Esboçada em Londres em 1882-1883, é organizada em 1884 e dura até 1930. Tem como objectivo inicial


Ferreira, Eduardo da Costa. Ministro da instrução pública de 11 de Setembro a 14 de Novembro de 1929



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Ferreira, Eduardo da Costa. Ministro da instrução pública de 11 de Setembro a 14 de Novembro de 1929.



Ferreira, Jacinto (n. 1906). Professor catedrático da Escola de Medicina Veterinária da Universidade Técnica de Lisboa. Destacado militante da Causa Monárquica. Director do semanário O Debate. Símbolo do conservadorismo tradicionalista português, marcado pela autenticidade na defesa da tríade Deus, Pátria, Rei. Continuando a tradição miguelista de defesa da descentralização e da demofilia, de acordo com a reinterpretação integralista. Foi deputado das listas da União Nacional, sendo bastante crítico para o regime. Chega a apresentar em plena Assembleia Nacinal uma demolidora e desassombrada crítica à Mocidade Portuguesa. Quer combater o apoliticismo, sem cair na defesa de uma constante agitação política. Teme o grande mal desta geração em que as massas foram solicitadas, quase arrastadas, a apoiar governantes ocasionais, saídos dos acasos das eleições, ou do jogo dos golpes de Estado. Neste sentido, critica o indiferentismo, a abstenção, a apatia. Subscreve a tese de Pio XI, segundo a qual a política bem entendida é uma forma de Caridade. Em Para um Verdadeiro Governo do Povo, Lisboa, 1963, cita os integralistas e a doutrina social da Igreja, bem como Cabral de Moncada e Francisco Sousa Tavares, invocando o testemunho de alguns politólogos como Georges Burdeau e Bertrand de Jouvenel.

F
erreira, João António Brissac Das Neves (1846-1902)
Oficial da marinha de guerra. Governador civil do Porto em 1892. Especialista em questões coloniais. Ministro da marinha e do ultramar de Hintze Ribeiro, de 23 de Fevereiro de 1893 a 26 de Novembro de 1895.


Ferreira dos Santos, Joaquim (1782-1866) 1º Visconde e 1 Conde de Ferreira. Capitalista. Maçon. Par do reino de 1842 a 1866. Um dos trinta pares da fornada cabralista de 3 de Maio de 1842. Assume-se sempre como apoiante de Costa Cabral.
Ferreira, Frei João n. 1927 Professor em Roma e em Brasília. Director da revista Itinerarium de 1958 a 1960.

Existência e Fundamentação Geral do Problema da Filosofia Portuguesa

Braga, Editorial Franciscana, 1965

Ferreira, José Dias (1837-1909) Professor de direito e político português. Reage contra a vertente individualista do krausismo ferrerista, sendo influenciado por Hegel Noções Fundamentais de Filosofia do Direito (Coimbra, Imprensa da Universidade, 1861; 2ª ed., 1864). Catedrático de direito (formado desde 1859). Deputado em 1860-1861 (por Arganil); 1865-1868; 1868-1876. Par do reino desde 1876. Ministro da fazenda do governo de Ávila entre 4 de Janeiro e 22 de Julho de 1868. Ministro da fazenda e da justiça, de 26 de Maio a 4 de Julho e do reino de 4 de Julho a 29 de Agosto de 1870, no governo da saldanhada de que foi o inspirador. Funda o partido constituinte em Junho de 1871. Presidente do ministério de 17 de Janeiro de 1892 a 23 de Fevereiro de 1893, num governo dito de acalmação partidária. Durante a chefia do governo, acumulou sempre a pasta do reino. Acumulou a instrução pública até 3 de Março de 1892, data em que o ministério foi mais uma vez extinto. De 27 de Maio de 1892 até 23 de Fevereiro de 1893, acumulou a pasta da fazenda, depois da saída de Oliveira Martins. Eleito deputado independente em 25 de Novembro de 1900, sob o governo regenerador de Hintze.
em Noções Fundamentais de Filosofia do Direito, de 1864, onde proclama que há uma certa porção de bem cuja realização, como indispensável à realização da vida humana, não pode ficar dependente dos caprichos ou da vontade individual de cada homem. A conservação da vida social está de tal modo dependente da realização objectiva desta porção de bem, que não pode satisfazer-se nesta parte só com a garantia das boas intenções: tão impreterível é a necessidade da realização desta porção de bem.

autor de Noções Fundamentais de Filosofia do Direito, de 1864, e de Código Civil Portuguez Annotado, de 1870, já se nota a influência directa de Hegel e uma certa reacção contra a vertente individualista do krausismo ferrerista, quando se considera que há uma certa porção de bem cuja realização, como responsável à realização da vida humana, não pode ficar dependente dos caprichos ou da vontade individual de cada homem. A conservação da vida social está de tal modo dependente da realização objectiva desta porção de bem que não pode satisfazer se nesta parte só com a garantia das boas intenções, tão impreterível é a realização desta porção de bem.

Segundo Cabral de Moncada, o autor em causa é um dos pioneiros na introdução em Portugal de uma concepção social de direito, nomeadamente pela teorização do conceito de abuso do direito: sendo o justo a expressão de um princípio natural, não pode conceber-se, sem contradição dos próprios decretos da Providência, como uma lei do Criador possa autorizar acções diametralmente opostas ao fim para que a mesma Providência as destinou

Ensaio sobre os Primeiros Elementos da Teoria da Estadística do exº sr. Adrião Pereira Forjaz de Sampaio

Coimbra, Imprensa da Universidade, 1857

Anotações aos Elementos de Direito Natural do exº sr. Vicente Ferrer Neto Paiva

Coimbra, Imprensa da Universidade, 1858

Noções Fundamentais da Philosophia do Direito

Coimbra, Imprensa da Universidade, 1861. Numa segunda edição de 1864, o livro passa a ter o título Noções Elementares da Philosophia do Direito

Codigo Civil Portuguez Annotado

Em quatro tomos, 1870, 1872, 1874, 1877. Os três primeiros editados em Lisboa pela Imprensa Nacional. O último em Coimbra pela Imprensa da Universidade.
Ferreira,_José_Eugénio_Dias'>Ferreira, José Eugénio Dias (1882-1953) Filho de José Dias Ferreira. Licenciado em 1907. A discussão das suas Theses em 27 e 28 de Fevereiro de 1907 deu origem à greve académica. Professor da Universidade Técnica.
Ferreira, José Gomes (1900-1985) Poeta português. Licenciado em Direito por Lisboa em 1924. Cônsul na Noruega em 1926-1930. Fez os estudos secundários no Porto, onde foi aluno de Leonardo Coimbra. Influenciado por Raúl Brandão e Afonso Duarte. Ligado ao grupo do Novo Cancioneiro. Depois de 1974, torna-se presidente da Associação Portugues de Escritores e aparece associado ao PCP, tonando-se no símbolo do poeta militante. Autor de algumas das letras das Canções Heróicas de Fernando Lopes Graça.

F
erreira, José Medeiros
Político e professor universitário português. Líder estudantil nos anos sessenta, passa para o exílio, destacando-se como membro do grupo de Genebra, com Eurico de Figueiredo, António Barreto e Ana Benavente. Militante do PS, assume a pasta dos negócios estrangeiros no I Governo Constitucional, sendo responsável pela abertura de neociações com a CEE. Torna-se dissidente do PS e forma o grupo dos Reformadores, participando na Aliança Democrática. Será depois militante do PRD, para regressar à actividade parlamentar, de novo como militante do PS. Professor da Universidade Nova de teoria das relações internacionais.

Estudos de Estratégia e Relaçöes Internacionais

Lisboa, 1981

Ensaio Histórico sobre a Revolução de 25 de Abril. O Período Pré-Constituciona

Lisboa, 1983.

Ferreira, José Ribeiro Professor da Faculdade de Letras de Coimbra. Autor de Participação e Poder na Democracia Grega, Coimbra, Faculdade de Letras, 1990 e de A Democracia na Grécia Antiga, Coimbra, Minerva, 1990.

Ferreira, Manuel Gonçalves Cavaleiro (1912-1992). Professor de direito penal. Licenciado em direito em 1932 e doutor em 1934 pela Faculdade de Direito de Lisboa. Catedrático desde 1943. Ministro da justiça de Salazar, de 6 de Setembro de 1944 a 7 de Agosto de 1954.
Ferreira, Luiz Pinto (n. 1918) Jurista brasileiro. Diplomado pelo Recife. Professor na Universidade do Pernambuco. Adere ao marxismo. Considera que haverá soberania onde houver poder de decisão em última instância.

Novos Rumos do Direito Público

Recife, 1937.

Teoria Científica do Conhecimento

Recife, 1939.

Da Soberania

Recife, 1943.

Formação, Desenvolvimento e Fins do Estado

1945.

A Democracia Socialista e os Novos Rumos do Presidencialismo Brasileiro



Recife, 1943.

Curso de Direito Constitucional

Recife, 1946.

Da Constituição

1946. 2ª ed., Rio de Janeiro, Konfino, 1956.

Laski e o Estado Moderno

Recife, 1948.

Teoria Geral do Estado

1957, 2ª ed. Nova ed., São Paulo, Saraiva, 1984.

Teoria do Espaço Social

Rio de Janeiro, 1957.

Notas Críticas sobre a Filosofia Marxista

1957.

Reforma Agrária



Rio de Janeiro, Freitas Basto, 1960.

Recordação de Hegel

1974.

Tratado de Filosofia Dialética



1976-81. Quatro volumes.

