Esboçada em Londres em 1882-1883, é organizada em 1884 e dura até 1930. Tem como objectivo inicial



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A origem greco-romana


Os gregos não tinham uma noção equivalente, havendo apenas oqpus (montanha), mas as cidades gregas sempre ultrapassaram as chamadas fronteiras naturais, não existindo entre elas linhas aduaneiras ou demarcações militares. Os romanos tem como equivalente o limes, donde vem o italiano confine.
A expressão latina fronte, deu front em francês e brow em inglês. Nesta língua, as expressões border e boundary têm origens alemãs. enquanto Grenze, a expressão alemã equivalente, tem raízes eslavas. Do estado,76,510 Fronteira linear,76,511 Fronteira,88,585 Fronteira,separar o interior do exterior,88,585.
Cordero Torres, J. Maria, Fronteras Hispanicas. Geografía y Historia. Diplomacía y Administración, Madrid, Instituto de Estudios Políticos, 1960Fornier, Michel, Fronts et Frontières, Paris, Fayard, 1988.Gottmann, Jean, La Politique des États et leur Géographies, Paris, Armand Colin, 1952.

Fronteira, Marquês (1802-1881) D. José Trazimundo Mascarenhas Barreto. Político e memorialista português. 7º Marquês de Fronteira e 5º Marquês de Alorna. Um dos membros da alta nobreza, combatente pelo liberalismo, que, vindo da esquerda, durante o primeiro período de vigência da Carta, se assume, depois de 1834, como opositor dos chamorros. Setembrista moderado, passa para os ordeiros e acaba por ser um dos principais apoiantes do cabralismo. Retira-se da política depois da Regeneração.

Filho de D. João José Mascarenhas Barreto (6º marquês de Fronteira) e de D. Leonor d’Oyenhausen e Almeida (filha da marquesa de Alorna).

Casado com D. Maria Constança da Câmara.

Irmão de D. Carlos Mascarenhas (1803-1861).

Ajudante de campo de Bernardo Sepúlveda e do Duque da Terceira.

Par do reino desde 1826 (um dos treze pares que se mantêm em 1834).

Implicado nas archotadas de 1827.

Mindeleiro, bate-se no cerco do Porto e destaca-se na batalha de Asseiceira.

De 1834 a 1836 alinha na oposição, ao lado de Loulé e do conde da Taipa.

Deputado em 1837.

Senador em 1838.

Assume, durante o setembrismo a linha dos ordeiros, mas logo em 1838 passa a alinhar com os cartistas.

Retoma o lugar de par do reino em 1842.

Cabralista, foi governador civil de Lisboa (1846-1851).

Afasta-se da política em 1851.

Mordomo-mor da rainha D. Estefânia.

Memórias do Marquês de Alorna e Fronteira

Ver ed. de Lisboa, Imprensa Nacional/Casa da Moeda, 1986, em 7 vols.



Fuero Juzgo
Führer O nacional-socialismo tinha como linha de força o lançamento de um novo tipo de comando político e de governação, o führing, que emanaria directa e organicamente da própria comunidade. Daí o Führer ser entendido, não como órgão do Estado, mas como representante directo da nação, não como mandatário mas como o próprio poder incarnado. Deferiria tanto da tradicional regierung e não se confundiria com a ditadura clássica.

Um novo conceito de Estado

O Estado Aparelho, entendido como um conjunto de meios técnicos, pessoais e materiais ao serviço de um interesse geral que ele já não determina, como assinala Georges Burdeau, passou a estar nas mãos do führer para, como assinala Höhn servir a Volksgemeinschaft, por um lado, para preencher certas funções nacionais (ordem, segurança interior, defesa nacional) e, por outro, como instrumento para a educação do povo no espírito da Volksgemeinschaft. Nestes termos, o Estado já não tem a qualidade de uma pessoa moral à qual o particular deve obediência... A base do novo pensamento jurídico é a ideia de comunidade do povo. O Estado não é senão um instrumento para realizar os fins da mesma.



F
ukuyama, Francis
Autor norte-americano que ficou célebre por um artigo publicado em 1989, mais conhecido pelo título do que pelo conteúdo, mas que gerou larga polémica, mais jornalística do que doutrinária, conteporânea do processo de degradação do império soviético, depois da chamada queda do muro. Transformado mediaticamente em doutrinador dos novos tempos, é obrigado, três anos depois, a alinhavar um pequenos tratado de cariz hegeliano, onde uma interessante retórica revela a fragilidade dos meros oportunismos vocabulares. Em 1995 já produz nova obra de fôlego sobre a ideia de confiança, perspectivada como a virtude fundamental da sociedade liberal.

«The End of History?»

In The National Interest, vol. 16, n.º Verão, pp. 3-18, Washington D. C., 1989.

Have I Reached the End of History?

Santa Monica, Rand Corporation, 1989.

The End of History and the Last Man

Glencoe, The Free Press of Glencoe, 1992 [trad. port. O Fim da História e o Último Homem, Lisboa, Edições Gradiva, 1992].

Trust. The Social Virtues and the Creation of Prosperity

Glencoe, The Free Press of Glencoe, 1995.


Fulbright, J. W.

Prospect for the West

Cambridge Mass., Harvard University Press, 1963.

Old Myths and New Realities

Nova Iorque, Random House, 1964.

The Arrogance of Power

Nova Iorque, Vintage Books, 1966.

Fuller, J. F. C. Major-general britânico. Estrategista de renome. Participa na Guerra dos boers e na Grande Guerra, retirando-se do activo em 1933. Autor do plano que levou ao ataque de blindados a Cambarai em 20 de Novembro de 1917.
Função As tarefas que a organização atribui formalmente a um indivíduo ou um grupo, incluindo a de mandar. A ideia de função foi, desde sempre, utilizada na matemática e na biologia. Na matemática, entendida como uma relação entre grandezas variáveis que mantêm entre si uma certa dependência. Na biologia, por seu lado, diz-se que um corpo é uma totalidade porque resulta da unidade de diversas funções, considerando-se estas como as operações mediante as quais uma parte ou um processo do organismo contribui para a conservação do organismo total. Não admira, pois, que o organicismo sociológico, entendendo a sociedade como um organismo, tenha começado a falar em estruturas, ou em órgãos, e funções, como aconteceu, sobretudo, com Herbert Spencer. Este último reconhece que os organismos sociais quanto mais crescem em massa, mais se tornam complexos, ficando as respectivas partes cada vez mais mutuamente dependentes. Assim, essa passagem da simplicidade para a complexidade no corpo político geraria uma functional dependence of parts, com centros coordenadores de uma espécie de sistema nervoso, destinados a receive infomation and convey commands. É que os organismos sociais seriam algo mais que a simples agregação da companionship e que a necessidade de acção combinada contra inimigos da multidão, dado destinarem-se a facilitar a sustentação pela mútua ajuda-cooperação para melhor satisfação do corpo e eventualmente do espírito.
Durkheim

Segue-se Durkheim que utilizou a palavra função para substituir as de fins e objectivos, salientando que a correspondência entre um facto social e as necessidades gerais do organismo social é independente do carácter intencional ou não deste facto. Assim, a função é entendida como o fim objectivo de uma instituição social, distinto da vontade subjectiva dos indivíduos.


A partir de então, começou a estruturar-se o processo sociológico e antropológico de análise funcionalista, diverso do processo de análise causal e complementar deste, principalmente na análise das relações entre duas partes da mesma sociedade ou da relação entre uma parcela e o todo da mesma sociedade.

Função soberana,20,137


Função de Sufrágio

Função Tribunícia Foi o politólogo francês Georges Lavau que, em 1968, utilizou pela primeira vez esta categoria na análise do PCF, dado que este era uma espécie de porta-voz das aspirações de grupos marginais, integrando-os no sistema. Isto é reservou esta função para os partidos que são manifestamente hostis a um determinado sistema político. Uma função que seria útil para o sistema dado que desvia virtualidades revolucionárias e impede clivagens.


Função, a satisfação de uma necessidade MALINOWSKY,40,248
Função, contribuição da actividade parcial para a total BROWN,40,250
Funções –Todas as estruturas políticas são multifuncionais,40,251
Funções –Todos os sistemas políticos realizam as mesmas funções,40”,”251”
Funções, várias funções exercidas pela mesma estrutura MERTON,40,251

Funcionalismo Doutrina que compara a sociedade a um organismo onde as diferentes parcelas da mesma exercem um determinado papel neessário para o conjunto. Segundo as teses de Talcott Parsons a sociedade e a respectiva cultura formam um sistema integrado d'accomplis sement de fonctions. Ao mesmo tempo que ocorria o choque da revolução behaviorista, desenrolava-se, nos domínios da ciência política, o processo de recepção das ideias de função, estrutura e de sistema, principalmente a partir das teorias gerais da antropologia e da sociologia.

Malinowski

Contudo, a aplicação do conceito de função no domínio das ciências sociais receberá um profundo incremento com o trabalho dos antropólogos evolucionistas como Bronislaw Malinowski (1884-1942) e Alfred Reginald Radcliffe-Brown (1881-1955) que estão, respectivamente, na base do funcionalismo absoluto, na teoria que pretende fornecer uma explicação completa e coerente de um dado objecto social, deduzindo-o das contribuições que esta dá para a satisfação de um certo número de necessidades sociais, e do funcionalismo estrutural, ou relativo, a teoria que utiliza o funcionalismo como mero paradigma formal que se propõe encarar os objectos sociais a partir das relações de contribuição que os ligam entre si e elaborar, nesta base, um certo número de propostas explicativas que não são vistas como necessárias nem exaustivas.
A partir de então, dizer função passa a significar dizer satisfação de uma necessidade e o todo social é visto como uma totalidade orgânica, onde cada elemento tem uma tarefa a desempenhar dentro de uma aparelhagem instrumental, conforme as palavras de Malinowski, autor que enumera uma série de princípios gerais que unem os seres humanos, os chamados princípios de integração. Em primeiro lugar, surge a reprodução, geradora de instituições como a família e o clã; em segundo lugar, vem o território, a comunidade de interesses devido à propinquidade, contiguidade e possibilidade de cooperação, gerando os grupos de vizinhança, entre os quais inclui os munícipios, a horda nómada, a aldeia e a cidade; em terceiro lugar, o princípio da integração fisiológica, as distinções devidas a sexo, idade e estigmas ou sintomas corporais; em quarto, as associações voluntárias; em quinto, o princípio da integração ocupacional e profissional, isto é, a organização de seres humanos por suas actividades especializadas para fim de interesse comum e mais plena execução de suas capacidades especiais; em sexto lugar, a classe ou condição, destacando nestas os estados medievais, as castas e as estratificações por etnia; em sétimo e último lugar coloca a assimilação, a integração por unidade de cultura ou por poder político, que tem a ver com a nação e o Estado, respectivamente. Refira-se que a tribo de Malinowski, segundo as suas próprias palavras, consiste num grupo de pessoas que têm a mesma tradição, o mesmo direito consuetudinário e as mesmas técnicas e igualmente a mesma organização de tipos menores, tais como a família, a municipalidade, a corporação ocupacional ou a equipa económica. Refere mesmo que o índice mais característico de unidade tribal lhe parece ser a comunhão de linguagem, pois uma tradição comum de habilidades e conhecimento, de costumes e crenças, apenas pode ser levada avante conjuntamente por pessoas que possuam a mesma língua.

Radcliffe-Brown

Já para A. R. Radcliffe-Brown, a função surge como o papel desempenhado na vida social total, a contribuição dada por um determinado elemento para a manutenção da estrutura. O sistema é entendido como mera unidade funcional e a estrutura, concebida como um simples acordo entre pessoas que têm entre si relações institucionalmente controladas e definidas. E da soma da ideia de sistema com a ideia de estrutura é que resulta a ideia de processo da vida social que, em si mesmo, consiste num imenso número de acções e interacções de seres humanos agindo como indivíduos ou em combinações ou grupos (...) Os componentes ou unidades da estrutura social são pessoas, e uma pessoa é um ser humano, considerado não como um organismo, mas ocupando uma posição na estrutura social.

Merton


Robert King Merton, destacando-se do funcionalismo absoluto, que confunde órgão com função, define o sistema como um todo funcional, sublinha a multifuncionalidade das estruturas, porque um só elemento pode desempenhar várias funções e uma só função pode ser exercida por vários elementos. Desta forma, torna-se possível a mudança social, até porque existem equivalentes funcionais.
Ver Merton
Funcionalismo antropológico. ESPE I, p. 207,40,252

Pensadores contra-revolucionários como Maistre e Bonald adoptavam uma perspectiva organicismo que exigia identidade entre o órgão e a função. Durkheim admite que as estruturas da sociedade podem mudar de função.

Funcionalismo absoluto.

Raymond Boudon qualifica a perspectiva de Bronislaw Malinowski como um funcionalismo absoluto. 40,248



Funcionalismo Europeísta Quanto à metodologia, sempre a técnica de uma terceira via. Nos finais dos anos quarenta, princípios dos anos cinquenta, quando se agita a dialéctica federalistas-unionistas, Schuman e Monnet preconizam a integração. Tentam dizer que esta seria compatível com a manutenção da soberania nacional, ao mesmo tempo que apostam na emergência de algo mais forte que o mero cosmopolitismo de um núcleo meramente inter-estadual, à maneira das organizações internacionais. Procuram, pelo contrário, gerar uma autoridade supranacional. A CECA surgiria como um processo de integração supranacional, como uma alta autoridade, nascida das soberanias nacionais, mas provocando o aparecimento de um novo conjunto que giraria autonomamente, isto é, independente da possibilidade de veto de cada um dos membros do conjunto. Um modelo funcionalista que não ficava limitado pela regra da unanimidade.A nova unidade política assumia assim um recorte transestadual ou transnacional, dado que, para o novo centro político, eram transferidas parcelas das anteriores soberanias estaduais. Isto é, o novo centro político, dentro da área das respectivas funções, passava a ter uma plenitude de poderes, passava a ser soberano.Desta forma surgia uma nova entidade, bem diversa das anteriores organizações interestaduais. Surgia assim uma autoridade política europeia, com funções limitadas, mas poderes reais, conforme as palavras emitidas pela primeira assembleia consultiva do Conselho da Europa.·Era esta a maneira nova de fazer a Europa. O funcionalismo em larga escala, se divergia do unionismo, não alinhava com qualquer espécie de integrismo federalista. Era federalista nos objectivos e funcionalista nos métodos. Tinha como fim, no longo prazo, a federação, mas apenas praticava um federalismo sem dor ou sem lágrimas.No fundo era o primado do método, pelo que se refugiava numa preponderância dos técnicos. Tinha contudo o defeito de fazer acirrar a desconfiança popular perante o processo. E, ao não prever esta participação das massas, acabou por gerar a própria desconfiança dos políticos que, para crescerem popularmente, acabaram por enveredar pelo populismo anti-europeu.Monnet, nas suas Memórias, reconhece que a ideia de unificação europeia que nessses finais dos anos quarenta, começos dos anos cinquenta, andava no ar: o problema era formulado de maneira lúcida, mas faltava o método para resolvê-lo. Ora, se não houvesse método, o problema não progrediria. Tinha aprendido que não se pode agir em termos gerais, partindo de um conceito vago, mas que tudo se torna possível se nos soubermos concentrar num ponto preciso que provoca o restante ... era preciso partir da dificuldade, apoiar-se nela para criar o início de uma solução geral. A união seria provocada progressivamente pela dinâmica de uma primeira realizaçãoQuando há um firme propósito sobre o objectivo que se quer atingir, é preciso agir sem pôr hipóteses sobre os riscos de não alcançar o resultado final. Enquanto não tiver tentado, você não pode dizer que uma coisa é impossível·Curiosamente a primeira recusa deste federalismo funcional parte dos pequenos Estados membros, como os do Benelux, que logo se insurgem contra o eventual carácter tecnocrático e despótico da Alta Autoridade, propondo um conselho especial de ministros, representante dos vários governos, a fim de evitar que o executivo da nova entidade política ficasse muito dependente das principais potências da nova unidade política.·Os pais-fundadores percebem, desde então, que importava fazer uma correcção de rota no processo de lançamento do projecto europeu. Se, na metodologia, urgia corrigir o excesso de tecnocracia e de economicismo, nomeadamente pelo alargamento do projecto à educação e à cultura, como terá chegado a reconhecer o próprio Jean Monnet, eis que também se sentia a necessidade de um enfrentamento das próprias realidades nacionais, as tais brasas não apagadas que voltavam a crepitar, depois de afastadas as cinzas do imediato pós-guerra.
Funcionalismo e sistema político,48,301
Funcionalismo estrutural
Funcionalismo relativo
Funcionalismo relativo,40,249
Funcionalismo universal,40,251

Funcionalismo,40,243

Funcionários públicos e Estado,89,590
Funck-Brentano, Théofile Um dos inspiradores da École Libre des Sciences Politiques.

La Politique. Principes, Critiques, Réformes

[1892].


