Departamento de teologia



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BIBLIOGRAFIA





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  1. Bibliografia complementar

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COMPÊNDIO DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, São Paulo: CNBB/ Loyola,

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COMPÊNDIO VATICANO II. Constituições, decretos, declarações, Petrópolis: Vozes, 1998.

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1 Cf. HEIDEGGER, M., Ser e Tempo, Petrópolis: Vozes, 1995.

2 TORRES QUEIRUGA, A., Recuperar a Criação. Por uma religião humanizadora, São Paulo: Paulus, 1999, p. 32-38.

3 id., Fim do cristianismo pré-moderno. Desafios para um novo horizonte, São Paulo: Paulus, 2003, p. 249.

4 Cf. id., ibid., p. 249.

5 TORRES QUEIRUGA, A.,, “Inculturación de la fe”, in: FLORISTAN, Cassiano, TAMAYO, Juan-Jose (Eds.), Conceptos Fundamentales de Pastoral, Madrid: Cristiandad, 1983, p. 471-480.

6 KUHN, T., A estrutura das revoluções científicas, São Paulo: Perspectiva, 1987, p. 218. - Segundo Kuhn, paradigma pode ser entendido em dois sentidos: sociológico e filosófico. No primeiro, considera-se paradigma qualquer conjunto de crenças, valores, técnicas partilhadas pelos membros de determinada comunidade como modelo explicativo. Mas é no sentido filosófico, especialmente, que se apreende o porque determinadas crenças, valores, técnicas tornam-se novos paradigmas. Porque ao serem utilizados enquanto modelos ou exemplos, conseguem solucionar um conjunto de problemas de modo mais eficaz e satisfatório do que os modelos anteriormente utilizados. - Queiruga utiliza o termo “mudança de paradigma” para designar as “revoluções epocais”, ou seja, trata-se de uma profunda mudança das categorias estruturantes de compreensão da realidade num determinado contexto histórico. O autor defende a necessidade da construção teológica de novo paradigma para o cristianismo. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 52-64; id., Do terror de Isaac ao Abbá de Jesus. Por uma nova imagem de Deus, São Paulo: Paulinas, 2001, p. 28-31. - Corrobora a importância atribuída à questão dos paradigmas a análise de Roberlei Panasiewicz quando afirma que: “A reflexão sobre ‘os paradigmas’ é o ponto central para entendermos a problemática teológica atual...”, e ainda, “A referência paradigmática é importante, enquanto possibilita ao cristianismo – e, nele, aos seus fiéis –, uma visão mais ampla e lúcida dos marcos teóricos e dos problemas práticos que cada paradigma busca solucionar. E, dependendo de onde o especialista se situa – em qual paradigma –, a postura pode ser diferenciada”. Cf. PANASIEWICZ, R., Diálogo e Revelação. Rumo ao encontro inter-religioso, Belo Horizonte: Fumec - C/ Arte, 1999, p. 41.53.

7 TORRES QUEIRUGA, A., Creer de otra manera, Maliaño: Sal Terrae, 1999, p. 34.

8 O teólogo H. Küng vai além do puro fato de compreender as exigências do diálogo entre religião, no caso cristianismo, e cultura. No contexto de pluralismo, espírito de intolerância e injustiça, em que vivemos, o autor percebe a necessidade e as implicações éticas do cultivo da atitude e da práxis dialógica entre as religiões. Afirma que: “Não haverá coexistência humana sem uma ética mundial por parte das nações; não haverá paz entre as nações sem paz entre as religiões; não haverá paz entre as religiões sem o diálogo entre as religiões”. Cf. KÜNG, H., Projeto de ética mundial, São Paulo: Paulinas, 1992, p. 186. - A teologia de Queiruga proporcionou relevante contribuição para o avanço na consciência do diálogo inter-religioso. Essa contribuição encontra-se consignada em inúmeros artigos, mas especialmente em duas de suas obras. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., O diálogo das religiões, São Paulo: Paulus, 1997. - Veja também a recente obra na qual retoma e aprofunda suas preciosas intuições, id., Diálogo das relixión e autocomprensión cristiá, Xeira Nova: Sept, 2005. - A obra citada de Roberlei Panasiewicz, recolhe a contribuição de Queiruga para o diálogo inter-religioso.

9 Este é o título de uma de suas obras: TORRES QUEIGURA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit.

10 Momento que, pela importância em Queiruga, aprofundaremos mais adiante. Cf. KANT, I., Crítica da Razão Pura, in: REALE, G. e ANTESERI, D., História da Filosofia. Vol. II, São Paulo: Paulus, 1990, p. 876-877.

