Esboçada em Londres em 1882-1883, é organizada em 1884 e dura até 1930. Tem como objectivo inicial



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Ferrão, Carlos (1898-1979) Jornalista e historiador. Professor na Casa Pia. Destaca-se como cronista da guerra, tendo dirigido a edição de História da Guerra, em 1944.Traduz as memórias de Churchill. Defensor da I República. Director de Vida Mundial, revista que nas décadas de sessenta e setenta deste século constitui um marci na imprensa portuguesa, como semanário político e de análise das relações internacionais, onde também se publicam fundamentais arquivos do processo político da I República. Bibliófilo, reúne uma biblioteca de 42 000 volumes que, em 1976, vende ao Ministério da Comunicação Social.


Em Defesa da República

, Lisboa, Edições Inquérito, 1963

O Integralismo e a República. Autópsia de um Mito

2 vols., Lisboa, Edições Inquérito, 1964

A Obra da República. Reformas de Instrução, Defesa do Ultramar, Perfis de Republicanos

Editorial O Século, 1966


Ferrão, Fernando Abranches (1908-1985) Filho de António Abranches Ferrão. Advogado, amigo de Mário Soares. Maçon. Funda em 1937 o Jornal do Foro. Ligado ao MUNAF e ao MUD. Vice da Ordem dos Advogados de 1960-1971. Apoia a candidatura de Ramalho Eanes. Pai adoptivo do militante do PCP Pedro Ramos de Almeida.
Ferrão, Francisco António Fernandes da Silva (1798-1874). Doutor em cânones desde 1820. Maçon. Juiz da Relação de Lisboa. Membro do Supremo Tribunal de Justiça. Activista do batalhão de voluntários académicos. Deputado em 1834-36, 42-45 e 46. Par do reino desde 1851. Ministro da justiça no governo de Saldanha, entre 22 de Agosto e 18 de Dezembro de 1847. Ministro da fazenda de 5 a 21 de Agosto de 1851.

Theoria do Direito Penal Applicada ao Código Penal Portuguez

Lisboa, Typ. Universal, 1856

Repertorio Commentado sobre Foraes e Doações Regias

2 vols., Lisboa, Imprensa Nacional, 1848.

Tractado sobre Direitos e Encargos da Sereníssima Casa de Bragança

Lisboa, Imprensa de J. J. Andrade e Silva, 1852.

Diccionario Elementar Remissivo ao Codigo Civil Portuguez com Annotações e Indicações Juridicas



2 vols., Lisboa, Imprensa Nacional, 1852.
Ferrão, Martens João Baptista da Silva Ferrão de Carvalho Martens. Professor de direito. Regenerador. Deputado em 1853-1856; 1857-1858; 1858-1859; 1860-1861; 1861-1864; 1865; 1865-1868; 1868-1869; 1869-1870; 1870; 1870-1871; 1871-1872. Ministro da justiça de 16 de Março de 1859 a 4 de Julho de 1860. Ministro do reino de 9 de Maio de 1866 a 4 de Janeiro de 1868, no governo da fusão, presidido por Joaquim António de Aguiar. Foi autor de uma lei da administração civil de 26 de Junho de 1867, uma espécie de código administrativo que durou apenas sete meses. Par do reino em 1871. Vice-presidente da Câmara dos Pares de 1879 a 1873 . Um dos krausistas portugueses.

Em 1854, concebe o Estado como estruturado por esferas sociais autónomas e marcado pela convergência de actividades livres. Nele, a coordenação das diversas individualidades autónomas do Estado, constituídas tanto pelo indivíduo como por outros grupos e esferas sociais, deve fazer se como nos organismos biológicos, através de um elemento superior. O Estado tem, assim, uma estrutura pluricelular, integrando a família, a comuna, a província e a nação. Deve respeitar cada uma dessas células do organismo social e abster se de intervir na sua organização interior, fornecendo lhes os meios e as condições exteriores do seu desenvolvimento. Se a família deve ficar intacta dentro da comuna e esta dentro da nação, também devia aspirar se à construção duma união federativa e livre entre todos os povos.
Ferraz, Artur Ivens (1870-1933) Oficial de artilharia. Governador de Moçambique. Adido militar em Londres desde 1922. Ministro e presidente do ministério durante a Ditadura. Como chefe do governo, sucede a Vicente de Freitas e tem como sucessor um de Domingos Oliveira. Do governo anterior apenas se mantém Salazar nas finanças. Destaca-se a acção do ministro da agricultura, Linhares de Lima, que nesse ministério institui a Campanha do Trigo. Um republicano conservador, aderente ao 28 de Maio, acreditando que uma República regenerada poderia manter as liberdades e a democracia, embora com um executivo forte liberto das dependências exclusivas das maiorias parlamentares. Ver A Ascensão de Salazar. Memórias de Ivens Ferraz, Lisboa, 1988, com prefácio e notas de César Oliveira.
Ministro da Ditadura Nacional: do comércio e comunicações (de 26 de Agosto de 1927, a 5 de Janeiro de 1928) e das colónias (de 5 de Janeiro a 18 de Abril de 1928). Presidente do ministério de 8 de Julho de 1928 a 21 de Janeiro de 1930, acumulando a pasta do interior.
Ferraz, Flórido Rodrigues Pereira (1790-1862) 1º Visconde de Castelões (1851). Maçon. Proprietário e comerciante do Porto. Deputado e par do reino. Ministro de Bonfim e do cabralismo, de que foi destacada figura.
Deputado em 1834-36; 1840-42; 42-45; 46; 48-49. Par do reino desde 1849. Ministro da fazenda no governo do conde de Bonfim, entre 26 de Novembro de 1839 e começos de 1841, sucedendo-lhe Manuel Gonçalves de Miranda. Ministro do governo de Costa Cabral, desde 18 de Junho de 1849 a 1851. Ministro marinha em 1849-51 e da guerra em 1851.

Ferraz, José António da Rocha Beleza Nomeado chefe de estado-maior-general das forças armadas em Setembro de 1958, com a ascensão de Botelho Moniz a ministro da defesa.
Ferraz Jr., Tércio Sampaio (n. 1941). Filósofo do direito brasileiro. Doutor em Filosofia por Mainz e doutor em Direito pela Universidade de São Paulo. Professor da Universidade de São Paulo. Discípulo de Miguel Reale e de Theodor Viehweg.

Di Zweidimensionalitat des Rechts

Mainz, 1970.

Direito, Retórica e Comunicação

1973.

Conceito de Sistema no Direito



1976.

Teoria da Norma Jurídica. Ensaio de Pragmática da Comunicação Normativa

1977.

A Ciência do Direito



1978.

Democracia e Participação

1979.

A Função Social da Dogmática Jurídica



1970.
Ferreira, António (1528-1569) Poeta e dramaturgo português, autor da Castro, de 1587, e dos Poemas Lusitanos, editados em 1598. Bacharel em cânones, desembargador da Casa do Cível, discípulo literário de Sá de Miranda. Lega-nos a melhor síntese da ideologia dominante nos séculos XV e XVI, num poema intitulado Carta I a El-Rei D. Sebastião. Aí se considera que o rei tem os seus poderes através de uma eleição divina (Elegeu Deus Pastor à sua grei...) feita através do povo (Conforme, e junto o povo nua vontade/ Num só, por bem comum, pôs seus poderes). O povo deve ao rei obediência, e lealdade e, além disso, obrigar suas vidas, seus haveres. O rei, por seu lado, deve justiça e paz / E remédio e socorro a seus mesteres, pelo que o povo está sujeito ao rei e o rei à boa razão (Dali sogeito ao Rei o povo jaz,/ Dali sogeito o Rei à boa razão/ Da mesma lei, que em si esta força traz). Proclama que deve à lei o que a faz obediência
Ferreira, António Aurélio da Costa 1879-1922 Médico, antropólogo e professor de liceu. Alinha com o partido evolucionista de António José de Almeida. Ministro do fomento do governo de Duarte Leite, de 16 de Junho de 1912 a 9 de Janeiro de 1913. Tem, então, como chefe de gabinete, Alfredo Pimenta. Ver Henrique de Vilhena, Em Memória de António Aurélio da Costa Ferreira, Lisboa, 1940.

Ferreira, António Bernardino Secretário de Estado do interior do sidonismo de 8 de Outubro a 23 de Dezembro de 1918.
Ferreira, António Vicente (1874-1953) Oficial de engenharia militar. Professor no Instituto Superior Técnico. Membro do partido unionista, foi depois apoiante do salazarismo. Ministro das finanças do governo de Duarte Leite, de 16 de Junho de 1912 a 9 de Janeiro de 1913. Ministro das finanças de 30 de Agosto a 19 de Outubro de 1921, no governo de António Granjo. Ministro das colónias no governo nacionalista de Ginestal Machado, de 15 de Novembro a 18 de Dezembro de 1923.
Ferreira, David Historiador da I República, destacando-se as suas colaborações no Dicionário de História de Portugal, dirigido por Joel Serrão. Pai do escritor David Mourão Ferreira.

O Partido Republicano em Portugal

in Vida Mundial, nº 1634, 2 de Outubro de 1980, pp. 10-18

Ferreira, David Mourão n. 1927Escritor e professor da faculdade de letras de Lisboa. Colabora na Seara Nova de 1953 a 1955. Secretário da Sociedade Portuguesa de Autores de 1965 a 1974. Secretário de Estado da Cultura no VI governo provisório e no I e VI governos constitucionais. Filho de David Ferreira.

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