Eclesiologia origem da matéria eclesiologia



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INTRODUÇÃO

Queremos neste simples trabalho sobre os ministérios, governos e administração da igreja, fazermos uma reflexão sobre a razão real da existência da igreja e de suas atividades no Reino de Deus. Na verdade estamos abordando o significado em três campos do termo igreja, os seus aspectos, a sua missão, os seus ministérios descritos em Ef.4:11, com seus respectivos significados e atribuições, as variedades de oficiais em algumas denominações, as diversas modalidades de governo e a sua administração eclesiástica. Embora seja um sucinto trabalho, mas, tem como objetivo nos instruir e nos despertar para nos posicionar como agentes do Reino de Deus diante de um mundo que precisa conhecer a Deus, não apenas um Deus invisível e abstrato, mas visível e materializado em nós. Pois nós somos os representantes de Deus. E no aspecto interno em relação aos ministérios, governos e administração da igreja, estar atentos aos princípios estabelecidos na Bíblia, para formularmos e gerenciarmos bem a obra de Deus.




ECLESIOLOGIA

1.0. Origem da matéria eclesiologia

Até a metade do século XX a doutrina da igreja era desprezada, não era considerada muito importante. Mas o crescimento das denominações históricas, e o surgimento de diversas denominações obrigou a adotar na teologia esta matéria de eclesiologia.



2.0. Propósito da matéria

- É um estudo voltado para igreja nos seus problemas e deveres;

- Levar a igreja a um ajustamento perfeito da Palavra de Deus;

- Proporcionar o crescimento do rebanho do Senhor.



3.0. Livros Bíblicos que destacam a doutrina da igreja

Atos, I e IICo., Ef., ITm., Tt.

Uma referencia mais geral da igreja está em Efésios, que foi escrita para várias congregações locais da Ásia.

4.0. Conceito do termo igreja

Esta palavra é usada cerca de 114 à 115 vezes no NT.



4.1. Lingüístico ou etimológico: EKKLESIA – provém de duas ou outras palavras gregas: EK – preposição que significa fora, ou fora de...

KLESIA - que é um verbo e significa CHAMAR.

A palavra igreja em português deriva do latim ECCLESIA. Sua idéia original vem do grego EKKLESIA.

Chamados ou evocados para fora, vem do fato de que se tratava de convocação dos cidadãos de uma cidade grega.

Fora de suas casas pela trombeta do arauto, para reuni-los em assembléia.

Esta não é a idéia aplicado no NT. para a igreja de Cristo.



EKKLÉSIA

Ekklésia é a palavra no NT que significa igreja, sendo, portanto, uma das mais importantes palavras no NT que se deriva de ek-kaleo, que se empregava para a convocação do exército para reunir-se, de kaleo, chamar, basicamente significa chamados para fora. Como tantas palavras do NT têm fundo histórico duplo.

1. Ekklésia tem um pano de fundo grego. Nos grandes dias clássicos em Atenas a ekklésia era a assembléia convocada do povo. Consistia em todos os cidadãos da cidade que não tinham perdido seus direitos civis. À parte do fato de que suas decisões deviam conformar-se às leis do Estado, seus poderes eram limitados para todos os efeitos. Elegia e demitia magistrados e dirigia a política da cidade. Declarava a guerra, fazia a paz, contratava tratados e planejava alianças. Elegia generais e outros oficiais militares. Alocava tropas para várias campanhas e as enviava a cidade. Era responsável, em primeiro lugar, todas as suas reuniões começavam com orações e sacrifícios. Em segundo lugar, era uma verdadeira democracia. Suas duas grandes senhas eram “igualdade” e “liberdade”. Era uma assembléia onde todos tinham o mesmo dever e o mesmo direito de participar. Quando havia diante da assembléia um processo que envolvia o direito de qualquer cidadão comum – como no caso do ostracismo ou do banimento – pelo menos 6.000 cidadãos deviam estar presentes. No mundo grego mais amplo, a ekklésia veio a significar qualquer assembléia de cidadãos, devidamente convocada. Para os gregos e os romanos igualmente, a palavra era familiar no sentido de uma assembléia convocada. Assim, portanto, quando a olhamos dentro deste fundo histórico, a igreja, conforme a expressão de Deissmann, era a assembléia de Deus, a convocação de Deus, e quem a convoca é o próprio Deus.

2. Ekklésia tem um pano de hebraico. Na LXX traduz a palavra hebraica Gahal, que também provém de uma raiz que significa conclamar. É usada regulamente para assembléia ou congregação do povo de Israel. Em Dt.18:16; Jz.20:2, é traduzida por assembléia; Em I Rs.8:14; Lv.10:17; Nm.1:16 o substantivo é traduzido por congregação. No sentido hebraico, portanto, significa o povo de Deus conclamando por ele, a fim de escutar a Deus ou de agir por ele. Podemos dizer que a palavra significa um grupo de pessoa que foram conclamados para fora dos seus lares a fim de virem encontrar-se com Deus, nos seus usos originais, tanto grego quanto hebraico, aquele sentido não era exclusivo, mas inclusivo.



No NT, Ekklésia pode ser usada de três maneiras diferentes.

1) Significa a igreja universal (ICo.10:32; 12:28; Fp.3:6).

2) Significa uma igreja local especifica (Rm.16:1; I Co.1:2; Gl.1:2).

3) Significa a reunião propriamente dita dos crentes em qualquer lugar, reunidos para o culto (I Co.11:18; 14:23).

Nas suas cartas mais antigas Paulo pensava mais em congregação individuais. Assim, por exemplo, ele fala de ekklésia dos Tessalonicenses (I Ts.1:1; II Ts.1:2). Mais tarde, porém, fala da ekklésia de Deus que está em Corinto (I Co.1:2). Paulo veio a pensar na igreja universal da qual cada congregação fazia parte.

No NT a igreja é colocada diante de nós em três relacionamentos.

Às vezes é descrita em termos humanos. Assim, por exemplo, Paulo fala da igreja de Tessalonicenses (I Ts.1:1; II Ts.1:2). Em certo sentido, a igreja é composta de homens e pertence aos homens; Os homens são os tijolos com que o prédio da igreja é edificado podemos observar que em todo o NT a palavra igreja nunca é usada para descrever uma construção. Sempre descreve um grupo de homens e mulheres que entregam a Deus o seu coração.

Muito mais freqüente é descrita em termos divinos. A descrição muito mais comum do que as outras é a igreja de Deus (I Co.1:2; II Co.1:1; Gl.1:13; I Ts.2:14; I Tm.3:5,15).

Fica claro que a igreja pertence a Deus e provém dEle. Se não existisse o amor de Deus, não existiria a igreja; e se Deus não fosse um Deus que se comunica, não haveria nem mensagem nem ajuda na igreja.

Às vezes a igreja é descrita como igreja de Cristo, neste sentido Cristo é o cabeça da igreja (Ef.5:23,24). A igreja deve viver e se mover segundo a mente, o pensamento e a vontade de Cristo, a igreja é o corpo de Cristo (Cl.1:24), e através da igreja que Jesus age. Ela deve ser mãos para trabalhar por Ele, pés para correr levando Seu recado, uma voz para falarem seu nome.

Uma última lição deve ser notada.

Nos dias da igreja primitiva não tinha construções. Os crentes se reuniam em qualquer casa que tivesse uma sala suficientemente grande para acomodá-los. Estas reuniões eram chamadas de reuniões nas casas (Rm.16:5; I Co.16:19; Cl.4:25; Fm.2). Isto nos mostra que cada lar deve ser uma igreja num sentido real. Jesus é o Senhor da mesa do jantar assim como é Senhor da mesa da ceia. E sempre serão verdade que os que melhor oram juntos são os que primeiramente oram sozinhos.



4.2. Significado Extra-Cristão

O termo EKKLÉSIA no grego secular indicava reunião ou assembléia de cidadão. Era uma reunião de pessoas que visava resolver questões comuns.



4.3. Significado Cristão

O termo equivalente no AT. – QAHAL – se refere à nação Israelita reunida diante de Deus (Dt.10:4; 23:2-3).

Portanto estava relacionada com a religião – a assembléia para os Judeus eram todos os filhos de Israel sob seu governo teórico.

Assembléia dos gregos – tinha relação com a política que era uma seção ou local de povos reunidos em moldes democráticos para resolver seus problemas.

Assembléia Cristã – é dada por Jesus no sentido peculiar e possessivo (Mt.16:18). São as pessoas estando elas reunidas ou não.

No português – prédio ou lugar onde as pessoas se reúnem – templo.

5.0. O que é a igreja?

- No NT. o termo igreja designa o povo de Deus na sua totalidade ou assembléia local.

- A igreja é uma comunidade fraterna das pessoas redimidas por Cristo Jesus, divinamente chamadas, divinamente criadas, e feitas uma só, debaixo do governo soberano de Deus.

Esta é a idéia no sentido LATO – global, universal, total, amplo, largo.



6.0. Origem da igreja

Mt.16:18 - Jesus disse: Fundarei a MINHA IGREJA. Por quê?

Os hebreus tinham assembléia: SINAGOGA

Os gregos tinham assembléia: GRUPO POLÍTICO E DEMOCRÁTICO.

A igreja Romana diz que Pedro é a pedra sobre qual a igreja foi fundada, será?



Pedro: Petros – fragmento da grande rocha.

Pedra: Petra – pedra fundamental ou mestra.

A pedra é Cristo – IPe.2:3,4,6,7,8; Ef.2:20-22; ICo.3:11; ICo.10:4.

Por que Jesus fundou a igreja? Porque Israel fracassou Ex.19:5,6; Is.43:10; Mt.21:42-44; IPe.2:5,9

6.1. Aspectos da origem da igreja.

- Presciência de Deus – na eternidade (Ef.1:4)

- Na história – com Cristo (Mt.16:18).

7.0. Inauguração da igreja

No dia de pentecoste – At.1 e 2.



8.0. Aspectos da igreja

A igreja no N.T. é apresentada sob alguns aspectos ou pontos de vista e variedade que são indispensavelmente necessários entendê-los para uma melhor compreensão da igreja como organismo e organização.

Normalmente é dito que a igreja aparece sob dois aspectos, entretanto há quem diga que ela aparece sob três. Vejamos, portanto estes aspectos:

8.1. Igreja local

A igreja local é a operação visível da igreja geral num dado tempo e num dado espaço.

A igreja local é a igreja como organização, que abrange os crentes locais, unidos para o serviço de Cristo, em qualquer assembléia Cristã.

A igreja local refere-se a um grupo de crentes em dada localidade geográfico (ICo.1:2; ITs.1:1).

É a igreja em sua expressão local.

A igreja local era uma assembléia democrática que agia sob o comando de Cristo, e dirigia assim sem próprios negócios.

A palavra igreja aparece cerca de 114 à 115 vezes no NT..

A primeira vez em Mt.16:18.

3 x em Mt.

23 x em At.

62 x em Paulo

2 x em Hb.

1 x em Tg.

3x em IIIJo.



20 x no Ap.

114 x


Destas 114 vezes, 92 vezes se refere a igreja local. A maior parte das referências a igreja no NT. é a igreja local (At.2:47; 5:11; 9:31; 11:26; 14:23; 15:3; Rm.16:1,4,5,23; ICo.1:2; 4:17; 7:17; Gl.1:2; ITs.1:1; Cl.4:15; ICo.14:33).

O novo testamento dá mais ênfase à igreja local, porque a igreja universal estará reunida só na glória (Hb.12:23).




8.2. Igreja Universal ou Geral

Inclui todos os crentes em Cristo, de todas as épocas, é a comunidade total dos remidos sem ligação a localidade ou ao tempo (Mt.16:18; At.20:28; ICo.12:28; 15:9; Ef.1:22; 4:4; 5:23).

A igreja universal é uma igreja construída por Jesus e desenvolvida por Paulo na figura do corpo de Cristo.

A igreja universal á a igreja na qualidade de organismo, incluindo todos os crentes regenerados. Quando nos convertemos nascemos na igreja universal e somos batizados na igreja local.

A igreja universal são todos os cristãos da terra e do céu, misticamente unidos a Cristo pelo Espírito e não devido a alguma organização (Hb.12:23).

Universal – católica no latim: CATHOLICUS; Grego: KATHOLIKOS. Não aparece no NT., mas o conceito é bíblico. Inácio no início do século II inclui crentes de gerações passadas, de todas as culturas e sociedades.

No concílio de Constantinopla em 381 d.C. a igreja tem afirmado ser: Una, santa, católica e apostólica.

Una, mas como? Hoje há mais de 22.000 denominações.

Em Cristo: Um só rebanho – Jo.10:16

Os seus seguidores são um – Jo.17:20-26; Gl.3:27-28; Ef.4:1-6.

Um só corpo – Rm.12:3-8.

A união, no entanto não exige uniformidade. No NT. não tinha uniformidade de culto, estruturas nem de teologia.

As divergências são de natureza adjetivas e não substanciais.

8.3. Igreja Visível

Charles Ryrie em seu livro Teologia Básica, ele diz que é preciso mais do que uma dupla categorização da igreja. Diz que a igreja apresentada em ICo.10:32 pode não se encaixar em nenhuma das categorias apresentada acima e sim a grupos visíveis, embora nem todos estivessem na mesma região.

Enquanto a igreja local é a assembléia particular que o membro mantém contato direto e que lhe constitui sustento espiritual, a igreja visível diz respeito a qualquer igreja que uma pessoa venha entrar em contato.

9.0. Natureza da igreja

Martinho Lutero, João Calvino, João Wicliffe pregaram a existência de duas igrejas:



A igreja visível – a igreja falsa (católica romana).

A igreja invisível – a igreja dos eleitos.

No século XVII – surgiu a igreja alta – dentro da igreja da Inglaterra – que não tolerava a liturgia romana.

No século XVIII – surgiu a igreja baixa – tolerava a tradição, doutrina e a liturgia.

10.0. Categorias de igrejas

1 – Igreja Romana

2 – Igrejas estatais – controlada pelo estado – anglicana na Inglaterra e Luterana na Alemanha.

Cristandade – (igrejas ligadas com o estado, com o poder político).

Cristianismo - (Doutrinas de Cristo)

3 – Igrejas independentes do Estado – Batista, Presbiteriana, Metodista, e as pentecostais em geral.

4 – Igrejas exclusivas – separadas de todas as outras – Congregação Cristã, Adventista, IURD, Deus é Amor e etc.

11.0. Ilustrações da igreja

O NT emprega quase 100 figuras de linguagem que diz respeito à igreja.

Corpo de Cristo – Rm.12:5;

Santuário ou templo de Deus – ICo.3:16-17; 6:9; 2Co.6:16.

A coluna e baluarte da verdade – ITm.3:15.

Candeeiro – Ap.1:13-20.

Povo de Deus – Tt.2:14; IPe.2:9-10.

Rebanho de Cristo – At.2:28-29; IPe.5:2-3.

Lavoura de Deus – ICo.3:9.

Noiva – Ap.21:9; 22:17.

Nação Santa – IPe.2:9.

Família de Deus – Gl.6:10.

Edifício de Deus – ICo.3:19.

Israel de Deus – Gl.6:16

Sacerdócio Real – IPe.2:9.

12.0. Missão da Igreja

Este tópico trata das funções da igreja, dos propósitos do Senhor para ela e das razões da sua existência. Na verdade a igreja foi criada não como um fim em si mesmo, mas para continuar o ministério de Cristo e perpetuar o que Ele fez e para fazer o que Ele faria como se ainda estivesse aqui.

Portanto vejamos a missão da igreja para qual ela foi criada:

12.1. Evangelizar o mundo

Antes da ascensão de Jesus, Ele explica o propósito para o qual a igreja existe que é a evangelização, sendo esta a própria razão da sua existência (Mt.28:19; At.1:8; Mc.16:15).

Esta missão é uma ordem que deve ser cumprida sem restrições geográfica e sem acepção de pessoas. Se a igreja não obedecer a esta missão ela estará espiritualmente doente ou até mesmo morta porque não estará funcionando dentro do propósito da sua existência (Mc.16:15).

Nossa religião cristã gira em torno de dois eixos: “Vem e Vai”. Todos os que aceitam o convite que diz “Vem” devem ouvir a ordem imediatamente, a ordem imperativa que diz: “Vai”. Essa é a roda e a matriz da maquinaria de uma igreja ou denominação. Pare essa roda e a maquinaria, ficará imóvel e inútil. 1

12.2. Edificar seus membros

A evangelização é muito mais destacada do que a edificação, mas isso não significa que a edificação seja menos importante. Isto porque os crentes devem crescer até a medida de Cristo, edificando-os uns aos outros mutuamente para o crescimento do corpo de Cristo que é a igreja, e como esta, é uma das funções da igreja, foi lhe dada vários meios de promover esta edificação. Vejamos:

- Os dons ministeriais (Ef.4:11-16)

- Os dons espirituais (ICo.12:4-12; ICo.14:12). E quanto aos dons espirituais Paulo ensina que o dom de profecia é superior ao dom de língua, porque ele edifica a igreja (ICo. 14:3,4).

- Por meio da comunhão (At.2:42-47; At.4:32) Paulo chega a dizer que, se um membro padece todos padecem com ele (ICo.12:26; Rm.12:15).

- Por meio do ensino (Mt.28:20): E esta é uma das razões porque os dons ministeriais existem, e porque existem os pastores e mestres. Portanto os dons são para a edificação do corpo como um todo (I Co. 14: 4,5,12).



12.3. Adoração A Deus

A igreja foi criada para dar eterna glória a Deus (Ef. 3:20,21). Esta é outra atividade da igreja, e esta se centra no Senhor, diferente da edificação que se centra nos membros.

Portanto os crentes devem reunir-se, justamente com este propósito de colocar Deus em evidência em suas reuniões.

Na adoração dos membros da igreja concentravam-se em Deus; na instrução e na comunhão, concentravam-se em si mesmos e nos companheiros cristãos; na evangelização voltavam à atenção para os não cristãos2.

Portanto a reunião dos crentes não pode ter nenhum propósito no culto, se não for adoração.



12.4. Testemunhar

Ser testemunha não se trata apenas de pregar o evangelho, mas testemunhar com a vida, ou seja, com atos e palavras. É ter uma conduta cristã, ter uma vida semelhante à vida de Cristo, andar como Ele andou; ser Santo como Ele é, esta é outra missão da igreja de suma importância, porque de nada valerá a pregação se a vida não refletir o que se prega (At. 1:8; ITm.3:15; Mt.5:16; IICo.3:3).



12.5. Preocupação Social

Esta missão da igreja é demonstrada pela vida de Jesus e seus ensinamentos, como também são enfatizados em algumas epístolas, esta atividade da igreja trata-se do cristianismo prático e não apenas teórico e verbal.

A questão social deve ser praticada pela igreja tanto para com os crentes como para os não crentes. Esta é uma atitude de demonstrar o amor de Deus e compaixão cristã para com todos.

A matéria-prima da igreja que promove o seu crescimento são vidas e estas vidas veem de duas fontes: as famílias da igreja e as famílias não crentes. A igreja na verdade é uma organização que presta serviços ás pessoas necessitadas e carentes. Portanto, a igreja deve dentro do seu poder aquisitivo, criar projetos sociais que denotam a comunidade, como: escolas, hospitais, orfanatos, centros de recuperação. Criar planos assistenciais como: doações de cestas básicas, promoverem planos educacionais e entre outros.

Lamentavelmente os grandes impérios evangélicos no Brasil têm sido omissos a esta atividade da igreja. Alguns tentam justificar esse erro, atribuindo esta responsabilidade apenas ao governo; outros nada fazem porque os seus fins são outros, estão apenas preocupados com o seu bem-estar e satisfazer os seus interesses. Entretanto para os que ensinam que isto é apenas responsabilidade do governo, é preciso compreender que nós como igreja temos responsabilidade maior, porque somos nós que pregamos o amor de Deus. Para os que estão preocupados apenas em construir impérios e cultivar uma vida mercenária, não pode olvidar que um dia compareceremos diante do tribunal de Cristo para sermos julgados. Portanto, vejamos alguns textos que enfatizam esta função da igreja: (Mt.25:31-46; Mt.5:45; Lc.8:1; At.10:38; Gl.6:10; Lc.10:25-37; Tg.1:27; 2:15-17).

13.0. Ministérios ou oficiais da igreja.

O que são os ministérios? São os variados ofícios da igreja.

Ministério é o serviço prestado a Deus e as pessoas. Porque eles foram instituídos com o objetivo de edificar o corpo de Cristo.

Dons ministeriais – Ef.4:11:

Cargo – At.6:1-7.

Atividades de socorro – At.4:32-37.

Dons espirituais – ICo.12,14

Dons para o serviço geral – Rm.12:6-8:

Ministério

Exortação

Contribuição, liberalidade, misericórdia.

A título de ilustração os dons ministeriais são comparados com o corpo humano.

A estrutura do esqueleto e os músculos são: os apóstolos. Porque o corpo humano sustenta-se basicamente nesta estrutura. Os apóstolos estabeleceram o fundamento da doutrina de Cristo.



O sistema nervoso é os: Profetas.

Pois o sistema nervoso está ligado diretamente com a cabeça, estimulando, impulsionando músculos e ossos. O profeta recebe a mensagem de Cristo que é a cabeça.



O sistema digestivo seria os: Evangelistas.

O sistema digestivo transforma em carne e ossos o alimento dando assim crescimento ao corpo. Na igreja o evangelista leva a palavra digerida às almas perdidas onde quer que ela se encontre e trazendo para a igreja.



Sistema circulatório é os: Pastores e mestres.

Como as veias e artérias ligadas ao coração e aos pulmões distribuem o alimento e o oxigênio a todas as partes do corpo e recolhem todos os resíduos acumulados.

Os pastores e mestres alimentam as almas que os evangelistas trouxeram, guardando-as, preservando-a sua fé, para que cresçam e multiplique ou frutifique.

Ministérios são os variados ofícios da igreja. Ministério é o serviço prestado a Deus ou pessoas, foram instituídos com o objetivo de edificar o corpo de Cristo.

A igreja primitiva logo no inicio tinha apenas como líderes, os apóstolos e que cuja autoridade era espiritual. Não havia organização, nem lideres nomeado. A igreja não era como hoje, uma instituição organizada.

As igrejas, de forma geral, não estavam ligadas por qualquer vinculo de organização ou por oficiais nomeados, mas permaneciam debaixo da autoridade espiritual dos apóstolos. Depois devido o crescimento da igreja e a insatisfação social, ocorreu à instituição do diaconato (At.6:1-7). Depois as atividades de socorro foram criadas para socorrer aos pobres (At.4:32-37).

Depois Paulo ordenou presbíteros nas igrejas que estavam sendo estabelecidas (At.11:30; 14:23). Portanto, a forma de liderança foi um desenvolvimento histórico, na qual participavam os apóstolos, os anciãos e a congregação.

Na verdade há vários tipos de ministérios no N.T. que incluem tanto os comissionados a liderança quanto os ministérios individuais e mútuos de todos os crentes, ou seja, há os ministérios específicos e ofícios específicos que são: apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, mestres, diáconos e os ministérios mútuos (uns aos outros) dos indivíduos crentes, que tem os dons do Espírito Santo.

Portanto o N.T. descreve duas séries de dons, que são: os dons espirituais (ICo.12 e 14) e os dons ministeriais que são para os comissionados (Ef.4:11; ICo.12:28-32). Portanto vejamos o que significa cada um dos dons ministeriais:

13.1. Apóstolos

Este termo no grego é APOSTÉLLÕ, que significa: embaixador, enviado, mensageiro especial, emissário e representante. É formado de APO= DE; e STELLŌ= ENVIAR. Há mais de 80 (oitenta) ocorrências deste termo no N.T., e o N.T. apresenta três categorias de apóstolos, vejamos:



13.1.1. ApÓstolo da nossa confiança

Jesus que foi enviado pelo Pai (Hb.3:1; IPe.1:20). Portanto rejeitar Jesus é rejeitar o Pai (Lc.10:16).



13.1.2. No sentido primitivo, no uso estrito do termo

São apenas os doze, porque eles foram os únicos que:



  • Tiveram o ministério confirmado por sinais e milagres (IICo. 12:12);

  • Foram agentes de Deus na revelação das verdades que se tornaria a regra de fé e vida cristã (Ef.2:20; IICo. 10:8; IICo. 13:10);

  • Era o fundamento da igreja separado por Deus (Ef. 2:20; Ap. 21:14). Para os judeus a autoridade máxima era o Sinédrio, para a igreja eram os apóstolos e profetas.

  • Foram os receptores originais da revelação cristã, os veículos da revelação divina (Ef. 3:5). Rejeitar os apóstolos é rejeitar a Jesus (Lc. 10:16);

  • Os apóstolos eram os custódios do ensino na igreja primitiva (At. 2:42);

  • Um apóstolo reunia quase todos os ministérios em si. Portanto uma vez que, a igreja já havia sido fundada com êxito a palavra apostólica na interpretação do significado de Cristo, já fora colocada na forma escrita. Entretanto não havia mais necessidade da continuação do oficio apostólico. Entretanto, devido a essa natureza sem par, esse oficia não é transferível a ninguém. Então não existe sucessão apostólica como garganteia a igreja romana, isto é, um dogma humano. Foram os doze, exclusivamente os doze, e acabou-se, encerrado com a morte do ultimo apóstolo que foi João.

13.1.3. Sentido Secundário

Os atuais apóstolos de hoje, obviamente não tem as mesmas características dos doze. Os apóstolos de hoje são homens de elevada autoridade conferidas por Deus, os quais cumprem serviços especiais de grande importância para a igreja. São pessoas enviadas como representante da igreja particular (IICo.8:23; Fp. 2:25).

Vale ressaltar que, estes apóstolos não são papinhas, pastor presidente, caciques denominacionais, e sim homens que são reconhecidos como tais, pelo que fazem, para a glória de Deus.

13.2. Profetas

É um dom do ministério e não deve ser confundido com o profeta dos dons espirituais, nem com o profeta do A.T..

A palavra profeta no N.T. é PROPHETES, e significa proclamador, revelador das verdades vindas diretamente de Deus.

A grande diferença entre os profetas do A.T. com os do N.T. é que a mensagem dos profetas do A.T. era em grande parte a proclamação dos propósitos divinos de salvação e da glória a serem realizadas no futuro.

Neste sentido não há mais profeta, porém o Espírito Santo continua de uma maneira nova depois do Pentecostes, a atividade profética.

O profeta da Igreja Cristã são os que falam por revelação direta as deliberações divinas da graça já realizadas, e a predição dos propósitos de Deus no futuro. São dotados de um poder da prédica (At.15:32; At.13:1). Transmitia revelação especial da igreja primitiva, suas funções incluíam: predição, exortação, encorajamento, advertência e interpretação (At. 21:9-11; I Co. 14:3).

Os profetas da igreja cristã prestam orientação espiritual e transmitem as verdades de Deus à igreja. Os apóstolos e profetas proveram os fundamentos da igreja (Ef.2:20).

13.3. Evangelistas

Este termo no grego é EVANGELISTES, que literalmente significa mensageiro do bem, formado de “EU”“BEM” e “ANGELOS”- mensageiro que denota pregador do evangelho (At.21:8; Ef.4:11; IITm.4:5). Este vocábulo aparece três vezes no N.T. e se refere a um proclamador e anunciador de boas-novas do evangelho. De acordo com as passagens apresentadas acima, o evangelista era um dom distinto dentro da igreja cristã e embora todos os crentes realizassem essa tarefa sagrada havia alguns que eram preeminentemente chamados e dotados pelo Espírito Santo para essa tarefa. Não estavam limitados a qualquer comunidade local, mas num lugar estabelece congregações locais, conduzindo homens a fé e conversão, evidencia disto é o diácono Filipe que, embora tenha sido escolhido como diácono, o Espírito Santo o comissionou para o ministério de evangelista (At.21:8). No passado, tivemos João Wesley, George Whitefield, Finney, Moody e hoje Billy Graham e muitos outros.



13.4. Pastores

O termo Pastor no grego é POIMĒN e significa aquele que cuida de rebanhos. Este termo é empregado em relação ao Senhor Jesus (Jo.10:11,14; Hb.13:20; IPe.2:25; 5:4). É aplicado ao ministério apenas uma vez (Ef.4:11) e pastorear em At.20:28; Jo.21:26; IPe.5:25. Este termo Pastor indica ternura, amor e carinho, além de cuidado e profundo censo de responsabilidade (At.20:28; IPe.5:12; Jo.21:15).

A função pastoral implica em algumas responsabilidades para com o rebanho. Portanto, vejamos alguns termos empregados no N.T. para apascentar:

BOSKŌ – alimentar, nutrir, prover comida (Jo. 21:15,17).

POIMAINŌ – agir como pastor, atender, tomar conta (Jo. 21:16; IPe.5:2; At.20:28).

Em João 21, aparecem dois termos para pastorear, no verso 15,17, um é BOSKŌ e no verso 16 é POIMAINŌ indicando que pastorear é alimentar e prover comida para o rebanho, como também tomar conta e atender a necessidade.



TRÉPHŌ – Fazer crescer, criar e educar (Lc. 4:16). A idéia deste termo é nutrir, alimentar em referência a uma mãe, dar de mamar, amamentar (Lc. 23:29).

CHORTAZŌ – Alimentar, engordar (Ap. 19:21).

PSŌMIZŌ – Alimentar com bocados, como as amas-de-leite fazem com as crianças. Portanto distribuir ou prover comida (Rm.12:20; ICo. 13:3).

POTIZŌ – Dar de beber, é traduzido em ICo.3:2 como: por leite vos criei.

13.4.1. Palavras sinônimas para a função pastoral

A Bíblia descreve três títulos bíblicos que indicam o mesmo ministério, e estes são: pastor, presbítero e bispo, que indicam o mesmo oficiam, em cada caso sobre um aspecto particular do seu dever.

Pastor como vimos acima, é aquele que apascenta, guarda, conduz e sustenta o rebanho.

Presbíteros: Este termo no grego é PRESBYTEROS, e significa velho, ancião, e indica pessoas de experiências, entendimento e maduras. O primeiro registro no N.T. está em At.11:30.

No N.T. anciãos de Israel são freqüentemente mencionados. As sinagogas dos judeus eram normalmente governadas por um concilio de anciãos. Uma organização semelhante foi naturalmente seguida pela igreja cristã, e o ancião do A.T., se tornou no presbytero do N.T.. Embora continuasse o mesmo nome, o conteúdo do oficio foi alterado. Vejamos:



  • Visitação pastoral aos enfermos (Tg.5:14)

  • Apascentar e cuidar do rebanho de Deus (IPe. 5:1,2)

  • Labutavam na pregação da Palavra e no ensino da doutrina (ITm. 5:17)

  • Participavam de concílios juntamente com os apóstolos (At. 15:4; 16:4)

  • Recebiam dons ou dádivas em favor da comunidade (At.11:30)

  • Paulo e Barnabé ordenaram anciãos em todas as igrejas da Ásia (At.14:23)

Portanto o presbítero é descrito com a mesma função pastoral, isto significa que o presbítero é o pastor velho e não indica ministério intermediário entre pastor e diácono, ou indique que o presbítero é inferior ao pastor, estabelecendo hierarquia entre eles. Portanto, vejamos alguns textos que ressaltam esta verdade:

Jo.21: 15-17 – Pedro é comissionado a pastorear e em I Pe.5:1, ele se auto denomina de presbítero.

ITm.5: 17 – O presbítero neste texto tem função pastoral, porque trabalha na Palavra e na doutrina.

Tt.1:5,9 – O presbítero também neste texto tem função pastoral, pois diz que ele tem poder para exortar pelo reto ensino.

Strong afirma que o primeiro na história da igreja cristã a dividir presbítero, segundo Hb.13:7,17 em duas classes eclesiásticas, foi João Calvino3.

Outro texto que enfatiza a mesma função do presbítero e pastor é IIJo.1; IIIJo.1, pois João era apóstolo e pastor, e se identificava como presbítero.



Bispos: Este termo no grego é EPÍSKOPOS, e significa inspetor, supervisor, guardião. EPI: POR CIMA DE; SKOPEO: OLHAR OU VIGIAR.

Este nome era dado á aqueles que tinham a função de vigiar e fiscalizar, principalmente as embarcações portuárias marítimas.

Baseado neste sentido, este termo foi aplicado a um pastor dotado de visão administrativa, aquele que organiza, providencia e depois supervisiona. Este vocábulo é empregado quatro vezes por Paulo (At.20:28; Fp.1:1; ITm.3:2; Tt.1:7). Este termo é aplicado a Jesus (IPe.2:25), aos apóstolos (At. 1:20; Sl.109:8) e ao líder local de uma igreja (Fp. 1:1). Este termo também é sinônimo de Pastor e Presbítero, vejamos alguns textos:

At.20:17 – Presbíteros, os mesmos são chamados de Bispos no mesmo texto (At.20:28)

Tt.1:5 – Presbíteros, os mesmos são chamados de Bispos no mesmo texto (Tt.1:7)

ITm.3:2-4 – Bispos os mesmos são chamados de Presbíteros funcionalmente (ITm.5:17)

ITm.3:3 – Bispos os mesmos são chamados de Presbíteros nos requisitos ministerial (IPe.5:2)

Portanto não se encontra no N.T., o uso do vocábulo Bispo no sentido de um oficial eclesiástico que tem autoridade sobre os outros membros do evangelho. Logo, Bispo no N.T. não tem função hierárquica, mas está em pé de igualdade com o Pastor e Presbítero.

Segundo Jerônimo, a supremacia do bispo surgiu como meio de impedir cismas nas igrejas. No N.T. não há qualquer traço de governo realizado por um único bispo.

Havia pluralidade de bispos numa única congregação em Filipos, do que podemos concluir que agiam como uma corporação que governava a mesma (Fp.1:1). Quando a palavra bispo aparece no singular, descreve a qualidade que o bispo deve ter ( ITm.3:2; Tt.1:7).

Portanto Bispos e Presbíteros era uma referência à mesma posição. A ascendência de um bispo sobre os oficiais começou no inicio do II séc., mas essa transferência de poder dos pastores para os bispos não é regulamentada no N. T..

Nem mesmo no DIDAQUÊ, que era o manual da igreja no final do I séc., instruía a cada congregação, a escolher seus próprios bispos e diáconos.



13.5. Mestres

Este termo mestre no grego é DIDASKÁLOS, e significa ensinador, doutrinador, instrutor e professor. Sua tarefa é transmitir conhecimentos, edificar o povo de Deus. Eles têm o dever de fielmente conduzir a igreja, a revelação bíblica e a mensagem original de Cristo e dos apóstolos e nisto perseverar. O mestre ensina a palavra com: graça, clareza, unção do Espírito, simplicidade, com amor, persuasão, com inteireza e com vida, ou seja, vive o que ensina.



13.6. Diáconos

Este termo no grego é DIÁKONOS, que é um substantivo usado no N.T. com o sentido geral de servo ou agente; significa também: ajudante, servente, aquele que ministra ou distribui, auxiliar, assistente, adjunto, servente de mesas ou garçom. Esta palavra aparece cerca de 30 vezes no N.T., e os seus cognatos que é DIAKONEO (ministrar) e DIAKONIA (ministério) aparecem 70 vezes.

Devido o crescimento da igreja e a insatisfação social da igreja em Jerusalém e o comprometimento dos apóstolos com a Palavra e a oração, foram separados sete homens a fim de cuidarem dos assuntos materiais e sociais da igreja.

Para o exercício deste oficio eram preciso algumas qualificações (At. 6:3) e posteriormente foram estabelecidos outros requisitos para o exercício do mesmo (I Tm. 3:8-10,12,13). Portanto o diaconato é um oficio de honra que a igreja primitiva servia nas questões financeiras, mas devido ao amplo conceito da palavra diácono, os mesmo faziam no desenvolver da História Cristã todos os tipos de serviços que os pastores lhes delegavam.



13.7. Diaconisas

A definição do termo é o mesmo de diácono. Em virtude da referência em Rm.16:1, quanto a Febe, tem se pensado que a mesma pertencia a uma ordem de diaconisa. Entretanto, aqui não há prova alguma disto, e sim que o termo lhe foi aplicado por causa da significação da palavra diácono, porque ela de fato servia a igreja em Cencréia. Outro texto utilizado para se mencionar este oficia de diaconisa é ITm.3:11, os pais gregos consideravam estas mulheres como diaconisas, e não esposas de diáconos, na verdade, não se sabe se as mulheres aqui eram esposas de diáconos ou outras mulheres.

É provável que as primeiras diaconisas tivessem sido esposas de ministros, entretanto, é dito que neste período já de um modo claro, o diaconato incluía tanto homens como mulheres.

A história Cristã diz que na igreja primitiva, mulheres solteiras bem como viúvas eram admitidas na qualidade de diaconisas.

Entretanto, este termo DIACONISA se desenvolveu posteriormente quando a função do diácono se tornou liturgia.

A história eclesiástica diz que pelo fim do III séc.d.C., já não havia uma ordem bem definida das diaconisas; elas ajudavam na ocasião do batismo, na inspeção do caso de enfermidades, sofrimentos e quando o corpo de uma mulher tinha que ser exposto.



13.8. Variedades de oficiais em algumas denominações

  • Os Metodistas – Tem bispos e pastores. Os bispos exercem autoridade sobre os pastores.

  • Os Presbiterianos, as Assembléias de Deus e um grande número de igrejas pentecostais – Tem pastores, diáconos e presbíteros. O presbítero não é pastor, nem diácono, ocupa uma posição de intermediário.

  • Os Batistas – Tem apenas pastor e diácono. O pastor volta-se para a oração e a palavra; os diáconos para os problemas temporais da igreja.

No N.T. a igreja tem apenas duas espécies de oficiais: bispos ou pastor, cujo dever é ministrar nas coisas espirituais, apascentando o rebanho de Deus; e diáconos que foram estabelecidos para cuidar dos assuntos temporais da igreja4.

É importante entendermos que, os dons ministeriais eram dados pelo Espírito Santo e não cargos para os quais homens pudessem ser eleitos pela igreja. A comissão era espiritual e não designativa oficial ou legal.



13.9. Hierarquia Ministerial?

Ministro – DIAKONEO – servidor, servo, garçom.

O termo aparece cerca de 25 vezes no NT, sendo servo o significado mais abrangente.

14.0. Qual a diferença entre igreja e estado?

A igreja e o estado são ordenados por Deus.

Cada um é distinto, cada um tem um propósito divino, nenhum deve transgredir os direitos do outro. Devem permanecer separados.

- Estado – o exercício da autoridade civil, a manutenção da ordem e a promoção do bem-estar público. O estado existe para defesa do indivíduo quando este faz o bem, ou então para castigar quando faz o mal aos outros. O estado existe para manter a ordem, promover o bem do povo e garantir a paz.

Igreja – comunhão voluntária de cristãos sob o domínio de Cristo para o culto e serviço em seu nome. Igreja a função social da igreja é espiritual e não administrativa. A igreja existe para propagar o Reino de Deus e adorá-los.

15.0. BATISMO

Significado: Baptismo – imergir ou mergulhar.

Rantizo – aspergir, não aparece nenhuma sequer na Bíblia.



15.1. Três tipos de batismo

Nas águas (At.1:5; Mt.3:11; Mc.16:16; Mt.28:19)

Quem deve ser batizado? Aquele que pela fé já recebeu a Jesus como Salvador (Mc.16:16).



No corpo de Cristo (ICo.12:12,13; Rm.12:5). É o simbolismo da perfeita união de Cristo. Todos os cristãos são batizados no Espírito que os forma num corpo.

Objetivo – promover a unidade de todos que estavam separados de Cristo.

Revestimento de poder (At.1:8; Lc.24:49; Mt.3:11).

Três tipos de batismo? Ef.4:5.

Paulo aqui está falando do único batismo testificador da salvação, ou seja, do batismo com água ordenado pelo Senhor Jesus.



15.2. Qual a forma correta do batismo?

Mt.28:19- Diz que é em nome da trindade. Entretanto o unitarismo baseado nos textos de At.2:38; 8:16; 10:48; 19:5 diz que é apenas em nome de Jesus. Todavia estes textos de atos apenas destacam os diferentes tipos tios de batismos que existiam na época, os quais eram:

Prosélitos

Essênios

João Batista

E o texto de Mt. não é diferente, apenas fala da autoridade ou da fórmula do batismo.

16.0. Ordenanças do Senhor.

O que são estas ordenanças? Símbolos. E quais são as ordenanças? Batismo e ceia do Senhor.



Ceia do Senhor

Entretanto há várias interpretações para ceia do Senhor



Transubstanciação – igreja romana.

Consubstanciação – Lutero

Graça inerente – Calvino – quando comemos recebemos certa graça – Mc.14:22-25; Lc.22:17-20.

Memorial – Mt.26:26-29; ICo.11:23-23.

Nomes humanos dados a ceia.

Santa ceia

Sacramento

Comunhão.



Nomes Divinos

Ceia


Ceia do Senhor

Ceia memorial.



Elementos da ceia: Pão e vinho.

O que a ceia simboliza para o crente? A morte vicária de Cristo, a segurança de sua volta, e comunhão com Cristo e seu povo.



Aspectos denominados da ceia

Ceia livre

Ceia restrita

Ceia ultra restrita.



17.0. Quais os requisitos e os meios para ser membro de uma igreja?

Requisito – nascer de novo, aceitar voluntariamente o batismo, e se entregar ao discipulado cristão.

Meios – Batismo, carta de transferência, reconciliação, aclamação.

17.1. Carta de transferência

Não é bíblico é apenas um método de cortesia, de cooperação entre as igrejas do Senhor para uniformidade do trabalho.

Com esta carta a igreja receptora tem certeza que ele é membro de igreja, já foi batizado e está em comunhão.

17.1.1. Há dois tipos de carta

1 – Recomendação:

Em 2Co.3:1-3 – alguns aventureiros da fé entraram em igreja e exploraram os irmãos, para evitar o abuso as igrejas, quando não conheciam uma pessoa, passaram a exigir carta de recomendação do desconhecido.

Hoje quando um pastor recomenda um membro de sua igreja para outras cidades.

2 – Transferência – quando o membro se desliga de uma igreja e se liga a outra.

18.0. DISCIPLINAS

A disciplina na igreja é a ação de instruir, educar e ensinar, esta idéia está fundamentada na Bíblia (Mt.18:15-18; At.5:1-11; ICo.5:3-5; IITs. 3:6-14; Rm.16:17,18; Hb.12:5-11).



18.1. Objetivos da disciplina

A disciplina na igreja tem como objetivo: ensinar, ajudar, corrigir, restaurar, conservar o bom testemunho, advertência aos demais, manter a igreja pura, evitar corrupção doutrinária e anarquia espiritual.



18.2. Motivos da disciplina

  • Má conduta (IITs.3:11-15)

  • Imoralidade (IICo.5:1-5)

  • Espírito de contenda e divisão (Rm.16:17,18; IICo.13:1).

  • Propagação de falsas doutrinas (Tt.3:10,11)

18.3. Tipos de ofensas

Particulares (Mt.18:15-18; 5:23,24).

Públicas (ICo.5:3-5; IITs.3:6; ITm.5:20).

18.4. tipos de disciplinas

Formativas – formar as pessoas conforme o caráter de Cristo. Proporcionando o seu crescimento espiritual.

Corretiva ou terapêutica – visa à correção como prova de amor.

Cirúrgica – quando há necessidade de amputar o membro para o bem estar do corpo.

18.5. recomendações para a disciplina


  • Não ter o disciplinado como inimigo;

  • A disciplina não é castigo, é restauração;

  • Deve ser aplicada com imparcialidade;

  • O pastor não pode fazer acepção de pessoas;

19.0. Governos nas igrejas

O governo eclesiástico vai tratar da organização da igreja. A igreja é um organismo e também uma organização.

A palavra governo aparece quatro vezes no N.T. e significa: ação ou efeito, dominação, direção (Jd.8; ICo. 12:28).

Este assunto é de suma importância, porque discute o tipo de estrutura que mais facilita o desenvolvimento da obra do Senhor. Esta questão do governo da igreja consiste em definir onde reside á autoridade dentro da igreja e quem deve exercê-la.

O N.T. não oferece uma definição formal de igreja local, não provê qualquer código detalhado de regulamentos para o governo da igreja. As igrejas de forma geral, não estavam ligadas por qualquer vinculo de organização ou por oficiais nomeados, mas permaneciam debaixo da autoridade espiritual dos apóstolos.

No livro de Atos não havia um padrão uniforme de governo; a forma de liderança foi um desenvolvimento histórico, no qual participavam os apóstolos, anciãos e a congregação.

A igreja não era como hoje uma instituição organizada. A igreja se constituía de grupos de crentes espalhados pelo mundo mediterrâneo de Antioquia e Roma, sem nenhuma organização externa ou formal que os unisse. O único ponto óbvio de organização formal ou externa que os ligasse era a autoridade apostólica, esta era uma autoridade de persuasão moral e espiritual, não formal e legal.

Vale ressaltar que, nem havia no N.T. esta idéia de denominações. Cristo deixou um corpo de lideres por Ele mesmo escolhido, do qual também forneceu alguns poucos princípios gerais para o exercício de sua função reguladora, os apóstolos agiam conjuntamente na liderança da igreja primitiva, de modo que não havia entre eles hierarquia (At.15:13,19; Gl. 2:11). Entretanto, ao longo da história Cristã houve varias formas básicas de governo da igreja.

19.1. Princípios para o governo eclesiástico expresso no Novo Testamento.

Alguns princípios gerais podem ser deduzidos do ensinamento neotestamentário quanto ao governo da igreja. Vejamos:



  • Toda a autoridade se deriva de Cristo e é exercida em seu nome e Espírito.

  • A humildade de Cristo provê o padrão para o serviço cristão (Mt.20:26-28).

  • O governo é um conjunto não hierárquico (Mt.18:19; 23:8). A igreja hierárquica se desenvolveu após o fechamento do Cânon.

  • Ensinar e dirigir suas funções intimamente associadas.

  • Ajudantes administrativos são necessários para ajudarem os pregadores da Palavra (At.6:3).

  • A igreja e o governo estavam separados (Mt.22:21).

  • A igreja estava envolvida nas decisões de questões administrativas.

Estes princípios são descrições que nos dão base para podermos formular um governo eclesiástico justo e sadio para a igreja local e por eles tentarmos construir o nosso sistema de governo. Entretanto há diversos tipos de igrejas justamente por se discutir sobre os aspectos específicos da organização da igreja.

A igreja primitiva logo no inicio contava seus membros, depois escolheram ajudante para os apóstolos, e depois os presbíteros foram reconhecidos como lideres (At.2:41; 4:4; 6:17; 11:30). Portanto vejamos alguns tipos de governo existentes hoje:



19.2. Tipos de governo eclesiástico

Há três formas, modalidades ou concepções de governo eclesiástico ou de como Deus dirige as igrejas. Algumas puramente humanas outras totalmente bíblicas, baseadas nos princípios expressos no N.T.. Antes de mencionarmos os governos eclesiásticos, não podemos olvidar que no A.T., o governo era o Teocrático – THÉOS= Deus; KRATOS= Poder. Deus governando ou exercendo poder. Hoje, portanto, há três tipos de governo eclesiástico, que são: Episcopal ou Monárquico; Presbiterianismo ou Oligárquico; e Congregacional ou Democrático. Vejamos cada um deles.

19.3. Governo Episcopal ou Monárquico

Neste sistema os principais ministros da igreja são os bispos, os outros ministros são presbíteros e diáconos. Portanto, a autoridade preside no bispo e o governo centralizado numa pessoa que tem autoridade absoluta sobre uma igreja nacional ou internacional. Nestas denominações os bispos governavam um grupo de igrejas e cuidavam delas em vez de simplesmente cuidar de uma igreja local. O caso, por exemplo, da igreja romana, da ortodoxa grega, da anglicana ou episcopal, da luterana – em parte da metodista e alguns ramos pentecostais. Nestas denominações há uma hierarquia entre bispos e pastores que, na verdade como já vimos são termos sinônimos no N.T.. Pelo que parece, Jesus não aprovou esta forma de governo (Mt. 23:8-12; Lc. 22:24-26). Na igreja de Filipos há uma pluralidade de bispos que vai de encontro a esta hierarquia (Fp. 1:1).



19.4. Governo Oligárquico ou Presbiterianismo

O termo oligárquico vem do grego OLIGOS que quer dizer pequeno, governo da minoria. Apenas alguns oficiais dela geram na igreja o destino da igreja e resolve tudo ou quase tudo. Entre o pastor e o diácono colocam o presbítero.

Este sistema do presbiterianismo remonta a sinagoga judaica, enfatizando a importância de ancião ou presbíteros. Na verdade foi João Calvino que no seu modo de entender que o ministério neotestamentário é quádruplo (pastor, doutor, diácono e presbítero), organizou as quatro igrejas em Genebra. A oligarquia conduz a autoridade não para a igreja, mas para o conselho da igreja, constituído de pastores e presbíteros e apóiam-se em Hb.13:7,17, é o caso dos presbiterianos e alguns pentecostais. Portanto, entendamos os textos de Hb.13:7,17. Primeiro os lideres deste texto já estavam mortos, por isso deveriam ser lembrados no sentido de imitar-lhes as virtudes. Segundo, a obediência exigida volta-se inteiramente ao campo espiritual, pois “eles velam pelas vossas almas”.

O termo pastor exige respeito e autoridade; e as palavras rebanho e ovelhas baseiam-se em submissão voluntária. Ovelhas andam juntas e o pastor as guia. O natural é que o rebanho siga o pastor5.

A autoridade do pastor provém de sua retidão de vida e piedade, seu conhecimento da Palavra com a qual alimenta e guia o rebanho, sua dedicação ao serviço do pastor e seu testemunho positivo e brilhante.

Outro erro quanto a esse governo é que o presbítero é tido como um leigo e não recebe salário da igreja, e como já vimos nos tópicos anteriores, presbítero, pastor e bispos são títulos para descrever o mesmo oficio.

19.5. Governo Democrático ou Congregacionalismo

O termo democracia significa governo do povo, pelo povo e para o povo, é o governo que reconhece a igualdade dos membros ou componentes do grupo, decide-se qualquer assunto em assembléia da igreja e resolvem-se tudo por maioria e em alguns casos por unanimidade. Este sistema congregacional enfatiza o lugar da congregação, destaca o papel de cristão como individuo, tem a igreja local como centro de autoridade. É o caso dos batistas, congregacionais e alguns pentecostais e uma parte dos luteranos.

Depois da morte dos apóstolos, as congregações locais governavam a si mesmas e neste sistema congregacional dois conceitos são básicos:

Autonomia e democracia. Na autonomia a congregação é independente e governa a si mesma; na democracia cada membro da congregação local tem voz em seus assuntos. A autoridade não é prerrogativa de um único individuo ou de um grupo seleto. Neste governo a igreja local escolhe seu próprio pastor e determina seu próprio orçamento. Todas as decisões mais importantes são tomadas pela igreja como um todo. Entre estes tipos de governo apresentado (monárquico, oligárquico e democrático), o N.T. revela uma fórmula que é mais democrática, vejamos alguns exemplos:

Na escolha do sucessor de Judas (At.1:21-26). Quem votou? At.1:15,16;

Na escolha dos auxiliares administrativos dos apóstolos (At. 6:1-5). Quem elegeu? At.6:2,5;

No envio de Barnabé à Antioquia (At.11:20-22). Quem enviou? At.11:22;

Na eleição dos presbíteros (pastor ou bispo) (At.14:20-23). Quem elegeu? At.14:23;

Na resolução do problema em Jerusalém (At.15: 1-22). Quem decidiu? At.15:22.

Vejamos também alguns princípios bíblicos em que se baseiam o sistema democrático ou congregacional:



  • Cristo é a cabeça da igreja (Cl.1:18);

  • Todos os crentes são sacerdotes (IPe.2:9). Isto fala da competência espiritual de cada um;

  • Cada membro faz parte do corpo. Então pode contribuir para o bem estar de todo corpo (Rm. 12; I Co. 12).

19.6. Vantagens e Desvantagens da Oligarquia e democracia

OLIGARQUIA

Vantagens

Desvantagens

  1. Pequenas questões são resolvidas mais depressa.

  2. Questões mais internas são mantidas em sigilo resolvidas na intimidade.




  1. O pastor local fica com pouca autoridade.

  2. Não permite opiniões contrárias.

  3. A administração é sem ouvir a con

gregação, geralmente sob a influênciado Presidente.


Democracia

Vantagens

Desvantagens

  1. O povo todo participa.

  2. Não há papa, nem papinhas, nem ditadores.

  3. O poder legislativo é o céu, a igreja é apenas o executivo (Mt. 18:18).

  1. A prática dele pode ficar a mercê

dos membros influentes e carnais.

  1. As decisões tomadas pelo o pas-

tor e diácono devem ser discutidas com o povo.

Queremos concluir esta parte sobre os governos dizendo que, seja qual for à forma adotada, o que não deve faltar é a direção do Espírito Santo e a Palavra de Deus.

CONCLUSÃO

Como vimos esta disciplina é de suma importância para compreensão da natureza da igreja, da sua missão e da sua existência. Ser igreja de Jesus é ser uma comunidade de remidos para testemunhar, adorar, edificar, evangelizar e desempenhar seu papel de responsabilidade social. Demonstrando que ser igreja de Jesus não é ser apenas meramente uma instituição religiosa, mas uma instituição visível do amor de Deus.



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2 Erickson, J. Millard – Introdução – A Teologia Sistemática – pág. 448

3 A. H. Strong APUD Tognini – Eclesiologia pág. 42

4 Goodchid APUD. Bancroft – Teologia Elementar Doutrinária e Conservadora – pág. 258

5 Op. Cit. Tognini, Enéas – pág. 66


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