Digitalização: Sandra



Baixar 1.56 Mb.
Página16/33
Encontro29.07.2016
Tamanho1.56 Mb.
1   ...   12   13   14   15   16   17   18   19   ...   33

. Egito

O Egito é o primeiro povo de "peso" a ser citado.

Havia Rituais Secretos para o Faraó e somente para os mais altos escalões sacerdotais, quando já havia alianças com Principados e Potestades, que declaradamente demonstravam o seu Poderio. Não era algo mais tão sutil quanto antes, deuses bons, deuses maus... o Faraó e estes Sacerdotes escolhidos a dedo pelo Inferno sabiam com o que estavam lidando.

Conforme conta a Irmandade, havia uma conscientização de que estavam adorando um deus de extremo Poder, que era um Pai verdadeiro, e que era a figura do Diabo! Isto, naturalmente, não está escrito nos livros de História, mas nos registros internos da Irmandade.

Lucifér era o chefe, o maioral, o Principal destes "deuses". Mas havia toda uma Hierarquia Infernal de Principados e Potestades, Espíritos Territoriais, que era adorada e a quem se prestavam Cultos muito específicos. Digo específicos porque havia as Festas de que todo o Povo Egípcio podia participar, bem como as Cerimônias que todos esperavam ao longo dos anos e dos meses.

Mas havia aquilo que era feito tão-somente no mais profundo recôndito dos Templos e das Pirâmides. Em determinado momento da História dos Egípcios foi dada a eles a urgência de terem aliança com os Espíritos Territoriais daquela região. Note que isso foi inédito, entende?

A aliança com Espíritos Territoriais apareceu pela primeira vez com os Egípcios, pois tinha chegado a hora, tinha chegado o tempo, a mente deles estava preparada para isso, coisa que os Povos mais antigos não tinham condições de compreender e nem de aceitar - talvez. Quem sabe? A verdade é que ali no Egito o contato com Espíritos Territoriais começou.

Bem, novamente você talvez esteja a se perguntar: "Mas eles já não tinham essa aliança? Não estavam prestando cultos e oferecendo sacrifícios aos deuses?" Prestar culto e "ter aliança" são coisas bem diferentes.

Na Mesopotâmia também se prestava culto, e a Irmandade afirma que eles não tinham aliança com o Diabo e os Demônios. Era apenas um experimento, uma sondagem de terreno. Vamos tentar explicar melhor do que se trata essa aliança com os Espíritos Territoriais.

Ainda que Satanás não tenha o poder de prever o futuro, ele é um ótimo observador da História e do ser humano. Isso faz com que muitas coisas seja possível "adivinhar", com grande margem de acerto. Por exemplo, o Diabo está olhando o curso da História de uma maneira que nenhum ser humano seria capaz.

Certo momento, a pergunta que Lucifér se faz é a seguinte: "Que Nação está crescendo o suficiente, e é poderosa o suficiente a ponto para vir a reprimir aqueles que virão a se opor a mim, e um dia possam atrapalhar meus seguidores e meus intentos?".

Veja bem... nem tudo podemos entender cem por cento, mas a resposta foi: Egito! Lembra que de repente eles tiveram uma "explosão cultural" e começaram a se diferenciar, e muito, da Mesopotâmia (com quem vinham caminhando mais ou menos em paralelo na questão do desenvolvimento)?

Ao Egito foram revelados segredos a que somente os mais poderosos Sumos Sacerdotes de nossos tempos têm acesso. Isso, é óbvio, não poderia ser por acaso! Alguma coisa Lucifér viu naquele Povo que o fez dar uma espécie de "grito" de urgência aos Egípcios.

Um dos grandes segredos da Alta Magia revelados aos Egípcios foi maneira de construir as Pirâmides... e para que serviam elas. Isso aconteceu muito, muito antes de Israel tornar-se uma Nação.

Antes que você pergunte o óbvio: o problema (para Satanás) é que havia aquela promessa. A promessa de Deus feita em Gn 3.15, onde o Senhor prometera pisar a cabeça de Satanás por meio de um descendente de uma mulher. Pode ser que nós, Cristãos, ponhamos em dúvida a Palavra que sai da boca do nosso Deus, mas o Diabo nem sequer cogita em não crer!

Por esse motivo, Lucifér sabia que tinha de ter a seus pés uma Nação bastante forte e bastante poderosa para impedir que o que Deus prometeu se cumprisse; usando - sempre! - o livre-arbítrio do Homem.

Antes de falarmos daquilo que a História não sabe sobre as Pirâmides - portanto não pode contar - vamos entender um ponto importante: Satanás detinha uma "Chave de Tempo" (explicaremos mais tarde), e ele sabia quando um "Selado" de Deus iria nascer, uma pessoa escolhida para cumprir um propósito muito específico no Mundo (também explicaremos a seguir).

Noé era um deles. Mas haveria outros. Era preciso estar preparado para o surgimento dessas pessoas. Pessoas com quem o Senhor já tinha, de antemão, desde antes do nascimento, estabelecido aliança e prometido grandes coisas. Se Deus iria contar com pessoas, para impedir o plano de Deus de se realizar - assim raciocinava o Diabo - era preciso que ele pudesse contar com o apoio humano também.

Isso não se faz do dia para a noite, mas ao longo das Gerações; a parceria com o Homem, assim como a revelação do Mal, é progressiva. Já dissemos isso.

Mas vamos às Pirâmides. As primeiras Pirâmides verdadeiras apareceram no começo da Quarta Dinastia (2575-2465 a.C), desenvolvidas a partir das Pirâmides em degraus da Terceira Dinastia.

Estas, em degraus, foram uma espécie de preparo, de aprendizado para as que viriam a seguir. Também era preciso contar com as pessoas certas. Então, tais estruturas se desenvolveram rapidamente desde o primeiro Governante deste período, partindo depois para os enormes Monumentos de Pedra do Mundo Antigo. As Pirâmides em degraus não são consideradas Pirâmides "verdadeiras".

Desde a época de Esnofru, o primeiro Faraó da 4a Dinastia, a construção de Pirâmides tornou-se o principal projeto nacional. Mas foi com o Faraó Quéops e sua família que Satanás estabeleceu aliança verdadeira pela primeira vez !

A precisão de Engenharia e da orientação dessas colossais estruturas de pedra implica um profundo conhecimento de Astronomia e Matemática, do qual não há nenhuma evidência por escrito (sugestivo, não?). Um complexo de Pirâmides típico contém cerca de 14 componentes arquitetônicos, cada qual com sua função e sua localização específica.

O grupo das famosas Pirâmides de Gizeh, dos Faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos segue este programa arquitetônico. A Pirâmide, situada no alto do vale continha o túmulo do Faraó e era o ponto focal dos cultos executados no Templos superior e inferior. Nesses Templos, estavam todos os salões, salas e os corredores necessários para a execução dos Rituais, para o espírito do Rei e para os deuses.

Eles também forneciam espaço para a estatuária e os relevos murais, exigidos para acentuar esses Cultos. Isso é o que a História conta. Mas não é tudo.

Há inúmeros pontos obscuros em relação às Pirâmides, particularmente a Grande Pirâmide de Queóps, a primeira Pirâmide Verdadeira e considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo.

Há dois fatores Marcantes na Civilização Egípcia: sua continuidade e longevidade; e a possibilidade de uma enorme centralização da Administração do Império que a Cultura Egípcia e a localização Geográfica do Egito permitiram.

A Pirâmide de Queóps tem uma base com 230,38m de comprimento, e uma altura de l46,6m. Se você pegar duas vezes o comprimento da base e dividir pela altura, você chega a um valor de "3.14297...". Número sugestivo esse, hein? E praticamente o valor exato do Pi !

Durante 4.500 anos a Grande Pirâmide foi a maior construção erigida pelo homem. E continua sendo uma das maiores, devendo, sem dúvida, permanecer em pé por mais cinco mil anos. Erguida na planície de Gizeh, a Grande Pirâmide foi construída com seis milhões e meio de toneladas de pedra e erguendo-se a 146,5 metros em direção aos céus.

A Pirâmide de Queóps tem 440 cúbitos de largura e contém mais pedras que todas as catedrais, igrejas e capelas da Grã-Bretanha reunidas: dois milhões e trezentos mil blocos de granito, pesando, em média, duas toneladas e meia cada um. Alguns desses blocos são maiores e chegam a pesar quinze toneladas.

Sem vê-la, o tamanho da Pirâmide é quase incompreensível. Ela cobre uma área de 52.611 m2 e cada lado mede, na base, 228 metros. Tem 148 metros de altura. Erguendo-se sobre o relativamente alto platô de Gizeh, com as Pirâmides de Quéfren e Miquerinos, elas dominam uma área que se estende por quilômetros. Com elas, naquela região, são, ao todo, cerca de meia centena de Pirâmides.

Naquela época, a margem oeste do Nilo ficava bem mais perto de Gizeh do que agora. Como era habitual, uma estrada elevada foi construída desde o lado leste da Pirâmide até a margem oeste do Nilo e, segundo o costume um edifício conhecido como Templo do Vale foi erguido ali; o Templo do Vale tinha comunicação com a Pirâmide. Ao pé da Pirâmide, no seu lado leste, construiu-se o Templo Mortuário.

Contudo, os Arqueólogos afirmam que o plano do Templo Mortuário da Pirâmide de Quéops difere inteiramente dos que os precederam e sucederam. Os Egiptólogos dizem que foi construída pelos antigos Egípcios nos anos 2.500 a.C, aproximadamente na mesma época em que a Esfinge e as outras duas Pirâmides do complexo de Gizeh foram construídas também.

O que se discute atualmente é por que motivo a Grande Pirâmide foi construída.

A Grande Pirâmide é uma obra fantástica de engenharia, não só por seu tamanho, mas também pela exatidão com que foi construída. Por que razão os construtores se empenharam em obter tanta precisão? Para que uma precisão tão grande se nem o olho humano pode percebê-la?

As faces da Pirâmide estão posicionadas para os quatro pontos cardeais com uma incrível precisão, apresentando somente 0,015% de margem de erro.

Atualmente, para se conseguir tal precisão são necessários um teodolito de laser, um mapa dentro dos dez metros de precisão, engenheiros, astrônomos e mestres de obras. Realmente permanece um mistério que tipo de conhecimento foi usado para a sua construção.

A base da Grande Pirâmide forma um quadrado quase perfeito: a diferença entre o mais comprido e o mais curto dos lados é de apenas 25 cm. As esquinas diferem menos de um grau do ângulo reto (90°).

Esta obra-prima de engenharia foi realizada sem a ajuda de roldanas e rodas, nem as sofisticadas ferramentas de corte que atualmente os engenheiros dispõem.

Calcula-se que a construção da grande Pirâmide levou algo em torno de 23 anos, com o trabalho diário de 100.000 homens. Somente a grande concentração de poder em torno da figura do Faraó consegue explicar tal projeto (pelo menos é assim o que especula a História, contudo não podemos esquecer da ajuda recebida dos Demônios).

Imediatamente a leste da Grande Pirâmide erguem-se três Pirâmides menores, em condições relativamente boas até hoje. Elas foram construídas de acordo com o costume da época.

Os Historiadores acreditam que a mais meridional foi destinada à Grande Esposa de Quéops, cujo nome era Henutsen, e que as duas outras pequenas Pirâmides provavelmente foram erguidas ou para outras mulheres de Quéops, ou para as princesas, suas Filhas.

Também de acordo com o costume da época, barcas "solares" foram colocadas em poços, nos vários lados da Grande Pirâmide. Como Quéfren fosse irmão de Quéops, e Miquerinos fosse filho de Quéops, percebe-se que a revelação do Diabo foi dada pela primeira vez a essa família, tornando-se como que um segredo — um pacto — entre eles.

Nesta Pirâmide não há hieróglifos ou murais. A única marca existente em toda a Pirâmide, e que a associa a Quéops, encontra-se na área de tensão estrutural acima da Câmara do Rei. Ali acha-se a marca do trabalhador da pedreira que está identificada com Quéops. A câmara da Rainha está posicionada no centro exato da Pirâmide, bem abaixo da câmara do Rei.

Voltemos agora a atenção para as afirmações dos místicos e dos românticos, de que a Grande Pirâmide não seria a morada eterna do Faraó Quéops. Não existem provas de que o enorme sarcófago de granito vermelho encontrado na Câmara do Rei, situada num ponto bem alto da Pirâmide, foi algum dia usado para sepultamento.

Um especialista americano disse que Quéops providenciou em segredo um funeral falso em sua Pirâmide e ordenou que seu corpo fosse sepultado em outro lugar. O corpo de Quéops jamais foi encontrado.

Entra-se na câmara por uma porta quadrada, de quase um metro. A sala conhecida como Câmara da Rainha nunca foi terminada, nem, portanto, usada. Na base da Pirâmide, ao pé de um corredor descendente, encontra-se o chamado poço. E uma câmara que alguns Arqueólogos acreditam ter sido destinada originariamente ao sepultamento do Faraó. Todavia, não há provas de que foi usada.

Se Quéops pretendia fazer da Grande Pirâmide um Templo de aprendizado e de iniciações, como muitos acreditam, não teria sido sepultado nela. Uma vez terminada, Quéops certamente angariou a veneração do Povo Egípcio.

Segundo os arqueólogos, era um Monumento totalmente diferente de qualquer outro já construído. Diz-se que o califa Al-Mamoun foi o primeiro a penetrar na Grande Pirâmide no ano 820. Não encontrou nada em seu interior, nem corpos, tesouros, ferramentas, ou inscrições hieroglíficas em parte alguma.

Tudo o que pôde descobrir foi o sarcófago vazio na Câmara do Rei. Ainda que muito tenham tentado encontrar algo no interior da Pirâmide, isto só ocorreu no ano de 1837, quando um explorador britânico, o coronel Howerd Vyse, explorou seu interior, a princípio sem encontrar nada de significativo. Mas o caminho foi aberto com pólvora através da rocha que existe em cima da Câmara do Rei, e assim, descobriram quatro câmaras fechadas, mas vazias.



Os arqueólogos afirmam que após o término da Grande Pirâmide, deixou-se um corredor de fuga, que descia até a base, para os trabalhadores

Depois que o Faraó fosse sepultado - se é que o foi — não haveria saída para os operários que estivessem dentro da Pirâmide, porque a estrutura teria sido vedada. Não seria possível que a suposta passagem de fuga fosse também usada como entrada para os que, naquela época, utilizavam a estrutura como templo de aprendizado e de iniciação?

Em seu livro "A Profecia Simbólica da Grande Pirâmide" o Dr. Harvey Spencer Lewis cita uma autoridade fidedigna, o Dr. Selim Hassan, que disse num artigo escrito em 1935: "Descobrimos uma passagem subterrânea usada pelos Egípcios há cinco mil anos. Ela passa (em ângulo reto) sob a estrada elevada que liga a segunda Pirâmide à Esfinge. Ela permite que se passe, sob a estrada elevada, do cemitério de Quéops (Khufu), para o cemitério de Quéfren (Khafra), que construiu a segunda Pirâmide. Dessa passagem subterrânea desenterramos uma série de túneis que descem mais de quarenta metros, com salas amplas e câmaras laterais".