Ferreira, Manuel Rodrigues

As Repúblicas Municipais do Brasil (1532-1824)

São Paulo, Prefeitura do Município de São Paulo, 1980.
Repúblicas (As) Municipais do Brasil (1532-1824), 1980 Ferreira, Manuel Rodrigues

F
erreira, Silvestre Pinheiro
(1769-1846). O mais importante dos publicistas portugueses do século XIX. Vai deixar marca indelével tanto no direito público francês. Basta recordar a invenção estruturada da ideia de poder de sufrágio, mais tarde desenvolvida por Hauriou, como as próprias concepções políticas, até porque está demonstrada a influência do corporatismo de Ferreira em autores como Proudhon e Blanc. Contudo, acabou por não ser profeta na sua própria terra, onde vieram a preponderar, primeiro, as vulgarizações simplificadoras do krausismo, a partir de Ahrens, e, depois, os delírios ideologistas do positivismo comteano.
A recepção deste modelo organicista estrangeirado impede que, entre nós, frutifique a influência de um dos mais originais publicistas do século XIX, o portuguesíssimo Silvestre Pinheiro Ferreira (1769-1846), exilado em Paris de 1826 a 1842, autor do célebre Précis d'un Cours de Droit Public Interne et Externe, Paris, Imp. de Casimir, 1830, considerado como um dos primeiros corpos completos de direito público da Europa, abrangendo tanto o direito interno como o direito constitucional.

Segue-se, do mesmo autor, o Projecto de Ordenações para o Reino de Portugal, Paris, 1831, em três tomos, onde se propõe uma reforma das leis fundamentais portuguesas, pela edição de leis orgânicas para a respectiva execução.

O mais notável dos publicistas da cultura portuguesa, se vai deixar marca indelével tanto no direito público francês (basta recordar a invenção estruturada da ideia de poder de sufrágio, mais tarde desenvolvida por Hauriou) como nas próprias concepções políticas (está demonstrada a influência do corporatismo de Ferreira em Proudhon e Blanc), acabou por não ser profeta na sua própria terra, onde vieram a preponderar, primeiro, as vulgarizações simplificadoras do krausismo, a partir de Ahrens, e, depois, os delírios ideologistas do positivismo comteano.

Estuda na Congregação do Oratório em Lisboa de 1784 a 1791, os chamados congregados, chegando a tomar ordens menores.

Professor particular de filosofia em Lisboa em 1792 e, depois, professor de filosofia do Colégio das Artes em Coimbra.

Passa clandestinamente para o estrangeiro em 1797, primeiro para Londres, onde se encontrou com o Abade Correia da Serra, e depois para Paris. Reclama contra a perseguição, através de António de Araújo e Azevedo, futuro conde da Barca, então em Paris.

Logo reabilitado pelo governo, fica em Paris, onde colabora como secretário da missão diplomática. Passa em 1798 para a Haia, onde encontra o morgado de Mateus, com quem viaja pelo Norte da Alemanha em 1798-1799. Contacta com Fichte e Schelling em Berlim.

Regressa a Lisboa, onde permanece até 1802 como oficial da secretaria dos negócios estrangeiros.

Entre 1802 e 1809 é secretário da legação de Portugal em Berlim. Segue daí para o Rio de Janeiro.

Em 1811 é membro da Junta do Comércio. Propõe em Abril de 1814 que D. João VI outorgue uma carta constitucional.

Nomeado embaixador em Washington em 1820, acaba por não partir, ficando no Rio como director da Imprensa Régia.

Ministro dos negócios estrangeiros e da guerra desde 26 de Fevereiro de 1821, substituindo Palmela. Regressa a Lisboa com D. João VI. Parte em 26 de Abril. Nomeado pela regência estabelecida pelas Cortes, ministro do interior e da guerra, em 26 de Janeiro de 1821. Interrompe as suas funções governativas até Julho.

Ministro dos negócios estrangeiros no governo nomeado por D. João VI de 29 de Julho a 7 de Setembro do mesmo ano. Manteve-se em tal pasta no governo nomeado de 7 de Setembro de 1821 a 28 de Maio de 1823.

Depois da queda do governo de Pamplona/Palmela, em Janeiro de 1825, D. João VI convida-o de novo para a pasta dos estrangeiros.

Ainda em 1825 publica um Parecer sobre um projecto de pacto federativo entre o Império do Brasil e o Reino de Portugal.

Sai de Portugal em finais de 1825 e instala-se a partir de 1826 em Paris. Eleito deputado em 1826, 1836, 1838, nunca chega a exercer tais funções.

Regressa a Portugal em 1841 e logo é eleito deputado pelo Minho em 1842. Desempenha o cargo em 1843, apresentando na Câmara uma série de leis orgânicas que nem sequer chegam a ser discutidas.

Colabora com A Revolução de Setembro em 1844.


Prelecções Filosóficas

1813.

Essai sur la Psychologie



Paris, 1826.

Précis d'un Cours de Droit Public Interne et Externe,

Paris, Imp. de Casimir, 1830, considerado como um dos primeiros corpos completos de direito público da Europa, abrangendo tanto o direito interno como o direito constitucional.

Projecto de Ordenações para o Reino de Portugal

Paris, 1831, em três tomos, onde se propõe uma reforma das leis fundamentais portuguesas, pela edição de leis orgânicas para a respectiva execução. Outras obras de alta densidade política foi editando, nomeadamente

Observações sobre a Constituição do Império do Brazil e sobre a Carta Constitucional do Reino de Portugal

Paris, 1831

Manual do Cidadão em um Governo Representativo, ou Princípios de Direito Constitucional, Administrativo e das Gentes

Paris, Rey et Gravier- J. P. Aillaud, 1834, em 3 vols (Tomo I — Direito Constitucional; Tomo II — Direito Administrativo e das Gentes; Tomo III — Projecto de Código Geral de Leis Fundamentaes e Constitutivas duma Monarquia Representativa);

Declaração dos Direitos e Deveres do Homem e do Cidadão

Paris, Rey et Gravier, 1836;

Projecto de Código Político para a Nação Portuguesa

Paris, Rey et Gravier, 1838;

Projecto de Associação para o Melhoramento da Sorte das Classes Industriosas

Paris, Rey et Gravier- J. P. Aillaud, 1840;

Questões de Direito Público e Administrativo, Filosofia e Literatura

[1844], Lisboa, Typ. Lusitana, 1844;

Précis de Droit Politique

Lisboa, 1845.

Noções Elementares de Philosophia Geral, e Applicada às Sciencias Moraes e Politicas. Ontologia, Psychologia, Ideologia

Paris, Typ. du Casimir, 1839, onde diz defender as ideias de Aristóteles, Bacon, Leibniz, Locke e Condillac contra o tenebroso barbarismo dos Heraclitos da Alemanha (Kant, Fichte, Schelling, Hegel) e a brilhante phantamasgoria dos ecléticos da França.

Noções Elementares de Ontologia

Paris, 1836, onde defendia que as sciencias morais e políticas [...] constituem por si sós um corpo de sciencia.

Theodicée ou Traité Elémentaire de la Réligion Naturelle et de la Réligion Revellée

Obra não publicada, de 1845.


Armando Marques Guedes, Silvestre Pinheiro Ferreira, in Jurisconsultos Portugueses do Século XIX, 2º vol., edição do Conselho Geral da Ordem dos Advogados, Lisboa, 1960, pp. 26 ss. A. A. Corte Real, O Universalismo de Silvestre Pinheiro Ferreira, Conselheiro do Rei D. João VI, Braga, 1969José Esteves Pereira, Silvestre Pinheiro Ferreira. O Seu Pensamento Político, Coimbra, 1974.

Ferreira, Vergílio (1916-1996) Um dos principais romancistas portugueses do século XX. C
omeçando a respectiva formação no seminário, acaba por licenciar-se em Letras em Coimbra. Professor de liceu, desde Évora ao Liceu Camões em Lisboa, é profundamente marcado pelo existencialismo, nomeadamente de Sartre, a quem prefacia a edição portuguesa de O Existencialismo é um Humanismo. Começando pela esquerda à francesa do pós-guerra e pelo neo-realismo, distancia-se do marxismo e, depois de 1974, afirma-se socialista, assumindo um vigoroso anticomunismo, ao mesmo tempo que denuncia os protagonistas do neo-realismo português. Entre 1980 e 1988 edita um diário político-cultural, que constitui um dos principais retratos íntimos do país no período revolucionário e na ressaca pós-revolucionária.

Introdução à trad. port. da obra de Jean-Paul Sartre, O Existencialismo é um Humanismo.

Espaço do Invisível

Em quatro volumes, 1965, 1976, 1977 e 1987.

Conta Corrente

em 5 volumes, 1980, 1981, 1983, 1986 e 1988.


Conta Corrente, 1980-1988 Ferreira, Vergílio

Espaço do invisível, 1965-1987 Ferreira, Vergílio


FERRER, Ver PAIVA
*

Ferreri, Adriano Maurício Guilherme Oficial do exército. Ministro do governo de Costa Cabral, desde 18 de Junho de 1849. Morre em 14 de Março de 1860
Ferrerismo,99,665
Ferrero, Guglielmo (1871-1943) Professor italiano de História Moderna. Casado com uma filha de Cesare Lombroso. Membro da União Pan Europeia. Europeísta, defende que a Europa é qualidade face à quantidade americana. Opositor ao fascismo. Estuda do conceito de legitimidade entendida como o conjunto dos génios invisíveis da cidade; relações entre a política e o medo; análise do conceito de revolução. Considera mesmo que não houve uma,mas não à regionalização! duas revoluções francesas.Uma começada em 5 de Maio de 1789 e outra em 14 de Julho do mesmo ano.A primeira que teve início na reunião dos Estados gerais em Versalhes,visava a reforma; a segunda,desencadeada com a Tomada da Bastilha é que marca a revolução verdadeiramente revolucionária.

A Revolução Francesa é, pois, uma revolução dupla.É "ao mesmo tempo,uma das mais audaciosas tentativas de orientação nova do poder e da sociedades, e uma das mais gigantescas, rápidas e violentas destruições da legalidade. As duas revoluções misturando se,confundem se, combatem se,desfiguram se até se tornarem mutuamente incompreensíveis;e no fim o grande medo provocado pela destruição total da legalidade do Antigo Regime, fazem perder a respiração à orientação nova,e faz chegar o grande projecto de libertação da humanidade à criação do Estado revolucionário,e a uma segunda revolução que é a negação da primeira".


o Contrato social "não é um ataque contra o sistema aristo monárquico que dominava a Europa, mas um panfleto da política genebrina,uma ofensiva filosófica contra a oligarquia da 'Rue des Granges",isto é, a defesa do conselho geral contra os dois outros conselhos mais restritos, dominados pelas grandes famílias.
"o soberano que cria é em todo o lado difícil de identificar,de marcar,clandestino.sabe se que deve encontarar se em qualquer lado, mas ninguém sabe aonde".

