Ditado pelo espírito joana de ângelis



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O Livro dos Espíritos


25

HOSTILIDADES
Sempre as defrontarás pelo caminho por onde avanças, elaborando a ventura.

Há quem hostilize o próximo por prevenção, des­peito, inveja, ira, pelo prazer de inquietar. São os que estão de mal consigo próprios, seguindo a largos passos no rumo da loucura.

os que hostilizam os fracos, os caídos nos po­ços da viciação, os enganados, os pervertidos pretex­tando-se tarefa de depuração moral da sociedade.

Há os que hostilizam os idealistas, os triunfado­res, os abnegados servidores do bem, espicaçados pôr sentimentos inconfessáveis.

Se trabalhas e não dispões de tempo para a ociosi­dade e a maledicência, hostilizam-te os demolidores e atrasados morais.

Se te deténs na inutilidade e te acobertas na mo­dorra dourada, hostilizam-te os adversários gratuitos que se avinagram ante as tuas disposições igualmente doentias.

Faças ou deixes de fazer o bem não te faltarão hostilidades.

Muitas vezes vêm de fora, dos fiscais gratuitos da vida alheia. Noutras surgem no lar, no reduto fami­liar, entre as pessoas afeiçoadas, perturbando tuas rea­lizações começantes, ferindo-te.

Refunde as aspirações superiores a que te afer­voras nos fornos da abnegação e não te aflijas.

Intenta não revidar nem tão-pouco desanimar, cultivando assim mesmo os propósitos relevantes com os quais conseguirás, por fim, liberar-te da persegui­ção deles.

Diante de pessoas hostis, a atitude mais correta é a da resistência pacífica, a perseverança na posição não violenta.

*
Quando nada te açode a alma nem te penetre os sentimentos em forma de acúleo e dor, estarás em pe­rigo.

Águas paradas — águas pèstilenciais.

Terra inculta — inutilidade em triunfo.

Instrumento ao abandono — desgaste à vista.
*
Todos os homens úteis atestaram a legitimidade dos seus propósitos e ideais sob as farpas da inveja e o ácido das hostilidades de muitos dos seus contempo­râneos.

Perseguidos de todos os tempos que amaram as causas de enobrecimento humano, desbravadores de céus, terras e vidas, alcançaram a vitória, não obstan­te chibatados e vituperados pelos demais.

Não dispunham de tempo para atender à malícia e ao despeito dos seus adversários.

A flama que lhes ardia nalma era sustentada pe­los combustíveis do sacrifício e da renúncia que os le­varam à imolação, com que selavam a grandeza dos seus misteres.

Não temas os que hostilizam, difamam, infelici­tam.

Não foram poucas as personagens que se movi­mentaram para a tragédia da Cruz. Sem embargo, o Crucificado, erguido ao ponto mais alto do cenário si­nistro, permanece incorruptível e vivo na consciência universal, enquanto todos os que O haviam hosti­lizado passaram carregados pelo vendaval das paixões, consumindo-se nas alucinações que já os dominavam.



26

CONSIDERANDO O MEDO
Coisa alguma se te afigure apavoradora.

A vida são as experiências vitoriosas ou não, que te ensejem aquisições para o equilíbrio e a sabedoria.

Não sofras, portanto, por antecipação, nem per­mitas que o fantasma do medo te perturbe o discerni­mento ante os cometimentos úteis, ou te assuste, ge­rando perturbação e receio injustificado.

Quando tememos algo, deixamo-nos dominar por forças desconhecidas da personalidade, que instalam lamentáveis processos de distonia nervosa, avançando para o desarranjo mental.

Os acontecimentos são conforme ocorrem e como tal devem ser enfrentados.

O medo avulta os contornos dos fatos, tornando-os falsos e exagerando-lhes a significação.

Predispõe mal, desgasta as forças e conduz a si­tuação prejudicial sob qualquer aspecto se considere.

O que se teme raramente ocorre como se espera, mesmo porque as interferências divinas sempre ate­nuam as dores, até quando não são solicitadas.

O medo invalida a ação benéfica da prece, espar­ze pessimismo, precipita em abismos.