Isto significa que essa passagem subterrânea começava na Grande Pirâmide, ou próximo dela, dirigia-se para o sul, passando pela Esfinge, que foi construída pelo Faraó que sucedeu a Quéops, ou seja, Quéfren. Não seria possível que o corredor de fuga da Grande Pirâmide, a ser usado pelos operários, alcançasse esse túnel, o qual talvez tivesse aberturas para a superfície, na esfinge ou mais adiante?

Com base nesta especulação, é fácil supor que o corredor de fuga e a passagem subterrânea fossem usados não só pelos operários, mas também, mais tarde, como entrada e saída para os estudantes e iniciados da Grande Pirâmide. Graham Hancock e seu colega escritor Robert Bauval acreditam que o verdadeiro propósito da Grande Pirâmide pode ser encontrado observando-se

em primeiro lugar as estrelas.

Devido à precessão, as constelações mudam sua posição aparente ao longo de um ciclo que demora 25.980 anos para completar-se. Reconstituindo por computador as posições das estrelas sobre as Pirâmides até 2.500 anos a.C, Bauval e Hancock observaram que um dos canais da Grande Pirâmide, orientado para o sul, apontava diretamente para a estrela Sírio (associada à deusa Ísis).

O outro canal aberto ao sul apontava para a mais baixa das três estrelas do cinturão de Orion, a constelação que acreditava-se ser a residência do deus Osíris. Bauval e Hancock acreditam que estes alinhamentos não são casuais. Os construtores das Pirâmides, segundo Bauval e Hancock, construíram a Grande Pirâmide intencionalmente de forma que seus canais interiores ficassem alinhados com algumas estrelas.

O vínculo entre as Pirâmides de Gizeh e a constelação de Orion foi fortalecido quando Bauval percebeu que a terceira e menor das Pirâmides estava fora do alinhamento das outras duas. Observando o cinturão de Orion, comprovou que suas três estrelas também estavam localizadas da mesma forma

Chegou à conclusão de que as três Pirâmides poderiam ser uma representação simbólica destas estrelas. A disposição dos três monumentos utiliza a linguagem "comum" das estrelas. Portanto, qualquer Cultura pode deduzir a função das Pirâmides de Gizeh, desde que conheça os movimentos das Estrelas.

As Pirâmides têm "coordenadas de precessões" (como os canais da Grande Pirâmide) que permitem aos pesquisadores determinar datas específicas.

Contudo, o ângulo do cinturão de Orion não coincide exatamente com a disposição de Gizeh. Bauval e Hancock comprovaram que a única época em que o cinturão de Orion coincidia exatamente com a posição das Pirâmides, foi em 10.500 a.C. Bauval e Hancock sugerem que, apesar das Pirâmides terem sido terminadas por volta de 2.500 a.C, o projeto do Complexo foi concebido 8.000 anos antes. Se foi concebido por Lucifér, não há o que estranhar.

A verdade é que os arquitetos de Gizeh construíram as Pirâmides e a Esfinge porque desejavam deixar uma marca permanente que inspirasse o desejo de investigar sua finalidade nas gerações futuras. Mas certamente esse não era o desejo de Satanás. Ele deixou alguns rastros do seu Ocultismo para trás porque não tinha alternativa! Mas escondeu como pôde a verdade por trás das Pirâmides, revelando-a somente aos seus.

O complexo de Gizeh tem ocultado salas que possuem as últimas mensagens que os construtores das Pirâmides desejavam transmitir. É possível que com o tempo nova luz seja lançada sobre o mistério da Grande Pirâmide (isso é o que o Diabo menos quer; só os Arqueólogos acham que os construtores das Pirâmides queriam que seus mistérios viessem a público!)

Um pouco sobre Quéfren - a mais famosa estátua real deste período é dele, em diorito, originária do seu Templo do Vale, em Gizeh. Ela é a incorporação da soberania divina. Sentado no trono, projeta elegância e majestade nunca vistas antes. Os detalhes do corpo enfatizam a expressão de força e estabilidade.

Essa estátua também representa a famosa tríade: Osíris, Ísis, e Hórus. Hórus é o falcão; o Trono é o sinal hieroglífico de Ísis; e o Rei representa Osíris, monarca do Mundo subterrâneo, que chegou a ser venerado como senhor de todo o Egito. Ao que parece, mais importante do que a Grande Pirâmide de Queóps, em que nada foi encontrado, Quéfren é a figura do todo-poderoso Lucifér.

Estima-se que o complexo da Pirâmide de Quéfren em Gizeh contivesse inicialmente 58 estátuas. Apenas algumas sobreviveram.

As posições designadas para 4 esfinges colossais, com mais de 8 metros de comprimento, ladeiam as entradas do Templo do Vale. Dentro do Templo do Vale havia as posições designadas para 23 estátuas do Rei, quase em tamanho natural. No Templo Funerário existiam pelo menos 7 grandes estátuas do Faraó nas câmaras internas e 12 outras, mais colossais, ao redor do pátio aberto. No Templo da Esfinge, próximo ao vale, estavam mais 10 enormes estátuas de Quéfren.

Nenhum outro Templo do Antigo Império apresentou evidências de tantas estátuas em tal escala. Acaso??? Certamente que não! Uma das estátuas de Quéfren tem patas de leão como base do trono e as laterais dele têm o característico motivo decorativo sema-tawy em relevo, o ''símbolo da união das duas terras".

O motivo é composto por duas plantas do Alto e Baixo Egito, o papiro e o lótus, cujos talos se entrelaçam ao redor do hieróglifo que representa a traquéia e o coração (Sema); com os pulmões, tudo pode ser lido como "Unidade".

A sensação de poder e força interior evocada pela face é ecoada pela poderosa musculatura, habilmente esculpida. O Templo de Quéfren, uma obra-prima da arquitetura, fica ao lado de outra grande maravilha de Quéfren - a Esfinge, guardiã do sagrado túmulo do Faraó. Satanás. Esculpida no afloramento de uma rocha, a maior estátua deste Império é a Esfinge, aos pés das montanhas do deserto, próximo ao passadiço e aos Templos do Complexo da Pirâmide de Quéfren. Havia uma passagem secreta ligando a Pirâmide à Esfinge.

Quanto a Miquerinos - está muito associado a Hathor / Anúbis....cogita-se: Astaroth? Belzebu? Só Deus sabe ao certo. Os Satanistas também.

Quanto a nós, interessa saber apenas que a estes grandes Faraós estavam associados Lucifér e os Grandes Príncipes do Inferno.

Outros detalhes interessantes:


1. Os restos arqueológicos do Novo Império foram bastante preservados, o que não aconteceu com o Antigo e Médio Impérios. Na região de Tebas (onde hoje é Luxor), no Alto Egito, os Templos e Tumbas da 18a e 20a Dinastias acumulam-se em um complexo inesquecível.

Como Centro Religioso da Nação, Karnak recebia presentes generosos dos governantes. Este era o local onde as obrigações religiosas tinham que ser honradas e as formas e símbolos do Poder real eram criados. Dar o próprio nome a uma estátua deste sítio era uma questão de orgulho para os líderes dos país.

Várias vezes, durante a história de Karnak, seus corredores e salões ficaram tão cheios de oferendas que as estátuas tiveram que ser removidas e depostas em fossos, a fim de abrir espaço para as novas peças. No começo do Século XX, arqueólogos desenterraram 17.000 estátuas de apenas um destes depósitos.
2. Cemitérios importantes desenvolveram-se ao longo da margem oeste do Nilo, a partir de Karnak. Os Faraós do Novo Império foram sepultados no Vale dos Reis, em Tumbas escavadas no fundo das rochas. Eram imensos Templos Funerários nas margens do deserto.

As Rainhas eram enterradas no Vale das Rainhas, com outros membros da família real.


3. Lembra de Akhenaton? Esse não era seu nome verdadeiro, era Amenóphis IV. Ele subiu ao trono por acaso porque seu irmão morreu jovem.

Em determinado momento, Amenóphis IV decretou que o deus sol, Aton, era o único deus verdadeiro. Foi a primeira (e única) forma de Monoteísmo que quase pôs o Egito abaixo. A rejeição de todas as divindades levou a mudanças que envolveram todos os aspectos da vida cotidiana. Isso também afetou toda a Arte Egípcia.

Atrás do Templo Imperial de Amon-Rá, em Karnak, Amenóphis IV ergueu um enorme Templo dedicado ao deus sol Aton. Ali, colossais estátuas erigidas a Aton tinham características faciais e corpóreas incomuns. Isso no meio das outras atividades do Templo de Karnak! Certamente estavam incomodando muita gente!

Essa nova religião levou a uma quebra das tradições. Amenóphis e Nefertiti, e sua Corte, abandonaram as antigas residências em Mênfis e Tebas, e o Rei mudou seu nome, que significa "Amon esta contente" para Akhenaton, que quer dizer "glória do disco solar".

Fundou sua nova capital, Amarna. Mas após sua morte, tudo foi esquecido e a fúria dos Sacerdotes bem que queriam simplesmente riscá-lo da História do Egito, o "Rei Herege".

Mas muitas das suas obras-primas sobreviveram. Nem mesmo o classicismo da era de Ramsés II foi capaz de apagar por completo a herança deixada pela arte de Amarna. No apogeu de uma cultura baseada na continuidade e na consciência inata da Tradição, sob a influência de um único governante, ocorreu um salto evolutivo e uma semelhança com conceitos que apenas os escravos Hebreus tinham... se é que ainda tinham, naquela época.

Talvez não tenha sido por acaso que Akhenaton fez o que fez. Das duas, uma: ou era louco, ou teve alguma experiência real com o Deus verdadeiro.

Coincidência ou não, seus feitos e sua história não se apagaram do Egito, e chegam hoje até nós. Realmente, pode não ter sido coincidência nenhuma... pois Deus pode se revelar a quem quiser, e quando quiser, geralmente gerando grandes mudanças de atitude, dependendo de como acontece essa revelação.

Associar o Senhor ao Sol era simplesmente a maneira que Akhenaton encontrou de glorificá-lo acima de tudo que conhecia!

Seu filho, Tutankhamon, morreu provavelmente assassinado, aos 18 anos. Assumiu muito cedo o trono, e certamente alguma coisa guardou dos ensinamentos de seu pai. Seria muito divagar a respeito dele, e acreditar que essa morte prematura - exatamente aos 18 anos — tenha algo a ver com sua crença religiosa, ainda, num Deus único?

Será que Tutankhamon recusou-se a participar de algum Rito de Iniciação, coisa fundamental para que os Demônios pudessem governar o Egito através dele?... Nesse caso, seria logo descartado, e o Sacerdote seria o incumbido de fazê-lo desaparecer, já que não queria colaborar... como o pai!
4. Os reis da 5a e 6a Dinastias construíram suas tumbas em Saqqarah e em Abusir; apesar de suas Pirâmides não serem tão famosas como as de Gizeh, elas incorporam várias inovações. O Faraó Unas, o último soberano da 5a Dinastia, cobriu as paredes das câmaras internas de sua Pirâmide com colunas verticais de Hieróglifos. Esses eram os chamados Textos das Pirâmides: uma série de Feitiços e de locuções mágicas baseadas em crenças religiosas.
5. Segundo a Irmandade, as Pirâmides foram construções cujo conhecimento foi liberado gradativamente aos Egípcios. A função delas não era pura e simplesmente servir de Câmara Mortuária, aliás, esse era o menor dos objetivos dos Demônios.

Essa talvez tenha sido a maneira de enganar o homem e facilitar seu trabalho, pois os Egípcios tinham grandes "promessas" em relação à vida eterna, tão diferente das crenças Mesopotâmicas. Naturalmente que tais crenças foram incutidas pelos demônios.

Portanto, os Faraós tinham de ter uma morada eterna digna do seu posto em vida. Essa foi a parte do engano. A parte verdadeira foi a abertura de segredos da Alta Magia.

O objetivo principal daquelas construções era a liberação de energia suficiente, através de sacrifícios humanos, para abrir "Portais ou Janelas Dimensionais" (veremos logo em seguida). Se os Demônios tinham que revelar o motivo oculto por trás das construções a alguns poucos determinados, a verdade é que tinham que prometer algo em troca. Talvez o mesmo que prometem hoje: vida eterna na "casa do verdadeiro pai".


6. As Pirâmides estavam posicionadas de uma forma tal — segundo a Irmandade - para direcionar uma grande Energia Cósmica. Dessa maneira poderiam abrir os "Portais Dimensionais". Como percebemos, as Pirâmides são ricas em detalhes numéricos; e nada disso é por acaso! Foi uma revelação do Inferno.

Os Egípcios tinham um conhecimento Matemático, Astronômico e Astrológico muito grande, dado por Entidades. Esse último detalhe a História não diz, mas os arquivos da Irmandade, sim. Evidentemente, isso não tinha intenção nenhuma de ser repassado fora das seitas secretas dos verdadeiros adoradores de Lucifér.

O conhecimento se perpetuou de maneira obscura, oculta, e nada do que era realmente importante, o verdadeiro objetivo das Pirâmides, não deveria ser revelado ao Mundo. No Egito, os Faraós e altos escalões de Sacerdotes foram os incumbidos de receber e repassar as informações segundo as diretrizes dos Demônios. E, é claro, nem todos os Faraós nem todos os Sacerdotes foram escolhidos para receber a revelação. Satanás também tem seus escolhidos.
7. Satanás investiu no Egito, e, também segundo os Satanistas, o Egito o recebeu de braços abertos! Vamos tentar entender um pouco as datas, ainda que nos seja bastante difícil encontrar os momentos-chave desta tentativa do Diabo de preparar um Povo forte o suficiente para dar cabo do "Povo numeroso como as estrelas do Céu" que Deus ainda nem sequer tinha criado.

Mas havia a promessa... havia agora não só a promessa de Gn. 3: 15, mas também a promessa feita a Abraão, que morava em Ur, na Mesopotâmia. Naquela época de guerras e conquistas, não era errado pensar assim. Por mais forte que pudesse vir a ser esse Povo de Deus... ia levar um tempo enorme!!!

Talvez fosse possível a Satanás quebrar os alicerces deles antes que viessem a constituir ameaça. Veja que foi exatamente isso que ele tentou fazer. Para entendermos um pouco desse "Jogo de Xadrez" entre o Bem e o Mal, voltemos um pouco à história Bíblica.

Nesse tempo da 4a Dinastia, no tempo em que se construíram as Pirâmides e o Egito despontou, a Nação de Israel ainda não existia, a personificação da "desgraça" de Satanás estava muito, muito longe ainda

Para você ter uma idéia, Moisés somente viria a nascer na 19a Dinastia, centenas de Séculos mais tarde. Mas era bom para o Diabo sair na frente, como comentamos pouco antes. Ele sabia que o Deus de Abraão havia prometido fazer dele uma "numerosa Nação, como as estrelas do Céu, e, nele seriam benditas todas as famílias da Terra".

