Dossier de Imprensa programaçÃo dezembro '13



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Dossier de Imprensa








PROGRAMAÇÃO DEZEMBRO '13





Assessoria Comunicação Social

Marta Santos

Tel.: 234 400 920

e-mail: msantos@teatroaveirense.pt

ÍNDICE



Histórias de amor duram apenas 90 minutos + Pão de Ul 4

Rock Sinfónico 5

Tiago Bettencourt 6

Cinema de Animação [Famílias] 7

Cinema de Animação [Escolas] 9

Fitas na Ria 3 10

A verdadeira história de Barbi 11

Concerto comemorativo do 40º Aniversário da Universidade de Aveiro 16

A vida de Adéle 17

Natal Artístico no T.A. 18

Banda Sinfónica e Coro do CMACG 19

Lago dos Cisnes 20




APRESENTAÇÃO
Em Dezembro, a programação presenteia-nos com «Acústico» o novo concerto de Tiago Bettencourt, diverte-nos com “A Verdadeira História da Barbie”, uma alta comédia requintada, e encerra com o clássico “Lago dos Cisnes”, pela Russian Classical Ballet. A Orquestra Filarmonia das Beiras e Conservatório de Música de Aveiro levam-nos pelos clássicos, e para os mais novos há Cinema de Animação e o Natal Artístico com a Pantopeia.
Tiago Bettencourt, autor de referência da nova música portuguesa, apresentará em Aveiro um concerto onde revisita os temas mais marcantes do seu percurso. «Acústico» nasceu num espetáculo íntimo, gravado no Verão perante 60 pessoas. Diz Tiago Bettencourt que «este álbum é o que é: músicas que, desde o princípio, o grande público foi escolhendo como suas preferidas (…), agora, despidas e rearranjadas, sem truques».
A peça “A Verdadeira História de Barbi”, de José Pinto Correia, parte de um universo anedótico associado às “tias” portuguesas que encontramos algures entre Lisboa, Cascais e Sintra, mas também em muitas outras cidades portuguesas. Em palco critica-se de forma corrosiva, a vida de três senhoras de meia idade da classe média–alta expondo as suas fantasias, ambições e frustrações.
A Orquestra Filarmonia das Beiras associa-se a nós, num concerto alusivo às comemorações do Aniversário da Universidade de Aveiro, que será também o último do "Ciclo Beethoven - 2011/2013 - Integral das Sinfonias e dos Concertos para Piano". Connosco estarão também o Banda Sinfónica e Coro do Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian, que juntarão 350 alunos em palco.
A Russian Classical Ballet traz-nos o bailado “Lago dos Cisnes”, uma narrativa encantadora com sumptuosos cenários, maravilhosos figurinos e um deslumbrante leque de melodias que compõem esta grande obra-prima do ballet clássico.
Em Dezembro, a programação de Serviço Educativo trará Cinema de Animação, curtas metragens para Famílias e Escolas; e convidámos a Pantopeia que nos preparou um Natal Artístico onde os participantes são as estrelas no “firmamento” e onde se pretende desenvolver a criatividade, a imaginação e a motricidade.
O Cinema também não irá faltar na nossa programação, seja com sugestões da Plano Obrigatório, seja com o programa “Fitas na Ria”. Sessões a não perder!
Mais uma vez, é caso para dizer: a Cultura apetece em Aveiro!
DEZEMBRO’13

Ter 03 Dez 21h30

Histórias de amor duram apenas 90 minutos + Pão de Ul


Paulo Halm

Cinema | M/16 | 4€

Sala Principal | 100 Min.

Exibição com a presença dos realizadores da curta-metragem “Pão de Ul”.


Histórias de amor duram 90 minutos

Zeca (Caio Blat) é um escritor de 30 anos que, por não conseguir escrever, está no mais completo ócio. Ele é casado há cinco anos com Júlia (Maria Ribeiro), uma professora que sonha em fazer um curso em Paris. Um dia ele vê Júlia e uma amiga a entrarem em sua casa. Zeca consegue observá-las através da janela e, ao vê-las apenas com roupas íntimas, passa a acreditar que Júlia o está a trair com uma mulher. A ideia não sai da sua cabeça, mas ele não lhe conta nada. Quando Júlia se aproxima de uma de suas alunas, Carol (Luz Cipriota), Zeca passa a desconfiar que elas sejam amantes. Só que o ciúme aos poucos se transforma em desejo e Zeca apaixona-se por Carol.

Longa-metragem

Realizador – Paulo Halm

Duração: 90’

Actores – Mara Ribeiro, Hugo Carvana, Caio Blat, Daniel Dantas, Luz Cipriota

Distribuidor – Nitrato Filmes

Origem - Brasil


Pão de Ul

“É preciso dar murros...” assim explica D. Ângela Terra, uma das poucas padeiras que ainda faz o famoso “Pão de Ul” de forma artesanal. Através da sua voz, este documentário mostra a rudeza, dificuldades e aventuras que noutros tempos as “padeirinhas de Ul” enfrentavam ao produzir e distribuir o pão, a pé, a longas distâncias. Hoje, o seu processo puramente artesanal de fabrico está praticamente perdido.

Documentário

Realizador – Igor Martins, Rosário Costa, Sara Petiz

Duração – 9’

Portugal
Links:



http://www.imdb.com/title/tt1609123

http://www.youtube.com/watch?v=kvjo5m5vbNo


Sáb 06 Dez 21H30

Rock Sinfónico


Uma nova abordagem coral

Música | M/6 | 5€

Sala Principal | 50 Min.

O Orfeão de Barrô, apresenta a sua mais recente produção musical, onde serão interpretados alguns dos temas mais célebres do rock português, numa versão para Coro, Combo Jazz e Quarteto de Cordas.


Biografias:

Orfeão De Barrô

Não se pode falar da história do Orfeão de Barrô, sem referir o então denominado Centro Cívico e Social ABARCA, hoje Centro Cívico Eng.º Adolfo Roque. Foi com a construção deste Centro que nasceu a ideia do Orfeão de Barrô o qual deu os seus primeiros passos no dia 15/12/2000, com a iniciativa do saudoso Comendador Eng.º Adolfo Roque, o seu Fundador. O Orfeão de Barrô, sob a batuta do diretor artístico Prof. Joaquim Branco, atuou, pela primeira vez, aquando da inauguração do Centro Cívico e Social, a 29/6/2002.

A partir de então o Orfeão de Barrô atuou em inúmeras salas do Continente, Regiões Autónomas dos Açores e Madeira e Espanha.

Em janeiro 2009 e a convite de Sua Ex.ª o Sr. Presidente da Republica, deslocou-se a Belém, para aí cantar as Janeiras. No dia 9 de janeiro de 2010, o Orfeão de Barrô fez o lançamento oficial do seu 1ºCd, intitulado “Momentum Perpetuum”. Nesse mesmo lançamento e pela primeira vez atuaram o “Ensemble Vocal do Orfeão de Barrô”, que é constituído por jovens coralistas do nosso Orfeão.

Pela primeira vez em novembro de 2010, o Orfeão de Barrô, realizou o Concerto Adolfo Roque, evocando assim a data de nascimento do seu fundador e mecenas, passando a organizar anualmente um concerto em junho, (data da fundação da ABARCA e do Orfeão de Barrô) e em novembro o Concerto em homenagem ao seu Fundador.

A 6 de janeiro de 2012 e a convite da Assembleia da Republica Portuguesa, o Orfeão de Barrô cantou “As janeiras” no Parlamento, tendo sido elogiada a sua atuação pela Presidente daquele Órgão, bem como dos deputados, funcionários e demais convidados presentes.

Em 2013, o Orfeão de Barrô, adquiriu ao compositor e maestro Luís Cardoso, várias arranjos de peças de música ligeira portuguesa, preparando em exclusivo um concerto denominado “CONCERTO ROCK SINFÓNICO”, que apresentou em estreia exclusiva no dia 11 de maio no auditório do Centro Cívico Eng.º Adolfo Roque em Barrô, com um enorme sucesso, quer pela qualidade de execução, quer pela originalidade do espetáculo apresentado.

Este espetáculo apresentado com coro e acompanhamento musical (Cordas, piano, e combo jazz) está previsto ser realizado em várias salas de espetáculos do país, promovendo assim a musica coral e demonstrando aos espetadores, que é possível aliar a música coral a todos os genros musicais e muito particularmente à música rock portuguesa.

O Orfeão de Barrô, representa a área cultural da ABARCA – Associação Barroense de Recreio Cultura e Assistência, Instituição de Utilidade Pública.

Desde outubro de 2005, é seu diretor artístico, o Prof. Sérgio Brito.



Sérgio Brito | Maestro

Iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos com seu pai na Casa do Povo de Águeda. Ingressou no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em 1992, onde concluiu o Curso Complementar de Piano. Ganhou vários prémios como pianista.

Frequentou vários cursos de técnica e interpretação pianística.

Realizou recitais a solo e em música de câmara em vários pontos do país. É Licenciado em Ensino de Música, pelo Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.

Lecionou as disciplinas de acordeão e música de conjunto na Escola de Música da Casa do Povo de Águeda, foi professor de piano e pianista acompanhador no Conservatório de Música de Coimbra, dirigiu pela primeira vez o Coro Misto do Orfeão de Águeda, com apenas 14 anos, no qual foi maestro principal de 1999 até novembro de 2005.

Atualmente, é professor de piano no Conservatório de Música de Águeda.

É maestro fundador do Coro da Delegação de Águeda da Cruz Vermelha Portuguesa, maestro principal do Orfeão de Barrô, maestro fundador do Ensemble Vocal do Orfeão de Barrô e acordeonista da Orquestra Juvenil da Casa do Povo de Águeda.

Em 2010, frequentou o Mestrado em Música, na área de Direção Coral, na Universidade de Aveiro Desde então, e paralelamente à sua carreira docente, já realizou centenas de concertos e espetáculos por todo o país e estrangeiro, bem como gravações para a rádio e televisão, na qualidade de músico e maestro.




Sáb 07 Dez 21H30

Tiago Bettencourt


Música | M/6 | Plateia 14€ | Balcão 12€

Sala Principal | 80 Min.

Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, Tiago Bettencourt apresenta um concerto onde revisita os temas mais marcantes do seu percurso.
Foi há 10 anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com Toranja, marcando para sempre o panorama musical português. A riqueza da simplicidade dos seus poemas e melodias depressa captou a atenção do público e se “Esquissos” foi um sucesso de vendas, o álbum “Segundo” também não ficou aquém. Temas inesquecíveis como “Carta” e “Laços” são indissociáveis das suas melodias e da sua voz marcante.

Já em 2006 os Toranja anunciam uma pausa prolongada. É então que Tiago Bettencourt parte para o Canadá e tendo como banda de apoio os Mantha, grava o álbum “Jardim”, editado em 2007 com o grande êxito "Canção Simples". Em 2010, é editado “Em fuga”com o single “Só mais uma volta”. A mesma edição exclusiva CD DVD contém imagens inéditas de estúdio durante a gravação de «Em Fuga», juntamente com uma filmagem de músicas do primeiro álbum a solo do músico. O DVD resulta numa longa-metragem que acompanha vários momentos da carreira do músico até ao presente álbum.

