Discutir Religião e Educação Por Ulysses Rezende Neto Resumo



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Discutir Religião e Educação

Por Ulysses Rezende Neto


Resumo
Pretendemos neste artigo discutir a relação entre religião e educação, enfatizando o fato de ambas existirem pela necessidade humana de organizar o caos atribuindo sentido á sua existência. Advertimos neste artigo acerca do risco de ignorarmos na academia o estudo da religião em suas práticas e representações sociais, pois ela continua sendo uma linguagem presente não apenas na história da nossa civilização, mas também no cotidiano de milhares de pessoas que cruzaram a fronteira do século XXI.


Palavras Chaves:
Religião, educação, existência, estudo.

A educação faz parte da busca existencial do ser humano pelas referências que, paulatinamente, ajudar-lhe-ão a compor sua identidade sócio-cultural, ainda que esta esteja sempre em constante processo de construção e desconstrução. Desse modo, a educação faz parte de uma busca existencial por respostas que nos ajuda a compreendermos a nós mesmos na relação com o outro e com o mundo no qual estamos inseridos.

Desse modo, educamos por uma necessidade de existir, de conhecer e reconhecer no outro a nós mesmos. E não há outro modo de nos reconhecermos senão através da cultura e dos valores que constroem nossa identidade. Uma parte significativa dos referenciais educacionais que recebemos enquanto amadurecemos vem da relação que estabelecemos com a família, com a comunidade e também com a escola. Todos esses valores, via de regra, estão intrinsecamente relacionados ao modo como a religião entendeu e interpretou os diversos fenômenos físicos e sociais com os quais lidamos cotidianamente. Por isso, durante muito tempo, desde a Antiguidade até os dias atuais, em grande medida discutir educação implica em discutir a relação desta com a religião e vice versa.

A nossa sede de conhecimento fez com que buscássemos respostas e explicações para os mistérios de nossa existência nas coisas que nos cercavam. Dessa necessidade de dar sentido, de emergir do caos e organizar o mundo ao redor, encontrarmos na palavra “o logos organizador do caos” e, a partir de então, nunca mais deixamos de repetir a atitude manifesta pelo ser humano no mito adâmico, ou seja, criamos e recriamos o mundo. Ao nomear, criar, literalmente trazer à existência o que antes não existia, inauguramos o mundo. Todavia, a palavra que o representa é a mesma que o limita, deixando sempre um hiato misterioso entre o verbo e o ser, por isso, junto com a palavra que inaugura nossa existência inauguramos a religião como linguagem necessária a essa experiência fundante.

A linguagem teológica que emana da religião tem nas narrativas míticas sua primeira expressão sistematizadora, e consiste na nossa primeira tentativa de compreender o mundo ao redor e de compreender o nosso ser no mundo, parafraseando Heidegger. Acerca do mito e de suas hermenêuticas possíveis Mircea Eliade, em seu livro Mito e Realidade,1 explica que o mito é uma realidade cultural extremamente complexa, que pode ser abordada e interpretada através de perspectivas múltiplas e complementares. Por isso, a definição que, segundo ele, parece-lhe menos imperfeita por ser a mais ampla é a seguinte:

O mito conta uma história sagrada; ele relata um acontecimento ocorrido no tempo primordial, o tempo fabuloso do “princípio”. Em outros termos, o mito narra como, graças às façanhas dos entes sobrenaturais, uma realidade passou a existir, seja uma realidade total, o cosmo, ou apenas um fragmento: uma ilha, uma espécie vegetal, um comportamento humano, uma instituição. É sempre, por tanto, a narrativa de uma “criação”: ele relata de que modo algo foi produzido e começou a ser.2

Desse modo, o mito é sempre um olhar para trás, a busca por respostas de perguntas que até hoje ecoam entre nós. É preciso entender que o mito pode narrar a origem de um comportamento em um tempo e espaço primordial, mas não funda, necessariamente, esse comportamento. Muitas vezes, é o comportamento que funda o mito na busca por uma Identidade. O mito retrata em suas tramas os dilemas, os dramas e as contradições próprias da sociedade em que surge, daí porque também não podemos considerar que o mito seja uma mentira, uma fábula apenas, ele é, antes, a resposta, que pode não ser a única, nem a mais verdadeira, mas que deve ser respeitada, por deixar em suas tramas as pistas que nos leva a compreender melhor uma fase do pensamento humano.