O tal Descendente tinha que vir daí, só podia ser, claro! Ele ficou à espreita. Sobrenaturalmente Sara, que era idosa, concebeu. Depois, Rebecca e Raquel, estéreis também, da mesma forma, conceberam. Abraão - além da promessa, e da aliança firmada entre ele e Deus — tinha uma marca espiritual.

"Coisa engraçada", deve ter pensado o Diabo.... "A mesma marca que tinha aquele Noé. Será acaso?". Não!!! Ele sabia melhor que ninguém que o Senhor dos Exércitos não trabalhava ao acaso.

Então, percebeu que o mais novo dos gêmeos de Rebecca, Jacó, também tinha o "Selo". Era preciso tomar uma atitude! Noé foi escolhido para salvar a Raça Humana da destruição... Abraão tinha uma promessa indescritível, e o Senhor firmara com ele uma aliança indissolúvel... que estava reservado para esse outro aí? O chato do Jacó, cuja personalidade de "espertinho" logo foi detectada por Satanás. Com este, não se perdeu mais tempo. "Melhor dar uma "desviada de rumo nesse cara", raciocinou Lucifér. "Antes que ele venha a ser mais um responsável por alguma desgraça para o meu lado!".

A família tinha problemas, partidarismos entre os filhos, não foi difícil que aquele plano louco de enganar Isaque em relação à bênção da primogenitura tenha partido da própria Rebecca, e Jacó aceitou. Satanás conhecia a personalidade feminina, conhecia Rebecca. Conhecia também o caráter de Jacó e o de Esaú. Creio que a intenção de Satanás fosse mesmo que Esaú fizesse o que fez Caim, e matasse Jacó.

Talvez o tivesse feito, realmente, se Jacó não fosse afastado da família, fugido, e não desse mais as caras. Rebecca e Jacó não precisariam ter feito isso... era dele a bênção, pois Deus escolhe quem quer, e na Sua Onisciência, sabia que Esaú pouco se importaria com ela. A deixa para destruir por completo aquela família já desestruturada foi o "golpe baixo" tramado entre mãe e filho.

Foi o que terminou por desmoronar os relacionamentos. Jacó teve que fugir e trabalhou durante 20 anos. A rixa entre ele e o irmão bem poderia ter sido a chance de Satanás interromper o processo de Deus; afinal, ele não poderia saber o que se passava na mente de Deus. Fez o que pôde para "melar" tudo, mas não contava que era exatamente necessário Jacó passar pelo que passou, sendo humilhado e enganado, para que seu caráter fosse lapidado.

Então, em dado momento da História, Jacó toma tudo o que é seu, suas mulheres, filhos, suas riquezas, e pega o caminho de casa. Foi nesse momento que atravessou o Vau de Jaboque, foi vitorioso, persistiu, queria ser abençoado, tinha se arrependido, tinha mudado de caráter.

Então o Anjo do Senhor, nesse caso, uma Teofania mesmo, troca-lhe o nome e marca-lhe a coxa; sinal de que seu caminhar nunca mais será o mesmo. Ou seja... contra todas as probabilidades naturais lá estava Jacó, restaurado com Esaú... e com seus montes de filhos... e o mais novo deles com aquele Selo!!! Não era possível!!!!! O que viria desta vez? Era hora de jogar sujo de verdade!

"Bem... chega de graça!!!"

Certamente foi o pensamento do Inimigo. Não sabemos em que momento da infância de José, se pelo que ele mesmo falou a respeito dos sonhos que tinha, aos quatro ventos, ou se pela falta de sabedoria dos pais, a verdade é que o seu "Selo Espiritual" foi identificado. José foi identificado por Satanás e, logicamente, "jogar pesado" era realmente acabar com a vida de José.

Não havia lugar melhor, terra mais propícia, onde ele e seus Demônios reinavam com mais liberdade do que em qualquer outro lugar do que... o Egito! Nada de ficar em casa de parentes distantes. O intento de Lucifér era levar José para o Egito e destruí-lo ali.

Apesar de sua aliança com Faraós e Sacerdotes, Lucifér não tinha ainda revelado a ninguém, a nenhum homem, o mecanismo que fazia com que se pudesse prever e descobrir onde estavam estas pessoas "marcadas". Mesmo porque, ele mesmo só começou a entender isso melhor pela observação. Parecia haver um padrão... logo ele descobriria perfeitamente.

Mas, a despeito disso, diante de mais aquele "garotinho" com uma marca espiritual semelhante às que já tinha visto, o Egito era a Nação perfeita, já tinha poderes suficientes e, em breve, as pessoas certas seriam usadas para dar cabo daquele "serzinho arrogante" que era José, o mimado, com sua túnica talar de mangas largas,

Usando do ódio lentamente fomentado entre os irmãos, da típica inveja de Caim, do orgulho ferido e da falta de sabedoria dos pais, chegou o momento certo. Satanás usou de sua ira monstruosa sobre os irmãos de José. Não foi nada no impulso; como Caim, tudo foi muito bem premeditado. O dia passou, a noite chegou, e eles não tinham mudado de idéia. Com extrema frieza, venderam seu irmão caçula, um adolescente de 17 anos, aos mercadores Midianitas.

Até parece que Satanás ignorava o destino daqueles homens.

José foi parar exatamente onde devia: no Egito. Porém Deus era com ele, de modo que prosperou na casa de Potifar, oficial de Faraó, Comandante da Guarda Egípcia. E, de escravo puro e simples, foi abençoado e passou a ser o Mordomo da casa, e tudo quanto Potifar tinha passou às suas mãos. Obvio que não era esse o plano de Satanás. " Mas que droga, droga, droga!".

Então, observando, quem ele viu que poderia servir-lhe aos intentos? Claro! A mulher de Potifar! Todos conhecemos a história. Fica cada vez mais claro que a intenção do Maligno era realmente matar José... foi literalmente por milagre que ele foi parar na Prisão.

Ponto para o Diabo, mas ele não sabia, novamente, que José precisava passar por tudo aquilo para aprender a humildade e a dependência do Senhor. Julgando-se vitorioso, e tendo o Selado de Deus aprisionado no Egito, aparentemente Satanás não tinha motivos de preocupação: "Agora esse idiota vai morrer aqui... mas bem que já podia estar morto de uma vez!".

José só saiu da prisão quando estava pronto para assumir o lugar que lhe cabia, e estabelecer o propósito de Deus em sua vida. Aos 30 anos. Mas que destino! Com absoluta certeza o Diabo foi tomado de completa surpresa e indignação diante da reviravolta incrível. O plano de Deus continuava indo adiante, a despeito de seus esforços. Governador do Egito! Era o fim...

A Irmandade admite que, nesse momento, eles perderam um pouco o controle da situação... que "humildes", eles, hein? Mas, como eles também dizem, logo tudo voltou ao normal. Isto é: a situação veio a ser do domínio deles outra vez.

A partir daí, fico a pensar nos sete anos de fome, fico a pensar em quem os causo... se Deus, para forçar a família de José a ir procurar alimento no Egito; ou se Satanás, sabendo que José não perdoaria os irmãos quando se deparasse com eles, e o seu rancor e desejo de vingança fariam com que lhes negasse ajuda, levando-os a perecer e acabando por ali mesmo com os planos de Deus.

Seja do jeito que for, José fracassou na primeira tentativa de perdoar a seus algozes. Nenhum de nós pode imaginar o que aquele jovem sofreu, o drama emocional que viveu, sendo expulso da família com tanto ódio e indo cair em terra estranha, vivendo como prisioneiro.

Mesmo gozando da mercê de Deus, que o fazia prosperar, mesmo na prisão, é impossível conhecer os recônditos mais profundos do coração e da alma de José. Foi somente na segunda tentativa que ele, enfim, conseguiu liberar genuíno perdão.

A família de Jacó estava salva! E, dentro do Egito! Setenta pessoas indesejáveis usufruindo o melhor da terra, e com a proteção do Faraó. Imagino o quanto Satanás e os Demônios não se alvoroçaram com o ocorrido.

Depois da chegada da família de José ao Egito, a urgência tornou-se ainda maior. Realmente alguma providência tinha de ser tomada, e logo, depois de tantos fracassos: o nascimento sobrenatural de Isaque, o não sacrifício no Monte, a reconciliação de Esaú e Jacó e não o assassinato deste pelo mais velho; e, pior do que tudo, José não morreu, mas tornou-se o "Poderoso Chefão" e trouxe a família toda para usufruir o melhor da terra do Egito.

Agora Lucifér tinha que correr, pois os Israelitas se multiplicavam com rapidez. Assim, também com rapidez começou a procurar e manipular homens no Egito, envolvê-los mais profundamente com os Poderes das Trevas, para que pudesse passar mais revelação de si mesmo. Ele precisava dos homens para agir, e logo você vai entender melhor por quê.

Os Demônios sabiam - ou, pelo menos, tinham quase certeza, pelo conhecimento da "Chave de Tempo" (estudo do Selo Espiritual, aguarde!) -, que Moisés nasceria. Quer dizer, não sabiam que Moisés nasceria, mas pela padronagem observada, ainda que em pequena amostra, sabiam que havia grande probabilidade de alguém "Selado", "Escolhido", "Marcado" nascer num momento que eles podiam prever. Por enquanto, mesmo sem entender, apenas creia neste dado.

Foi nesse período, então, motivados pelo crescimento dos Judeus, que o Diabo adiantou-se em investir nas alianças com os Espíritos Territoriais. Não havia tempo a perder! Era preciso que eles estivessem precavidos, pois o Povo escolhido por Deus ali estava, e se multiplicando!... Mas talvez não fosse somente a "Chave de Tempo", ainda pouco desenvolvida... talvez os Demônios desconfiassem de algo também porque Deus tinha avisado a Abraão que sua descendência seria peregrina em terra estranha durante 400 anos, sendo reduzida à escravidão; mas depois sairia dali com grandes riquezas (Gn 15.13-14).

Se Deus permitiu a Satanás saber destas promessas, ou se foi a pura observação que o levou a descobrir quem eram os escolhidos do Senhor, os precursores da grande e numerosa Nação, realmente não podemos afirmar com certeza. Mas o desenrolar da história, como você mesmo pode perceber, não ocorre ao acaso. Fica patente que o Inimigo sabia que o Povo de Deus era aquele Povo. E — repare - muito antes do Povo ser Povo, desde o tempo em que não passavam de meras famílias de desconhecidos, uma poeira no meio do Mundo. E quando não ofereciam grandes Rituais ou tinham grandes relacionamentos com Deus, no sentido de que isso pudesse chamar a atenção.

Indo adiante: o Diabo já tinha revelado vários de seus segredos mais íntimos para ganhar Poder e, manipulando pessoas - Faraós e Sacerdotes — impedisse o crescimento daquele Povo a qualquer custo. Que segredos eram esses? Aqueles que nós já dissemos que somente os Altos Escalões de Sacerdotes de hoje têm acesso. Por exemplo, os Mapas Astrológicos; a "Chave de Tempo", ainda que um pouco rudimentar, talvez; as dimensões das Pirâmides, e o seu principal uso; Ritos e Cerimônias para Abertura de "Portais ou Janelas Dimensionais", bem como a localização destes pontos no Globo (tudo isso será explicado a seguir); Numerologia, Poções e Ungüentos para Magia; etc.

As serpentes, em especial, tinham profundo significado no preparo das Poções e Ungüentos. Havia pessoas especialistas em lidar com elas, que moravam nos desertos e saíam em momentos determinados para buscá-las. O veneno era extraído com o intuito de se fazerem medicamentos, era para uso da Medicina da época.

Mas essa não é a verdade toda, do mesmo jeito que as Pirâmides não são somente câmaras Mortuárias. Além de serem um símbolo de Lucifér, o veneno das serpentes era muito importante para o preparo destas Poções Mágicas, e são ainda utilizados pela Irmandade até hoje; o veneno de serpente pode provocar torpor e são alucinógenos, especialmente quando misturados com algumas ervas; causam todo tipo de alterações orgânicas, principalmente do Sistema Nervoso Central e do metabolismo.

Feito isso, e bem preparados os Grandes do Egito, qual foi o próximo passo do Inferno? Transformá-los em escravos. Era um tudo ou nada! Aquele

povo estava numeroso demais, e se escapasse dali...? Haveria de vir um libertador... então, para garantir que o libertador não vivesse, era preciso usar de mais uma artimanha bem diabólica.

O Libertador haveria certamente de ter um Selo... os 400 anos iam findando. Bem, ele teria que matar os meninos Hebreus. Para isso, tinha que contar com alguém "dos seus". Ótimo que aquele desvairado Akhenaton e seu filho Tutankhamon já tinham sido recentemente dizimados, não eram colaboradores de Satanás. Contudo, logo veio um que era, um que concordaria em decretar aquela carnificina.

Os meninos foram mortos. E veja só como o Diabo foi preciso... dentre aqueles milhares de crianças, e em todos os anos que os Hebreus se multiplicaram, a determinação da morte aconteceu exatamente na época em que Moisés deveria nascer; não foi quando ele já tinha cinco anos, ou dez anos, um "chute no escuro", não... foi precisamente no ano do seu nascimento!

Isso prova que eles sabiam que um "Selado" ia nascer naquele ano, naqueles dias, e talvez fosse o tal Libertador! Era preciso cortar o mal pela raiz. Observe a precisão da Chave de Tempo e das associações Astrológicas e Numerológicas.

Como as datas são incertas, temos que partir da frente, do momento do Êxodo, e voltar um pouco para conseguir entender a cronologia e descobrir qual foi o Faraó responsável por esse terrível decreto.

Sabemos que Moisés e Ramsés II foram contemporâneos, tendo praticamente a mesma idade; acredita-se, inclusive, que foram bastante amigos.

O pai de Ramsés II foi Seth I, e, antes dele, quem governou foi Ramsés I.

Ramsés II assumiu o Trono do Egito muito jovem, com 17 para 18 anos, e governou durante quase 67 anos (1290 - 1224 a.C). É passível de aceitar que Moisés tenha, igualmente, permanecido no Egito de seus 17, 18 anos (quando Ramsés II já era Faraó), até os 40. Isso dá um período de 23 anos.

Moisés permaneceu no deserto durante 40 anos, voltando então ao Egito pelo mandato do Senhor . Ramsés II estava, portanto no 63° ano de seu reinado. Algo perfeitamente compatível tanto com a História quanto com a Bíblia.

Sabemos que entre a benfeitoria de José, trazendo seus familiares ao Egito, e o nascimento de Moisés passam-se cerca de 400 anos.

Se Ramsés II assumiu o trono com cerca de 17 anos, em 1290 a.C, isso quer dizer que ele nasceu mais ou menos em 1307 a.C. (1307 - 1290 = 17 anos); o mesmo acontece com Moisés. Provavelmente Moisés nasceu neste mesmo ano, 1307 a.C.

Portanto, a matança dos filhos dos Hebreus deve ter acontecido por volta de 1307 a.C, um pouco antes, ou um pouco depois disso. Pode, portanto, ser atribuída a Horemreb (General da época de Tutankhamon, cujo último ano de reinado foi em 1307 a.C. Mas também pode ser atribuída a Ramsés I.

Ramsés I, "estranhamente", reinou apenas um ano, e meu palpite é que ele foi o "homem".

Quase nada se sabe sobre ele, os registros são poucos, praticamente a única coisa que sabemos é que foi o pai de Seth I e avô de Ramsés II. E reinou mesmo muito pouco! Deus pesou MESMO a Sua Mão!!!

Se tirarmos mais ou menos 400 anos desta data, temos indiretamente o momento em que o Povo Hebreu foi feito escravo, o ano de 1707 a.C., (um pouco antes ou um pouco depois) por terem atingido grande número, maior e mais forte do que o dos Egípcios (Ex 1.1-14).

Só que não sabemos quanto tempo passou desde que aqueles 70, a família de José, chegaram, e o momento da escravidão. Mas não deve ter sido muito pouco tempo, pois já eram mais numerosos que os Egípcios.

Será que os 400 anos em que Deus disse que seriam "peregrinos em terra estranha" se deu depois do momento da escravidão? Se assim fosse, teríamos que tirar mais 400 anos a partir de mais ou menos 1707 a.C, caindo em torno do ano de 2107 a.C, ano em que os Israelitas chegaram, quando José tinha 44 anos (assumiu seu posto com 30 anos, depois houve mais 7 anos de abundância e 7 anos de fome).

Talvez José tenha nascido em torno de 2151 a.C, e entrou no Egito em 2134 a.C, na 11a Dinastia. Admitindo os erros de cálculo por falta de dados, assumirei que ele chegou durante o reinado de Intef II, ou seja, apenas 16 anos depois dos nosso cálculos, em 2118 a.C. O período de reinado deste Faraó se encaixa com os longos anos que José passou no Egito, e a Bíblia não relata mudança de Rei. Esse Faraó, Intef II reinou até 2069 a.C., ou seja, 49 anos.

Se José chegou ali com 17 anos, e foi feito Governador aos 30, e conviveu com esse mesmo Faraó até pelo menos os 45 anos, tudo se encaixa perfeitamente, pois nisso se passam somente 27 anos do reinado de Intef II.

Mas "José à parte", um dado muito interessante e que completa nosso estudo é o seguinte: a chamada "Estela de Israel", feita de granito cinza, e exposta no Museu do Cairo. Usada pelos Faraós Amenóphis III e Merneptah em seus Templos Funerários, traz consigo diversas inscrições.

Merneptah retirou-a do Templo de seu predecessor, usando boa parte do material do antigo Templo Funerário para construção do seu. Amenóphis III fez suas inscrições, mas a de Merneptah se baseia em momentos de sua história de vitórias. A lista inclui vários povos e lugares do litoral Sírio e Palestino, dentre os quais está a primeira menção feita à Nação de Israel, que segundo relato, foi completamente destruída — "sua semente não mais existe".

Nos anos posteriores à descoberta da Estela, esta era a única evidência de identificação de Merneptah como Faraó, e a única citação do Êxodo do Povo de Israel, que partiu do Egito. Detalhe interessantíssimo e que comprova nossas contas cronológicas: esse Faraó foi o sucessor de Ramsés II !

É claro que depois da saída dos Israelitas, e da derrocada no Mar Vermelho, não souberam mais o que deles foi feito. Não me espanta que o Diabo tenha dito que eles pereceram, e deu a direção daquela sugestiva frase de Merneptah, de que "a semente deles estava extinta"... quem iria dizer o contrário?

Sabemos que a História pouco ou quase nada fala sobre o Êxodo... a derrota de Satanás foi tão humilhante que ele procurou apagá-la dos relatos que o Homem conhece.

A Irmandade procura apagar vestígios que possam fortalecer o Povo de Deus; contudo, não negam a existência de Moisés, nem o fato de que ele sobreviveu à matança dos filhos dos Hebreus. Depois disso, com relação às dez pragas e à saída do Egito, são pouco convincentes e evitam falar muito. Fato é que todos aqueles Principados, Espíritos Territoriais convidados a ficar e a governar a terra do Egito foram confrontados, um a um.

Não se sabe quanto tempo levou isso, mas se Moisés regressou ao Egito no 63° ano do reinado de Ramsés II, ele veio a morrer pouco depois. E toda essa impressionante história ficou na cabeça de Merneptah, o sucessor, que relatou alguma coisa em sua Estela.

Embora as datas de nascimento de José e Moisés não sejam condizentes com a Cronologia Histórica Bíblica, prefiro usar de dois fatores Históricos inquestionáveis para determinar as datas que citei:
• A primeira evidência é que o Faraó foi contemporâneo a Moisés, e presumivelmente amigo deste, já que Moisés foi criado pela filha do Faraó Seth I, é Ramsés II.
• A outra evidência, e que se encaixa com esta em termos de datas, é a "Estela de Israel", que deve ter ficado esquecida na História e chegou até nossos dias.
Estas evidências são fundamentais por serem Históricas, mas há outras, menos diretas, menos aparentes, mas que demonstravam o desejo de Satanás de engrandecer o Egito o mais possível, porque sabia que poderia haver um confronto.

Embora os meninos tenham sido mortos.... será que justo aquele escapou? Não se via mais rastro dele em canto algum, mas era bom "pecar pelo excesso". Repare, então, que o Egito na época de Ramsés II, cria cada vez mais o esplendor, a glória e a magnificência que se pressupõe que o Reino mais Poderoso da Terra tivesse.

Realmente Ramsés II fez do Egito, naquela época, algo grandioso. Isso não apenas politicamente falando, mas pelo programa de construções sem precedentes, cuja finalidade era exaltar a figura do Rei e a Realeza.

A arte no período de Ramsés II era colossal; tudo tinha que ser enorme e espetacular. Nenhum outro Faraó construiu tanto quanto ele. Tudo tinha que surpreender e ser repleto de ornamentos e significados. Os Templos encomendados por Ramsés apresentavam efeitos visuais e perspectivas estranhas, modernas, diferentes. Quem visita a Sala Hipostila no Templo de Amon-Rá, em Karnak, sente-se como um inseto numa floresta de rocha.

O Ramesseum é completamente surpreendente pela variação contínua das estruturas, num jogo arquitetônico cuja única regra é evitar a repetição e a simetria. O monumento mais característico do período é o seu Grande Templo, em Abu-Simbel. Sua característica mais impressionante não é visível de imediato ao espectador. O Templo é baseado em um plano "telescópico" típico, com uma série de corredores decrescentes e muitos Templos ao ar livre. Ainda assim, este relicário foi desenvolvido na verdade dentro da encosta de uma montanha. Esta forma de interiorização quase esconde a mensagem transmitida como um todo pela estrutura. Não é pura obra do acaso!

Raciocine um pouco - quando Moisés fugiu do Egito, depois de matar um Egípcio por causa de um Judeu, não foi difícil ao Reino Espiritual finalmente perceber que ele era ele ! O Selado de Deus que durante 40 anos usufruiu o Egito e de seus conhecimentos sem ter sido notado!!! Mas o Selado tinha fugido, tinha sido demais para ele, estava confuso demais. Não voltaria. Morreria no deserto. Desapareceria do mapa! Mais um motivo porque não nos causa admiração que o período de reinado de Ramsés II tenha sido marcado por tornar o Egito uma Nação ainda mais invejável, com suas fronteiras muito bem posicionadas e grandiosidade por todos os lados. Se aquele indivíduo voltasse... teria muito o que enfrentar!

Como já dissemos, por mais que a Babilônia tenha sido um lugar mundano, não se fala ali numa guerra de Poderes como a que seria travada no Egito. Embora os Imperadores Romanos tenham sido instrumentos de Satanás na perseguição do Povo de Deus, não houve ali, em momento algum, tamanha manifestação do sobrenatural do Inferno quanto no confronto do Egito. Os Romanos se destacam pela sua maldade no âmbito humano, natural... mas não na Magia. Claro que eram instigados pelo Inferno, eram instrumentos do Maligno... mas não tinham a famosa "aliança"; não eram filhos do Fogo e portanto a eles não foi dado o conhecimento da Alta Magia que os Egípcios receberam.

Quando Moisés retornou — justamente quem! — o confronto não foi pequeno, mostrando a dureza do Faraó (mais do que convencido da sua supremacia) e o poderio dos Bruxos do Egito. Nove Principados e o próprio Lucifér teriam de ser derrotados durante o terrível confronto. Em nenhum outro local da Bíblia é narrado tão grande guerra entre os Poderes Espirituais!

Sabendo que, teologicamente, a figura do Faraó personifica Satanás, não é de causar espanto que ele "deitou e rolou". Não somente no momento do confronto em si, mas desde antes. Usando de uma mesma família, exatamente como aconteceu com a família de Queóps, Lucifér usou Ramsés I para extirpar os descendentes homens dos Hebreus, e depois usou Seth I e Ramsés II para piorar a vida dos escravos, especialmente Ramsés II, no momento do confronto.

Assim, os Israelitas estavam ali, prisioneiros de uma Poderosa Nação. A perda de controle momentâneo vivida no tempo de José estava mais do que recuperada.

Não deixa de ser o que a Irmandade faz hoje com as Igrejas. Podem crescer, desde que não incomodem, sejam inoperantes. Como escravos, os Judeus eram totalmente inoperantes. O Diabo não conseguiu impedir a formação daquele Povo, mas podia impedir que eles atrapalhassem. Ele tinha um Povo mais forte para contê-los! A estratégia não mudou muito... as Igrejas podem existir, podem até ser grandes, bem grandes... mas estando quietinhas, submissas... sem verem a realidade, sem conhecerem realmente o Deus a quem pensam servir.... tudo bem!

Quando Moisés confrontou os Poderes das Trevas, já haviam abertas 10 Janelas Dimensionais, um número sugestivo que faz alusão ao próprio Governo do final dos Tempos. Satanás estava preparado e terminantemente disposto a não ceder, deixando o Povo ir. Somente no Egito houve um cenário destes... somente o Egito aprisionou como escravos o Povo de Deus por 400 anos... somente o Egito foi o causador de tamanho infanticídio, momento no qual Moisés é lançado no rio, dentro do cesto. Ramsés II, da mesma forma, era o sujeito ideal naquele instante; afinal tinha sido forjado para tal, preparado ao longo da sua história.

Como seu pai, Seth, segundo os Egípcios encarnação deste deus, que era uma personificação de um ser maligno, Ramsés II também foi consagrado para tornar-se um filho do Fogo. Seth, mesmo sendo personificação do Mal... uma vez aliançado com o Mal, uma vez que o Mal estava ao lado dele... como escudo, como protetor... então ele já não é mau, mas bom (é como andar com um Pit Bull na rua, um cão tido pela maioria como cruel; mas, como ele está ao seu lado, então... ele o defende!).

Por isso, Seth não era considerado um Faraó ruim, ao contrário.

Quanto ao seu filho Ramsés, que somente conheceu o pai aos 14 anos, segundo o protocolo Faraônico, contra todos os princípios da Hierarquia, herdou o Trono no lugar de seu irmão mais velho. Ele foi o escolhido dos Demônios!

Certamente eram enormes o seu orgulho e altivez, o típico homem que não receberia ordens de ninguém, muito menos depois de tudo o que realizou no Egito, dos constantes Rituais Secretos dos quais participou... e participava periodicamente. Sabendo-se encarnação do deus mais poderoso - no seu entender -, fosse o nome que fosse o desse pretenso deus, a verdade é que a aliança de Ramsés, ao longo dos anos e do seu mergulho mais e mais profundo no Abismo, era com o próprio Lucifér. Nem poderia ser diferente, num momento crítico como este.

Perceba também o poder dos Sacerdotes, os Magos e Feiticeiros do Faraó, que fizeram grandes proezas também; não se tratava de uma Magia qualquer, Magia esta que não é descrita na Bíblia com tantos detalhes em nenhum momento. Enquanto Moisés, pelo Poder de Deus, não derrotou todos os

Principados, uma a um... o Povo não pôde sair.

Antes de enfrentar o próprio Satanás, na noite da morte dos Primogênitos, cada um dos Batedores Demoníacos, os quatro Grandes Príncipes e mais cinco poderosos Principados já tinham sido postos de escanteio. Quando os primogênitos morreram, inclusive o do Faraó - encarado como personificação de "deus" - era como se o Senhor estivesse dizendo a ele, e ao Diabo: "Você se julga deus... mas não pode dar Vida!"

Nem mesmo quando Israel, já como Nação e conquistando outros povos, era orientado por Deus a NÃO ADERIR aos seus deuses, não há confronto igual pois nenhum daqueles Povos tinha o porte do Egito, pois Satanás não tinha apostado neles, mas no Egito.....

A verdade é uma só: se o Povo escapasse dali... já era! Seria muito, muito mais difícil contê-lo depois. Mas, quem conhece a História de Israel, sabe quantas vitórias Satanás teve sobre ele; contaminou o coração dos príncipes, que ao darem com os filhos de Anaque em Jericó, perderam a bênção da Terra Prometida. Quarenta anos se passaram até que todos perecessem no deserto. Deus quase os destruiu, pois estavam a adorar o bezerro de ouro, como tinham aprendido a fazer, no Egito; não fosse a intercessão de Moisés...

Mais tarde, os Reis foram contaminados, houve muitos governantes de Israel que fizeram, mal, muito mal diante de Deus, levando o Povo a pecar, adorar os Demônios novamente. Mataram os verdadeiros Profetas do Senhor, foram de dura cerviz, desobedientes. Finalmente, o Reino foi dividido; e a casa dividida não prevalece. Israel e Judá passaram pelos Exílios. Israel nunca mais retornou, sua linhagem perdeu-se para sempre. Os exilados de Judá reconstruíram o Templo, mas este já não tinha a mesma Glória do templo Salomão. Mais tarde, dominados pelo Império Romano, recusaram o Messias....

Não é pequeno o Poder do Inimigo. Naquele tempo, no Egito, somente um Homem recebeu o Poder de Deus para enfrentar tamanha Batalha: Moisés, predestinado para ser o Libertador de seu Povo. A derrota dos Egípcios e de Satanás só aconteceu porque Moisés era a pessoas certa, que foi no tempo certo, e fez a coisa certa. Nosso relato, de maneira alguma, pretende ser um discurso triunfalista!

Vamos ver um pouquinho mais sobre os Egípcios, só um pouquinho. Embora o autor a quem pedimos uma ajudazinha não tenha tido nenhuma intenção em falar do Diabo, selecionamos um trecho relativamente pequeno (diante de um conjunto de 5 livros inteiros) para que você entenda melhor tudo o que explicamos até aqui. Leia os trechos com atenção:


1   ...   12   13   14   15   16   17   18   19   ...   33


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal