Doenças Cardiovasculares Ana Raquel Nunes; Ana Sofia Tavares; Cláudia Velez Joana Sousa



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EU Masters in Health Promotion


Doenças Cardiovasculares

Ana Raquel Nunes; Ana Sofia Tavares; Cláudia Velez Joana Sousa



Programa de ensino à distância e de e-learning em promoção da saúde na União Europeia ENSP- EUMAHP


http://www.ensp.unl.pt/saboga/prosaude/eumahp




Observações: Acrescente aqui as suas observações:


Bom esboço de um texto final.

Introdução com caracterização epidemiológica incompleta e pouco quantificada. Ausência de referências ás fontes de informação utilizadas para cada afirmação.

Objectivos muito gerais e não caracterizados. Confusão entre finalidades, objectivos, objectivos estratégicos e objectivos operacionais.

Ausência de referências temporais na caracterização e, principalmente, no plano.

Faseamento do plano.

Capítulo 6 deslocado no conjunto do documento.

Carlos Matias Dias 3.07.02

O Texto revela um trabalho muito vasto sobre o assunto. A introdução deverá conter tudo o que já cá está mas fundamentado em termos bibliográficos.


O Carlos Dias tem razão quanto à mistura entre finalidades, objectivos, metas, estratégias e tarefas. Há que clarificar estes conceitos. Re-organizar o texto de acordo com esta clarificação.

Julgo que terão de ser mais realistas quanto ao Projecto que vão “agarrar” pois o que aqui propõem é um mundo!

Creio que a discussão com o elemento da DGS poderá contribuir em muito para tornar mais realista este Projecto, pois de momento ele está mais uma listagem de iniciativas interessantes mas cuja operacionalidade se encontra pouco clara.
Conselhos para agora:


  • Apostaria mais na 1ª alínea da “encomenda”: uma mais profunda revisão da literatura sobre o assunto (ou os assuntos contidos neste Projecto) nomeadamente:

    • Fundamentar, com as respectivas fontes de dados, os dados apresentados;

    • Pesquisa de artigos sobre programas que foram bem sucedidos e as razões possíveis do seu sucesso

    • A “dimensão comunitária” não deveria vir para a Introdução?

  • A clarificação do que é um objectivo, uma estratégia, uma actividade ( e a re-organização do texto de acordo com isso), parece-me essencial para que a discussão do dia 12 seja o mais rentável possível.

  • Parabéns pelo esforço já aqui traduzido. Não se esqueçam de que estamos num processo e que o resultado final é só para dia 24. De qualquer modo há conceitos que devem estar apreendidos já nesta fase e as várias etapas do processo têm de ser bem aproveitadas.

  • Boa disposição e façam a gestão adequada do stresse!

VNMF, 02/07/03 às 21h Isabel Loureiro

Acrescente aqui as suas observações:

reenvie depois este ficheiro com as suas observações e sugestões dirigidas ao grupo para saboga@ensp.unl.pt


UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA


ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA
5º Curso de Mestrado em Saúde Pública
Projecto de Acção em Doenças Cardiovasculares


Discentes: Ana Raquel Nunes; Ana Sofia Tavares; Cláudia Velez Joana Sousa
Lisboa, 2002
ÍNDICE
Página

  1. Introdução ………………………………………………………...

  2. Objectivos e estratégias

    1. – Objectivos …………………………………………………..

    2. – Estratégias ………………………………………………….

  3. Métodos e descrição das principais tarefas

    1. – Hábitos Alimentares …………………………………………

    2. – Hábitos Tabágicos …………………………………………..

    3. – Abuso do álcool ……………………………………………..

    4. – Sedentarismo ………………………………………………...

    5. – Stress Bio-psico-social ………………………………………

    6. – Hipertensão ………………………………………………….

    7. – Obesidade ……………………………………………………

    8. – Diabetes ……………………………………………………...

  4. Resultados …………………………………………………………

  5. Acompanhamento e avaliação …………………………………….

  6. Dimensão comunitária …………………………………………….

  7. Bibliografia ………………………………………………………..




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DOENÇAS CARDIOVASCULARES
1. INTRODUÇÃO:
O sofrimento e os custos causados pelas doenças cardiovasculares, deram-lhes uma marcada preponderância, de tal forma que actualmente estas patologias podem ser consideradas como verdadeiras doenças sociais: doenças com génese e com repercussão social.

As doenças cardiovasculares (acidente vascular cerebral (AVC) e a doença coronária (DC)), com as suas graves implicações para a sociedade e para o sistema de saúde, determinam a sua grande importância como problema de saúde pública. Por tudo isto, se justifica um plano de actuação organizado para evitar estas doenças e reduzir as incapacidades delas resultantes.

Estas patologias são a principal causa de morte em Portugal. Foram responsáveis por cerca de 50% das mortes ocorridas em 1999, estando também presentes entre as principais causas de morbilidade, invalidez e anos potenciais de vida perdidos na população portuguesa.

As taxas de mortalidade por doenças cerebrovasculares têm vindo a diminuir em Portugal, mas apesar desta notável diminuição, somos ainda o país da União Europeia que apresenta a taxa de mortalidade por esta causa de morte mais elevada.

Não nos podemos esquecer que 17% da população portuguesa diz ser hipertensa ( 30% em rastreios realizados), 19% da população com idade igual ou superior a 10 anos diz ser fumadora de mais de 20 cigarros por dia e que 50% da população portuguesa apresenta excesso de peso. Sendo Portugal o país da União Europeia onde mais calorias se consome e onde menos actividade física se pratica, podemos afirmar que apresenta todos os potenciais factores de risco de doenças cardiovasculares com índices bastante alarmantes.

Assim sendo, é necessário haver uma especial atenção sob a efectiva prevenção, detecção e correcção de todos estes potenciais factores de risco, tendo em conta que o conceito inerente a este termo aglutina não apenas as acções que evitam a perda da saúde, mas também todos os cuidados que promovem a sua recuperação.

Cabe assim, aos promotores de saúde, esclarecer a população da forma como cada pessoa pode escolher, adaptar e assumir as opções mais saudáveis e desejáveis dentro do seu próprio estilo de vida, o que daí decorre uma necessidade de intervenção ao nível das doenças cardiovasculares.

Numa expressão mais pura de prevenção primária, abrangente e integrada, multidisciplinar e multisectorial, a prevenção das doenças cardiovasculares deve ser antecedida por uma mobilização geral da sociedade, por uma luta pela promoção e preservação da saúde.

Através de uma sensibilização permanente para a adopção de estilos de vida mais saudáveis e para a prevenção primária dos factores, atitudes e comportamentos cardiovasculares, como recomenda a filosofia CINDI, consegue-se através da aplicação de uma estratégia populacional, preservar a saúde, reduzindo a incidência não apenas das doenças cardiovasculares como de muitas outras doenças crónicas.

A estratégia populacional compreende um conjunto de medidas destinadas à população em geral, ou a grupos sociais específicos, tendo como objectivo diminuir a prevalência de determinados factores de risco e aumentar a prevalência de factores de protecção. De facto, deverá ter-se presente que grande parte dos hábitos nocivos para a saúde são adquiridos na adolescência e início da idade adulta, pelo que se deverá dar uma particular atenção a este grupo etário. Doutra forma, quer as cidades quer os locais de trabalho deverão ser considerados como espaços privilegiados de sensibilização para a adopção de estilos de vida saudáveis e para a redução de comportamentos de risco.


2. OBJECTIVOS E ESTRATÉGIAS


2.1 – OBJECTIVOS


  • Partindo do facto dos aspectos científicos e técnicos terem progredido, traçamos objectivos mais ambiciosos, ultrapassando a preocupação em prolongar a vida:

    • - Promovendo a saúde;

    • - Prolongando a vida activa;

    • - Diminuindo a morbilidade para o fim da vida;

    • - Melhorando a qualidade de vida em todas as fases da história natural da evolução destas doenças.

  • Redução da taxa de mortalidade e morbilidade por doenças cardiovasculares.

  • Proporcionar um melhor acesso a cuidados de prevenção e tratamento precoce aos doentes com patologia cardio-cerebrovascular.

  • Redução da incidência e mortalidade por enfarte do miocárdio, particularmente abaixo dos 65 anos.

  • Redução da incidência e mortalidade por AVC, particularmente abaixo dos 65 anos.

  • Assegurar aos 3 meses uma capacidade funcional básica aos doentes com AVC sobreviventes.

  • Aumentar a prevalência de hipertensão arterial controlada.

  • Melhorar o controlo da pressão arterial.

  • Fazer uma abordagem integrada de outros factores de risco de mortalidade e morbilidade cardiovascular, como o tabagismo, a dislipidémia, a diabetes, o abuso de álcool, o sedentarismo, a obesidade e o stress excessivo.

  • Desenvolvimento de suportes informativos para a implementação e controlo do programa.

  • Desenvolver e promover medidas de informação ao público na prevenção e controlo das doenças cardiovasculares.

  • Seleccionar grupos alvo da população sobre os quais irão incidir medidas de informação e educação específicas.

  • Desenvolver colaborações intersectoriais que permitam criar opções saudáveis, e que inclusive sejam as mais fáceis de tomar.

  • Avaliar sistemática e regularmente a execução e os resultados em termos de efectividade.

2.2 – ESTRATÉGIAS
Tendo por base o programa CINDI, que promove a modificação de comportamentos dos indivíduos e populações e a adopção de estilos de vida passíveis de influenciar, favoravelmente as doenças cardiovasculares de forma integrada, multidisciplinar e intersectorial, traçamos como estratégias:

- Aumentar os conhecimentos sobre os factores de risco associados a estas patologias;

- Desenvolver acções de formação para os profissionais de saúde e outras entidades e grupos que possam funcionar como factores multiplicadores desta acção;

- Criar alternativas conducentes à promoção de novos estilos de vida e de mecanismos efectivos de apoio às pessoas que desejam modificar o seu comportamento, tornando-o mais saudável.



3. MÉTODOS E DESCRIÇÃO DAS PRINICIPAIS TAREFAS A DESENVOLVER
3.1 – HÁBITOS ALIMENTARES

  • Implementar uma alimentação mais correcta (“Dieta inteligente” ou “Alimentação saudável”;

    • Incluir nutricionistas e/ou dietista em possíveis grupos operativos a desenvolver;

    • Preparar cursos especiais para os responsáveis da área alimentar (p.e. cantinas, refeitórios, etc.);

    • Desenvolver sistemas de informação sobre nutrição, para apoiar a política e o planeamento das acções a desenvolver;

    • Desenvolver acções de formação a grupos específicos como a infância e a adolescência sobre a selecção do tipo de alimentação mais adequado com a participação de pais, professores e profissionais de saúde.



3.2 – HÁBITOS TABÁGICOS

  • Promover a prevenção ou a cessação do tabagismo;

    • Transmitir a toda a população, com a maior clareza e por todos os meios (sobretudo a televisão) as informações conhecidas sobre os malefícios do tabaco (p.e. doenças cardiovasculares – angina de peito, enfarte do miocárdio, etc.);

    • Identificar e educar os grupos em maior risco – grávidas, crianças e doentes cardíacos;

    • Insistir na actividade física e no desporto como meios de luta anti-tabágica;

    • Criação de orientações a nível escolar de luta anti-tabágica.