11 Para usar uma metáfora do filósofo Lima Vaz, matriz hermenêutica é o “sistema solar” de uma realidade. Cf. LIMA VAZ, H. C de, Escritos de Filosofia III, Filosofia e Cultura, São Paulo: Loyola, 1997, p. 228. - Queiruga utiliza o termo “matriz hermenêutica” para designar os pilares ou os princípios norteadores de sentido e compreensão da interpretação fiel de determinada realidade. Utiliza o termo na busca de explicitar os princípios de uma interpretação cristã da realidade que pretenda permanecer fiel ao Evangelho. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Recuperar a Salvação. Por uma interpretação libertadora da experiência cristã, São Paulo: Paulus, 1999, p. 65.

12 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 16.

13 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 247.

14 id., Um Deus para hoje, São Paulo: Paulus, 1998, p. 13; id, Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 26.

15 id., ibid., op.cit., p. 26. Esta mentalidade, caracterizada pelo autor como pré-moderna, pode ser facilmente percebida em grande parte dos cristãos da América Latina, especialmente, na linguagem utilizada nas liturgias dominicais de nossas comunidades eclesiais, no lamento e esperança dos fiéis, explicitada nas preces, promessas e sacrifícios. Como ele, também percebemos o conflito dessa mentalidade religiosa diante da nova e cada vez mais hegemônica mentalidade moderna. Numa visita recente (agosto/ 2005) ao santuário de N. Sra. Aparecida, verificamos, simultaneamente, a entrega de uns e o espanto de outros diante dos testemunhos recolhidos na chamada “sala dos milagres”. Nessa dissertação teremos oportunidade de aprofundar a temática dos “milagres”.

16 A título de exemplo podemos citar entre estas cristologias: ROBINSON, J.A.T., A face humana de Deus, Petrópolis: Vozes, 1977; RAHNER, K., Curso fundamental da fé, São Paulo: Paulinas, 1989, p. 213-377; BOFF, L., Jesus Cristo Libertador, Petrópolis: Vozes, 1976.

17 Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje, op.cit., p. 14.

18 Nessa direção é significativo o capítulo 6: “Jesus, homem verdadeiro” em que Queiruga explicita a importância da redescoberta da humanidade de Jesus para a cristologia. Cf. id., Repensar a Cristologia. Sondagens para um novo paradigma, São Paulo: Paulinas, 1999, p. 173-206.

19 No final do capítulo II e num tópico do capítulo III teremos a oportunidade de aprofundar o problema da linguagem religiosa na modernidade e conhecer a perspectiva aberta pela teologia de Queiruga.

20 TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje., op.cit., p. 11-12.

21 id., Creer de otra manera, op.cit., p. 33.

22 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 24.

23 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 30.86.

24 O verbo “aperceber” aparece muitas vezes na obra de Queiruga, de modo especial para caracterizar o desenvolvimento do processo histórico revelador de Deus ao ser humano. Este vai se apercebendo do projeto salvífico de Deus. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., A Revelação de Deus na realização humana, São Paulo: Paulus, 1995, p. 407-419.

25 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 73.

26 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 23.

27 Para maior precisão conceitual, invocamos a análise do filósofo e saudoso professor Henrique de L. Vaz, por entendermos que ela caracteriza o fenômeno explicitado na obra de Queiruga. - No âmbito da teologia, Libanio analisa a complexidade da modernidade, mostra que ela é, antes de tudo, o triunfo da razão, ou ainda, o discurso da autonomia da razão contra a tutela que a instância religiosa exercia sobre todos os campos da vida humana. Cf. LIBANIO, J.B., Teologia da Revelação a partir da modernidade, São Paulo: Loyola, 1992, p. 113-156. - Roberlei Panasiewicz situa o emergir dos fenômenos da secularização e da pluralização, características do novo paradigma, enquanto efeitos da modernidade. Cf. PANASIEWICZ, R., Diálogo e Revelação, op.cit., p. 25-71.

28 Cf. LIMA VAZ, H. C. de, Escritos de Filosofia III, op.cit., p. 223-253.

29 TORRES QUEIRUGA, A., Recuperar a Criação, op.cit., p. 17; id., O cristianismo no mundo de hoje, São Paulo: Paulus, 1994, p. 8.

30 id., Creer de otra manera, op.cit., p. 10.

31 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 6.

32 Em nota Queiruga cita Jaspers para corroborar sua análise a cerca da importância da Modernidade. Para Jaspers, ela é o último dos cortes decisivos na história da humanidade. Cf. JASPERS, K., “La historia de la humanidad”, in: La filosofia, México, 1963. p. 80-90 (apud TORRES QUEIRUGA, A. , Recuperar a Criação, op.cit., p. 15).

33 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 23 - Veja nota 6, p. 11.

34 id., ibid., p. 21.

35 Cf. id., ibid., p. 21-22.

36 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 6-7.

37 id., Creer de otra manera, op.cit., p. 10.

38 Dentro do horizonte da teologia, a título de exemplo, podemos citar o teólogo H. Küng. Cf. KÜNG, H., El Cristianismo – Esencia e historia, Madri: BAC, 1997.

39 Em nota, o autor critica a posição de Küng, por este caracterizar a pós-modernidade como novo paradigma, diz explicitamente: “não considero a ‘pós-modernidade’ um novo paradigma, mas mero episódio – certamente muito importante – dentro do paradigma global: não o substitui, ainda que obrigue a ser muito críticos com respeito a suas pretensões.” Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje, op.cit., p. 11-12. - Seja como for, para o que aqui nos interessa, a consideração ou não da pós-modernidade como novo paradigma, não atenua em nada a necessidade da análise crítica profunda sobre o fenômeno no qual estamos todos mergulhados: a compreensão da relação entre cristianismo e Modernidade, após o embate e mútua condenação, o emergir de novo fenômeno religioso, caracterizado como “revanche de Deus”, “volta do sagrado”, “surto fundamentalista”, “explosão religiosa”, “neopaganismo”, “nova era”, etc, em plena Modernidade, com graves conseqüências para a fé cristã, merece vigorosa reflexão teológica. - Para análise teológica e pastoral do impacto do fenômeno da pós-modernidade no seio da religião e suas conseqüências para a fé cristã sugerimos a obra de Libanio, especialmente os capítulos I, IV e V. Cf. LIBANIO, J.B., A religião no novo milênio, São Paulo: Loyola, 2002, p. 15-44.111-266.

40 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 10.

41 id., ibid., p. 18.

42 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 45-47.

43 id., O cristianismo no mundo de hoje, op.cit., p. 5.

44 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 47.

45 id., O cristianismo no mundo de hoje, op.cit., p. 8.

46 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 14.

47 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 15.

48 id, Um Deus para hoje, op.cit., p. 11.

49 Este é o nome de um pequeno e precioso livro de Queiruga, no qual analisa, a título de colocar em pauta de discussão, a crise do cristianismo com a entrada da Modernidade, seja a partir dos problemas surgidos pela leitura objetivista da Bíblia no novo contexto, seja a partir das anomalias ocorridas no interior da experiência cristã devido a uma má assimilação da nova cultura. Cf. id., Creer de otra manera, op.cit..

50 TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje, op.cit., p. 13.

51 id., Creer de otra manera, op.cit., p. 5.

52 Em nota Queiruga cita Bonhoeffer, para corroborar sua análise da profunda mudança na consciência da humanidade com a descoberta da autonomia das realidades criadas. Cf. BONHOEFFER, D., Wiederstand und Ergebung, Munique, Siebenstern, 1967, p. 177 (apud id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 14).

53 id., ibid., p. 13-14.

54 id, Recuperar a Criação, op.cit., p. 19.

55 No capítulo II abordaremos as conseqüências dessa problematização, erigida para o cristianismo em autêntica aporia religiosa.

56 Cf. id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 20.

57 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit.

58 id., ibid., p. 20.26.

59 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 14.

60 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 26. Aprofundaremos essa constatação no capítulo II.

61 id., ibid., p. 20; id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 14.

62 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 20.

63 TORRES QUEIRUGA, A., Recuperar a Salvação, op.cit., p. 32.

64 Cf. A título de exemplo lembramos o programático DP, veja especialmente os números 31-39, nos quais demonstra em sua análise do contexto social, de modo radical, que a miséria é fruto de estruturas sociais injustas. O número 437 mostra que as situações de injustiça e pobreza contradizem a credibilidade da evangelização. Cf. Conclusões da conferência de Puebla. Evangelização no presente e no futuro da América Latina, São Paulo: Paulinas, 1979, p. 39-41.

65 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 20.

66 id., Um Deus para hoje, op. cit., p. 14.

67 O presidente dos EUA George W. Bush teve a pretensão, ao decidir pela invasão ao Iraque, mesmo diante da negativa da ONU e da postura contundente de João Paulo II de não haver qualquer “guerra santa”, de estar agindo em nome de Deus, na luta contra as forças ou eixo do mal e contra o terrorismo. Disponível em:



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