Departamento de teologia marcelo rodrigues de oliveira



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Acesso em: outubro 2005.

146 Cf. BORGES, R. W. Lausanne, 30 anos depois. In: STOTT, John et al. Pacto de Lausanne. São Paulo: ABU, 2003. p. 9 e passim.

147 Cf Ibid.

148 STOTT, John et al. op.cit.,. p. 91.

149 STOTT, John et al. op.cit., p. 47-48.

150 Cf. STOTT, John et al. op.cit., p. 51.

151 Cf. STOTT, John et al. op.cit., p. 46.

152 Cf. MACEDO, E. Nos passos de Jesus. Rio de Janeiro: Universal Produções, 2001. p. 64.

153 Cf. Ibid. p. 66.

154 Cf. GAEDE, R., op. cit. p. 7.

155 Cf. CHAMPLIN, R. N., op. cit. v. 4, p. 523.

156 Cf. CUNHA, G., O terceiro milênio e a nova ordem mundial. São Paulo: Cultura Cristã. 1.ed. 2001. p.31

157 Cf. CAMPOS JR. L. C., Pentecostalismo. São Paulo: Ática, 1995. p. 101.

158 Cf. CALVACANTI, R., Protestantismo brasileiro. Revista Ultimato. Disponível em:<www.ultimato.com.br/revistas_artigos.asp?sec_secaoMestre=423&sec_id=437&edicao=278> Acesso em 12 Jul 2005.

159 Cf.CAMPOS JR. L. C. op. cit. p. 107.

160 Cf. CAMPOS JR. L. C. op. Cit. p. 111.

161 Cf. STORNIOLO, I., Como ler o livro de Jó. op. cit. p. 41.

162 Cf. TOURNIER, P., Culpa e graça - Uma análise do sentimento de culpa e o ensino do Evangelho. São Paulo: ABU, 2000. p. 81.

163 Cf. VON RAD, G., apud: AZEVEDO, I. P., Reflexões sobre o culto cristão. Disponível em: <http://www.batistas.org.br> Acesso em: 27 jul. 2005.

164 Cf. CARDOSO, Bispo Renato. A excelência em tudo. Disponível em: Acesso em: 21 jul. 2005.

165 Cf. MACEDO, E., Vida com abundância. Rio de Janeiro: Universal Produções, 2001. p. 36, 54, 79, 84.

166 Cf. MARIANO, R., op. cit. p. 155.

167 Cf. MARIANO, R., op. cit. p. 155, p. 177.

168 Cf. ONOFRE, J. S., Os exterminadores de riquezas. Belo Horizonte: Escola de Ministério Jerônimo Onofre da Silveira, 1993. p. 22.

169 Cf. Ibid. p. 23.

170 Cf. Ibid. p. 27.

171 Cf. Ibid. p. 29.

172 Cf. Ibid. p. 30.

173 Cf. MARIANO, R., op.cit., p. 155.

174 Cf. REGA, S. L., Negociata com Deus. Revista Eclésia. São Paulo (ABEC). Ano 9. n. 101. maio/2004. p. 40.

175 Cf. Ibid.

176 Cf. BAUER, J. B., Dicionário de Teologia Bíblica. São Paulo: Loyola, 1973. p. 998.

177 Cf. GAEDE, N. op. cit. p. 12.

178 Cf. CALVINO, J., A verdadeira vida cristã. São Paulo: Novo Século, 2000. p. 60.

179 Cf. PATRICIA, F. M. ALVES, Religião e Mutação. Disponível em: <http://www.geocities.com/ptreview/16-alves.html> Acesso em: 04 Ago 2005.

180 Cf. Ibid.

181 Cf. WEBER, M., Ensaios de sociologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1982. p. 157.

182 Cf.WEBER, M., O ascetismo e o espírito do capitalismo. In: ______. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. São Paulo: Martin Claret, 2004. p. 117-136. Ainda, “Ascetismo no sentido de ‘ascese’, palavra que significa (para empregar palavras muito afins às do próprio Weber) nada mais do que recusa ou rejeição do mundo. Recusa ou rejeição, isto é, do gozo do mundo, ou, noutras palavras (dando agora a essa expressão um sentido próximo ao que possui em Freud), do princípio de prazer como regra de vida. No contexto religioso, ascese (em alemão ‘Askese’, do grego ‘askesis’, exercício, esforço, subida) significa pois a recusa a uma vida simplesmente ‘natural’, que seguisse as inclinações espontâneas do indivíduo, denominadas ‘alegria de viver’, ‘gozo espontâneo da vida’, ‘eudemonismo’ e ‘hedonismo’. (MOTTA, R., Notas para a leitura de “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”. Disponível em: Acesso em 05 Ago 2005.

