Divaldo pereira franco



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S.O.S. FAMÍLIA

DIVALDO PEREIRA FRANCO

DITADO POR JOANNA DE ÂNGELIS E DIVERSOS ESPÍRITOS

ÍNDICE
AGRADECIMENTOS

PREFÁCIO


Laços de Família

Introdução


CAPÍTULO 1 = Família

CAPÍTULO 2 = Vida em Família

CAPÍTULO 3 = Casamento e Família

CAPÍTULO 4 = Responsabilidade no Matrimônio

CAPÍTULO 5 = Problemas no Matrimônio

CAPÍTULO 6 = Desquite e Divórcio

CAPÍTULO 7 = Anticonceptivos e Planejamento Familiar

CAPÍTULO 8 = Tarefas

CAPÍTULO 9 = Dentro do Lar

CAPÍTULO 10 = Espiritismo no Lar

CAPÍTULO 11 = Cristo em Casa

CAPÍTULO 12 = Jesus Contigo

CAPÍTULO 13 = Estudo Evangélico no Lar

CAPÍTULO 14 = Deveres dos Pais

CAPÍTULO 15 = Educação

CAPÍTULO 16 = Laços Eternos

CAPÍTULO 17 = Perante a Prole

CAPÍTULO 18 = Limitação de Filhos

CAPÍTULO 19 = Personalidades Parasitas

CAPÍTULO 20 = Alienação Infanto-juvenil e Educação

CAPÍTULO 21 = Campanhas

CAPÍTULO 22 = Necessidade de Evolução

CAPÍTULO 23 = Deveres dos Filhos

CAPÍTULO 24 = Filho Deficiente

CAPÍTULO 25 = Filhos Ingratos

CAPÍTULO 26 = Mãe Adotiva

CAPÍTULO 27 = Filhos Alheios

CAPÍTULO 28 = Filho Adotivo

CAPÍTULO 29 = Frutos de Delinqüência

CAPÍTULO 30 = Delinqüência, Perversidade e Violência

CAPÍTULO 31 = Alucinógenos, Toxicomania e Loucura

CAPÍTULO 32 = Viciação Alcoólica


CAPÍTULO 33 = Entrevistas

AGRADECIMENTOS
À FEB, que nos permitiu gentilmente transcrever algumas páginas dos livros Estudos Espíritas e Lampadário Espírita.

PREFÁCIO
O grupo familial é conquista nobre do processo antropológico-sociológico no qual o ser humano cresce.

Superando o período das atrações sexuais sem objetivos dIgnificantes, no qual os filhos permaneciam sob os cuidados da mãe, na condição de crias, sem que ela tivesse responsabilidade de educá­-los e desenvolvê-los, a poliandria passou a predominar, gerando o matriarcado que prevaleceu soberano com resultados perturbadores.

Mais tarde, a poligamia, inferiorizando a mulher, respondeu pelos filhos que ficavam abandonados, sem a paternidade responsável.

A monogamia veio facultar o exercício da dignificação no lar, através dos cônjuges, oferecendo à prole os recursos da educação e os valores ético-morais que favorecem os celeiros da paz e da felicidade possíveis de serem fruídos na Terra.

A família, por essa razão, tornou-se a célula máter do organismo social onde se desenvolvem os sentimentos, a inteligência, e o espírito desperta para as realizações superiores da vida.

Por isso, toda vez que a família se desestrutura a sociedade cambaleia, a cultura degenera, a civilização se corrompe...

A tecnologia atual aliada à ciência, que ensejou a conquista do Cosmo, infelizmente não pôde impedir o deterioramento da família, vitimada por inúmeros fatores que se têm enraizado no organismo social de forma cruel.

Como conseqüência, uma vaga de perturbação varre o planeta, ameaçando as belas construções dos milênios e quase tudo reduzindo a escombros e loucura.

A família, na condição de grupo consangüíneo, está formulando um vigoroso pedido de socorro à sociedade em geral.

Esse S.O.S. alcança as mentes e os corações, convidando à reflexão e á ação imediata no dever e no bem; à seriedade no que tange aos compromissos domésticos; à renúncia em benefício da prole; à abnegação, ampliando as áreas do amor no lar; ao respeito recíproco dos cônjuges, que se comprometeram educar o clã feliz...

Graças à promiscuidade sexual que desvaira as criaturas, no atual contexto social, parecendo conduzir os seres humanos a um retrocesso moral, os filhos, órfãos de pais vivos e irresponsáveis, clamam por justiça e amor, carentes e frustrados, usando a linguagem alucinada, que se expressa pela forma de violência, de agressividade, de exibicionismo, de irreverência hauridos nas drogas aditivas, no álcool, na exaustão dos sentidos, a tudo perturbando com vandalismo e insensibilidade.

Lançamos um S.O.S. para a família!


*
Os nossos queridos irmãos Miguel e Terezinha de Jesus Sardano reuniram neste livro várias páginas sobre a família, examinada sob enfoques e ópticas diferentes.

Os Espíritos, preocupados com a família, têm nos vindo, através dos tempos, advertindo, orientando, conclamando os homens e mulhe­res, à preservação do lar, mais apertando, cada dia, esse laço, que prende um parceiro ao outro, ambos responsáveis pela estrutura familial.

Consideramos de muita oportunidade o presente trabalho, tendo em vista a valiosa contribuição da Organização Mundial das Nações Unidas, considerando este como o Ano Internacional da Família, com vistas a uma sociedade mais ditosa do futuro, após a sua consolidação moral e recuperação da dignidade perdida. Não trazem novidades, nem representam grande cota sociológica ou psicológica para o gravíssimo problema, representando, entretanto, um tijolo a mais que colocamos no edifício em construção da família nova e plenificada.
Joanna de Ângelis
(Página psicografada pelo Médium Divaldo P. Franco, na reunião mediúnica do Centro Espírita, Caminho da Redenção, na noite de 23 de maio de 1994, em Salvador-Bahia).

Laços de Família
Pergunta 774. Há pessoas que, do fato de os animais ao cabo de certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não serem os laços de família, entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?

Resposta: “Diverso do dos animais é o destino do homem. Por que, então, querem identificá-lo com estes? Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao progresso e os de família mais apertados tomam os primeiros. Eis por que os segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os homens aprendessem a amar-se como irmãos.” (205)


Pergunta 775. Qual seria, para a sociedade, o resultado do relaxamento dos laços de família?

Resposta: “Uma recrudescência do egoísmo.”


(“O Livro dos Espíritos”

Allan Kardec)


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