Departamento de teologia



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. Acesso em:12/10/2003.

68 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 45.

69 Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 20-21. - A elaboração e aprovação de leis, cuja determinação entra em conflito direto com as orientações e princípios religiosos, é exemplo evidente.

70 Cf. CHARDIN, P. T., O fenômeno humano, São Paulo: Cultrix, 2001 e id., Hino do universo, São Paulo: Paulus, 1994.

71 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 26. - Do que afirmamos, atualmente no âmbito das ciências, somos herdeiros de longa história. Cerca de 15 bilhões de anos de expansão, desenvolvimento e modificação, se considerarmos a origem no "big bang", a grande explosão que iniciou a aventura do que sabemos do universo. Em torno de 3,5 bilhões de anos, se colocarmos como marco referencial a origem da própria vida. Numa trajetória de complexificação crescente, diferencia-se em vegetal e animal, conquista o movimento, sai depois da água, domina a terra e o ar. Com o tempo cria-se uma diversidade estupenda de espécies, cada qual dando continuidade ao movimento evolutivo de transformações, mutações e desenvolvimento de novas potencialidades. Até que, depois de muito processo evolutivo, a matéria inicial, com os mesmos elementos de composição (hidrogênio, oxigênio, carbono, nitrogênio, etc) torna-se matéria viva pensante. É o início da aventura humana na terra. Numa espécie de "lei de complexidade crescente", contemplando essa maravilhosa trajetória evolutiva, intuímos a grande direção: a formação de um ser pensante. Steiger recolhe os últimos dados acumulados pelas novas ciências e procura elaborar um panorama sintético da história da vida. Cf. STEIGER, A., Compreender a história da vida. Do átomo ao pensamento humano, São Paulo: Paulus, 1998.

72 Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 46.

73 Demonstrar essa necessidade e apontar pistas da sua direção constitui um dos objetivos primeiros dessa pesquisa e dissertação.

74TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 85.

75 id., ibid., p. 62.

76 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 11.

77 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 15.

78 Cf. id., ibid., p. 22. - O autor cita o célebre caso da expressão homoousios (a “consubstancialidade” de Cristo com o Pai): condenada em Paulo de Samosata (bispo de Antioquia no século III) e imposta meio século depois pelo Concílio de Nicéia (325), porque o contexto havia mudado e a palavra, que antes parecia “heresia”, tornou-se garantidora de “ortodoxia”.

79 TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje, op.cit., p. 6-7.

80 id., ibid., p. 12.

81 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 9.

82 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 20.

83 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 18.

84 id., ibid., p. 82.

85 id., ibid., p. 85.

86 id., ibid., p. 85 e id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 22.

87 id., ibid., p. 23. - A título de exemplo podemos citar um caso paradigmático analisado por Libanio, trata-se da compreensão, hoje inaceitável, mas compreensível no contexto e horizonte cultural em que foi enunciada, de que “Extra ecclesiam nulla salus”. Cf. LIBANIO, J. B. “Extra Ecclesiam nulla salus”, in: PT, nº 08, (1973), p. 21-49. - Um exemplo analisado por Queiruga é o caso do tema bíblico da “eleição de Israel”, compreensível num determinado contexto cultural ou paradigma e sua necessária reinterpretação na Modernidade. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Revelação de Deus na realização humana, op.cit., p. 287-295.

88 TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje, op.cit., p. 11.

89 id., Recuperar a Salvação, op.cit., p. 32.

90 id., ibid., p. 34.

91 id., ibid., p. 33.

92 Cf. IRINEU, Adversus Haereses, IV, 20, p.7. (apud TORRES QUEIRUGA, A., Recuperar a Criação, op.cit., p.78).

93 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op. cit., p. 23.

94 id., Creio em Deus Pai. O Deus de Jesus como afirmação plena do humano, São Paulo: Paulinas, 1993, p. 14.

95 id., Recuperar a criação, op. cit., p. 17; Veja também id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit. p. 23.