183 Cf. WEBER, M., A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. op.cit. p.120.

184 Cf. WEBER, M., A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. op.cit. p. 68.

185 Cf. WEBER, M., A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. op.cit. p. 69,121.

186 Cf. WEBER, M., A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. op.cit. p. 68.

187 Cf, WEBER, M., Ensaios de sociologia. p. 57.

188 Cf. MATOS, A. S. Calvinismo e Capitalismo. Texto disponível em – Acesso em: 27 Jan 2006.

189 Cf. AMORESE, R., Felicidade já in Revista Ultimato. Disponível em: Acesso em: 05 Ago 2005.

190 Cf. KIVITZ, ED RENÉ, A tirania da felicidade in Revista Eclesia. Disponível em: Acesso em 05 Ago 2005.

191 Cf. MARIANO, R., op. cit. p.147.

192 COPELAND, Kenneth apud: GONDIM, R., O evangelho da nova era. 6. ed. São Paulo: Abba, 2001. p. 85.

193 Cf. GUTIERREZ, G. Falar de Deus. op. cit. p. 142.

194 “Essa é uma expressão usada pela teologia reformada. Ela afirma que há uma graça divina que beneficia todos os homens, embora não leve todos à salvação da alma, e nem envolva o intuito divino de salvar a todos os homens. Em contraposição, temos a graça especial, que é a operação divina em favor dos eleitos. A graça comum nos permite reconhecer todo o bem que existe no homem e na natureza, em sentido universal, sem sacrificar a singularidade da religião cristã, sobretudo em sua doutrina da eleição” (CHAMPLIN, R. N., op. cit. v. 2, p. 958).

195 Cf. Ibid. p. 955.

196 Cf. RAHNER, K. apud: RHODEN, I. L., A experiência de humana de Deus como experiência de graça e de liberdade – Reflexão baseada na teologia de K. Rahner. São Leopoldo: Unisinos, 2004. p. 87.

197 Cf. GARCIA RUBIO, A. A experiência da gratuidade na vida cristã. Síntese Nova Fase. Belo Horizonte. V.2. n.4. Jul/Set., 1975. p. 95.

198 Cf. STORNIOLO, I., Como ler o evangelho de Lucas. Op. cit. p. 106.

199 Cf. RAHNER, K. apud: GARCIA RUBIO, op. cit. p. 99.


200 Cf. DIETRICH, J. L.,. op. cit. p. 58.

201 Cf. Ibid. p. 84.

202 Cf. LIBÂNIO, J. B., Eu creio nós cremos – tratado da fé. São Paulo: Loyola, 2000.p. 209.

203 Cf. BAUER, J. B., op. cit. p. 282.

204 Cf. VRIEZEN, TH. apud: SMITH, Ralph L., op.cit., p. 100.

205 Cf. GUTIERREZ, G., Falar de Deus. op. cit. p. 117.

206 Cf. Ibid. p. 109.

207 Cf. TERRA, J. E. M., Op. Cit. p. 47.

208 Cf. BAUER, J. B., op. cit. p. 286.

209 Cf. GARCIA RUBIO, A. op.cit. pp. 93, 102.


210 Cf. Ibid. p. 126; DIETRICH, Luis José. O grito de Jó. São Paulo: Paulinas. 1996. p. 98.

211 Cf. LIBÂNIO, J. B., op. cit. p. 192.

212 Cf. GUTIERREZ, G., Falar de Deus. op. cit. p.144.

213 Cf. GAEDE, R., op. cit. p. 17,18.

214 Cf. GUTIERREZ, G., Falar de Deus. op. cit. p.142.

215 Cf. GUTIERREZ, G., Falar de Deus. op.cit.. p.127.

216 Cf. Ibid.

217 Cf. PIXLEY, J. Jó ou o diálogo sobre a razão teológica, Perspectiva Teológica. Belo Horizonte, v. 16, n. 40, set/dez. (1984). p. 333.

