Dinâmicas de integraçÃo dinâmica 1 Objetivos



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DINÂMICAS DE INTEGRAÇÃO

Dinâmica 1


Objetivos:
Oportunizar um maior conhecimento de si mesmo e facilitar melhor relacionamento e integração interpessoal. 


Material:
Lápis e uma folha de papel em branco para todos os participantes.


Como Fazer:
1 - O facilitador explicita o objetivo e a dinâmica do exercício. 
2 - Em continuação, pede que cada um escreva, na folha em branco, alguns dados de sua vida, fazendo isso anonimamente e com letra de fôrma, levando para isso seis a sete minutos. 
3 - A seguir, o facilitador recolhe as folhas, redistribuindo-as, cabendo a cada qual ler em voz alta a folha que recebeu, uma por uma. 
4 - Caberá ao grupo descobrir de quem é, ou a quem se refere o conteúdo que acaba de ser lido, justificando a indicação da pessoa. 
5 - Após um espaço de discussão sobre alguns aspectos da autobiografia de cada um, seguem-se os comentários e a avaliação do exercício.

Dinâmica 2: Amar o Próximo
Material: Papel, lápis.
Como Fazer:
1. Divida a turma em grupos ou times opostos.
2. Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5 perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar. 
3. Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo.
4. Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou.
5. Observe as reações.
6. Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre:

- Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fáceis?

- E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar?

- Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo".

- Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los? 
7. Encerre com uma oração. 
8. Se houver tempo, cumpram as tarefas sugeridas, não numa forma competitiva, mas todos os grupos se ajudando.

Dinâmica: Painel Significativo
Mateial: Papel pardo ou manilha, revistas, tesouras, colas e canetinhas coloridas.
Como Fazer:
1. Essa dinâmica é para ser usada após um curso, uma palestra ou uma aula. 
2. A classe se disporá em círculo e cada participante receberá uma revista onde procurará uma figura ou qualquer outra coisa que expresse uma lição que tenha tirado para sua vida da palestra ou aula dada. 
3. Cada um terá a oportunidade de falar sobre o seu recorte que colará no papel pardo ou manilha escrevendo uma palavra significativa ao lado.
Compartilhar:
Repensar em grupo sobre a mensagem ouvida e compartilhar os ensinamentos é de grande utilidade para o crescimento cristão.

Dinâmica: Integração
Destinatário : grupos de jovens ou de adultos que convivem há algum tempo. Se o grupo for muito numeroso trabalha-se em equipes.
Material:  uma folha de papel e um lápis para cada participante,  flanelógrafo e percevejos.
Desenvolvimento:

1- O animador conta uma história, a partir de desenhos.

Numa pequena paróquia da cidade, existe um grupo de jovens que se reúne, semanalmente, há um ano. realizam, constantemente, jornadas e encontros para convívio e gostam muito de cantar. Em suas reuniões, refletem sobre os temas da atualidade. A assistência, entretanto, não é muito boa e mesmo os que participam de maneira constante são muito desunidos. O animador, frequentemente, se pergunta: “Que fazer com o grupo”?
2- Após este relato, convida os participantes a procurarem identificar as prováveis causas que, a seu ver, geram a desunião no grupo, assim como as possíveis soluções. Um secretário toma nota. Pode-se trabalhar em equipes formadas  por três ou quatro  pessoas.
3- As equipes manifestam suas respostas em plenário. Os demais participantes podem questioná-los ou pedir esclarecimentos. As respostas coincidentes vão sendo afixadas num flanelógrafo:  de um lado as causas e, de outro, as soluções. O importante é que se chegue a elaborar um programa de ação, que seja resultado da contribuição de todos.
4- Avaliação:

. Qual o ensinamento extraído desta dinâmica para o grupo ?

. A história tem alguma relação com o grupo ?

. Que podemos fazer para aumentar a integração ?



Dinâmica: A Ceia do Senhor – Presente de Cristo

Material: Caixa de sapatos, papel colorido, caneta, folha com perguntas.
Preparar com Antecedência:
a) 1 caixa de sapatos, embrulhada como se fosse um presente, bem vistoso.
b) Dentro dela coloque pequenos presentinhos, em cores diferentes (tantas cores quantas forem os pequenos grupos que irão ser formados para discussão). 
c) Estes presentinhos, podem ser simplesmente um retângulo de papel dobrado ao meio, com a frase "Eu te dou a Minha Vida!" escrita no lado interno
d) 1 carta, com o seguinte texto sugerido:
"Queridos irmãos da (nome do grupo),

Este é o meu presente para vocês, e é com muito amor que o dou.

