Divaldo pereira franco e j. Raul teixeira



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DIRETRIZES DE SEGURANÇA

DIVALDO PEREIRA FRANCO E J. RAUL TEIXEIRA


ÍNDICE

DIRETRIZES DE SEGURANÇA

SEGURA DIRETRIZ
PRIMEIRA PARTE - MEDIUNIDADE

CAPÍTULO 1 = Qual a finalidade da mediunidade na Terra?

CAPÍTULO 2 = Há mediunidades mais importantes que outras? E médiuns mais fortes que outros?

CAPÍTULO 3 = Existe mediunidade inconsciente?

CAPÍTULO 4 = Tem o médium inconsciente responsabilidade pelo que ocorra durante as comunicações?

CAPÍTULO 5 = De que dispõe o médium psicofônico consciente para distinguir seu pensamento do pensamento da entidade comunicante?

CAPÍTULO 6 = Pode o médium, em algumas comunicações, não conseguir evitar, totalmente, as atitudes desequilibradas dos espíritos comunicantes?

CAPÍTULO 7 = Quais são os requisitos necessários aos médiuns que militam na tarefa mediúnica?

CAPÍTULO 8 = O médium é responsável por toda e qualquer comunicação mediúnica?

CAPÍTULO 9 = Há médium inconsciente que, após a manifestação do espírito, não se recorda do que o comunicante disse ou fez por seu intermédio?

CAPÍTULO 10 = Essa co-participação seria um controle remoto do subconsciente?

CAPÍTULO 11 = Quer dizer que, no fundo, é sempre o médium o responsável, mesmo que tenha faculdade inconsciente, por aquilo que vem através dele?

CAPÍTULO 12 = O que deve fazer o médium quando influenciado por entidades da reunião, no trabalho, no lar? Quais as causas dessas influências?

CAPÍTULO 13 = É possível ao médium distinguir as alterações psíquicas e orgânicas que lhe são próprias das que estão procedendo dos espíritos desencarnados?

CAPÍTULO 14 = O que determinará a qualidade dos espíritos que, pela lei das afinidades, serão impelidos a se afinarem conosco nas práticas mediúnicas?

CAPÍTULO 15 = Que utilidade tem a mediunidade de vidência?

CAPÍTULO 16 = Qual a colaboração que um médium vidente pode dar no transcurso de uma sessão mediúnica?

CAPÍTULO 17 = É sempre segura e permanente essa faculdade?

CAPÍTULO 18 = Por que dois médiuns enxergam, ao mesmo tempo, quadros diferentes?

CAPÍTULO 19 = Podem, simultaneamente dois médiuns, em se referindo a mesma entidade, fazer descrições diferentes e serem verídicas, ambas?

CAPÍTULO 20 = Deverá ser?

CAPÍTULO 21 = Qual a finalidade de médiuns curadores ?

CAPÍTULO 22 = É normal que médiuns dessa natureza se utilizem de instrumental cirúrgico, de indumentária, que os caracterizem como médicos?

CAPÍTULO 23 = Quais os cuidados que se deve tomar para que o médium curador não se apresente como um curandeiro e não esteja enqüadrado no Código Penal, pela prática ilegal da medicina?

CAPÍTULO 24 = O endeusamento do médium constitui perigo para a mediunidade? Por quê?

CAPÍTULO 25 = O médium pode trocar a tarefa mediúnica por outra atividade doutrinária?

CAPÍTULO 26 = Se o médium interrompe sua tarefa mediúnica, pode isto lhe causar danos? Por quê?

CAPÍTULO 27 = Em mediunidade, o que seriam sintonia, ressonância e vibrações compensadas?

CAPÍTULO 28 = Qual o papel dos centros vitais no intercâmbio mediúnico?

CAPÍTULO 29 = Considerando os vários casos mediúnicos abordados no livro Painéis da Obsessão, perguntamos se durante a recepção do livro o irmão desdobrou-se e conviveu com o ambiente espiritual?


SEGUNDA PARTE - GRUPO MEDIÚNICO

CAPÍTULO 30 = O que é um grupo mediúnico e qual o número adequado de pessoas que deve constituí-lo?

CAPÍTULO 31 = Qual o objetivo de uma sessão mediúnica?

CAPÍTULO 32 = Como se devem Portar os médiuns e os demais membros de um grupo, antes e depois do trabalho mediúnico?

CAPÍTULO 33 = Os participantes de uma sessão mediúnica devem fazer algum tipo de preparo íntimo durante o dia, antes mesmo do início da reunião?

CAPÍTULO 34 = Uma sessão mediúnica espírita deve ser sempre iniciada com uma Prece, e logo Passar-se à leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo? Agindo sempre assim, não se estará criando um ritualismo?

CAPÍTULO 35 = Alguns grupos mediúnicos exigem a manifestação dos Mentores Espirituais para declararem iniciados os trabalhos. É isto necessário?

CAPÍTULO 36 = Há necessidade de se abrir um trabalho mediúnico usando ex­pressões como: aberto com a chave de paz e amor, aberto com a proteção da corrente do Himalaia ou outras do gênero?

CAPÍTULO 37 = Por que acontece, às vezes, nas sessões mediúnicas, não haver nenhuma manifestação? O que determina ou impede as manifestações?

CAPÍTULO 38 = E a justificativa que é dada às vezes de que, durante estes trabalhos, a movimentação dos espíritos utiliza os fluidos dos encarnados presentes Para realização de tarefas somente no campo espiritual?

CAPÍTULO 39 = Seria justo, então, se encerrasse a reunião depois de alguns minutos, desde que não se obtenha comunicação nenhuma?

CAPÍTULO 40 = Como deve Proceder o dirigente das sessões mediúnicas Para alcançar os objetivos superiores do trabalho?

CAPÍTULO 41 = Qual a função da mesa mediúnica em uma reunião?

CAPÍTULO 42 = As reuniões mediúnicas devem ser públicas? Por quê?

CAPÍTULO 43 = Recebe o médium, em transe, a in­fluência mental do grupo de que participa?

CAPÍTULO 44 = E aqueles grupos que se fecham em torno deles mesmos e seus membros não freqüentam palestras, reuniões doutrinárias e se dedicam tão somente ao fenômeno em si, ao intercâmbio mediúnico? Estarão procedendo corretamente?

CAPÍTULO 45 = Uma pessoa com problemas mediúnicos deve ser encaminhada, sem risco, para uma reunião mediúnica?

CAPÍTULO 46 = Basta ao médium freqüentar as reuniões para resolver seus problemas?

CAPÍTULO 47 = Seria desaconselhável o desempenho mediúnico isolado bem como em reuniões domiciliares ou recintos estranhos aos Centros ou locais similares?

CAPÍTULO 48 = O que pensar do Costume de fazer-se sessões mediúnicas fora dos Centros Espíritas?

CAPÍTULO 49 = De que recursos dispõe o participante de uma reunião mediúnica para identificar a natureza dos espíritos?

CAPÍTULO 50 = A partir de que idade o jovem espírita pode participar de trabalhos mediúnicos?

CAPÍTULO 51 = Não basta que o Jovem espírita tenha conhecimento teórico da Doutrina?

CAPÍTULO 52 = Que pensar dos médiuns psicofônicos que recebem espíritos durante a sessão, um atrás do outro? Será indício de grande mediunidade?

CAPÍTULO 53 = Quais as causas do sono de que muitos companheiros se queixam quando participam de uma reunião mediúnica? Como evitá-­lo?
TERCEIRA PARTE - DESENVOLVIMENTO MEDIÚNICO

CAPÍTULO 54 = Quais seriam as etapas a serem percorridas pelo médium na sua educação mediúnica?

CAPÍTULO 55 = No desenvolvimento da faculdade em médiuns principiantes, há alguma utilidade em se lhes aplicar passes para facilitar, por exemplo, a psicofonia?

CAPÍTULO 56 = Em trabalhos de desenvolvimento mediúnico com médiuns principiantes, haverá necessidade de mais de uma comunicação ou uma seria suficiente?


QUARTA PARTE - COMUNICAÇÕES

CAPÍTULO 57 = Quantas comunicações um mesmo médium pode receber durante a sessão mediúnica de atendimento a espíritos sofredores?

