Domingo de ramos ““Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem”



Baixar 62.54 Kb.
Encontro03.08.2016
Tamanho62.54 Kb.
DOMINGO DE RAMOS

““Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem” (Lc 23,34)



1. Refrão meditativo

Queremos ver Jesus / Caminho, Verdade e Vida! / Queremos ver Jesus! / Queremos ver Jesus.



2. ACOLHIDA

Com.: Meus irmãos e minhas irmãs: durante as cinco semanas da Quaresma preparamos os nossos corações pela oração, pela penitência e pela caridade. Hoje aqui nos reunimos e vamos iniciar, com toda a Igreja, a celebração da Páscoa de nosso Senhor. Para realizar o mistério de sua morte e ressurreição, Cristo entrou em Jerusalém, sua cidade. Celebrando com fé e piedade a memória desta entrada, sigamos os passos de nosso Salvador para que, associados pela graça à sua cruz, participemos também de sua ressurreição e de sua vida.

oremos.


Deus eterno e todo-poderoso, abençoai † estes ramos, para que, seguindo com alegria o Cristo, nosso Rei, cheguemos por ele à eterna Jerusalém. PCNS.

T.: Amém!

3. evangelho

Lc 19, 28-40

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas

Naquele tempo, Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém. Quando se aproximou de Betfagé e Betânia, perto do monte chamado das Oliveiras, enviou dois de seus discípulos, dizendo: “Ide ao povoado ali na frente. Logo na entrada encontrareis um jumentinho amarrado, que nunca foi montado. Desamarrai-o e trazei-o aqui. Se alguém, por acaso, vos perguntar: ‘Por que desamarrais o jumentinho?’, respondereis assim: ‘O Senhor precisa dele’”.

Os enviados partiram e encontraram tudo exatamente como Jesus lhes havia dito. Quando desamarravam o jumentinho, os donos perguntaram: “Por que estais desamarrando o jumentinho?” Eles responderam: “O Senhor precisa dele”. E levaram o jumentinho a Jesus.

Então puseram seus mantos sobre o animal e ajudaram Jesus a montar. E enquanto Jesus passava, o povo ia estendendo suas roupas no caminho. Quando chegou perto da descida do monte das Oliveiras, a multidão dos discípulos, aos gritos e cheia de alegria, começou a louvar a Deus por todos os milagres que tinha visto. Todos gritavam: “Bendito o Rei, que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas!”

Do meio da multidão, alguns dos fariseus disseram a Jesus: “Mestre, repreende teus discípulos!” Jesus, porém, respondeu: “Eu vos declaro: se eles se calarem, as pedras gritarão”.

Palavra da Salvação!

T.: Glória a vós, Senhor!

Cel.: Meus irmãos e minhas irmãs, imitando o povo que aclamou Jesus, comecemos com alegria a nossa procissão.

4. entrada I

Tu és o Rei dos Reis / O Senhor te abençoou, te ungiu, te escolheu para sempre ele te amou.

1- Deu-te o teu Reino / Deu-te força e glória / pôs em tuas mãos a nossa história. / Tu és o escolhido, és o redentor, / Tens nossa confiança / Tua lei é o amor.

2- Deu-te o teu Reino, / Deu-te força e glória / pôs em tuas mãos a nossa história. / Com ramos, belas flores / vimos te saudar. / És rei para sempre, o rei do povo a caminhar.

Tu és o Rei dos Reis / O Senhor te abençoou, te ungiu, te escolheu para sempre ele te amou. /: Deu-te o teu Reino. / Deu-te força e glória / pôs em tuas mãos a nossa história.: (bis)



5. entrada II

Os filhos dos hebreus, com ramos de palmeira, / correram ao encontro de Jesus, nosso Senhor, /: Cantando e gritando: “Hosana, ó Salvador!”: (bis)

1- O mundo e tudo que tem nele é de Deus, / A terra e os que aí vivem, todos seus! / Foi Deus que a terra construiu por sobre os mares, / No fundo do oceano, seus pilares!

2- Quem vai morar no templo de sua cidade? / quem pensa e vive longe das vaidades! / Pois Deus, o Salvador o abençoará, No julgamento o defenderá!

