Entre ouro e pedrarias tesouros da joalharia



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ENTRE OURO E PEDRARIAS

TESOUROS DA JOALHARIA

EM PORTUGAL




Prof. Doutor Gonçalo de Vasconcelos e Sousa

Professor Catedrático e Director CITAR/EA-UCP

RESUMO
O conhecimento da História da Joalharia em Portugal e no Brasil envolve um conjunto de realidades relacionadas com os ofícios de ourives do ouro, cravador e lapidário, para além do estudo da evolução estética, das tipologias de peças e do relacionamento com as mentalidades e a sociedade das distintas épocas.

Da época proto-histórica à joalharia contemporânea, desenvolveu-se uma das Artes Decorativas Portuguesas e Brasileiras que mais entusiasmo causa aos apreciadores e estudiosos estrangeiros. A perícia de execução, bem como a riqueza das formas e a variedade das gemas utilizadas transportam a Joalharia Portuguesa e Brasileira para um universo de luxo e de aparato, que este Curso Livre visa dar a conhecer com a actualidade que as últimas investigações neste tema têm permitido.




PROGRAMA



QUESTÕES INTRODUTÓRIAS


  1. – OURIVESARIA, PRATARIA, JOALHARIA E VÁRIA

  2. – O PAPEL SOCIOECONÓMICO DA JÓIA

  3. – MATERIAIS EM JOALHARIA: METAIS, GEMAS E OUTROS

  4. JOALHARIA POPULAR VERSUS JOALHARIA ERUDITA; A QUESTÃO DA CHAMADA OURIVESARIA POPULAR

  5. – OURIVES DO OURO, OURIVES DA PRATA, CRAVADOR DE PEDRARIA, LAPIDÁRIO; COMERCIANTE DE OURIVESARIA

  6. – DE APRENDIZ A OFICIAL, DE OFICIAL A MESTRE NO OFÍCIO DE OURIVES DO OURO

  7. – DA OFICINA À CASA DE OURIVESARIA

  8. MARCA DE ENSAIADOR MUNICIPAL, MARCA DA CONTRASTARIA, MARCA DO OURIVES FABRICANTE

9 – ENSAIADOR E CONTRASTE DO OURO

10 – O REGIMENTO DO ENSAIADOR DO OURO DE 1693

11 – PRINCIPAIS CENTROS PRODUTORES DE OURIVESARIA EM PORTUGAL E NO BRASIL

12 – A CONFRARIA DE SANTO ELÓI DOS OURIVES DO OURO

13 – FONTES PARA O ESTUDO DA OURIVESARIA EM PORTUGAL E NO BRASIL

MILÉNIOS DE EVOLUÇÃO HISTÓRICA


  1. JOALHARIA NA IDADE DOS METAIS

1.1. – AS JÓIAS PROTO-HISTÓRICAS NÃO-CASTREJAS

1.2. – AS JÓIAS NA SOCIEDADE CASTREJA

1.3. – TIPOLOGIAS

1.4. – OS TESOUROS DESCOBERTOS




  1. JOALHARIA ROMANA

2.1. – A JOALHARIA E A SOCIEDADE ROMANA

2.2. – TIPOLOGIAS DE PEÇAS




  1. OURIVESARIA MEDIEVAL

3.1. – OS TESOUROS REAIS

3.2. – O TESOURO DA RAINHA SANTA ISABEL




  1. JOALHARIA QUINHENTISTA

4.1. – OS OBJECTOS VINDOS DA ÍNDIA

4.2. – OS DOTES DAS INFANTAS

4.3. – UMA GRANDE COLECCIONADORA: A RAINHA D. CATARINA

4.4. – TIPOLOGIAS DE PEÇAS




  1. JOALHARIA SEISCENTISTA

5.1. – TIPOLOGIAS DE PEÇAS E GEMAS UTILIZADAS

5.2. – AS JÓIAS DE D. LUÍSA DE GUSMÃO

5.3. – AS JÓIAS DE D. CATARINA DE BRAGANÇA


  1. - O BARROCO E O ROCOCÓ E A EXPLOSÃO DAS FORMAS

6.1. – UMA VISÃO DA JOALHARIA INTERNACIONAL NOS SÉCULOS XVII E XVIII

6.2. – AS JÓIAS DE D. CATARINA DE BRAGANÇA, RAINHA DE INGLATERRA

6.3. – O OURO E OS DIAMANTES DO BRASIL; O CICLO DO MILHO

6.4. – AS JÓIAS DA CASA REAL

6.5. – TIPOLOGIAS DE JÓIAS

6.6. – A «FESTA DA COR»: AS GEMAS DO BRASIL NA JOALHARIA PORTUGUESA E O COMÉRCIO DE JÓIAS COM O BRASIL

6.7. – AS JÓIAS REALIZADAS NA CIDADE DO PORTO: OS LAÇOS E USO DOS ESMALTES

6.8. – A JOALHARIA NO RETRATO E O PAPEL DA GRAVURA




  1. JOALHARIA NEOCLÁSSICA

7.1. – TIPOLOGIAS DE PEÇAS

7.2. – PRINCIPAIS GEMAS UTILIZADAS

7.3. – O PAPEL DO RETRATO E O USO CORPORAL DA JÓIA NOS FINAIS DE SETECENTOS E PRIMRIO TERÇO DE OITOCENTOS

7.4. – OS LIVROS DE DESENHOS DE JÓIAS COMO CATÁLOGOS DE PROMOÇÃO




  1. OS REVIVALISMOS NO SÉCULO XIX

8.1. – O USO DE NOVOS MATERIAIS

8.2. – TIPOLOGIAS DE PEÇAS

8.3. – AS JÓIAS NO RETRATO DE APARATO MASCULINO E FEMININO

8.4. – JÓIAS DE CRIOULA VERSUS JOALHARIA POPULAR




  1. ARTE NOVA E ART DÉCO




  1. AS GRANDES CASAS DA JOALHARIA

10.1. – A CASA LEITÃO & IRMÃO

10.2. – A CASA DE JOSÉ ROSAS

10.3. – A CASA REIS & FILHOS

10.4. – LUIZ FERREIRA

10.5. – CASAS DE OURIVESARIA EM S. PAULO
BIBLIOGRAFIA
ALMEIDA, Manuel Marques de – Breve descrição de algumas técnicas aplicadas na indústria da ourivesaria. In Ourivesaria do Norte de Portugal. Porto: ARPPA; AIORN, D.L. 1987, pp. 163-196.

FRANCESCHI, Humberto M. – O ofício da prata no Brasil: Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Studio HMF, 1988.

GODINHO, Isabel da Silveira, dir. – Tesouros reais. Lisboa: Secretaria de Estado da Cultura; Instituto Português do Património Cultural; Palácio Nacional da Ajuda, 1991.

OREY, Leonor d', dir. – Cinco séculos de joalharia: Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa. London: Zwemmer, 1995.

PIMENTEL, António Filipe – Reflexos do ciclo do ouro e dos diamantes do Brasil na ourivesaria portuguesa. In Relaciones artísticas entre la Peninsula Ibérica y América Actas del V Simposio Hispano-Portugués de Historia del Arte. Valladolid: Universidad de Valladolid; Secretariado de Publicaciones, 1990, pp. 207-214.

SILVA, Armando Coelho Ferreira da – A Cultura Castreja no Noroeste de Portugal. Paços de Ferreira: Citânia de Sanfins. Câmara Municipal de Paços de Ferreira; Museu Arqueológico da Citânia de Sanfins, 1986.

SILVA, Nuno Vassallo e Subsídios para o estudo do comércio das pedras preciosas em Lisboa, no século XVI. Boletim Cultural da Assembleia Distrital de Lisboa. Lisboa. 3.ª série, n.º 91, Tomo 2 (1989).

– A Joalharia do Renascimento e o comércio oriental português. Artes & Leilões. Lisboa. 2 (9) (Abr.-Maio 1991), p. 61-67.

Joalharia portuguesa. Lisboa: Bertrand Editora, 1995.

SOUSA, Ana Cristina – Metamorfoses do ouro e da prata: a Ourivesaria tradicional no Noroeste de Portugal. Porto: Centro Regional de Artes Tradicionais, 2000.

SOUSA, Gonçalo de Vasconcelos e –A joalharia em Portugal: 1750-1825. Porto: Livraria Civilização Editora, 1999.

A joalharia no Porto ao tempo dos Almada. Porto: CITAR, 2009.

Percursos da joalharia em Portugal. Porto: CITAR, 2010.

A colecção de jóias do Museu dos Biscainhos. Porto: UCE-Porto; CIONP; CITAR, 2011.



O livro de desenhos de jóias de José António Mourão, da Rua das Flores, no Porto. Porto: UCE-Porto; CIONP; CITAR, 2011.


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