Domingo, ÀS 21H30, na rtp1 dar vida sem morrer



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Encontro20.07.2016
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DOMINGO, ÀS 21H30, NA RTP1

DAR VIDA SEM MORRER
Foi hoje apresentado, na sede da CPLP, em Lisboa, o segundo documentário da série documental “Dar Vida Sem Morrer”, de autoria de Catarina Furtado.
"Dar vida sem Morrer" é uma série documental sobre o antes e o depois da implementação de um projecto que tem como objectivo a Redução da Mortalidade Materna e Neonatal na Guiné Bissau, um país onde esta mortalidade é extremamente elevada, especialmente nas zonas de Oio e Gabú. Este projecto resulta de uma parceria pela RTP e a Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação.
A Guiné-bissau, está entre os países mais pobres do Mundo: 49% da população vive abaixo do limiar da pobreza. É um dos paises com maiores índices de mortalidade materno-infantil: 1 em cada 19 mulheres corre o risco de morrer durante a sua vida reprodutiva e em 1000 bebés que nascem, 138 morrem. 44 anos é a esperança média de vida na Guiné, um país praticamente sem saneamento básico nem electricidade.
Enquanto Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), é a primeira vez que Catarina Furtado é protagonista de uma missão que envolve a contribuição directa de pessoas anónimas que em Portugal decidiram apoiar uma causa que salva vidas hoje e as prepara para o futuro: a causa do UNFPA cujo lema é: Cada pessoa conta.
A RTP, através de uma emissão do “Dança Comigo por uma Boa Causa” sensibilizou os espectadores para a urgência da redução da mortalidade materna e neonatal nas regiões de Oio e Gabú, que se traduziu num apoio financeiro muito significativo, de 250.000 euros.
O IPAD, através do Secretário de Estado da Cooperação Portuguesa, João Gomes Cravinho juntou-se ao projecto e acrescentou mais 250.000 euros.
Assim, RTP, IPAD e UNFPA juntam-se por uma mesma causa, empenhados em ajudar a cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio cujo prazo está à porta: 2015.
Este é o segundo documentário “DAR VIDA SEM MORRER” que mostra, não só o acompanhamento no terreno (inauguração do bloco operatório, por exemplo), como comprova que desde Junho até agora muitas mulheres e muitos bebés foram realmente salvos pelo facto de já se poderem fazer cesarianas e outras cirurgias, medida só possível devido à implementação do projecto.
“DAR VIDA SEM MORRER” mostra também o muito que há ainda a fazer! Apesar da esperança, a angústia e os gritos de alerta deixam-nos a todos comprometidos.
“DAR VIDA SEM MORRER”, de autoria de Catarina Furtado, no dia 01 de Novembro, às 21h30, na RTP1.







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