Estrutura de tese



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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO
ESTRUTURA DE TESE

CAPA

FOLHA DE ROSTO

FICHA DE IDENTIFICAÇÃO DA OBRA elaborada pelo autor, através do Programa de Geração Automática da Biblioteca Universitária da UFSC (http://portalbu.ufsc.br/ficha/)

FOLHA COM NOME DA TESE E MEMBROS DA BANCA

DEDICATÓRIA

AGRADECIMENTOS

EPÍGRAFE (opcional)

RESUMO COM PALAVRAS CHAVE (DECS TERMS)

ABSTRACT COM KEY-WORDS (MESH TERMS)

LISTA DE FIGURAS

LISTA DE QUADROS

LISTA DE TABELAS

LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS

LISTA DE SÍMBOLOS (opcional)

SUMÁRIO


  1. INTRODUÇÃO

    1. PREFÁCIO (opcional): visa apresentar o autor e as suas motivações pessoais e profissionais para trabalhar com o tema, situar o local onde está fazendo o doutorado e apresentar os itens do capítulo.

    2. APRESENTAÇÃO DO PROBLEMA E JUSTIFICATIVA: deve demonstrar porque é um problema. Porque este problema pode ser trabalhado por meio do método científico? Como situar teoricamente a pesquisa de maneira inicial? Deve culminar com a PERGUNTA DE PARTIDA.

    3. RELEVÂNCIA, ORIGINALIDADE E CONTRIBUIÇÃO PARA O CONHECIMENTO: deve demonstrar qual a importância de tratar deste problema. Para que servirão os seus resultados? A quem pode interessar a pesquisa? O que tem de original na maneira que está sendo proposta para tratar o problema? Porque esta maneira proposta é uma tese e não uma dissertação, por exemplo? Qual a contribuição para o conhecimento? Esta contribuição deve ser bem explicada do ponto de vista teórico (qual a lacuna na teoria que a abordagem da tese preencheu, independente dos seus resultados?) e do ponto de vista prático (como os resultados poderão servir, por exemplo, para a prática do nutricionista?). Neste item é importante ter em mente que relevância, originalidade e contribuição científica devem ser devidamente justificadas para uma tese em Nutrição.

Para provar uma contribuição original, sua tese, quando finalizada, deve mostrar dois fatos importantes: (a) que você identificou um problema (ou pergunta) significativo, o qual ainda não foi resolvido (ou respondida) e (b) que você resolveu o problema (ou respondeu a pergunta).

Assim, a tese deve demonstrar o atendimento desses requisitos.



    1. OBJETIVOS (localização opcional, pode vir aqui ou em capítulo separado)

1.4.1 Objetivo geral

1.4.2. Objetivos específicos



    1. ESTRUTURA GERAL DO DOCUMENTO Como o documento está estruturado – capítulos? Pode-se, também, colocar uma figura demonstrando a estruturação do projeto.




  1. REVISÃO DE LITERATURA? – FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA? – REFERENCIAL TEÓRICO? REVISÃO BIBLIOGRÁFICA? (a denominação é opcional, desde que o projeto tenha um item com este conteúdo)

Neste capítulo deve ser explicitada a abordagem teórica da pesquisa, deixando bem claro que o doutorando tenha noção e consiga situar a sua pesquisa teoricamente, não somente com relação ao tema, mas com relação ao desenvolvimento do conhecimento científico. Compreende a apresentação dos conceitos teóricos, dos resultados dos estudos revisados e demais aspectos relevantes da literatura científica que sustentam a tese.

Aconselha-se, no final, colocar um item de conclusão do capítulo, como se fosse um resumo, ou uma figura que identifique o caminho teórico percorrido e qual a lacuna teórica que a tese preencheu, o que justifica a contribuição para o conhecimento.




  1. MÉTODO Descrição detalhada do desenho do estudo e dos diversos aspectos que envolvem a coleta, análise e apresentação dos resultados. Recomenda-se a seguinte estrutura:

    1. CARACTERIZAÇÃO DO ESTUDO

    2. DEFINIÇÃO DE TERMOS RELEVANTES PARA A PESQUISA (opcional, construído a partir do discutido no capítulo 2)

    3. DESCRIÇÃO DO LOCAL E POPULAÇÃO EM ESTUDO

    4. CÁLCULO DO TAMANHO DE AMOSTRA E PROCESSO DE AMOSTRAGEM (quando pertinente)

    5. ETAPAS DA PESQUISA

    6. PROCESSO DE COLETA DE DADOS: equipe, período de coleta, procedimentos de mensuração e demais detalhes envolvendo esta etapa da pesquisa.

    7. MODELO DE ANÁLISE: definição das variáveis e seus indicadores: estruturado dependendo do delineamento a ser usado. Pode precisar de uma descrição das variáveis dependentes e independentes para estudos que investiguem associações causais. Operacionalização/tratamento das variáveis (quando necessário, especialmente em estudos de tipo quantitativo): detalhamento da forma em que as variáveis serão tratadas para análise (tipos de variáveis, unidades, categorias, etc). Para variáveis que tenham sido construídas com base na junção de várias informações coletadas pelos instrumentos, uma descrição detalhada do processo de criação destas variáveis deverá ser acrescentado.

    8. INSTRUMENTOS E TÉCNICAS DE COLETA DE DADOS: dependendo do delineamento, pode ser descrito o processo de criação/adaptação do instrumento (no caso de questionários) e/ou descrição detalhada dos equipamentos e/ou dos produtos/substâncias que foram usados na pesquisa. Quando necessário, deve conter detalhes do treinamento, calibração e/ou estudo piloto.

    9. PROCESSAMENTO E ANÁLISE DOS DADOS: incluir programas estatísticos para digitação, validação da dupla digitação e/ou análise dos dados. Neste item precisam ser especificados os procedimentos de estatística descritiva e/ou analítica que foram empregados em estudos quantitativos. Para estudos qualitativos o mesmo cuidado na descrição dos métodos de análise deve ser considerado.

    10. PROCEDIMENTOS ÉTICOS DA PESQUISA: incluir o número do protocolo de aprovação no comitê de ética, assim como outros detalhes, dependendo do delineamento.




  1. RESULTADOS

Segundo definição do Colegiado Delegado do PPGN em 14 de abril de 2015, a critério do orientador, os resultados podem ser apresentados na forma tradicional ou na forma de artigos científicos.
Quando os resultados forem apresentados na forma tradicional, o artigo aceito ou publicado e o manuscrito submetido deverão constar do documento como apêndices.
4 E 5. RESULTADOS

Quando os resultados forem apresentados na forma de artigos científicos representarão, no mínimo, dois capítulos de resultados, um com cada artigo.

Para a tese precisam ser incluídos, pelo menos, dois artigos, um deles já aceito para publicação ou publicado e o outro submetido a periódico científico. Os manuscritos devem estar escritos em português, completos, estruturados no modelo de periódicos científicos, de preferência, Qualis A1 ou A2 segundo a avaliação da CAPES para a área da Nutrição. Dependendo da avaliação do orientador, este periódico pode ter outro Qualis, desde que igual ou superior a B1.

Os artigos deverão estar adaptados com os critérios das revistas em termos do número de palavras, do número de tabelas e gráficos, do formato das citações e da bibliografia, e da estrutura do resumo. A revista deverá estar identificada na página de rosto de cada artigo para a versão defesa de tese.

Na versão final da tese, essa informação deve ser retirada e deve ser colocada:

. para o artigo já aceito ou publicado, a informação “artigo aceito (ou publicado) no (nome do periódico científico e referencia completa, se for o caso);

. para o manuscrito submetido: manuscrito formatado segundo regras de submissão de periódico científico.

Caso algum dos artigos já tenha sido publicado em língua diferente à língua portuguesa, o aluno pode optar por acrescentar a versão impressa do mesmo como apêndice da tese.


6.CONSIDERAÇÕES FINAIS: Conclusões e Recomendações oriundas dos resultados da tese, onde deve ficar claro o atendimento dos objetivos, bem como as possíveis limitações do estudo e como elas foram contornadas pelo caminho percorrido no estudo. É importante constar, também, as sugestões de continuidade do estudo na forma de futuras pesquisas científicas.
7.REFERÊNCIAS: de acordo com as normas da ABNT. O aluno deve revisar exaustivamente a estrutura das referências, assim como avaliar ao longo do texto se todas as bibliografias citadas foram incluídas nas referências.
8.APÊNDICES: material explicativo elaborado pelo autor. Por exemplo:

. Instrumentos para coleta de dados

. Material de apoio às entrevistas

. Manual do entrevistador

. Tabelas de origem das figuras e/ou tabelas complementares do artigo

. Termo de consentimento livre e esclarecido

. NOTA DE IMPRENSA: material obrigatório para todas as teses com texto direcionado para a população em geral para divulgar os resultados. O texto deve ser redigido de forma que facilite a compreensão do estudo realizado e das suas principais contribuições. Além de dados dos resultados, as notas de imprensa devem conter:

. Especificação que os resultados são oriundos de uma tese de doutorado do Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Santa Catarina.

. O nome do/a doutorando/a, o nome do/a orientador/a, o tipo de bolsa que o/a doutorando(a) recebeu e a agência financiadora do projeto, quando pertinente (incluindo bolsas da CAPES, do CNPQ, da FAPESC ou de alguma outra fonte).
9. ANEXOS: material explicativo não elaborado pelo autor. Por exemplo:

. Mapas, legislação,



. Certificado de aprovação do projeto pelo comitê de ética em pesquisa
OBSERVAÇÕES GERAIS:

  1. Quando foi realizado o estágio de doutorado sanduíche, esta experiência deverá estar devidamente descrita no capítulo 3 (métodos), em capítulo específico depois dos resultados e no capítulo de considerações finais.

  2. A estrutura geral da tese seguirá as normas da ABNT, mas os artigos seguirão as normas do periódico escolhido para submissão.

  3. As teses serão impressas no modelo UFSC segundo instruções disponíveis em http://portalbu.ufsc.br/dissertacoestesestccs/

  4. Na versão final, após a defesa, o nome do periódico e as suas normas de publicação devem ser retirados.

  5. Segundo regras da UFSC e da Capes, uma cópia completa da tese em pdf deve ser entregue na secretaria do PPGN e uma impressa na Biblioteca Universitária.

  6. Na versão para defesa, as linhas das páginas devem ser numeradas para facilitar a discussão pela banca examinadora.

  7. No momento em que os manuscritos forem publicados na forma de artigos científicos, deve sempre ser acrescentada a informação: “O estudo é oriundo de dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-graduação em Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina”.


(Documento aprovado na 18ª Reunião Ordinária do Colegiado Delegado do PPGN-UFSC realizada em 25 de novembro de 2014 e retificado na 21ª Reunião Ordinária do Colegiado Delegado do PPGN-UFSC realizada em 14 de abril de 2015).


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