Estrutura curricular (novo projeto pedagógico) licenciatura núcleo Específico de Geografia (20)



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BIBLIOGRAFIA

BRADY, J. E. & HUMISTON, G. E. Química Geral; Trad. Ubirajara Valença e Pedro Nunes. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1981.

BUENO, W. A. Et al. Química Geral. São Paulo: Mc Graw-Hill, 1978.

MASTERTON, W.L. et al. Princípios da Química. Trad. Jossyl Peixoto, 6ª ed., Rio de Janeiro: Ed. Guanabara, 1990.

RUSSEL, J.B. Química Geral. Vols. 1 e 2, Markron Books do Brasil Editora Ltda, 1994.

SLARAUGH, W. H. & PAFSONS, T.D. Química Geral. Trad. Alcides Caldas. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos, 1977.













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PROGRAMA DE COMPONENTES

CURRICULARES



COMPONENTE CURRICULAR










CÓDIGO




NOME

FCH 208




Introdução à Demografia



CARGA HORÁRIA




MÓDULO




SEMESTRE VIGENTE

T

P

E

TOTAL




T

P

E













68





















EMENTA






OBJETIVOS






METODOLOGIA






CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. Definição e campo da Demografia. O conceito de população e demografia.

  2. A dinâmica demográfica. As noções de crescimento vegetativo, de crescimento migratório e de populações fechadas e abertas. As noções de aceleração e desaceleração do crescimento médio anual.

  3. A composição por sexo e idade e suas principais mudanças:

    1. Formas de classificar a idade dos indivíduos.

    2. O significado social da idade e das noções de ciclo de vida, geração e coorte.

    3. Idade média de uma população.

    4. Composição por sexo, sua determinação e implicações.

    5. As pirâmides etárias e a analise conjunta a composição por idade e sexo. Os padrões típicos de pirâmides etárias, a estabilidade de padrões típicos de dinâmica geográfica e de sucessão de gerações.

    6. As mudanças na composição por idade e sexo: os processos de envelhecimento e rejuvenescimento de populações fechadas e abertas.

  1. A análise da mortalidade e das condições de sobrevivência

    1. As noções de mortalidade, de sobrevivência, de longevidade e de perfil nosológico de uma população.

    2. Principais medidas de mortalidade e de sobrevivência. Fontes de dados básicos, o cálculo destas medidas e a interpretação das mesmas.

    3. A determinação dos níveis e diferenciais de mortalidade e os padrões de mortalidade por causa.

    4. As perspectivas e mudanças nas condições de preservação da sobrevivência e da saúde no contexto da transição demográfica.

    5. Implicações de certos níveis, tendências e padrões da mortalidade para as condições de casamento e procriação. A preservação da sobrevivência e da saúde e a constituição das proles.

    6. As condições de sobrevivência e saúde nas classes proletárias e as políticas de saúde.

  2. A análise da fecundidade e das condições de procriação

    1. As noções de fecundidade, comportamento reprodutivo, perfil reprodutivo e de padrões de procriação.

    2. Principais medidas de fecundidade, paridade e parturição média. Fontes de dados básicos, o cálculo destas medidas e a interpretação das mesmas.

    3. A determinação dos níveis e diferenciais de fecundidade e das dimensões das proles.

    4. A preservação e a mudança dos padrões de procriação no contexto da transição demográfica.

    5. Os padrões de procriação nas classes proletárias: o debate entre Malthus e Marx.

    6. As ideologias e as políticas pró-natalistas e anti-natalistas. O papel de distintas instituições sociais.

  3. A análise das migrações

    1. Conceitos básicos para a análise das migrações.

    2. Principais medidas das migrações internacionais e internas. Fontes de dados básicos. O cálculo destas medidas e a interpretação das mesmas.

    3. As grandes correntes de migração internacional para o Brasil e seus significados para a conformação da sociedade brasileira.

    4. Os principais tipos de estratégias e tipos de fluxos migratórios internos, seus significados sócio-demográficos e seus determinantes.

    5. Implicações de alguns tipos de estratégias e fluxos migratórios para a conformação de padrões correntes de casamento e de procriação.



BIBLIOGRAFIA















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PROGRAMA DE COMPONENTES

CURRICULARES



COMPONENTE CURRICULAR










CÓDIGO




NOME

ENG 245




Evolução dos Transportes



CARGA HORÁRIA




MÓDULO




SEMESTRE VIGENTE

T

P

E

TOTAL




T

P

E













68





















EMENTA

Noções gerais dos meios e vias de transportes e dos sistemas por eles formados para benefício do homem. Informações de caráter histórico, político, econômico e social, diretamente ligados ao desenvolvimento da infra-estrutura dessas vias e ao aperfeiçoamento desses meios.



OBJETIVOS

Dar aos alunos das mais áreas uma visão dos sistemas de transportes, permitindo-os através de sua evolução, questionar suas propostas, seu funcionamento e sua estrutura.



METODOLOGIA

O curso é constituído por dois tipos de atividades: aula de exposição, com apresentação do conteúdo pelo professor; aulas de debates, com apresentação do conteúdo (pesquisas, entrevistas e relatórios de observações feitas) pelos alunos, à luz do conteúdo fornecido nas aulas de exposição. O conceito final é dado em função de trabalhos apresentados pelo aluno e de sua participação nas aulas de debates.



CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

UNIDADE I

  1. Conceito, definição de transporte. Classificação de meios e vias de transporte.

  2. O Pedestre. Vias para pedestres. O pedestre na via de trafego automotivo. O “Não-Transporte”.

  3. O animal de carga e montaria. Tração animal. Tipos de veículos.

  4. As embarcações primitivas. Veleiros. Propulsão a remo.

  5. O vôo do homem na antiguidade.”Carros de fogo”, “vimanas”, ”anjos”, ”balões”.

UNIDADE II

  1. A mecânica do músculo: a locomoção animal.

  2. A mecânica da roda: carroças e carruagens, bicicletas, motocicletas, automóveis, bondes e trens.

  3. A mecânica do ar: navios, ônibus, locomotivas, balões e planadores.

  4. A mecânica da hélice: aeronaves e embarcações a motor.

  5. A mecânica do foguete: naves e sondas no espaço-cósmico.

UNIDADE III

  1. Praias e Portos: correntes marítimas e fluviais e a engenharia dos terminais aquaviários.

  2. Estradas de terra e ferro: tecnologia de projeto, construção e conservação dos caminhos.

  3. Terminais rodoviários: características das estações de passageiros e de carga para veículos com rodas.

  4. Aeroportos: a engenharia dos aeródromos e a operação de aeronaves, em pistas e pátios.

  5. Vias navegáveis: instrumentos e procedimentos de navegação na água, na terra, no ar e no espaço cósmico.



BIBLIOGRAFIA

É parte do curso ensinar o aluno a preparar sua própria bibliografia, em pesquisa feita nas bibliotecas da UFBA, assim como nas livrarias da cidade. Assim, não lhe é fornecida uma bibliografia “pronta”.












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PROGRAMA DE COMPONENTES

CURRICULARES



COMPONENTE CURRICULAR










CÓDIGO




NOME

FCH 209




Sociologia Urbana



CARGA HORÁRIA




MÓDULO




SEMESTRE VIGENTE

T

P

E

TOTAL




T

P

E













68

45






















EMENTA

Urbanização e Urbanismo têm sido disciplinas e abordagens quase que exclusivas dos arquitetos, e em segundo lugar dos engenheiros, no Brasil, embora se ressalte a presença de geógrafo.

Recentemente a produção sociológica e antropológica tem dado uma ênfase toda especial nos estudos da urbanização e penetrado no urbanismo como um objeto sem dono e, portanto, passível da abordagem sociológica. Na verdade, a Sociologia que sempre considerou o urbano estava afastada do trabalho de planejamento do espaço. Hoje, como não podia deixar de ser, a Sociologia assumiu o urbano não apenas nos fenômenos sociais que se expressam no meio urbano, mas no urbano como um objeto próprio da Sociologia.

Quanto a este aspecto há uma controvérsia teórica que enriquece dia a dia a analise sociológica. Pode-se, aí, encontrar Castells, Lefby, Harvey, Hall, Mariani, Milton Santos, Berry, Lacoste, Leads, Hauser Olivan, Freyre e tantos outros, e a certeza de que o mundo moderno é por excelência urbano e que o urbano é algo muito além do que o oposto ao rural.

Urbanização e Industrialização, tanto do ponto de vista da produção como a do consumo. A organização do espaço físico e a significação social desse espaço. As classes sociais. As desigualdades sociais. Semiótica e urbanização. Ideologia e Subjetivação.





OBJETIVOS






METODOLOGIA






CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. Introdução aos estudos urbanos – principais correntes. Revisão crítica.

  2. A cidade e o campo – uma falsa dicotomia.

  3. Capitalismo, modernização e urbanização.

  4. A Revolução Urbana – os fatores da aceleração da urbanização.

  5. O Significado da Cidade – a cidade libertadora.

  6. As Comunidades e as Metrópoles – nostalgia e utopia.

  7. A cristalização urbana das desigualdades sociais e a produção da subjetividade urbana.

  8. Os destinos pessoais nas cidades – “As Desordens da ávida”

  9. A produção de urbanização – a terra de engorda e a casa construída.

  10. A dimensão do tempo urbano – racionalidade e emoção.

  11. A família – trabalho, amor e sono.

  12. A moradia de cada um – a produção e a reprodução da vida.

  13. A teimosia da pobreza – a cidade espontânea.

  14. O homem, a casa, a rua, o bairro e a cidade – da intimidade à participação política.






BIBLIOGRAFIA

ANDRADE, Manoel Correia de. Cidade e Campo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1974.

AZEVEDO, Sérgio e ANDRADE, L. A. Gama. Habitação e Poder da Fundação da Casa Popular ao Banco Nacional de Habitação. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

BARY, Brian J.L. Consecuencias Humanas de la Urbanización. Madrid: Pirámide, 1975.

BLAY, Eva Alterman. A Luta pelo Espaço. Petrópolis: Vozes, 1979.

BOSCHI, Renato Paul. (org.) Movimentos Coletivos no Brasil Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1983.

CADEIRA, Tereza Pires do Rio. A Política dos Outros. São Paulo: Brasiliense, 1984.

CASTELLS, Manuel. Problemas de Investigação em Sociologia Urbana. Portugal/Brasil: Editorial Presença/Martins Fontes, s/d.

ECKARDT, Wolf Von. A Crise das Cidades. Rio de Janeiro: Zahar, 1975.

ESPINHEIRA, C. G. D. A Cidade Erguida e Cidade Construída. In: Informe Conjuntural, Setembro, Salvador, CPE/SEPLANTEC, 1953.

_______. Camaçari – Processo de Urbanização Espontânea. Salvador/Camaçari. Secretaria das Minas e Energia/P.M. de Camaçari, 1978.

_______.Planejamento e Dominação. Revista de Planejamento. Ed. Espacial, Vol.8, jan/jun, Salvador, SEPLANTEC, 1980.

_______.Salvador Revisitada – 434 anos de Problemas. In: Informe Conjuntural, nº 21, Salvador, CPE/SEPLANTEC, 1983.

_______.Urbanização e Política Urbana – O Mito do Caos Urbano. Revista do Planejamento, vol. 6, nº4, out-dez. Salvador, SEPLANTEC, 1978.

ESPINHEIRA, Gey. Salvador, Província e Metrópole. In: DEBATES/Cenpes.Ano 3, nº7, Salvador: SEPLANTEC, 1986.

_______.Urbanização Segregada – a expansão de Salvador. In: DEBATES/Cenpes.Ano 2, nº6, Salvador: SEPLANTEC, 1985.

FAISSOL, Speridião (org.) Urbanização e Regionalização – Relações com o Desenvolvimento de Habitação. Rio de Janeiro: IBGE, 1975.

FREYRE, Gilberto. Sobrados e Mocambos. São Paulo: José Olympio, 1951 – 3 vol.

FRY, Peter. Para Inglês Ver (Identidade e Política na Cultura Brasileira). Rio de Janeiro: Zahar, 1982.

GUARACY, Adeodato Alves de. Bahia de Todos os Pobres. Estudos CEBRAP, nº 34, Petrópolis: Vozes, 1980.

HAGUETTE, Tereza Maria Frota. O Mito das Estratégias de Sobrevivência. Fortaleza: UFC, 1982.

HAUSER, Phillip Morris. Estudo de Urbanização. São Paulo: Moreira, 1975.

KOWARICK, Lúcio. A Espoliação Urbana. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.

LEEDS, Anthony e LEEDS, Elizabeth. A Sociologia no Brasil Urbano. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

MARIANI, Ricardo. A Cidade Moderna entre a Historia e a Cultura. São Paulo: Nobel, 19786.

MATTEDI, Raquel Mattos. As Invasões em Salvador, uma Alternativa Habitacional. Salvador: Universidade Federal da Bahia, Mestrado em Ciências Sociais (Dissertação de Mestrado), 1979.

MELO, Sylvio Bandeira de Melo e. O Sistema Urbano de Salvador e sua Inserção no Contexto Nacional. In: DEBATES/Cenpes.Ano 2, nº5, Salvador: SEPLANTEC, 1985.

MOISÉS, José Álvaro. (et al.). Cidade, Povo e Poder. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1982.

MORRIS, R.M. Sociologia Urbana. Rio de Janeiro: Zahar, 1972.

OLIVER, Ruben George. Urbanização e Mudança no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1980.

PEREIRA, Luis (org.). Populações Marginais. São Paulo: Duas Cidades, 1978.

PIERSON, Donald. Estudos de Ecologia Humana. São Paulo: Marins, s/d.

QUEIROZ, Maria Isaura Pereira. Cultura, Sociedade Rural e Sociedade Urbana no Brasil. São Paulo: Livro Técnico, 1978.

RAMA, Angel. A Cidade das Letras. São Paulo: Brasiliense, 1984.

SANTOS, Milton. A Urbanização Desigual – a especificidade do fenômeno urbano em países subdesenvolvidos. Petrópolis: Vozes, 1982.

__0_____.Economia Espacial, Críticas e Alternativas. São Paulo: Hucitec, 1979.

_______.Pobreza Urbana. São Paulo/Recife: Hucitec, 1978.

SCHIDT, Benício e FARRET, Ricardo. A Questão Urbana. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1986.

Simpósio do Instituto Smithsoriano. A Humanização do Meio Ambiente. São Paulo, Culltrix, 1972.

VALLE, Edênio e QUEIROZ, José (org.). A Cultura do Povo. São Paulo: EDUC, 1982.

VELHO, Gilberto. (Org.). O Desafio da Cidade. Rio de Janeiro: Campus, 1980.

WARD, Bárbara. A Casa do Homem. Rio de Janeiro: Artenova, 1976.

WILHEIM, Jorge. O Substantivo e o Adjetivo. São Paulo: Perspectiva, 1979.















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PROGRAMA DE COMPONENTES

CURRICULARES



COMPONENTE CURRICULAR










CÓDIGO




NOME

ECO 134




Economia Rural



CARGA HORÁRIA




MÓDULO




SEMESTRE VIGENTE

T

P

E

TOTAL




T

P

E













51





















EMENTA

O curso terá um caráter introdutório às Ciências Econômicas, colocando para os alunos a importância e a atualidade dos principais conceitos da Teoria Econômica, abordando os principais movimentos filosóficos que contribuíram para a organização da Economia Política e das suas aplicações na vida atual como instrumento da Política Econômica.



OBJETIVOS

Mostrar a importância das Ciências Econômicas e da Economia Política para a compreensão de forma mais abrangente dos problemas que envolvem a vida moderna, fortemente influenciada por questões econômicas, sobretudo com a aceleração do processo de globalização e formação de blocos econômicos, privatizações, perigos do poder econômico, buscando despertar nos alunos o interesse pelo aprofundamento do estudo das questões econômicas.



METODOLOGIA

O curso utilizará aulas convencionais, seminários com participação de todos os alunos e trabalhos em equipes.

Avaliação: Trabalhos individuais (provas), seminários, resenhas e prova final.





CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. Introdução à Economia; conceito de Economia; sistemas econômicos fundamentais; curva de possibilidades de produção; fluxos reais e monetários; argumentos positivos versus argumentos normativos, inter-relação da Economia com outras áreas do conhecimento e divisão do estudo econômico.

  2. Evolução do Pensamento Econômico: breve retrospecto; precursores da teoria econômica; Antiguidade; Mercantilismo; Fisiocracia; teoria Neoclássica; Keynes; os críticos e o período recente.

  3. Economia e Direito: normas jurídicas e teoria,






BIBLIOGRAFIA

VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de, e GARCIA, Manuel Enriquez. Fundamentos de

Economia. São Paulo, Saraiva, 1999, 240 p.

ACCARINI, José Honório. Economia Rural e Desenvolvimento: Reflexões sobre o caso brasileiro.

Petrópolis, Vozes, 1987, 224p.

ROSSETI, J. Paschoal – Introdução à Economia, 18 Edição, São Paulo, Atlas, 2000, 922 p.

SILVA, José Graziano da. A nova dinâmica da agricultura brasileira. Campinas, UNICAMP, 1996, 217 p.















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PROGRAMA DE COMPONENTES

CURRICULARES



COMPONENTE CURRICULAR










CÓDIGO




NOME

ECO 142




Economia Brasileira



CARGA HORÁRIA




MÓDULO




SEMESTRE VIGENTE

T

P

E

TOTAL




T

P

E













51

45






















EMENTA

Interessa estudar as dinâmicas sócio-econômicas, que determinaram o processo do desenvolvimento brasileiro contemporâneo. Consideram-se os principais momentos da história recente da economia brasileira, caracterizada pelo modelo de substituição das importações, pela crise estrutural dos anos oitenta e pela abertura comercial. Temas específicos serão abordados ao longo do estudo, quais sejam: estrutura do Estado, sistema financeiro, endividamento, agricultura, mercado de trabalho, setor externo, política, política fiscal, processo inflacionário, divisão inter-regional do trabalho e análise da conjuntura.



OBJETIVOS

Há dois segmentos importantes no curso de Economia Brasileira. A História Econômica e a Atualidade Econômica Brasileira. A História Econômica é disciplina específica do currículo de Economia, não podendo esta ultrapassar 20 das aulas. Portanto, a disciplina Economia Brasileira é a discussão basicamente da Atualidade Econômica Brasileira.



METODOLOGIA






CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

I. Conceitos Básicos em Economia

Noções de sistemas e de modelos econômicos

II A Economia Brasileira Primária Exportadora

Os ciclos econômicos

O sistema colonial

A transição para o trabalho



  1. A indústria brasileira



BIBLIOGRAFIA
















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CURRICULARES



COMPONENTE CURRICULAR










CÓDIGO




NOME

ECO 178




Formação e Análise da Economia Baiana



CARGA HORÁRIA




MÓDULO




SEMESTRE VIGENTE

T

P

E

TOTAL




T

P

E













68

60






















EMENTA

Principais aspectos da formação econômica da Bahia. Elementos explicativos da economia baiana contemporânea. Relações econômicas externas (Brasil e mundo); perfil de atuação governamental (federal e estadual); setores e regiões dinâmicas, fluxos, estratégias empresariais, condicionantes e perspectivas do desenvolvimento da Bahia.



OBJETIVOS

Permitir ao aluno uma visão geral da formação econômica do Estado, sua inserção na dinâmica nacional, os principais estágios de seu desenvolvimento, a estrutura e espacialização do seu setor produtivo e perspectivas frente aos novos paradigmas.



METODOLOGIA

Aulas expositivas, com a utilização de mapas, vídeos e transparências.

Realização de seminários com a presença de palestrantes convidados.

Discussão de textos e de listas de exercícios.

Apresentação pelos alunos de trabalhos realizados (individualmente e em grupo).

Realização de visitas a empresas e áreas de interesse do Curso.




CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

  1. Conceitos importantes para a análise econômica

  2. Traços marcantes da formação econômica e social – Brasil e Bahia

- Exclusivo Colonial; Relações Econômicas Internas;

  1. A inserção da Bahia na evolução nacional – 1500/1930

-Políticas Governamentais – a “Revolução Madrasta” e o “Enigma Baiano”;

-A economia urbano-industrial e a integração nacional;

-Ações estaduais, dinâmicas dos setores produtivos; ocupação territorial.


  1. Economia Baiana Contemporânea

-Perfil da Intervenção Pública: oferta de infra-estrutura e Ocupação Territorial;

-Perfil e Alterações da Estrutura Econômica: ações do Governo Estadual; impactos Locais das

Políticas Econômicas Federais;

-Distribuição Setorial e Regional das Atividades Econômicas;

-Indicadores Sócio-Econômicos Regionais;

-Tendências e Condicionantes dos Processos de Descentralização e Municipalização.



  1. Externalidades e Competitividade

-Ações governamentais para implementar a competitividade baiana e de atração de empreendimentos;

-Comércio Exterior: principais setores e parceiros;

-Empreendimentos Agropecuários e de base Florestal e Mineral;

-Atividades Industriais de Alta e Média Tecnologia;

-Segmentos econômicos de baixo e médio porte;

-Atividades do Setor Terciário.






BIBLIOGRAFIA

ALMEIDA, Paulo Henrique. Passado e Futuro dos Serviços: o caso da RMS, in Bahia Análise e

Dados, Salvador, SEI, 10 (1), p. 68-86, julho 2000.

MENEZES, Vladson B., O Comportamento Recente e os Condicionantes da Evolução da Economia Baiana, Salvador, Seplantec, 2000.

PORTO, Edgard e CARVALHO, Edmilson, A Espacialização da Economia Baiana, O Mercosul e Outras Regiões. In Bahia no Mercosul, Salvador, SEI, 1996.



Novos Espaços Estratégicos na Bahia: Uma Primeira Aproximação, in Bahia: Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Bahia 2000, Salvador 1999.

TEIXEIRA, F e GUERRA, O. 50 anos de Industrialização Baiana: do Enigma a uma Dinâmica Exógena e Espasmódica in Bahia Análise e Dados, Salvador, SEI, 10 (1), 87-98, Julho, 2000.

UDERMAN, Simone, (coord.) Tendências da Economia Baiana, Série estudos estratégicos, Salvador, Seplantec, 2000.

CPE, A Inserção da Bahia na Evolução Nacional - 2ª Etapa: 1890-1930, Salvador, 1980.

Bahia Análise e Dados – Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia

Jornais de circulação nacional e local.














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PROGRAMA DE COMPONENTES

CURRICULARES

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pub -> Núcleo de Defesa do Meio Ambiente de Goiânia 15ª Promotoria de Justiça
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pub -> Exmo. Sr. Dr. Juiz de direito da vara cível da comarca de itajaí sc sos fundação Mata Virgem
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pub -> Neros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital
pub -> A consciência como fator preponderante na construção das grandes teorias para a humanidade
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pub -> Universidade do Minho Licenciatura em Direito Informática Jurídica Técnicas Criptográficas—Cifras Docente
pub -> Realizado por: Henrique Fernandes da Cunha Nº. 34531 Cristina Laura Silva Ferreira Nº. 31625 Mafalda Joana Saraiva Magalhães N


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