E-business e e-commerce



Baixar 61.75 Kb.
Encontro23.07.2016
Tamanho61.75 Kb.
E-BUSINESS E E-COMMERCE
RESUMO
Comércio Eletrônico é o canal mais moderno e simples de vendas e pode ser acessado através do meio eletrônico mais popular nos dias de hoje, ou seja, a INTERNET. A Internet se transformou num arrebatador canal de compras. A facilidade de se fazer compras sem sair de casa e recebê-las em domicílio é a grande aposta das empresas nas vendas on-line. Nesse contexto, o objetivo deste artigo é analisar o comércio eletrônico, que tem ampliado as fronteiras comerciais das organizações, e apresentar o significado do termo E-Businnes e E-Commerce, assim como mostrar o diferencial competitivo que ele apresenta para a empresa. Fundamentado em referências bibliográficas, este trabalho aborda o sucesso do comércio eletrônico, que tem resultado em benefícios para os consumidores e sucesso para as empresas.
Palavra Chave: E-Businnes, E-Commerce, comércio eletrônico.


ABSTRACT

Electronic trade is the most modern and simple channel of sales and it can be access through the more popular electronic way in the days today, that is to say, the INTERNET. The Internet became a captivating channel of purchases. The easiness of doing purchases without to leave of house and to receive them in home is the great bet of the companies in the sales on-line. In that context, the objective of this article is to analyze the electronic trade, that it has been enlarging the commercial borders of the organizations, and to present the meaning of the term E-Businnes and And-Commerce, as well as showing the competitive difference that he presents for the company. Based in bibliographical references, this work approaches the success of the electronic trade, that has been resulting in benefits for the consumers and success for the companies.




Key-Words: E-Businnes, E-Commerce, electronic trade.

A ERA DO E-BUSINESS E E-COMMERCE


1. INTRODUÇÃO
A internet tem sido o maior canal de distribuição para produtos e serviços, ela revolucionou o relacionamento entre as empresas e o consumidor final. As empresas envolvidas com a tecnologia da informação vêm constituindo um novo panorama para a economia. O comércio eletrônico tem sido uma forma das empresas ampliarem seus canais de venda e terem uma diminuição de custo nos processos, graças ao auxílio da internet. Com ela, o consumidor tem o serviço disponível por 24 horas.

O uso da Internet resulta em valor estratégico para a competitividade das empresas. As empresas que não aderirem ao comércio eletrônico são afetadas pela Web, e como solução deve buscar as vantagens que a rede oferece.

A pesquisa foi desenvolvida a partir livros e artigos científicos, já elaborados, constituindo uma rica e estável fonte de dados. Através de noções básicas sobre o E-Business e E-commerce, foi realizada uma análise sobre o crescimento, faturamento e aspectos de sucesso em sua aplicação na empresa.

O objetivo foi relatar a origem do termo E-business e E-commerce, identificar benefícios que acarretam para empresa e apontar opiniões e exemplos verídicos.



2. CONCEITOS

No Brasil a abertura da internet ao setor privado, para exploração comercial da população ocorreu em 1995, em uma ação do Ministério das Telecomunicações e Ministério da Ciência e Tecnologia.

O termo e-business já tem registro desde 1995 sob o nome de uma revista on-line, mas foi em 1997, em uma campanha criada pela Ogilvy & Mather, que a IBM divulgou o e-business. Ela associou o termo às novas oportunidade em negócios altamente conectados, ligando o termo diretamente a internet.



Figura 1 – Sistemas de E-Business

Fonte: Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. James A. O’ Brien 2004, pg. 207.
Segundo Elliman e Orange (2003), o E-business, vai além de compra e venda de produtos on line. Ele engloba o relacionamento com clientes, contratantes, fornecedores, designers e outros parceiros, além de infra-estrutura de serviço.
Transações são eventos que acontecem como parte de negociações, tais como vendas, compras, depósitos, retiradas, reembolsos e pagamentos. Nos dados gerados sempre que uma empresa vende algo a credito para um cliente, seja ela uma loja de varejo ou um site de e-commerce na web. O’ BRIEN, 2004, p.215).
O comércio eletrônico está conquistando a confiança do consumidor e resultando em um aumento no número de operações efetivadas pela grande rede. Usando a tecnologia certa, as empresas têm descoberto a possibilidade de criar um sistema de comércio eletrônico que atenda às expectativas do cliente.

Segundo O’ Brien (2004), os sistemas de transações on-line exercem um papel estratégico no comercio eletrônico. Esses sistemas em tempo real, que captam e processam imediatamente as transações podem ajudá-las a fornecer alto atendimento aos clientes e outros parceiros comerciais. Essa capacidade agrega valor aos seus produtos e serviços e serve como diferencial em relação aos seus concorrentes.

O E-Business está cada vez mais importante, à medida que a realidade do mercado internacional atual indica uma tendência de adequação entre o mundo real e o mundo virtual. É função de o E-Business resolver esse desafio, ou seja, aumentar a produtividade, competitividade, flexibilidade, incorporando e integrando mais tecnologia na gestão empresarial.
Para empresas de E-Business na era da internet, o e-commerce é mais q a mera compra e venda online de produtos. Em vez disso, ele engloba o processo online de desenvolvimento, marketing, venda, entrega, atendimento e pagamento de produtos e serviços negociados com clientes do mercado global interconectados, com apoio de uma rede mundial de parceiros de negócios. O’ Brien, 2004, p. 242.
Segundo O’ Brien,(2004), algumas das vantagens que o e-business oferece são:


  1. Integração nos sistemas conectados como ERP e SCM facilitam a troca de informações;

  2. agilidade nas informações em tempo real sobre o seu negócio, facilitam a tomada de decisão;

  3. transparência nas etapas envolvidas estão disponíveis para o nível gerencial.

O termo E-Commerce diz respeito à presença na internet. Todas as empresas, grandes ou pequenas, necessitam ter um site na web. A intenção era efetuar transações, comprar e vender no meio digital, mas atualmente com os desafios econômicos e um cenário competitivo, as empresas estão acrescentando diferenciais aos seus web sites, a fim de torná-los mais atraentes e encorajar os clientes a efetuar mais transações.

O E-Commerce é parte integrante do e-business, ele faz conexão eletrônica entre a empresa e o cliente, seguindo a estratégia do e-business, que abrange o marketing, vendas, pagamento, atendimento, logística de distribuição, suporte, entre outros.



Figura 2 – Estrutura de E-Commerce

Fonte: Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. James A. O’ Brien 2004, p 245.

A figura 2 exibe uma estrutura de E-Commerce desenvolvida pela Sun Microsystemas. Segundo O’ Brien (2004), essa organização lógica enfatiza que:



  1. Internet, intranet e extranetes são as infra-estruturas de rede ou de base da e-commerce;

  2. Os clientes devem dispor de um conjunto seguro de serviços de informações, de marketing, de processamento de informações e de pagamentos;

  3. Parceiros e comercias de negócios contam com a internet e as extranetes para trocar informações e realizar transações seguras;

  4. Funcionários de empresa dependem do apoio de uma variedade de recursos de internet e de intranet para que, em suas atividades de trabalho se comuniquem e colaborarem entre si;

  5. os profissionais e usuários de SI podem lançar mão de uma variedades de ferramentas de software para desenvolver e administrar o conteúdo e as operações dos websites e outros recursos;

Segundo Brien (2004), as empresas participam ou patrocinam três características básicas de aplicações de E-Commerce:

  1. e-commerce de empresa-a-consumidor, B2C, onde as empresas precisam desenvolver praças de mercado eletrônico atraentes para seduzir seus consumidores e vender produtos e serviços a eles.

  2. e-commerce de empresa-a-empresa, B2B, que envolve mercados eletrônicos e ligações diretas de mercado entre as empresas.

  3. e-commerce de consumidor-a-consumidor, C2C, no qual os consumidores podem comprar e vender entre si em processo de leilão.

Os processos de E-Commerce devem constituir confiança mútua e acesso seguro entre as partes durante as transações. O processo de segurança deve proteger o site da ameaças de roubos de senha, número do cartão e falha de sistema. Por fazer parte do e-business, o e-commerce deve seguir a mesma estratégia traçada. Ambos são essenciais para estabelecer um novo patamar para as empresas.

Várias medidas devem ser tomadas para evitar problemas de segurança como criptografar os dados que vão do cliente para o comerciante, assim como os dados que vão do cliente para empresa que autorização a transação por meio do cartão de crédito.

Modelos de negócio são as diversas formatações que os empreendimentos adquirem ao utilizar a Internet como canal primário ou secundário de comercialização. Abaixo modelos de negócios de três grandes grupos:  ComercianteCorretagem  E  Publicidade  com suas  respectivas variantes. 



 COMERCIANTE

Modelos de negócios que envolvem a comercialização de serviços ou produtos tangíveis/digitais para pessoas físicas (e-tailers) ou jurídicas. Pode ser um negócio totalmente baseado na Internet  ou com reforço de uma loja tradicional.




Variantes

DESCRIÇÃO

EXEMPLO

Comércio  Misto

 Modelo de Negócio tradicional baseado em instalações físicas e que utiliza a rede como mais um canal de comercialização para os seus produtos.

www.livrariasaraiva.com.br   

Comércio  virtual

Comercialização de produtos/serviços exclusivamente pela Internet 

 www.submarino.com.br

 

Comércio virtual puro

Comercialização de produtos digitais ou serviços cuja entrega seja realizada pela própria Internet. É a forma mais pura de Comércio Eletrônico uma vez que todo o processo do negócio é realizado on-line. Empresas que vendem  software, musica ou cursos on-line  são exemplos.

 

www.symantec.com.br www.weblinguas.com.br



Mercantil 

Empresas que vendem produtos ou serviços para outras empresas utilizando-se a Internet como canal de comercialização 

www.quickpack.com.br

Mercantil direto

Modelo de negócio de empresas produtoras de mercadorias que se utilizam da web como canal direto de venda para o consumidor final, eliminando total ou parcialmente os intermediários.

www.caloi.com.br www.celta.com.br 

Quadro 1: Modelo de Negócio – Comerciante

Fonte: http://www.e-commerce.org.br/modelo_de_negocio.htm




  CORRETAGEM

Modelos de negócios dos chamados facilitadores de negócios na Internet. São sites que facilitam e estimulam a realização de transações, através da manutenção de um ambiente virtual, que coloca em contato e aproxima os fornecedores e os potenciais compradores.




Variantes

DESCRIÇÃO

EXEMPLO

Shopping Virtual

Site que reúne diversas lojas virtuais. Receita é obtida através de uma taxa mensal + comissão sobre as vendas realizadas ou pagamentos por anúncios. 

www.sebraecenter.com.br www.shopfacil.com.br

 

Leilões on-line

 


Ambiente virtual que possibilita a oferta de mercadorias e a realização de lances até se chegar a a melhor oferta disponível. A Receita é obtida através de taxas de cadastramento + comissão no caso de empresas  (B2B) ou comissão sobre venda no caso de pessoas físicas (C2C).  Possui variantes como o Leilão reverso, onde os vendedores é que fazem os lances, e o menor preço ofertado leva o pedido.

 

www.superbid.net www.mercadolivre.com.br 

 


 

Portal  Vertical

Possibilita a interação entre empresas do mesmo setor de negócio e incentiva a realização de transações através de negociação direta ou  leilões.  Variantes: Comunidades de Negócios, onde além das transações existem um grande fluxo de informação e orientação aos membros da comunidades, como boletins, diretórios de fornecedores. classificados, ofertas de empregos, entre outros; Agregador de compras, que reúne os compradores para obter maior volume e melhor negociação nas compras. 

 

 

   www.chemconnect.com 



 

Metamediários

 


Aproxima compradores e vendedores sendo que a receita é geralmente obtida através de comissões sobre as transações realizadas através do site. É o caso dos Corretores Financeiros  que facilitam a realização de investimentos por parte da pessoa física, disponibilizando acesso a um ou mais fornecedores de serviços financeiros como compra de ações, seguros, investimentos, ou os sites que dão prêmios aos consumidores para incentivar a compra em sites parceiros.

 

www.investshop.com.br www.dotz.com.br



Quadro 2: Modelo de Negócio – Corretagem

Fonte: http://www.e-commerce.org.br/modelo_de_negocio.htm



  PUBLICIDADE 

Modelos de negócios que utilizam o  conceito das emissoras de TV e Radio, o chamado “Broadcasting”. Oferecem produtos e serviços, gratuitamente, como informação ou  entretenimento, geram um grande volume de tráfego e obtém receita através de anunciantes que desejam atingir esse público.

Variantes

DESCRIÇÃO

EXEMPLO

  Portais genéricos

São os grande portais de acesso a Internet. Embora a maioria dos portais já não utiliza a gratuidade em sua forma pura e cobra pelo acesso, ainda existem grandes portais gratuitos.

  www.hpg.com.br

 

Portais especializados 

Sites especializados em determinado público ou segmento de mercado. Geram menos volume de tráfego que os portais genéricos mas com um perfil de público mais concentrado, o que é valorizado pelos anunciantes.

 

  www.maisde50.com.br 



 Gratuidade 

Sites oferecem algum serviço/produto gratuitamente para gerar volume de tráfego. É o caso típico dos mecanismos de busca e serviços de correio eletrônico.

www.yahoo.com.br  www.hotmail.com

Quadro 3: Modelo de Negócio – Publicidade

Fonte: http://www.e-commerce.org.br/modelo_de_negocio.htm


Para que as vendas on-line no varejo continuem crescendo, devem-se melhorar os esforços para atrair clientes ao seu site e encorajá-los a comprar, um exemplo foi o da empresa Orvis.

A empresa Orvis comercializa equipamentos de pesca e tem John Rogers como seu diretor de e-commerce. A empresa necessitava de um catálogo on-line atraente, mas não queria gastar muito tempo e dinheiro integrando um complexo software de imagens 3-D em seu catálogo existentes na web.

A empresa Point Cloud especializada em imagens 3-D, tinha a tecnologia que Rogers precisava para oferecê-las aos seus clientes. O serviço oferece duas opções: ou cliente fotografa os produtos de vários ângulos, ou deixa que a própria Point Cloud o faça, em cerca de cinco dias úteis. Em seguida os vínculos para as imagens em 3-D são acrescentados ao site do cliente.

O que garantiu o sucesso da empresa Orvis foi à exibição de seus produtos detalhados, em um catálogo de 70 a 100 produtos, como as caras carretilhas de pesca ou as botas de pesca especiais, que despertaram o interesse das pessoas, pois além de ter uma boa visão do produto, eles conhecem as suas características, dando credibilidade ao produto que está sendo comprado.

O site Web-shoppers, em uma de suas edições, publicou uma pesquisa sobre o desempenho do Comércio Eletrônico para bens de consumo em 2007 e o resultado foi excelente.

O faturamento obtido foi de 6,3 bilhões de reais, com um crescimento de 43% em relação a 2006. Foram realizados 20,4 milhões de pedidos, com um acréscimo de 5,4 milhões e um aumento de 2,5 milhões de compradores sendo que anteriormente eram 9,5 milhões e-consumidores.

Comparando-o a 2001, quando o setor faturava cerca de R$ 0,5 bi, alcançar 6,3 bilhões de reais de faturamento representa um admirável crescimento de mais de 1.000% em apenas sete anos. Para ilustrar a dimensão disso, hoje apenas uma das lojas, a Magazine Luiza, que nem é a maior do mercado, fatura mais que todo o setor conseguia há sete anos. Com relação ao número de pedidos, o crescimento do setor acaba afetando o desempenho de outros, em decorrência da movimentação de mais de vinte milhões de pedidos ocorrida no ano de 2007. Ao demandar mais insumos, o e-commerce estimula o crescimento e a especialização de inúmeros setores como os serviços de entrega, embalagem, produção de papel, transportes e afins.

A grande e contínua expansão do e-commerce é resultado do aumento no número de consumidores. Foram 2,5 milhões de pessoas que aderiram às compras on-line em 2007. Para 2008, prevê-se a repetição desse número, o que resultará em 12 milhões de e-consumidores até o final do ano.

Dentre os novos consumidores incluem-se pessoas de diversas faixas etárias, até parte dos adultos que hoje acessam a internet anteriormente não dispunham desse benefício. Outro fator positivo a ser considerado é a penetração da Internet nas camadas de baixa renda, possibilitando a expansão do consumo, particularmente de produtos que pelas suas características não eram muito comercializados até então.


3-CONCLUSÃO
As empresas estão em um processo gradativo de inclusão da Internet às suas estratégias de negócios. Em diferentes estágios, elas buscam explorar a potencialidade da Internet das mais variadas formas, construindo relações interativas com os clientes, revendedores, funcionários e fornecedores, vivendo uma inovadora experiência de aprendizagem organizacional.

O comércio pela Internet já se consagrou, como um canal alternativo de venda ao consumidor final, que se caracteriza pela facilidade e conveniência de compra, descontos e campanhas promocionais atraentes e, do ponto de vista da empresa, uma forma barata de aumentar a exposição e alcance das vendas.

Diferentemente de algumas aplicações corporativas, o E-Business interage diretamente com os clientes. Assim, estas aplicações precisam ser interativas, de fácil manipulação e informativas.

Para atingir o sucesso é necessária uma combinação de diversas tecnologias, incluindo tecnologias de interatividade, Internet, gerenciamento de conteúdo, banco de dados e de integração e também de como os gerentes utilizaram a tecnologia para fornecer serviços mais rapidamente, com menor preço e melhor qualidade que os concorrentes.

O comércio eletrônico permite que as empresas alcancem novos mercados, operem continuamente, diminuam os ciclos de desenvolvimento de produto e aperfeiçoem o atendimento ao consumidor com custos reduzidos quando comparados ao do comércio tradicional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A História da Internet - Como Tudo Começou. Kellen Cristina Bogo

Disponível em: http://kplus.cosmo.com.br/materia.asp?co=11&rv=Vivencia. Acesso: 15 de Maio de 2008.
Commerce.

Disponível em: http://www.websites.com.br/commerce.asp. Acesso: 15 de Maio de 2008.


Desempenho Do E-Commerce Em 2007

Disponível : http://www.e-commerce.org.br/Artigos/Comercio_eletronico_2007.htm

Acesso em: 27 de Maio de 2008.
E-Businnes X E-Commerce, Definindo Papéis.

Disponível em:http://imasters.uol.com.br/artigo/3325/ecommerce/e-business_x_e-commerce_-_definindo_papeis/. Acesso: 22 de Maio de 2008.


Ebusiness: O Resistente Silencioso

Disponível Em: Http://Www.E-Commerce.Org.Br/Artigos_Ecommerce.Htm. Acesso: 22 de Maio de 2008.



Modelos de negócios na Internet 


Disponível em: http://www.e-commerce.org.br/modelo_de_negocio.htm

Acesso em: 27 de Maio de 2008.



O’ Brien , James A. Sistemas de informação e as decisões gerencias na área da internet. São Paulo: Editora Saraiva, 2004.


Compartilhe com seus amigos:


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal