estação Primeira de Mangueira, trazia ilustrações e reportagens sobre o carnaval carioca. Já o que foi montado com o samba “Aquarela do Brasil” expôs postais sobre as diferentes regiões, coletados pelos alunos e pelas alunas da turma. Vivenciamos esse prazer estético, de compor e “curtir” o belo e a arte, não só ao construir os murais e separar materiais para a Enciclopédia, mas também ao fazer sessões de audição de diferentes tipos de samba, motivados pelo show que vimos. Produzido pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, o show-documentário “O samba é minha nobreza” representou um momento de grande importância para o projeto. Assistimos não a um show , mas a um espetáculo muito bem produzido que tinha como meta a divulgação da história do samba, a partir da fala de seus principais atores, os músicos e compositores. Em sala lemos e discutimos o material de divulgação que cada aluno recebeu (o “programa”), reconstruindo o que aprendemos.

Todo o material era pesquisado por eles em casa e na escola, em visitas à biblioteca e à Internet, e trabalhado em aula, quando tínhamos a oportunidade de desenvolver atitudes referentes ao trabalho de grupo: a organização, a participação e a negociação. O grupo tinha clareza de que aquele era um momento importante que depois seria transformado em saber coletivo, porque a cada apresentação do grupo em sala os demais alunos e alunas levantavam questões e registravam o que consideravam relevante, fazendo anotações que depois eram “passadas a limpo” no caderno de registro de cada um.

O último momento do projeto foi a construção de um samba por cada grupo, de um fato ou período da História do Brasil selecionado por eles, atividade que permitiu que todos se colocassem, de fato, no lugar de pesquisador de enredo e revelassem sua compreensão dos relatos históricos que leram, como mostram os trechos de alguns dos sambas produzidos:

Brasil é marcado por várias histórias,

Mas não podemos esquecer dos escravos que

Tanto sofriam com as chicotadas sem direito

A nada

Até terem um grande representante

Zumbi dos Palmares, ôôô

Que tanto lutou pelos seus direitos”

(Abolição, de Luíza, Mayara, Lucas, Thales, Julio,

Fernando e Gabriel)
Depois da noite sombria

No fim do túnel

Uma luz surgiu

Tancredo era eleito

Presidente do Brasil

Mas infelizmente não assumiu

Porque antes “partiu”

No seu lugar a

Família Sarney assumiu”

(Presidentes do Brasil, de Davi, Danielle, André, Camila,

Claudia, Ana Luíza,Felipe, Philip, Kim)
Brasil, 500 anos de história

500 anos de derrotas e vitórias

500 anos de permanências e mudanças

De lutas e esperanças

Algumas histórias terminaram com ponto de exclamação

Outras com ponto de interrogação

Mas não é normal

A história do país terminar com ponto final”

(Colonização, de Julia, Rafaela, Carolina, Gabriela, Narana e Luana)
Poesia que transborda diferentes conhecimentos, pensados e ressignificados dentro do presente vivido pelos alunos e pelas alunas.

Os sambas foram cantados em uma apresentação no auditório, no final do ano letivo, para os familiares, e a Enciclopédia foi exposta na Jornada Científico-Cultural que todo ano é organizada na escola.

Samba e saber, palavras que pareciam dissociadas, uniram-se na construção de novos saberes e de um processo identitário que considera a todos como produtores de conhecimento.

Referências bibliográficas


BARBERO, Jésus Martim. Dos meios às mediações. Rio de Janeiro, UFRJ, 2000.

CARRETERO, Mario. Construir e ensinar. As Ciências Sociais e a História. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

COLL, César. Psicologia e Currículo. SP: Ática, 1996.

ZABALA, Antoni. Como trabalhar os conteúdos procedimentais em aula. Porto Alegre:Ed. Artes Médicas, 1999





©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal