Dilemas que a sociedade israelense enfrentou e ainda enfrenta Instituto: Escola Bami Marc Chagall



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Reshet.il


Projeto “Shituf”

Dilemas que a sociedade israelense enfrentou e ainda enfrenta

Instituto: Escola Bami Marc Chagall


Buenos Aires - Argentina
Diretora Institucional: Batia Wigutow

Movilá: Débora Feder

Docentes: Débora Feder

Malka Susskind

Tutora metodológica: Ester Malbergier

Tutor de conteúdos: Gabriel Ben Tasgal
Diretora dos projetos "Shituf" e "Reshet.il": Gaby Kleiman
Com o apoio de
"Keren Pincus” para a Educação Judaica na Diáspora, Israel

e do "Projeto Jail"



Racional: “Por quê?” “Para quê?”
Apresentação do tema:

O tema escolhido é “Os dilemas na sociedade israelense".

Para abordar o tema decidimos trabalhar três dilemas que surgiram em diferentes momentos de Medinat Israel.

De que modo foram resolvidos ou não estes dilemas e quais foram os custos e os efeitos produzidos por eles.
Para poder entender o tema que será abordado é necessário definir e esclarecer:


  1. Conceitos e classificação dos dilemas.

  2. Apresentação de uma situação dilemática como exemplo.

  3. Descrição do contexto histórico no qual surgiram os três dilemas que serão abordados nesta unidade e que tiveram que ser enfrentados pelo governo de Medinat Israel.


Dilema:

Situação da qual é difícil sair porque oferece uma ou mais soluções.


O que são os dilemas morais?

Um dilema moral é uma narração breve, uma história na qual é apresentada uma situação possível no âmbito da realidade, mas conflituosa a nível moral e que pede aos ouvintes ou uma solução do conflito ou uma análise da solução escolhida pelo protagonista da história. Geralmente, a situação apresenta uma escolha em disjunção: o protagonista se encontra face a uma situação decisiva ante a qual só existem duas e nada mais que duas opções (A) ou (B), sendo ambas as soluções igualmente exequíveis e defensáveis. O indivíduo se encontra diante de uma verdadeira e inevitável “situação dilemática”.




WIKIPÉDIA

Resolução de dilemas morais

Os dilemas morais mostram uma série de atos humanos cujo julgamento depende de uma escala de valores. Tanto a psicologia como a ética, como ciências da conduta humana, podem nos orientar e ajudar na tomada de uma decisão baseada no que denominamos decisões universais.


Destinatários da unidade:

Alunos da Escola Bami-Marc Chagall do 6º e 7º graus.


Supostos:

Consideramos que a vida cotidiana constantemente nos apresenta dilemas morais para resolver, e os adolescentes aos quais está destinada esta unidade enfrentam o desafio de diferentes dilemas morais que são influenciados pelo contexto cultural, social, econômico e ético ao qual pertencem.

É interessante colocar os alunos em situações de dilemas onde deverão razoar, justificar, assumir posições e escutar os outros para poder resolver diferentes situações, treinando-os para seu futuro como cidadãos pensantes e responsáveis e como judeus comprometidos com os valores do judaísmo e com o estado de Israel.

Esta será uma forma para que os alunos conheçam a realidade israelense através dos dilemas.


Objetivos:

Que os alunos:



  • Conheçam diferentes modos em que a sociedade israelense enfrenta situações de dilemáticas.

  • Possam diferenciar Israel “real” de Israel “mítico”.

  • Possam conhecer a história contemporânea através de como seus líderes enfrentaram as situações dilemáticas atuais e históricas da sociedade israelense e da política.

  • Possam identificar-se com alguns valores da sociedade israelense, como por exemplo: o compromisso, a superação, o esforço, o trabalho em equipe, a solidariedade, etc.

  • Possam se comprometer com os valores do Judaísmo e em particular com o valor da vida como o valor supremo, “Ubajarta Bajaim”.


Eixo / Princípio Organizador da unidade:

São alguns dilemas morais que surgiram na história de Medinat Israel e na atualidade.


Modalidade de trabalho:

Os alunos deverão analisar os três dilemas apresentados durante as aulas.

Os dilemas serão apresentados através de textos, imagens, desenhos, fragmentos de programas de TV.

O professor garantirá a compreensão do dilema dirigindo perguntas sobre seu conteúdo ao grupo.

Será estimulada a tomada de posição individual face ao dilema, argumentando razões que justifiquem a alternativa escolhida.

