Esboçada em Londres em 1882-1883, é organizada em 1884 e dura até 1930. Tem como objectivo inicial



Baixar 0.85 Mb.
Página9/11
Encontro19.07.2016
Tamanho0.85 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11

Força, violência e paz


Considera que  força é em política um meio essencial e por vezes o único de garantir eficazmente a estabilidade,a ordem e a justiça, salientando que todas as formas de paz, seja qual for o nome que se lhe dê, resultam de um equilibrio de forças entre os Estados. Acrescenta que a força, que não a violência, e o direito são duas noções completamente autónomas ,cada uma com a sua significação propria", sendo ambas igualmente originais pelo que a relação entre as duas apenas se traduz em trocas dialécticas, amigáveis ou hostis, conforme as circunstâncias. Neste sentido, observa que quer se queira quer não, a paz reside numa força hegemónica ou imperial, ou num equilíbrio entre potências, e um tratado de paz não passa do reconhecimento de uma determinada relação de forças.

Soberania e racionalidade

Considera a existência de dois elementos caracterizadores do Estado.Em primeiro lugar, o conceito de soberania,que leva a uma distinção entre o interior e o exterior,e à existência de uma sociedade fechada onde se dá a apropriação total do poder político,com exclusão de formas de poder privado. Em segundo lugar ,assinala o facto do Estado se caracterizar pela racionalidade. Uma racionalidade que atiraria para fora dos domínios do Estado tanto as criações políticas instintivas(v.g.as tribos e as cidades), como as estruturas políticas improvisadas (v.g. os impérios).

L’Essence du Politique

Paris, Éditions Sirey, 1965 reed., 1986].

La Sociologie de Max Weber

Paris, Presses Universitaires de France, 1966.

Max Weber

Paris, Presses Universitaires de France, 1969.

Le Nouvel Âge. Éléments pour la Théorie de la Démocratie et de la Paix

Paris, Rivière, 1970.

·Droit et Politique. Essai de Définition du Droit

in Archives de Philosophie du Droit, Paris, Sirey, 1971

·Le Droit Aujourd’hui

Paris, PUF, 1971.

Qu’est ce que la Politique?

Paris, Presses Universitaires de France, 1968 trad. port. O que é a Política?, Lisboa, Edições Futura, 1974]. Publicação parcelar da dissertação de 1965.

Pareto. La Théorie de l’Equilibre

Paris, Éditions Seghers, 1974.

Des Elites pour quoi Faire?

Paris, Éditions Grece, 1976.

La Sociologie du Conflict

Paris, 1983.

La Décadence

Paris, Éditions Sirey, 1984.

Les Théories des Sciences Humaines

Paris, Presses Universitaires de France, 1973 [trad. port. A Teoria das Ciências Humanas, Lisboa, 1977.

Politique et Impolitique

Paris, Éditions Sirey, 1987.

«Uma Nova Maneira de Abordar as Ciências Sociais»

In Revista Análise Social, vol. XXIII, pp. 7-13, Lisboa, Instituto de Ciências Sociais, 1987.

Études sur Max Weber

Genebra, Éditions Droz, 1990.

L’Aventure du Politique. Entretiens avec Charles Blanchet

Paris, Éditions Criterion, 1991.





Freyre, Gilberto de Melo (1900-1987) Sociólogo brasileiro, natural do Recife. Discípulo de Franz Boas, com quem estuda na Columbia University de Nova Iorque. Professor na Universidade do Distrito Federal desde 1935. Funda tropicologia. Teórico do chamado luso-tropicalismo. Considera que o português se tem perpetuado, dissolvendo-se sempre noutro povo a ponto de parecer ir perder-se nos angues e culturas estranhas. Mas comunica-lhes sempre tantos dos seus motivos essenciais de vida ... Ganhou a vida perdendo-a. É que o português, por todas aquelas predisposições da raça, de mesologia e de cultura... não só conseguiu vencer as condições de clima e de sol desfavoráveis ao estabelecimento de europeus nos trópicos, como suprir a extrema penúria de gente branca para a tarefa colonizadora unindo-se com mulher de cor.

Vida Social no Brasil nos Meados do Século XIX

[1ª ed. norte-americana, de 1922],Recife, 1964.

Casa-Grande & Sanzala. Formação da Família Brasileira sob o Regime de Economia Patriarcal

Rio de Janeiro, Maia & Schmidt, 1933.

Sobrados e Mucambos.Decadência do Patriarcado Rural e Desenvolvimewnto do Urbano

São Paulo, Companhia Editôra Nacional, 1936.

O Mundo que o Português Criou

Rio de Janeiro, Livraria José Olympio, 1940, com prefácio de António Sérgio.

Sociologia

2 Vols, , Rio de Janeiro, Livraria José Olympio,1945;

Aventura e Rotina.Sugestöes de uma Viagem à Procura das Constantes Portuguesas de Carácter e Acção

[Rio de Janeiro, Livraria José Olympio, 1953],Lisboa, Livros do Brasil, s.d.;

Integração Portuguesa nos Trópicos

1958

Ordem e Progresso. Processo de Desintegração das Sociedades Patriarcal e Semi-patriarcal no Brasil sob o Regime de Trabalho Livre; Aspectos de quase Meio Século de Transição do trabalho Escravo para o Trabalho Livre; e da Monarquia para a República



2 vols., Rio de Janeiro, Livraria José Olympio, 1959.

O Luso e o Trópico

Lisboa, 1961

O Brasil em Face das Áfricas Negras e Mestiças

Lisboa, 1963

Homem, Cultura e Tempo

Lisboa, União das Comunidades de Cultura Portuguesa, 1967

Além do Apenas Moderno. Sugestöes em torno de Possíveis Futuros do Homem, em geral e do Homem Brasileiro, em particular

Rio de Janeiro, José Olympio, 1973;

Palavras aos Jovens do Ceará

Fortaleza, Instituto Lusíadas, 1978;

O Brasileiros entre os Outros Hispanos

Rio de Janeiro, José Olympio, 1975;

Insurgências e Ressurgências Atuais. Cruzamento de Sins e Nãos num Mundo em Transição

Porto Alegre, Globo, 1983.

Camöes: Vocação de Antropólogo Moderno

1984.

JOSE JULIO GONÇALVES, Gilberto Freyre. O Sociólogo e Teorizador do Luso-Tropicalismo, in BAICP, nº 3, 1967, pp.49-72. Adriano Moreira, Gilberto Freyre: o Euro-Tropicalismo, conferência proferida no Recife, Instituto Joaquim Navbuco, 1987, in Comentários, pp. 55-68; Gilberto.O Teórico da Sociedade Civil, id.,in Comentários, pp. 69-78; Recordação de Gilberto Freyre, lição proferida na Universidade Internacional em 1988, in Comentários, pp. 45-53;ILIDIO DO AMARAL, A Geografia Tropical de Gilberto Freyre, in Leituras do Tempo, Lisboa, Universidade Internacional, 1990


Frenay, Henri (1905-1988) Resistente francês, membro do governo provisório em 1944-1945. Afasta-se de De Gaulle, por defender o federalismo europeu. Autor de La Nuit Finira, 1973.
Freitas, Padre José Joaquim Sena de (m.1913) Natural de Ponta Delgada. Missionário no Brasil. Um dos combatentes do positivismo, autor da Autópsia da “Velhice do Padre Eterno”, São Paulo, 1886.

Frias, Eduardo Olímpio Beleza (n. 1895) Anarco-sindicalista, colaborador de A Batalha. Adere, depois ao nacional-sindicalismo, escrevendo em Revolução. Colabora na organização corporativa do salazarismo, sendo delegado do INTP em Beja.
Friburgo (em francês Fribourg; em alemão Freiburg). Cantão suiço desde 1481
Friedan, Betty Feminista norte-americana, autora de The feminine Mystique, Nova Iorque, Norton, 1974.
Friedberg, Erhard (n. 1942) Estuda no Instituto de Estudos Políticos de Paris. Especialista em sociologia das organizações.