Um fato examinado sob a constrição do medo descaracteriza-se, um conceito soa falso, um socorro não atinge com segurança.

A pessoa com medo agride ou foge, exagera ou se exime da iniciativa feliz, torna-se difícil de ser aju­dada e contamina, muitas vezes, outras menos robus­tas na convicção interna, desesperando-as, também.

O medo pode ser comparado à sombra que alte­ra e dificulta a visão real.

Necessário combatê-lo sistemática, continuamente.­
*
Doenças, problemas, notícias, viagens, revolu­ções, o porvir, não os temas.

Nunca serão conforme supões.

Uma atitude calma ajuda a tomada de posição pa­ra qualquer ocorrência aguardada ou que surge ines­peradamente.

Não são piores umas enfermidades do que outras. Todas fazem sofrer, especialmente quando se as teme e não se encoraja a recebê-las com elevada posição de confiança em Deus.

Os problemas constituem recursos de que a vida dispõe para selecionar os valores humanos e eleger os verdadeiros dos falsos lutadores.

As notícias trazem informes que, sejam trágicos ou lenificadores, não modificam, senão, a estrutura de uma irrealidade que se está a viver.

As viagens têm o seu fanal e recear acidentes, aguardá-los, exagerar providências, certamente não impedem que o homem seja bem ou mal sucedido.

As revoluções e guerras que alcançam bons e maus estão em relação à violência do próprio homem que, vencido pelo egoísmo, explode em agressividade. graças aos sentimentos predominantes em a sua natu­reza animal.

Ninguém pode prever o imprevisto ou evadir-se à necessária conjuntura cármica para o acerto com as Leis Superiores da evolução.

Prudência, sim, é medida acautelatória e impos­tergável para se evitarem danos inecessários.

Afinal, em face do medo, deve-se considerar que o pior que pode suceder a alguém é advir a desencar­nação. Se tal ocorrer, não há, ainda, porque temer, desde que morrer é viver.

O único cuidado que convém examinar diz res­peito à situação interior de cada um perante a cons­ciência, ao próximo, à vida e a Deus.

Em face disso, ao invés do sistemático cultivo do medo, uma disposição de trabalho árduo e intimora­to, confiança em Deus, a fim de enfrentar bem e utilmente­ toda e qualquer coisa, fato, ocorrência, desdita ...
*
Entrega-te ao fervor do bem e expulsa dalma as artimanhas da inferioridade espiritual.

Faze luz intima e os receios infundados baterão em retirada.

A responsabilidade dar-te-á motivos para preocu­pações, enquanto o medo minimizará as tuas probabi­lidades de êxito.

Jesus, culminando a tarefa de construir nos tíbios corações humanos a ventura e a paz, açodado pelos famanazes da loucura em ambos os lados da vida, inocente e pulcro, não temeu nem se afligiu, ensinando como deve ser a atitude de todos nós, em relação ao que nos acontece e de que necessitamos para atingir a glorificação interior.



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COMPANHEIROS PERIGOSOS
São envolventes, persuasivos, gentis.

Indiferentes à gravidade dos problemas que per­turbam o próximo, fazem-se solidários quando a pes­soa está equivocada, tomando-lhe o partido.

— “Não dë importância a quem o adverte” —‘conclamam, quando o outro está em compromisso ne­gativo.

— “Seja superior” —, arengam aos ouvidos de quem foi colhido pela circunstância infeliz que engen­drou.

- “Nada de pedir perdão” —, arrematam ao in­terlocutor perturbado, que se ampara na sua frivoli­dade.

— “Aproveite a vida. Somente se vive uma vez” — resmungam, conselheirais, como se dotados de to­da a sapiência.

Outras vezes, apresentam-se como privilegiados, com um sorriso bailando nos lábios, concitando à to­lerância, para com tudo, isto é: exatamente em refe­réncia às coisas que levam à abjeção moral.

Passam considerados como “boas pessoas”, do­tados de “excelentes valores” porque conseguem ocul­tar, no cinismo doentio de que são vítimas, os distúr­bios morais e mentais em que se debatem.


