Ditado pelo espírito joana de ângelis



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“O Livro dos Espíritos”


1

AMAR A DEUS
Amor é vida.

Sem o amor de Deus que tudo vitaliza, a Criação volveria ao caos do princípio.

Antes, portanto, do amor não havia Criação, por­que Deus é Amor.
*
Sem o amor ao próximo não se pode amar a Deus.

Nesse particular o Evangelho é todo um hino ao Criador, mediante o eloqüente testemunho de amor ao próximo, apresentado por Jesus.

Em todos os Seus passos o amor se exterioriza numa canção de feitos, renovando, ajudando e levan­tando os Espíritos.
*
Não podendo o homem romper a caixa escura do egoísmo, saindo de si na direção da criatura, sua irmã, dificilmente compreenderá o impositivo do amor trans­cendente em relação à Divindade.

Quando escasseiam os recursos da elevação inte­rior pelo pensamento vinculado ao Supremo Constru­tor do Cosmo, devem abundar os esforços no labor da fraternidade em direção às demais criaturas, do que decorre, inevitavelmente, a vinculação amorosa com Deus. Porqüanto ninguém pode pensar no próximo sem proceder a uma imperiosa necessidade de fazer inter­rogações que levam à Causa Central.

O homem constitui, indubitavelmente, um enigma que só à luz meridiana da reencarnação — técnica do amor e da Justiça Divina — pode ser entendido.
*
Na vida, sob qualquer expressão, está manifesto o amor.

Mediante o amor animam-se as forças atuantes e produtivas da Natureza, no mineral, no vegetal, no animal, no homem e no anjo.


*
Dilata, desse modo, as tuas expressões íntimas, dirigindo-as para o bem e não te preocupes com o men­tiroso triunfo do mal aparente.

Exalça a vida e não te detenhas na morte.

Glorifica o dever e não te reportes à anarquia.

Fala corretamente e retificarás os conceitos infe­lizes.

Se te impressionam as transitórias experiências do primitivismo e da barbárie que ainda repontam na Terra, focaliza a beleza e superarás as sombras e in­quietações...
*
A maneira mais agradável de adorar a Deus é elevar o pensamento a Ele, através do culto ao bem e do amor ao próximo.

Desce à dor e ergue o combalido à saúde íntima;

mergulha no paul e levanta ao planalto os que ali en­contres; curva-te para socorrer, no entanto, ascende no rumo de Deus pelo pensamento ligado ao Seu amor e vencerás os óbices.
*
Se desejas, todavia, compreender melhor a neces­sidade de amar a Deus, acompanha o desabrochar de uma rosa, devolvendo perfume à vida, o que extrai do solo em húmus e adubo... Fita uma criança, de­tém-te num ancião...

Ama, portanto, pelo caminho quanto possas, plantas, animais, homens, e te descobrirás, por fim, superiormente amando a Deus.



2

ORAÇÃO NO LAR
A transformação do lar em célula viva do Cris­tianismo operante constitui labor impostergável.

Por mais valiosas se façam as conquistas externas na atividade quotidiana, com vistas ao progresso e àfelicidade, se tais aquisições não encontrarem funda­ções de segurança no reduto doméstico far-se-ão edifi­cações em constante perigo.

Isto, porque, o lar é a matriz geradora da comu­nidade ditosa, sobre o qual repousam os sustentáculos das nacionalidades progressistas.

Os distúrbios internos em qualquer máquina de serviço provocam prejuízo na rentabilidade, quando não se dá a paralisação do trabalho com danos impre­visíveis.

A família é o fulcro da maior importância para o homem.

Não obstante os complexos mecanismos da reen­carnação, os fatores criminógenos ou os estímulos ho­noráveis encontram no núcleo familiar as condições fomentadoras para o eclodir das paixões insanas co­mo o das sublimes. Obviamente, neste capítulo, de quando em quando surgem exceções, como atestando que o diamante valioso, apesar de tombado na lama, fulgura, precioso, ou a pedra bruta embora o engaste nobre e o estojo especial, de forma alguma adquire valor.

Num lar lucilado pela oração em conjunto onde, a par do exemplo salutar dos cônjuges, a palavra do Senhor recebe consideração e apontamentos superio­res, ao menos periodicamente, os dramas passionais, as ocorréncias infelizes, os temores e as discórdias cedem lugar à compreensão fraternal, à caridade recíproca, àpaciência, ao amor.

Ali se caldeiam os complexos fenômenos da evolução e se resolvem em clima de entendimento os pro­blemas urgentes que dizem respeito à recuperação de cada um. Não apenas se ajustam e se sustentam afeti­vamente os nubentes como se reorganizam os programas iluminativos, retemperando-se ânimo e ideais àinspiração do Cristo sempre presente.


*
Companheiros sinceros queixam-se quanto aos da nos promovidos pelos modernos veículos de comuni­cação de massas.

Diversos expositores do verbo espírita invectivam contra as permissividades hodiernas.

Mentes lúcidas, considerando a áspera colheita de espinhos da atualidade, reagem com emoção através da palavra falada ou escrita.

Muitos oferecem programas complexos de ação, talvez impraticável, debatem, acusam, vociferam. Mas pouco fazem realmente.

O trabalho do bem é paulatino e a reforma mo­ral, para ser autêntica, será sempre individual, bem laborada, sacrificial.

As técnicas ajudam, todavia, só a persuasão ho­nesta, mediante a qual o homem se conscientiza das necessidades reais, consegue lograr libertá-lo dos com­promissos inditosos, engajando-o nas disposições res­tauradoras.

De pouca monta o esforço para ajudar a renova­ção do próximo, se não ensinar fixado ao exemplo da própria modificação íntima para melhor.

O exercício evangélico na família à pouco e pou­co, em clima de cordialidade e simpatia, consegue neutralizar a má propaganda, as investidas violentas do crime de todo porte que se insinuam e irrompem dominadoras.


*
Ao realizares o Culto Evangélico do lar não te excedas em tempo, a fim de serem evitados a mo­notonia e o desinteresse.

Não o imponhas aos que te não compartem as idéias ou preterem, por enquanto, outros rumos.

Tenta a argumentação honesta e branda, convin­ente e autêntica.

Insiste junto aos filhinhos para que comunguem contigo do pão do espírito, conforme de ti recebem o pão do corpo.

Faze, porém, a tua parte.

Se sentires a tentação do desânimo, a amargura ia decepção, recorda-te do otimismo dos primeiros cristãos e não desfaleças. Orando em conjunto, reco­mendavam os invigilantes, os perturbadores e indito­sos ao Senhor, haurindo forças na comunhão fraterna para os testemunhos com que ensementaram na Hu­manidade as excelências da Boa Nova, que ora te al­cança o espírito sem as agruras da perseguição exter­na e das dolorosas injunções da impiedade humana.

Acende o sol do Evangelho em casa, reúne-te com os teus para orar e jamais triunfarão trevas em teu lar, em tua família, em teu coração.

3

DECISÃO NA VERDADE
...“Havendo eu sido cego, agora vejo.” - (João: capítulo 9º, versículo 25)
O jovem padecia de cegueira desde o nascimento.

Jamais conhecera a luz.

Sua vida se encontrava povoada de trevas, em cujos meandros tateava com aflição.

Jesus abriu-lhe os olhos, concedendo-lhe a dia­mantina claridade da visão.

Inundado pela luz externa que o fascinou, enri­queceu-se de gratidão por aquele que o libertou.

Instado à informação do fato, deu-a inciso, conciso num eloqüente testemunho de júbilo.

Não acreditado pelos que o cercavam e o inquiriam, reafirmou a ocorrência, asseverando haver sido ele o antigo cego, face à dúvida que o cercava.

Convidado a opinar sobre quem o beneficiara, fez-se conclusivo: "Ë profeta!"

Intimado a injuriar e desmerecer o desconhecido benfeitor, a ingratidão de muitos que logo olvidam o socorro recebido, permitindo-se a dúvida, ao lado da subserviência aos transitórios triunfadores, foi explícito:

- "Se é pecador, não sei; uma coisa eu sei: havendo eu sido cego, agora vejo".

Não lhe importava quem ele era e sim o que lhe fizera.
*
Defrontam-se no ensino evangélico as duas conjunturas habituais: luz e treva.

Enfrentam-se as duas situações: verdade e mentira.

Duela a suspeita com a convicção.

Teima a pusilanimidade contra o sentimento leal.

Insiste o despeito, agredindo a nobreza.

O fato, porém, triunfa.

O bem relevante sobrenada entre as águas turvas do mal enganoso.

Nada importava ao jovem, agora vidente.

O essencial era que se encontrava a ver.

Nem assim, diante das evidências, cessava a hostilidade contra o "Filho de Deus".

O cipoal das paixões humanas, através das habilidades da astúcia, abriam-se em ardis infelizes, tentando apanhar o incomparável Amigo dos sofredores.

Hoje, no entanto, ainda é assim.

Tropeçam e atropelam-se os cegos do corpo com os do espírito. Os últimos são piores do que os primeiros porque se negam a ver, preferindo a urdidura da infâmia e da perversidade nas quais se distraem e anestesiam a razão.
*
Cuida-te contra a cegueira imposta pelos preconceitos, pelo orgulho, pelos descalabros de todo porte.

Já fizeste o teu encontro com Jesus.

Agora vês. Beneficia-te da claridade a fim de progredires.

Não mais acondiciones trevas morais nas antigas sombras dominadoras das paisagens íntimas.

Sai na direção do dia de sol para servir.

Caminha no rumo da luz e referta-te de claridades divinas, difundindo a esperança e a alegria.

Confessa o teu Amigo Sublime perante todos e segue, intimorato, ajudando em nome d'Ele os que ainda se debatem na escuridão donde saíste e que anseiam, também, pela bênção da visão a fim de enxergar.

4

MUITOS CHAMADOS
(Mateus capítulo 22º, versículos 1 a 14)
Mesmo hoje é assim...

Atônitas, as multidões procuram a diretriz do reino dos céus; não obstante, engalfinham-se nas hór­ridas lutas pela posse da Terra.

Fascinam-se com as narrativas evangélicas e co­movem-se ante os padecimentos do Senhor quando lêem a Sua vida; todavia não se resolvem seguir em definitivo os roteiros iluminativos, por meio dos quais os valores humanos mudam de expressão.

Examinando, igualmente, o comportamento de muitos companheiros de lides, verificarás que a parábola expressiva do Senhor mantém-se em plena atuali­dade para eles também.

Depois de experimentarem o contato com as le­gitimidades do espírito, sentem-se dominados pelo de­sejo sincero de espraiarem as certezas que a Boa Nova lhes oferece. Entretanto, aos primeiros impedimentos e problemas, perfeitamente consentâneos com a posi­ção evolutiva que os caracteriza, reagem, dizendo-se descrentes, atormentam-se e debandam.

Acreditam que são credores de especiais conces­sões, tendo em vista haverem recebido o convite para o banquete na corte do Grande Rei e o terem aceito com demonstrações de vivo entusiasmo...

Não lhes acode, porém, ao discernimento, que para qualquer solenidade se faz indispensável compos­tura própria, traje adequado.

Tais são as ações nobilitantes que conferem in­vestidura e insígnias para o comparecimento ao ágape real.

Por isso, as multidões esfaimadas de amor e sa­bedoria ainda não se resolveram fartar-se nos celeiros sublimes da Revelação Espírita ora ao alcance de to­dos, demorando-se em contínua aflição.