No final do ano de 2011 é editado o álbum, “Tiago na Toca e os Poetas”, um projeto à parte que reúne uma série de poemas musicados por Tiago Bettencourt, bem como algumas versões gravadas no verão de 2008, entre os álbuns “O Jardim” e “Em Fuga”. Neste álbum, que surge acompanhado de um livro, Tiago o músico canta poemas de autores portugueses como Florbela Espanca e José Carlos Ary dos Santos, na companhia de amigos, entre eles, Carminho, Camané, Fernando Tordo, entre outros.

A 26 de Novembro de 2012 chega às lojas o mais recente trabalho de Tiago Bettencourt. O regresso aos discos é também uma imensa celebração: reunido de convidados e munido dos melhores momentos de uma carreira exemplar, «Acústico» assinala um percurso de uma década de muitas experiências e sucesso, que não só revelou uma das maiores vozes nacionais como trouxe um dos grandes autores da sua geração.

Registado num concerto único, em estúdio, em «Acústico» recria-se de forma simples e original momentos incontornáveis como «Carta», o primeiro single, «Laços», «Canção Simples», «Só Mais Uma Volta», entre muitos outros. Mas, na aventura de olhar o passado, «Acústico» também apresenta as pistas para o futuro, através do inédito «Temporal».

«Acústico» nasceu num espetáculo íntimo, gravado no passado Verão, perante cerca de 60 pessoas. O álbum conta com duas colaborações de luxo: Lura e Jorge Palma. Segundo Tiago Bettencourt, «este álbum é o que é: o conjunto das músicas que, desde o meu princípio como músico, o grande público foi escolhendo como suas preferidas. Canções despidas e rearranjadas, ao vivo, sem truques».


Links:

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Dom 08 Dez 11h00 | 16h00

Cinema de Animação [Famílias]


Cinema | M/4 | 3€

Sala Principal | 60 Min.

Estas sessões de cinema transportam os mais jovens para uma viagem no cinema de animação português.
Programa:
O reino do silêncio

Num reino onde o silêncio é lei, Gonçalo enfrenta tudo e todos para repor a normalidade.

Realização - Alunos Escola E. B. 2,3 Bento Carqueja

Produção - Agrupamento de Escolas, Bento Carqueja de Oliveira de Azeméis, Cine-Clube de Avanca


O circo (Portugal – 7’50’’)

Um divertido dia no circo…

Argumento e animação - Orlando Sá Silva; Filipe Matos; Ricardo Matos; Maria Manuel Sousa

Victoria Alici; Yuliana Alici; André Rodrigues; João Pedro Silva

Música - L`Apprenti Sorcier, Paul Dukas

Produção - Escola EB2.3 Prof. Dr. Egas Moniz, Avanca - Cine-Clube de Avanca


O relógio de Tomás (Portugal – 8’)

O tempo não volta atrás, e bem lá atrás, ficam momentos aos quais não damos o devido valor.

Com a chegada de um relógio mágico, Tomás vai ter o privilégio de “mandar no tempo”.

Ou irá este ensiná-lo a viver?

Realizador – Cláudio Sá
O Gato de Oblomov (Holanda – 11’)

À noite, durante uma tempestade, duas senhoras encontram um pequeno gato maltratado, do qual elas decidem tomar conta. A sua afeição pelo terno gato rapidamente as torna rivais, até elas descobrirem que o gato se está a aproveitar da sua caridade.

Realizador – Hans Richter

Música – Danny Van Spreuwel

Produtor – Ruud den Dryver
A menina que só tinha uma orelha (Espanha - 13')

Todas as crianças têm dois olhos, um nariz, uma boca, dez dedos e duas orelhas, ou não? Allegra vai descobrir que há crianças de todo tipo.

Realizador – Álvaro Leon

Produtor – Ruben Coca


A árvore misteriosa da minha infância (Rússia - 10')

Uma história sobre o crescimento, onde os sonhos de infância – recheados de criaturas fantásticas de contos de fadas, mundos inexplorados e catástrofes terríveis – desempenham um papel importante. Quando um rapazinho perde o seu brinquedo favorito – um pequeno urso de peluche – é arrastado para dentro do mundo da sua infância. No entanto, se ele quiser crescer, deve destruir este reino.

Realizador – Natalia Mirzoyan

Produção – Animation Studio "Petersburg"


Obese blues (Suíça – 6’)

À hora da refeição, Frédérique vai ao frigorífico buscar uma cenoura. Na última fatia, ela tem a horrível sensação de ter inchado. Ela vai a correr ao seu psiquiatra. Ele tranquiliza-a, conforta-a e reforça a sua confiança. Mas isso não será suficiente…

Realizador – Jean-Marc Duperrex

Produtor – Nicolas Burlet

Produção – Nadasdy Film


Seg | Ter 09 | 10 Dez 10h00 | 14h00:

Cinema de Animação [Escolas]


Cinema | Escolas 2.º e 3.º Ciclo | 2€

Sala Principal | 70 Min.

Curtas-metragens de animação destinadas ao público escolar do 2.º e 3º ciclo de ensino.
Programa:
Zé e o pinguim (Portugal – 10’)

Os pais do Zé discutem continuamente, tornando a vida familiar num verdadeiro pesadelo. O Zé só consegue desabafar com o seu amigo o Pinguim e é num desses dias azarados que fogem de casa e se aventuram na feira montada na rua em frente. O Pinguim maravilhado com tanta novidade acaba por provocar o caos, ao enfurecer uma das criaturas do comboio fantasma - o Diabo.

Realização – Francisco Lança

Produção - Cineclube de Avanca


Lágrimas de um Palhaço (Portugal – 6’)

Esta é a história de um velho palhaço que leva uma vida rotineira e solitária. As decisões que tomou aliadas ao acaso, conduziram-no até um presente infeliz.

Realizador – Cláudio Sá

Música – António Neves; Frederic Chopin; Moby; Zack Hemsey

Produção – Filmógrafo, Cineclube de Avanca
15 Bilhões de Fatias de Deus (Portugal – 9’)

Reza a História, que tudo começou com uma Grande Explosão. A questão é... porquê?

Realizador – Cláudio Jordão

Música – Joaquim Pavão

Vozes – Teresa Chaves, Carlos Duarte, Nelson Martins

Produção – KotoStudios, Cine-Clube de Avanca, Filmógrafo


A aula de natação (Bélgica – 10’)

Um jovem rapaz entra num novo mundo. A mãe de Jonas, de quatro anos, trá-lo à sua primeira aula de natação. Jonas está com medo e quer ir para casa. Enquanto tentava fugir, cai na parte profunda e ninguém se apercebe. Enquanto flutua com as suas braçadeiras, tem de tentar salvar-se.

Realizador – Danny De Vent

Música – Johan Derycke

Produtor – Annemie DeGryse
Casa de cubos (Japão – 12’)

A casa é uma espécie de “bloco”. Um avô, que lá vivia, costumava construir casas em cima desta à medida que o nível da água subia.

Esta é a história sobre as suas memórias em família.

Realizador – Kunio Kato

Argumento – Kenya Hirata

Música – Kenji Kando

Produtor – Masanori Kusakabe, Yuko Shin
Porque não Branca de Neve, já agora! (França - 14’)

É uma história do amor infindável de uma rapariga de onze anos, Lata, pelo seu pai.

Lata está a preparar uma canção para uma peça da escola, organizada para celebrar o próximo Dia do Pai. Isto faz com que ela observe o pai mais de perto do que de costume. Numa tentativa de descrever os seus sentimentos o melhor que pode, lentamente ela começa a desvendar os seus segredos escondidos.

Realizador – Joel Olivier

Produtor – Alexandre Charlet
Oh, Paris! (Ucrânia – 8’)


                1. Ver Paris e…

Realizador – Oleksandr Shmygun

Argumento – Oleha Lebet

Fotografia – Sergey Kuzhelny

Produtor – Vladimir Sakun




Ter 10 Dez 21h30

Fitas na Ria 3


Sal duro sal, de Manuel Paula dias

Gente trigueira, de Vasco Branco

Espelho da cidade, de Vasco Branco

O Menino e o caranguejo, de Vasco Branco

Cinema | M/12 | 4€

Sala Principal | 90 Min.

Fitas na Ria é um ciclo de cinema promovido pelo grupo uariadeaveiro em colaboração com o Cine-Clube de Avanca e o Teatro Aveirense. O ciclo pretende mostrar um pequeno conjunto de filmes realizados na Ria de Aveiro e promover um debate sobre os mesmos e a forma como a Ria é retratada.


Debate no final da projeção com Rosa Alice Branco, Vasco Afonso Branco e Manuel Paula Dias.
Sal duro sal

Realizador – Manuel Paula Dias

Duração – 16’

País - Portugal


Gente trigueira

Realizador – Vasco Branco

Duração – 13’’

País – Portugal


Espelho da cidade

Realizador – Vasco Branco

Duração – 7’

País – Portugal


O menino e o caranguejo

Realizador – Vasco Branco

Duração – 11’

País - Portugal

Sáb 14 Dez 21h30

A verdadeira história de Barbi


De José Pinto Correia

Teatro | M/12 | 1ª Plateia 12€ | 2.ª Plateia e Balcão 10€

Sala Principal | 80 Min.

O Regresso de “As Barbis”, 20 anos depois, uma alta comédia requintada que, divertindo, não deixa de dizer muitas verdades.


“A Verdadeira História de Barbi”, de José Pinto Correia, parte de um universo anedótico associado às “tias” portuguesas que encontramos algures entre Lisboa, Cascais e Sintra, mas também em muitas outras cidades portuguesas, criticando-se de forma corrosiva, a vida de três senhoras de meia idade da classe média–alta expondo as suas fantasias, ambições e frustrações.

Porque se é certo que as personagens Tuxa, Kika e Babá (as três Barbis) vivem apoquentadas pelo físico, pelas dietas, pelo dinheiro, a verdade é que elas são também mulheres afligidas com a infidelidade dos maridos, com a solidão e com a constatação de um vazio existencial para o qual foram empurradas pelas circunstâncias de uma vida fútil e superficial. Curiosamente testam os seus limites morais e afrontam os seus próprios princípios pessoais e sociais, de forma solidária e de grande cumplicidade feminina, quando um mordomo “lindo de morrer” aparece em cena, estimulando emoções e sentimentos há muito apaziguados ou reprimidos.

A brincar, entre gargalhadas e outros momentos mais sérios, “A Verdadeira História de Barbi” é uma alta comédia que, divertindo, não deixa de dizer muitas verdades.
O que chamaria você ao Germano? Um figo?…

As tias andam desorientadas com o novo empregado doméstico da BÁBÁ – O GER (Germano). Uma delícia de rapazinho que provoca aqueles instintos que estão nos animaizinhos… tá a ver? E a que alguns chamam de pecados, outros de figuras de sintaxe… enfim! O que chamaria você ao Germano? Um figo?



A personagem Germano é interpretada pelo bailarino DIMA.
BABÁ, a nova rica do grupo, casada com um empresário de sucesso, com negócios em Angola e o filho a estudar na China, é a mais atrevida das três tias. Louca e mazinha, não olha a meios para atingir os fins. O marido está mais ausente do que presente… mas ela sabe como passar o tempo!

TUXA, de excelentes famílias, conservadora e católica, vive momentos de aflição com dificuldades financeiras e afoga nos chocolates as ansiedades e as frustrações. Apesar da arrogância do marido, prefere acreditar no amor dele do que pôr em causa a moral e os bons costumes.

KIKA, uma burguesa bem sucedida, vive obcecada com dietas e operações plásticas. Deslumbrada entre o pedigree da TUXA e o dinheiro e determinação da BABÁ, alia-se a todas as provocações, decidida que está em não deixar para amanhã as seduções que pode fazer hoje.
Dizer mal faz bem à pele

20 anos depois o regresso aos palcos

de A VERDADEIRA HISTÓRIA DE BARBI

Uma comédia original de José Pinto Correia, que estreou em 1993, e que foi vista por mais de 700 mil espectadores, regressa aos palcos de novo pelo GRUPO CASSEFAZ, e com os mesmos atores (Miguel Abreu, F. Pedro Oliveira e Paulo Ferreira) a desempenharem as mesmas personagens: A TUXA, a BABÁ e a KIKA. Celebrando 20 anos sobre a estreia, matam-se saudades e apresentam-se as personagens e a peça a todas as novas gerações de espectadores que, à data da estreia , ainda eram umas crianças!

A ação da peça decorre em casa da BABÁ, uma tia nova rica, que recebe as amigas TUXA e KIKA para uma tarde de má língua e compras. Inesperadamente, porém, as amigas descobrem que a anfitriã esconde um empregado doméstico, o Germano. Jovem e cheio de charme, Germano abala todos os melhores princípios morais das amigas, há muito desprovidas de atenção e carinho por parte dos maridos, desmascarando-se todo o jogo social! Não fosse também A Verdadeira História de Barbi um retrato de um eterno Portugal do faz de conta e da ostentação, das cunhas e dos favores!

A composição dos atores é outro motivo acrescido para o público assistir a este espetáculo. O recurso ao “travestismo” é, aqui, entendido como expressão estética de questionação de identidade e de crise social, com impacto não só sociocultural mas também político. Como escrevia Eugénia Vasques no semanário Expresso, em 1993, “mais do que a parodização de três estereótipos sociais femininos – uma Babá, uma Tuxa e uma Kika, personagens retiradas de um imaginário socialmente “bem” e intelectualmente fútil – o que os criadores nos propõem é, sob o ponto de vista do teatro, o confronto com a difícil composição de personagens femininas mais espessas que a mera caricatura e, sob o ponto de vista humano, uma séria reflexão sobre a solidão e a cumplicidade humana. Elas são também seres humanos despedaçados, ocultados em comportamentos de manual, mulheres abandonadas à procura do que o belo empregado doméstico afinal, sem esforço, lhes poderá oferecer: um momento de atenção e uma hipótese de reconhecimento da sua feminilidade esquecida”.


Porquê o regresso de “As Barbis”?

• Sobretudo, porque cada vez mais pessoas nos perguntam: quando voltam a fazer As Barbis?

• Porque, passados 20 anos, desejamos regressar ao contacto com o público e viver cumplicidades que fazem deste espetáculo muito mais do que uma simples comédia.

• As Barbis são, para muitos, sinónimo de divertimento crítico e inteligente, desafio a convenções sociais, políticas e culturais de um Portugal que continua hipócrita, cinzento, snob e novo rico.


As Barbis” estão de volta porque:

Porque o país está uma neura! (Maria Anahory)

Porque é Verão e queremos rir! (Susana Sousa Pinto)

Porque são precisos outros tipos de humor e de comédia! (Odete Sampayo)

Há mais comédia para lá do Stand-up!!!! (Isabel Morgado)

Porque elas são “uns” queridos e compreendem muito bem as mulheres! (Maria José Costa)


Comentários da imprensa…

“esta peça, despida de qualquer artifício cénico, é um espetáculo que deve ser visto”, aconselhava em 1993 o jornal Sete através da crítica Clara Nunes Correia.

“Barbis: ainda bem que voltaram”

“Um texto contundente, escorreito e eficaz”

“Um trabalho notável de composição dos atores”

“A representação só por si vale o espetáculo: os retratos das três personagens são perfeitos”

“Uma verdadeira lição de como o teatro pode divertir inteligentemente”

“Assim vale mesmo a pena ir ao teatro”

“Uma comédia hilariante”
Ficha Artística / Técnica:

Texto: José Pinto Correia

Encenação: Alexandre de Sousa com recriação coletiva pelos atores

Coreografia: Recriação coreográfica coletiva a partir do original de Rui Nunes

Assistente coreográfico na reposição: Elisa Ferreira

Interpretação, por ordem de entrada em cena: F.Pedro Oliveira (Babá), Miguel Abreu (Tuxa), Paulo Ferreira (Kika) e Dima (Germano).

Caraterização: Raquel Pavão ou Magali, Ruben Marques

Cabeleireiro: Paulo Cruz

Produção Executiva: Rita Sousa Guerreiro, Ruben Marques, Sofia Duarte, Miguel Abreu

Design gráfico: Luis Chimeno Garrido

Desenho de Luz: Gonçalo Costa

Som: Luís Soares

Operação de Som e Luz: Luís Soares

58ª produção do Grupo Cassefaz em parceria com a UAU


Links:

Descarregar Imagem: https://www.dropbox.com/s/oqnda7hwuww43ui/titulo%20e%20pernas%20Barbis.jpg



www.cassefaz.com
José Pinto Correia, o autor, é médico de profissão, mas iniciou em 1991 uma colaboração intensa com o Grupo Cassefaz para o qual escreveu: Cabaret das Virgens(1991), A Verdadeira História de Barbi (1993), A Branca de Neve e os 5 Anões (1994), O Poder das Barbis (1995) e 2001-A Odisseia das Barbis (1999).
F. Pedro Oliveira (actor)

Iniciou-se no Teatro em 1985 no Grupo "ContraRegra". Mais tarde ingressa no Curso de Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema, que conclui em Julho de 1989. Participou já em inúmeros Espectáculos donde se destaca: Dos Horácios e Curiácios à Noite, com encenação de Antonino Solmer no Grupo "ContraRegra"; A Terceira Margem do Rio e Bichos, ambos com encenação de João Brites, no Grupo de Teatro "O Bando"; Auto-Retrato e A Festa, ambos com coreografia de Madalena Victorino, No Tempo em Que os Instrumentos Falavam, criação colectiva com Joana Amorim e Joana Bagulho. Desde 1996 tem criado e participado em espectáculos, ateliers e animações dedicados às crianças, nomeadamente nos projectos Música para Pais e Filhos, O Livro Mágico, entre outros. Desde 2003 é director artístico do projecto de teatro interactivo Salto no Escuro.


Miguel Abreu (actor e produtor)

Estreou-se em 1984 em Deseja-se Mulher, encenação de Fernanda Lapa, no CAM-Fundação Calouste Gulbenkian. Fundou e dirige desde 1987 a produtora cultural Cassefaz e é desde 1999 presidente da Academia de Produtores Culturais. Foi diretor do Maria Matos Teatro Municipal (1999-2004), programador de teatro do Centro Cultural de Belém (2000-2004), programador de teatro e diretor de produção de Faro-Capital Nacional da Cultura, 2005. Desde 2009 é diretor do Festival Todos-Caminhada de Culturas, para a Câmara Municipal de Lisboa. Foi jurado do programa televisivo Toca a Mexer (SIC, 2012). Entre 1993 e 1999 dedicou-se também às Barbis, que agora revisita.


Paulo Ferreira (actor)

De 1981 a 1993, integra o elenco da Comuna, como actor e como assistente de encenação de João Mota a partir de 1986. Desde 1994 e até à data passa por várias experiências individuais, como actor e como encenador. É autor de 11 peças de teatro e 1 guião para um filme, realizado por Artur Ribeiro e exibido pela TVI. É também em 1994 que cria o projecto "Educação, Cultura e Criação de novos Públicos", projecto global de orientação pedagógica a projectos culturais, pontuais, realizados em Câmaras Municipais, Juntas de freguesias e entidades privadas. Em 2000 aceita o convite da então NBP-produções televisivas, actualmente PLURAL, para fazer a Direcção de Actores e Coordenação de Elenco de novelas para televisão. Actualmente integra os quadros da Plural trabalhando no Departamento de Elencos exercendo as funções de direcção nos castings e coordenação dos vários workshops

de interpretação.
Cassefaz

Primeira produtora cultural independente criada em Portugal em 1987, a Cassefaz tem sido responsável por um conjunto de projetos artísticos, estruturais e de conceptualização, na área da produção cultural em geral e do teatro em particular. Responsável e co-responsável pela criação de estruturas como CENTA (Vila Velha de Ródão), Fórum Dança (Lisboa), Centro Internacional de Teatro (Lisboa) ou Academia de Produtores Culturais (Lisboa). Também responsável por projetos editoriais como a revista O Actor, Guia das Artes do Espetáculo I e II, Guia das Artes Visuais e do Espetáculo, Carta Estratégica dos Teatros de Lisboa. Simultaneamente foi produzindo dezenas de espetáculos de teatro que refletem preocupações estéticas e de proximidade a diversos artistas e públicos. Muito atenta ao universo do feminino, a Cassefaz tem sido responsável por um conjunto de espetáculos onde as mulheres são protagonistas como: Salazar-Deus, Pátria, Maria; Amélia-Princesa de França, Rainha de Portugal; Vieira da Silva Par Elle Même; O Último Minuto na Vida de S.; Amália em Nova Iorque; Irmã Lúcia-Uma Oração. Neste contexto se inscreve, igualmente, a saga de As Barbis ainda que, e curiosamente, seja um espetáculo interpretado só por homens.

O mesmo elenco, com os actores F. Pedro Oliveira, Miguel Abreu, Paulo Ferreira. O primeiro texto, de 1993, revisto e atualizado. Novo Guarda Roupa. Novo look. Uma coisa mantém-se: a certeza de que “dizer mal faz bem à pele”

Vinte anos depois da estreia em Lisboa (Maio de 1993) de “A verdadeira história de Barbi” (assim mesmo com i no fim) os atores Miguel Abreu, Paulo Ferreira e F. Pedro Oliveira voltam a juntar‐se para dar, de novo, voz, corpo e alma às personagens Tuxa, Kika e Babá que, com as suas peripécias, esgotaram, entre 1993 e 1999, os Teatros Maria Matos e Villaret e se apresentaram de norte a sul do país em mais de 40 salas fazendo rir mais de 700 mil espetadores. Alta comédia requintada, muito rara na produção dramática portuguesa!

O texto de José Pinto Correia, parte do universo anedótico associado às “tias” e critica, de forma corrosiva, a vida de três senhoras de meia idade da classe média–alta de Lisboa explorando as suas fantasias, ambições e frustrações. O contexto da intriga é o Portugal do faz de conta e da ostentação, das cunhas e dos favores, das mulheres humilhadas pelos maridos, da solidão feminina, da má-língua e da falsa moral sublinhando a hipocrisia com cinismo, de forma hilariante.

Na plateia, as Barbis esperam poder contar com uma geração que as recorda, com carinho, e com uma nova geração que as vai conhecer, pela primeira vez, e espantar‐se com os pormenores da imitação extremada dos atores (na difícil composição de personagens femininas mais espessas que a mera caricatura), com os quais a plateia se identifica reconhecendo, sempre, nas personagens, uma familiar, amiga, colega ou conhecida muito parecida. Por dentro e por fora...

Este é um espetáculo extremamente feminino que não deixa contudo de divertir os homens que assim contactam com a maledicência e solidariedade feminina de um conjunto de mulheres maduras de forma muito íntima.
Se não pode fazer plásticas aposte em 3 HORAS DE CARACTERIZAÇÃO diária

Dois caracterizadores (Raquel Pavão e Ruben Marques) e um cabeleireiro (Paulo Cruz) encarregam-se de transformar os actores Miguel Abreu, Paulo Ferreira e F. Pedro Oliveira em três sofisticadas senhoras da melhor sociedade. O processo diário de transformação dura cerca de três horas. Milagres da caracterização, sem botox nem peelings! Excelente ocupação para os tempos livres.



Dom 15 Dez 21h30

Concerto comemorativo do 40º Aniversário da Universidade de Aveiro


Orquestra Filarmonia das Beiras | Coro do DECA-UA

Música | M/6 | 1ª plateia 10€ | 2ª plateia 8€ | Balcão 5€

Sala Principal | 105 Min. (c/ intervalo 15 min.)
A Orquestra Filarmonia das Beiras apresenta concerto alusivo às comemorações do 40º Aniversário da Universidade de Aveiro. Este concerto é também o último concerto do "Ciclo Beethoven - 2011/2013 - Integral das Sinfonias e dos Concertos para Piano". O programa que será apresentado é na sua totalidade da autoria do compositor Ludwig van Beethoven: Sinfonia nº9 e Fantasia Coral.
Dirigido pelo maestro António Vassalo Lourenço, este concerto terá como solista o conceituado pianista António Rosado e contará também com a participação do Coro do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro.
Programa:

Ludwig van BEETHOVEN (1770-1827)

– Sinfonia nº9

– Fantasia Coral


Ficha Artística / Técnica:

Orquestra Filarmonia das Beiras

Coro do Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro

António Rosado, piano

António Vassalo Lourenço, direção

Ter 17 Dez 21h00

A vida de Adéle


Abdellatif Kechiche

Cinema | 4€

Sala Principal | 179 Min.
Exibição do filme grande vencedor da edição de 2013 do Festival de Cinema de Cannes, que distinguiu ao mesmo tempo, e pela primeira vez, o realizador e as duas atrizes em simultâneo. Atendendo à duração do filme, excecionalmente a sessão terá início às 21h00.
Aos 15 anos, Adèle nem sequer questiona este facto: uma rapariga namora com rapazes. A vida dela vai dar uma volta quando conhece Emma, uma rapariga jovem e de cabelo azul, que lhe vai permitir descobrir o desejo e afirmar-se como mulher, e como adulta. Adèle cresce, procura-se a si mesma, perde-se e eventualmente reencontra-se...

Realizador - Abdellatif Kechiche

Duração: 180’

Actores – Adèle Exarchopolous, Léa Seydoux, Aurélien Recoing, Catherine Salée, Salim Kechiouche, Jérémie Laheurte

Distribuidor – Leopardo Filmes

Origem - França


Links:

http://www.imdb.com/title/tt2278871

http://www.youtube.com/watch?v=R29Nvm7m0vs

Qua 18 a Sex 20 Dez 10h às 18h

Natal Artístico no T.A.


pela Pantopeia

Famílias | 6 aos 14 anos | 45€ [Inscrições até 2 dias antes]

Sala Estúdio | Lotação: 20 crianças por turma | 24 horas (8h./dia)

Atividade dinamizada pela Pantopeia que se traduz numa ocupação diferente das férias do Natal, oferecendo aos mais novos atividades artísticas cheias de espírito natalício!


Pretende-se desenvolver a criatividade, a imaginação e a motricidade, explorar as potencialidades e limitações do corpo e mente, aprender a manusear uma câmara de filmar, experimentar fazer malabarismo e equilibrismo, mas acima de tudo que todos se divirtam muito no processo.

São 3 dias, na interrupção letiva do Natal de 2013 – 18 a 20 de Dezembro - em que cada um é preenchido com uma atividade específica. Esta atividade envolve cerca de 6 formadores / professores / artistas e 4 monitores que estarão cerca de 9 horas por dia com as crianças e os materiais, bem como um seguro de acidentes pessoais, já estão incluídos no preço de participação.


Oficinas: Teatro; Expressão Plástica, Pintura e Ilustração; Cinema, vídeo de animação; Jogos Tradicionais e Movimento Criativo.

Público-alvo: Crianças dos 6 aos 14 anos.

Datas: 18 a 20 de Dezembro de 2013.

Horário das atividades:

9h – 9h45: chegada dos participantes

10h: início das actividades

11h30 – 12h: intervalo / reforço alimentar da manhã (indoor ou outdoor)

13h – 14h20: período de almoço (no Café Palácio, a 2min / ou no bar do T.A.)

16h – 16h30: intervalo / reforço alimentar da tarde (indoor ou outdoor)

18h: fim das actividades

18h – 18h30: recolha dos participantes



Refeições: O serviço de refeição, estimado em 4,2€/dia, não está incluído no valor de inscrição. É um serviço que é disponibilizado ao participante com almoço completo incluindo: sopa, água e sumo, prato principal (com uma alternativa constante) e sobremesa (que varia entre fruta, semi-frio, gelado e gelatina, entre outras opções). Em alternativa o participante pode trazer refeição para o Teatro Aveirense e usar o espaço do bar do T.A. (com micro-ondas).

Requisitos: Vestuário adequado ao desenvolvimento das actividades específicas de plástica, movimento e teatro (confortável e desgastada, se possível). Reforço alimentar da manhã e da tarde. Água.

Inscrições: 45€ (inclui seguro de acidentes pessoais), com antecedência mínima de 2 dias. Tel.: 234 400 920. E-mail: seducativo@teatroaveirense.pt
O Teatro Aveirense e a Pantopeia reservam-se ao direito de cancelar a atividade caso não haja número mínimo de inscritos para a formação de turmas. Após atingido o limite máximo por turma, as inscrições seguintes entrarão em lista de espera para formação de uma nova turma, caso seja possível mediante os recursos humanos e logísticos disponíveis.
A Pantopeia

A Pantopeia - Associação Cultural de Criação e Promoção Artística foi criada em Outubro de 2010, com o objetivo de estabelecer uma plataforma de encontro de vários profissionais ligados às artes do espetáculo, do audiovisual e da educação artística com a qual podem ser desenvolvidos projetos específicos no domínio da criação/produção artística, formação / arte-educação, investigação, promoção, entre outros, tendo sempre em vista uma ligação e estreitamento de relações com a comunidade. Tem trabalhado ativamente nos últimos 3 anos com as faixas etárias mais novas, quer em contexto letivo ou não letivo (nas AEC e nas interrupções, além de outras iniciativas).