Há um pequeno pedaço dele para cada um de vocês, peguem o seu na caixa, mas não o abram ainda!

Qual a sensação de ganhar um presente? Assim de surpresa? É bom, ruim? O que passa na sua cabeça?

E na véspera de seu aniversário? Você sabe que no dia seguinte vai ter festa, amigos, parentes... E com certeza alguns presentes. O que será que você vai ganhar? Aquilo que tinha pedido, ou vão te surpreender com algo inesperado? Como você se sente?

E este pequeno presente, o que será?"
Como Fazer:
1. Inicie a dinâmica dizendo que o grupo recebeu um presente, acompanhado de uma carta que você gostaria de ler. 
2. Pegue a caixa e mostre ao grupo; leia a carta, e deixe que cada um tire o seu presentinho de dentro dela.
3. Depois, peça que se dividam em pequenos grupos, de acordo com a cor do presente tirado da caixa, e que só então o abram. 
4. Distribua as folhas de perguntas entre os grupos e deixe tempo suficiente para conversarem sobre cada questão.
5. Sugestões de perguntas:

- Qual a sua reação ao abrir este pequeno presente?

- Leia: Mateus 26, 26-30 e I Coríntios 11, 23-29 Quem deu a sua vida? Para quê? De que forma?

- Quando vamos a igreja, participar da Santa Ceia, como nos comportamos, o que sentimos, como agimos?

- No que a Santa Ceia é igual a ganhar um presente? No que é diferente?

- Precisamos fazer alguma coisa especial para ganhar este presente de Cristo?


Conclusão:
Depois deste momento, reuna todo o grupo e converse novamente sobre cada uma das questões, enfatizando as diferenças entre a alegria do perdão e o peso/tristeza de nossos pecados. A possibilidade de confessar a Deus, se arrepender e receber, gratuitamente o grande presente da vida de Cristo.

Dinâmica: Em Busca do Olhar

Objetivo: Trabalhar o aprofundamento da integração no grupo e exercitar a comunicação não-verbal.
Como Fazer:
1. O facilitador solicita ao grupo que todos fiquem de pé em círculo a uma distância razoável.
2. Em seguida, pede-se que a pessoas se concentrem e busquem olhar para todos no círculo.
3. O facilitador poderá escolher uma música sentimental, leve, que favoreça o encontro não-verbal, até sintonizar numa pessoa cujo olhar lhe foi significativo.
4. Ao encontro desses olhares, as pessoas se deslocam lentamente umas para as outras, indo se encontrar no centro do grupo. 
5. Abraçam-se e cada uma irá se colocar no lugar da outra.
6. O exercício prossegue, até que todos tenham se deslocado em busca de alguém, podendo, ainda, cada pessoa fazer seus encontros com quantas pessoas sinta vontade.
Conclusão:
Normalmente, essa experiência é de uma riqueza extraordinária. Barreiras são quebradas, pedidos de perdão são feitos, tudo isso sem que se diga uma palavra. Cabe ao facilitador ter sensibilidade para a condução de troca de experiências não verbais. Essa dinâmica também é excelente para encerramentos de atividades grupais em que as pessoas passaram algum tempo juntas.

Dinâmica: Garrafa da Graça
Material: Uma garrafa vazia (pode ser de refrigerante).
Como Fazer:
1. O grupo deve sentar, formando um círculo.
2. O facilitador coloca a garrafa deitada no chão no centro da sala e a faz girar rapidamente.
3. Quando ela parar estará apontando (gargalo) para alguém e, o facilitador dará uma palavra de encorajamento ou estímulo à essa pessoa.
4. A pessoa indicada pela garrafa terá então a tarefa de girá-la e falar palavras de encorajamento para quem ela apontar e assim sucessivamente.
Textos para trabalhar após este exercício:
1 Pe 4:10,11; Ef 4:29,30; Pv 12:25.

Dinâmica: Virar pelo avesso
Objetivo: Despertar o grupo para a importância da organização
Desenvolvimento:  

1° Passo: formar um círculo, todos de mãos dadas.

2° Passo: O coordenador propõe o grupo um desafio. O grupo, todos deverão ficar voltados para fora, de costas para o centro do círculo, sem soltar as mãos. Se alguém já conhece a dinâmica deve ficar de fora observando ou não dar pistas nenhuma.

3° Passo: o grupo deverá buscar alternativas, até conseguir o objetivo.

4° Passo: depois de conseguir virar pelo avesso, o grupo deverá desvirar, voltando a estar como antes.

5° Passo: Analisar a dinâmica:

O que viam? Como se sentiram?

Foi fácil encontrar a saída? Porquê?

Alguém desanimou? Porquê?

O que isto tem a ver com o nosso dia a dia?

Nossa sociedade precisa ser transformada?

O que nós podemos fazer?


Palavra de Deus: Ex 18, 13-27. Sl 114(113)

Dinâmica: Escolha dos Bichos “Mais”
1- Objetivos:

- Cultivar uma boa convivência no grupo, na amizade e na verdade;

- Perceber as razões da falta de fraternidade e dos conflitos que surgem no grupo de jovens, no grupo de trabalho;

- Rever as próprias atitudes, para tentar mudar.


2- Passos:

- Cada participante recebe um papel onde está escrito o nome de um bicho, com algumas características, procurando interiorizá-las e expressá-las no grupo em forma de dramatização.


Exemplo:

A Cobra: É traiçoira, perigosa, esperta e oportunista, envenena o grupo, é fofoqueira e quer ver o circo pegar fogo.

O gato: Companheiro, prestativo, carinhoso, esperto.

A borboleta: Não é acomodada. Alegra o ambiente, integra.

O papagaio: Fala, fala, não fala nada que contribua. É inteligente, aprende o que os outros fazem, tanto o bem como o

mal.


O cavalo: Dá patadas em todos.

O pavão: Fica sempre de leque aberto. Acha que é mais bonito, mais inteligente, aquele que sabe mais.

O Boi: Sossegado, tranquilo, é esforçado e topa qualquer trabalho.

O pombo: Sempre se preocupa em conversar com os companheiros.

O urubu: Só vê carniça. É pessimista, descrente. Só gosta de coisa ruim. Quer ver o grupo morrer.

A formiga: É operária, trabalhadeira, trabalha sempre em grupo.

Galinha d’Angola: Fala a mesma coisa o dia inteiro: “Tô fraco”. Não acredita em si mesma, mas tem que falar.

O bicho preguiça: Vagaroso, preguiçoso. Nunca faz nada. Está sempre “pendurado” nos outros.

 

- O animador verifica se todos compreendem os diferentes papéis (animais), podendo acrescentar outros, se necessário.



- O animador observe que cada animal expressa características positivas ou negativas. Nunca as duas juntas.

- Colocar em papelógrafo o comportamento dos animais e afixar na parede.


- Trabalho em grupo:

a) Quais desses animais encontramos em nosso ambiente de trabalho?

b) Analisar 3 bichos considerados mais importantes para o grupo.
- Plenário (Grupão).

Dinâmica: Formação de duas filas ou duas rodas

Esta dinâmica favorece um clima familiar de confiança.

Ela é envolvente e é uma partilha pessoal, sobre temas importante da vida.

Faz lançar-se e correr o risco salutar de conhecer novos companheiros de caminhada.

 

Primeira passo: encaminhar

1-     Formam-se duas filas ou duas rodas.

2-     A roda do lado de fora se volta para dentro e a roda de dentro se volta para fora.

3-     Isto para que os participantes fiquem um diante do outro: em duplas.

4-     Sugere-se um tema e as duplas vão conversando sobre o tema proposto pelo assessor.

5-     Depois de cada tema proposto e conversando, uma roda gira para direita no espaço de uma pessoa, formando, assim, novas duplas.

6-     E a conversa segue, conforme os temas sugeridos pelo assessor.

 

Segundo passo: sugestão de temas para o diálogo

7. Temas sugeridos que podem ajudar a movimentar as duplas:

1-     Um se apresenta ao outro: nome...temperamento...gostos...

2-     Como foi a preparação, saída de casa, caminho e chegada;

3-     Falar sobre sua família: quantos, como vivem, em que trabalham.

4-     Como estou me sentido para este encontro (retiro ou curso)?

5-     O que foi marcante nesta semana?

6-     Como foi sua última Páscoa? Onde, com quem, o que marcou...

7-     Como está seu ano?

8-     Qual foi o acontecimento mais positivo de sua vida?

9-     O que mais admira num amigo?

10-  De quais pessoas você não consegue gostar?

11-  O que espera do seu futuro?

12-  Quando você se sente muito feliz? Por quê?

13-  Quando você se sente muito triste? Por quê?

14-  Qual a sua comida e esporte prediletos?

15-  Que lugar do mundo mais gostaria de conhecer? Por quê?

16-  Se você ganhasse muito dinheiro, o que faria?

17-  De qual texto ou frase bíblica você mais gosta?

18-  Qual é a nossa missão neste mundo?

19-  Dê um conselho ao seu amigo: como participar deste encontro.

20-  Dê um grande abraço em três ou mais participantes.

21-  Preparar outras sugestões conforme o tema do encontro.

 

Terceiro passo: Aprofundar o plenário
8-     Após esta apresentação mútua, todos podem se sentar.

9-     Se alguém do grupo quiser, pode partilhar sobre:

-         a experiência como tal;

-         o que chamou a atenção, descobertas, surpresas;

-         que dificuldades cada um sentiu ao longo da dinâmica.

 

Dinâmica: Nosso Tesouro

Visa a ajudar a descobrir os tesouros da cada participante.

Diz Jesus: “Onde está teu coração, aí está o teu tesouro” (Mt 6,21).

Prever papéis e uma “caixa com tesouro(s)”.

 

Primeiro passo: Encaminhar

1-     Colocar numa caixa alguma surpresa.

2-     Distribuir aos participantes os papéis com as perguntas seguintes:

-         Imaginem: o que há na caixa?

-         Pertence a quem?

-         Em nossa região há pouco ou muito?

-         A quem você daria?

-         Que tamanho tem?

-         Que valores sugere o objeto?

-         Dizer uma frase bíblica que tem a ver com o que está na caixa?

-         Cite uma música que fala algo deste tesouro.

 

Segundo passo: Revelar a surpresa

3-     Trocar as folhas com as respostas com o companheiro de lado.

4-     Abrir a caixa de surpresa.

5-     Ouvir as respostas e perceber quem mais se aproximou do tesouro.

6-     Se possível, favorecer um brinde para todos que participaram.

 

Terceiro passo: Iluminar nossa reflexão

7-     Ler Mt 13,44 e refletir em duplas ou em grupos:

1-     Quais os valores:

-         de nossa sociedade?

-         No trabalho, no colégio, na rua...?

-         Na nossa família, em nosso grupo...?

2-     Quais os meus tesouros? Em quais destes valores realmente acredito?

3-     Sou capaz de vender “todos os meus bens” para ter este tesouro maior?

 

“Crer em Deus é muito mais do que, simplesmente, afirmar a sua existência. Crer é um processo de entrar em comunhão com Deus e com os semelhantes, inseparavelmente.” 



Dinâmica: Como será?

Objetivo: Colher os sentimentos e expectativas dos participantes e incentivar a participação.
Material:  

-             Uma bexiga para cada participante

-             Papel

-             Caneta

-             Um ou mais alfinetes

-             Giz e lousa

-             Uma fita com músicas de ritmos variados
Desenvolvimento: Distribuir dois pedaços de papel para cada participante. Pedir para cada um escrever (resumido em duas palavras), uma para dizer o seu sentimento naquele momento e outra para expressar sua expectativa para o curso ou reunião. Dar uma bexiga para cada participante e pedir para colocar dentro da mesma o papel escrito e enchê-la e amarrá-la. Colocar a fita das músicas e pedir para a galera dançar conforme  o ritmo da música, jogando as bexigas sem deixá-las cair. Pedir para alguém ficar com um alfinete e ir estourando as bexigas (não estourar   muito rápido para não perder o sentido). Na medida que as bexigas forem estouradas pedir para a galera ir pegando os papéis e ir escrevendo na lousa o que estiver no papel fazendo assim uma tabulação, e ir sentando. Depois de todos terem terminado discutir as expectativas e os sentimentos, comparando com a proposta do curso ou reunião.
Comentários: Lembrar o pessoal que para se atingir as expectativas e para melhorar ou manter os sentimentos é necessário a doação e participação de cada um.

Dinâmica de Integração do Grupo

Objetivo: Criar no grupo, considerado hostil, um clima positivo. Integrar um grupo que resista ao treinamento.
Material: Um quadro-negro ou diversas cartolinas, lápis ou caneta e folhas em branco.
Como Fazer:

1 - O animador, sentindo que os participantes do treinamento apresentam, na sua maioria, resistência ao curso, o que é facilmente observável, pelo comportamento ( por exemplo: no modo de agrupar-se, distante do animador), pede que formem subgrupos de três, com as pessoas mais próximas. 


2 - A cada subgrupo será distribuída uma folha, na qual deverão responder à seguinte pergunta: "Como vocês se sentem em estar aqui ?" Solicita-se que cada subgrupo faça uma listagem de razões. 
3 - A seguir o animador pedirá que cada subgrupo faça a leitura de sua listagem, que será escrita no quadro-negro ou na cartolina, caracterizando os pontos considerados positivos e negativos.
4 - Usando os mesmos "trios", o animador pede para responder à segunda pergunta: "Como vocês se sentem com a minha presença aqui? "
5 - Novamente as respostas serão lançadas no quadro-negro ou na cartolina, realçando-se os pontos positivos e negativos.
6 - Finalmente, o animador formula a terceira pergunta: "Como vocês se sentem em relação à pessoa que os mandou para o curso?", cujo resultado será lançado no quadro-negro ou cartolina, destacando novamente os aspectos positivos e negativos. 
7 - A seguir, forma-se o plenário para uma análise geral das respostas dadas às três perguntas. Geralmente pode-se observar que nas respostas à primeira pergunta predominam os aspectos negativos, e na segunda ou terceira aparecem mais os positivos, o que demonstra que houve mudança de clima no curso e maior integração.

Dinâmica do Nó

Como Fazer:

1 - Os participantes de pé, formam um círculo e dão as mãos. Pedir para que não se esqueçam quem está a seu lado esquerdo e direito.
2 - Após esta observação, o grupo deverá caminhar livremente. A um sinal do animador o grupo deve para de caminhar e cada um deve permanecer no lugar exato que está.
3 - Então cada participante deverá dar a mão a pessoa que estava a seu lado (sem sair do lugar, ou seja, de onde estiver ) mão direita para quem segurava a mão direita e mão esquerda para quem segurava a mão esquerda. (como no início)
4 - Com certeza, ficará um pouco difícil devido a distância entre aqueles que estavam próximos no início, mas o animador tem que motivar para que ninguém mude ou saia do lugar ou troque o companheiro com o qual estava de mãos dadas.
5 - Assim que todos estiverem ligados aos mesmos companheiros, o animador pede que voltem para a posição natural, porém sem soltarem as mãos e em silêncio.
6 - O grupo deverá desamarrar o nó feito e voltar ao círculo inicial, movimentando-se silenciosamente. 
7 - Se após algum tempo não conseguirem voltar a posição inicial, o animador libera a comunicação.
Avaliação:
Partilhar a experiência vivenciada e destacar as dificuldades.
Observação:
Sempre é possível desatar o nó completamente, mas quanto maior for o grupo, mais difícil fica. Sugerimos que se o grupo passar de 30, os demais ficam apenas participando de fora.

Dinâmica: Roda Viva

Objetivos:

1. Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa. 


2. Envolver a todos do grupo no debate.
3. Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto. 
4. Saber expor e ouvir.
Como Fazer:
1. Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé ou sentado. 
2. O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3. Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para cada pessoa. 
4. O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial. 
5. Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram dúvidas, complementam idéias. 
6. Complementação do assunto pelo coordenador.
Observações:
1. O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência. 
2. Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.
Avaliação:
1. O que descobrimos sobre o assunto? 
2. Como nos sentimos durante a dinâmica? 
3. O que foi positivo? 
4. Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?

Dinâmica: Recordações de Infância

Objetivos: Proporcionar o conhecimento recíproco da infância de cada integrante.
Material: Perguntas preparadas pelo coordenador em número superior ao número de integrantes.
Observação: Deve-se evitar perguntas que levem a recordações tristes.
Como Fazer:
1. Cada integrante recebe aleatoriamente uma pergunta e a lê em voz alta para os demais, respondendo-a em seguida. 
2. As perguntas podem ser reutilizadas. 
3. Propostas de perguntas: 
a) Como era seu melhor amigo(a)? 
b) Como foi sua crisma? 
c) Como foi sua Primeira Eucaristia? 
d) Como seu pai gostaria que você fosse? 
e) O que você imaginava ser quando crescesse? 
f) Quais os seus sonhos de infância? 
g) Qual a melhor lembrança de seu padrinho? 
h) Qual a melhor lembrança de seu pai? 
i) Qual a melhor lembrança de sua infância? 
j) Qual a melhor lembrança de seu madrinha? 
k) Qual a melhor lembrança de seu mãe? 
l) Qual a sua primeira grande alegria? 
m) Qual o seu primeiro contato com Deus? 
n) Quando você descobriu que Cristo morreu por nós? 
o) Quando você rezou a primeira Ave-Maria? 
p) Quem te ensinou a rezar pela primeira vez?

Dinâmica: Abra O Olho Meu Irmão

Objetivos: Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos em nossa sociedade.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.
Como Fazer:
1. Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete. 
2. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. 
3. O restante do grupo apenas assiste. 
4. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. 
5. Depois de um tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual.
Refletir algumas posturas como: 
1. indiferença x indignação; 
2. aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; 
3. lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.

Alguns questionamentos podem ajudar:


1. Primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê.

Depois dar a palavra aos demais participantes:


1. Qual foi a postura do grupo? 
2. Para quem torceram? 
3. O que isso tem a ver com nossa realidade? 
4. Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? 
5. O que significa ter os olhos vendados? 
6. Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? 
7. Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?
Iluminação Bíblica:
Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.

Dinâmica: Conhecendo Melhor O Grupo

Objetivos: Compreender os objetivos individuais e sua relação com o grupo.
Material: Lápis e papel para os integrantes.
Observação: O horizonte do desejo pode ser aumentado, como por exemplo, um sonho que se deseja realizar no decorrer da vida.
Descrição:
1. O coordenador pede aos integrantes que pensem nas atividades que gostariam de fazer nos próximos dias ou semanas (viagens, ir bem numa prova, atividades profissionais, familiares, religiosas, etc.). 
2. Então, cada integrante deve iniciar um desenho que represente o seu desejo na folha de ofício. 
3. Após trinta segundos o coordenador pede para que todos parem e passem a folha para o vizinho da direita, e assim sucessivamente a cada trinta segundos até que as folhas voltem à origem. 
4. Então cada integrante descreve o que gostaria de ter desenhado e o que realmente foi desenhado.
Refletir:
1. Importância de conhecermos bem nossos objetivos individuais e coletivos; 
2. Importância de sabermos expressar ao grupo nossos desejos e nossas dificuldades em alcançá-los; 
3. O interesse em sabermos quais os objetivos de cada participante do grupo e de que maneira podemos ajudá-los; 4. Citar a importância do trabalho em grupo para a resolução de problemas; 

5. Outros



Dinâmica da Porta

Objetivos: Aprofundar os laços de amizade entre os integrantes do grupo.

Como Fazer:
1. O grupo deve estar disposto na forma de um círculo onde todos estejam abraçados. 
2. Convida-se um integrante, de preferência o coordenador, para que se retire do círculo e escolha uma porta para entrar (um espaço entre dois integrantes no círculo). 
3. O integrante deve explicar o motivo pelo qual os escolheu e o motivo pelo qual está no grupo. 
4. A pessoa a esquerda na porta escolhida deve se retirar do círculo e continuar o processo até que todos tenham participado.

Dinâmica do Consenso
Objetivos: Treinar a decisão por consenso; desenvolver nos participantes a capacidade de participação, numa discussão de grupo.
Material: Uma cópia da história de Marlene para cada membro e lápis ou caneta.
Como Fazer:
1. Cada um receberá uma cópia da história de Marlene para uma decisão individual, levando para isso uns cinco minutos; 
2. Organizam-se os subgrupos de cinco a sete membros cada para a decisão grupal; 
3. O coordenador distribui a cada subgrupo uma folha da história de Marlene, para nela ser lançada a ordem preferencial do grupo; 
4. Nos subgrupos cada integrante procurará defender seu ponto de vista, argumentando com as razões que o levaram a estabelecer a ordem de preferência da sua decisão individual. 
5. Terminada a tarefa grupal, organiza-se o plenário.
História de Marlene 
O exercício seguinte é um treinamento de consenso. A conclusão unânime é praticamente impossível de se conseguir. É preciso, pois, que os participantes tomem a consideração a subjetividade de cada qual, para que se torne possível uma decisão. 

Modo de proceder: 
O texto seguinte narra a história da jovem Marlene. Cinco personagens entram em cena. Cabe a você estabelecer uma ordem de preferência ou de simpatia para com estes cinco personagens. 

Numa primeira fase, cada qual indicará o seu grau de simpatia para com cada um dos personagens, colocando-os em ordem de um a cinco, atribuindo o número 1 ao mais simpático seguindo até o 5. 

Em seguida cada um dará as razões que o levaram a estabelecer esta preferencia, e com a ajuda dessas informações, procede-se a nova ordem que, então, estabelece a ordem de preferência do grupo. 
Eis a história de Marlene:

Cinco personagens fazem o elenco; Marlene, um barqueiro, um eremita, Pedro e Paulo.

Marlene, Pedro e Paulo são amigos desde a infância. Conhecem-se há muito tempo. Paulo já quis casar com ela, mas recusou, alegando estar namorando Pedro.
Certo dia, Marlene decide visitar Pedro, que morava no outro lado do rio. Chegando ao rio, Marlene solicita a um barqueiro que a transporte para o outro lado. O barqueiro, porém, explica a Marlene ser este trabalho seu único ganha-pão, e pede-lhe certa soma de dinheiro, importância de que Marlene não dispunha.
Ela explica ao barqueiro o seu grande desejo de visitar Pedro, insistindo em que a transporte para o outro lado. Por fim o barqueiro aceita, com a condição de receber em troca um manto que usava.
Marlene hesita e resolve ir consultar um eremita que morava perto. Conta-lhe a história, o seu grande desejo de ver Pedro e o pedido do barqueiro, solicitando, no final, um conselho. Respondeu: "Compreendo a situação, mas não posso, na atual circunstancia, dar-lhe nenhum tipo de conselho. Se quiser, podemos dialogar a respeito, ficando a decisão final por sua conta".
Marlene retorna ao riacho e decide aceitar a última proposta do barqueiro. Atravessa o rio e vai visitar Pedro, onde passa três dias bem feliz.
Na manhã do quarto dia, Pedro recebe um telegrama. Era a oferta de um emprego muito bem remunerado no exterior, coisa que há muito tempo aguardava. Comunica imediatamente a notícia a Marlene, e na mesma hora a abandona.
Marlene cai numa tristeza profunda e resolve dar um passeio, encontrando-se com Paulo a quem conta a razão de sua tristeza. Paulo compadece-se dela, e procura consolá-la.

Depois de certo tempo, Marlene diz a Paulo: "Sabe que tempos atrás você me pediu em casamento, e eu recusei, porque não o amava bastante, mas hoje penso amá-lo suficientemente para casar com você."


Paulo retrucou: "É tarde demais; não estou interessado em tomar os restos de outro".

Dinâmica: Comunicação Gesticulada

Objetivos: Analisar o processo de comunicação gestual entre os integrantes do grupo.
Material: Aproximadamente vinte fichas com fotografias ou desenhos para serem representados através de mímicas.
Como Fazer:
1. O coordenador auxiliado por outros integrantes deve encenar através de mímicas (sem qualquer som) o que está representado nas fichas, cada qual em um intervalo de aproximadamente um minuto. 
2. Os demais integrantes devem procurar adivinhar o que foi representado.
Refletir:
Deve-se comentar a importância da comunicação nos trabalhos e atividades do cotidiano, bem como do entrosamento dos integrantes do grupo para que juntos possam até mesmo sem se comunicar entender o que os outros pensam ou desejam fazer.

Dinâmica: O Grande abraço

Como Fazer: Convidar o grupo a se abraçar e abraçar a Deus junto, em etapas: 


  1. As pessoas devem se abraçar duas a duas ou em 3 e dizer umas as outras que foi bom terem estado juntas, se conhecido, etc... 
    2. Formar novos grupos, com pessoas diferentes, com 5 pessoas cada, abraçadas devem orar agradecendo a Deus. 
    3. Formar novos grupos com 7, 8 ou mais pessoas cada, abraçadas devem orar, agradecendo ou pedindo 
    4. Formar um grande abraço, com todas as pessoas (formar um círculo em que um abrace o outro pela cintura ou ombro) orar juntos o Pai Nosso e desejar benção de Deus para todos, com um hino ou palavras.

Dinâmica de Comunidade


Objetivos: Mostrar que o trabalho em "Comunidade" é importantíssimo para o grupo, pois sai muito mais bem feito, do que individualmente.
Observação: Não revelar o Objetivo da dinâmica antes de sua execução. Explicar para o grupo, somente, que vai ser feita uma dinâmica).
Material: Folhas de Jornal
Como Fazer:
1. Divide-se o grupo em 2 menores. 
2. Divididos, o grupo A, desloca-se para uma sala, sem contato com o grupo B. 
3. Após a saída do grupo A, o grupo B será dividido assim: 
a) cada UM (individualmente) receberá um papelzinho escrito, contendo uma parte do corpo humano, (cabeça, orelha E, orelha D, olho E e olho D, boca, nariz, pescoço, tronco, braço E. e braço D., mão E. e mão D., perna E. e perna D. e pé E. e pé D.), que não pode ser mostrado para mais ninguém, só aquela pessoa vai saber qual é. 
b) Este se retira para algum canto da sala ou para outro local, sem fazer contato com os outros, e começa a recortar com o jornal e a mão livre (sem uso de ferramentas) a parte do corpo que lhe coube. 
c) Por exemplo: a cabeça. E assim por diante com todo o grupo B, Cada um fazendo a sua parte, mas sem saber o que o irmão estará recortando, nem em que tamanho. 
4. Enquanto isso o grupo A, que estará em outro local, também recebe a tarefa de com as folhas de jornal e a mão livre, sem utilizar tesouras ou réguas, fazerem JUNTOS um grande boneco, tamanho natural - cabeça, orelha E e D, olho E e D, boca, nariz, pescoço, tronco, braços, mãos, pernas e pés. - parte por parte. 
5. Quando os dois grupos terminarem as suas tarefas, pede-se para que todos se reunam no mesmo local, mas com suas peças todas escondidas. 
6. Chama-se primeiramente o pessoal do grupo B, pela ordem das peças, por exemplo, quem fez a cabeça, depois os olhos, depois o nariz, as orelhas, e etc.. e vai afixando-se parte por parte num quadro negro, ou parede. Vai surgindo um belo boneco, todo torto, com pernas e braços disformes. 
7. Concluído, chama-se primeiramente a pessoa que fez a cabeça do grupo A, e repete-se a mesma sequência. Ao final o boneco do grupo A será mais bonito, com pernas, braços, tronco.. etc.. tudo mais uniforme, destoando do boneco do outro grupo.
Conclusão:
Explicar que o grupo que fez tudo em conjunto (A) fez um trabalho melhor e mais apresentável, e o que fez individualmente, apresentou um resultado ruim, pouco satisfatório.  

Isto tudo ressalta a importância de que os trabalhos feitos em conjunto, "Comunidade", são os que apresentam os melhores resultados.



Dinâmica: Jesus Te Ama!

Objetivo: Amor a Jesus e ao próximo.
Material: Espaço e cadeiras para fazer uma roda.
Como Fazer:
1- Faz-se uma roda com todos os participantes sentados exceto um, que ficará de pé no meio da roda. 
2- Esta pessoa deverá escolher uma pessoa na roda e dizer à ela: "Jesus te ama!" 
3- O participante escolhido pergunta: "Por que?" 
4- Então o que está de pé diz, por exemplo: "Porque você está de blusa verde!" 
5- Então, todos os participantes que estão de blusa verde, trocam de lugar entre si. Os outros permanecem sentados. 
6- A pessoa que estava em pé, deve tentar sentar em algum lugar durante a troca, de forma que outro participante fique sobrando em pé. 
7- Proceder dessa forma até cansar!!!
Observações:
a) Logicamente não é permitido falar "porque está de blusa verde!" se a pessoa estiver de blusa azul! 
b) Se o "motivo" escolhido só estiver presente em uma pessoa (Ex: só existir na roda uma pessoa de blusa verde), não é necessário que a pessoa saia do lugar, mas, se na afobação, a pessoa sair do lugar sem ver se outra pessoa possui a mesma característica, então o que está de pé pode tentar tomar seu lugar.
Conclusão: Jesus não procura motivo para nos amar, assim devemos ser com nossos irmãos, amar sem pedir nada em troca, sem motivo aparente. Amar só por amar.
Sugestão:
1- Na primeira rodada, sugerimos que o coordenador da dinâmica fique em pé no meio do círculo. 
2- Deverá então escolher algo bem comum na roda, provavelmente muita gente estará de tênis, por exemplo. Assim já começa com quase todas as pessoas trocando de lugar!


Dinâmica: Anjo da Guarda


Objetivos: Integração, sociabilização, relacionamento interpessoal, empatia, comunicação, descontração.
Material: Filipetas com nomes dos participantes, canetas, caixa ou similar.
Como Fazer:
1 - O Facilitador escreve os nomes dos participantes em uma filipeta e os deposita numa caixa. 
2 - Cada participante sorteia um papel (como em um amigo secreto). 
3 - Orientar o grupo que ninguém poderá retirar seu próprio nome. Se isso acontecer, refazer o sorteio. 
4 - Cada participante será o anjo daquele que sorteou e, portanto, também terá seu anjo. 
5 - Os nomes não devem ser revelados até o término do jogo. 
6 - O papel de cada anjo é de aproximar-se, dar atenção e integrar-se com a pessoa sorteada, de forma sutil, sem que esta perceba imediatamente quem é seu anjo. 
7 - A caixa deve ser colocada em local apropriado para que, durante o evento, os anjos se comuniquem por bilhetes. O sigilo deve ser mantido. 
8 - Ao final, cada um tenta adivinhar quem é o seu anjo.

Variação:


Esta dinâmica pode ser aplicada em viagens, cursos e reuniões nos quais os participantes permanecem juntos por período de tempo relativamente longo.

Dinâmica: Confiança
Objetivos: Dinâmica com o objetivo de ver se o grupo todo confia nos seus integrantes.
Como Fazer:

1 - Cada dois ou três reunem-se e um dos três deve estar com os olhos vendados. 


2 - Os outros dois vão guiá-lo por um circuito criado pelo grupo onde devem haver "obstáculos". 
3 - Os que estão com os olhos vendados devem confiar cegamente nos que estão os guiando. 
4 - Depois mudam-se os trios ou duplas, muda-se um pouco o circuito, e repete-se o exercício com aqueles que não tiveram seus olhos vendados ainda. 
5 - Depois, em uma conversa aberta, vê-se quem foram as pessoas que confiaram, ou não, em suas duplas!


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