O mito durante muito tempo fez parte da tradição oral. As histórias, as canções e as poesias eram elementos-chave na formação do imaginário coletivo que contribuía para a formação dos valores e, conseqüentemente, da identidade das pessoas de determinadas sociedades. A educação e a religião surgem a partir da mesma necessidade do ser humano de conhecer e se reconhecer no mundo, assim sendo, podemos supor que durante algum tempo elas estiveram juntas na busca humana pelo sentido de existir.

Segundo Rubem Alves, essa busca não foi superada pelo surgimento de outras linguagens como a filosofia e a ciência, antes, o sentimento religioso é uma constante na história da humanidade. Independentemente da época, do grupo social ou da região geográfica, sempre encontraremos manifestações em que se busca uma interação com o transcendente, com forças misteriosas e poderosas superiores ou anteriores aos seres humanos. Para entendermos este sentimento é necessário refletir e justificar a atitude de produzir religião: a própria religião.3

É fácil identificar, isolar e estudar a religião como o comportamento exótico de grupos sociais restritos e distantes. Mas é necessário reconhecê-la como presença invisível, sutil, disfarçada, que se constitui num dos fios com que se tece o acontecer do nosso cotidiano. A religião está mais próxima de nossa experiência pessoal do que desejamos admitir [...] Como o disse poeticamente Ludwig Feuerbach: “A consciência de Deus é autoconsciência, o conhecimento de Deus é auto-conhecimento. A religião é o solene desvelar dos tesouros ocultos do homem, a revelação dos seus pensamentos íntimos, a confissão aberta dos seus segredos de amor”.4

Com o surgimento da filosofia, os valores religiosos foram postos em xeque, e a religião institucionalizada reagiu veementemente aos questionamentos filosóficos pautados na lógica e na razão. Mas, ao descobrir a nova linguagem que apresentava novas leituras do mundo, descobriu-se também sua limitação, não era possível discutir sem conceito. A nova linguagem só poderia ir até onde a razão pudesse conduzi-la. Mas o mundo era maior do que a razão podia compreender. E mais uma vez nos esbarramos em um hiato, e é nesse hiato entre a compreensão das manifestações físicas e sociais por meio da razão e o mistério da vida que se move o desejo insaciável do ser humano pelo conhecimento.

Não pretendemos afirmar que não há educação sem religião, o que queremos é deixar claro que não podemos discutir educação ignorando a religião ou tratando-a com simplismo, sob pena de tornarmos inócuas as nossas análises históricas, sociológicas e pedagógicas. Entendemos que a religião é um fator presente no cotidiano de milhares de pessoas e instituições e, portanto, merece ser tratada com a dignidade necessária a qualquer vertente do conhecimento. Não se trata de proselitismo, mas de uma perspectiva educacional que entende que os padrões de aferição de qualquer processo de conhecimento, a priori, não são excludentes por serem diferentes, antes devemos avaliar que a complexidade pode significar complementaridade.

Entendemos que houve na história da humanidade situações nas quais a religião institucionalizada hierarquizou o conhecimento e impôs a supremacia do conhecimento teológico, como ocorreu na Idade Média. Mas não podemos esquecer que foi na Idade Média que, pela primeira vez, estabeleceu-se um currículo formal para as escolas. As matérias ensinadas nas escolas medievais eram representadas pelas chamadas artes liberais, divididas em trivium (gramática, retórica, dialética) e quadrivium (aritmética, geometria, astronomia e música). Deve-se salientar que é ainda na Idade Média que se estabelece, pela primeira vez, uma proposta de educação universitária que naquele momento permitiu que a burguesia participasse de muitas vantagens da nobreza e do clero, que até então lhe tinha sido negadas.

No fim da Idade Média, os interesses intelectuais que a princípio eram exclusivamente religiosos, passaram a ser filosóficos e lógicos, abrindo definitivamente espaços para os movimentos renascentistas. Mas se estivermos pensando que a modernidade trouxe definitivamente a separação entre educação e religião, estaremos enganados. Pois um dos grandes e decisivos movimentos renascentista foi, sem dúvida alguma, a Reforma Protestante, que propunha autonomia do indivíduo, baseada no sacerdócio universal dos crentes. Com isso, cada indivíduo poderia gerir sua própria fé, tirando das mãos da Igreja Católica Apostólica Romana o monopólio da salvação.

Para compreender a relação estabelecida entre protestantismo e educação, é necessário entender o que significou o sacerdócio universal dos cristãos e qual a importância dos princípios que o sustentava: Sola Fide, Sola Gratia e Sola Scripture. Tais princípios retiram a ênfase da autoridade institucional configurada na Igreja Católica Romana e a coloca no indivíduo que, no exercício pleno de sua fé e iluminado pelo Espírito Santo, pode ler e interpretar o texto bíblico sem a mediação da Igreja nem prejuízo da sua salvação, que é fruto da gratuidade de Deus para a humanidade. É possível afirmar que o sacerdócio universal dos cristãos contribuiu de modo significativo para o nascimento da modernidade, uma vez que possibilitou ao ser humano moderno a idéia de autonomia que o orientaria na busca pela “verdade que liberta”, ou seja, pelo conhecimento.

Sem dúvida que Lutero venceu a servidão pela devoção, substituindo-lhe a servidão por convicção. Quebrou a fé na autoridade, restaurando a autoridade da fé. Transformou os clérigos em leigos, transformando os leigos em clérigos. Libertou o homem da religiosidade exterior, fazendo da religiosidade a consciência do homem, emancipou o corpo de suas cadeias, carregando com elas o coração. Mas, se o protestantismo não era a verdadeira solução, ele era a maneira correta de por o problema. Não se tratava a partir de agora do combate do leigo contra o clérigo, exterior a ele, mas do combate contra o seu próprio e íntimo clérigo, contra a sua natureza clerical.5

Para os protestantes, a lógica era “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8.32). Jesus era a verdade, e não haveria verdade que, em última instância, não remetesse à verdade que estava n’Ele, de modo que toda busca por conhecimento não só era bem aceita como também promovida e fazia parte da ação estratégica de evangelização dos missionários protestantes.

Dos três princípios, Sola Fide (somente a fé), Sola Gratia (somente a graça) e o Sola Scripiture (somente a Escritura), este último desempenhou um papel singular na promoção do conhecimento, inclusive o acadêmico. Segundo Hill,6 desde os processos que antecederam a Reforma Religiosa no século XVI na Europa, a laicização do texto bíblico está associada ao processo de alfabetização de camponeses e operários, dentre outros extratos das camadas populares. Um exemplo disso é a proposta de Wyclif e seus alunos Lolardos, que iniciaram na Inglaterra no século XIV uma tradução do texto bíblico para o idioma laico, o inglês, deixando-o mais acessível ao povo. É claro que essa atitude foi reprimida, pois, nesse contexto, alguém que sabia e podia ler o texto bíblico poderia contestar a interpretação oficial do clero corrompido, que corroborava com o sistema para manter o estado de opressão. Assim, o texto bíblico que serviu para oprimir era o mesmo que estava sendo usado para libertar. A dicotomia da vida estava presente na religião.

A modernidade propôs uma educação laica, num contraponto à igreja institucionalizada. A religião era mais uma possibilidade de se interpretar o mundo, mas não a principal. Isso fez com que se criasse a idéia de religião como significando a alienação social e política. E ganhou destaque a idéia positivista de que a difusão do conhecimento científico resolveria os grandes problemas sociais, seríamos capazes de prever e prover por meio dele.

Ao deslumbramento da modernidade com a linguagem científica tomada muitas vezes como referencial de verdade, Nietzsche7 – um dos maiores críticos do cristianismo – advertiu que a ciência deve ser percebida como modelo interpretativo e não como fonte de verdades finais acerca dos seus objetos.

A fé depositada aos pés da ciência decantou com a pós-modernidade. A nova proposta é ver a ciência como modelo interpretativo e não como fonte de verdades finais. Esta nova postura diante do mundo ocorre devido à constatação de uma complexidade do real, que em muito supera os velhos pressupostos interpretativos.

Estamos hoje diante de um mundo complexo e plural, nenhum modelo educacional ou sistema religioso é capaz de responder às múltiplas situações as quais estamos expostos. Segundo Edgard Morin, em seu texto Os sete saberes,8 para articular e organizar os conhecimentos e, assim, reconhecer e conhecer os problemas do mundo, faz-se necessário reformar o pensamento. Entretanto, essa reforma não é programática, mais sim, paradigmática – é, segundo ele, uma questão fundamental da educação, já que se refere a nossa aptidão para organizar o conhecimento.

O que argumento aqui é que, diante desse novo cenário que envolve a complexidade dos saberes, o campo religioso seja estudado como uma área do conhecimento que dialoga com as demais, sem necessariamente excluí-las. Não se trata aqui de uma proposta de prática educacional catequética como meio de promover o cristianismo ou outra religião. O que se propõe é a percepção da religião enquanto espaço de formação e reformulação social, de onde as pessoas continuam extraindo uma parte significativa de seu capital simbólico.

Para a escola, existem dois métodos de arbitrar a questão da religião como campo do conhecimento. Um é o modelo teológico, que busca uma fundamentação para além da confessionalidade escrita, de forma a superar a prática catequética. Este modelo é moderno na medida em que apresenta as questões religiosas em diálogo com as demais disciplinas dentro das escolas e instituições e se esforça por promover o respeito e o diálogo entre as religiões, dentro de uma finalidade ecumênica.

O outro modelo é o das Ciências da Religião, que rompe com o modelo catequético e com o modelo teológico em nome da autonomia epistemológica e pedagógica do ensino religioso. Ele toma como pressuposto do ensino religioso a educação do cidadão, sem proselitismo. E reconhece a religiosidade e a religião como dados antropológicos e socioculturais que devem ser abordados no conjunto das demais disciplinas acadêmicas por razões cognitivas e pedagógicas.9

Quadro 1: Comparação entre os três modelos de ensino religioso

Modelo

Catequético

Teológico

Ciências da Religião

Cosmovisão

Unirreligiosa

Plurirreligiosa

Transreligiosa

Contexto político

Aliança Igreja-Estado

Sociedade secularizada

Sociedade secularizada

Fonte

Conteúdos doutrinais

Antropologia, teologia do pluralismo

As Ciências da Religião

Método

Doutrinação

Indução

Indução

Afinidade

Escola Tradicional

Escola Nova

Epistemologia atual

Objetivo

Expansão das Igrejas

Formação religiosa dos cidadãos

Educação do cidadão

Responsabilidade

Confissões religiosas

Confissões religiosas

Comunidade científica e do Estado

Riscos

Proselitismo e intolerância

Catequese disfarçada

Neutralidade científica

Fonte : SENA, 2006.

O modelo educacional onde ocorre a supremacia do conhecimento fragmentado de acordo com as disciplinas tem, freqüentemente, impedido de operar o vínculo entre as partes e a totalidade e, por isso, Morin10 propõe a substituição desse modelo por um modo de conhecimento capaz de apreender os objetos em seu contexto, sua complexidade e seu conjunto.

Morin11 acredita que será necessário desenvolver a aptidão natural do espírito humano para situar todas essas informações em um contexto e um conjunto, considerando que é preciso ensinar os métodos que permitam estabelecer as relações mútuas e as influências recíprocas entre as partes e o todo, em um mundo complexo, a fim de que possamos transpor uma série de obstáculos ligados a uma racionalidade extremamente positivista herdada de uma sociedade industrializada.

Partindo destes princípios, entende-se que as escolas devem optar por trabalhar os conteúdos curriculares de modo interdisciplinar, por entender que o processo de integração recíproca entre várias disciplinas e campos de conhecimento será “capaz de romper as estruturas de cada uma delas para alcançar uma visão unitária e comum do saber trabalhando em parceria”.12

Trabalhar a interdisciplinaridade não significa negar as especialidades e objetividade de cada ciência. A interdisciplinaridade tem que respeitar o território de cada campo do conhecimento, bem como distinguir os pontos que os une e que os diferencia. Essa é a condição necessária para detectar as áreas onde se poderão estabelecer as conexões possíveis. Como observa Gusdorf, “a exigência interdisciplinar impõe a cada especialista que transcenda sua própria especialidade, tomando consciência de seus próprios limites para colher às contribuições das outras disciplinas”.13

Entendemos que a religião continua hoje no século XXI intimamente relacionada à educação e partilhando com ela a discussão de temas como política, cidadania, economia e ética. Em muitos casos a religião tem dado a tônica do discurso e, por isso, a escola não pode e não deve ignorá-la como fator de construção no processo de formação do indivíduo. Se, a partir do que é discutido, será feito um discurso critico ou apologético, será outra vertente a ser discutida a partir dos discursos construídos. O que não podemos é ignorar nem simplificar a questão por preconceito aliado a uma ignorância injustificável. A religião e a educação sempre fizeram parte do nosso processo de significação do mundo e da relação que estabelecemos com o cosmo e com o outro na busca pela construção e afirmação da nossa identidade sempre inacabada.

Referências
ALVES, Rubem. O que é religião? São Paulo: Abril/Brasiliense, 1984.

ELIADE, Micea. Mito e Realidade. 5. ed. Trad. Polla Civelle. São Paulo: Perspectiva. 2000.

GUSDORF, Georges. Prefácio. In: JAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e patologia do saber. Rio de Janeiro: Imago, 1976.

HILL, Cristopher. A Bíblia inglesa e as revoluções do século XVII. São Paulo: Civilização Brasileira, 2003.

MARX, Karl. Crítica da filosofia do direito de Hegel. São Paulo: Bom Tempo, 2005.

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000.

NIETZSCHE, Friedrich. A Gaia Ciência. São Paulo: Cia. das Letras, 2002.

PALMADE, Guy. Interdisciplinaridade e ideologias. Madrid: Narcea, 1979.



SENA, Luiza (Org.). Ensino religioso e formação docente. São Paulo Paulinas, 2006.


1 ELIADE, Micea. Mito e Realidade. 5. ed. Trad. Polla Civelle. São Paulo: Perspectiva. 2000.

2 ELIADE, 2000, p. 56.

3 SENA, Luiza (Org.). Ensino religioso e formação docente. São Paulo: Paulinas, 2006.

4 ALVES, Rubem. O que é religião? São Paulo: Abril/Brasiliense, 1984. p. 12-13.

5 MARX, Karl. Crítica da filosofia do direito de Hegel. São Paulo: Bom Tempo, 2005. p. 06.

6 HILL, Cristopher. A Bíblia inglesa e as revoluções do século XVII. São Paulo: Civilização Brasileira, 2003.

7 NIETZSCHE, Friedrich. A Gaia Ciência. São Paulo: Cia. das Letras, 2002. p. 235.

8 MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2000. p. 36.

9 SENA, 2006, p. 28-33.

10 MORIN, 2000, p. 31.

11 MORIN, 2000, p. 46.

12 PALMADE, Guy. Interdisciplinaridade e ideologias. Madrid: Narcea, 1979. p. 35.

13 GUSDORF, Georges. Prefácio. In: JAPIASSU, Hilton. Interdisciplinaridade e patologia do saber. Rio de Janeiro: Imago, 1976.


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