Desmascarando uma falsidade



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MOÇÃO Nº 14, DE 2013

Desmascarando uma falsidade”. Este é o título que se encontra na página principal do site da Confederação Brasileira de Futebol, a CBF, e que resume verdadeiramente a maquiavélica orquestração para denegrir a imagem, a honra, a história política e o passado de glórias do jogador de futebol, do Vereador, do Deputado Estadual , do Presidente da Federação Paulista de Futebol, do Governador do Estado e agora Presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin.


Uma vergonha, para não dizer um ato vil e covarde, querer associar a morte do jornalista Wladimir Herzog, Diretor à época da TV Cultura, ao ex-Governador Marin, simplesmente por ele ter feito um apelo, em um aparte ao pronunciamento do Deputado Wadih Helú, em 1975, na tribuna da Assembléia Legislativa, para que o Governo do Estado, ...”sem adentrar no mérito na questão” (palavras dele), pudesse investigar supostas denúncias, levantadas pela imprensa, de que aquela emissora estatal não estava noticiando e divulgando conquistas do Executivo em favor da população carente, e obras públicas de relevo, mostrando apenas a miséria e os problemas enfrentados pelos menos favorecidos.
Vejam o absurdo. Na tentativa de contextualizar as palavras do então Deputado José Maria Marin, deformando-as para que se pudesse interpretá-las no sentido de que estava contra o jornalista Wladimir Herzog, o filho deste, Sr. Ivo Herzog, traz agora, depois de 38 anos, uma “denúncia” de que o atual Presidente da CBF teve “participação” ou “apoio” na morte de seu pai, e inicia um abaixo-assinado, tristemente apoiado por alguns segmentos da imprensa esportiva que não o aceitam como dirigente máximo do futebol brasileiro, e que desejam retirá-lo da coordenação da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, sabe se lá por quais interesses inconfessáveis, objetivando destruir a reputação de um homem honrado, que não possui uma mácula na sua história de vida, tanto pessoal como política, pretendendo justificar a impossibilidade de sua permanência à frente daquela entidade.

Muito feliz o comparativo estabelecido na nota do site da CBF, quando lembra o episódio famoso envolvendo a Escola Base, em São Paulo, onde pseudo-jornalistas, tal qual agora, fruto de má-fé e de irresponsabilidade, empenharam-se na desmoralização de pessoas de bem, para satisfazer maus instintos, entretendo-se em atirar, em quem os mira de cima, a lama em que chafurdam esses delinquentes (sic).


José Maria Marin, não fosse o grande político que foi, e é, bem como o dirigente esportivo que sempre colaborou pelo futebol de São Paulo e do País, não teria sido agraciado com a Medalha do Mérito do Ministério Público do Estado, outorgando-lhe a comenda de “Promotor de Justiça emérito”.
É triste vermos neste País, a partir de um abaixo-assinado eletrônico, virtual, espalhado na rede da internet, com uma flagrante e notória informação inverídica, mentirosa, covarde e aviltante, ter o apoio de pessoas que, sequer, procurar saber dos fatos, sendo muito mais fácil se posicionar atrás das telas dos computadores, e com a lamentável colaboração de parte da imprensa, aquela que acha mais fácil não tentar descobrir a verdade, posto que isto é providencial para enlamear a imagem do Presidente da CBF, e tentar retirá-lo do cargo que legitimamente ocupa.

Ante o exposto, formulamos a seguinte Moção:



A ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO manifesta, aos Excelentíssimos Senhores Presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados, assim como aos demais ilustres membros daquelas Casas Legislativas, incondicional apoio e solidariedade ao Senhor José Maria Marin, Presidente da Confederação Brasileira de Futebol – CBF, contra a total falsidade de declarações, atribuídas aquela autoridade, no episódio envolvendo a morte do jornalista Wladimir Herzog.


Sala das Sessões, em 14-3-2013

a) Campos Machado



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