Departamento de teologia marcelo rodrigues de oliveira



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BIBLIOGRAFIA



1 EXEGESE E COMENTÁRIOS DO LIVRO DE JÓ

1.1 Livros

ALONSO SCHÖKEL, L.; SICRE DIAZ, J. L., Job: Comentário teológico y literário. Madrid: Cristandad, 1983.

DIETRICH, L. J., O grito de Jó. São Paulo: Paulinas. 1996.

GUTIERREZ, G., Falar de Deus: a partir do sofrimento do inocente. Uma reflexão sobre o livro de Jó. Petrópolis: Vozes, 1987.

HABEL, N. C., The Book of Job. Filadélfia: The Westminster Press, 1985.

LÉVÊQUE, J., O ensinamento dos sábios – O livro de Jó in VVAA, Os salmos e os outros Escritos. São Paulo: Paulus, 1996. pp. 101-129.

POPE MARVIN H., Job: Introduction, Translation, and Notes. Garden City: Doubleday & Co., 1980.

SCHWIENHORST-SCHÖNBERGER, L., "O livro de Jó", in ZENGER, E. et al., Introdução do Antigo Testamento. São Paulo: Loyola, 2003, p.291-306.

STORNIOLO, I., Como ler o livro de Jó: o desafio da verdadeira religião. São Paulo: Paulinas, 1992.

TERNAY, H., O livro de Jó: da provação à conversão, um longo processo. Petrópolis: Vozes, 2001.

TERRIEN, S., . Grande comentário bíblico. São Paulo: Paulus, 1994. p. 49.



1.2 Artigos de periódicos

SANTOS, J. M., Atualidade de Jó. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. v. 25. n. 103104. 2002.

FELICIANO, D., Um amigo no livro de Jó: o autor. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. v.25. n.143-149. 2002.

GONÇALVES, H. M., Jó 12; 42.7-17: A pessoa humana manipulada por Deus e Satanás ou sujeito da história junto ao Deus da vida? Estudos Bíblicos. Petrópolis. n.74. 2002. p. 79-87.

MACKENZIE, R., Fundo cultural e religioso de Jó. Concilium. Revista Internacional de Teologia. Petrópolis. n.189.1983. p. 5-11.

MELLADO, P. B., Jó e a gratuidade de Deus. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. v.25. n. 103-104. 2002.

MARTINS TERRA, J. E., Jó. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. v.25. n. 103-104. 2002. p. 15-25.

______________. A composição dramática do livro de Jó. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. v. 25. n. 103-104. 2002. p. 27-49.

NARDONI, E., La justicia en el Egipto Antiguo. Revista Bíblica. n.56. Nueva época 53.1994. p.193-217.

PIXLEY, J., Jó ou o diálogo sobre a razão teológica. Perspectiva Teológica. Belo Horizonte. v.16, n.40, set/dez. 1984. p. 333-343.

POZZO, A. D., Releitura popular da Bíblia para um mundo possível: o mundo que Jó não viu. Estudos bíblicos. Petrópolis. n.75. 2002. p. 38-47.

SANTOS, M. S., O livro de Jó e o problema do sofrimento humano. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. v.25. n.103-104. 2002. p. 121-129.

STEINMANN, A. E., The structure and Message of the Book of Job. Vetus Testamentum. n.46 1996. p. 85-100.

2 EXEGESE E COMENTÁRIOS DO EVANGELHO DE LUCAS E DA PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO

LANCELLOTTI, A.; BOCALLI, G., O Evangelho de Lucas hoje: O Evangelho de libertação segundo Lucas. Petrópolis: Vozes, 1979.

MAZZAROLO, I., Lucas: a antropologia da salvação. Porto Alegre: [s.n.], 1999.

_____________. Lucas em João. Uma nova leitura dos evangelhos. Porto Alegre: [s.n.], 2000.

SEPULVEDA A. R., O bom samaritano: Parábola da solidariedade. Revista de Interpretação Bíblica LatinoAmericana. Petrópolis. n.6. 1993. p. 47-56.

3 TEOLOGIA DA RETRIBUIÇÃO

3.1 Geral

BAUER, J. B., Dicionário de Teologia Bíblica. São Paulo: Loyola, 1973.

DE VAUX, R., Instituições de Israel no Antigo Testamento. São Paulo: Teológica, 2003.

HANEGRAAFF, H., Cristianismo em crise. Um câncer está devorando a Igreja de Cristo. Ele tem de ser estirpado! Rio de Janeiro: CPAD, 1996.

LINDEZ, J.V., Sabedoria e sábios em Israel. São Paulo: Loyola, 1999.

RAD, G. v., Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Aste, 1974.

SCHULTZ, S. J. ,A história de Israel no Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1977. p.265-282.

STORNIOLO, I., Como ler os livros dos Reis – da glória à ruína. São Paulo: Paulus, 1992.

ZIENER, G., A sabedoria do Oriente Antigo como ciência da vida. Nova compreensão e crítica de Israel à sabedoria in SCHREINER, J. (ed.), Palavra e mensagem do Antigo Testamento. 2.ed. São Paulo: Teológica; Paulus, 2004. p. 363-381.

4 TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

4.1 Livros

BROWN, R., Prepare-se para a guerra. Rio de Janeiro: Danprewan, 1998.

CAMPOS JR. L. C., Pentecostalismo. São Paulo: Ática, 1995.

CESAR, W. & SHAULL, R., Pentecostalismo e futuro das igrejas cristãs – Promessas e desafios. Petrópolis: Vozes, 1999.

CHO, P. Y., A quarta dimensão. Editora Via, Miami, Flórida, 1983.

ESCOBAR, S., The New Global Mission:  The Gospel from Everywhere to Everyone. Downers Grove, Illinois:  InterVarsity Press, 2003.

GAEDE N, R., Teologia da prosperidade e diaconia. In: GAEDE N., R.. et al. Teologia da prosperidade e Nova Era. São Leopoldo: Instituto Ecumênico de Pós Graduação, 1998.

GONDIM, R., O evangelho da nova era. 6. ed. São Paulo: Abba, 2001.

HAGIN, K., Redimidos da miséria, da enfermidade e da morte. Rio de Janeiro: Graça Editorial, [197?].

_____________. O extraordinário crescimento da fé. Rio de Janeiro: Graça Editorial, [197?].

HANEGRAAFF, H., Cristianismo em crise. Rio de Janeiro: CPAD, 1996.

HUNT, D., Escapando da sedução: retorno ao cristianismo bíblico. Porto Alegre: Obra Missionária Chamada da Meia Noite, 1995.

MACEDO, E., Orixás, caboclos & guias deuses ou demônios? Rio de Janeiro: Universal Produções, 2001.

______________. Nos passos de Jesus. Rio de Janeiro: Universal Produções, 2001.

______________. Vida com abundância. Rio de Janeiro: Universal Produções, 1990.

______________. A libertação da teologia. 9.ed. Rio de janeiro: Editora Gráfica Universal, 1993.

MARIANO, R. Neopentecostais: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. São Paulo: Loyola, 1999.

ONOFRE, J, S., Os exterminadores de riquezas. Belo Horizonte: Escola de Ministério Jerônimo Onofre da Silveira, 1993.

PIERATT, A. B., O Evangelho da prosperidade – análise e resposta. São Paulo: Vida Nova, 1993.

ROMEIRO, P., Super crentes – o evangelho segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os profetas da Prosperidade. 6.ed. São Paulo: Mundo Cristão, 1996.

TERRIN, A. N. Nova Era: A religiosidade do pós-moderno. São Paulo: Loyola, 1996.

4.2 Artigo de Periódicos

BITTENCOURT, J. F., Crescimento dos Evangelhos: notas a propósito do CIN. Revista Tempo e Presença. v. 14. n. 264. 1992.

COMBLIN, J., Desafios da cultura. Coleção Teológica e Libertação. Petrópolis. Série VI/1. 2000.

FAGGION H.G., Grande igreja, grandes negócios. Revista Eclésia. São Paulo. (ABEC). Ano 9. n. 101. maio/2004. p. 34-35.

TIMM A. R., Teologia da prosperidade: breve análise crítica. Parousia. São Paulo. v.1. n.1. Jan./Jun., 2003. p. 51-58.

REGA, S. L., Grande igreja, grandes negócios. Revista Eclésia. São Paulo. (ABEC). Ano 9. n. 101. maio/2004. p. 40.



5 TEOLOGIA DA GRATUIDADE.

ANDRADE, S., SINNER, R. V., (Orgs.). Diaconia no contexto nordestino. S. Leopoldo: Sinodal, 2003.

BONHOEFFER, D., Ética. São Leopoldo: Sinodal, 2002.

CALVINO, J., A verdadeira vida cristã. São Paulo: Novo Século, 2000.

RHODEN, I. L., A experiência de humana de Deus como experiência de graça e de liberdade – Reflexão baseada na teologia de K. Rahner. São Leopoldo: Unisinos, 2004.

SOARES, P. S., Iniciativa de Deus e co-responsabilidade humana. Teologia da graça. Paulinas: São Paulo, 2004.

STORNIOLO, I., Como ler o Evangelho de Lucas: Os pobres constroem a nova história. São Paulo: Paulinas, 1992.

TOURNIER, P., Culpa e graça – Uma análise do sentimento de culpa e o ensino do Evangelho. São Paulo: ABU, 2000.

GARCIA RUBIO, A., A experiência da gratuidade na vida cristã. Síntese Nova Fase. Belo Horizonte. v.2. n.4. Jul/Set., 1975.

6 GERAL

6.1 No Antigo Testamento – A religião bíblica sob o prisma da lei deuteronomista, profetas e sapienciais.

6.1.1 Livros

CERESKO, A. R., Introdução ao Antigo Testamento: Numa perspectiva libertadora. São Paulo: Paulus, 1996.

RAD G. V., Sabiduria em Israel: Provérbios, Jó, Eclesiastes, Eclesiástico, Sabiduria. Madrid: Critiandad 1985.

REBRE, A., A liberdade do oprimido no Antigo Testamento. São Paulo: Paulinas, 1982.

SICRE J. L., A justiça social nos profetas. São Paulo: Paulinas, 1990.

___________. Introdução ao Antigo Testamento. Petrópolis: Vozes. 1995. p. 285-299.

SMITH, R. L., Teologia do Antigo Testamento. História, Método e Mensagem. São Paulo: Vida Nova, 2001. p.348-350.

6.2 No Novo Testamento – O projeto cristão sob o prisma da gratuidade.

BOFF, C., O evangelho do poder serviço. Rio de Janeiro: Conferência dos Religiosos do Brasil, 1984.

MATERA, F. J., Ética do Novo Testamento: os legados de Jesus e de Paulo. São Paulo: Paulus, 1999.

SOBRINO J., O princípio da misericórdia: descer da cruz os povos crucificados. Petrópolis: Vozes, 1994.

GARCIA, R. A., A experiência da gratuidade na vida cristã. Síntese Nova Fase. Belo Horizonte. V.2. n.4. Jul/Set., 1975.

7. BIBLIOGRAFIA SUPLEMENTAR

CAIRNS, E. E., O cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1992.

CHAMPLIN, R. N., Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. 5.ed. São Paulo: Agnos, 2001.

COMBLIN, J., Antropologia cristã. Petrópolis: Vozes, 1985.

CUNHA, G., O terceiro milênio e a nova ordem mundial. São Paulo: Cultura Cristã, 2001.

DREWERMANN, E., Religião para que? Buscando sentido numa época de ganância e sede de poder. São Leopoldo: Sinodal, 2004.

ESCOBAR, S.,  The New Global Mission:  The Gospel from Everywhere to Everyone. Downers Grove, Illinois:  InterVarsity Press, 2003.

ESTRADA, J. A., A impossível teodicéia: a crise da fé em Deus e o problema do mal. São Paulo: Paulinas, 2004.

GARCIA C. M., La Bíblia y el legado del Antiguo Oriente – El entorno cultural de la história de salvación. Madrid: BAC, 1977.

GUTIERREZ, G., Teologia da libertação. 5ª ed. Petrópolis: Vozes, 1985.

LÉVÊQUE, J., Sabidurias del Antiguo Egipto, Documentos em torno del la Bíblia.10, Estela, 1984.

LIBÂNIO, J. B., Eu creio nós cremos – tratado da fé. São Paulo: Loyola, 2000.

MATTHEWS, V. H.; BENJAMIN, D. C., Paralelos del Antiguo Testamento. Leyes y relatos del Antiguo Oriente Bíblico. Santander: Sal Terrae, 2004.

MOESCH, O., A palavra de Deus – Teologia e práxis da evangelização. Petrópolis: Vozes, 1995.

PIXLEY, J., BOFF, C., Opção pelos pobres: Experiência de Deus e justiça. 2 ed. Petrópolis: Vozes, 1987.

PRITCHARD J. B., Ancient Near Eastern Texts : relating to the Old Testament. Princeton: Princeton University Press, 1974.

SMITH, R. L., Teologia do Antigo Testamento, São Paulo: Vida Nova, 2001.

STOTT, J., et al. Pacto de Lausanne. São Paulo: ABU, 2003.

TRASFERETTI, J. A., Ética da misericórdia: na luta pela sobrevivência. Petrópolis: Vozes, 1999.

VON RAD, G., Moses. London: United Society of Cristian Literature, Lutterworth, 1960.

WEBER, M., Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982.

__________, A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2004.



WOLFF, H. W., Antropologia do Antigo Testamento. São Paulo: Loyola, 1975.

1 Cf. DE VAUX, R. Instituições de Israel no Antigo Testamento. São Paulo: Teológica, 2003. p.180.

2 Cf. Ibid., p. 96.

3 Cf. Ibid., 97.

4 GUTIERREZ, G. Falar de Deus: a partir do sofrimento do inocente. Uma reflexão sobre o livro de Jó. Petrópolis: Vozes, 1987. p. 142.


5 WESTERMANN, C. Elements of Old Testament Theology. Atlanta: John Knox, 1982. p.35.

6 O tema da retribuição será ora denominado Doutrina da Retribuição, ora Teologia da Retribuição. No primeiro caso, trata-se da retribuição como doutrina ou conjunto de princípios que serve para compreender e justificar as punições ou recompensas promovidas pelos deuses aos seus servos, tantos os deuses pagãos quanto o Deus de Israel. No segundo caso, trata-se da retribuição no sentido teológico-religioso; serve para explicar as punições ou recompensas, como cumprimento da vontade do Deus de Israel.

7 Povos dos Orientes Próximo e Médio incluindo-se, obviamente, a Palestina, cf. LINDEZ, J.V. Sabedoria e sábios em Israel. São Paulo: Loyola, 1999. p.59.

8 “A sabedoria antiga é aquela que precede temporalmente à sabedoria em crise (a de Jó e de Eclesiastes)”. Cf. idem. p.59.

9 Cf. Ibidem. p. 32-36.


10 “Sabedoria, como ciência adquirida mediante acurada observação e reflexão sobre os dados da experiência, cujo objeto são as leis divinas que governam o mundo, às quais o homem deve se submeter se quiser ter sucesso e felicidade na vida” (Cf. ZIENER, G., A sabedoria do Oriente Antigo como ciência da vida. Nova compreensão e crítica de Israel à sabedoria in: SCHREINER, J. (ed.). Palavra e mensagem do Antigo Testamento. São Paulo: Teológica – Paulus, 2004. p.381).

11 Cf. NARDONI, E. “La justicia en el Egipto Antiguo”, Revista Bíblica, 56, Nueva Época 53, 1994. p.193-217; DE VAUX, R. Instituições de Israel no Antigo Testamento. São Paulo: Teológica, 2003. p.198; ZIENER, G., A sabedoria do Oriente Antigo como ciência da vida. Nova compreensão e crítica de Israel à sabedoria in: SCHREINER, J. (ed.), Palavra e mensagem do Antigo Testamento. São Paulo: Teológica – Paulus, 2004. p.193-215.



12 Cf. ZIENER, G. op. cit., p.363.

13 Cf. Ibid. p.370.

14 Cf. Ibid. p.370.

15 Cf Ibid. p.371.

16 Cf. PRITCHARD, J. B., Ancient near eastern texts: relating to the Old testament. Princeton: Princeton University Press, 1974. pp. 412-414 (ANET); CORDERO, M. G., La Bíblia y el legado Del Antiguo Testament – El entorno cultural de la história de salvación. Madrid: BAC, 1977. pp. 583-587 (BLAT); LÉVÊQUE, J., “Sabidurias del Antiguo Egipto”- Documentos em torno del la Bíblia.10, Estela, 1984. p. 13-22 (SAE).

17 Cf. LINDEZ, J.V. op.cit., p.23.

18 Cf. CORDERO, M. G., op. cit. p.625.

19 Cf. PRITCHARD, J.B., op. cit. p.604.

20 Cf. LINDEZ, J. V., op. cit. p.27.

21 Cf. De VAUX, R., op. cit. p.178.

22 Cf. NARDONI, E., op. cit. p.195.

23 Cf Ibidem, p.196.

24 Cf. LINDEZ, J.V., op. cit. p.62.

25 Cf. CHAMPLIN, op. cit. v. 5. 2001. p.484.

26 Cf. PRITCHARD, J. B., op.cit. p.589.

27 Cf. CORDERO, M. G., op. cit. p.625.

28 Cf. Ibid.

29 Cf. ZIENER, G., op. cit. p.381.

30 Cf. CORDERO, M. G., op. cit. p.625.

31 Cf. PRITCHARD, J. B., op. cit. p.589-591.

32 Cf. LINDEZ, J.V., op. cit. p.18.

33 Considera-se revelação aqui no sentido de autocomunicação divina, processual e aberta na história: 1) Deus revelando-se em eventos e no ambiente da história do Primeiro Testamento; 2) Eventos, experiências e encontros reveladores ocorrendo num longo período, e; 3) O conhecimento de Deus no Primeiro Testamento como conhecimento mediato, ninguém pode ver a Deus e viver (Ex 33.20). Cf. SMITH, R.L., Teologia do Antigo Testamento. História, método e mensagem. São Paulo: Vida Nova, 2001. p. 104-105.

34 Cf. SMITH, R.L., Ibid.. p.93.

35 Não é objeto desta pesquisa discutir ou tematizar a natureza, características e veículos da Revelação Divina, mas sim explicitar que a literatura de sabedoria nos textos bíblicos reveste-se de categorias experienciais, próprias à concepção cristã do tratamento e recepção dos textos bíblicos das Sagradas Escrituras.

36 Cf. LINDEZ, J.V., op. cit., p.368,369.

37 Cf. CERESKO, A.R., Introdução ao Antigo Testamento: Numa perspectiva libertadora. São Paulo: Paulus, 1996. p.289.

38 As Cartas de Amarna são missivas do séc. XV a.C. enviadas ao Faraó pelos reis e príncipes de cidades da Ásia Menor. – Cf. CHAMPLIN, R. N., Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia. São Paulo: Agnos, 5.ed. v. 6. p. 335.

39 Cf. ZIENER, G., op. cit. p. 368.

40 Cf. CERESKO, A.R., op. cit. p. 289.

41 Cf. CERESKO, A.R op.cit., p. 290.

42 Cf. Ibid. p.290.

43 STORNIOLO, I., Como ler os livros dos Reis – da glória à ruína. São Paulo: Paulus, 1992. p.63.

44 Cf. RAD, Gerhard von, Sabiduria em Israel: Provérbios, Jó, Eclesiastes, Eclesiástico, Sabiduria. Madrid: Cristandad, p.248.

45 Cf. BAUER, J. B., Dicionário de teologia bíblica. São Paulo: Loyola, 1973, p. 987.

46 Cf. MARTINS TERRA, João Evangelista. Jó. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. V. 25. n. 103-104. 2002. p.19.

47 Cf. LÉVÊQUE, J. et al. “O ensinamento dos sábios – O livro de Jó” (J. Levêque) in: Os salmos e os outros Escritos. São Paulo: Paulus, 1996. p. 104; LINDEZ, J.V. op. cit. p.138;

48 Cf. LÉVÊQUE, J. et al. op. cit.. p. 104.

49 Cf. HABEL, Norman C., The Book of Job. Filadélfia: The Westminster Press, 1985. p.9.

50 Cf. MACKENZIE, R.,Fundo cultural e religioso de Jó. Concilium, n. 189 (1983), p. 10 [1058].

51 Cf. ZIENER, G., op. cit. p. 376.

52 Cf. Ibid. p. 370-371.

53 Cf. MACKENZIE, R., op. cit. p. 9[1057].

54 Cf. STORNIOLO, I., Como ler o livro de Jó: o desafio da verdadeira religião. São Paulo: Paulinas, 1992. p. 8.

55 Não se pode perder de vista que durante os anos de cativeiro, uma grande população campesina permaneceu na terra, e, tudo leva a crer que foi desenvolvida uma sociedade de camponeses (literalmente, o povo da terra, cf. Ed 3.3). É natural supor que essa sociedade já estivesse organizada e politicamente estruturada, com sua liderança formalizada e seu sistema religioso funcionando. Além dos seus antigos ídolos, adotaram o culto do Senhor (cf. 2 Rs 17.24-41). Porém, interessa, aqui, restringir a reflexão sobre o povo da Golah, vindo da Babilônia.

56 Cf. STORNIOLO, I. Como ler o livro de Jó, Op.cit. p.9

57 Por triângulo teológico tradicional, entende-se a estrutura básica da Teologia da Retribuição.

58 Cf. POZZO, A. D., “Releitura popular da Bíblia para um mundo possível”: o mundo que Jó não viu. Estudos Bíblicos. Petrópolis. N. 75. 2002, p.39.

59 MARTINS TERRA, J. E. Op. Cit., p. 20.

60 Cf. STORNIOLO, I., Como ler o livro de Jó. op. cit. p. 13.

61 Cf. SCHWIENHORST-SCHÖNBERGER, Ludger, "O livro de Jó", in ZENGER, E. et al, Introdução do Antigo Testamento. São Paulo: Loyola, 2003, p.298.

62 Cf. STORNIOLO, I., Como ler o livro de Jó. op. cit. p. 84.

63 Cf. LÉVÊQUE, J., op.Cit. p. 116.

64 Cf. SANTOS, J. M., Atualidade de Jó. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. v.25. n. 103-104. 2002. p. 58.

65 Cf. Ibid. p.52.

66 Cf. Ibid. p.52.

67 Cf. TERRIEN, S., Jó. Grande comentário bíblico. São Paulo: Paulus, 1994. p. 49.

68 Cf. ZIENER, G., op. cit. p. 377

69 Cf. MARTINS, T., op. cit. p. 47.

70 Cf. TERRIEN, S., op. cit. p. 49.

71 Cf. STORNIOLO, I., Como ler o livro de Jó. op. cit. p.23.

72 Cf. STORNIOLO, I., Como ler o livro de Jó. op. cit. p. 50.

73 Cf. ZIENER, G. op. cit. p.378

74 Cf. GUTIERREZ, G., Falar de Deus. op.cit. p.42.

75 Cf. LINDEZ, J.V., op. cit. p. 60.

76 Cf. Ibid.

77 Cf. Ibid.

78 Cf. Ibid.

79 Cf. NARDONI, op.cit. p.195.

80 Uma oferenda aos deuses.

81 Cf. NARDONI, op.cit. p. 196-197.

82 Pessoa que por meio de cordéis faz mover e gesticular bonecos (fantoches) presos às cordas.

83 FELICIANO, D., Um amigo no livro de Jó: o autor. Revista de Cultura Bíblica. São Paulo. V.25. n. 143- 149. 2002. p. 148-149.

84Cf. DIETRICH, J. L., O grito de Jó. São Paulo: Paulinas. 1996. pp. 94-95.

85 Cf. Ibid. p. 43

86 Cf. MACKENZIE, R., op. cit. p. 9[1057]

87 Cf. GUTIERREZ, G., Falar de Deus. op.cit. p. 119.

88 Cf. Ibid..

89 Cf. Ibid.

90 Comparar Gl 6.6-10 com Ez 18; Jo 9.2,3.

91 O apóstolo Paulo usa o Princípio da Semeadura em seus ensinamentos para transmitir a idéia de investimento e retorno no reino de Deus (cf. 1 Co 9.11; 15.42; 2 Co 9.6,10 e Gl 6.7).

