Estágio supervisionado em história: vivenciando a realidade e superando dificuldades resumo



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ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM HISTÓRIA: VIVENCIANDO A REALIDADE E SUPERANDO DIFICULDADES
Resumo

Este artigo surge de uma inquietação acerca da relação entre teoria/prática pedagógica. Para tanto, pretendemos apresentar para a comunidade acadêmica a atual situação do Estágio Supervisionado no curso de Licenciatura em História, como também, as dificuldades vivenciadas durante este período tão representativo e decisivo, para o acadêmico que pretende seguir a profissão docente. Pretendemos expor a atual situação educacional do território Alagoano. O nosso intuito é também fundamentar e explicar os momentos vividos com base na fundamentação teórica estudada na disciplina Estágio Supervisionado III, tendo assim, como objetivo principal analisar a experiência vivenciada durante o período do Estagio Supervisionado nas escolas públicas de Maceió.

Palavras-chave: Estágio Supervisionado, ensino de História, formação docente.

Introdução:

Diante da realidade do país, é possível refletir acerca das dificuldades pelas quais passam a educação brasileira na atualidade, e em especial, a alagoana e da responsabilidade do profissional em mudar este quadro. É possível afirmar que o aluno é a maior vítima desse sistema, já que, as precariedades estruturais, funcionais e a não eficiência do professor em sala de aula refletem diretamente no rendimento. Os alunos assim como os profissionais da educação se deparam com o esquecimento do Estado no tocante ao investimento na melhoria das condições de trabalho e salariais dos docentes. Nesse sentido, vivenciamos as constantes greves que colaboram com a má qualidade de ensino, que atrasa o calendário escolar e o conhecimento do aluno. Além disso, há também a presença de profissionais mal qualificados nos complexos educacionais que utilizam unicamente em suas aulas quadro, giz e o livro didático se tiver.

Essa prática nem sempre é atribuída ao descaso do profissional, visto que há momento em que não se tem até mesmo esse material para trabalhar, mas em outros casos há o descaso do professor que não se capacita para oferecer aos alunos um ensino de qualidade, como por exemplo, a utilização de estratégias para estimular a aprendizagem, ou até mesmo outros recursos simples para aguçar o interesse do estudante, como a utilização de jornais nas aulas, além dos recursos básicos (quadro, giz e livro). Sendo assim, o referido texto no primeiro momento procura descrever alguns aspectos do Estágio Supervisionado III, para depois analisar alguns saberes necessários ao professor/a de História que estão vivendo o século XXI. Esperamos alcançar os objetivos propostos.
O Estágio Supervisionado III: desafios e possibilidade no contexto atual
A disciplina Estágio Supervisionado III do curso de Licenciatura em História é ministrada no 7º período do curso. Nessa disciplina analisamos a prática docente nos anos finais do Ensino Fundamental do professor e da professora de História. A professora coordenadora da disciplina organizou as discussões com o objetivo de fazer com que os educandos buscassem relacionar teoria e prática. Sabemos que a realidade da escola é complexa. A escola é o lócus de difícil compreensão porque nela estão inseridos conflitos, dramas, alegrias, problemas de diversas ordens, esperanças e utopias. É pensando sobre o papel dessa instituição como elemento fulcral para a formação do ser humano que o Estágio Supervisionado procurou abordar questões importantes para o trabalho docente.

Inicialmente os textos nos fizeram refletir sobre os saberes necessários a prática educativa de todo professor ou professora através da produção de Paulo Freire. Com Paulo Freire (1996) aprendemos que os/as educadores precisam de alguns saberes tais como: ensinar exige rigorosidade metódica, ensinar exige pesquisa, ensinar exige respeito ao conhecimento do educando, ensinar exige pesquisas. Com essas discussões podemos constatar que ser professor e professora não é tarefa fácil.

Esse debate foi importante porque passamos entender que a prática docente exige múltiplos saberes que vão além do saber disciplinar. Para ser professor e professora é preciso dominar várias questões e daí a importância do campo pedagógico para esse profissional. Como afirma Paulo Freire (1996) ensinar não é mera transmissão de conhecimento. Ensinar é uma tarefa complexa, por isso se exige uma formação sólida e consistente. No decorrer do debate fizemos leitura também sobre o ensino de história e o campo curricular além das leituras sobre o uso de fontes históricas no ensino, e do uso da TV na sala de aula. Dando continuidade ao debate foi possível estudar a relação da História com o tempo. O tempo e as suas múltiplas dimensões.

Enfim, no estágio supervisionado foi possível questionar a realidade à luz da teoria. Tivemos como metodologia leituras de pensadores diversos, tempestades de ideias por meio de indagações constantes sobre a realidade, elaboramos fichamento crítico sobre os textos estudados, além de diversas leituras de autores diferentes permitindo um diálogo constante.

Pimenta e Lima (2004, p.120) apontam alguns indicativos que podem ajudar a integrar o projeto de estágio supervisionado provocando nos futuros professores a pensar sobre as escolas estudadas.


  • Aprendizagem do contexto: local em que a escola está situada, cidade, bairro (localização no mapa da cidade, levantamento socioeconômico-cultura). Os alunos poderiam fotografar as fachadas e entradas das escolas; reveladas, as fotos seriam analisadas e problematizadas em grupos a partir de questões como: o que se enxerga a olho nu? O que se pode enxergar com a mediação das leituras do curso? O que o olhar do coletivo consegue ver?

  • Para Lima apud Pimenta e Lima (2002, p. 28-30):

(...) o portão da escola representa para os estagiários uma oportunidade de reflexão. Deixar-se ficar no portão da escola é uma experiência de compreensão do que acontece lá dentro. O panorama que se descortina, visto a partir do espaço escolar, pode trazer á tona alguns aspectos que talvez nunca tenhamos observados antes: a vida da comunidade, a movimentação na frente da escola, costumes, preferências e regionalidade.
Assim, tornou-se necessário que os estudantes fizessem o diagnóstico da escola, investigassem o trabalho dos professores e a vida em movimento da escola (são as entradas, saídas, atividades no pátio de recreio, quadra de esportes, corredores, banheiros, portas das salas de aula, cantina). A aprendizagem sobre a história da localidade no sentido de contextualizar suas origens, sua relação institucional e funcional com as demais instituições da comunidade e do sistema a que pertence: estadual, municipal e religioso foi de grande relevância para a formação dos futuros docentes. Entretanto, esse trabalho se deu por meio de muitas dificuldades. As escolas em greve, alguns professores não aceitavam estagiários, outras sala de aula estavam sem educador.

O nosso sentimento em relação ao estágio apesar das dificuldades é de sucesso, visto que mesmo com as referidas dificuldades podemos ver na prática os obstáculos enfrentados pelo professor em sala de aula que discutimos durante as aulas de estágio e sentimos na pele a carência em que o ensino público está submetido e o quanto é necessário este possuir profissionais capacitados para driblar essa carência e oferecer aos alunos um ensino de qualidade.



Os professores de História, a questão curricular e o uso de documentos em sala de aula

Uma questão a ser discutida é a cerca da seleção de conteúdos para o processo de ensino-aprendizagem de historia, onde o seu conteúdo é definido de acordo com influências das propostas curriculares nacionais, produções historiográficas e com eixos temáticos que devem seguir os requisitos atuais como questões de âmbito nacional e mundial certamente. A formação do currículo escolar esta diretamente ligada às questões políticas que influenciam o contexto escolar em geral, tanto na formação e definição do conteúdo do currículo escolar para o ensino de história, assim como todo o conhecimento científico abordado nas escolas.

O currículo sempre foi tomado como objetivo na medida em que organizava e abordava o conhecimento chamado científico. Porém os critérios (e mesmo a possibilidade de existência destes) para o julgamento e atribuição de status a tais conteúdos não foram suficientemente estudados...(HORN, 2009, p. 16)

Afirmar que as questões políticas definem o conhecimento científico abordado na sala de aula, este relacionado com a influência exercida continuamente, das questões de organização do contexto escolar esta fundamentado em uma história descritiva das sociedades que estavam em destaque em alguns períodos, como foi o caso de se dar prioridade a assuntos europeus no contexto escolar, deixando por muito tempo os assuntos de caráter nacional pouco mencionado nas aulas de história, onde isto foi influenciado pelas questões políticas que definiam este período, que foi o período da repressão cultural e de expressão, conhecido como “ditadura militar”, onde os contextos que envolviam os acontecimentos políticos deste período que envolvia a repressão e a violência eram proibidos de serem mencionados em sala de aula e passiveis de punições graves para quem descumprisse.

Esse sistema educacional em que não havia preocupação de formar um indivíduo que manifestasse suas considerações e reflexões políticas tinha por objetivo uma formação com caráter industrial, que era a de formar indivíduos para desempenhar uma determinada função. “... Sua preocupação em preparar indivíduos para desempenharem funções definidas, habilidade para realizar tarefas especifica, acaba por desconsiderar a pessoa na sua dimensão total e realização integral” (HORN, 2009, p. 16).

Dentro das propostas curriculares o que fica evidente é a diferenciação presente nas mesmas:

As atuais propostas curriculares, como foram apresentadas, não são idênticas umas as outras: tem certa semelhança em relação aos fundamentos pedagógicos, mas são diversas em conteúdos e nos critérios para definir os prioritários (BITTENCOURT, 2004 p. 137).

Por isso que a seleção dos conteúdos relaciona-se com o que passa na sociedade. A mudança só foi possível após anos de luta por parte dos historiadores e professores, já que era uma história voltada para conceitos europeus, ou a exaltação de sujeitos-heróis e não valorização da história regional, como ainda se pode ser presenciado. No que diz respeito à seleção de conteúdo talvez a maior problemática esteja em muitas vezes ter que optar por assuntos considerados essenciais e necessários para que o aluno conclua a etapa e consiga desenvolver os objetivos almejados pelas bases escolares, já que se torna difícil colocar todo o conteúdo ideal e indicado para os mesmos, principalmente por conta do tempo necessário e da extensão de conteúdos.

A opção de seleção pelos conteúdos significativos decorre de certo consenso sobre a impossibilidade de ensinar “toda a história da humanidade” e a necessidade de atender aos interesses das novas gerações, além de estarem atentas as condições de ensino (BITTENCOURT,2004, p. 138).

Essa discussão foi importante, pois a professora da escola observada apenas se detinha a utilização do livro como material didático. Sendo que na atualidade são diversos os instrumentos que podem e devem ser utilizados para a construção do conhecimento histórico. Como explica Bittencourt (2004) no capitulo que discute acerca das metodologias e os instrumentos para o ensino de história, mostra diferentes ferramentas que tornaram as aulas de história muito mais atrativa para os alunos, deixando um pouco de lado os métodos tradicionais, que, muitas vezes, se resume em decorar datas e conceitos gerais, para desenvolver nos alunos percepções e habilidades e principalmente a sua autonomia intelectual, que o tornaram mais capazes de relacionar diferentes situações e conceitos históricos, que muitas vezes encontram dificuldades, que vão desde as implicações materiais e a metodologia dos próprios professores em sala de aula. Um exemplo de metodologia seria a utilização de documentos como instrumentos de trabalho nas pesquisas dos historiadores, mas que no contexto escolar assume outra característica, que é a de explicitar fatos e contexto históricos através os mesmos que tem diferentes origens e finalidades.

... As fontes históricas em sala de aula são utilizadas diferentemente. Os jovens e as crianças estão “aprendendo história” e não dominam o contexto históricos em que o documento foi produzido, o que exige sempre atenção ao momento propício de introduzi-lo como material didático e à escolhas dos tipos adequados ao nível e as condições de escolarização dos alunos.” (BITTENCOURT, 2004, p. 329 )

Os documentos na sala de aula podem assumir diferentes utilidades, mas como o objetivo geral é tornar as aulas mais atrativas e produtivas para ambos, os documentos devem ser de fácil compreensão e adequado a idade dos alunos. Segundo BITTENCOURT, pg. 331, para que um documento se transforme em material didático significativo e facilitador da compreensão de acontecimentos vividos por diferentes sujeitos em diferentes situações, é importante haver sensibilidade ao sentido que lhe conferimos enquanto registros do passado. Nessa condição, convém os alunos perceberem que tais registros e marcas do passado são os mais diversos e encontram-se por toda parte: livros, revistas, quadros, musicas, filmes e fotografia. Quanto aos tipos de documentos que assumem caráter didático, distinguem-se em três tipos, os escritos, visuais e audiovisuais (BITTENCOURT, 2004).

Sendo os documentos escritos os mais comuns e tradicionais, enquanto a sua produção e fontes, já que podem ser encontrados em jornais, textos literários, que muitas vezes já são utilizados em livros didáticos para auxiliar no desenvolvimento pedagógico e as possibilidades de utilização de ambos são imensas. Acerca das características dos jornais é importante antes, trazer questões que envolvem os jornais como veículo de comunicação fundamental, sendo produto do sistema capitalista e formador de opinião pública ligada a interesses variados e parte integrante do jogo político e do poder.

As possibilidades de utilizar jornais como fontes históricas são múltiplas: a análise de documentos das notícias (políticas, econômicas, culturais, etc.), da forma pela qual são apresentadas as notícias, as propagandas, os anúncios, as fotografias, etc. e de como esse conjunto de informações está distribuída nas diversas partes do jornal, entre outras. (BITTENCOURT, 2004, pg. 335)

Enquanto os textos literários, o que mais caracteriza o mesmo é as diversas possibilidades de utilização em diferentes disciplinas, que vai desde as historinhas para as séries iniciais e os romances e poesias que são parte integrante da literatura, que são mais corriqueiramente utilizados atrelados ao estudo do português, mas que através de diferentes literaturas como o exemplo, utilizado pela autora, a “literatura de cordel”, entre outras literaturas locais, pode ser instrumento de aprendizagem altamente eficaz, já que podem ser abordados assuntos diversos como política, cultura, econômia e questões ambientais entre outros.

Além desses documentos analisados acima, existe outros diferentes que apesar de não ter as mesmas características de documentos escritos, são documentos que fogem do habitual, mas que podem se tornar instrumentos altamente eficazes no processo ensino-aprendizagem de história. Dentre eles, esta os museus, locais muitas vezes, caracterizado como antigos, porém são um excelente instrumento para familiarizar os alunos com o objeto de estudo, mas que precisa de etapas, como explica BITTENCOURT (2004), que vai desde um conhecimento prévio do local e objeto de estudo, trabalhar contextos em sala de aula, para que no momento em que for realizada a visita, o aluno vai compreender melhor os objetos e espaços físicos dos mesmos. A constatação dessa afirmação é devido à experiência adquirida durante as observações realizadas em muitas escolas, que tornaram os museus em um campo de estudo e conhecimento para alunos de variadas séries. E que mudam o seu posicionamento na medida em que esta no espaço de um museu, não como espaço de guardar de peças antigas, mas espaços em que esta guardando a memória e a história da sociedade.

Dentre as possibilidades apresentadas para a utilização do acervo dos museus a mais interessante foi a possibilidade de levar para o contexto escolar no curso noturno principalmente, já que são na sua grande maioria pessoas mais velhas e que trabalham durante todo o dia e já chegam extremamente cansados e precisam de uma dinamicidade maior, a possibilidade de um maior aproveitamento por parte de ambos além de ser um instrumento de aproximação dos alunos aos contextos ligados aos museus, sendo estes muitas vezes difíceis de realizar a mesma, por conta de questões que envolvem desde o trabalho até o próprio desconhecimento das importâncias históricas e culturais destes espaços (BITTENCOURT, 2004)

O potencial educativo dos museus tem proporcionado práticas educativas diversas, visitas monitoradas, oficinas, construção de kits com objetos museológicos emprestados as escolas, especialmente para alunos do curso noturno com poucas possibilidades de visitas a essas instituições. (BITTENCOURT, 2004, p. 356)


Outros documentos são as imagens, que estão cada vez mais disponíveis em todo meio de comunicação, como a internet. São documentos que não precisam ter um conhecimento aprofundado dos contextos históricos para entender qual a mensagem principal, seja de uma foto ou de um filme. São instrumentos antes de tudo de fácil compreensão e de fontes diversas, que podem auxiliar em muito o processo ensino-aprendizagem nos alunos, seja através de interpretações ou até de comparações de fotos de lugares iguais em diferentes épocas e que já se encontram no próprio livro didático, como instrumento de interpretações e dinamização das aulas de histórias.

As fotos, transformadas em recursos didáticos, favorecem a introdução dos alunos no método de análise de “documentos históricos” e, em se tratando da fase inicial da alfabetização, contribuem para que identifiquem ano, nome de lugares e de pessoas ou grupos sociais, além de favorecer em a compreensão do antes e depois e a interiorização do conceito de geração. (BITTENCOURT, 2004, p. 369)

Os últimos documentos não escritos são os recursos audiovisuais, como os filmes, músicas, pequenos documentários entre outros, meios audiovisuais que podem ser um documento utilizado nas aulas, mas que precisam de considerações desde a escolha de meios, adequação as series, o tipo de reprodução, o contexto, o roteiro do filme e o objetivos dos diretores nos mesmos. São instrumentos com maiores dificuldades por não ter os recursos disponíveis para introduzir no contexto escolar, como salas adequadas e DVD, TV, entre outros.

Considerações Finais

Por fim, através da realização desse estudo foi possível, perceber as dificuldades enfrentadas pelo profissional de ensino e da importância da consciência do seu papel como educador para encontrar soluções no combate ao descaso que está submetido o ensino público e isso só será possível com a preparação desse profissional ainda na sua formação básica através dos conhecimentos adquiridos no Estágio Supervisionado, o qual possibilita ao graduando a visão do espaço escolar, estrutura física e administrativa em que esta envolvida a educação. Outra contribuição importante do Estágio Supervisionado é a orientação a cerca existência e utilização das metodologias de ensino nas aulas de história bem como nas demais áreas de ensino, as quais possibilitam ao aluno um melhor aproveitamento em sala de aula.

O ensino de História na escola pública atualmente encontra algumas dificuldades como a falta de interesse por parte do aluno e a desvalorização do ensino da História local e regional do Estado de Alagoas em que o uso de novas metodologias no seu ensino poderá resgatar o interesse dos mesmos, visto que, a história local e regional, bem como, a de contesto geral, possui grande acervo para ser discutido em sala de aula ou extra-sala. A educação conta atualmente com vários instrumentos que podem ser utilizados nas aulas de História e que devem ser utilizados por todos os professores da disciplina de história ou de outras áreas, como por exemplo, documentos, livros e artigos, além da história guardada nos museus que tratem da temática trabalhada em sala de aula.

Sabemos que por muito tempo a metodologia utilizada na disciplina de História foi apenas de decorar datas descontextualizadas. Contudo, na atualidade novas perspectivas para o ensino de História vêm sendo paulatinamente implementada seja pelas mudanças que passaram o currículo escolar, seja pela necessidade das salas de aula serem espaços de reflexão e dinamização do conhecimento histórico e da formação intelectual e individual para a sociedade de maneira geral.



Referências

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à praticam educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

BITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de História: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2004
HORD, Geraldo Balduíno. O ensino de História e seu currículo: teoria e método. 2º Ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
PIMENTA, Selma Garrida; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. São Paulo: Cortez, 2004.


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