*
Sabes, sem que ninguém te aplauda ou objurgue, quando acertas ou erras.

A palavra estimulante é de significação valiosa, indispensável mesmo. As expressões encomiásticas, to­davia, alardeando qualidades que não possuis, trazem o bafio da loucura e levam ao desequilíbrio. Nesse sen­tido, a crítica de qualquer natureza, quando proceden­te, mesmo ácida, sempre merece consideração.


*
Pessoas apontam-te os erros quando estás ausen­te, censurando-te, não obstante refugiam-se na tua pre­sença, elogiando-te.

Companheiros atiram os teus erros, à tua face, em nome da lealdade, desanimando-te.

Agem erradamente. São perigosos, quão insensa­tos.

Reflexiona com calma em torno dos teus atos e ouve a consciência. Se persistires em dúvida quanto ao acerto desta ou daquela atitude, ora, consulta o Evangelho e ele te responderá irrefragavelmente com segurança, discrição gentil e nobre.

Se quiseres, entenderás a mensagem que dele di­mana, compreendendo como deverás atuar de outra vez com retidão.

Nem todos possuem capacidade de discernimen­to para ajudar com acerto.

O consenso alheio é respeitável, mas não impres­cindível.

Considera as opiniões, os arrazoados, os palpites dos teus amigos. Tem, porém, cuidado com aqueles que, embora aparentem amizade, são adversários pe­rigosos disfarçados.

Por isso, em qualquer circunstância segue, con­sulta e ouve Jesus, que nunca erra, jamais abandona e ajuda sempre com amor.

28

AGRESSIVIDADE
O agressor deve ser examinado como alguém per­turbado em si mesmo, em lamentável processo de agra­vamento. Não obstante merece tratamento a agressivi­dade, que procede do espírito cujos germes o conta­minam, em decorrencia da predominância dos instintos materiais que o governam e dominam.

Problema sério que exige cuidados especiais, a agressividade vem dominando cada vez maior número de vítimas que lhe caem inermes nas malhas constrito­ras.

Sem dúvida, fatores externos contribuem para dis­tonias nervosas, promotoras de reações perturbantes, que geram, não raro, agressividade naqueles que, po­tencialmente, são violentos.

Acostumado à “lei da selva”, o espírito atribulado retorna à carne galvanizado pelas paixões que o la­ceram e de que não se deseja libertar, favorecendo facilmente que as reminiscências assomem ao cons­ciente e se reincorporem à personalidade atual, dege­nerando nas trágicas manifestações da barbárie que ora aterram todas as criaturas.

A agressividade reponta desde os primeiros dias da vida infantil e deve ser disciplinada pela educação, na sua nobre finalidade de corrigir e criar hábitos sa­lutares.

A pouco e pouco refreada, termina por ceder lu­gar às expressões superiores que constituem a natureza espiritual de todo homem.

O espírito é constituído pelos feixes de emoções que lhe cabe sublimar ao império dos renascimentos proveitosos,

O que não corrija agora, transforma-se em rude adversário a tocaiá-lo nas esquinas do futuro.

O temperamento irascível, aqui estimulado, res­surge em violência infeliz adiante.

O egoísmo vencido, o orgulho superado cedem lugar ao otimismo e à alegria de viver para sempre.


*

O agressivo torna-se vítima da própria agressivi­dade, hoje ou posteriormente.

O organismo sobrecarregado pelas toxinas elabo­radas arrebenta-se em crise de apoplexia fulminante.

A máquina fisiológica sacudida pelas ondas men­tais de cólera, sucumbe, inevitavelmente, quando não desarranja a aparelhagem eletrônica em que se susten­ta, dando início aos lances da loucura e das aberrações mentais.

Outrossim, gerando ódio em volta de si, o agres­sivo atrai outros violentos com os quais entra em cho­que padecendo, por fim, as conseqüências das arbitra­riedades que se permite.

Não foi por outra razão que Jesus aconselhou a Simão, no momento grave da Sua prisão: “Embainha a tua espada, porque quem com ferro fere, com ferro será ferido.”

Acautela-te, e vence a agressividade, antes que ela te infelicite e despertes tardiamente. Só o amor vence todo o mal e nunca se deixa vencer.

29

ANTE DISSENSÕES
Jamais faltarão dissensões enquanto o homem não se despoje dos sombrios andrajos do egoísmo e do orgulho.

Repontam em toda parte, desde que a criatura se permita arbitragem indevida, envolvendo os problemas do próximo.

Semelhante a escalracho infeliz, prolifera com celeridade e asfixia as mais belas expressões de vida no jardim, anulando o esforço da ensementação da esperança e da alegria.

Sutilmente inicia o contágio, qual ocorre com o morbo e outras variadas formas de contaminação, culminando por anular nobres esforços.

Quando surge, já se encontra espalhada.

Sem dúvida é câncer moral.

Indispensável vigiar-lhe a metástase no organismo social, de modo a preservar a comunidade em cujo corpo se instala, utilizando-se da dubiedade moral e das falhas do caráter em cujas células irrompe.

Policiar a palavra e refletir com segurança são terapêuticas valiosas para deter-lhe a proliferação.

Preservar-se pela oração, resguardando os ouvidos e o coração à sua insidiosa interferência são medidas preventivas de real valia.

Desde, porém, que se estabeleçam as redes das tricas e das informações malsãs, inútil envolver-se, tomando partido.

Salutar erguer-se pelo trabalho edificante às paisagens de luz, a fim de que, passada a tempestade da dissensão malévola, possam sobreviver nos seminários do bem as plântulas valiosas e os abençoados frutos de paz e realização.
*
Resguarda-te dos que promovem dissensões.

Atormentados em si mesmos comprazem-se, na alucinação que os aflige, em espalhar miasmas, quais cadáveres ao abandono, consumidos pela desarticula­ção que os vence.

Cerra os ouvidos diante deles e embora escutan­do-os à instância deles não irradies as malsãs informa­ções.

Candidatas-te ao serviço e ao entendimento, não ao mister de usufruir, de desfrutar benefícios.

Se considerares que estás na Terra em reparação espiritual, recuperando o patrimônio malbaratado, sub­meter-te-ás facilmente à injunção deles, sem os sofre­res, sem te magoares.

Tornados teus censores, transformados em teus fiscais, compreenderás que são teus benfeitores.

O trilho estreito que obriga a locomotiva à obe­diência salva-a de desastres lamentáveis.

O cautério que dói libera o corpo da enfermidade perniciosa.

A poda violenta obriga a seiva à renovação da vida no vegetal exaurido.

Assim a dor, as dificuldades.

Mesmo acossado, submetido à rigorosa constrição dos companheiros em agonia moral, que desconhecem a procedência do mal que os vitima, não dissintas.

Se não concordas, silencia e aguarda o tempo.

Se executares a tua parte corretamente, o valor do dever cumprido realçará o teu esforço.

Se não pretendes a glória do êxito no trabalho, não te preocuparás com a ausência do sucesso nas tuas realizações.

O triunfo de fora jamais sacia a sede de paz inte­rior.

Discordar, quiçá dialogar, apresentando opiniões e fraternalmente sugerindo, são atitudes relevantes que não podes desconsiderar nem delas te podes evadir. Dissentir, jamais.


*
O Colégio Galileu mantinha dificuldades entre os seus membros. Jesus, porém, como medida de perfeito equilíbrio não se permitiu dominar ou ceder ante as murmurações, os distúrbios que assolavam nas paisa­gens morais dos companheiros desatentos.

Ajudava-os sem os ferir, sem os azorragar, sem os incriminar.

Sabendo-os crianças espirituais, mantinha em re­lação a eles indulgência e abnegação, socorrendo-os sem termo.

Toma-o como teu exemplo e faze conforme Suas lições vivas te ensinaram.

Se, todavia, sentires a fragilidade dominando-te. reflete que aquele que sobrecarrega o irmão já cansa­do, censurando-o ou malsinando-o, faz-se responsável pela sua desídia como pela sua queda.

Envolve-te em qualquer situação e lugar onde me­drem dissensões — nestes tormentosos dias de paixões generalizadas e ácidas agressões verbalistas — na lã do Cordeiro de Deus e faze o teu caminho pavimentado com a humildade e a renúncia, lobrigando, assim, al­cançar as cumeadas da montanha de redenção, donde fruirás a paz da consciência tranqüila e a alegria do dever cumprido.



30

ELES VIVEM
Sim, com a morte orgânica ocorre uma desagrega­ção de moléculas, que prosseguem em transformação.

Não, porém, o aniquilamento da vida.

Desintegra-se a forma, todavia não se dilui a es­sência.

A modificação que se opera no mundo corporal produz o desaparecimento físico, sem embargo perma­necem os liames da afetividade, as evocações queridas, as ocorrências do quotidiano alimentadas pela vida do Espírito imortal, que se emancipou das limitações carnais, sobrevivendo às contingências do desgaste ine­vitável, que se finou na disjunção material transitória.

Triunfa a vida sempre sobre a extinção do corpo.

A porta do túmulo que se fecha para determina­das expressões abre-se, em triunfo, para outras reali­zações da vida.

O encerramento de uma existência humana, no cometimento da morte, equivaleria a lamentável falha da Organização da Vida.

O princípio que agrega as células e as organiza para o ministério da investidura humana, com o des­conectar das engrenagens pelas quais se manifesta, prossegue em incessante curso de aprimoramento e as­censão, na busca da felicidade a que está destinado.


*
Em face da ocorrência da morte que te visita o lar, não te permitas a surpresa insensata, que se trans­forma em alucinação e rebeldia.

Desde logo conjectura com segurança em torno desse fatalismo biológico, que é a morte do corpo, ar­mando-te com os esclarecimentos com que interpretarás os possíveis enigmas em torno do pós-desencarnação.

Se ainda não foste visitado por esta rude aflição, não creias que serás poupado, vivendo em clima de ilu­sória exceção.

Se todavia, já sorves o travo da saudade e resguar­das as feridas, ainda em dores produzidas pela parti­da dos seres amados, retifica conceituações e reformu­la observações.

Não penses em termos finalistas.

Examina a majestade da vida em toda parte e fa­ze paralelos otimistas.

Teus amores não se acabaram, transferiram-se de habitat e prosseguem vivendo.

Ouvem os teus pensamentos, sentem as tuas aspi­rações, sofrem tuas revoltas, fruem tuas esperanças, amam-te.

Se os amaste, realmente, não recalcitres em razão da sua partida para outras dimensões da existência.

Sê-lhes grato pelas horas ditosas que te concede­ram, pelos sorrisos que musicaram o lar da tua alma, e, em nome deles, esparze a dádiva da alegria com ou­tros seres tão sofridos ou mais amargurados do que tu mesmo, preparando-te a teu turno, para o reencontro, oportunamente


*
O silêncio da sepultura é pobreza dos sentidos fí­sicos que não conseguem alcançar mais sutis percep­ções!.

Pensa nos teus finados com carinho e dialogarás com eles, senti-los-ás e vibrarás ante a cariciosa presen­ça com que te vêm diminuir a pungente dor da sauda­de.

... E não raro, quando parcialmente desprendido pelo sono, reencontrá-los-ás esperando-te que estão nas ditosas paisagens do mundo a que fazem jus e on­de habitarás, também, mais tarde...

Se, todavia, não conseguires o medicamento da esperança na hora grave da angústia, ora. Deixa-te ar­rastar pelas vibrações sublimes da prece de que sairás lenificado e confiante para concluíres a própria jorna­da, lobrigando a libertação a que aspiras em forma de plenitude junto aos que amas e te esperam na Vida Verdadeira.



SÉTIMA PARTE

DA LEI DE SOCIEDADE
766. A vida social está em a Natureza?

“Certamente. Deus fez o homem para viver em sociedade. Não lhe deu inutilmente a

palavra e todas as outras faculdades necessárias à vida de relação.”
775. Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?

“Uma recrudescência do egoísmo.”


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