Será tentado criar um clima no qual os alunos intervenham e possam argumentar suas posições.

Os alunos trabalharão em pequenos grupos para propiciar a expressão da própria opinião e a escuta das diferentes posturas, e será orientado a produzir e examinar razões que justifiquem cada uma das posturas.

Depois, será feita uma apresentação das produções para a turma. Serão introduzidos aspectos não observados pelos grupos e os alunos serão orientados para calcular as consequências de cada opção.

Por último, os alunos escreverão se a postura final do grupo que foi adotada após o debate com a turma foi modificada em relação à que tinham no início.

Consideramos o aluno como construtor do conhecimento, com um papel ativo no processo de aprendizagem, um sujeito que interage com os objetos de conhecimento. A partir de seus conhecimentos prévios serão construídas novas aprendizagens.

O docente agirá como promotor do desenvolvimento e da autonomia dos alunos. Sua tarefa será a de acompanhar o processo de aprendizagem, estimular a autocrítica, ensinar valores.

Desse modo será propiciada a construção de um olhar diferente sobre Israel por parte dos alunos, que conhecerão outros aspectos mais reais, históricos e éticos da sociedade.


Estratégias didáticas:

Encarar o estudo de Israel a partir de uma perspectiva interdisciplinar que atravessa os diferentes departamentos e áreas temáticas da Escola, como por exemplo, Ciências Sociais, formação ética e de cidadania e Informática.


Desenvolvimento do tema - O quê?/Microplanejamento-Como?

Proposta geral sobre o conteúdo que abrangerá a unidade:

Conhecimento da sociedade israelense através da análise dos dilemas políticos surgidos em determinadas épocas da história de nossa Medina. E através deles conhecer os valores, ideias e cultura da sociedade.




  1. Receber ou não receber indenizações da Alemanha pelos sobreviventes.

  2. Negociar ou não com terroristas - Guilad Shalit.
    Vídeo de Guilad Shalit prisioneiro, dando uma prova de vida, http://www.youtube.com/watch?v=e0rb_SmjUKc&NR=1&feature=fvwp

  3. Construir uma barreira de segurança ou não (segurança em face à opinião mundial).


Disciplinas envolvidas no ensino da unidade:

  • Ciências Sociais, Língua, Informática, Educação Cívica, Hebraico e História Judaica.

  • Que competências / habilidades / estratégias de pensamento serão desenvolvidas nos alunos mediante o ensino desta unidade?

  • Que os alunos analisem, comparem, tirem conclusões, que desenvolvam suas habilidades de pensamento crítico.

  • Que treinem a habilidade de escuta compreensiva, que elaborem seus opiniões próprias e grupais e que as fundamentem.


Aula 1
Conceito de “dilema"e definição do contexto histórico no qual se apresentam os três dilemas que serão expostos nesta Unidade, dilemas que requereram e ainda requerem ser solucionados pelos líderes políticos de Medinat Israel.
Conteúdos para desenvolvimento:

  • Conceito de dilema.

  • Dilemas morais no âmbito político.

  • Contexto histórico, político e social no qual emergiram os dilemas.

  • Apresentação da temática que será desenvolvida nas seguintes aulas. (Três dilemas a serem enfrentados pelos líderes políticos em Israel).


Definição de expectativas de êxitos e produtos da aprendizagem:

Que o aluno:

  • Compreenda o contexto histórico no qual surgiram os diferentes dilemas que teve e ainda tem que enfrentar o Estado de Israel.

  • Consiga compreender os conceitos de dilema político e moral.

  • Desenvolva a habilidade de analisar dilemas.

  • Possa refletir e tomar consciência da importância das consequências e dos efeitos de cada opção na resolução de um dilema.


Aplicação da modalidade de trabalho, apresentação da unidade e início da aula:

A morá explicará o projeto que será abordado nas seguintes oito aulas: três dilemas que teve e ainda tem que enfrentar o Estado de Israel. Para isso será fundamental conhecer e compreender o contexto histórico onde surgiu cada um deles.

Para começar devemos entender em que circunstâncias nasce o Estado de Israel.
Atividade 1:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.


Etapa em comum:

Cada dupla exporá suas respostas às perguntas formuladas.

O objetivo é focalizar os seguintes fatos como antecedentes fundamentais para que Medinat Israel chegasse a ser um Estado independente.


  • A dispersão do povo na golá, seu vínculo com Eretz Israel e sua esperança de retorno (O povo judeu disperso sempre sonhou com voltar à sua Terra).

  • Hertzl e a criação do movimento sionista (nosso povo começou a se organizar politicamente para atingir seu objetivo).

  • A Declaração Balfour (Foi o 1º reconhecimento externo de nosso direito a ter um “Lar nacional” próprio).

  • A Shoá (Demonstrou que é necessário ter um Estado que nos proteja).

  • A Resolução da ONU de 1947 (Foi a primeira legitimação externa de nosso direito a alcançar a independência).

Também serão destacados os “Pioneiros” (jalutzim) e os “Maapilim” (imigrantes ilegais durante o Mandato Britânico) e aqueles grupos que colocaram “mãos à obra” para a construção do futuro Estado.

Finalmente, depois de revisar a localização destes fatos na linha do tempo, a morá explicará que paralelamente começaram os conflitos com a população árabe e, desde então, não se consegue uma solução pacífica para eles.

Atividade 2:

A morá expressará: Israel declarou sua Independência, mas esta não foi reconhecida por seus vizinhos.

Em duplas, proporemos a leitura dos textos e observar os dois mapas de Israel que são apresentados a seguir. Posteriormente, responderão às seguintes perguntas e propostas:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.


Etapa em comum:

Os alunos lerão suas respostas e chegarão à conclusão de que o mapa de Israel foi se modificando; que na guerra dos Seis Dias foi ampliado e que os territórios em conflito são:



  • Alturas do Golán

  • Península do Sinai

  • Gaza

  • Iehuda e Shomrón (Judeia e Samaria)

  • Jerusalém

A morá encerrará a atividade dizendo:

“Com o passar dos anos alguns conflitos com os vizinhos de Israel foram mitigados e outros se agravaram.

Muitos foram os desafios enfrentados pela jovem Medinat. Nesta unidade didática analisaremos três. Mas antes, tentemos compreender o que significa um “dilema”.
Atividade 3:

A morá escreverá a palavra “DILEMA” no quadro e perguntará se conhecem seu significado.

Depois apresentará um exemplo aos alunos (ver o Joveret latalmid em anexo), para que compreendam melhor o conceito.

A professora proporá aos alunos ajudar o Ariel a resolver o dilema e a se decidir por uma das duas possibilidades completando uma tabela, que o ajudaria a visualizar as consequências advindas da escolha de uma ou outra opção. Para isso trabalharão em duplas e depois farão uma apresentação para a turma. (Ver o “Joveret latalmid” em anexo.)


Encerramento da aula e produtos de aprendizagem:

A morá abrirá o debate e cada grupo escolherá um representante que exporá a recomendação fundamentada para Ariel face ao dilema apresentado.

Todo o trabalho ficará exposto na kitá e na “linha do tempo" do final da Unidade, disponível para continuar situando temporalmente os três dilemas que abordaremos.
Aulas 2 e 3

"Receber ou não as indenizações que a Alemanha oferece pagar a Israel pela Shoá"
Conteúdos para desenvolvimento:


  • Conceito de indenizações da Alemanha. Utilidade das indenizações. Vantagens e desvantagens.

  • Argumentos apresentados pelos dois líderes dos partidos políticos: "Mapai" e "Jerut".

  • Causas políticas, sociais e econômicas que levaram Israel a aceitar as indenizações da Shoá.

  • Consequências políticas, sociais e econômicas produzidas pela resolução tomada pela Knéset.


Definição de expectativas de êxitos e produtos da aprendizagem:

Que o aluno:



  • Compreenda o conceito de indenização.

  • Possa argumentar a favor ou contra o recebimento das indenizações depois de ter refletido sobre as vantagens e desvantagens que acompanham a escolha de cada opção.

  • Possa debater e se colocar no lugar do outro, podendo compreender e argumentar sua postura.

  • Compreenda que Israel é um Estado democrático no qual são debatidas as questões essenciais do país no Parlamento (knéset).


Aplicação da modalidade de trabalho, apresentação da unidade e início da aula:

A morá antecipará aos alunos que nesta Unidade serão trabalhados três dilemas que teve e tem que enfrentar o Estado de Israel. O primeiro é o que surgiu face à pergunta de receber ou não indenizações da Alemanha pela Shoá.



Atividade 4:

A professora apresentará um Power Point aos alunos como o objetivo de explicar o contexto histórico e as diferentes posturas em relação ao recebimento das indenizações.

Também mostrará como se realiza uma “argumentação passo a passo”.

Ver o Joveret latalmid em anexo e "Alemanha oferece pagar indenizações a Israel pela Shoá".


Atividade 5:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.


Aulas 4 e 5

Dilema dois: Construir ou não o Gueder haBitajón.
Conteúdos para desenvolvimento:

  1. Conceito de “Gueder HaBitajón”. Sua função. Vantagens e desvantagens.

  2. Exemplos de barreiras de segurança na história (Muro de Berlim, Muralha da China e fronteira Estados Unidos - México).

  3. Análise do dilema: “Construir ou não o Gueder HaBitajón”. Posturas, argumentos, valores em jogo e efeitos gerados por uma ou outra decisão.

  4. “Gueder HaBitajón”. Ano de início de sua construção, traçado, reformas de 2011. Motivos explicitados por Israel para iniciar esta obra.

  5. Reação dos grupos palestinos e pró-palestinos.

  6. Argumentos a favor do “Gueder HaBitajón” apresentados por Israel face à opinião internacional.


Definição de expectativas de êxitos e produtos da aprendizagem:

Que o aluno:



  • Compreenda o conceito de “barreira de segurança” e de seus efeitos a partir de exemplos tomados de diversos povos e em diferentes momentos da história.

  • Possa refletir e tomar consciência da importância do estabelecimento do "Gueder HaBitajón" em Israel.

  • Possa entender qual é o dilema que Israel teve que enfrentar em relação à construção deste “gueder” e que compreenda os efeitos que pode ocasionar tomar uma ou outra decisão.

  • Conheça diversas posições da opinião pública internacional, a favor e contra a construção do “gueder”.

  • Possa argumentar a favor ou não da construção do “Gueder HaBitajón” depois de ter refletido sobre o dilema.


Aplicação da modalidade de trabalho, apresentação da unidade e início da aula:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.


Atividade 6:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.

Depois do trabalho em grupo farão uma apresentação para toda a turma com o objetivo de chegar às seguintes conclusões:


  • Os muros, muralhas ou cercas são barreiras colocadas pelos povos com o fim de dividir e separar grupos humanos. Elas têm como função proteger esse povo de ataques inimigos, sejam estes uma guerra ou não, ou de ataques terroristas. As barreiras também são colocadas para evitar a entrada de imigrantes ilegais ao território próprio.

  • A barreira em si não é nem boa, nem má. Depende do objetivo proposto pelo povo.

  • Em cada caso deve ser analisado o contexto histórico do qual surge a decisão de construir uma barreira.


Atividade 7:

  1. A morá apresentará o dilema enfrentado por Israel: “Construir ou não o Gueder HaBitajón”.
    Ver o “Joveret latalmid” em anexo.

  2. Etapa em comum:
    Alguns alunos lerão as ideias principais que destacaram no texto.
    A morá guiará sua kitá para sintetizar oralmente sobre os motivos que impulsionaram Israel a construir o “Gueder HaBitajón”, as reações pró-palestinas e dos EUA e os argumentos oferecidos por Israel em relação à necessidade de sua construção.


Atividade 8:

A morá completará o quadro apresentado a seguir junto com os alunos.

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.
Aulas 6 e 7

Resgatar ou não resgatar o Guilad Shalit
Conteúdos para desenvolvimento:


  • Conceito de terrorismo.

  • O caso “Guilad Shalit”.

  • O dilema para a sociedade israelense: Resgatar ou não resgatar o Guilad Shalit.


Expectativas de êxitos e produtos da aprendizagem:

Que o aluno:



  • Conheça os objetivos e os modos de operação do “terrorismo” através do atentado à sede da Amia em Buenos Aires em 1994.

  • Obtenha informação sobre o caso “Guilad Shalit”.

  • Entenda os valores que entram em jogo neste dilema.

  • Compreenda o valor para Israel e para Tzahal de não deixar feridos no campo de batalha e de liberar os soldados capturados.

  • Avalie o que significa negociar com o terrorismo a partir do conhecimento de argumentos a favor e contra.


Aplicação da modalidade de trabalho, apresentação da unidade e início da aula:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.


Atividade 9:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.

Etapa em comum:

Serão lidas as respostas dos alunos e o tema será sintetizado chegando à conclusão de que o terrorismo, com seus procedimentos para infundir terror na sociedade indiscriminadamente, tenta desestabilizar diferentes países. Portanto, é importante a união dos cidadãos face a estes fatos.


Atividade 10:

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.


Atividade 11:

  1. A morá retomará com os alunos os argumentos a favor e contra a negociação com os terroristas (que foram trabalhados na atividade anterior) e explicará que na sociedade israelense surge um dilema muito difícil de solucionar: Resgatar ou não resgatar o Guilad Shalit.
    Ver o “Joveret latalmid” em anexo.

  2. Será realizada uma discussão com a turma, enfatizando a enorme dificuldade de resolução. Finalmente será solicitado aos alunos que mencionem em que lugar da linha do tempo situariam este dilema, assinalando-o com roxo.


Atividade de encerramento (Atividade 12):

Ver o “Joveret latalmid” em anexo.

(*) Guilad Shalit foi liberado quando estávamos trabalhando com este dilema. Os adicionais estão no Power Point para o aluno.

Aula 8

Avaliação: “Cartas dos leitores para o jornal Israel Haiom”
Conteúdos para desenvolvimento:

Conceito de dilema.

Três dilemas que foram abordados nesta unidade que a sociedade israelense teve e ainda tem que enfrentar.
Definição de expectativas de êxitos e produtos da aprendizagem:

Que o aluno:



  • Consiga exprimir através de uma carta do leitor diferentes opiniões pessoais sobre os dilemas que a sociedade israelense enfrentou e ainda enfrenta e que foram abordados nesta Unidade.

  • Demonstre ter compreendido as ideias principais das aulas vivenciadas.

  • Consiga usar os quadros argumentativos para aplicá-los na redação da carta.

  • Possa utilizar sua criatividade ao escrever a carta do leitor.

  • Possa se comprometer com a proposta final de avaliação dos conteúdos.

Carta do leitor 1:

Jerusalém 24 de jeshvan de 5772

Senhor diretor do jornal Israel Haiom

Sou David Bercovich, sobrevivente da shoá.

Pessoalmente penso que não devemos aceitar as indenizações oferecidas pela Alemanha.

Ainda hoje, com 65 anos, lembranças inesquecíveis aparecem em minha memória. É que deixou uma ferida para sempre.

Lembro que quando tinha 10 anos vi a Gestapo levando os meus pais, e dois meses depois me levaram a Auschwitz.

Eles estavam em péssimo estado de saúde. Alguns dias depois não os vi mais.

Eu fui liberado. Sofri muito naquela época.

Por isso creio que não devemos aceitar as indenizações oferecidas pela Alemanha para conservar a nossa dignidade, já que o dinheiro nunca me devolverá a minha família.

David Bercovich


Carta do leitor 2

Jerusalém 24 de jeshvan de 5772

Querido senhor diretor,

Gostaria de agradecer ao governo de nosso querido país pela liberação de Guilad Shalit. Foi uma decisão muito, mas muito importante para todo Israel, porque assim ganharam a confiança das famílias dos outros soldados. Assim respeitaram a promessa: “nenhum soldado ficará ferido no campo de batalha”. Sabemos que não foi um dilema fácil de resolver, já que isto significou liberar 1000 palestinos por um soldado (era uma decisão para pensar muito). E assim ganharam a fé das famílias para continuar acreditando na vida humana.

Eu sou uma jovem de Jerusalém e em nome da juventude estamos contentes e apoiamos a decisão tomada com alegria.

Sinceramente, Galit



Avaliação da iejida:

Já finalizou o estudo da unidade sobre “Os dilemas que enfrentou e ainda enfrenta a sociedade israelense”. Pedimos a você que pense e depois responda:


Reflito sobre o que aprendi nesta unidade:

O que foi mais importante do que aprendeu nesta unidade? Mencione 3 ideias, coisas importantes que antes não sabia.


Reflito sobre os sentimentos que me despertou o trabalho nesta Unidade:

  1. Enquanto estudava esta unidade, você se emocionou? O que fez você se emocionar?

  2. Enquanto estudava esta unidade, ficou alegre? O que fez você ficar alegre?


Reflito sobre como trabalhei nesta Unidade:

  1. Você encontrou alguma dificuldade estudando esta unidade? Qual/quais?

  2. Se teve dificuldades, como resolveu?

  3. Como foi sua participação no trabalho em equipe?


Reflito sobre meu vínculo com Medinat Israel:

Por que crê que na escola aprendemos sobre “Os dilemas que enfrentou e ainda enfrenta a sociedade israelense”? Que outras coisas você gostaria de aprender sobre Medinat Israel?


Minha avaliação desta unidade:

  1. O que considerou mais interessante nesta unidade? Por quê?

  2. O que considerou menos interessante nesta unidade? Por quê?

  3. O que modificaria nesta unidade para melhorá-la? Mencione pelo menos 2 ideias.

  4. Com que temas da sua vida privada pode relacionar esta unidade?



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