96 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 24.

97 id., ibid., p. 252.

98 id., ibidem.

99 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 15.

100 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 18.

101 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit. p. 249.

102 id., ibid., p. 86.

103 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 22.

104 id., ibid., p. 19.

105 CD Room Novo dicionário Aurélio.

106 CD Room Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa.

107 Para Queiruga é ingênuo interpretar a crise univocamente, seja como puro estado de crescimento, límpida promessa de reinterpretação positiva, seja interpretá-la como mera e exclusiva negatividade. Crise é crise, ou seja, realidade ambígua, situação crítica, que pode ter uma saída, mas esta é sempre desafio e tarefa a ser realizada coletivamente no diálogo, na mútua correção e na esperança. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Recuperar a Salvação, op.cit., p. 43.46; id., Do terror de Isaac ao Abbá de Jesus, op.cit., p. 51.

108 Entendemos por fideísmo a compreensão da experiência da fé como uma realidade totalmente desligada dos critérios ou parâmetros estabelecidos por nossa racionalidade. Um fiel, com uma postura fideísta, descarta, sem prerrogativas, qualquer crítica da razão como non sense ou puro diparate.

109 A título de exemplo está a nova tentativa de sacralização do cosmos e da subjetividade humana, manifestada em movimentos para-religiosos ou numa religiosidade esfuziante e difusa, característica de nosso tempo. Cf. id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 24.46. - Já nos referimos à análise de Libanio sobre esse fenômeno, bem como a explicitação dos seus desafios para a experiência cristã. LIBANIO, J.B., A religião no novo milênio, op.cit., p. 15-44.219-265.

110 id., Recuperar a Salvação, op.cit., p. 11.

111 Queiruga cita artigo de Christian Duquoc, no qual este explicita a seriedade do momento em que vivemos dentro do cristianismo. Cf. DUQUOC, C. “Fe cristiana y amnesia cultural”, in: Concílium, nº 279, (1999), p. 139-145 (apud TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 63).

112 id., Recuperar a Salvação, op.cit., p. 12.

113 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 249.

114 id., ibid., p. 87.

115 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 26.

116 id., Recuperar a Salvação, op.cit., p. 47. - Publicamos artigo no qual, ao analisarmos o núcleo da experiência cristã, apontamos pistas nessa direção. Apresentamos releitura da experiência dos mandamentos, numa visão positiva e prospectiva, no horizonte atual. Cf. GUIMARÃES, E.N.M.B., “O sentido maior da Vida Religiosa: ser testemunha de uma autêntica vida cristã”, in: Convergência, nº 386, (2005), p. 491-501.

117 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 252.

118 id., ibid., p. 24.

119 Libanio fala dos reflexos da Modernidade no terceiro mundo, da face obscura da Modernidade. Cf. LIBANIO, J.B., Teologia da Revelação a partir da modernidade, op.cit., p. 150-156; O autor fala também da necessidade de superação da “modernidade burquesa” e excludente pela libertação plena do ser humano. Cf. id., Olhando para o futuro. Prospectivas teológicas e pastorais do cristianismo na América Latina, São Paulo: Loyola, 2003, p. 188-189. - Outro autor que analisa criticamente a modernidade é Leonardo Boff. Cf. BOFF, L., Teologia do cativeiro e da libertação, Petrópolis: Vozes, 1983, p. 103-133. Veja também dele BOFF, L. Ecologia, Mundialização e Espiritualidade. A emergência de um novo paradigma, São Paulo: Ática, 1993. – Para resposta crítica do cristianismo às posturas anti-religiosas da modernidade sugerimos LIBANIO, J.B. “Enfrentamento com a modernidade e a pós-modernidade” in: Olhando para o futuro, op.cit., p. 63-83.

120 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 24.

121 id., ibid., p. 22.

122 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 33.

123 Para compreensão mais radical do ateísmo, na obra de Queiruga. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Creio em Deus Pai, op.cit., p. 11-45.

124 A GS, nos nº 19 a 21, trata especificamente do fenômeno do ateísmo. No nº 19, ao tratar das causas, o Concílio reconhece nossa parcela de responsabilidade. Cf. Constituição Pastoral “Gaudium et Spes”, Compêndio Vaticano II. Constituições, decretos, declarações, Petrópolis: Vozes, 1998, p. 160-164.

125 GS nº 19. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 18.

126 Nesta direção aprofundou o teólogo K. Rahner em seus escritos de teologia. Cf. RAHNER, K., “Sobre la unidad del amor a Dios y el amor al prójimo”, in Escritos de Teologia VI, Madri: BAC, 1967, p. 271-292.

127 TORRES QUEIRUGA, A., Recuperar a Salvação, op.cit., p. 26.

128 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 26.247.

129 A Igreja da América Latina, no calor das interpelações do Concílio Vaticano II e das Conferências Episcopais de Medellín (1968) e Puebla (1979), iniciou ambicioso projeto de leitura bíblica incorporando a exegese moderna, mas que paulatinamente perdeu fôlego. Projetos como o “Tua Palavra é Vida” da CRB e da CLAR, do CEBI e inúmeros “cursos de teologia para leigos” são iniciativas que deveriam receber maior apoio de toda a Igreja.

130 TORRES QUEIRUGA, A., Creio em Deus Pai, op.cit., p. 21. Além de Queiruga percebemos essa mesma preocupação em Faus e Vives. Cf. FAUS, J. I. G. e VIVES, J., Crer só se pode em Deus. Em Deus só se pode crer. Ensaios sobre as imagens de Deus no mundo atual, São Paulo: Loyola, 1988.

131 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 45. No pensamento de Queiruga, o ateísmo aparece, se não como o principal problema de alerta para o cristianismo, ao menos como um dos maiores motivos para seu repensar. - Para nós cristãos da América Latina, e de outros rincões desse planeta desigual e injusto, o mais gritante encontra-se na convivência quase co-natural entre cristianismo e o grave problema social. A teologia da libertação demonstrou, de modo explícito, a contradição da convivência promiscua entre a realidade religiosa predominantemente cristã e socialmente injusta. A evangelização parece ter sido inócua ou não ter afetado os alicerces do sistema social. O Brasil, por exemplo, ocupa a liderança em número de cristãos e é considerado um povo eminentemente eucarístico, ao mesmo tempo, é campeão em desigualdade e exclusão social. Entre nós, as estruturas injustas e de corrupção, miséria e fome convivem de tal modo com a presença do cristianismo que este se encontra profundamente afetado na credibilidade de sua proposta.

132 Para maior compreensão do fenômeno da secularização veja a interessante análise de Peter Berger. Mostra que o advento da Modernidade significou a perda do monopólio das tradições religiosas oferecerem estruturas de plausibilidade, horizonte de sentido e compreensão da realidade. Cf. BERGER, P. L., O dossel sagrado, São Paulo: Paulinas, 1985, p. 119.146.

133 Por exemplo, numa perspectiva secularizada, não se compreende o nascimento ou a morte como efeito imediato da ação direta de Deus, ou ainda, uma seca ou enchente não são acontecimentos enviados por determinação divina. A maneira de buscar e de explicar as causas dos acontecimentos modifica-se radicalmente.

134 Já analisamos os problemas e as inúmeras dificuldades que esta mentalidade dominante na cristandade, no mundo moderno secularizado, trouxe para o interior da fé cristã e o conseqüente conflito frontal e direto entre cristianismo e Modernidade.

135 TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje, op.cit., p. 14.

136 É necessário termos presentes a distinção entre o fenômeno da secularização, propriamente dito, e o “secularismo”. Secularismo sim, seria posição reducionista que esgota a compreensão da realidade a sua pura materialidade e auto-suficiência. Esta posição é contraditória à fé cristã. Esta distinção encontra-se em Puebla. Cf. DP, op.cit., nº 46, 309-311, p. 44-45.144-145. - O termo “secularização” traz em si a marca da ambigüidade e necessita maior aclaração. Segundo Libanio, o fenômeno da “secularização” aparece, para alguns, como o declinar da religião, movimento que tende a uma horizontalização e dessacralização do mundo, conformação com esse mundo, perda de atenção ou referência para o “sobrenatural”. Mais concretamente seria a perda crescente, na Modernidade, de influência pública e da tutela da religião sobre a sociedade. Para outros, representa o processo de emancipação e de independentização das diferentes esferas sociais, políticas e culturais em relação ao religioso. Veja nota 14. Cf. LIBANIO, J.B., Revelação a partir da modernidade, op.cit., p. 87-88. Em outro momento o mesmo autor mostra que a identificação entre secularização, secularismo e ateísmo de fato ocorreu, mas apenas enquanto tendência de cunho apologético diante do anúncio da morte de Deus. Cf. id, A religião no início do milênio, op.cit., p. 17-21. - Para Konings, os teólogos do Concílio Vaticano II e os jovens da sua geração compreendiam a secularização no sentido de levar a sério a realidade secular, histórica, material, na qual o Evangelho devia se encarnar. Em linguagem da época, segundo ele, dizia-se que “a obra da divina graça passava através da história humana, com suas realidades psicológicas, culturais e sociopolíticas”. Para a cabeça de muitos, atualmente, as realidades ‘seculares’ parecem estar dispensando a obra da graça divina. A referência a “Deus” se dissolveu nas nuvens. Caiu-se no ‘secularismo’. Mas o sagrado voltou sob a forma de uma miríade de misticismos e até de superstições, dos mais diversos tipos. Isso se dá devido à perda de referência. Cf. Konings, J., “carta aos amigos”, 2005. Nesta o autor, de certa forma, análisa a situação do cristianismo na Europa atual.

137 Queiruga cita em nota, a clássica explicação do processo de dessacralização apresentado por H. Cox. Cf. TORRES QUEIRUGA, A., Creio em Deus Pai, op.cit., p. 19-20. - Em seu livro sobre a Religião no início do milênio Libanio faz referência a essa análise programática da secularização. Cf. COX, H., A cidade do homem: a secularização e a urbanização na perspectiva teológica, Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1968 (apud LIBANIO, J.B., A religião no início do milênio, op.cit., p. 20).

138 Seria legítimo falar de embate peculiar entre cristianismo e Modernidade no continente latino-americano. Queiruga parece dar por suposto a universalidade e a inexorabilidade do processo moderno de leitura da realidade. Aqui na Americana Latina esta constatação não se verifica de forma tão abrangente conforme o pressuposto do autor. Mas concordamos com ele, no sentido de que, naqueles aos quais a consciência racional moderna se torna hegemônica, pelo menos, em sua feição secularizada, este fenômeno se verifica com todos os seus conseqüentes conflitos. Outros, porém, e não são poucos, aos quais a experiência de fé ensinou a perceber, para além da pura racionalidade, a presença e ação divina em todas as coisas e todas as coisas a partir de Deus, sem contradição com a autonomia secular humana ou das realidades, seguem com a leitura denominada pré-moderna pelo autor, seja na linguagem litúrgica, seja na linguagem informal. Com ou sem o contato com as leituras secularizadas, os conflitos teóricos não impedem a elaboração, não isentos de tensões e conflitos, de uma síntese prática entre Modernidade e cristianismo. Esta constatação não contraria as análises de Queiruga, mas aponta para a necessidade de certos matizes e alerta para possíveis ingenuidades no tocante a uma defesa da hegemonia da racionalidade no âmbito da fé ou de juízos generalizantes sobre o cristianismo popular. Na América Latina, vivemos perceptivelmente uma situação de trânsito e de conflito de paradigmas, mas, apesar das tensões, entre nós há inúmeras vivências religiosas que, não sem ambigüidades, empreendem caminhada de libertação e profunda experiência de Deus. Entre nós predomina, pelo menos no âmbito da experiência religiosa, a força dos elementos caracterizados por Queiruga no paradigma pré-moderno. Essa situação nos leva a levantar sérios questionamentos. Em que sentido a realidade religiosa e secularizada da Europa atual será, inexoravelmente, o nosso amanhã? Em que sentido, as características próprias de nossa realidade criam um outro cenário possível? Há alguma diferença entre o fenômeno da secularização ocorrido na Europa e o que ocorre aqui em nosso continente?

139 TORRES QUEIRUGA, A., ibid., p. 21; Veja também id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 14.

140 TORRES QUEIRUGA, A., Um Deus para hoje, op.cit., p. 15.

141 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 53.

142 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 15.22-23.

143 id., ibid., p. 15.

144 id., ibid., p. 16.

145 Cf. id., Creer de otra manera, op.cit., p. 11. Tradução pessoal.

146 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 21.

147 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 52.

148 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 21.

149 Contribuir para o consenso dessa necessidade é umas das pretensões desta dissertação.

150 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 246.

151 Em seu livro sobre o cristianismo no mundo atual, Queiruga fundamenta sua posição na teologia de Rahner, na qual este defende que a fidelidade autêntica não se exerce no medo, pois, é fruto da lei do risco. Cf. id., O cristianismo no mundo de hoje, op.cit., p. 9.

152 TORRES QUEIRUGA., Constitución y Evolución del Dogma. La teoría de Amor Ruibal y su aportación, Madrid: Marova, 1977, p. 392-430.

153 id., O cristianismo no mundo de hoje, op.cit., p. 10.

154 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 63.

155 id., ibid., p. 246.

156 id., ibidem; id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 33.

157 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 15.

158 id., ibid., p. 249.

159 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 62.

160 O autor prevê não o fim do cristianismo em si, mas o “fim do cristianismo pré-moderno”, ou seja, dessa “forma” ou configuração da fé cristã. Cf. id., ibid., p. 249.

161 TORRES QUEIRUGA. A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 87.

162 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 12.

163 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 18; id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 23.

164 Para Queiruga esta transformação deve acontecer em duas frentes, na do pensamento, empreendida pela teologia, e a da instituição, pelo governo eclesial. Cf. id., ibid., p. 245.

165 id., Recuperar a Criação, op.cit., p. 19.

166 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 87.

167 id., ibid., p. 253.

168 id., Um Deus para hoje, op.cit., p. 13.

169 id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 87.

170 TORRES QUEIRUGA, A., O cristianismo no mundo de hoje, op.cit., p. 67.

171 Cf. id., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 86; id., O cristianismo no mundo de hoje, op.cit., p. 8.41. - Para uma compreensão mais analítica, histórica e prospectiva da significação do Concílio Vaticano II remetemos ao novo livro de Libanio. Podemos dividir sua reflexão em três momentos. No primeiro, que compreende os três primeiros capítulos, o autor analisa o momento anterior ao Concílio, os movimentos predecessores, o efervescente contexto sociopolítico e cultural. No segundo, que reúne os capítulos 4-9, analisa os bastidores do evento, apresenta chaves de leitura, demonstra as grandes opções, sintetiza os principais avanços internos e as perspectivas externas. No terceiro momento, capítulos 10-12, avalia o momento posterior desse importante acontecimento eclesial, as hesitações em sua recepção, as tarefas inacabadas. A perspectiva do autor provoca no leitor o desejo de inserir-se no processo eclesial aberto e ainda em construção. Cf. LIBANIO, J.B., Concílio Vaticano II. Em busca de uma primeira compreensão, São Paulo: Loyola, 2005.

172 TORRES QUEIRUGA, A., Fim do cristianismo pré-moderno, op.cit., p. 54.
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