"o homem vive no meio de um sistema de terrores,em parte naturais,em parte criados por ele próprio (o homem),uns verdadeiros,outros fictícios:estes mais terríveis que aqueles.O poder é a manifestação suprema do medo que o homem faz a ele próprio pelos esforços que desenvolve para dele se libertar...O esquema do Estado é sempre e em todo o lado o mesmo:chefes que comandam e que julgam;polícias e soldados que impõem pela força as vontades e os julgamentos dos chefes;a massa que obedece espontaneamente ou pela coacção" E nesta onda talvez tenha razão Charles Maurras quando refere que o homem "naturalmente filantropo, naturalmente misantropo, o homem tem necessidade do homem, mas tem medo do homem; as circunstâncias regulam o jogo destes dois sentimentos que se combatem e completam"

define a legitimidade como "um acordo tácito e subentendido entre o Poder e os seus súbditos,sobre certos princípios e certas regras que fixam a atribuição e os limites do poder". sentido,"um governo legítimo é um poder que se libertou do medo,porque aprendeu a apoiar se no consentimento, activo ou passivo,e a reduzir proporcionalmente o emprego da força".

Salienta,no entanto,que "os princípios da legitimidade nascem, crescem, envelhecem e morrem" e que depois de durante séculos se identificarem com o princípio aristocrático,hereditário e monárquico,eis que nos séculos XIX e XX,passaram a ser democráticos,assentes na delegação do poder pelo povo e na existência de direito de oposição e de liberdade de sufrágio




Ferrero "a vontade geral é um absoluto de carácter religioso"

Il Simboli in Rapporto alla Storia e Filosofia del Diritto, alla Psicologia e alla Sociologia

Turim, Fratelli Bocca, 1893.

La Dona Delinquente, la Prostituta e la Dona Normale

1895. Com Cesare Lombroso. Ver a trad. fr. La Femme Criminelle et la Prostituée, Grenoble, Millon, 1991.

L'Europa Giovini

1896.

Le Militarisme et la Societé Moderne



Paris, Stock, 1899.

Tra I Due Mondi

1913.

The Ruin of Ancient Civilization and the Triumph of Christianity



trad. ingl., Nova Iorque, 1921.

The Principles of Power. The Great Political Crises of History

Nova York, Putnam, 1942 [trad. it. Il Potere. I Geni Invisibile della Cità, Milão, Sugar, 1981; trad. fr. Pouvoirs. Les Génies Invisibles de la Cité, Paris, Librairie Générale Française, 1988].

Da Fiume a Roma. Storia di Quatri Anni (1919-1923)

Milão, Athena, 1945.

Les Deux Révolutions Françaises. 1789-1796

Boudry, Éditions La Baconnière trad. ing., Nova York, Basic Books, 1968].

Bonaparte en Italie

Paris, Bernard de Fallois, 1995.

Talleyrand au Congrès de Vienne

Paris, Bernard de Fallois, 1996.


Ferreti Jusnaturalista católico italiano.

Institutiones Philosophiae Moralis

1886.

Ferreyrolles, Gérard Considera que "o poder é desejado pela concuspicência,obtido pela força e perpetuado pela imaginação: três fadas más que se debruçam sobre o destino da cidade dos homens".

Pascal et la Raison du Politique

Paris, PUF, 1984.

Les Reines du Monde. L’Imagination et la Coutume chez Pascal

Paris, Champion Honoré, 1995.

Justice et Force

Paris, Klinksieck, 1996.

Représentation de l’Histoire au Xve Siècle



Dijon, PUF, 1999.

Ferri, Enrico 1856-1929 Criminalista italiano, da escola de Cesare Lombroso e Raffaele Garofalo. Participa no I Congresso do Instituto Internacional de Sociologia de 1895, com Tonnies e Lilienfeld. Aí proclama que a sociologia será socialista ou não será.
Ferro, António Joaquim tavres (1895-1956) Jornalista. Poeta m
odernista, companheiro de Fernando Pessoa e Mário Sá Carneiro em Orpheu. Frequenta a Faculdade de Lisboa em 1913-1918, sem concluir a licenciatura. Colabora na revista Portugal Futurista, surgida em Novembro de 1917, sendo autor de uma célebre conferência proferida no Brasil em 1922, A Idade do Jazz-Band. Como jornalista, destaca-se com uma série de entrevistas a Mussolini, Clemenceau, Pétain, Cocteau, D’Annunzio, Primo de Rivera, Unamuno e Afonso XIII. Autor de Viagem à Roda das Ditaduras. Politicamente fora sidonista, mas lofo em 1920, considera a falência da ordem republicana. Depois do 28 de Maio, está implicado no golpe de Filomeno da Câmara de 1927, com Fidelino de Figueiredo e Henrique Galvão, a chamada conspiração dos Fifis. Tinha cumprido o serviço militar em Angola como oficial miliciano, tornando-se ajudante de Filomeno da Câmara. Casado com a poetisa Fernanda de Castro. Director da Ilustração Portuguesa em 1921. Será nomeado chefe do Secretariado da Propaganda Nacional. Publica em 1933 Salazar e a sua Obra, reunindo entrevistas concedidas pelo chefe do governo ao Diario de Notícias, em finais de 1932, o Salazar passado a ferro. A obra vai ser traduzida em francês em 1934, com prefácio de Paul Valéry. Seguem as edições em inglês, em 1939, com prefácio de A. Chamberlain, em italinao, com prefácio de Corrado Zoli, e em castelhano, em 1935, com prefácio de Eugénio D’Ors. O prefácio da edição portuguesa é da autoria do próprio Salazar. Em 26 de Outubro de 1934 é nomeado como o primeiro secretário da Propaganda Nacional, cabendo-lhe dinamizar a chamada política de espírito do Estado Novo. Exerce essa actividade durante quinze anos.
Ferry, Jules François Camille (1832-1893). Advogado. Começa por destacar-se como jornalista, principalmente no periódico Le Temps. tornando-se deputado a partir de 1869. Nesse período do Segundo Império, celebriza-se por denunciar o sistema de poder pessoal de Luís Napoleão. Maire de Paris desde 16 de Novembro de 1870. Na Terceira República, volta a ser deputado, a partir de 1871, mas logo passa a embaixador na Grécia em 1872-1873. Alinha na oposição republicana a MacMahon. Assume o anticlericalismo e o positivismo, iniciando-se na maçonaria em 1875, juntamente com Littré. Ministro da instrução pública desde 1879. Presidente do conselho francês de 1880 a 1885, é responsável pela criação do sistema francês de ensino público, lutando contra o ensino das congregações religiosas e estabelecendo uma escola primária laica. É por sua iniciativa que surge a lei de 1882 o ensino primário torna-se gratuito e laico, não sem antes terem sido expulsos os jesuítas, em 1880. Em discurso proferido em 1884, considera que o governo deve ser o superintendente da previdência social e o tutor dos infelizes que não têm quem os defenda. Defende o estabelecimento de um império colonial francês como compensação face à derrota de 1871. Cabe-lhe a intervenção na Tunísia, o ançamento do Congo francês, o estabelecimento em Madagascar e o começo da expedição do Tonkim. Considera que a política colonia é filha da política industrial, com objectivos humanitários. Num discurso de 31 de Janeiro de 1884, justifica o futuro Estado Providência, quando proclama que o governo deve ser o superintendente da previdência social e o tutor dos infelizes que não têm quem os defenda.

Le Tonkin et la Mère Patrie. Témoignages et Documents

Paris, Havard, 1890.

La République des Citoyens

Paris, Imprimerie National, 1996, 2 vols. Recolha de discursos.

Jules Ferry et l’École

Paris, Societé Commerciale et Industrielle de Presse, 1984.


Ferry, Luc (n. 1951) "o pensamento liberal da autonomia do social permitirá ou,pelo menos, vai acompanhar ...que se atinja a disjunção moderna do societal e do estatal", tornando,assim, possível "a distinção dos droits libertés (anti estatais se se preferir) dos droits créances (implicando a intervenção do Estado"
"a representação americana , que tem seguramente como horizonte político o liberalismo se... pressupõe filosoficamente uma concepção da história segundo a qual o real (social) é suposto reunir em si mesmo o ideal (dos direitos do homem) pelo simples jogo imanente de relações sociais animadas pelo contrário aparente do direito (o egoísmo do interesse privado)", enquanto a representação francesa "que tem como horizonte a ideia (pelo menos jacobina) de um poder omnipotente e constantemente activo, pressupõe filosoficamente uma concepção voluntarista e ética do progresso" "quer, uma filosofia prática da história , para a qual o real é transformado de fora, pelos homens, em nome de um ideal de moral universal"
"a ideia de vontade geral, isto é de uma dominação da sociedade pelo homem, com o seu correspondente, a soberania do povo, cria, na realidade, apesar da aparência de liberdade que introduz, as condições de possibilidade de um novo género, de dimensão infinitamente mais extensa que as tiranias conhecidas no Antigo Regime: a vontade do povo sendo precisamente o único princípio de legitimidade, basta apenas que seja desviada em seu proveito por uma assembleia ou por um homem para que eles se vejam investidos de um poder propriamente ilimitado".

"Rousseau não é ainda um verdadeiro moderno; ele conserva da monarquia do antigo regime a ideia voluntarista do poder  causa da sociedade e a exigência do primado do todo, mesmo que este primado não esteja materializado na pessoa do princípe, mas assimilado a esta entidade imanente ao social que é a vontade geral"

"o regresso à concepção antiga do direito natural apresenta a dupla vantagem, contra o historicismo, de restaurar uma transcendência do justo ( uma distinção do ideal e do real) e, contra o positivismo, de enraizar a validade dos valores jurídicos na própria objectividade   conferindo, assim, às normas uma consistência que ameaça ,em vez de lhe retirar,nos Modernos, o enraizamento dos valores na subjectividade"

Système et Critique. Essais sur la Critique de la Raison dans la Philosophie Contemporaine

Bruxelas, Ousia, 1984.

Philosophie Politique

Paris, Presses Universitaires de France, 1984-1985. Com Alain Renaut. Tomo I  Le Droit. La Nouvelle Querelle des Anciens et des Modernes; tomo II  Le Système des Philosophies de l’Histoire; tomo III  Des Droits de l’Homme à l’Idée Republicaine.

La Pensée 68. Essai sur l’Anti-Humanisme Contemporain

Paris, Éditions Gallimard, 1985. Com Alain Renaut.

La Pensée 68. Essai sur l’Anti-Humanisme Contemporain

Paris, Éditions Gallimard, 1985. Com Alain Renaut.

Heidegger et les Modernes

Paris, Grasset, 1988. Com Alain Renault.

La Nouvelle Ordre Écologique. L’Arbre, L’Animal et l’Homme

Paris, Grasset-Libre de Poche, 1992. Trad. port., A Nova Ordem Ecológica, Lisboa, Edições Asa, 1993.

L’Écologie Profonde. Essai de Critique Philosophique

Paris, Paris, Fondation Saint-Simon, 1992.

68-86. Itinéraires de l’Individu

Paris, Gallimard, 1987.

·Des Animaux et des Hommes

Paris, Libre de Poche, 1994.

Morales Laiques. Morales sans Transcendance?

Paris, Fondation Saint-Simon, 1995.

·L’Homme-Dieu ou le Sens de la Vie

Paris, Grasset, 1996.

·La Sagesse des Modernes. Dix Questions pour Notre Temps. Essais

Paris, Laffont, 1998. Com André Comte-Sponville.

Fessard, Gaston (n. 1897). Jesuíta francês. Companheiro de estudos de Raymond Aron.

Pax Nostra. Examen de la Conscience Internationale

Paris, 1936.

Paix ou Guerre? “Notre Paix”

Paris, 1951.

De l’Actualité Historique



Paris, 1960, 2 vols..

Feudalismo Do fr. Féodalisme,82,543. A sociedade feudal, segundo Marc Bloch assumia-se como uma poeira de senhorios, de comunidades familiares ou aldeãs e de grupos vassálicos. Mas, por cima dela, erguiam-se as realezas e o império, com um longo passado. As realezas derivavam das chamadas monarquias bárbaras, com reis a procurarem uma dimensão sagrada, principalmente pela unção, pelo qual o homem passava do profano ao sagrado, mas ficando na dependência de quem o benzia. As realezas não eram assim apenas superiores, dado que pretendiam ascender a uma ordem verdadeiramente diferente. Em torno desta realeza começa a esboçar-se aquilo a que se irá dar o nome de Estado e que antes se qualificava como respublica, com poucas funções, aliás, dado que as tarefas do ensino e da assistência continuavam a caber à Igreja. Os poderes da realeza, além disso, tinham o carácter intermitente da sua eficácia os chefes estavam obrigados, segundo o código do bom governo da época a não poderem decidir nada de grave salvo se obtivessem previamente o conselho dos grandes do respectivo reino. Vive se também na Península Ibérica a proto história do feudalismo, uma potência que, entre nós, dificilmente passará a acto. Um tempo donde se podem retirar lições das mais contraditórias. Assim, temos os mais generosos factores democráticos, ao estilo do conventus publicus vicinorum, a nossa polis rural, ao mais cru dos pactos de submissão pessoal. Umas vezes só pode obter se a autonomia do grupo pela submissão inter pessoal dentro do grupo; outras vezes, para garantir a liberdade pessoal dentro do grupo tem de submeter se todo ele a um determinado potentado. Se na Península Ibérica existiram as mesmas sementes sócio políticas que na França irão dar origem ao feudalismo puro, entre nós, o respectivo processo de maturação foi globalmente interrompido pela guerra de reconquista. Num terreno que era potencialmente fértil, em termos feudais, faltou lhe o necessário adubo sócio político e da sementeira apenas vêm a ser colhidos alguns frutos tardiamente maduros e desadequados ao sentido do tronco, de que Alfarrobeira é um expressivo exemplo. Tanto a monarquia asturo leonesa como os reinos que dela se auto determinaram, muito especialmente o de Portugal, foram marcados pela atracção centrípeta da concentração e da centralização, que apesar de actuaram sobre bases potencialmente capazes de atomização feudalizante, geraram, deste modo, uma tensão de contrários, entre um pólo politico militar e um pólo sócio económico, com a consequente assimetria estrutural. A "senhorialidade" que muitos autores fazem opor à "feudalização" reflecte uma correcta tentativa de caracterização desse regime híbrido. As raízes visigóticas, que constituem um inequívoco "poder ser " de feudalismo(um regime agrícola e uma sociedade simultaneamente guerreira e aristocrática) vão enxertar se os corpos estranhos do comércio marítimo, do urbanismo burguês, do regalismo e da militarização vilã, pelo que, a partir do século XII, pelo menos em Portugal, nos surge já uma sociedade mista, precocemente capitalista e estadualizante. julgamos não valer a pena polemizar sobre a existência ou não de feudalismo em Portugal. Recordemos que mesmo "a Europa feudal não foi totalmente feudalizada no mesmo grau nem segundo o mesmo ritmo e, especialmente, que em parte alguma o foi completamente. Em nenhum país, a população rural caiu totalmente nas malhas duma dependência pessoal e hereditária. Quase por toda a aprte   ainda que em número extremamente variável, conforme as regiões   subsistiram terras alodiais, grandes ou pequenas. A noção de estado nunca desapareceu absolutamnete e, onde conservou mais vigor, houve homens que teimaram em chamar se 'livres', no sentido antigo da palavra, porque dependiam apenas do chefe do povo ou dos seus representantes", conforme Marc Bloch. Não será que em Portugal essas "ilhas de independência" e esses "grupos de guerreiros camponeses", para utilizar expressões do mesmo autor, não constituem indícios de superação do atavismo feudal?Não serão em Portugal extremamente precoces os sinais da representatividade das Cortes, a real autonomia dos concelhos e a força democrática da semente de Estado? Paulo Merêa, Introdução ao problema do feudalismo em Portugal, Lisboa, 1912

Feuerbach, Ludwig Andreas (1804-1872) Líder da chamada esquerda hegeliana, onde Marx começa. Bávaro, estuda teologia em Heidelberg. Aluno de Hegel em Berlim, desde 1824, professor em Erlangen, é afastado da docência em 1830. Retira-se para Bruckberg. Afasta-se de Hegel a partir de 1836 e adopta uma concepção naturalista do mundo. Considera que o único deus do homem é o próprio homem. No inverno de 1848-1849, por convite de parte dos estudantes de Heidelberg, dá uma série de lições sobre a essência da religião.

Des Wesen des Christentums

1841. Cfr. ed. port. A Essência do Cristianismo, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.

Feuillants 1791-1792 Um dos clubes políticos franceses durante o período de reunião da Assembleia Legislativa, entre 1 de Outubro de 1791 a 20 de Setembro de 1792. Também são conhecidos pelos constitucionais, sendo, à direita, os principais opositores dos Jacobinos. Herdeiros dos constitucionais e dos monárquicos da anterior Assembleia Constituinde, defendem a aplicação estrita da Constituição de 1791. São considerados como os dissidentes de direita dos jacobinos e um dos seus mais destacados militantes é Lafayette. Apoiantes dos girondinos são suprimidos em 1792, aliando-se, depois, aos royalistes.
FEZAS, Ver VITAL

Feyeranbend, Paul K. (1924-1994) Crítico de Popper, epistemologista. Nasce na Áustria. Considera que não há nenhum método privilegiado para a confirmação das teorias científicas, defendo uma teoria dita anarquista do conhecimento. Defende uma sociedade livre, insurgindo-se contra o chamado realismo.

Against Method. Outline of an Anarchistic Theory of Knowledge

Londres, New Left Books/ Verso, 1975. Cfr. Trad. fr., Contre la Méthode, Paris, le Seuil, 1979. Trad. port. Contra o Método, Rio de Janeiro, Francisco Alves, 1985

Science in a Free Society

1978.

Farewell to Realism



1987.

Three Dialogues on Knowledge

1991.
Against Method, 1975 Feyeranbend, Paul K.

Contra o Método Feyeranbend, Paul K.

Teoria Anarquista do Conhecimento Feyeranbend, Paul K.

Anarquismo epistemológico Feyeranbend, Paul K.

Realismo, Contra o Feyeranbend, Paul K.

Método, Contra o Feyeranbend, Paul K.


Ficalho, Conde de (1837-1903) 3º Conde e 1º Marquês de Ficalho. Francisco Manuel de Melo Breyner Teles da Silva. Catedrático de botânica. membro do grupo dos Vencidos da Vida. Autor da Flora dos Lusíadas (1880), Plantas Úteis da África Portuguesa (1884) e de Garcia de Orta e o seu Tempo (1886).

Uma Eleição Perdida

1888. Um conjunto de cinco contos e uma novela.
Ficção Científica Género literário onde se descrevem mundos futuros ou imaginadas entidades extraterrestres, imaginando-se o que há-de ser, a partir de novas realidades tecnológicas. Constitui um modelo onde se dão largas a muitas utopias políticas. Wells

Fichte, Johann Gottlieb (1762-1814) Filósofo alemão, que desenvolve o sistema de Kant, transformando-o num idelaismo absoluto. Filho de tecelão. Estuda teologia em Jena. Partidário de Kant desde 1790. Chega a catedrático em Jena, com o apoio de Kant e de Goethe. Primeiro reitor eleito da Universidade de Berlim.




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