L’Acteur et le Système

Paris, Éditions du Seuil, 1977. Com Michel Crozier.

Le Pouvoir et la Règle. Dynamiques de l’Action Organizée

Paris, Éditions du Seuil, 1993.


Friedman, David (n. 1945) Libertário norte-americano, filho de Milton Friedman. Doutor por Chicago e professor nas universidades de Chicago, Cornell e Califórnia (Santa Clara).

The Machinery of Freedom. Guide to a Radical Capitalism

Nova York, Harper & Row, 1973.

The New Palgrave. A Dictionnary of Ecomic Theory and Doctrine

1987.

Price Theory. An Intermediate Text



1993.

The Fortune Encyclopedia of Economics

1993.

Hidden Order. The Ecomics of Everydaylife



Nova Iorque, Harper & Row, 1996.

Friedmann, Georges Colabora com Edgar Morin

Industrial Society. The Emergence of the Human Problems of Automation

Glencoe, Illinois, The Free Press, 1955

La Puissance et la Sagesse

Paris, Éditions Gallimard, 1970.

Friedman, Milton Economista, Prémio Nobel. Líder da escola monetarista de Chicago. Vulgarizador do neo-liberalismo, tanto na imprensa, principalmente em Newsweek, como através de séries de televisão. Defende o capitalismo competitivo, a livre empresa e o mercado, como reflexo da liberdade económica que é a base da liberdade política. O papel do Estado deve ser limitado àquilo que não pode cumprir-se através da estrita troca voluntária. Influenciado por Anthony Downs, James Buchanan e Gordon Tullock, invoca Adam Smith, John Stuart Mill e Walter Lippman.
The tyranny of statu quo,Harcourt,1980, onde consideram que "a maior ameaça à liberdade humana é a concentração do poder, quer nas mãos do Governo, quer nas de qualquer outra pessoa", alertando para os perigos de "uma sociedade sobregovernada" onde "os bons fins podem ser subvertidos por maus meios" (

Salientam que há uma tendência para "dar poder político indevido a pequenos grupo que têm interesses altamente concentrados...como se na política houvesse uma mão invisível que opera precisamente na direcção oposta da mão invisível de Adam Smith.Indivíduos que pretendem promover o interesse geral são levados pela política invisível a promover um interesse especial que não tinham intenção nenhuma de promover".(

Essay in Positive Economics

Chicago, The University of Chicago Press, 1953.

Studies in the Quantity Theory of Money

Chicago, 1956.

A Monetary History of the United States. 1867-1960

Princeton, New Jersey, Princeton University Press, 1963. Com Anna J. Schwarz.

Capitalism and Freedom

Chicago, The University of Chicago Press, 1962.

From Galbraith to Economic Freedom

Londres, Institute of Economic Affairs, 1977. Ver trad. fr., Contre Galbraith, Paris, Éditions Oeconomica, 1977.

Inflation and Unemployment. The New Dimension of Politics

Londres, Institute of Economic Affairs, 1977.

Tyranny of the Status Quo

Nova York, Harcourt Brace Jovanovich, 1984. Com Rose Friedman.

Free to Choose. A Personal Statement

Harmondsworth, Penguin Books, 1980 (cfr. trad. port. Liberdade para Escolher, Mem Martins, Publicações Europa-América, 1983). Com Rose Friedman, sua mulher. Base de uma série televisiva, pela primeira vez transmitida em 1980.



Friedrich, Carl Joachim nação, à maneira de Carl J. Friedrich, como um grupo regular e coeso que possui independência - no relativo sentido definido pela ordem internacional das Nações Unidas - que proporciona uma demarcação para o governo e que recebe o reconhecimento que legitima o governo interna e externamente.

