Disciplina: Língua Portuguesa



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Unidade Barreiros



Professor(a):

Luciane Fontana

Disciplina:

Língua Portuguesa

Série:

8º ano




Data da Prova:

28 / 11 / 2013




Revisão para a Prova Final

Turma:

8A



Aluno(a):





Nota:







TEXTO 1
O texto que segue é o resumo de uma das mais conhecidas histórias sobre o Natal...
Uma história de Natal, de Charles Dickens
"Um Conto de Natal", do britânico Charles Dickens (1812-1870), está, certamente, entre as histórias mais difundidas da literatura ocidental. O enredo nos traz a figura de Ebenezer Scrooge, um rabugento homem de negócios de Londres, sovina e solitário, que não demonstra um pingo de bons sentimentos e compaixão para com os outros. Não deixa que ninguém rompa sua carapaça e preocupa-se apenas com seus lucros. No frio natalino, ele é visitado pelo fantasma de Marley, seu sócio, morto há algum tempo. Esta visita muda a sua vida.

O falecido sócio fala sobre o destino terrível que Scrooge teria. Marley precedeu mais três fantasmas.

Uma hora mais tarde, apareceu o primeiro – o Fantasma do Natal Passado – que traz lembranças da infância do avarento, a Noite de Natal gloriosa com sua irmã, os bons tempos com amigos e, finalmente, a separação de sua noiva, que o deixou por causa do amor dele ao dinheiro. O segundo – o Fantasma do Natal Presente – mostra-lhe a Noite de Natal daquele ano: pobres, mas prazeroso, nas casas de seus empregados. Lá, Scrooge vê o filho de seu funcionário, um menino muito doente que logo morrerá. O último fantasma é o Fantasma do Natal Futuro, que mostra sua visita à casa do empregado depois do enterro do filho pequeno.

Por fim ele vê sua própria morte, muito humilhante, por estar sozinho e detestado por todos. Ele acorda na manhã de Natal e decide não desperdiçar esta data, iniciando, assim, por mudar suas atitudes.




TEXTO 2
O texto a seguir é o prefácio da obra Uma história de Natal, de Charles Dickens. Foi escrito por Ana Maria Machado, tradutora da narrativa.
Uma história de Natal
Uma história de Natal (A Christmas caro/) foi a primeira de uma série de narrativas natalinas que Charles Dickens escreveu. Tal como alguns outros escritores e artistas, ele achava que o Natal estava se transformando muito com as mudanças que ocorriam na sociedade inglesa e tinha medo de que as pessoas esquecessem como eram as celebrações e os festejos tradicionais dessa época do ano. Por isso, junto com outros, ele se dedicou ao projeto consciente de não deixar que essa festa morresse.

A história foi escrita em outubro e novembro de 1843 e publicada em dezembro. De todos os enredos de Dickens, este talvez seja o que ficou mais conhecido. Foi traduzido para muitas línguas e adaptado para teatro, cinema, televisão e desenho animado. Existe até uma versão Disney, em que o Tio Patinhas vive o papel do famoso unha de fome Ebenezer Scrooge e o sobrinho do protagonista é o Donald. (Aliás, o nome inglês do Tio Patinhas é Uncle Scrooge.)

O escritor inglês G. K. Chesterton certa vez definiu Uma história de Natal como "um sonho filantrópico", e não deixa de ter razão. Por um lado, trata-se mesmo de uma espécie de sonho — ou pesadelo — em que o personagem viaja por tempos e lugares diferentes, numa atmosfera às vezes aterrorizante, às vezes melancólica, mas sempre interrompida por intromissões nítidas da realidade, descrita de forma bastante viva. Por outro lado, é inegável que o clima enevoado e algo macabro das atividades noturnas de Scrooge em companhia dos fantasmas não impede que o livro seja atravessado pelo ar festivo de uma grande comemoração de Natal, toda colorida e decorada, ao som de sinos e música, onde se come, dança e brinca em meio a uma alegria genuína, de quem se diverte com a família e os amigos.

Pintando com tintas cor de rosa o cinzento do pesadelo, fica evidente que Dickens atinge seu duplo objetivo. Ele exalta o Natal, defende sua celebração, faz um apanhado das diversas formas de contentamento e felicidade que acompanham a data — nos diversos ambientes dos diferentes meios sociais que mostra, cada um com seus próprios recursos, seu próprio tipo de festejo, cada um se divertindo como bem entende. E, ao mesmo tempo, denuncia insistentemente os riscos do “anti-Natal”, mostra como a indiferença passa a ser uma forma de crueldade, alerta para os males do egoísmo e da mesquinharia, para a infelicidade da solidão. Do equilíbrio entre esses dois aspectos, acabou surgindo uma obra de apelo universal, válida para sociedades muito distantes da vitoriana e lida com prazer em qualquer época do ano.

Ana Maria Machado
1. Em relação ao texto 1, marque a alternativa incorreta:

a) Um conto de Natal é uma história atemporal, por tratar de questões relacionadas à natureza humana.

b) São três os fantasmas que visitam Scrooge na tentativa de modificar sua conduta em relação aos outros e à vida.

c) Ebenezer Scrooge transforma-se em uma pessoa melhor assim que tem a visão de sua morte.

d) Por meio do texto de Dickens, percebe-se a importância de valores como amizade e solidariedade.

e) Este texto de Dickens é uma das histórias mais difundidas da literatura ocidental.


2. Assinale V para verdadeiro e F para falso para as afirmações sobre o texto 2.

( ) Charles Dickens foi o único autor que percebeu que o Natal estava perdendo sua essência devido a transformações que ocorriam na sociedade inglesa.

( ) “Uma história de Natal” ficou conhecida mundialmente depois que a Disney lançou um filme baseado em seu enredo.

( ) Dickens, ao escrever “Uma história de Natal”, tem um duplo objetivo: mostrar o lado festivo do Natal e denunciar o egoísmo, a mesquinharia, a infelicidade e a solidão.

( ) A realidade apresentada na obra pode ser aplicada a diferentes sociedades, épocas e lugares.

( ) Por meio do texto, Charles Dickens quis mostrar que cada pessoa pode comemorar o Natal à sua maneira, sem, necessariamente, precisar de ceia ou presentes.



3. Em relação aos textos 1 e 2, é possível compreender que:

01. Scrooge sente uma especial repulsa por sentimentos, demonstrações de afeto e celebrações, em especial o Natal. Sua vida resume-se ao trabalho.

02. O conto utiliza o mote do “espírito de Natal” para que o leitor reflita sobre a importância desta data.

04. Este texto de Dickens já foi traduzido para muitas línguas e adaptado para teatro, cinema, televisão.

08. Ebenezer Scrooge é visitado pelo espírito do seu sobrinho recém falecido.

16. Apesar de bela história, “Um conto de Natal” apresenta um cenário bastante macabro e melancólico.

32. Pode-se dizer que a história é uma interessante crítica à sociedade.

retângulo 2

SOMA:


4. Segundo a autora do texto, G. K. Chesterton definiu “Uma história de Natal” como “um sonho filantrópico”. Com base em que argumentos a autora concorda com o escritor inglês?

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5. Dickens, ao escrever “Uma história de Natal”, atinge seu duplo objetivo. Segundo a autora, ele “pinta com tintas cor de rosa o cinzento do pesadelo”. Explique o que essa metáfora significa.

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6. Transpondo para a voz passiva a frase “Nós podíamos ver a cidade”, obtém-se a forma verbal:

a) pode ser vista b) poderia ser vista

c) podia ser vista d) pudera ser vista

7. A única alternativa que apresenta uma oração sem sujeito é:

a) Trouxeram este convite para a inauguração da livraria.

b) Fez muito frio naquele dia da inauguração...

c) Os ladrões “pintaram” e “bordaram” no lugar. Foi uma situação muito desagradável.

d) Eram cinco homenageados, incluindo a moça.

e) O homem, sua esposa e o dono da livraria sentaram à mesa.


8. Assinale a alternativa que completa adequadamente os parênteses em relação à classificação do predicado:
( 1 ) predicado verbal ( 2 ) predicado nominal ( 3 ) predicado verbo-nominal
( ) O garoto não era muito educado.

( ) Tranquilo, o pai olhava o menino.

( ) O pai ficou procurando o menino.

( ) O pai precisa corrigir o garoto.

( ) Perguntaram sobre o desaparecimento.
a) 2 – 3 – 1 – 3 - 2

b) 3 – 2 – 1 – 3 – 2

c) 2 – 3 – 1 – 1 – 1

d) 1 – 2 – 3 – 1 – 2

e) 1 – 2 – 3 – 1 – 2
9. Observe a função sintática dos termos destacados nas orações e assinale a alternativa correspondente:

I - "Menino, volta já aqui!"

II – O pai, um renomado escritor, estava visivelmente contrariado.

III – O garoto, que era desobediente, apenas teimava.

IV – “Moço, você viu?”
a) vocativo – aposto – aposto – vocativo.

b) aposto – vocativo – aposto – vocativo.

c) vocativo – vocativo – aposto – aposto.

d) aposto – aposto – aposto – vocativo.

e) vocativo – vocativo – vocativo – aposto.
10. O aposto é um termo da oração que esclarece ou resume outro termo também presente no período. Relacione os tipos de aposto às respectivas orações e assinale a alternativa correta:
( 1 ) Explicativo ( 2 ) Enumerativo ( 3 ) Resumidor ( 4 ) Especificador
( ) O autor Fernando Sabino morreu em 2004.

( ) O pai, chefe da família, pensava que tinha tudo sob controle.

( ) Mãe, pai, filho, vizinhos, todos estavam cansados do barulho.

( ) Duas pessoas ficaram muito contrariadas: o pai e o filho.


a) 1 – 2 – 3 – 4 b) 4 – 1 – 3 – 2

c) 4 – 3 – 2 – 1 d) 3 – 1 – 2 – 4

e) 3 – 2 – 4 – 1
11. Assinale a alternativa em que a conjunção entre parênteses altera o significado da frase:

a) Não chores, que a vida é uma luta. (pois)

b) O telhado da casa tinha problemas; caiu, pois. (por isso)

c) Chora, que as lágrimas lavam a dor. (embora)

d) O filho chegou, mas a mãe não notou. (contudo)

e) São todos míopes, portanto não enxergam bem. (logo)


12. Classifique as orações subordinadas substantivas de acordo com o código:
( 1 ) subjetiva ( 2 ) objetiva direta

( 3 ) objetiva indireta ( 4 ) predicativa

( 5 ) completiva nominal ( 6 ) apositiva
( ) É urgente que você mude suas maneiras, garoto!

( ) Os colegas comentavam que o menino era medo...

( ) O bom é que ele se comporte melhor.

( ) O garoto estava certo de que não receberia punição.

( ) As crianças só pediam uma coisa: que o menino não incomodasse.

( ) O pai gostava de que o obedecessem.


a) 6 – 5 – 4 – 3 – 2 – 1

b) 4 – 3 - 2 – 5 – 6 – 1

c) 1 – 2 – 4 – 5 – 6 – 3

d) 1 – 2 – 4 – 3 – 6 – 5

e) 5 – 4 – 6 – 1 – 2 – 3
13. Assinale a única alternativa incorreta quanto à regência do verbo.

a) Perdoou nosso atraso no imposto.

b) Esqueceu o livro sobre a carteira na escola.

c) Moraram na rua principal da cidade.

d) Meu amigo perdoou ao pai.

e) Lembrou de todos os momentos felizes.


14. Em “O garoto saindo, ninguém olhando”, a figura de linguagem que se identifica é:

a) aliteração b) onomatopeia

c) ironia d) paradoxo

e) elipse


15. “Se ele ________ (ver) o garoto, _________ (fazer) uma reclamação.”
Assinale a alternativa em que as formas dos verbos VER e FAZER preencham corretamente as lacunas da frase acima:

a) ver – fará b) visse – fará

c) ver – fazerá d) vir – fará

e) vir – faria



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