92 A exemplo do “Movimento de Confissão Positiva” - uma outra face da Teologia da Prosperidade que varreu os Estados Unidos da década de 60 e 70 – Cf. GONDIM, Ricardo. “O Perigo da Teologia da Prosperidade”, Revista Ultimato. Janeiro de 1993, p. 20. A confissão positiva parte do princípio do poder que as palavras têm: “há poder nas palavras”. Na boca de um cristão, as palavras têm poder criativo, razão porque as expressões: peço, rogo, suplico, “se for da tua vontade” devem ser substituídas por: exijo, decreto, declaro, determino, reivindico. De acordo com o que o indivíduo quiser, ele receberá. Essa é essência da confissão positiva.

93 Cf. GONDIM, Ricardo. O evangelho da nova era. 6.ed. São Paulo: Abba, 2001. p.35.

94 Cf. HANEGRAAFF, Hank., Cristianismo em crise. Rio de Janeiro: CPAD, 1996. p.395-397.

95 No meio cristão, é comum o pregador chamar o fiel de irmão. No neopentecostalismo, principalmente na Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), usa-se o designativo amigo ou amiga.

96 Cf. CAIRNS, E. E., O cristianismo através dos séculos: uma história da igreja cristã. São Paulo: Vida Nova, 1992. p. 249, 250.

97 Trata-se de grupo asceta de cristãos menonitas estabelecidos em comunidades na zona rural do condado de Lancaster nos Estados Unidos da América. Ainda hoje não usam telefone, energia elétrica ou TV. Seguem tradições e crenças que cultivam desde o século XVI, usam vestimenta escura com chapéu para os homens e capuz para as mulheres, como retratado no filme "A Testemunha”. IMANISH, A. Revista Folha. Disponível em: <http://www.folha.uol.com.br/folha/turismo/americadonorte/estados_unidos-pensilvania_condado-lancaster. Shtml> Acesso em: 04 Jul 2005.

98A Igreja Assembléia de Deus, por exemplo, a mais antiga denominação evangélica pentecostal, foi fundada em 1910, na cidade de Belém do Pará, por missionários suecos. Depois deles chegaram aqui evangélicos pentecostais de outras nacionalidades. (Cf CHAMPLIN, R. N., op.cit. v. 4, p. 381).

99 Cf. MARIANO, R., op. cit. p. 148.

100 Cf. Ibidem.

101 Cf. Declaração de Valdir Steuernagel (presidente da Visão Mundial Internacional) em entrevista à Revista Ultimato, Julho/Agosto, 2001. p. 55.

102 No existencialismo, o homem ocupa posição central. Ressalta a existência concreta do homem, a sua natureza contingente, a sua liberdade pessoal e a sua conseqüente responsabilidade por aquilo que faz e por aquilo que ele se torna. Cf. CHAMPLIN, R.N., op. cit. v. 2. p.624.

103 Cf. GAEDE, R., et al. Teologia da prosperidade e Nova Era. São Leopoldo: Instituto Ecumênico de Pós- Graduação, 1998. p.9.

104 Cf. Ibid.

105 Cf. MARIANO, R., op.cit. p. 156-157.

106 Cf. Ibid.

107 Cf. BITTENCOURT, J. F., Crescimento dos Evangelhos: notas a propósito do CIN. Revista Tempo e Presença. v. 14. n. 264. 1992. p. 55.

108 Cf. GONDIM, R., op. cit. p. 15.

109 Cf. Ibid. p. 21

110 Cf. HANEGRAAFF, H., op.cit. p. 31.

111 Cf. EVANS, W.F. apud HANEGRAAFF, H., op.cit. p. 32.

112 Cf. Ibid.

113 Cf. CADY, H. E. apud: HANEGRAAFF, H., op.cit. p. 32.

114 Cf. MARIANO, R. op. cit. p.151.

115 Cf. Ibid.

116 Cf. HANEGRAAFF, H., op.cit. p. 35.

117 Cf. GONDIM, R., op. cit. p. 44.

118 Kenneth Hagin se utiliza delas e abusa mais ainda para formular seus conceitos. Isso fica claro em sua declaração: “Cada homem que nasceu de novo é uma encarnação [divina], e o cristianismo é um milagre. O crente é tanto uma encarnação quanto o era Jesus de Nazaré” Cf. HANEGRAAFF, H., op.cit. p. 35.

119 Cf. GONDIM, R., op. cit. p.23

120 Cf. Ibid. p. 24, 25.

121 Cf. MARIANO, R., op.cit. p. 151.

122 Cf. HAGIN, K., Compreendendo a unção. Rio de Janeiro: Graça Editorial, 1983. p. 7.

123 Cf. HAGIN, K., Redimidos da miséria, da enfermidade e da morte. Rio de Janeiro: Graça Editorial [197?].

124 Cf. HANEGRAAFF, H., op.cit. p. 273.

125 Cf. HAGIN, K., O extraordinário crescimento da fé. Rio de Janeiro: Graça Editorial [197?]. Capítulo 6: Como preencher seu próprio cheque com Deus p. 78-94.

126 Cf. GONDIM, R., op. cit. p. 5.

127 Cf. ROMEIRO, op. cit. p. 19-24.

128 Expressão muito comum nas campanhas de arrecadação, que quer dizer: dar uma oferta de sacrifício como a oferta da viúva pobre (Cf Mc 12.41-44).

129 Cf. ACI digital, uma divisão de ACI IMPRENSA na internet. Disponível em: Acesso em 15 Jul 2005.

130 Cf. NASCIMENTO, G., As contas secretas da Igreja Universal do Reino de Deus. Revista Istoé, São Paulo, 25 de maio/2005 nº 1858, p. 38.

131 Cf. Ibid.

132 NASCIMENTO, G., Exportação da fé. Revista Istoé, São Paulo, 22 de setembro/2004 nº 1824, p. 47.

133Cf. JACINTO E, Tempo de Adversidade, p. 30, apud : CESAR LENS, E. M., Denúncias. Revista Ultimato, Janeiro de 1994, p. 13.

134 Cf. GONDIM, R., op. cit.. p. 103.

135 Cf. ROMEIRO, P., Super crentes – o evangelho segundo Kenneth Hagin, Valnice Milhomens e os profetas da Prosperidade. São Paulo: Mundo Cristão, 6ª ed. 1996. p. 47.

136 Cf. PIERATT, A. B., o Evangelho da prosperidade – análise e resposta. São Paulo: Vida Nova, 1993. p. 215.

137 Cf. D’ARAUJO, C.F.F., Tá doendo. p. 18, in: CESAR LENS, E. M., Denúncias. Revista Ultimato, Janeiro de 1994, p. 13.

138 Cf. WILLIAMS, T., Boletim de notícias da WEF, de 03/05/1992, p. 6 in: CESAR LENS, E. M., Denúncias. Revista Ultimato, Janeiro de 1994, p. 13.

139 Cf. CESAR LENS, E. M., Denúncias. Revista Ultimato, Janeiro de 1994, p. 13.

140 Cf. Ibid. 3.

141 A filosofia da “teologia neoliberal” é de que “os homens não nascem iguais, nem tendem à igualdade. Logo, qualquer tentativa de suprimir com a desigualdade é um ataque irracional à própria natureza das coisas. Deus ou a natureza dotou alguns com talento e inteligência, mas foi avaro com os demais. Qualquer tentativa de justiça social torna-se inócua por que novas desigualdades ressurgirão. A desigualdade é um estimulante que faz com que os mais talentosos desejem destacar-se e ascender ajudando dessa forma o progresso geral da sociedade. Tornar iguais os desiguais é contraproducente e conduz à estagnação”. Definição de SCHILLING, Voltaire. Disponível em: <http://educaterra.terra.com.br/voltaire/atualidade/neoliberalismo 2.htm> Acesso em: 17 mai 2005.

142 Diaconia como serviço da Igreja em favor dos pequeninos, dos mais fracos. O ser humano sendo atendido na sua integralidade, superando a compartimentalização, a dicotomização e a visão maniqueísta da realidade. Equilíbrio entre as necessidades individuais e coletivas, pessoais e sociais, psíquicas e físicas, espirituais e materiais. – Cf. GAEDE NETO, R., Teologia da prosperidade e diaconia. In: GAEDE Neto R. et al. op. cit. p. 13, 14, 19.

143 “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho” (At 20.29).

144 Cf. MOESCH, O. A palavra de Deus – Teologia e práxis da evangelização. Petrópolis: Vozes, 1995. p. 238.

145 Cf. texto disponível em:
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