Através do seu coletivo de arte-educação, gere o projeto "Artes&Palco" que está a ser desenvolvido há três anos nas Atividades de Enriquecimento Curricular (“Artes&Palco nas AEC”), junto dos alunos do primeiro ciclo de ensino básico do Agrupamento de Escolas de Aveiro, contando com vários professores e colaboradores nas áreas de dança, teatro, expressão plástica, cinema e 1º e 2ºCEB. Foi também responsável pela dinamização da valência “Artes&Palco no Verão”, atividade de ocupação dos tempos não-letivos que vai agora para sua terceira edição (no ano passado contou com a “parceria” do Teatro Aveirense) e com formação artística pluridisciplinar, tal como movimento, expressão corporal, plástica e dramática, teatro, vídeo, cinema, teatro e jogos tradicionais. Implementa ao longo do ano atividades temáticas dirigidas a vários públicos, nomeadamente para os mais novos. Pauta o seu trabalho pelo estreito relacionamento entre a educação e as artes no geral, colaborando com profissionais das várias áreas e não só com professores / formadores.

Qua 18 | Qui 19 Dez 18h30

Banda Sinfónica e Coro do CMACG


Música | M/6 | 2€

Sala Principal | 90 Min.

Estarão em palco cerca de 350 alunos do Conservatório de Música de Aveiro de Calouste Gulbenkian com direção de Carlos Pires Marques.
Programa:

1.ª parte - Coro de Iniciação e Banda Sinfónica

Andreas Makris - Aegean Festival Overture

Mary Green e Julie Stanley – Silent Night

I. Naquela Noite de Natal

II. Dança dos Ratos

III. Naquela Noitede Natal (reprise)

IV. Guten Morgen

V. Aleluia Yodel

VI. Quem Poderia Imaginar

VII. Todos Unidos

VIII. Twinkling Stars

IX. Medley de Natal

X. Noite Feliz

XI. Tempo para Celebrar
2.ª parte

Susana Milena, Soprano

Carlos Pires Marques, maestro

Coro Básico e Complementar Banda Sinfónica

Luís Cardoso (1974) – Alma ‐ Cantata Profana

I. Lento - Prelúdio

II. Lento – Canção Tão Simples

III. Andante – Abaixo El‐Rei Sebastião

IV. Allegro - Primeiras Sílabas

V. Lento - Romance de Pedro Soldado

VI. Vivo – Romance da Rua de Baixo

VII. Largo – Tudo o que Ondula

VIII. Allegro – Não Mais na Casa Velha Ameixas Verdes

IX. Adagietto – Dedicatória


Sáb 21 Dez 21h30

Lago dos Cisnes


Russian Classical Ballet

Dança | M/3 | Plateia 25€ | Balcão 22€ | Descontos: grupos 10 a 19 pax: 10% | grupos 20 a 29 pax: 15% | grupos > 30 pax: contactar

Sala Principal | 140 Min. (c/ intervalo)

Uma narrativa encantadora com sumptuosos cenários, maravilhosos figurinos e um deslumbrante leque de melodias que compõem esta grande obra-prima do ballet clássico.


Este Natal a Classic Stage orgulha-se de apresentar o bailado Lago Dos Cisnes – nova produção 2013 – interpretado pela Russian Classical Ballet, liderada por Evgeniya Bespalova.

LAGO DOS CISNES é considerado o mais espetacular dos bailados clássicos, repleto de romantismo e beleza, é epítome dos bailados clássicos; a coreografia exige dos bailarinos destreza e aptidão técnica na representação das personagens da história. A sua popularidade é por outro lado motivada pela música inspirada de Tchaikovsky, mas também a coreografia inventiva e expressiva de Petipa que, relacionando o corpo humano com os movimentos de um cisne, revela a sua genialidade, o seu potencial coreográfico e criatividade artística.

Lago Dos Cisnes narra a história de um príncipe que procura a mulher ideal e vê na figura do cisne a suavidade e o encanto feminino, que o deixam loucamente apaixonado. Mas, na verdade, o cisne é a transfiguração de uma bela princesa encantada, um tema de verdadeira poética romântica.

Preservar a tradição do Ballet clássico russo”. Esta é a missão da Russian Classical Ballet, uma companhia composta por um elenco de bailarinos graduados pelas mais conceituadas escolas coreográficas: Moscovo, São Petersburgo, Novosibirsk, Perm, Alma-Ata e Kiev; artistas principais em alguns dos mais prestigiados teatros de dança: Mariinsky Theatre - Kirov, Kremlin Ballet Theatre, Rimsky-Korsakov Saint Petersburg State Conservatory, Novosibirsk Opera & Ballet Theatre e Perm Opera & Ballet Theatre, entre outros teatros, dão corpo a esta companhia que concilia a mestria e experiência de bailarinos Internacionais, com a irreverência de jovens talentos emergentes no panorama da dança clássica.


Ficha Artística:

Música Pyotr Ilyich Tchaikovsky

Libreto Vladimir Begichev e Vasily Geltzer

Coreografia Marius Petipa e Lev Ivanov

Cenografia Russian Classical Ballet

Figurinos Evgeniya Bespalova

Première a 27 de Fevereiro de 1877, no Teatro Bolshoi, em Moscovo
Links:

Vídeo http://www.youtube.com/watch?v=mXejSecbHWc



www.classicstage.pt

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