Ditado pelo espírito joana de ângelis



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LEIS MORAIS DA VIDA

DIVALDO PEREIRA FRANCO


DITADO PELO ESPÍRITO JOANA DE ÂNGELIS


ÍNDICE
LEIS MORAIS DA VIDA
PRIMEIRA PARTE - DA LEI DIVINA OU NATURAL
SEGUNDA PARTE - DA LEI DE ADORAÇÃO

CAPÍTULO 1 = AMAR A DEUS

CAPÍTULO 2 = ORAÇÃO NO LAR

CAPÍTULO 3 = DECISÃO NA VERDADE

CAPÍTULO 4 = MUITOS CHAMADOS

CAPÍTULO 5 = BENFEITORES DESENCARNADOS E PROBLEMAS HUMANOS

CAPÍTULO 6 = AGRADECIMENTO
TERCEIRA PARTE - DA LEI DO TRABALHO

CAPÍTULO 7 = A BÊNÇÃO DO TRABALHO

CAPÍTULO 8 = TRABALHO DE ÚLTIMA HORA

CAPÍTULO 9 = BENS MATERIAIS

CAPÍTULO 10 = FRACASSO E RESPONSABILIDADE

CAPÍTULO 11 = CONSIDERANDO O ARREPENDIMENTO

CAPÍTULO 12 = TRANQÜILIDADE
QUARTA PARTE - DA LEI DE REPRODUÇÃO

CAPÍTULO 13 = PERANTE A VIDA

CAPÍTULO 14 = LIMITAÇÃO DE FILHOS

CAPÍTULO 15 = FILHO DEFICIENTE

CAPÍTULO 16 = DEVERES DOS PAIS

CAPÍTULO 17 = DEVERES DOS FILHOS

CAPÍTULO 18 = AFINIDADE E SINTONIA
QUINTA PARTE - DA LEI DE CONSERVAÇÃO

CAPÍTULO 19 = O DINHEIRO

CAPÍTULO 20 = DESPERDÍCIOS

CAPÍTULO 21 = PRESENÇA DO EGOISMO

CAPÍTULO 22 = AMOR-PRÓPRIO

CAPÍTULO 23 = RENOVAÇÃO

CAPÍTULO 24 = HEROÍSMO DA RESIGNAÇÃO
SEXTA PARTE - DA LEI DE DESTRUIÇÃO

CAPÍTULO 25 = HOSTILIDADES

CAPÍTULO 26 = CONSIDERANDO O MEDO

CAPÍTULO 27 = COMPANHEIROS PERIGOSOS

CAPÍTULO 28 = AGRESSIVIDADE

CAPÍTULO 29 = ANTE DISSENSÕES

CAPÍTULO 30 = ELES VIVEM
SÉTIMA PARTE - DA LEI DE SOCIEDADE

CAPÍTULO 31 = INTERCÂMBIO SOCIAL

CAPÍTULO 32 = PARTICIPAÇÃO NA FELICIDADE

CAPÍTULO 33 = AMIZADES E AFEIÇÕES

CAPÍTULO 34 = ABNEGAÇÃO

CAPÍTULO 35 = REFREGAS DA EVOLUÇÃO

CAPÍTULO 36 = REFERÊNCIAS ENCOMIÁSTICAS
OITAVA PARTE - DA LEI DO PROGRESSO

CAPÍTULO 37 = DIANTE DO PROGRESSO

CAPÍTULO 38 = DIANTE DO DESTINO

CAPÍTULO 39 = DORES E JUSTIÇA

CAPÍTULO 40 = VÍCIOS E DELITOS

CAPÍTULO 41 = PASSADO E DOR

CAPÍTULO 42 = PROSSEGUIR SEMPRE
NONA PARTE - DA LEI DE IGUALDADE

CAPÍTULO 43 = CRÍTICOS IMPIEDOSOS

CAPÍTULO 44 = JULGAMENTO ERRÔNEO

CAPÍTULO 45 = GLÓRIAS E INSUCESSOS

CAPÍTULO 46 = SOB DORES EXTENUANTES

CAPÍTULO 47 = DE ÂNIMO INQUEBRANTÁVEL

CAPÍTULO 48 = INGRATIDÕES
DÉCIMA PARTE - DA LEI DE LIBERDADE

CAPÍTULO 49 = DIREITO DE LIBERDADE

CAPÍTULO 50 = O BEM SEMPRE

CAPÍTULO 51 = SEGURANÇA ÍNTIMA

CAPÍTULO 52 = ERRO E QUEDA

CAPÍTULO 53 = NA ESFERA DOS SONHOS

CAPÍTULO 54 = EXIGÊNCIA DA FÉ
DÉCIMA-PRIMEIRA PARTE - DA LEI DE JUSTIÇA, DE AMOR E DE CARIDADE

CAPÍTULO 55 = ANTE O AMOR

CAPÍTULO 56 = DESARMAMENTO ÍNTIMO

CAPÍTULO 57 = CARIDADE PARA COM OS ADVERSÁRIOS

CAPÍTULO 58 = CONFIANÇA E AMOR

CAPÍTULO 59 = AUXÍLIO A SOFREDORES

CAPÍTULO 60 = TERAPÊUTICA DO AMOR

LEIS MORAIS DA VIDA
São de todos os tempos as leis morais da vida, esta­belecidas pelo Supremo Pai.

Invioláveis, constituem o roteiro de felicidade pelo rumo evolutivo, impondo-se, paulatinamente, à inteligência humana achando-se estabelecidas nas bases da harmonia perfeita em que se equilibra a Criação.

Reveladas através dos tempos, a pouco e pouco, não se submetem às injunções transitórias das paixões humanas, que sempre desejaram padronizá-las ao próprio tal­ante, submetendo-as às suas torpes determinações.

Inspiradas à humanidade pelas forças vivas da Natu­reza desde os dias do ‘homem primitivo, passaram a constituir a ética religiosa superior de todos os povos e de todas as nações.

Leis naturais de amor, justiça e eqüidade, são o fiel da conquista do espírito que, na preservação dos seus có­digos sublimes e na vivência da sua legislação, haure o próprio engrandecimento e plenitude.

O desacato, a desobediência aos seus códigos en­gendram o sofrimento e o desalinho do infrator, que de forma alguma consegue fugir ao reajuste produzido pela rebeldia ou insânia de que se faz portador.

Profetas, legisladores e sábios têm sido os maleáveis instrumentos de que se utilizou o Pai Amantíssimo atra­vés dos tempos, a fim de que o homem, no ergástulo carnal, pudesse encontrar a rota segura para atingir o reino venturoso que o espera.

Dentre todos, porém, foi Jesus o protótipo da mise­ricórdia divina, “o tipo mais perfeito que Deus tem ofere­cido ao homem, para lhe servir de guia e modelo”, o pró­prio Rei Solar.

Vivendo em toda a pujança o estatuto das “leis mo­rais”, deu cumprimento às de ordem humana, submeten-­do-se, pacificamente, instaurando o período fundamentado na de amor, que resume todas as demais e as comanda com inexcedível mestria.

Modelo a ser seguido, ensinou pelo exemplo e pelo sacrifício, selando em testemunho supremo a excelência do seu messianato amoroso, através da doação da vida, incitando-nos a incorporar ao dia-a-dia da existência a irrecusável lição do seu auto-ofertório santificante.


*
lnspiramo-nos para elaborar esta Obra no incompará­vel “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, Parte 3ª, “Das leis morais” (*).

Não pretendemos produzir um trabalho de exegese doutrinária, mas respingar alguns conceitos e opiniões atuais nas nobres e relevantes lições ali exaradas, por con­siderarmos insuperável e de profunda momentaneidade a Obra Kardequiana, repositório fiel do Consolador, confor­me prometido por Jesus.

Dividimos o nosso estudo nas onze leis morais, con­forme a classificação kardequiana, utilizando-nos de va­riado assunto para a meditação e a renovação íntima da­queles que se interessam pela Doutrina Espírita, ou que no báratro destes dias de inquietação padecem a sede de Deus, requerem ao Alto respostas imediatas às interroga­ções afligentes, pedem orientações.

O homem viaja com os seus formidáveis bólides espa­ciais fora ‘da órbita da Terra, e, todavia, não se conhece a si mesmo.

Descobre o mundo que o fascina e não se penetra das responsabilidades morais que lhe cabem.

Altera a face do planeta que habita e pretende modi­ficar as “leis morais” que regem o Universo, mergulhan­do, então, em profunda amargura.

Apresenta conceitos valiosos e concepções de auda­ciosa matemática, desvendando as leis da gravitação, da aglutinação das moléculas, da estrutura genética dos seres e, todavia, impõe absurdas determinações no campo mo­ral, legalizando o aborto, ressuscitando a pena de morte, programando a família mediante processos escusos, pre­cipitados, advogando a dissolução dos vínculos matrimo­niais estimulado por terrível licenciosidade, fomentando a guerra...

Há dor e loucura, fome, miséria moral e social em larga escala, num atestado inequívoco do primarismo moral que vige em indivíduos e coletividades ditos civi­lizados.

As leis morais da vida são impostergáveis.

Ninguém as derroca; não as subestima impunemente; não as ignora, embora desejando fazê-lo. Estão insculpidas na consciência das criaturas. Mesmo o bruto sente-as em forma de impulsos ou pelo luzir da sua grandeza transcen­dente nos pródromos da inteligência.

Leis imutáveis, são as leis da vida.
*
Algumas destas páginas apareceram oportunamente em letras de forma, no periodismo espírita como no leigo.

Aqui estão refundidas umas, reajustadas outras, por nós mesma, para melhor entrosamento no conjunto da Obra.

A modesta contribuição ora reunida em volume obje­tiva despertar sentimentos elevados, clarear mentes em aflição ou que dormem na ignorância das verdades espiri­tuais, contribuindo com as Vozes dos Céus” no desiderato da edificação da nova humanidade com Jesus para o Mi­lênio porvindouro.

Dando-nos por trabalhadora que reconhece sua pouca valia, exoramos a proteção do Mestre Incomparável para todos nós, seus discípulos imperfeitos, embora amorosos que tentamos ser.


Joanna de Ângelis
Salvador, 7 de maio de 1975
(*) Todas as citações de “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, fo­ram extraídas da 29ª edição da FEB - Nota da Autora espiritual.

PRIMEIRA PARTE

DA LEI DIVINA OU NATURAL
“614. Que se deve entender pôr lei natural?”

“A lei natural é a lei de Deus. É a única verdadeira para a felicidade do homem. Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer e ele só é infeliz quando dela se afasta.”

“O Livro dos Espíritos”

SEGUNDA PARTE

DA LEI DE ADORAÇÃO
“649 Em que Consiste a adoração?”

“Na elevação do pensamento a Deus. Deste, pela adoração, aproxima o homem sua alma.”


“659. Qual o caráter geral da prece?”

“A prece é um ato de adoração. Orar a Deus é pensar nele; é aproximar-se dele; é pôr-se em comunicação com ele. A três coisas podemos propor-nos por meio da prece: louvar, pedir, agradecer.”



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