Functions du Politique O Clube de l'Horloge considera que a cada uma das funções do político corresponde, não apenas um papel social, mas também valores de soberania para a função soberana, de coragem para a função guerreira, de iniciativa e temperança para a função produtora. Ao difundir na sociedade a sua ética própria, cada função propõe diferentes tipos humanos: ascetismo do sacerdote, heroísmo do guerreiro, dedicação da mãe de família e esforço do produtor. A função soberana é considerada ao mesmo tempo religiosa, intelectual e política, havendo correspondências privilegiadas entre sublimação e aspecto religioso da soberania, racionalização e aspecto intelectual e identificação (ao grupo, ao chefe, ao território) e aspecto político. A política seria, assim, uma actividade social específica que teria como instrumento de acção o Estado, entendido, tal como em Hegel, como lugar de convergência de todos os outros aspectos da vida. Mas os fins políticos seriam autónomos em relação a todos os outros: prendem-se com ideais e interesses que ultrapassam a simples existência pacífica, a pura economia, o simples bem-estar material. A política seria, pois, a arte de conduzir os povos para o seu destino, através dos obstáculos.
Fundamentalismos. Religião e política. As grandes religiões mundiais e as religiões seculares. Os modelos fundamentalistas actuais do judaísmo, do islamismo e do cristianismo. O regresso do bizantinismo (não separação entre a religião e a política).
Fundação Lusíada Constituída em Março de 1986, sob a presidência de Afonso Botelho, tem publicado importantes textos ligados ao movimento da Filosofia Portuguesa, nomeadamente de António Quadros, Pinharanda Gomes e Afonso Botelho.
Fundamentos de Ciência Politica Em Espanha ainda não existe a pluralidade das vias politológicas francesas, embora possamos detectar o estado da arte no manual emitido pela Universidade Complutense, Fundamentos de Ciência Política, trabalho coordenado por Manuel Pastor, com a colaboração de Andres de Blas Guerrero, Victor Abreu, Yolanda Casado, Secundino Gonzalez, Emilio Merino, Carmen Ninou, Alberto Reig e Carlos Cañeque que, na edição de 1994, adopta o seguinte esquema:

Estado, Nação e Governo A singularidade do Estado Moderno. Factores do respectivo aparecimento. Do Estado Moderno ao Estado Liberal. As atitudes perante o Estado. O futuro do Estado. Nação, as dificuldades de um conceito. A nação política. A nação cultural. O princípio das nacionalidades. O direito de autodeterminação. Governo. O governo parlamentar. Governo presidencialista e de convenção. Governo de ditadura.

As ideologias políticas Conceito. As grandes concepções ideológico-políticas (liberalismo, conservadorismo e socialismo). Ideologias legitimadoras do Estado.

Teorias e métodos As teorias clássicas. Maquiavel, Hobbes, Locke, Montesquieu, Bentham, Marx, Weber e Pareto. Teorias e perspectivas actuais. Behaviorismo, funcionalismo, teoria geral dos sistemas, teoria da rational choice e teoria dos jogos.

As ditaduras As ditaduras na história. O problema do totalitarismo. Regimes não-democráticos. Evolução, definição, teorias e tipologias dos regimes totalitários. Regimes autoritários, definição e tipologias. O fenómeno populista.

As democracias A democracia como modelo de governo. A democracia grega. A democracia liberal (revoluções liberais, a democracia representativa, a igualdade de oportunidades e a liberdade, a extensão da cidadania). Teorias modernas da democracia (o elitismo competitivo, o pluralismo, teorias corporativas, teorias da democracia participativa). Tipologias da democracia. Condições da democracia.

Actores políticos O conceito de acção social. O actor político no sistema político. Participação, eleições e representação política. O cidadão votante. O sufrágio eleitoral. O sistema eleitoral (processos e tipos). Os partidos políticos. Definição. Perspectiva histórica. Modelos de partidos na perspectiva actual.

Os processos de mudança política Modernização e transição. A transformação dos regimes tradicionais. As teorias sobre a revolução.

O sistema político espanhol O processo histórico-político. Análise da Constituição. Organização dos poderes.

Furet, François (1927-1997) Historiador francês, especialista na análise da Revolução e da história da esquerda.

Penser la Révolution Française

Paris, Éditions Gallimard, 1978.

La Gauche et la Révolution Française au Milieu du XXème Siècle

Paris, Éditions Hachette, 1986.

Critique de la Révolution Française

1988, com Mona Ozouf.

La Révolution 1770-1880

1988.

Le Passé d’une Illusion



Paris, Éditions Calmann-Lévy, 1995.

Fascisme et Communisme

1998.

Furtado, Celso Propõe para a história do Brasil uma periodização baseada nos ciclos económicos dos produtos exportados: período colonial, perído de transição para o trabalho assalariado e período da actividade industrial.

Formação Económica do Brasil

Rio de Janeiro, Fundo de Cultura, 1959.

Dialética do Desenvolvimento

Rio de Janeiro, Fundo de Cultura, 1964.

Teoria e Política do Desenvolvimento Económico

Ed. orig. 1969. Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1971.

A Fundação do Brasil. Testemunhos 1500-1700

Petrópolis, Vozes, 1993, 2ª ed. Com Carlos de Araujo Moreira Neto.

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