Escola Superior de Tecnologia de Tomar



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INSTITUTO POLITÉCNICO DE TOMAR

Escola Superior de Tecnologia de Tomar

Departamento de Gestão do território
Curso de Gestão do Território e do Património Cultural - Ramo Ambiente e Planeamento





Política e desenvolvimento regional


4.º Ano – 1.º Semestre Regime: Semestral

Ano Lectivo: 2006/2007 Carga Horária: 1T+2P

Docente: Assistente 1º Triénio Sérgio Paulo Leal Nunes


Política e desenvolvimento regional




  1. OBJECTIVOS


A disciplina tem por objectivo explicitar a importância do espaço na organização do território. Principais paradigmas de enquadramento do desenvolvimento regional. Instrumentos de análise espacial de apoio à decisão. Principais elementos de política espacial.
  1. Programa


  1. A problemática Espacial. Do espaço objecto ao espaço sujeito e à ordem no terrritório

    1. Noções de espaço

    2. Os agentes face ao espaço: funções e comportamentos

    3. Multidimensionalidade do espaço tornado sujeito. Construção e salvaguarda de uma ordem no território

  1. Teorias e modelos do desenvolvimento regional

    1. Os fundamentos da organização do espaço

    2. A organização da oferta e os modelos Neo-Clássicos

    3. A organização da procura e os modelos Keynesianos

    4. As limitações dos modelos e as abordagens territoriais

  1. Instrumentos de análise espacial

    1. A identificação de especificidades regionais e urbanas

    2. Análise estática da estrutura regional

    3. Análise dinâmica da estrutura regional

    4. Indicadores de síntese

  1. planeamento e política espacial

4.1. A organicidade da política espacial

4.2. Que actores e políticas para o Desenvolvimento Regional e Urbano?

4.3. A Globalização e o desenvolvimento regional

  1. BIBLIOGRAFIA OBRIGATÓRIA


    1. Benko, G. (1999) – A Ciência Regional, Celta, Oeiras. ISBN: 972-774-052-9

    2. Costa, J. S. (2002) – Compêndio de Economia Regional, APDR, Coimbra. ISBN: 972-98803-1-x

    3. Hoover, E. M. e Giarratani, F. – An Introduction to Regional Economics, disponível em www.rri.wvu.edu/WebBook

    4. Lopes, R (2001) – Competitividade, Inovação e Territórios, Celta, Oeiras. ISBN: 972-774-101-0

    5. Lopes, S. (1995) – Desenvolvimento Regional, 4ª edição, Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa. ISBN: 972-31-0106-8

    6. Nunes, S. (2003) – Abordagens de Políticas do Desenvolvimento Regional”. DT – 18/2003/DepGT-ESTT. Instituto Politécnico de Tomar

    7. Nunes, S. (2003) – Inovação, Território e Desenvolvimento”. DT – 17/2003/DepGT-ESTT. Instituto Politécnico de Tomar

    8. Paelink, J. H. E Nijkamp, P. (1975) – Operational Theory and Method in Regional Economics, Saxon House

    9. Pólese, M. (1998) – Economia Urbana e Regional, APDR. Coimbra. ISBN: 972-97825-0-4

O docente irá procurar disponibilizar, adicionalmente e nos momentos adequados, elementos bibliográficos adicionais para pontos específicos da matéria.



  1. Metodologia de Avaliação de conhecimentos


A avaliação não deverá ser considerada como o objectivo principal da aprendizagem realizada. Deverá ser tomada, apenas (ainda que inevitável), como uma das suas consequências.

A avaliação tomará a forma de um “portfólio de avaliação” condicionado. O aluno tem a possibilidade de construir, através de monografias, relatórios, ensaios, reflexões, etc., sobre os temas em análise nas aulas, até 25% da sua nota final. A ponderação de cada momento de avaliação é decidido pelo aluno, devidamente orientado pelo docente.

O objectivo é o de que o aluno tome uma parte activa e responsável na sua avaliação, dentro de um limite considerado cientifica e pedagogicamente razoável.

A avaliação terá, assim, como suporte as seguintes componentes:



  1. A classificação obtida na frequência (época normal), realizado para esse efeito nos períodos previstos pelos Órgãos da Escola - (50-100% da cotação global);

  2. Da apresentação e discussão de trabalhos práticos, desenvolvidos individualmente - [(0%-25%) da cotação global).

  3. Trabalho de grupo desenvolvido pelos alunos e discutido com o docente – (25% da cotação global).

Em nenhum momento de avaliação o aluno poderá ter uma classificação inferior a sete valores.

A organicidade e a lógica de funcionamento da disciplina é pensada e desenvolvida para alunos em sistema presencial.

Os alunos que não obtiverem aproveitamento na época normal poderão efectuar um exame final (valorado em 100%) em época designada pelos órgãos competentes da instituição. Os trabalhos realizados durante o período de avaliação contínua não serão considerados para exame final.

HORÁRIO DE ATENDIMENTO1

Docente

Horário

Gabinete

Sérgio Nunes

3ª Feira: 17h30 – 19h30


Departamento de GT – Gab. B 175

Sérgio Nunes

e-mail - spnunes@ipt.pt



TM - 917 152 689

1 Ou qualquer outro dia (hora) desde que previamente solicitado.




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