3.3 – ABUSO DO ÁLCOOL

  • Reduzir o consumo médio de álcool por dia na população global:

    • Promover a informação e a formação dos profissionais de saúde e educadores sobre os problemas ligados ao álcool, e fornecer modelos de actuação para combater e corrigir a dependência;

    • Preparar textos para os formadores, compilando a informação sobre lesões e doenças cardiovasculares relacionadas com o álcool.

3.4 – SEDENTARISMO

  • Promover a actividade física regular, adequada para a idade, todos os dias e por toda a vida:

    • Informar a população em geral e os jovens a particular, da contribuição positiva para a saúde, bem estar e melhoria da qualidade de vida, conseguida pela actividade física diária e pelo desporto;

    • Promover os programas de actividade física regular como forma de prevenção das doenças cardiovasculares;

    • Disseminar informação detalhada sobre os perigos para a saúde derivados dos estilos de vida sedentários.

    • Incrementar redes de promoção para a actividade física;

    • Elaboração de legislação apropriada;

    • Facilitação do uso comunitário dos equipamentos desportivos locais;

    • Reforço das políticas nacionais relativas à educação física e prática desportiva na escola uma vez que é na infância que mais facilmente são mantidos os padrões de vida, sendo a base para uma vida activa saudável.

    • Incentivar o governo e as autoridades locais para a aplicação destas medidas.


3.5 – STRESS BIO-PSICO-SOCIAL

  • Sensibilizar a opinião pública, os “mass média” e os governantes para a importância dos factores psicossociais de stress – a todos os níveis (educação, trabalho, vida social) e em todas as idades, como causadores de comportamentos de risco, estilos de vida errados e inclusive doenças cardiovasculares, entre outras.

    • Incentivar o relacionamento entre profissionais dos cuidados de saúde primários;

    • Privilegiar o diálogo entre todos os conflitos laborais, promovendo a colaboração de psicólogos e/ou psiquiatras nas equipas de saúde ocupacional.

3.6 – HIPERTENSÃO

  • Baixar o nível médio da pressão arterial da população portuguesa e impedir a sua subida acima dos valores normais para a idade;

    • Reduzir o consumo de sal;

    • Limitar o consumo de álcool;

    • Limitar o consumo de tabaco;

    • Incrementar a actividade física;

    • Controlar o peso;

    • Evitar situações de stress prolongado;


3.7 – OBESIDADE

  • Prevenção primordial e primária através de uma alimentação adequada em valor nutritivo e calórico, com balanço energético mantido por actividade física adequada à idade e ao estado de saúde;

    • Promover a actividade física;

    • Implementar a educação alimentar nas escolas do ensino básico;

    • Controlo do peso e Índice de Massa Corporal;

    • Implementar o conhecimento do peso ideal;

    • Publicitar as escolhas mais saudáveis nos bares e cantinas;


3.8 – DIABETES

  • Prevenção primária e diagnóstico precoce da diabetes e da intolerância à glucose:

    • Vigilância e controlo dos parâmetros biológicos mais significativos;

    • Definir e publicar guias práticos para a redução dos outros factores de risco nos diabéticos.

4. RESULTADOS


As doenças cardiovascular são a principal causa de morte em Portugal em ambos os sexos (39% de todos os óbitos observados em 1999 segundo a Direcção Geral de Saúde). Verifica-se uma tendência decrescente a nível nacional em todos os grupos etários, em que 52% destes óbitos se devem a doenças cerebrovasculares e 22% a doença isquémica do coração.

5. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO


O acompanhamento do processo de execução local do Projecto de Prevenção e Controlo das Doenças Cardiovasculares, nos serviços prestadores de cuidados de saúde, será efectuado pelos serviços dependentes das Administrações Regionais de Saúde, através dos seguintes indicadores por sexo:

  • - Prevalência de hipertensos identificados;

  • - Proporção de hipertensos controlados;

  • - Prevalência de dislipidémicos identificados;

  • - Proporção de dislipidémicos controlados;

  • - Prevalência de fumadores identificados;

  • - Proporção de fumadores sob tratamento anti-tabágico;

  • - Prevalência de doentes coronários identificados;

  • - Proporção de internamentos em Unidades de Cuidados Intensivos Coronários;

  • - Prevalência de doentes com insuficiência cardíaca;

  • - Proporção de internamentos por insuficiência cardíaca;

  • - Proporção de utilizadores da Via Verde Coronária;

  • - Proporção de utilizadores da Via Verde para o Acidente Vascular Cerebral;

  • - Proporção de internamentos em Unidades de Acidente Vascular Cerebral;

  • - Eventos sentinela no Acidente Vascular Cerebral e Doença Isquémica do Coração;

A monitorização do seu impacto nacional na obtenção de ganhos em saúde cardiovascular será efectuada através dos seguintes indicadores por sexo:



  • - Incidência de Enfarte do Miocárdio abaixo dos 65 anos;

  • - Incidência de acidente Vascular Cerebral abaixo dos 65 anos;

  • - Mortalidade anual por DC aguda;

  • - Mortalidade anual por DC aguda em indivíduos com idade inferior a 65 anos;

  • - Mortalidade anual por AVC;

  • - Mortalidade anual por AVC em indivíduos com idade inferior a 65 anos;

  • - Número de anos perdidos por DC aguda;

  • - Número de anos perdidos por AVC

6. INTERVENÇÃO COMUNITÁRIA:


Em 1995, em Barcelona, como resultado da Segunda Conferência Internacional para a Saúde do Coração, surgiu a Declaração da Catalunha cujo objectivo principal foi, fundamentalmente, mostrar ao mundo, que investindo na saúde do coração, se poderão diminuir os enfartes do miocárdio, os AVC`s, as incapacidades e as perdas de vida daí resultantes.

Esta Declaração ao reconhecer que o investimento na saúde do coração previne as doenças cardiovasculares, reduz o sofrimento e a incapacidade a milhões de pessoas, evita o desperdício de recursos e aumenta a produtividade, contribuindo para o crescimento económico e o bem estar, apela para uma maior participação e intervenção comunitária, nomeadamente:

- aos profissionais de saúde, da comunicação social, da educação e das ciências sociais e às suas associações;

- à comunidade científica;

- às instâncias governamentais das áreas da saúde, educação, comércio e agricultura;

- ao sector privado;

- às organizações e agências internacionais ligadas ao desenvolvimento económico e de saúde;

- às coligações comunitárias para a saúde;

- às organizações de voluntariado para a saúde;

- aos empregadores e às suas organizações, no sentido de unirem esforços para a eliminação desta epidemia dos tempos modernos, através da mobilização do público e da sociedade no seu todo para investirem na saúde do coração e utilizarem os recursos disponíveis com maior eficiência.


7. BIBLIOGRAFIA


  • DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE (2001) – Risco de Morrer em Portugal 1999. Direcção de Serviços de Informação e Análise, Divisão de Epidemiologia.

  • DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE (2002) – Ganhos de Saúde em Portugal: Ponto de situação: Relatório do Director Geral e Alto Comissário da Saúde.

  • DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE (1999) – Saúde Um Compromisso

  • DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE (1997) – A Saúde dos Portugueses

  • FUNDAÇÃO PORTUGUESA DE CARDIOLOGIA – www.fpcardiologia.pt

  • DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE – www.dgsaude.pt

  • EUROPEAN OBSERVATORY ON HEALTH CARE SYSTEMS (1999) – Health Care Systems in Transition – Portugal.

  • PÁDUA, F. et al (1994) – Programa CINDI: Portugal-1992-1997. Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva.

  • REGO, G. et al (1993) – Linhas Orientadoras do Programa CINDI – Lisboa. Ministério da Saúde. Administração Regional de Saúde de Lisboa.

  • DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE (2002) – Plano Nacional de Prevenção e Controlo das Doenças Cardiovasculares. Ministério da Saúde (ainda não aprovado).




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