Constitutional Government and Politics

Nova York, Harper & Row, 1932 [trad. cast. Gobierno Constitucional y Democracia, Madrid, Instituto de Estudios Políticos, 19 ...*].

The New Belief in the Common Man

Boston, Little, Brown & Co., 1942.

Inevitable Peace

Nova York, Greenwood Press, 1948.

Constitutional Government and Democracy. Theory and Pratice in Europe and America

Boston, Ginn & Co., 1950.

La Filosofia del Derecho

[ed. orig. 1955], trad. cast., México, Fondo de Cultura Economica, 1982.

Constitutional Reason of State. The Survival of Constitutional Order

Providence, Rhode Island, Brown University Press, 1957.

Man and his Government. An Empirical Theory of Politics

Nova York, MacGraw-Hill, 1963 [trad. cast. El Hombre y el Gobierno. Una Teoria Empirica de la Politica, Madrid, 1968].

Totalitarianism

Editor. Cambridge, Massachussetts, Harvard University Press, 1954.

Studies in Federalism

Com Bowie, Robert R., ed., Boston, Little, Brown & Co., 1954.

Totalitarian Dictatorship and Autocracy

Com Brzenzinski, Zbigniew, Cambridge, Massachussetts, Harvard University Press, 1956 [2ª ed., Nova York, Praeger Press, 1965].

Authority

Ed., Cambridge, Massachussetts, Harvard University Press, 1958.

Community

Ed., Nova York, Liberal Arts Press, 1959.

Responsibility

Ed., Nova York, Liberal Arts Press, 1960.

Liberty

Ed., Nova York, Atherton Press, 1962.

The Age of Power

Com Blitzer, Charles, 3ª ed., Nova York, 1962.

Justice

Com Chapman, J. W., eds., Nova York, Atherton Press, 1963.,

Totalitarianism

Nova Iorque, Universal Library Paperbacks, 1964. Ed.

Revolution

Ed., Nova York, Atherton Press, 1966.

Die Philosophie des Rechts in Historischer Perspektive, Heidelberg

1955, um dos volumes da Enzyklopädie der Rechts und Staatswissenschaft, editada por Wolfgang Kunkel. Cfr. Perspectiva Histórica da Filosofia do Direito, trad. port. de Álvaro Cabral, Rio de Janeiro, Zahar, 1965 (há uma trad. cast. de Margarita Alvarez Franco, La Filosofía del Derecho, México, Fondo de Cultura Economica, 1964).

An Introduction to Political Theory. Twelve Lectures at Harvard

Nova York, Harper & Row, 1967.

The Impact of American Constitutionalism Abroad

Boston, Boston University Press, 1967.

Trends of Federalism in Theory and Pratice

Nova York, Praeger Press/Londres, Pall Mall Press, 1968.

Totalitarianism in Perspective

Com Curtis, M., Barber, B., , Nova York, Praeger Press, 1969.

Tradition and Authority

ondres, Pall Mall Press, 1972.

«Political Science in the United States in Wartime»

In American Political Science Review, vol. 41, Washington D. C., APSA, 1974.

Frísia (em holandês Vriesland; em alemão Friesland)A Frísia ocidental entrou em 1579 na União de Utreque. A Frísia oriental permaneceu no Império e, em 1744, integrou-se na Prússia; Napoleão integrou este último território em 1807 na Holanda; voltou em 1814 para a Prússia que, no ano seguinte, a cedeu ao Hanôver, integrando actualmente a Alemanha.

Frisch, Max (n. 1911) Ecritor suíço, autor da célebre observação: quem diz não se ocupar de política, está, desde logo, a tomar uma posição política, segue os que estão no poder.


Fritsch-Bounazel, Renata

Les Allemands au Coeur de l’Europe

Paris, Cahiers de la Fondations pour les Études de Défense Nationale, 1983. Com A. Brigor e J. Cloos.

L’Allemagne. Un Enjeu pour l'Europe

Alfred Gosser, pref., Paris, Éditions Complèxe, 1987.
Alemanha Fritsch-Bounazel, Renata

Fromm, Erich (1900-1980) Autor da Escola de Frankfurt. Psicanalista. Estuda em Heidelberg. Obrigado a emigrar para os Estados Unidos em 1934, por ter origens arianas. Professor em Nova Iorque desde 1962. Um dos principais representantes do freudo-marxismo, influenciado por Adler. Defende um humanismo comunitário socialista e uma sociedade sã. Distancia-se e critica Herbert Marcuse. Defende a planificação humanista contra a burocracia alienante, insurge-se contra a sociedade tecnotrónica, essa sociedade completamente mecanizada, submetida à maximização da produção e ao consumo e que é dirigida por computadores. Propoe a instauração de pequenas comunidades que pratiquem o face to face.

The Fear of Freedom, na edição britânica, ou Escape from Freedom, na edição norte-americana

Nova Iorque, Holt, Rinehart & Winston, 1941. Cfr. Trad. Fr. La Peur de la Liberté, Paris, Éditions Buchet-Castel, 1963; trad. port. O Medo à Liberdade, Rio de Janeiro, Zahar, 1980).

Man for Himself

Nova Iorque, Holt, Rinehart and Winston, 1947.

The Sane Society

Nova Iorque, Holt, Rinehart & Winston, 1955 (cfr. trad. fr. Societé Saine, Societé Aliené, Paris, 1956).

You Shall Be as Gods

Nova Iorque, Holt, Rinehart & Winston, 1960.

Marx’s Concept of Man

Nova Iorque, Frederck Ungar, 1961.

Beyond the Chains od Illusion

Nova Iorque, Simon and Schuster, 1962.

The Heart of Man

Nova Iorque, Harper and Row, 1964.

Socialist Humanism. An International Symposium

Garden City, Nova York, Anchor Books, 1965. Org.

To Have and to Be

1976.

The Anatomy of Human Destructiveness



Nova Iorque, Holt, Rinehart and Winston, 1973. Trad. Port. Anatomia da Destrutividade Humana, Rio de Janeiro, Zahar, 1979 (2ª ed.).

The Revolution of Hope



Trad. fr. Espoir et Révolution. Vers l'Humanisation de la Technique, 1970.
Guasp, José Taberner, Moreno, Catalina Rojas, Marcuse, Fromm, Reich. El Freudo-Marxismo, Madrid, 1988.
Fronda Movimento francês que, entre 1648 e 1653 se opõe à política de centralização desencadeada por Richelieu. Primeiro, surge a fronda parlamentar, em 1648-1649, quando os parlamentares, aliados ao coadjutor de Paris, Paul Gondi, futuro cardeal de Retz, tentam transformar o parlamento num corpo político, restingindo os privilégios do poder real, nessa altura representado por Mazarino. Segue-se a fronda dos principes onde se destaca a liderança de Condé, mais uma vez aliado ao cardeal de Retz. As tropas da Corte dominam Paris em 1652 e acabam com a revolta, conquistando Bordéus em Agosto de 1653. A palavra vem do verbo fronder.


Front de Libération Nationale 1954 Movimento argelino fundado por Ben Bella que em Novembro de 1954 declara guerra à França. Depois da captura do líder em 1956, a guerra continuou, sendo especialmente intensa quando o movimento passou a ser dirigido, em 1960, por Houari Boumédienne, com cerca de 60 000 homens armados pela URSS e treinados no Egipto. O movimento, já marcado pelo marxismo-leninismo, consegue a independência do país e depois da conquista do poder promove uma ampla reforma agrária e a nacionalização da indústria petrolífera.
Fronteira Do lat. fronte, a fachada, a parte exterior. A primeira fronteira linear entre Estados Modenros surgiu em 1559, entre Portugal e a Espanha, seguindo-se a fronteira franco-helváticva, de 1601, e a franco-espanhola, de 1659.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal