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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

SETOR DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES

DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA

NÚCLEO DE ANÁLISE DO COMPORTAMENTO

ESTILOS E PRÁTICAS PARENTAIS E DETERMINANTES PARA O DESENVOLVIMENTO E SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Lidia Weber e colabores




Apresenta-se o resumo de diferentes pesquisas sobre “estilos parentais”, realizadas a partir de 2002 pela equipe do Núcleo de Análise do Comportamento (www.nac.ufpr.br), coordenado pela Profa. Dra. Lidia Weber. Ao todo, mais de 3000 crianças e adolescentes responderam as pesquisas, com idades entre 8 e 17 anos. Os resultados das pesquisas mostram claramente aspectos determinantes para uma relação saudável e práticas educativas parentais essenciais para o bom desenvolvimento e socialização de crianças e adolescentes, e levou ao projeto de extensão da UFPR (gratuito) - QUALIDADE NA INTERAÇÃO FAMILIAR – orientação e treinamento para pais da UFPR e, em seguida, Lidia escreveu e lançou em junho de 2005, o livro EDUQUE COM CARINHO: EQUILÍBRIO ENTRE AMOR E LIMITES (Editora Juruá, 2005 www.jurua.com.br ), que apresenta os 12 princípios da Disciplina Positiva para uma interação afetiva e saudável entre pais e filhos. Maiores informações em lidia@ufpr.br




O QUE É ESTILO PARENTAL

É o conjunto de atitudes dos pais que cria um clima psicológico-emocional em que se expressam os comportamentos dos pais; mães e pais podem se comportar de maneira diferente; os estilos parentais incluem as práticas parentais (elogios, gritos, punições etc.) e outros aspectos da interação pais-filhos, tais como: tom de voz, linguagem corporal, descuido, atenção, mudanças de humor etc. Atualmente os estudos psicológicos mostram que família é essencial na vida de todos, mas ela pode determinar aspectos de PROTEÇÃO envolvimento, afeto, regras claras, responsividade etc.) quanto de RISCO (punição física, negligência, regras inconsistentes ou ausência de regras etc). Cada estilo de pai/mãe contribui para determinar o desenvolvimento e socialização de crianças e adolescentes que formarão um repertório comportamental que levam para o resto da vida. O estudo dos estilos parentais divide as relações entre pais e filhos (de qualquer idade) em 4 tipos básicos: participativo (centrado na relação e socialização do filho); negligente (pais ausentes); autoritário (centrado nos pais); permissivo (centrado no filho). As pesquisas internacionais e longitudinais revelam que as influências começam muito cedo e continuam na adolescência e que o estilo parental não muda no decorrer dos anos. Para medir os estilos parentais foram utilizadas as Escalas de Exigência e Responsividade (Lamborn e cols) e para medir práticas educativas foram utilizadas as Escalas de Qualidade na Interação Familiar (Weber e cols). Descrição de estilos parentais:


1. PAIS PARTICIPATIVOS – também chamados de autoritativos ou participativo-democráticos (tanto exigentes quanto responsivos. São pais centrados tanto na relação quanto na socialização e desenvolvimento do filho. Apresentam muitas regras e limites e também muito afeto e envolvimento, “dão bastante, mas também pedem muito”: são aqueles que educam dando muito apoio, atenção emocional, estrutura positiva e direção para os filhos. Conseqüências para os filhos: estas crianças definem-se e são classificadas como mais competentes em todos os níveis, ou seja, boa auto-estima, habilidades sociais, estilo de atribuição otimista, bom desempenho acadêmico e desenvolvimento de resiliência.
2. PAIS NEGLIGENTES (pouco responsivos e pouco exigente; apresentam pouco afeto e envolvimento e poucas regras e limites). São considerados pais ausentes. Ainda, esperam, às vezes, que o filho responda a suas necessidades e formam famílias instáveis (separações e conciliações freqüentes); são pais pouco presentes na vida dos filhos, sem tolerâncias e aborrecem-se facilmente, seja com o choro natural de um bebê, seja com os pedidos de uma crianças ou adolescentes, então deixam a criança fazer o que bem quiser; quando os filhos chegam ao limite ou quando sentem culpa de sua ausência podem controlar exageradamente ou punir. Conseqüências para os filhos: são as que apresentam pior performance em todos as áreas; podem ter um desenvolvimento atrasado, problemas afetivos e comportamentais; este estilo parental correlaciona-se com uso de drogas e álcool, com doenças sexualmente transmissíveis, com início precoce da vida sexual, baixa auto-estima e auto-eficácia, com probabilidade maior de depressão, estresse, estilo explicativo pessimista, baixo desempenho acadêmico e baixas habilidades sociais e futuro comportamento anti-sociais (mentir, roubar, agredir, machucar, xingar...).
3. PAIS AUTORITÁRIOS (muito mais exigentes do que responsivos; apresentam muitas regras e limites, mas são pouco afetivos e envolvem-se pouco). São pais centrados em si próprios, portanto desejam somente a obediência dos filhos. Caracterizam-se por nível baixo de apoio e atenção emocional, mas alto de estrutura positiva e direção; são demasiadamente exigentes, tendo como resposta comum “Porque eu disse assim”, querem que o filho faça o que eles desejam, comandam a vida dos filhos e não deixam que ele próprio se expresse. Conseqüências para os filhos: tendem a apresentar performance moderada na escola, mas se a coerção for muito forte podem ter ansiedade e, com isso, abaixar o desempenho escolar; não apresentam problemas de comportamento, geralmente são crianças e adolescentes quietos e passivos, mas se a coerção dos pais for muito forte, podem mostrar hostilidade e agressividade contra figuras de autoridade (professores, por exemplo); apresentam piores desempenhos em habilidades sociais, humor instável, pouco amigáveis, baixa auto-estima e altos níveis de depressão, situações que podem levar para a vida futura.
4. PAIS PERMISSIVOS – também chamados de indulgentes (muito mais responsivos do que exigentes; apresentam muito afeto e envolvimento e poucas regras e limite. São pais centrados no filho. Dão muito apoio e atenção emocional, mas pouca estrutura positiva e direção aos filhos; às vezes são pais que tem receio de serem rejeitados e não serem amados pelos filhos, então permitem em demasia, ou sentem culpa pela ausência no trabalho e permitem tudo ou são inconsistentes; a pouca resistência acaba levando a crianças mimadas e falta de resistência à frustração. Conseqüências para os filhos: estão mais propensas a envolver-se em problemas de comportamento e têm pior desempenho na escola, mas podem ter boa auto-estima e boas habilidades sociais e baixos níveis de depressão, mas há um alto risco de envolvimento com drogas no futuro, pois não aprenderam que existem regras e limites no mundo, acham que podem e devem experimentar tudo e testar todos; geralmente são crianças (e até adultos) mimados, sem limites, que depois de um tempo de convivência torna-se chato, pois pensa somente em si próprio e não aprendeu como o mundo funciona nem as suas regras de convivência.
RESUMO DE ALGUNS DADOS DE PESQUISAS (WEBER & COLS.)
COMO SE DISTRIBUEM OS ESTILOS PARENTAIS NA POPULAÇÃO?

Crosstabulation estilos parentais e DEPRESSÃO DOS FILHOS

Estilos Parentais

Crianças sem sintomas de depressão

Crianças com sintomas de depressão

PARTICIPATIVO

40,6%

14,0%

AUTORITARIO

17,5%

26,3%

NEGLIGENTE

25,9%

56,1%

PERMISSIVO

16,1%

3,5%




100,0%

100,0%

Nas respostas encontradas na questão aberta “O que mais me deixa triste é...” foram encontrados indicativos que ilustram esses dados, como: “Quando eu tiro nota alta ele nem liga.”, “Ele nunca me deixa fazer nada”, “Que ele faz tudo e não pergunta a minha opinião ou de meus irmãos, ou de minha mãe também. Minha mãe tenta ajudar o meu pai e ele quer fazer tudo sozinho.”; “se eu tiro 9,o, ele pergunta se não poderia ter sido 10,0; se tiro dez, ele diz que não fiz nada além de obrigação.... parece que nunca sou bom o suficiente”. Tais respostas evidenciam a falta de responsividade e excesso de exigência.

Algumas das respostas dadas na mesma questão aberta, sobre as mães, foram: “Ela sempre tem um pensamento ruim. Me julga sem saber de nada”. “Minha mãe não me entende. Só me trata mal e vive dizendo que não gosta de mim” ou ainda “saber que minha mãe não me procura”.
ESTILOS PARENTAIS E AUTO-EFICÁCIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Crianças com baixa auto-eficácia apresentaram pais com piores índices de interações positivas e índices altos de interações negativas


A Auto-eficácia refere-se ao juízo pessoal que os indivíduos fazem acerca de quanto são capazes de organizar e implementar atividades, em situações desconhecidas, passíveis de conter efeitos ambíguos, imprevisíveis e geradores de stress. A percepção de eficácia pode ter efeitos diversos no comportamento, nos padrões de pensamento, e nos aspectos emocionais; a percepção de eficácia influencia a escolha das atividades e dos ambientes ou situações e vai determinar em relação diretamente proporcional o quanto a pessoa persistirá em um determinado desafio.
Crosstabulation estilos parentais e PERCEPÇÃO DE AUTO-EFICACIA DOS FILHOS




BOA AUTO-EFICÁCIA

PARTICIPATIVO

75%

AUTORITARIO

4%

NEGLIGENTE

4%

PERMISSIVO

21%



100,0%


ESTILOS PARENTAIS E HABILIDADES SOCIAIS DE ADOLESCENTES

Crianças com baixo nível de habilidades sociais apresentaram pais com piores índices de interações positivas e índices altos de interações negativas


Habilidades sociais são classes de comportamento do repertório do indivíduo, que podem ser desempenhadas ou não, adequadamente ou não, configurando a sua competência social. As relações entre pais e filhos estão vinculadas com o desenvolvimento de habilidades sociais nos últimos, visto que a criança é confrontada com regras e padrões morais da sociedade através das práticas educativas parentais e há fortes correlações entre os estilos parentais e as habilidades sociais e a auto-estima, condutas pró-sociais, empatia, autocontrole e agressividade. As pessoas socialmente competentes apresentam relações pessoais e profissionais mais produtivas, satisfatórias e duradouras, além de melhor saúde física e mental. Por outro lado, os déficits e comprometimentos de habilidades sociais estão geralmente associados a dificuldades e conflitos nas relações interpessoais e uma pior qualidade de vida. Uma pessoa socialmente eficaz tem a capacidade de maximizar os benefícios e minimizar perdas para si e para outras pessoas de seu interesse. Para que os filhos possam desenvolver essas habilidades, o repertório comportamental dos pais em relação às práticas educativas deve estar fundamentado nessas mesmas habilidades indicadoras de competência social, entre elas, o comportamento assertivo (nem passivo, nem agressivo, mas assertivo), elogiar e saber receber elogios, regras de convivência, autocontrole, apresentar e receber críticas construtivas, modelos morais e afetividade positiva, entre outros.
Crosstabulation estilos parentais e HABILIDADES SOCIAIS DOS FILHOS




BOAS HABILIDADES SOCIAIS

PARTICIPATIVO

62%

AUTORITARIO

7%

NEGLIGENTE

6%

PERMISSIVO

25%



100,0%



ESTILOS PARENTAIS E ESTRESSE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Crianças estressadas apresentaram pais com piores índices de interações positivas e índices altos de interações negativas

Em relação ao estresse infantil, este envolve reações físicas e psicológicas, as quais surgem como respostas a situações aversivas. Quando a criança percebe exatamente quais são os estímulos que se apresentam a ela como estressores, torna-se capaz de desenvolver e incluir em seu repertório comportamentos de enfrentamento, evitando um adensamento da situação. Mas, antes que a criança adquira essa capacidade de discriminação, a cada situação aversiva que tiver que enfrentar, conforme sua constituição apresentará sinais de stress, prejudicando o seu desenvolvimento.
Crosstabulation estilos parentais e ESTRESSE DOS FILHOS





INDÍCIOS DE ESTRESSE

PARTICIPATIVO

5%

AUTORITARIO

11%

NEGLIGENTE

73%

PERMISSIVO

11%



100,0%



ESTILOS PARENTAIS E OTIMISMO DE CRIANÇAS

Pais participativos têm filhos mais otimistas

As pessoas pessimistas são mais propensas ao desamparo e têm maior risco de depressão. Já as pessoas otimistas resistem desamparo e não desistem diante de problemas sem solução e problemas inevitáveis. Na verdade, a diferença entre o otimista e o pessimista está na forma de eles explicarem a causa de eventos ruins ou bons que lhe acontecem no cotidiano, ou seja, como é seu “estilo explicativo” (explanatory style). “Nunca conseguirei”, “Consegui, mas só hoje”, “Sempre farei errado”, “Deu certo desta vez porque tive sorte”, são frases típicas de crianças em risco de depressão. Elas possuem um estilo pessimista: acreditam que eventos ruins são permanentes, vão sempre se repetir, e que eventos bons são temporários, possuem causas específicas e limitadas no tempo; essas crianças podem desistir mesmo quando são bem sucedidas, pois vêem o sucesso como coincidência. Já as crianças com estilo otimista tratam os bons eventos em termos de “sempre” (permanente) e derrotas, falhas e rejeições em termos de “às vezes” e “ultimamente” (de forma temporária), o que faz com que elas não desistam e tentem de novo.
Crosstabulation estilos parentais e OTIMISMO DOS FILHOS





Otimistas

Pais e Mães Participativos

54%

Pais e Mães Autoritários

7%

Pais e Mães Negligentes

29%

Pais e Mães Permissivos

11%

Total

100,0%


ESTILOS PARENTAIS E AUTO-ESTIMA DE ADOLESCENTES

Melhores práticas parentais (estilo participativo), melhor auto-estima dos adolescentes



Auto-estima é uma orientação positiva ou negativa em direção a si, uma avaliação global de seu próprio valor, capacidades, significados e sucesso. Ao lado da auto-estima, a auto-eficácia ou autodomínio e a auto-identidade também são partes importantes do autoconceito.
Crosstabulation estilos parentais e AUTO-ESTIMA DOS FILHOS




AUTO-ESTIMA ELEVADA

PARTICIPATIVO

63%

AUTORITARIO

11%

NEGLIGENTE

5%

PERMISSIVO

21%



100,0%


USO DE PALMADAS E SURRAS COMO PRÁTICA EDUCATIVA

O modo de estabelecer limites ainda utiliza com alta freqüência as surras e palmadas, já abolidas pela ciência psicológica como um método educativo eficaz.

Esta pesquisa identificou as práticas educativas parentais, com ênfase em castigos e punições físicas, por meio do relato de estudantes. Responderam a um questionário com 61 questões, 472 crianças e adolescentes de ambos os sexos e com idade entre oito e 16 anos. A maioria dos participantes relatou que já recebera punições físicas (88,1%) e castigos (64,8%). Sobre punições físicas, 86,1% apanharam da mãe e 58,6% apanharam do pai, e 36,9% dos participantes relataram que já ficaram machucados. A maioria dos participantes apanhou nas nádegas (64,7%), e os punidores utilizaram mais freqüentemente as próprias mãos (62,3%), embora o cinto (43,0%) e chinelo (42,3%) também tenham servido para punir. A avaliação que os participantes fizeram sobre os métodos disciplinares revelou uma contradição: 75,2% concordaram que quando fazem coisas erradas, as crianças devem apanhar, mas somente 34,5% afirmaram que utilizarão punições físicas em seus filhos, e um número considerável (27,1%) afirmou não sabê-lo. As implicações do uso da punição física foram discutidas.



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