218 Cf. TERNAY, H. O livro de Jó: da provação à conversão, um longo processo. Petrópolis: Vozes, 2001. p. 16.

219 Cf. STORNIOLO I. Como ler o livro de Jó. op. cit. p. 65.

220 Cf. SCHULTZ, S. J. A história de Israel no AT. São Paulo: Nova Vida, 1977. p. 270.

221 Cf. DIETRICH, J. l., op. cit. p. 92.

222 COMBLIN, J., Antropologia cristã. Petrópolis: Vozes. 1985. p. 237.

223 Cf. COMBLIN, J. op. cit. p.237.

224 Cf. DE VAUX, R. op. cit. p. 98.

225 Cf. LIBÂNIO, J. B., op. cit. p. 165.

226 Cf. SEPULVEDA ALANCASTRO, R. O bom samaritano: Parábola da solidariedade. Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana. Petrópolis. n.6. 1993. p. 50.

227 Cf. Ibid. p. 51.

228 Cf. GUTIERREZ, G., Teologia da libertação. 5.ed. Petrópolis: Vozes, 1985. p. 166.

229 Cf. MAZZAROLO, I., Lucas em João. Uma nova leitura dos evangelhos. Porto Alegre: 2000. p. 246.

230 Cf. Ibid.

231 Cf. Ibid.

232 Cf. STORNIOLO I. Como ler o livro de Jó. op. cit. p. 107.

233 Cf. Cf. STORNIOLO I., Como ler o livro de Jó. op. cit.p.107.

234 Cf. PIXLEY, B.; BOFF, C., Opção pelos pobres: Experiência de Deus e justiça. 2.ed. Petrópolis: Vozes, 1987. p.137.

235 Cf. PAULO VI apud GUTIERREZ, G., Teologia da libertação. op.cit. p.170.

236 Cf. GUTIERREZ, G. Falar de Deus. op.cit. p. 163.

237Cf. STORNIOLO I., Como ler o livro de Jó. op. cit. p. 56.

238 Cf. Ibid.

239 Cf. PIXLEY, B., BOFF, C., op. cit. p. 149.

240 Cf. RUBIO, G. A., op.cit. p.95



241 Termo muito usado pelos pregadores da IURD para significar atitudes de fé que mudem uma situação de opressão, semelhante a que ocorreu com Gideão (cf. Jz 6), quando se dispôs a oferecer para Deus. Deus se manifestará quanto o crente se revoltar contra o problema em sua vida.

242 Cf texto disponível em acesso em: 18 Abr. 2006.

243 Cf. LIBÂNIO, J. B., op.cit. p. 58,59.

244 Cf. SOARES, P. S., Iniciativa de Deus e co-responsabilidade humana. Teologia da graça. Paulinas: São Paulo, 2004. p 31.

245 Cf. JACOB, E., apud: SMITH, R. L. op.cit.p.210.

246 Cf. BARRERA, J. Trebolle. A Bíblia Judaica e a Bíblia Cristã: Introdução à história da Bíblia. Petrópolis: Vozes, 1996, p.656 e SCHREINER, Josef. Introduccion a los métodos de la exégesis bíblica. Barcelona: Herder, 1974, p.15.

247 LOPES, A. N., conforme texto disponível em Acesso em 10 Fev 2006.

248 Cf. SOARES, P. S., op. cit. p. 32.

249 Cf. MACEDO, E., A libertação da teologia. Rio de janeiro: Editora Gráfica Universal, 1993, p.42.

250 Disponível em: <http://www.portasabertas.org.br/noticias/noticia.asp?ID=1903> Acesso em: 09 Mar 2006.

251 Uma fé a partir das experiências pessoais, que dispensa as doutrinas já formuladas pela tradição. Cf. LIBÂNIO, J. B., op.cit. p. 64.


252 A busca pelos quatro significados do texto bíblico. São eles: sensus litteralis, sensus alegoricus ou mysticus, sensus tropologicus ou moralis e sensus analogicus.


253 Cf. BRAKEMEIER, G., Ecumenismo, Sociedade e Missão. Reflexões sobre o caminho da unidade. CONIC. 10 de Agosto de 2004. Cf. <http://www.conic.org.br/texto46.htm > Acesso em 13 Mar 2006.

254 Cf. Cf. BRAKEMEIER, G., op. cit.

255 Cf. LIBÂNIO, J. B., op. cit. p. 43.

256 Cf. Ibid. p. 46.

257 Cf. LIBÂNIO, J. B., op. cit. p.78.

258 Cf. ESCOBAR, S.  The New Global Mission:  The Gospel from Everywhere to Everyone.  Downers Grove, Illinois:  InterVarsity Press, 2003. p. 153.

259 MORRIS, L., apud SMITH, R. L. op.cit. p. 205.
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