CAPÍTULO 58 = Há necessidade, após uma comunicação de um espírito infeliz, sofredor, de imediata incorporação do espírito mentor ou guia, para que haja a limpeza psíquica do médium?

CAPÍTULO 59 = Por que é que, comumente, não vemos comunicações de pretos-velhos ou de caboclos, nas sessões mediúnicas espíritas? Isso se deve a algum tipo de procedimento?

CAPÍTULO 60 = Qual a interferência dos reflexos condicionados na manifestação mediúnica?
QUINTA PARTE - DOUTRINAÇÃO

CAPÍTULO 61 = Como deve processar-se a doutrinação dos desencarnados nas reuniões mediúnicas?

CAPÍTULO 62 = No atendimento a espíritos sofredores, o doutrinador deve, antes de mais nada, fazer o comunicante conhecer a sua condição espiritual?

CAPÍTULO 63 = Será plausível que se desenrole a doutrinação de desencarnados por meio de uma Pequena palestra, em que o doutrinador possa expressar-se como quem faz uma conclamação?

CAPÍTULO 64 = Pode-se dizer que a responsabilidade do doutrinador é do mesmo nível da dos demais médiuns participantes da sessão?
SEXTA PARTE - MENTORES

CAPÍTULO 65 = Haverá necessidade de que, no início das sessões mediúnicas, todos os médiuns recebam seus mentores particulares, para garantirem suas presenças ou para deixar cada qual sua mensagem?

CAPÍTULO 66 = O que pensar do médium que espera tudo do seu guia e do guia que faz tudo para o seu médium?

CAPÍTULO 67 = O que dizer dos médiuns que só recebem Espíritos Mentores e jamais sofredores? Seria uma mediunidade mais aprimorada?

CAPÍTULO 68 = A comunicação de um Mentor é indiscutível? Se houver dúvida, o espírito pode ser interpelado? Pode-se pedir esclarecimentos ao Guia em relação as suas palavras? Isso não demonstraria falta de respeito?
SÉTIMA PARTE - PASSES

CAPÍTULO 69 = O que é o passe? Para ministrar um passe a pessoa deve estar mediunizada? Que você pensa do passe magnético?

CAPÍTULO 70 = Como definir o passe espiritual? Em que oportunidade ele se verifica?

CAPÍTULO 71 = Os espíritos poderão aplicar diretamente um passe e, neste caso, não poderíamos chamar essa intervenção de passe espiritual?

CAPÍTULO 72 = Por que se costuma diminuir a claridade dos ambientes, onde se processam serviços de aplicação de passes?

CAPÍTULO 73 = Para a aplicação do passe, o médium deve resfolegar, gemer, estalar os dedos, soprar ruidosamente, dar conselhos?

CAPÍTULO 74 = É necessário lavar as mãos, após a aplicação de passes?

CAPÍTULO 75 = Há necessidade do médium tocar ou encostar as mãos na pessoa que recebe o passe?

CAPÍTULO 76 = Por que muitos médiuns ficam ofegantes, enquanto aplicam passes?

CAPÍTULO 77 = Os estalidos dos dedos ajudam, de algum modo, na aplicação dos passes?

CAPÍTULO 78 = Na aplicação dos passes, há necessidade de que os médiuns passistas retirem de seus braços, de suas mãos os adornos, como pulseiras, relógios, anéis? Isso tem alguma implicação magnética ou é apenas para evitar ruídos e dar-lhes maior liberdade de ação?

CAPÍTULO 79 = Decorrerá algum problema do fato de se aplicar passes em alguém que esteja de costas?

CAPÍTULO 80 = Muitos que aplicam passes, logo após, sentam-se para recebê-los de outros afim de se reabastecerem. Que pensar de tal prática?

CAPÍTULO 81 = Quando é admissível fazerem-se passes fora do Centro Espírita, isto é, fazerem-se passes a domicílio? Quais as conseqüências dessa prática para o médium?

CAPÍTULO 82 = A água fluidificada tem valor terapêutico?

CAPÍTULO 83 = Quando é necessária ou desaconselhável, durante o passe, a manifestação psicofônica?



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