Buscando os tesouros do espírito, disputam, aguerridamente, as posses que os “ladrões roubam, as traças roem e a ferrugem gasta...”


*
Já que recebeste o chamado para a transforma­ção moral ao alento da luz espírita que te aclara os dédalos do mundo interior, não titubeies. Estuga o passo na senda habitual e reflete, deixando-te permear pelas lições de esperança e renovação com que te ar­marás para os combates. ásperos contra os severos ad­versários que a quase todos vencem: o egoísmo, o orgulho, a ira, o ciúme e seus sequazes, ensinando pe­lo exemplo fraternidade e amor.

Não te preocupes pelo proselitismo como pelo ar­rastamento das multidões à fé que te comove.

Recorda-te de Jesus que não veio para compac­tuar com as comezinhas paixões nem tão pouco para agradar os campeões da insensatez — maneira segura de conseguir simpatizantes e adeptos — antes para inaugurar o principado da felicidade ao qual são “muitos chamados”, porém poucos escolhidos”.

5

BENFEITORES DESENCARNADOS E PROBLEMAS HUMANOS
A promoção dos chamados mortos à categoria de benfeitores e santos resulta de um atavismo religioso de que o homem só a esforço insistente consegue li­bertar-se.

Enquanto transitam pelo corpo material, os me­nos projetados na sociedade são teimosamente igno­rados, quando não sistematicamente abandonados. Sofredores que por decênios de dor e amargura suportaram em silêncios estóicos a pesada canga das aflições; pessoas humildes que se apagaram nos labo­res singelos; enfermos em indigência e desprezo, ata­dos a cruzes de demorada agonia; lutadores anônimos que esbarraram em dificuldades e padeceram igno­mínias da imprevidência dos seus verdugos; pais e mães reclusos nos cárceres dos deveres sacrificiais, re­legados às posições inferiores do lar, tão logo retor­nam à Pátria são içados pelas consciências culpadas à condição santificante com que assim esperam excul­par-se à indiferença e ao desprezo que lhes impuseram.

Não apenas estes, porém, que merecem pelos pa­decimentos sofridos uma liberação abençoada.

Crê-se, no entanto, que a morte é ponte para a santificação, mesmo a daqueles que não a merecem.

Supõem que, com a desencarnação, ao se esque­cerem com facilidade os descalabros que foram come­tidos podem conferir-lhes uma situação ditosa, ao pa­ladar da trivialidade a que se entregam.

Não o fazem, porém, por amor.

Como exploraram e feriram, usaram e maceraram os que lhes dependiam, direta ou indiretamente, espe­ram continuar exigindo ajudas que não merecem, em comércio de escravidão contínua com os que já parti­ram.
*
Mentes viciadas pela acomodação aos velhos hábitos da preguiça e da rebeldia, não logram desprender­se dos problemas pessoais mesquinhos a que se afer­ram, por lhes aprazer enganar e enganar-se.

Dizem-se em sofrimento e preferem a condição de vítima da Divindade à de colaboradores de Deus.

Asseveram que só o insucesso lhes ocorre e de­moram-se na lamentação ao invés da ação saneadora do mal.

Teimam por receber tratamento especial dos Céus, e, sem embargo, não se facultam crescer sinto­nizando com as leis superiores que regem a vida.

Rogam bens que não sabem aplicar, desperdi­çando valioso tempo em consultas inúteis e conversa­ções fúteis em que mais se anestesiam na auto-pieda­de e na ilusão.

Afirmam que os seus mortos estão no paraíso en­quanto eles jazem na Terra esquecidos.

Fiéis ao ludíbrio pelo artificialismo das oferen­das materiais, prometem-lhes missas, “sessões solenes”, cultos especiais, flores e outras manobras artificiais com que gostam de insistir na vaidosa presunção da astúcia sistemática.

Em vão, porem.


*
Quando ditosos, os desencarnados, são apenas amigos generosos que intercedem, ajudam e inspiram, mas não podem modificar os compromissos que os seus afeiçoados assumiram desde antes do berço, conforme não se eximiram eles mesmos aos braços da cruz em que voaram no rumo da felicidade.

Quando em desdita no além-túmulo, são para eles inócuas todas as expressões exteriores dos chamados “cultos externos” das religiões terrestres.

A oração ungida de amor, as ações caridosas em sua homenagem refrigeram-nos e ajudam-nos a enten­der melhor a própria situação, armazenando forças para as reencarnações futuras.

Desse modo, esforça-te para resolver os teus pro­blemas sem perturbar os que agora merecem a justa paz depois das lutas ásperas que sofreram.

Respeita a memória dos desencarnados e sem os títulos mentirosos da Terra, tem-nos em conta de ami­gos queridos não subalternos que te poderão ajudar, porém que necessitam, a seu turno, de evoluir também.

6

AGRADECIMENTO
Seja qual for a ocorrência que te surpreenda, concitando-te ao júbilo ou à aflição, dá graças.

Não te olvides do valor da gratidão nos passos da vida.

A cada instante estás chamado ao reconhecimento pelas concessões que te enriquecem em experiências, em iluminação, em saúde, em paz e não apenas ante os valores transitários das moedas e dos títulos que nuito se disputam na Terra.

Não te impeças a emoção do reconhecimento, a exteriorização dos sentimentos da gratidão.

Há pessoas que, não obstante a elevação de pro­pósitos, se sentem constrangidas, angustiando-se sem encontrarem a forma de expressar as graças de que estão possuídas. Outras acreditam que não se faz ne­cessário apresentar ao benfeitor os protestos de reco­nhecimento, porque são mais valiosos os que se de­moram silenciados.

Não têm a razão os que assim pensam e agem.

Uma palavra de bondade ou uma frase simples, porém imantada pela unção da sinceridade, estimula e alegra quem a recebe, concitando a novos cometimen­tos, à continuação dos gestos de enobrecimento e amor.

Embora quem se faz útil e goste de ajudar não se deva prender à resposta do beneficiado, não há por que se desconsidere o dever do amor retributivo.

O amor que enfrenta a hostilidade e a transfor­ma ressurge como compreensão no agressor, assim re­tribuindo a afeição recebida.

Agradece, desse modo, as coisas que te cheguem, como sejam e de que se constituam. Favores divinos objetivam tua felicidade.

Se defrontas problemas, agradece a oportunida­de — desafio para a luta pela paz.

Se tropeças na incompreensão, agradece o ense­jo de provar a excelência dos teus sentimentos.

Se despertas na enfermidade, agradece a conces­são do sofrimento purificador.

Se recebes bondade e afeição, agradece a dádiva

para o esforço evolutivo.

Se colhes alegrias e saúde, agradece o tesouro que deves aplicar nas finalidades superiores da vida.

O espinho, o pedregulho, chamam a atenção do viandante para o solo por onde transita; o aguilhão impele à rota correta; o testemunho de qualquer con­dição revela as qualidades íntimas.

Gratidão é sentimento nobre — cultiva-o para próprio bem.

O sol aquece, a noite tranqüiliza, a chuva alimen­ta, o adubo fertiliza, a poda revigora — tudo são bên­çãos da vida.

Agradece sem cessar as doações divinas que fruis e esparze gratidão onde estejas, com quem te encon­tres, diante de tudo que recebas ou que te aconteça.



TERCEIRA PARTE

DA LEI DO TRABALHO
“674 A necessidade do trabalho é lei da Natureza?

“O trabalho é lei da Natureza, por isso mesmo que constitui uma necessidade, e a civilização obriga o homem a trabalhar mais, porque lhe aumenta as necessidades e os gozos.


“675. Por trabalho só se devem en­tender as ocupações materiais?

“Não; o Espírito trabalha, assim como o corpo. Toda ocupação útil é trabalho.”


“O Livro dos Espíritos”
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