3- Assim, são todos os que prestam culto a Deus / Que adoram o Senhor, Deus dos hebreus! Portões antigos, se escancarem, vai chegar, alerta! O Rei da glória vai entrar!

4- Quem é, quem é, então, quem é o Rei da glória? / O Deus, forte Senhor da nossa história! Portões antigos, se escancarem, vai chegar, alerta! O Rei da glória vai entrar!

5- Quem é, quem é, então, quem é o Rei da glória? / O Deus que tudo pode, é o Rei da glória! / Aos três, ao pai, ao Filho e ao Confortador da Igreja que caminha o louvor!



6. ato penitencial

(Onde não houver procissão)

1- Senhor, que fazeis passar da morte para a vida quem ouve a Vossa Palavra, tende piedade de nós.



Senhor, tende piedade de nós.:/

2- Ó Cristo, que quisestes ser levantado da terra para atrair-nos a vós, tende piedade de nós.



Ó Cristo, tende piedade de nós.:/

3- Senhor, que nos submetestes ao julgamento da vossa cruz, tende piedade de nós.



Senhor, tende piedade de nós.:/

oração da coleta

Deus eterno e todo-poderoso, para dar aos Seres Humanos um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador se fizesse homem e morresse na cruz. Concedei-nos aprender o ensinamento da sua paixão e ressuscitar com ele em sua glória. PNSJC.



T.: Amém!

7. primeira leitura

Is 50, 4-7

Leitura do Livro do Profeta Isaías

O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas.

Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado.

Palavra do Senhor!

T.: Graças a Deus!

8. Salmo 21 (22)

Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes? (bis)

1- Riem de mim todos aqueles que me vêem, * / torcem os lábios e sacodem a cabeça: “Ao Senhor se confiou, ele o liberte * / e agora o salve, se é verdade que ele o ama!”

2- Cães numerosos me rodeiam furiosos, * / E por um bando de malvados fui cercado. Transpassaram minhas mãos e os meus pés * / e eu posso contar todos os meus ossos.

3- Eles repartem entre si as minhas vestes * / e sorteiam entre si a minha túnica. / Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, * / Ó minha força, vinde logo em meu socorro!

4- Anunciarei o vosso nome a meus irmãos * / e no meio da assembléia hei de louvar-vos! / Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, + / Glorificai-o, descendentes de Jacó, * / e respeitai-o, toda a raça de Israel!

9. segunda leitura

Fl 2, 6-11

Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses

Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até à morte, e morte de cruz. Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, e toda língua proclame: “ Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai.



Palavra do Senhor!

T.: Graças a Deus!

10. canto de aclamação

Salve ó Cristo obediente! Salve, amor onipotente,/ Que te entregou à cruz/ E te recebeu na luz!

1- O Cristo obedeceu até a morte, / Humilhou-se e obedeceu o bom Jesus, / Humilhou-se e obedeceu sereno e forte, / Humilhou-se e obedeceu até a cruz.

2- Por isso o Pai do céu o exaltou. / Exaltou-o e lhe deu um grande nome, / Exaltou-o e lhe deu poder e glória, / diante dele céus e terra se ajoelham.

11. evangelho

Lc 23, 1-49

Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Lucas

Com.: Naquele tempo, toda a multidão se levantou e levou Jesus a Pilatos. Começaram então a acusá-lo, dizendo:

T: “Achamos este homem fazendo subversão entre o nosso povo, proibindo pagar impostos a César e afirmando ser ele mesmo Cristo, o Rei”.

Com.: Pilatos o interrogou:

L1.: “Tu és o rei dos judeus?”

Com.: Jesus respondeu, declarando:

Cel.: “Tu o dizes!”

Com.: Então Pilatos disse aos sumos sacerdotes e à multidão:

L1.: “Não encontro neste homem nenhum crime”.

Com.: Eles, porém, insistiam:

Todos: “Ele agita o povo, ensinando por toda a Judéia, desde a Galiléia, onde começou, até aqui”.

Com.: Quando ouviu isto, Pilatos perguntou:

L1.: “Este homem é galileu?”

Com.: Ao saber que Jesus estava sob a autoridade de Herodes, Pilatos enviou-o a este, pois também Herodes estava em Jerusalém naqueles dias.

Herodes ficou muito contente ao ver Jesus, pois havia muito tempo desejava vê-lo. Já ouvira falar a seu respeito e esperava vê-lo fazer algum milagre. Ele interrogou-o com muitas perguntas. Jesus, porém, nada lhe respondeu. Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei estavam presentes e o acusavam com insistência.

Herodes, com seus soldados, tratou Jesus com desprezo, zombou dele, vestiu-o com uma roupa vistosa e mandou-o de volta a Pilatos. Naquele dia Herodes e Pilatos ficaram amigos um do outro, pois antes eram inimigos.

Então Pilatos convocou os sumos sacerdotes, os chefes e o povo, e lhes disse:



L1.: “Vós me trouxestes este homem como se fosse um agitador do povo. Pois bem! Já o interroguei diante de vós e não encontrei nele nenhum dos crimes de que o acusais; nem Herodes, pois o mandou de volta para nós. Como podeis ver, ele nada fez para merecer a morte. Portanto, vou castigá-lo e o soltarei.

Com.: Toda a multidão começou a gritar:

T.: “Fora com ele! Solta-nos Barrabás!”

Com.: Barrabás tinha sido preso por causa de uma revolta na cidade e por homicídio. Pilatos falou outra vez à multidão, pois queria libertar Jesus. Mas eles gritavam:

Todos: “Crucifica-o! Crucifica-o!”

Com.: E Pilatos falou pela terceira vez:

L1.: “Que mal fez este homem? Não encontrei nele nenhum crime que mereça a morte. Portanto, vou castigá-lo e o soltarei”.

Com.: Eles, porém, continuaram a gritar com toda a força, pedindo que fosse crucificado. E a gritaria deles aumentava sempre mais. Então Pilatos decidiu que fosse feito o que eles pediam. Soltou o homem que eles queriam –aquele que fora preso por revolta e homicídio– e entregou Jesus à vontade deles.

Enquanto levavam Jesus, pegaram um certo Simão, de Cirene, que voltava do campo, e impuseram-lhe a cruz para carregá-la atrás de Jesus. Seguia-o uma grande multidão do povo e de mulheres que batiam no peito e choravam por ele. Jesus, porém, voltou-se e disse:



Cel.: “Filhas de Jerusalém, não choreis por mim! Chorai por vós mesmas e por vossos filhos! Porque dias virão em que se dirá: ‘Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos, os ventres que nunca deram à luz e os seios que nunca amamentaram’.

Com.: Então começarão a pedir às montanhas:

Todos: ‘Cai sobre nós! E às colinas: ‘Escondei-nos!’ Porque, se fazem assim com a árvore verde, o que não farão com a árvore seca?”

Com.: Levavam também outros dois malfeitores para serem mortos junto com Jesus.

Quando chegaram ao lugar chamado “Calvário”, ali crucificaram Jesus e os malfeitores: um à sua direita e outro à sua esquerda. Jesus dizia:



Cel.: “Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!”

Com.: Depois fizeram um sorteio, repartindo entre si as roupas de Jesus.

O povo permanecia lá, olhando. E até os chefes zombavam, dizendo:



L2.: “A outros ele salvou. Salve-se a si mesmo, se, de fato, é o Cristo de Deus, o Escolhido!”

Com.: Os soldados também caçoavam dele; aproximavam-se, ofereciam-lhe vinagre, e diziam:

L2.: “Se és o rei dos Judeus, salva-te a ti mesmo!”

Com.: Acima dele havia um letreiro: “Este é o Rei dos Judeus”.

Um dos malfeitores crucificados o insultava, dizendo:



L2.: “Tu não és o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós!”

Com.: Mas o outro o repreendeu, dizendo:

L2.: “Nem sequer temes a Deus, tu que sofres a mesma condenação? Para nós, é justo, porque estamos recebendo o que merecemos; mas ele não fez nada de mal”.

Com.: E acrescentou:

L2.: “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado”.

Com.: Jesus lhe respondeu:

Cel.: “Em verdade eu te digo: ainda hoje estarás comigo no paraíso”.

Com.: Já era mais ou menos meio dia e uma escuridão cobriu toda a terra até às três horas da tarde, pois o sol parou de brilhar. A cortina do santuário rasgou-se pelo meio, e Jesus deu um forte grito:

Cel.: “Pai, em tuas mãos entrego o meu espírito”.

Com.: Dizendo isso, expirou.

(Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa).

Com.: O oficial do exército romano viu o que acontecera e glorificou a Deus dizendo:

L3.: “De fato! Este homem era justo!”

Com.: E as multidões, que tinham acorrido para assistir, viram o que havia acontecido, e voltaram para casa, batendo no peito. Todos os conhecidos de Jesus, bem como as mulheres que o acompanhavam desde a Galiléia, ficaram à distância, olhando essas coisas.

Palavra da Salvação!

T.: Glória a vós, Senhor!

12. canto das oferendas

1- Ao olhar a tua cruz, Senhor, / eu me sinto tão amado. / Sei também, sou convidado / a viver a doação do amor.



Por isso, neste altar, Senhor, / quero oferecer o que há em mim. / Transforma meu desejo de ser melhor. / Faz-me viver a doação.

2- Pão e vinho neste altar serão / Corpo e Sangue, vida do Senhor. / Ao amor me entregarei. / Homem novo de amor serei.

3- Se o grão de trigo não morrer, / há de viver na solidão. / Quem se apega a própria vida, / morre sem perceber.

sobre as oferendas

Ó Deus, pela paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, sejamos reconciliados convosco, de modo que, ajudados pela vossa misericórdia, alcancemos pelo sacrifício do vosso Filho o perdão que não merecemos por nossas obras. PCNS.



T.: Amém!

13. Oração eucarística II

(Domingo de Ramos)



Pr.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor Pai Santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.

Inocente, Jesus, quis sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreiçào nos trouxe vida nova.

Por ele, os anjos cantam vossa grandeza e os santos proclamam vossa glória. Concedei-nos também a nós associar-nos a seus louvores, cantando a uma só voz:

santo

Santo! Santo! Santo é o Senhor! (bis) / Ó Deus do universo, Deus nosso Criador! (bis) / No céu, na terra brilha o esplendor! (bis) / De tua imensa glória, ó Deus, nosso Senhor! (bis)

Bendito seja aquele que vem! (bis) / Aquele que vem vindo em nome do Senhor! (bis) / Hosana, hosana, hosana ao Salvador! (bis) / Ó vem nos perdoar no Teu imenso amor! (bis) / Ó vem nos consolar no Teu imenso amor! (bis)

Pr.: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade. Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e † o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

T.: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!

Pr.: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos, dizendo:

Tomai, todos, e comei: isto é o meu corpo que será entregue por vós!



Pr.: Do mesmo modo, ao fim da ceia, ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente e o deu a seus discípulos, dizendo:

Tomai, todos, e bebei: este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos para remissão dos pecados. Fazei isto em memória de mim.



Pr.: Eis o mistério da fé!

T.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

Pr.: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do Vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

T.: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

Pr.: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

T.: Fazei de nós um só Corpo e um só Espírito!

Pr.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade, com o Papa (N.), com o nosso Bispo (N.) e todos os ministros do vosso povo.

T.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

Pr.: Lembrai-vos, também, dos nossos irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

T.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

Pr.: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, mãe de Deus, com os santos Apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos, por Jesus Cristo, vosso Filho.

T.: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

Por Cristo, com Cristo...



T.: Amém!

14. cordeiro

Solo: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

Ass.: Tende piedade de nós!

Solo: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

Ass.: Tende piedade de nós!

Solo: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo.

Ass.: Dai-nos a paz!

15. comunhão I

1- Ao partir o pão, numa refeição / aos seus comensais falou Jesus: / Isto vós fareis, em recordação / do meu grande amor por vós na cruz.



O que eu fiz vós o fareis, disse o Senhor / pra recordar e festejar meu grande amor. / Ao celebrar a refeição que fez Jesus, / eu quero amar como ele amou, até a cruz.

2- Povo a caminhar, na escuridão, / Cristo é uma luz a nos guiar! / Eu a recebi junto deste altar / para iluminar quem quer andar.

3- Povo a caminhar, na escravidão / vem te libertar, Jesus aqui / hei de anunciar a libertação / que na comunhão aqui senti!

4- Povo a caminhar sem alimentar, / Cristo é o pão que dá vigor. / Encontrei aqui para repartir / o vigor do pão do seu amor.

5- Povo a caminhar arrastando a dor / Cristo é a Salvação que vem da cruz. / Aprendi aqui a testemunhar / como transformar a dor em luz!

16. comunhão II

1- Foi por amor, que eu entreguei / Toda a minha vida / Fiz do meu coração / A chave para o perdão. / E neste altar, mais uma vez / entrego a minha vida / O pão e o vinho agora são meu Corpo e Sangue a comunhão.



Tomai, comei, isto é o meu corpo / Tomai, bebei, este é o meu sangue / Sangue da eterna aliança. / Fazei isto em memória de mim / Fazei isto em memória de mim.

17. Pós comunhão

Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, ó Deus: como pela morte do vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos pela sua ressurreição alcançar o que buscamos. PCNS.



T.: Amém!

18. canto final

Oh, oh, oh, oh, oh! Oh, oh, oh!

Jovens somos nós! (2x)

Jovens somos nós! Jovens com milhares de perguntas, jovens á procura de respostas, jovens à procura de algo mais.

Não estamos satisfeitos com os rumos deste mundo, e é por isso que avançamos para as águas mais profundas. O que está bom deve ficar, o que não é tem que mudar.

Jovens somos nós! Jovem é a nossa voz, não sabemos tudo, mas sabemos que podemos ajudar.



Aprofundando a palavra
Celebramos a entrada de Jesus em Jerusalém e o mistério de sua paixão. Jesus é acolhido pela multidão dos discípulos que começaram a louvar a Deus pelos seus milagres e todos gritavam: “Bendito o Rei, que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória nas alturas! (Lc 19,38). Hoje, nós o acolhemos também com nossos ramos que expressam a nossa esperança de que Ele vem nos salvar.

Ao grito de ajuda (hosana), Jesus responde não manifestando um poder político, mas assumindo o caminho do servo, segundo Isaías (cf. 1a leitura), que tem Deus como o seu auxiliador, por isso, não se deixa abater no caminho rumo ao sacrifício na cruz. Assim, sua resposta se dá no mistério de sua paixão, no esvaziamento de seu poder divino, no sacrifício de sua vida pela salvação da humanidade. Eis o Filho obediente até morte! (cf. 2a leitura).

No relato da paixão, segundo Lucas, Jesus já se coloca como servo: “Eu porém, estou no meio de vós como aquele que serve”, atencipando, assim, o mistério de sua paixão e morte de Cruz. Tudo se converge para a nova Aliança que será selada com sua vida entregue e o seu sangue derramado.

No seu julgamento, Lucas insiste na inocência de Jesus, sobretudo quando Pilatos afirma: “Não encontro neste homem nenhum crime” (Lc 23,4); “Ele nada fez para merecer a morte” (Lc 23,15) “Que mal fez este homem?” (Lc 23, 21). Além disso, outros detalhes que se destacam em Lucas são as palavras de Jesus na Cruz, sobretudo, quando suplica ao Pai a misericórdia: “Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem! (Lc 23, 33).



Em fim, na Cruz, Jesus manifestou o seu poder: o de ter nos amado até o fim (cf. Jo 13,1), ou seja, até as últimas consequências, dando-nos a vida. Ao contemplá-lo na Cruz, voltemos para nossa casa batendo no peito (cf. Lc 23,48) e renovemos nossa fé, dobrando os nossos joelhos para dizer que Jesus Cristo é o Senhor (cf. Ef 2,11).

Pe. Danival Milagres Coelho


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal