Disciplina flh5363-1 o golpe de 1964 e o Regime Militar Brasileiro: Novas Perspectivas Historiográficas



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Disciplina FLH5363-1 
O Golpe de 1964 e o Regime Militar Brasileiro: Novas Perspectivas Historiográficas

 
Docente Responsável:

Marcos Francisco Napolitano de Eugênio

Objetivos:

- Analisar como os eventos, estruturas e processos políticos relativos ao regime militar brasileiro se transformaram em pautas historiográficas. -Mapear e analisar o debate acadêmico sobre o regime militar brasileiro em seus temas correlatos. - Discutir o papel dos arquivos e acervos documentais na produção da memória e na pesquisa histórica. - Analisar a relação entre memória e história recente, trabalhando a primeira como objeto de reflexão historiográfica. - Divulgar as pesquisas recentes na área, com ênfase na história política e cultural.

Justificativa:

A proximidade dos 50 anos do golpe militar de 1964 vem estimulando vários debates e revisões historiográficas acerca não apenas deste evento, mas de todo o regime militar que se seguiu. Além disso, a disputas de memória e a busca da verdade jurídica e histórica sobre os casos de violações de direitos humanos, sobretudo após a instalação da Comissão Nacional da Verdade em 2012, tem pautado os debates públicos sobre o tema. A historiografia, por sua vez, desde os anos 1980, vem produzindo trabalhos extensivos sobre o regime, contribuindo para o conhecimento crítico de seus vários aspectos e facetas. Por se tratar de um passado recente, os trabalhos historiográficos frequentemente tangenciam conteúdos de memória, produzidos pelos protagonistas em conflito, muitas vezes questionando-os. Por outro lado, a historiografia mais estabelecida no debate acadêmico confirma a visão construída pelos protagonistas. Entre estes pontos podemos citar a existência de uma fase “branda” do regime militar nos seus quatro primeiros anos, a dicotomia entre linha dura e linha moderada dentro das Forças Armadas, a visão linear a progressiva da “abertura” de meados dos anos 1970 ao fim do regime, entre outros pontos. O trabalho mais sistemáticos com arquivos, a pressão pela revisão dos mitos historiográficos, construídos com base na ética da resistência democrática generalizada no tecido social, a pressão de grupos excluídos da memória hegemônica (à esquerda e à direita), a ambigüidade e complexidade de muitas políticas desenvolvidas pelo regime, tem movimentado um intenso debate historiográfico, que vem se traduzindo em pesquisas extensas e aprofundadas, calcadas em novos conjuntos documentais, novas leituras das fontes já conhecidas, sobretudo no campo da história política e cultural. Assim, buscando sistematizar o debate historiográfico em torno do regime, valorizando as produções mais recentes sem desconsiderar as linhagens mais estabelecidas, propomos esta disciplina que se estrutura em três eixos complementares: a estrutura e a dinâmica do regime; a questão da resistência; a construção e reconstrução das memórias sobre o período. Acreditamos que estes três eixos concentram os debates mais intensos da historiografia recente, que nos anos seguintes terá um impacto cada vez maior nos debates públicos e nas memórias mais estabelecidas sobre o período. Voltada para pesquisadores de várias áreas de humanidades (historiadores, cientistas políticos, sociólogos), esta disciplina valoriza o debate transdisciplinar, tangenciando problemas teóricos que envolvem a relação entre memória e história.

Conteúdo:

Bloco I: O regime: estrutura e dinâmica 1) O governo Goulart e o Golpe: reforma e crise política como temas historiográficos Textos: FIGUEIREDO, Argelina. “Democracia e reformas: a conciliação frustrada” IN: TOLEDO, Caio. (org). 1964: visões críticas do golpe....P. 47-54; TOLEDO, Caio Navarro. “1964: golpe contra as reformas e a democracia”. IN: MOTTA, Rodrigo et alli. O golpe e a ditadura militar. Bauru, Edusc, 2004, p. 67-80; RIBEIRO, David Ricardo S. Da crise política ao golpe de estado: conflitos entre o poder executivo e o poder legislativo durante o governo João Goulart. Dissertação de Mestrado em História Social, USP, 2013; FERREIRA, Jorge. João Goulart: uma biografia. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2011. 2) O regime militar entre o AI-2 e o AI-5 e o mito da “ditabranda” Texto: CRUZ, Sebastião C. Velasco E., MARTINS, Carlos Estevam. “De Castello a Figueiredo: uma incursão na pré-história da "abertura"” IN: SORJ, B. et all. Sociedade e política no Brasil pós-64. São Paulo Brasiliense, 1983, 8-90; CODATO, A. O golpe de 64 e o regime de 68. História, Questões e Debates, Curitiba, n.40, 2004, p. 3) As Forças Armadas e o regime militar: lutas políticas, organização burocrática e doutrinas ideológicas Textos: MARTINS FILHO, João R. “A ditadura revisitada: unidade ou desunião?” IN: 1964/2004: 40 anos do golpe. Rio de Janeiro. FAPERJ/ 7 Letras, 2004; CHIRIO, Maud. A política nos quartéis. Revoltas e protestos de oficiais na ditadura militar brasileira. Rio de Janeiro, Zahar, 2012 Bloco II: A questão da Resistência: atores, ideologias e práticas políticas 4) O papel da cultura na oposição e resistência ao regime Textos: NAPOLITANO, Marcos. Coração civil: arte, resistência e lutas culturais durante o regime militar (1964-1980). Tese de Livre Docência em História do Brasil, Universidade de São Paulo, 2011; RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro. Rio de Janeiro, Record, 2000; CZAJKA, Rodrigo. Praticando delitos, formando opinião: Intelectuais, comunismo e repressão (1958-1968). Tese de Sociologia, Unicamp, 2009; MOTTA, Rodrigo Patto Sá. A Ditadura nas representações verbais e visuais da grande imprensa (1964-69). Topoi (Rio de Janeiro), v. 14, p. 62-85, 2013. 5) Luta armada: historiografia e memória Textos: REIS FILHO, Daniel A. Ditadura, esquerdas e sociedade. Rio de Janeiro. Jorge Zahar, 2000; RIDENTI, Marcelo. O fantasma da revolução brasileira. São Paulo. Editora UNESP, 2010 (2ª); GORENDER, Jacob. Combate nas trevas. A esquerda brasileira das ilusões perdidas à luta armada. São Paulo, Ática, 1987 6) Os grupos liberais e o regime militar Textos: CHAMMAS, Eduardo. A ditadura militar e a grande imprensa: os editoriais do Jornal do Brasil e do Correio da Manhã entre 1964 e 1968. Dissertação de mestrado em História Social, USP, 2012 TOSI, Alberto. “Ciclos de mobilização política. e mudança institucional no Brasil”. Revista de Sociologia e Política nº 17, 33-43, nov. 2001; FONSECA, Francisco. Liberalismo autoritário. Discurso Liberal e práxis autoritária na imprensa brasileira. São Paulo, Hucitec, 2011 7) O projeto de “abertura” e transição Textos: STEPAN, Alfred. Os militares: da abertura à Nova República. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1986; MATHIAS, Suzeley. “Processo de distensão: conflitos e mudança” IN: Distensão no Brasil: o projeto militar (1973-1979). Campinas, Papirus, 1995, 109-144; CODATO, A.. “Uma história política da transição brasileira: da ditadura militar à democracia”. Rev. Sociologia Política., Curitiba, 25, p. 83-106, nov. 2005; 8) A oposição de esquerda: a busca da política de massas Textos: SADER, Eder. Quando novos personagens entraram em cena. São Paulo, Brasiliense, 1988; SECCO, Lincoln. “Formação (1978-1983)” IN: A história do PT. Cotia, Ateliê Editorial, 2011 (2ª). P. p. 35-76 Bloco III: Memória e História 9) Memória e sociedades pós-conflito político: problemas teóricos Textos: PEROTIN-DUMON, Anne. Verdad y memória. “Escribir la historia de nuestro tiempo” IN Anne Pérotin-Dumon (dir.). Historizar el pasado vivo en América Latina, 2007 ; Vezzetti, Hugo. “Conflictos de la memoria en la Argentina. Un estudio histórico de la memoria social”, en Anne Pérotin-Dumon (dir.). Historizar el pasado vivo en América Latina, 2007. http://etica.uahurtado.cl/historizarelpasadovivo/es_contenido.php; CAPELATO, Maria Helena. Memória da Ditadura Militar Argentina: Um Desafio para a História. CLIO. Série História do Nordeste (UFPE), v. 1, p. 61-81, 2006; SARLO, Beatriz. Tempo Passado. Cultura da Memória e guinada subjetiva. Companhia das Letras, 2007; GUAZELLI, Dante. O dever da memória e o historiador. Revista Mosaico. 4, Revista do Programa de História política e bens culturais, CPDOC/FGV, 2011 10) Transição política e memória ROLLEMBERG, D. “O esquecimento das memórias” IN: João Roberto Martins Filho (org.). O golpe de 1964 e o regime militar. São Carlos: Ed.UFSCar, 2006, pp. 81-91; TELES, Janaina. “Os familiares de mortos e desparecidos e a luta por verdade e justiça no Brasil”. IN: TELES, Edson e SAFATLE, Vladimir (orgs). O que resta da ditadura. São Paulo, Boitempo Editorial, 2010, p. 253-298 11) Arquivos, coleções documentais e produção da memória JOFFILY, Mariana. “Direito à informação e direito à vida privada: os impasses em torno do acesso aos arquivos da ditadura militar brasileira”. Estudos históricos, 25/49, jan-jun- 2012, p. 129-148; CATELA, Ludmila da Silva. “Do segredo à verdade...Processos sociais epolíticos na abertura dos arquivos da repressão no Brasil e na Argentina. IN: TELES, Janaina; TELES, Edson; SANTOS, Cecilia M. (orgs). Desarquivando a ditadura. Memória e justiça no Brasil. São Paulo, Hucitec, 2009, p. 444-471 12) A batalha da memória e os militares: Textos:; MARTINS Fo., J.R. “A guerra da memória: a ditadura militar nos depoimentos de militantes e militares”. Texto preparado para o congresso da Associação de Estudos Latino-americanos, Dallas,Texas, 27-29 de março de 2003; FERREIRA Jr. Amarilio; BITTAR, Marisa. O coronel Jarbas Passarinho e a ditadura militar: o último intelectual orgânico? IN: MARTINS FILHO, João Roberto. O golpe de 1964 e o regime militar. Novas Perspectivas, São Carlos, Edufscar. p. 201-223 13) Comissões da Verdade, história oficial e memória hegemônica. Texto: NAPOLITANO, Marcos. “A ditadura entre a memória e a história” (digit, 2013); MOTTA, Rodrigo Patto S. . História, Memória e as disputas pela representação do passado recente. Patrimônio e Memória (UNESP), v. 9, p. 56-70, 2013 14) Aula final: avaliação do curso e síntese dos resultados.

Forma de Avaliação:

- Trabalho final: ensaio bibliográfico ou análise documental em diálogo com as questões levantadas durante o curso

Observação:

Bibliografia:

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